O céu e o inferno existem? - Palestra com Luciana Pineli
O céu e o inferno existem? - Palestra com Luciana Pineli
trazer a figura amorosa de Jesus a nos envolver. Aqui estamos mais uma vez reunidos em nome de Jesus. Diga mais diga mais. Nós vamos fazer alguns avisos antes nós nos prepararmos paraa nossa palestra da noite. Hoje nós temos uma festival de pamonhas aqui no Lar de Jesus. sempre a gente tem essas eh atividades, porque aqui é uma tradição, né, que nós já fazemos essas festivais de pamonha ou de caldo. E hoje é o dia da nossa pamonha, uma deliciosa pamonha. E no término dos nossos trabalhos vai estar ali na nossa cozinha. Contamos com a presença de todos vocês. Será uma alegria confraternizarmos juntos. E a pamonha já é aprovada, testada e aprovada, deliciosa. Podemos levar para casa. Então fica aqui o convite para vocês de participar conosco dessa nossa nosso festival de pamonhas. E antes também da gente começar, eu quero convidar a Daniele para trazer para nós aqui uma divulgação do nosso 42º Congresso Espírita do Estado de Goiás, que vai acontecer no ano que vem no intervalo do carnaval. E nós estamos fazendo divulgação nas casas espíritas para que a gente possa reunir o maior número de pessoas em torno desse tema que ela vai trazer aqui para nós, que é muito interessante. E ela vai ficar aqui, né, até o final da nossa palestra para quem quiser fazer inscrições. Então nós vamos passar um videozinho e em seguida ela vai fazer a divulgação. >> E tem apenas três dias você pudesse viver algo que mudasse a forma como você sente o mundo. E se existisse um lugar onde o abraço é mais forte, o olhar é mais sincero e a palavra essa toca alma. Esse lugar ele existe e ele está esperando por você. O 42º Congresso Espírita de Goiás não é apenas um congresso, é uma vivência espiritual completa. Toda a alma que chega é acolhida. Você vai viver momentos de luz, vai ouvir palavras que precisa ouvir, vai fazer amigos que parecem irmãos e vai sair daqui diferente, porque o verdadeiro encontro não acontece no palco, acontece, ó, dentro de você. 42º Congresso Espírita de Goiás, Jesus e Kardec para os tempos
er amigos que parecem irmãos e vai sair daqui diferente, porque o verdadeiro encontro não acontece no palco, acontece, ó, dentro de você. 42º Congresso Espírita de Goiás, Jesus e Kardec para os tempos atuais. Vem sentir isso com a gente. Boa noite, irmãos. Eh, então estamos aqui, né, nós somos da área da comunicação lá da Federação Espíritas, tá? Eu, Daniela, Catarina e Natã. Nós viemos aqui pessoalmente há uns dias atrás já teve, né, o pessoal de lá aqui para fazer esse convite. Viemos reforçar quem aqui já esteve no Congresso aqui de Goiás. Quem? Eh, gente, é ou não é um momento especial? Não é? Eu acredito que é porque eu fui uma vez, eu nunca mais parei de ir, né? E todo mundo assim que eu converso, que que vai, que participa, que trabalha e tá lá, né? Sempre que pode, né? No ano seguinte tá sempre participando. Bom, esse ano que vem agora vai ser na época do carnaval, 14, 15 e 16 de fevereiro, tá? E tem algumas novidades em relação a esse ano da agora. Esse ano de agora que passou o congresso, o 41º, ele foi fora da época do carnaval, né? Foi um experimento. A gente viu que o pessoal não gostou muito, então nós voltamos pra época do carnaval. Eh, as poltronas desse ano, quem foi viu que as poltronas não eram marcadas, né? agora voltou a ser marcada de novo. Então, por isso que nós estamos divulgando, porque quem comprar primeiro, os primeiros têm o privilégio de escolher aonde quer sentar, né? Agora, uma novidade maravilhosa, o valor, gente, R$ 120 pro adulto para passar três dias, né, onde a gente vai tá passando momentos inesquecíveis, recebendo vários tipos de mensagens, né, com o tema eh Jesus e Kardec nos tempos atuais. Eu acho que é um tema muito bom para se estudar, não é? E aí, fora a parte de cultura, de arte que vai ter. Eh, esse é o valor pro adulto. Esse valor de 120 divid em seis vezes. Ah, não, gente, sem juros. Eu mesmo falei como é que é o que que a gente compra hoje em dia de 120 divide em seis vezes. Mas isso tudo para quê? Para dar oportunidade
valor de 120 divid em seis vezes. Ah, não, gente, sem juros. Eu mesmo falei como é que é o que que a gente compra hoje em dia de 120 divide em seis vezes. Mas isso tudo para quê? Para dar oportunidade para todos irem, né? Porque aí às vezes às vezes a família toda quer ir. O ingresso da juventude é 100, é R$ 50. Ó, eu querendo aumentar é R$ 50. E tem também um congressinho para as crianças que é de R$ 30, tá? Então nós vamos estar ali fora no final da da palestra, dos trabalhos aqui e quem quiser já garantir o seu ingresso, nós vamos estar lá para est atendendo vocês, tá bom? Obrigado pela atenção. Eu já garanti a minha vaga. Bom, meus irmãos, então vamos agradecer ao nosso irmão Roldão, que teve aqui conosco, fazendo a nossa alegria cristã, trazendo pros nossos corações a melodia que nos prepara para esse momento, esse momento que é um banquete espiritual. Então nós vamos agora serenar os nossos corações para nós fazermos a nossa prece, nos conectarmos com Jesus e a sua equipe que aqui nos assiste. Então eu convido a todos a serenar o coração e vamos imaginar que Jesus está aqui entre nós, que realmente ele está estendendo suas mãos luminosas e do seu coração misericordioso, jorrando bênçãos, nos envolvendo, envolvendo o nosso lar de Jesus a todos nós que aqui nos encontramos. E te agradecemos, Senhor, por essa oportunidade bendita que se renova para nós nesse momento. Que nós possamos, Senhor, receber do alto todas as bênçãos que aqui viemos buscar. A bênção da harmonia, da paz, da serenidade, da fraternidade, do conhecimento da verdade que nos liberta. Que nós possamos, Senhor, irradiar essas bênçãos até os nossos lares, envolvendo a nossa comunidade, a nossa cidade, a pátria do evangelho e o nosso planeta. Que nós possamos vibrar bênçãos de paz para as nações, para os povos em guerra. que nós possamos envolver a todos os corações aflitos, sofredores e que o teu amor, Senhor, possa envolver a todos esses nossos irmãos. E pedimos ainda por cada um de nós que aqui comparece, Senhor, para buscar na
mos envolver a todos os corações aflitos, sofredores e que o teu amor, Senhor, possa envolver a todos esses nossos irmãos. E pedimos ainda por cada um de nós que aqui comparece, Senhor, para buscar na tua palavra o consolo para as nossas aflições. Pedimos que o Senhor envolva a nossa palestrante da noite, que vai nos falar sobre um tema tão sensível e que ela possa também trazer pros nossos corações a sua mensagem consoladora. Que a tua paz esteja conosco nesse momento, Senhor. Que assim seja. A nossa convidada da noite já é conhecida nossa, mas ela anda um pouco sumida, mas nós vamos nos lembrar. Dra. Luciana Pinelli é médica infectologista, trabalhadora incansável do movimento espírita. Ela representa uma casa espírita que é o Jecal, Grupo de Estudos Caminheiros da Luz. é também membro da AM Goiânia e hoje ela vai falar para nós sobre o céu e o inferno, que nós precisamos conhecer melhor com os nossos corações. Seja bem-vinda, Alessandra. >> Boa noite, pessoal. Esse tema foi muito interessante quando me foi apresentado, foi colocado assim: "O céu e inferno existe?" E aí eu queria agradecer quem me chamou para poder inclusive pela escolha do tema, porque é interessante a gente refletir sobre esse assunto. E quando eu fui colocar coleção de slides, né, eu pensei para representar, eu acho que é melhor o inferno, né? colocar ali uma foguinha e tudo mais, que é o que a gente mais teme. Então, a gente vai conversar um pouco sobre isso. O que que a doutrina dos espíritos, o que que o Espiritismo tem para nos dizer sobre o céu, o inferno? Próximo. Pode passar o slide. Deixa eu ver. Isto. Essa recordação eu tenho muito viva na minha mente. Eu não sei se vocês assistiam, né? Fato Donald, Tom Jerry na nossa infância. Tem gente comentando aí, né? Já tá já tá e testemunhando. A gente teve essas informações sobre o céu e inferno de uma maneira muito rica na infância. O céu, aquele lugar cheio de bem-aventuranças, onde haviam anjos, onde as pessoas boas vão para ficar ali a eternidade na ociosidade. E o inferno,
céu e inferno de uma maneira muito rica na infância. O céu, aquele lugar cheio de bem-aventuranças, onde haviam anjos, onde as pessoas boas vão para ficar ali a eternidade na ociosidade. E o inferno, aquele lugar cheio de chamas, de caldeirões ferventes, onde as pessoas que são ruins vão para lá e ficam pela eternidade. No céu tem anjos e no inferno tem demônios. E esses lugares eles são decididos quando a gente morre, a gente vai para um desses dois lugares. Se a gente foi bom, vai pro céu. Se a gente for mal, vai pro inferno. E tinha um desenho que eu não conseguia achar, que era do Tom Gro. O Tom morreu, foi parar lá no expresso, eh, no expresso do céu, né? Ia pegar um um trenzinho para poder chegar no céu, mas alguém barrou ele e falou o seguinte: "Você tem que pegar a cartinha aqui daquele ratinho que você perseguia, você te perdoa, senão não vai pro céu, né? senão o que te espera é isso aqui, o caldeirão fervente. Então essas ideias permearam, permeiam, permearam não, permeiam a nossa cultura. Nós temos isso como uma herança judaico-cristã e que entrou dentro da linguagem infantil e vai pra gente na idade adulta com essa imagem, né, daquela questão eterna das penas ou dos gozos, né? Próximo, por favor. E aí, o que que a gente tem? Eh, em relação à doutrina dos espíritos, lá no século XIX, meados lá de 1800 e alguma coisa, começaram a surgir eventos mediúnicos muito ostensivos na Europa, nos Estados Unidos. Muitas pessoas gostaram daquilo como um passatempo, mas algumas pessoas achavam que aquilo merecia uma observação um pouco mais atenta, inclusive entre os cientistas. E aí alguns cientistas falaram assim: "Não, não vale a pena ficar atenção a isso, porque isso é bobagem, é coisa de salão, não tem, a gente não vai perder a nossa reputação por isso." Mas alguns cientistas acharam isso é muito interessante, tirando as fraudes de lado, vamos estudar isso daqui. E aí Kardec foi estudar, pode dar o próximo clique. Kardec, que era o professor Rivel, que era discípulo de pestalose,
isso é muito interessante, tirando as fraudes de lado, vamos estudar isso daqui. E aí Kardec foi estudar, pode dar o próximo clique. Kardec, que era o professor Rivel, que era discípulo de pestalose, ele era um cientista da época e ele começou a estudar aquilo. Não só ele, mas outros cientistas começaram a estudar, né? Só que ele organizou aquilo tudo em livros e ali a gente tem uma sequência de livros que a gente já conhece. Eu acho que estando aqui no Lar de Jesus no domingo à noite a gente já entende que existem esses cinco a gente já conhece. Alguns de vocês já devem ter lido todos. Alguns devem estar começando. Alguém deve tá tendo contato agora há pouco tempo com a doutrina dos espíritos. Então, é bom a gente ter o nome desses cinco livros que Kardecou com base nas pesquisas que ele fez e no que os espíritos disseram. Não foi uma coisa que Kardec imaginou ou teorizou, como foram várias outras doutrinas da humanidade, mas ele recebeu a informação dos mortos e ele organizou aquilo em livro. Em 1857 veio o primeiro livro, livro dos espíritos. Acho que quem assistiu o filme Kardec lembra, emocionante quando ele faz a publicação desse livro. Depois o livro dos médiuns, depois Evangelho Segundo Espiritismo. E em 1865, no dia 1eo de agosto, tá fazendo 160 anos e 3 dias, né? Porque dia 4 hoje, dia 3 e dois dias, então, né? foi no dia primeiro de agosto, fez 160 anos na publicação do livro O céu Inferno. E aí me chamaram pra palestra O Céu e o Inferno. Falei: "Ah, onde é que eu vou buscar informação sobre o sobre o céu e o inferno?" No livro Céu Inferno, obviamente, né? Então, nós vamos trazer um pouco de informações do que Kardec conseguiu organizar e que está nesse livro fantástico, impressionante, encantador, que se chama o céu inferno. Próximo, por favor. O céu inferno, ele é muito interessante, ele é dividido em duas partes. Uma parte é a doutrina, ele passa em vários capítulos da doutrina e na segunda parte ele tem exemplos. E é interessante a parte de exemplos porque é Kardec
interessante, ele é dividido em duas partes. Uma parte é a doutrina, ele passa em vários capítulos da doutrina e na segunda parte ele tem exemplos. E é interessante a parte de exemplos porque é Kardec conversando com os espíritos de uma maneira muito café da tarde, sabe assim, sem cerimônia, sem muita reverência. ele conversa com amigos dele que já tinham desencarnado, ele conversa com os espíritos eh já assim eh felizes, espíritos medianos, espíritos arraigados ao mal, espíritos muito sofredores. Ele conversa, ele coloca lá nos exemplos, né? Na primeira parte ele faz a teorização. Eu não coloquei na ordem os capítulos, eu coloquei de uma forma mais sucinta. Ele assim, tem um um primeiro um primeiro capítulo chamado por vir e o nada. Depois o temor da morte. Depois ele fala o céu, o inferno, os anjos, os demônios. Os demônios. Mas doutrina espírita tem demônio. Como é que é isso? Porque eu ouvi falar que não tem demônio. Mas ele colocou o nome do capítulo, é os Demônios. Que que ele queria dizer com isso? Ele era discípulo de Pestalose e Pestalose ensinava as crianças assim: "Parte do conhecido para o desconhecido, você parte do simples para o complexo." Então ele partia sempre daquilo que era conhecido nosso. Nós conhecemos o céu inferno como céu inferno, igual aquela brincadeira lá do do pato Donald, né? Então ele tinha que partir daí. Então capítulo o céu e nós vamos conversar sobre o céu. Os anjos nós vamos conversar sobre os anos. tem anjo, tem asa, não sei o quê. Aí ele vai contar pra gente, né? E o segundo capítulo, a segunda parte tem lá os exemplos dos dos tipos de espíritos que estão ali, que ele vai citar no decorrer dessa parte inicial. Nessa teoria tem um capítulo que chama-se assim: Doutrina das penas eternas, porque tem a ver com aquela ideia de céu e inferno. Se eu morro, eu vou pro céu ou vou pro inferno. E é para sempre, tá? A doutrina das penas eternas é essa. Então, o que diz a doutrina dos espíritos sobre a doutrina das penas eternas? Próximo.
nferno. Se eu morro, eu vou pro céu ou vou pro inferno. E é para sempre, tá? A doutrina das penas eternas é essa. Então, o que diz a doutrina dos espíritos sobre a doutrina das penas eternas? Próximo. Eu coloquei nessa figura aí, olha a portinha lá acima, né? Porque a ideia é que o céu esteja no céu, né? E que o inferno esteja lá na crosta terrestre. Pelo menos era assim que me passaram, né, nas imagens infantis, né? Então, a portinha lá embaixo, né, com a o foguinho lá, tá me esperando e lá em cima a luz azulzinha. Assim é a imagem. Próximo. E aí, entre o céu e o inferno, pode passar o próximo, por favor. Como é que é a doutrina das penas eternas? Vai lá, falta mais um. Qual que era a ideia, gente? A gente precisava ter um freio, porque a olha para trás, olha 1000 anos atrás, olha 2000 anos atrás, o tanto que a humanidade era terrível, hoje a gente encontra grupos terríveis, a gente não encontra mais uma humanidade inteira. A gente já consegue ver com grupos ou pessoas muito mais espiritualizadas, né? Mas no passado não era assim. No passado, matar e morrer era algo muito corriqueiro, né? Então era necessário muitas vezes uma doutrina muito mais ferrenha, muito mais cerceadora. E assim, se eu era uma pessoa muito vingativa, como é que tinha que ser meu Deus? Meu Deus tinha que ser o mais vingativo de todos. Se eu era terrível, meu Deus tinha que ser mais terrível do que todos para botar medo até no meu inimigo, né? Então essa era a ideia. O temor era uma ideia que era até importante naquela época para poder cerciar algumas tendências. O homem primitivo muito material. Quanto mais material é o homem, se a gente for para trás da nossa história, mais terrível é esse Deus que nos representava, né? Quanto mais espiritualizado, mais a gente começa a questionar essas coisas, né? O homem vai evoluindo, o homem vai eh se espiritualizando de uma maneira lenta. Na época de Moisés, a gente precisava da lei do olho por olho, dente por dente. Era a forma de ser há muitas coisas. Não rouba não. A
voluindo, o homem vai eh se espiritualizando de uma maneira lenta. Na época de Moisés, a gente precisava da lei do olho por olho, dente por dente. Era a forma de ser há muitas coisas. Não rouba não. A gente corta a sua mão, né? Eh, se se acontece uma coisa, acontece a outra no olho por olho, dente por dente. Quando Jesus veio, ele tinha que substituir o ódio, a vingança pelo amor. Ele tinha que ensinar a abnegação, a compaixão. Ele tinha muita coisa para ensinar. Então, ele não se deteve tanto em desmistificar a ideia do céu inferno. Ele prometia o reino dos céus para que era bom, mas ao fogo eterno ou ninguém, por pior que tenha sido as pessoas. Isso ele não falou. E ele prometeu um consolador prometido, né? Ele escreveu lá no evangelho de João, tem lá o o consolador viria, né? Ele prometeu esse consolador que nós entendemos que é o espiritismo, que diria que iria dizer todas as coisas, que ia esclarecer todas as coisas, né? Ele fez essa promessa. Então, no momento em que a gente estivesse mais espiritualizado, a gente poderia desfazer desse Deus terrível e conhecer o Deus de amor que Jesus já tinha trazido, mas que a gente não tinha desfeito ainda a ideia do céu e do inferno daquela maneira. Naquela época, eh, os judeus naquela época, 2000 anos atrás, na época de Jesus, faziam sacrifícios animais. O templo não era uma coisa assim bonitinha, limpinha, que nem a gente tá aqui nesse nesse templo de oração, podemos dizer assim, mas era uma coisa cheia de tumulto, eh, de animais de sangue que eles traziam os cordeiros para ser sacrificado e tudo mais. Era uma coisa meio esquisita. Eh, os cristãos quando se tornaram no poder, nós voltamos, nós como cristãos reencarnados, né, nós voltamos com sacrifícios humanos. Lembra na época da inquisição, nós matamos todos aqueles que nós considerávamos hereges e a gente matou em nome de Deus. Eram sacrifícios humanos que nós trouxemos de novo em nome desse Deus aí vingativo e tudo mais, né? Então a gente acabou trazendo isso. Foi preciso muito esforço para
e a gente matou em nome de Deus. Eram sacrifícios humanos que nós trouxemos de novo em nome desse Deus aí vingativo e tudo mais, né? Então a gente acabou trazendo isso. Foi preciso muito esforço para tirar esses sacrifícios da nossa legislação. Então, tirando da legislação essa ideia de sacrifício. Não, gente, não tem que matar ninguém em nome de Jesus, pelo amor de Deus, né? Cai. Mas a gente ainda continuou trazendo essa ideia pro ideal, né? Então a gente não mata mais ninguém, mas Deus vai punir lá no fogo do inferno se você é isso, se você é aquilo. Então essa ideia ainda continuou. Mas vamos parar para pensar um pouco. Lá em 1900, quando a gente estava na vigência ali do catolicismo e da eh eh do protestantismo, né? Quando veio a doutrina dos espíritos, se tinha a ideia de como é que seria Deus. né? O conceito de Deus já tava posto. Deus é eterno, ele é imutável, ele é imaterial, ele é onipotente, ele é soberanamente justo e bom. Soberanamente justo e bom, infinito em todas as suas perfeições. Pera aí, que ofensa eu posso fazer para Deus? Deus é infinito em todas as suas perfeições. E eu enquanto ser encarnado, eu, Luciana, aqui na terra, eu sou finita. Em minhas virtudes, eu sou finita em minha vida material. Concordo? Vou morrer daqui a pouco. Espero que demore um pouco, mas eu vou, né? Eu sou finita aqui nessa encarnação. Que ofensa eu posso fazer para um ser infinito, soberanamente justo e bom, para ele me punir no fogo do inferno pro resto da minha eternidade? Isso parece que não faz muito sentido. E mais, a gente tem naquela época onde quando o espiritismo veio à tona, a gente já sabia de Jesus. Há 1800 anos a gente já sabia de Jesus. Ele ensinou perdão. Pera aí. Jesus veio, ensinou o perdão. E Deus não é capaz de me perdoar? Ah, mas você fez muita coisa errada. Mas pera aí, eu vivi aqui 30 anos, 40 anos, errei porque eu não sabia que era certo. Eu tô em aprendizado ainda e eu vou queimar no fogo do inferno para sempre. Será que isso seria um ser soberanamente
as pera aí, eu vivi aqui 30 anos, 40 anos, errei porque eu não sabia que era certo. Eu tô em aprendizado ainda e eu vou queimar no fogo do inferno para sempre. Será que isso seria um ser soberanamente bom? E será que ele seria insensível aos gemidos? Se eu tô lá queimando no fogo do inferno sobre tortura, um ser soberanamente bom, ele ia ficar insensível? Será que a criatura seria mais piedosa do que o criador? Porque a gente não aguentaria ver um filho sofrendo desse jeito. Fala sério, a gente tem dificuldade para penalizar o menino quando ele realmente precisa penalizar. Quanto mais vê o menino queimando o fogo do inferno, não vou lá tirar o menino. A gente vai no inferno para tirar nosso filho. Deus não faria isso por nós. Estranho. Isso é muito estranho. E o que que seria a falta? O que que seria esse erro? É só um ser imperfeito que tava tentando acertar ou não sabia o que que era o certo? Isso seria injustiça. Esse pensamento é muito doido. E se Deus sabe o presente, passado e futuro, quando ele me criou, ele sabia que eu ia errar que ia queimar no fogo do inferno. Isso é sadismo. Que ser é esse? Não pode ser essa ideia de Deus que eu tinha. E se a humanidade tá evoluindo e nós vamos, gente, vamos vamos acertar uns pontos aqui. Nós estamos melhores. Apesar de ver muita coisa ruim no noticiário, nós estamos melhores do que há 2000 anos atrás. Nós estamos melhores do que 200 anos atrás, né? A humanidade como um todo tá melhor. Então, quem nasceu há 2000 anos atrás tinha mais chance de ir pro inferno do que quem nasceu agora. Poxa, que injustiça, né? Pudesse eu nascer agora, então, ou daqui a 2000 anos paraa frente, que eu tinha mais sujo pro céu. Que que é uma eternidade? 2000 anos para eternidade não é nada. Deus seria injusto. E nessa lógica aí já entra a lógica da reencarnação. Nós estamos melhores, porque nós éramos aqueles seres piores há 200 anos e nós nos melhoramos, né? E no céu inferno ele ainda fala uma outro argumento. Pensa num jovem de 20 anos que faz muita besteira, usa droga,
elhores, porque nós éramos aqueles seres piores há 200 anos e nós nos melhoramos, né? E no céu inferno ele ainda fala uma outro argumento. Pensa num jovem de 20 anos que faz muita besteira, usa droga, eh eh causa violência, né, corrupção e tudo mais, causa inferno na família, mas uma hora ele se arrema, né, conhece alguém, não sei o quê, começa a ficar uma pessoa boa e aí começa a fazer as coisas certinhas e com 60 anos ele já tá um homem bom, de bem e tudo mais e morre. ele vai pro céu. A ideia é que ele vai pro céu porque ele já tava bom, né? Se tivesse acontecido um acidente com ele aos 20 anos, ele ia pro inferno. Não faz muito sentido, não é verdade? Então, quando a gente tá diante dessa doutrina das penas eternas do inferno para sempre, se a gente parar para pensar nessa doutrina, de duas uma, ou a gente procura outra coisa porque não faz sentido com o racional, ou a gente fica discrente, ou a gente fica materialista e para de crer em tudo. A gente fica discrente e isso é o maior perigo que tem. a sociedade materialista, a sociedade insensível, discrente, eh eh é uma uma sociedade onde a gente começa a ver situações como suicídio em crianças, depressões, crimes, porque não se tem mais medo de nada, porque não se tem mais consequência de nada. Então esse é um grande perigo, o materialismo. E é o que nós enquanto espíritas, enquanto cristãos, temos que enfrentar com todas as armas que nós pudermos. Próximo, por favor. A crença dessa eternidade das penas, ela pode ter prevalecido e foi interessante enquanto os homens não tinham ao seu alcance a compreensão do poder moral. Quando a gente já tem essa compreensão, não faz mais sentido essa crença. Próximo. E aí eu vou buscar uma única questão lá dentro do livro dos espíritos. O livro dos espíritos tem quatro partes. A primeira parte é das causas primárias. Eh, e Kardec vai conversar um pouco mais com a gente sobre esse tema no livro a gênese, a parte segunda é do mundo dos espíritos. E Kardec conversa um pouco mais com a gente no livro dos médiuns
rias. Eh, e Kardec vai conversar um pouco mais com a gente sobre esse tema no livro a gênese, a parte segunda é do mundo dos espíritos. E Kardec conversa um pouco mais com a gente no livro dos médiuns sobre esse assunto. A terceira parte das leis morais e Kardec vai conversar com a gente um pouco mais no Evangelho Segundo o Espiritismo. E a quarta parte das esperanças e consolações, onde ele vai destrinchar um pouco mais no livro Céu e Inferno. Nesse capítulo 4ro das Esperanças e Consolações, próximo, por favor, tem uma questão que é a questão 1009. A pergunta é pequena e a resposta tem cinco páginas. A pergunta é assim: as penas impostas então jamais o são por toda a eternidade? Primeiro ele pergunta se tem penas que são impostas. Ele diz que sim, tem algumas penas que são impostas, mas as penas então não são impostas nunca, né, por toda a eternidade. E aí a gente tem umas cinco páginas de resposta. Santo Agostinho responde, Lamené responde, Platão responde, Paulo Apóstolo responde e tem um comentário de Kardec. que é a gente desfazer dessa ideia. O Santo Agostinho, ele fala assim: "Gente, questiona o seu bom senso. Essa teoria tem alguma coisa a ver com um ser soberanamente bom e justo?" Questiona, não faz sentido algum. O Lamené fala assim: "Aplicar esse eh eh a gente tem que aplicar todos os nossos esforços, todos os nossos meios para aniquilar essa ideia, porque essa ideia é a fonte do materialismo. Ela é a ideia de toda a indiferença, de toda a descrença." O Platão, ele fala assim: "Isso é guerra de palavra". Pegaram no texto hebreu uma palavra e traduziram ela por eternidade, como se fosse assim, por todo sempre. Mas não era essa a ideia. No texto hebreu, o que dizia era assim: "Vai durar o castigo enquanto durar o mal". Então, se o mal durar uma eternidade, vai ser uma eternidade que vai durar o castigo. Mas no sentido figurado, não é? No sentido assim: "Vai durar 100 anos, então é 100 anos dura o castigo." Dura o castigo enquanto durar o mal. Ou seja, enquanto eu precisar aprender. Na hora
o castigo. Mas no sentido figurado, não é? No sentido assim: "Vai durar 100 anos, então é 100 anos dura o castigo." Dura o castigo enquanto durar o mal. Ou seja, enquanto eu precisar aprender. Na hora que eu aprendo que eu tenho que aprender, o mal acaba, o castigo acaba. Paulo apóstolo. Paulo apóstolo diz assim: "A criatura vai ser mais clemente do que o criador? Não faz sentido nenhum. A gente não pode imaginar isso. A gente não pode pensar quem que é o culpado? O culpado é um ser que errou porque não sabia ou porque o meio mesmo fez isso. E o que que é o castigo? É uma consequência só. Ele precisa sentir que aquilo dói para que ele possa se incomodar com a sua deformidade e mudar. É só isso. E o Kardec então fala: "Olha, no passado essas ideias e até hoje, gente, até hoje a ideia do céu inferno ela é pregada e é e a intenção é boa. A intenção é cerciar o mal, porque olha, você não vai usar a droga não, menino. Se você usar droga, você vai queimar no fogo do inferno. E a e as crianças e adolescentes que têm isso na cabeça e que acreditam nisso e que têm isso firme, muitas vezes usam menos droga mesmo. Mas e se a razão chamar atenção e falar assim, isso não faz sentido nenhum. Qual é o risco eu perder a crença em tudo? Próximo, por favor. Esse é o grande risco. E aí no céu inferno, tem lá um capítulo maravilhoso. Quem gosta de direito, eu não sou da advocacia, mas quem é da advocacia vai adorar, porque tem um Código Penal lá, o Código Penal da Vida Futura. E em resumo, em resumo do resumo, o que que diz o Código Penal da Vida Futura? O negócio é o seguinte, você sofre porque você é imperfeito. Para cada imperfeição tem um sofrimento. Para cada perfeição tem um gozo próximo. Tipo assim, lá no livro Despertar da Aroldo Dutra, ele faz uma listinha pra gente disso. Você tem uma imperfeição chamada agressividade. Qual que é o seu sofrimento? A cólera. Você tem uma imperfeição chamada crime. Qual que é o seu sofrimento? O remorço, vou pular algumas coisas, tá? Você tem,
em uma imperfeição chamada agressividade. Qual que é o seu sofrimento? A cólera. Você tem uma imperfeição chamada crime. Qual que é o seu sofrimento? O remorço, vou pular algumas coisas, tá? Você tem, por exemplo, uma imperfeição chamada inutilidade. Então, no penúltimo, inutilidade. Qual é o seu sofrimento? A queixa. E assim vai. Então, para cada imperfeição, um sofrimento. E ele faz você se desgostar dessa sua deformidade. Na hora que você resolve essa imperfeição, você para de sofrer daquilo. É simples. Próximo, por favor. Aí tem mais algumas coisas no Código Penal da Vida Futura, né? Dependente do sofrimento, dependente da imperfeição, eh, perdão, dependente do sofrimento da imperfeição, como o gozo da perfeição, a alma, nós trazemos com nós, com a gente mesmo, a gente tem em nós o próprio castigo ou então o próprio prêmio. A minha virtude me dá um prêmio, a minha imperfeição me dá um castigo. É só isso. Onde quer que eu encontre, eu não preciso de lugar para est lá. Eu não preciso estar no céu para me sentir no céu. E eu não preciso estar no inferno para me sentir no inferno. Posso estar aqui nesse ambiente aqui. Eu tenho certeza que aqui entre nós, a maioria de nós provavelmente está no céu, mas algumas pessoas podem estar em franco sofrimento e para aquela pessoa, ela pode estar vivenciando o verdadeiro inferno, mesmo estando aqui do nosso lado, né? O inferno está por toda parte em que haja almas sofredoras, assim como o céu está em toda parte onde tem almas felizes. É simples. Próximo, por favor. Mais um. O espírito sofre quer no mundo corporal, quer no mundo espiritual. Então, o céu não é só depois da morte. O inferno não é só depois da morte. É aqui e lá. É o contínuo. A gente vai aprender com doutrina dos espíritos que é um contínuo. Tem um texto da da dona Ivone, do Amarel Pereira, que ela conta da morte do pai dela. O pai dela morreu, tal, e depois o pai dela comunicou com ela e contou. Ele falou assim: "Olha, filha, a morte é de tal modo assim, tão tão natural que a
l Pereira, que ela conta da morte do pai dela. O pai dela morreu, tal, e depois o pai dela comunicou com ela e contou. Ele falou assim: "Olha, filha, a morte é de tal modo assim, tão tão natural que a gente nem percebe". Ele se viu quando ele morreu, ele se viu numa sala, tinha um cafezinho, tinha um jornal, ele tomou o café, foi ler o jornal e ele percebeu que tinha algo estranho, né? Então é muito natural, né? A a sequência é muito natural e o sofrimento e o gozo, estar feliz ou estar em sofrimento aqui ou lá, tanto faz, né? Tudo depende das nossas imperfeições ou das nossas perfeições. As misérias, as vicissitudes da vida corpórea são das imperfeições, são expiações de faltas que nós cometemos aqui ou aculará, aqui ou na vida passada. Próximo, por favor. E não tem regra, não tem regra assim: "Ah, eu pisei no pé da minha colega de propósito, não gosto dela, então daqui a pouco alguém vem e pisa no meu pé". Não é bem assim, tá? Então não tem muita regra, não é uniforme quanto a natureza e quanto a duração do castigo. Depende de situações eh de de coisas que podem amenizar ou de coisas que podem agravar agravantes ou coisas que amenizam aquele aquela falta cometida, né? Não existe muita regra. Próximo, tá lá no Código Penal. E a duração do castigo depende da melhoria do espírito culpado. Tem alguém sofrendo aí? Dá uma olhada para dentro de si e descubra qual é a imperfeição. Uma das coisas que normalmente eu me pego assim, quando eu me pego sofrendo, eu olho para dentro de mim, hum, é orgulho ferido, sacanagem, é inveja. Você fala: "O problema é, ih, é ciúme." Caramba. Olha para tá sofrendo, olha para dentro de você. É uma imperfeição. Resolve essa imperfeição, o sofrimento passa. Próximo. Quem é o árbitro do nosso sofrimento, da nossa sorte e da nossa alegria? Nós mesmos. A gente pode prolongar ou pode suavizar ou pode anular pela prática do bem. Olha só que legal. A gente é juiz nossa própria sorte. Eu posso ficar sofrendo 1000 anos se eu não perdoar aquele que me
os. A gente pode prolongar ou pode suavizar ou pode anular pela prática do bem. Olha só que legal. A gente é juiz nossa própria sorte. Eu posso ficar sofrendo 1000 anos se eu não perdoar aquele que me assassinou no passado, né? Tem um tem um tem um conto da da don Ivon que chama eh tá no livro Dramas da Obsessão. Eh, numa época da Inquisição, os Inquisidores mataram uma família eh com tortura. Parte dessa família perdoou, seguiu adiante e parte não perdoou e ficou preso 400 anos na tortura. Não foi só obsediando quem havia o torturado, o torturador, mas também estava preso na tortura. Não vou contar aqui porque não cabe, mas é o sofrimento. Larga disso, perdoa, cega adiante. Não quer dizer impunidade. Cada um tem que arcar com as suas consequências. Do torturador vai ter que se resolver. Mas pelo amor de Deus, né? Larga disso. Então, segue adiante. Vai durar o seu sofrimento enquanto durar o mal. No caso, a falta de perdão. Próximo. Então, se a gente pode se libertar, a gente pode se libertar das impervções por efeito da vontade, a gente pode igualmente anular os males que são consecutivos e assegurar a nossa felicidade. Agora é a gente que decide isso. Próximo. Então, uma família dessa tá no inferno, concordam, né? Estamos no inferno. Um lar onde não há harmonia. A harmonia do lar ela é construída. A harmonia do lar, ela não é ausência de problema. Aquelas coisas bonitinhas que a gente vê no Instagram, que a gente vê no YouTube, que a gente vê nos filmes, né? Não é ausência de problema. Às vezes chega problema e a família sabe lidar com aquilo, né? E se e se torna a família em harmonia. A harmonia é uma construção diária e difícil, não é fácil. E aí quando você não constrói, aí você tem a desharmonia, você tem as brigas em família, você tem as situações, um inferno dentro do lar. Próximo. Quando a gente tem alguém da nossa família envolvido com a violência, com a violência urbana, que é o inferno maior, gente, né? Às vezes a gente tem um filho envolvido assim, um pai, um irmão ou a
mo. Quando a gente tem alguém da nossa família envolvido com a violência, com a violência urbana, que é o inferno maior, gente, né? Às vezes a gente tem um filho envolvido assim, um pai, um irmão ou a gente tá envolvido com a violência, a gente se envolveu e de repente se vê nesse meio horroroso, né? A gente vive um verdadeiro inferno. Eu preciso de um caldeirão de água fervente. Isso é uma metáfora. Isso aqui é um caldeirão de água fervente, né? Próximo, por favor. E se eu tenho um diagnóstico de uma doença grave, de uma doença terminal, de uma doença difícil, eu posso encarar como sendo no inferno, mas eu posso encarar como sendo, dependendo da ressignificação que eu faço daquilo, eu posso encarar como uma oportunidade de crescimento, de exemplo, de passar por oportunidade de reconciliação. E se eu encontro alguém que pode me dar a mão, eu posso dizer que eu estou no céu, estou reparando alguns erros, aprendendo tanta coisa, ainda tem alguém que me ajude. Isso é um verdadeiro céu. Próximo. Uma família feliz, uma harmonia construída entre irmãos, entre pais e filhos, entre os familiares, todas, todos. Um verdadeiro céu. Alguém duvida que isso aí seja o céu? Não preciso de nuvenzinhas, não preciso de auréola e nem de asas. Isso é o verdadeiro céu. Próximo. Se eu tiver a chance de parar para poder estudar nos meus livros, ah, que delícia, poder aprender coisas, poder entender um pouco mais do mundo, de outras línguas, de outras culturas, de conhecimento da doutrina espírita, ler mais livros, conhecer mais sobre o que há de vir. Isso é um verdadeiro céu próximo, por favor. estar feliz no seu trabalho com seus colegas de trabalho, trazer alegria para dentro do seu ambiente de trabalho, onde quer que ele seja, contagiar as pessoas com a sua alegria, com as suas habilidades, com as suas atitudes, é trazer o céu para dentro da sua vida e da vida dos seus colegas de trabalho. Próximo, por favor. Essa é uma imagem muito bonita de um colega meu que foi paraa África e ele foi lá conhecer novos irmãos, irmãos da
u para dentro da sua vida e da vida dos seus colegas de trabalho. Próximo, por favor. Essa é uma imagem muito bonita de um colega meu que foi paraa África e ele foi lá conhecer novos irmãos, irmãos da África que estão passando por provas difíceis, provas da fome, da seca, da falta de tudo. E ele foi para lá para conhecer esses irmãos, porque ele também tem as suas faltas, ele também tem as suas ausências, ele também tem as suas dores. Mas ele foi para lá para conhecer e para poder oferecer um pouco daquilo que ele achava que seria possível oferecer para aquelas crianças. Esse faz parte de um trabalho da fraternidade sem fronteiras. A fraternidade que inclusive tô com a camiseta aqui, eh, inclusive vai fazer um evento aqui na irradiação espírita dia 12 e 13 de setembro. Entrem lá nos nas mídias e já faça inscrição gratuita, tá? 12 e 13 de setembro. Uma um evento da fraternidade sem fronteiras. Próximo, por favor. E aí o fundador da Fraternidade Sem Fronteiras, que é o Wagner Moura, ele publicou um, ele não, os amigos dele publicaram um livro com coisas que ele escreveu. É esse livro aí. E tem uma coisa muito interessante de um depoimento de um caravaneiro que teve lá na na África. Eh, falou assim: "Olha, uma vez eles foram numa casa pautérrima de pau a pique, onde tinha várias crianças órfãos e uma avó cuidando delas. No final da visita, um caravaneiro muito reflexivo sai e comenta assim: "Como que pode? Eu moro numa das melhores cidades do mundo, tenho uma casa muito boa, ganho livre quase 12.000, só o meu colchão é maior do que a casa dessa avó. Como é possível eles viverem nessas condições e serem mais felizes do que eu?" Poxa, que complexo isso. As condições de vida que essa família mora poderia ser o inferno, mas o que esse caravaneiro trouxe? Ele falou que ia lá para poder ajudar aquela família e ele encontra uma lição de vida. Eles são mais felizes do que eu. Olha que complexo. Onde está o céu? Onde está o inferno? A resposta com vocês. Próximo. Então, beleza. Tá bom. Já entendi. O céu
ília e ele encontra uma lição de vida. Eles são mais felizes do que eu. Olha que complexo. Onde está o céu? Onde está o inferno? A resposta com vocês. Próximo. Então, beleza. Tá bom. Já entendi. O céu inferno tá na minha cabeça, né? Tá na construção que eu faço, mas eu já ouvi falar que tem nosso lar, já ouvi falar que tem umbral. Esse negócio me parece céu e inferno. Me parece que depois da morte tem lugares muito ruins que parece que só mudou de nome. O inferno agora passou a chamar umbral e o negócio bonito passou a chamar nosso lar. Então tem algo estranho aí. Vamos conversar um pouco rapidamente sobre isso. Eu trouxe um livro aí, uma referência, mas assim, a doutrina espírita explica isso muito bem. O livro dos espíritos, eu poderia ter escolhido um pou de coisa. O livro dos espíritos conta isso. As obras de André Luiz inteiras de nosso lar até e a vida continua. Os 13 livros contam como é que é a vida no plano espiritual. Mas eu trouxe essa referência que é de Ivone Pereira de um livro chamado Devastando Invisível. Ela fala assim, ó, não tem nada de novo. O Chico já publicou um punhado de coisa, falou que é assim. Existem casas, existem instituições, existem organizações, existem eh fortificações, existe defesa, existe toda uma hierarquia, existe tudo muito organizado. Aqui é uma cópia de lá, né? E como é que funciona? Como é que constrói? É tijolo, é pau pique, é steel framing, é o quê? Placa de cimentícia? Como é que constrói as coisas lá, né? O fato é que existe um mundo material no mundo espiritual, tá? No mundo espiritual existe uma matéria que a gente não consegue ver, mas que os espíritos vem. Mundo material invisível aos nossos olhos e é um mundo vibrátil e intenso. Próximo, por favor. E aí, como é que funciona isso? É uma construção mental dos espíritos superiores que t capacidade de fazer isso, que não manipula porque não é com a mão, né? Mas pela força do pensamento, pela vontade, eles alteram o fluido cósmico universal, que é matéria. E a partir daí, pela sua vontade, pelo seu
fazer isso, que não manipula porque não é com a mão, né? Mas pela força do pensamento, pela vontade, eles alteram o fluido cósmico universal, que é matéria. E a partir daí, pela sua vontade, pelo seu pensamento que é produtor, que é criador, eles conseguem fazer construções que são verdadeiras comunidades pela força do pensamento. E essas construções, elas são mais estáveis, quanto mais superiores. É essa falange de espíritos responsáveis. São os engenheiros. são os engenheiros espirituais. Isso tem também na obra de Manuel Flamengo de Miranda, psicografia do Divaldo Franco também conta um pouco sobre essas construções, né, que é o que a gente vê no filme nosso lá, né, lá, mas que todos os livros de André Luiz também contam, né? E ela fala assim: "Olha, são irradiações, movimentações poderosas, coordenadas, intensas até o deslombramento. São lindas, né? E e essas construções elas podem ser feitas tão mais rápido quanto maiores forem as potências mentais criadoras. Então não demora dois anos para construir uma casa que nem a gente aqui não, né? Pode ser bem rapidinho. Próximo, por favor. E da mesma forma, só que inconscientemente, os seres que se agrupam e que estão em sofrimento as suas criações mentais criam também ambientes que são ruins, que são feios, que são tenebrosos, que são horripilantes, como a gente vê na descrição do Vale dos Suicidas, por exemplo, na obra Memórias de um suicida de Ivone Pereira, como a gente vê num umbral no nosso lar, em vários outros postos de atendimento que André Luiz eh acompanha no nos ambientes mais sofredores, nos livros dele. E aí, se esses espíritos estão reunidos em falanges pela lei da similaridade, acaba sendo atraído uns aos outros e isso acaba construindo ao seu redor aquela ambiência. Mas também eles estão construindo, né? Na hora que eles vibrarem em maneira diferente daquilo, eles saem daquela vibração, conseguem ser até eh recolhidos, acolhidos e ali saem, como a gente viu no livro Nosso Lar e no Memório do Suicida também.
a que eles vibrarem em maneira diferente daquilo, eles saem daquela vibração, conseguem ser até eh recolhidos, acolhidos e ali saem, como a gente viu no livro Nosso Lar e no Memório do Suicida também. Próximo, por favor. Então, Jesus disse que somos deuses. Eh, e a Ivone, nesse livro Devastando Invisível, ela fala isso. Ela fala: "Olha, a gente tem o germe de todos os atributos de Deus. E um dos atributos de Deus é esse poder mental criador. Nesse momento aqui, nós estamos criando imagens mentais, talvez influenciados pelo que eu tô falando ou não, ou pensando nos problemas de casa, vocês estão criando ao seu redor imagens mentais e essas imagens serão tão mais fortes, quanto mais caprichado for o seu pensamento, mais intenso for o seu pensamento. De maneira que essas imagens refletem no seu perespírito. E no seu perespírito elas são absorvidas porque o seu pensamento é matéria, porque é modificação do fluío cósmico universal. Assim como os espíritos superiores conseguem criar casas e tempos e tudo mais, a gente tá criando coisas aqui, talvez não tão fortes quanto eles, porque a gente é imperfeito, mas a gente cria alguma coisa, reflete no nosso perespírito. Per espírito absorve aquilo. Se for bom, o perespírito tá absorvendo coisa boa. Se for ruim, perespírito tá absorvendo coisa ruim. E o perespírito está em contato molécula a molécula com o nosso corpo físico. Então, o nosso poder mental criador tem a ver também com o nosso adoecimento ou a nossa saúde. Fica a dica. Então, cria em torno de nós mesmos pequenos universos, pequenos mundos paraa nossa aventura, pra nossa necessidade ou pra nossa deita. Nós estamos criando o nosso céu, o nosso inferno a cada momento. Próximo. Então, qual seria o conselho dos guias espirituais pra gente? Vamos educar a nossa mente, vamos impelir a nossa mente para coisas nobres. Toda vez que a gente tiver pensando em besteira, você fala assim: "Não vou pensar mais nisso". Aí você não vou pensar mais nisso. Você tá pensando nisso, né? Aí você substitui
ente para coisas nobres. Toda vez que a gente tiver pensando em besteira, você fala assim: "Não vou pensar mais nisso". Aí você não vou pensar mais nisso. Você tá pensando nisso, né? Aí você substitui aquilo por um outro pensamento. Nós vou pensar num outra coisa. Vamos pensar que nós temos que fazer pamonha pro lar de Jesus. Pamonha, né? Pamanha de sal, pamonha de doce, pamonha moda, todas com queijo, não é verdade? Cadê aqui, né? Pronto, né? E o carrinho da pamonha, né? Eh, vamos pensar nisso, vamos ajudar, né? Você substitui aquele pensamento ruim, tá vendo? Não tá pensando mais naquilo ruim, para tá pensando na pamha, né? Substitui o pensamento ruim pro pensamento bom, pro pensamento nobre, por expressões verdadeiras, por construções boas. Vamos trabalhar junto em coisas que são boas. Por quê? Porque a gente vai mudar o nosso estado vibratório. E se a morte pegar a gente? a gente vai est bem acompanhado, a gente vai pro céu, né? Se a gente não tiver muito bem, a gente pode não ir para um lugar tão bom, né? Depende da nossa construção mental. Próximo. Ela fala até de vechar, André Luiz no livro Ação e reação, na verdade não é ele que fala isso, é ele é é o Silas, ele tá diante de uns obsessores que estão ensinando como é que obsidia as pessoas, sabe? Os obsessores são os professores dele no livro lá. são a escola de Vingadores. Eh, e aí o Silas, que é o que tá acompanhando André Luiz, ele fala assim: "Ó, tanto que é importante o pensamento. A gente tem que ter um autopoliciamento de todos os interesses da vida mental, porque é isso que define a gente. Que que a sua cabeça fica rodando na no seu pensamento? A maior parte do seu dia. O que que você pensa no seu dia? Onde tá a sua cabeça na maior parte do seu dia, né? Você tá na vingança do chefe que te demitiu e você ficou chateado, tal, ou tá onde, né? Ou tá na fraternidade sem fronteiras, eu tenho que arrumar um dinheiro para poder comprar a passagem, porque eu quero ir lá conhecer Moçambique, eu quero trabalhar com
u chateado, tal, ou tá onde, né? Ou tá na fraternidade sem fronteiras, eu tenho que arrumar um dinheiro para poder comprar a passagem, porque eu quero ir lá conhecer Moçambique, eu quero trabalhar com aquelas crianças, eu quero fazer alguma coisa boa, não, não tem dinheiro para isso não. Vamos ali fazer uma atividade junto ou gente, vamos ali fazer uma atividade ali no bairro, tá precisando, eu posso fazer uma costura. Eu quero fazer. Onde é que tá seu pensamento, né? tá na vingança, tá no ciúme, tá na inveja do outro ou tá na construção do bem. E nós precisamos ter esse autopoliciamento próximo, por favor, porque o céu e o inferno, ele é construído por nós a cada momento. A gente precisa ter consciência disso, saber que o nosso pensamento é uma das coisas mais importantes do nosso tempo. Nossas atitudes, elas vêm daquilo que a gente pensa. Interessante que assim, eh, Emanuel fala um negócio bem legal. Ele fala assim que o sentimento inspira, o sentimento da inspiração. Aí o pensamento plasma, o pensamento plasma materialmente aquilo que você vai criar. Aí a palavra orienta, você começa a conversar com os outros e o ato realiza. Então assim, eh, a gente precisa fazer algo interessante para um grupo que nós estamos fazendo assistência. Eu tô com sentimento de compaixão por essa pessoa, por essas pessoas, tal, né? Aí você pensa assim, fazer uma pamonhada lá no no lar de Jesus ou Sônia, você topa. Vamos fazer uma pamonhada lá. Vamos, ó, a palavra tá orientando, o pensamento plasmou, a palavra tá orientando, bora. Vamos fazer, fez, né? E o ato realiza. Então, o sentimento inspira, o pensamento plasma, aí a palavra orienta e o ato realiza. Pensamento é muito importante, né? Ele tá plasmando aquilo. Então, cuida do seu sentimento, do seu pensamento, porque os seus atos vão vindo disso. Então, sim. Próximo, por favor. O céu e o inferno próximo existem? Existe sim. Ele existe. Não daquela maneira que o pato dono estava ensinando pra gente no começo. Não da maneira que o Tom Gerry ou que as
, sim. Próximo, por favor. O céu e o inferno próximo existem? Existe sim. Ele existe. Não daquela maneira que o pato dono estava ensinando pra gente no começo. Não da maneira que o Tom Gerry ou que as tradições judaico-cristãs andaram contando pra gente. Isso é um perigo a gente continuar repetindo. Mas próximo, por favor, e último. Ele é construído por nós a cada momento. E ele é construído onde? Em nós. Então sim. O céu inferno existe, está aqui e agora nesse momento eu tô no céu, olhando para vocês aqui. Eu tô muito feliz de ter conseguido passar um pouco daquilo que eu estudei para poder passar para vocês. Estou muito satisfeita. Estou sentindo um ambiente muito legal. Estou sentindo a vibração do ambiente, né, gostosa. Estou feliz. Estou no céu. Espero que vocês também estejam e que a gente se mantenha assim. Virão momentos em que passaremos pelo inferno de nós mesmos, porque isso faz parte da nossa imperfeição, mas que a gente consiga sacar esse momento, sair dele o mais rápido possível, pedir ajuda, me leva pro céu novamente. De repente vocês voltam aqui no lar de Jesus todo domingo para poder dar uma recarga de energia e voltar pro céu e se manter o mais maior tempo possível. Obrigada, gente. >> Olha, no céu do lar de Jesus tem pamonha de sal, de doce, amoda. E no lar de Jesus também tem congresso espírita 2026. Então, meus irmãos, nós agradecemos a nossa irmã Luciana. Eh, a gente fala com brincadeira, mas é muito sério mesmo, porque a gente conhece um pouco mais, aumenta a nossa responsabilidade da gente construir esse céu, né? Eu eu falo que nós só vamos construir o céu e a gente levar esse céu junto conosco para onde a gente for, né? nos nossos lares, precisando muito de céu, no nosso trabalho, na nossa comunidade, no trânsito onde nós eh compartilhamos tanto espaço. Então, a gente sempre vai ter oportunidade de est lembrando de construir esse céu. Então, que Jesus nos fortaleça para que a gente nunca esqueça, né, dessa lição tão valiosa. Então, nós vamos nos preparando para
nte sempre vai ter oportunidade de est lembrando de construir esse céu. Então, que Jesus nos fortaleça para que a gente nunca esqueça, né, dessa lição tão valiosa. Então, nós vamos nos preparando para finalizar essa parte, a primeira parte. Vamos nos preparar pro passe. E aí eu vou convidar a nossa irmã Aurora para fazer a nossa prece e em seguida podemos ficar acomodados, quietinhos que a gente vai ser chamado pro passe. Vamos neste momento, meus irmãos, fecharmos os nossos olhos. procurarmos mentalizar a imagem do nosso mestre Jesus e agradecer a ele tudo de bom que pod que podemos assimilar no dia de hoje com relação a esta palestra maravilhosa. do céu e inferno, ministrada pela nossa irmã Luciana Pinelli, que nos alerta sobre o quão é importante os nossos pensamentos e que nesta semana possamos alimentar somente pensamentos positivos, pensamentos que vão nos fazer melhorar tanto fisicamente quanto psiquicamente e com isso levarmos as energias positivas aonde estivermos, porque assim estaremos colaborando com o nosso planeta tão sequioso de energias boas e que assim possamos amos também estarmos em paz conosco mesmo e com os nossos semelhantes. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como nos céus. Pão nosso de cada dia, dai-nos hoje, Senhor. Perdoa, Pai, as nossas ofensas. Ensina-nos, mestre, a perdoar a quem nos tem ofendido. E não nos deixeis, mestre amigo, entregues as tentações, mas libertai-nos de todos os males. Que assim seja. Vamos nesses instantes então a serenar nossas mentes, nossos corações, elevar os nossos pensamentos ao nosso mestre de amor, nosso Senhor Jesus Cristo. E buscando essa sintonia perfeita, vamos repetir aquela oração que o nosso mestre nos ensinou, que é a fonte de toda sabedoria, de todo amor, de toda bênção. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de
a sabedoria, de todo amor, de toda bênção. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixe, Senhor, cair em novas tentações, mas livrai-nos de todo o mal. Pois só teu poder, o reino e a glória hoje, agora e para todo sempre. E assim, queridos irmãos, continuemos nesta mesma sintonia, ligados a essa fonte sublime de amor, de luz e de paz. Vamos sentir nesses instantes a presença das luzes de nosso Senhor Jesus Cristo a descer sobre nós em forma de bálsamos, de amor, de paz, de saúde e harmonia, a restaurar nosso corpo físico, espiritual, segundo a necessidade de cada um de nós. É assim, Messe, com muita fé, com muita esperança que aqui estamos, Senhor. E humildemente ofertamos estes momentos, Senhor, para que os teus preportos amorosos possam trabalhar em favor de cada um de nós, com muita fé, com muito amor, queridos. Irmãos, entreguemos todo o nosso ser nesse instante para que o melhor possa se fazer em favor de cada um de nós. Pensemos em Jesus. Sta Amos a presença da espiritualidade amiga nos envolver nesses instantes, derramando sobre nós suas pétalas de amor, de paz, a restaurar todo o nosso ser, segundo a bondade e amorosidade de nosso Senhor Jesus Cristo. e sentindo, Senhor, a sua presença, o teu amor para conosco, sentindo-nos, Senhor, renovados pela tua bondade. Nós queremos nestes instantes agradecer por todas as bênçãos recebidas em mais essa noite pelo teu coração de amor e de bondade. E rogamos, Senhor, que essa paz, que essa harmonia que agora sentimos possa nos fortalecer, Senhor Mestre, Senhor santo, ser conosco. Ampara-nos e guarda-nos, Senhor, no teu coração de infinito amor hoje, agora e para todo sempre. Que assim seja.
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