O BEM E O MAL SOFRER - Carlos Frota [PALESTRA ESPÍRITA]
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dentro de mim que encontrei na >> Boa tarde amigos. Que a doce paz de Jesus esteja com todos nós aqui do salão. Aqueles que estão nos ouvindo pelos meios de comunicação da comunhão também sejam bem-vindos. Vamos começar esse nosso momento, a palestra das 16 horas. que hoje vai ser com Carlos Frota, né? É nosso amigo de uma vez por mês, né? Que está aqui conosco e ele vai trazer um tema muito interessante que é o tema do evangelho, o bem e o mal sofrer. Mas antes de tudo, nós vamos fazer uma leitura. Já sei que já chegamos aqui harmonizados, né? Porque a gente já queria estar aqui e querer já faz uma diferença muito grande, mas com a leitura a gente continua, ficamos mais harmonizados. Tá nesse livrinho Jesus no teu dia a dia. É um livro do Agnaldo Paviani pelo espírito José de Morais. E a lição é apenas desejar ser melhor. O desejo de melhorar é importante, mas não é suficiente. Melhorar de verdade exige sacrifício diário. Toda mudança profunda exige grande dose de renúncia e esforço. Faço uma comparação simples, considerando como é difícil modificar hábitos corriqueiros, como deixar de tomar aquele cafezinho, que é difícil, não comer muito nas refeições, que é difícil, deixar a preguiça de lado e começar a fazer caminhadas, muito preguiça, coisas simples, não? E ao mesmo tempo tão difíceis de mudar. Imagine então limitar os nossos desejos. Superar um vício, alcançar aquela virtude, ser bondoso. É preciso desejar, mas também lutar com todas as forças de sua alma, da nossa alma, para ser de fato uma pessoa melhor. Vamos nos esforçando. É difícil, bem sabemos, mas lá na frente vamos ver que valeu a pena tanto esforço. Desejar é o começo, efetuar a mudança é o passo seguinte, ser feliz é a consequência. Linda, né? Simplória, mas muito bem colocada pelo irmão José de Morais, o espírito José de Morais. E assim vamos começando, né, esse nosso momento, esse nossa 16 horas, dirigindo a prece a Jesus, a Deus, o nosso Pai, dirigindo ele aos nossos os nossos agradecimentos por hoje nós estarmos aqui, por hoje a
m vamos começando, né, esse nosso momento, esse nossa 16 horas, dirigindo a prece a Jesus, a Deus, o nosso Pai, dirigindo ele aos nossos os nossos agradecimentos por hoje nós estarmos aqui, por hoje a gente ter tirado um tempo que não foi difícil para estarmos aqui, para aprendermos mais um pouco sobre o bem e o mal sofrer. E assim agradecida estamos, nós começamos dizendo: "Graças damos por tudo que tem nos ofertado". Então a gente já passa a palavra pro Carlos Frota para ele desenvolver o assunto por todos nós. >> Meus irmãos, uma boa tarde a todos, a todos aqueles também que nos assistem pelos meios de comunicação da nossa casa, né? Sejam muito bem-vindos à nossa casa. Espero que as palavras da tarde de hoje possam ser o mais profíuas possível. seja proveito, né, pro nosso crescimento, para a gente encontrar aquilo ali, a felicidade. Esse tema escolhido por mim aqui, eu sempre procuro escolher tema do evangelho. E dentro do evangelho tem dois capítulos, o 5 e o 15º e o 10º que eu gosto muito. O o quinto é nada mais é do que bem-aventurados os aflitos. Ele tem vários tópicos. Eu tô vou falar do número 18 dele, que é justamente o bem e o mal sofrer. Mas bem-aventurados aflitos, ele fala da justiça das aflições, causas a causas atuais das aflições, causas anteriores das aflições, esquecimento do passado, motivos de resignação, o suicídio e a loucura. E aí vem instruções do espírito, que é bem e o mal sofrer. Depois ainda instruções do espírito, o mal é e o remédio, a felicidade não é deste mundo, perda de pessoas amadas, mortes prematuras. Se fosse homem de bem, teria morrido. E aí vai. Então, por que eu tô falando aqui desse capítulo? Eu aconselho a todos a estudarem esse capítulo, a tirarem o melhor proveito, porque dentro de todo o evangelho, de todos os capítulos aqui, é um que sempre me ajudou e me ajuda muito até hoje, né? A gente essa busca incessante desse negócio chamado felicidade, né? Porque todos nós nascemos, fomos criados para sermos felizes, né? Agora, essa felicidade ou
me ajudou e me ajuda muito até hoje, né? A gente essa busca incessante desse negócio chamado felicidade, né? Porque todos nós nascemos, fomos criados para sermos felizes, né? Agora, essa felicidade ou infelicidade, ela muitas, muitas vezes não diretamente, eu coloco como que dependente de nós, porque se nós entendermos isso e cairmos justamente nessa instrução aqui, o bem e o mal sofrer, você entender por que determinadas coisas acontecem na tua coisa, vicissitudes, coisas que a gente sempre eh classifica como ruim, né? Então o sofrimento, mas se você entende aí vem essa explicação que é que a primeiro número de explicação dos espíritos a respeito desse capítulo, é como a gente encara isso, como a gente encara uma adversidade. Eu vou me dar licença, como ele é bem curtinho, é uma folha e mais um parágrafo de ler literalmente do jeito que está aqui. Então tá instruções do espírito, número 18 do capítulo 5, né? o bem e o mal sofrer. Quando Cristo disse: "Bem-aventurados os aflitos, o reino de Deus lhes pertence". Não se referia de modo geral aos que sofrem, visto que sofrem todos que se encontram na terra. Visto que sofrem todos que se encontram na terra, quer ocupem tronos, querjam sobre a palha, ou seja, alcança a todo mundo. Mas ah, poucos sofrem bem. Poucos compreendem que somente as provas bem suportadas podem conduzi-los ao reino de Deus. E a outro a outro parágrafo, eu inclusive grifei, o desânimo. Desânimo é a é uma falta. Deus vos recusa consolações, desde que vos falte coragem. A prece é um apoio para a alma. Contudo, não basta. É preciso ter por base uma fé viva na bondade de Deus. Ele já muitas vezes vos disse que não coloca fardos pesados em ombros fracos. O fardo é proporcionado às forças como a recompensa o será a resignação e a coragem. Então, a resignação e a coragem é a nossa recompensa em função disso. Mais opulenta será a recompensa do que penosa a aflição. Cumpre, porém, mereccê-la. E para isso que a vida se apresenta cheia de atribulações. O militar que não é
é a nossa recompensa em função disso. Mais opulenta será a recompensa do que penosa a aflição. Cumpre, porém, mereccê-la. E para isso que a vida se apresenta cheia de atribulações. O militar que não é mandado para linhas de fogo fica descontente, porque o repouso no campo nenhuma ascensão de posto lhe faculta. Sede, pois, como militar, e não desejeis o repouso em que o vosso corpo se enervaria e se entorpeceria a vossa alma. Alegrai-vos quando Deus vos enviar para a luta. Não consiste consiste esta no fogo da batalha, mas nos amargores da vida, em que há às vezes de mais coragem se arma misterra do que num combate sangrento. Porquanto não é raro que aquele que se mantém firme em presença do inimigo fraque nas fraquezas tenazes de uma pena moral. Nenhuma recompensa obtém o homem por essa espécie de coragem, mas Deus lhe reserva palmas de vitória em uma situação gloriosa. Quando vos advém uma causa de sofrimento ou de contrariedade, sobrepondo-vos a ela, e quando houvestes conseguido dominar os ímpetos da impaciência, da cólha ou do desespero, dizei de vós para convosco, cheio de justa satisfação, fui o mais forte. Bem-aventurados aflitos pode então traduzir-se assim, porque é difícil, né? Como é que vai ser bem-aventurado? Quem é que gosta de sofrer? Ninguém gosta de sofrer. Ninguém foi feito para sofrer, né? Mas então ele define: "Bem-aventurados os aflitos, os que têm ocasião de provar sua fé, sua firmeza, sua perseverança e sua submissão à vontade de Deus, porque terão centuplicada a alegria que lhes falta na terra, porque depois do labor virá o repouso." Lacondire e 1863. Então, o que que o bem e o mal sofrer vem nos dizer nesse número 18 do capítulo 5, né, onde ele fala: "Bem-aventurados os afl sofrer". É como nós encaramos o sofrimento. É como nós podemos eh ao invés de estarmos reclamando, lutarmos como ele colocou, a perseverança, a fé, a coragem. E não adianta só prece, é aquele negócio, ah, eu tô com problema, Deus vai me ajudar. senta e fica rezando. Deus não vai fazer a tua parte. Ele vai
s como ele colocou, a perseverança, a fé, a coragem. E não adianta só prece, é aquele negócio, ah, eu tô com problema, Deus vai me ajudar. senta e fica rezando. Deus não vai fazer a tua parte. Ele vai te ajudar. Mas cada um de nós tem que fazer a sua parte. Eu costumo, quando eu venho aqui, que eu pego um tema, trazer várias eh historinhas que são como parábolas que caracterizam bem o que nós estamos lendo aqui. Mas algum, tem uma que eu conto sempre aqui porque essa é verídica, né, e não tá contada em nenhum livro aí. E isso me foi contado há muitas décadas atrás, porque era hábito. Meu pai era nordestino, era cearense. E aí ele conta, né? Então, que lá no interior do Ceará, a distração deles, vocês calculam isso 1940 por aí, 50 no máximo, a distração era eh ter uma roupa pobre, tinha uma roupa, viviam de lavoura e era a missa ao domingo, depois usufruir daqu, né, dançar e voltar para casa. Então, e tinha aquela roupa da missa, igual muita gente até hoje tem a própria roupa para ir à missa. E assim eram eles e tinham também as alcatas e um tava com alercata nova, então foi todo contente na volta tirou alcato. Vai tirar o percato. Não é nova, tem que ter cuidado. Tropeçou, arrancou a unha, aí falou: "Graças a Deus". Aí o outro fala assim: "Poxa, você é doido. Você arranca a unha e fala: "Graças a ele". Ele falou: "Já pensou se eu tivesse al percata unha vai nascer outra. Al percata eu não tenho dinheiro para comprar outra". Então, olha como a gente encara as adversidades, né? Então, tem aí tem outras historinhas aqui de coisa que eu vou me dar depois o direito de ler para os senhores. Eh, são como nós encaramos as nossas adversidades. Se tudo aquilo que me acontecer de ruim eu ainda alimentar aquilo, mais eu vou sofrer. Então, tem o bem e o mal sofrer. Como é que eu tô encarando aquilo que eu digo que é um sofrimento? que normalmente, como ele também colocou aqui, Deus não dá o peso maior do que nós aguentamos. A nossa mochila é de acordo com a nossa capacidade de suportar. Então, toda
eu digo que é um sofrimento? que normalmente, como ele também colocou aqui, Deus não dá o peso maior do que nós aguentamos. A nossa mochila é de acordo com a nossa capacidade de suportar. Então, toda aquela dor que a gente possa advir, vir a passar, né, tá em função da nossa capacidade de suportar. Depende de nós, depende da nossa compreensão. Vai ficar sofrendo o resto da vida ou vai passar por aquilo? Aí, como eu digo, várias coisas, né? Muitas das coisas que a gente coloca logo como grave na vida de qualquer um, por exemplo, é a perda de um ente querido. Ah, me deixou, né? Depende como você encara, se é perda mesmo, perda do emprego, perda da pessoa amada, separação e tantas outras que a gente coloca como perda. E quantas coisas dess acontecem em nossas vidas que é pro nosso bem. Tá? Talvez aquele, vou começar com o emprego, talvez aquele emprego pelo qual eh você perdeu, tá se lastimando, seja justamente para te estimular da força e correr atrás de algo melhor, que com toda certeza se a gente tiver perseverança, tiver fé e acreditar, a gente consegue e vence. E vence. Então, uma separação é difícil, né? Como dar sofrimento? dá sofrimento, não só para aqueles às vezes que se separou paraa família toda, pros dependentes, né? Mas como é que a gente encara isso, né? Aí tem aqui mesmo na no no Evangelho, né? O que Deus uniu, o homem não separa. Então, quando a coisa é de verdade, para ficar, fica, né? Agora a gente tem que trabalhar aí d aí, por exemplo, vou continuar dentro de uma relação. Quem é que não tem dificuldade dentro de uma relação de matrimônio, de emprego, de amizade, de família? Como é que você encara isso? Vai ficar sofrendo, né? Muito pelo contrário, eu acho que quando a gente trabalha para eh acabar com qualquer adversidade, né? A gente, poxa, entra assim, sabe? a tranquilidade de espírito que dá a paz, mesmo até que o outro não tenha aceito, né? É igual pedir desculpa. Vai lá, perdoa. Eu sempre digo que quando eu venho falar de perdão, você quer ser feliz para sempre? Perdoa.
espírito que dá a paz, mesmo até que o outro não tenha aceito, né? É igual pedir desculpa. Vai lá, perdoa. Eu sempre digo que quando eu venho falar de perdão, você quer ser feliz para sempre? Perdoa. Quer ser feliz por um instante? Se vingue, porque vai ser só naquela hora, né? Então agora, como é que a gente faz isso? trabalhando, então, aprendendo esse o bem e o mal sofrer. Porque se já sofre ainda vai mal sofrer, não depende de nós. De novo, como nós encaramos? Eu sempre venho aqui e dou um testemunho e aproveito para usar isso. Talvez isso tenha acontecido na minha vida até para mim servir como testemunho verídio do que eu vivi, né? Como eu falei aqui, sofrimento grande, muitos encaram a perda de um ente querido. Então, perdeu. Por exemplo, eu tive um filho que aos 18 anos, dia 7 de setembro de 2000, ele brincando com o melhor amiguinho, que os dois foram criados juntos desde os 8 anos. Agora tava os dois com 18 num grupo de 5 anos, só os dois tinham 18. Numa brincadeira, o que era verdadeiro irmãozinho pegou um enxeste 44, foi mexer, disparou. Entrou no fo, céu, nas costas do meu filho, ele morreu, bem dizer, na minha mão. E daí? É para eu sofrer? É para eu me lastimar? Saudade pode at pode até sentir, né? Mas se lastimar, reclamar, sofrer mal, se aquilo já para mim não fez sofrer. Não fez sofrer, nem faz sofrer. Por quê? Porque eu entendo que ninguém morre. Ninguém morre. Nós somos imortais. A gente simplesmente muda de lado. Então, quando um ente querido desse fica liberto dessa casca aqui, para mim foi felicidade, né? Eu tô aqui 70 e tantos anos e ele 18 se livrou. Méritos, talvez, né? e eu tenho que táar aqui. Então, todos nós temos missão. Todos nós temos que saber da onde nós viemos, o que que nós estamos fazendo aqui e para onde nós vamos. E durante todo esse trajeto que nós estamos aqui num planeta de prova expiação igual ao nosso, é também como foi colocado aqui, as provas são eh certíssimo que vamos passar todas elas para o nosso crescimento, para o nosso
ajeto que nós estamos aqui num planeta de prova expiação igual ao nosso, é também como foi colocado aqui, as provas são eh certíssimo que vamos passar todas elas para o nosso crescimento, para o nosso burilamento, para apararmos as nossas arestas. E todos nós temos, sempre cito aqui também, se nós observarmos as pedras lá na nascente, assim somos nós, elas são ponteagudas, todas irregulares. Lá na fo elas são redondas, brilhantes, polidas, porque chegaram lá na Foz. Assim somos nós enquanto espíritos. Vamos estar nos burilando, vamos estar nos atritando, vamos ter adversidade. Para quê? pro nosso crescimento. Então, todos esses sofrimentos, todas essas dificuldades que nós todos temos, depende de como nós encaramos isso. Dependendo da maneira que nós vamos encarar isso, nós vamos ser sofredores. Pode fazer sofrer, pode, mas se reclamar é pior. Vai me levar o quê? Vai me ajudar a ficar aquele negócio, ó Deus, ó. Não, não adianta, não adianta lastimar. né? Porque quando você entende isso, você se livra. Aproveitar aqui também história própria. Eh, eu sou militar e há algumas décadas atrás eu ainda tava na ativa, já tem 26 anos que eu tô na reserva. Aposentado já. Agora é aposentado de vez, não pode. Mas tinha um um oficial general que todo dia ele aprontava, todo dia ele aprontava comigo. Tanto aprontava que ele falou: "Não, você vai trabalhar comigo, né? Justamente para ele poder me espinhar, porque ele não queria que eu te conseguisse uma transferência paraa Brasília, eu consegui voltar. Ele falá: "Tu voltou, então tá". Aí ele falava assim para mim: "Você é igual hiena". H Ena come bosta, transou uma vez por ano e vive rindo. E eu falei: "Ô, Gal, que felicidade, né? Pelo menos tenho que comer, né? Que é uma é coisa, mas tenho, né? Tenho a outra uma vez por ano, né? E vivo rindo. Se eu já pensou se eu fosse chorar? Ó que felicidade, isso um dia acaba da sua parte, um dia a nós vamos nos separar. E eu espero que realmente um dia o senhor entenda isso que tá fazendo. Graças a Deus ele entendeu
se eu fosse chorar? Ó que felicidade, isso um dia acaba da sua parte, um dia a nós vamos nos separar. E eu espero que realmente um dia o senhor entenda isso que tá fazendo. Graças a Deus ele entendeu depois de um bom tempo. Eu saí, nada é para sempre. Para o próprio Chico, perguntaram, Chico reclamava fazendo um iadozinho aqui. Poxa, pede lá pra Nossa Senhora que eu sofro tanto. Aí ó, ele era maltratado pela coisa. Aí um dia Manuel falou: "Chico, ela mandou o recado. O que que ela disse? Que Chico nada é para sempre. Tenha paciência, tenha calma. Então ele tinha que aprender a sofrer bem. Então e esse esse homem que fazia isso comigo? Depois de um certo tempo teve um problema, né? Eu pude contribuir para ele melhorar e hoje ele tem bastante idade, já é um viúvo, bem dizer sozinho. A distração dele é ele poder me telefonar de tomar um café junto e rir para caramba. Então não tem coisa melhor. Então eu não conç o negócio é ter inimigo. Eu acho que é uma das piores coisas que tem. Então eu conquistei um amigo. Eu conquistei um amigo. Então de uma adversidade eu aprendi a encará-lo e como eu coloquei pros senhores, através dessa desse estudo da leitura aqui, a gente consegue suplantar isso, mas de novo, depende da nossa tenacidade, depende do nosso trabalho e depende da nossa fé. Aí tem uma historinha aqui que é justamente de fé, de acreditar e de tenacidade. Desse livro aqui, ó, A luz de sipa as trevas, né? Tem a história As duas rãs, né? Uma tarde, quando atravessava calmente certa rua de Bagdá, o velho filósofo Rassen Rassan foi insistentemente chamado pelo joven Radaz, filho de riquíssimo mercador de tapete. O rapaz tivera profunda desilusão e perdera toda a alegria de viver. Até o sorriso das crianças o irritava, e o suave bailar das folhas que a brise da tarde embalava lhe parecia uma afronta a seu infortúnio. Desgraçado aliberadas. Remé Rassã cofiou a barba espessa, olhou eternamente para o jovem e iniciou o seguinte apólogo. Eram uma vez duas ranches, uma otimista, outra pessimista.
onta a seu infortúnio. Desgraçado aliberadas. Remé Rassã cofiou a barba espessa, olhou eternamente para o jovem e iniciou o seguinte apólogo. Eram uma vez duas ranches, uma otimista, outra pessimista. Um dia elas tanto pularam que foram cair dentro de boião de creme de leite. A pessimista logo se desesperou, pôs-se a chorar e gritar: "Ah, coitadinha de mim! Desta não escaparei. Sinto-me sem ar, sem forças. Estou perdida. Não poderei sair daqui. Vou me afogar. Ai que me afogo. Ai! e se afogou mesmo. A rã otimista, sentindo embora a morte da companheira, não perdeu a esperança e continuou lutando bravamente pela vida. Seu otimismo lhe dava confiança e confiança lhe fazia recobrar a energia. Só desistirei quando todos os meus esforços forem de todo inúte", pensava ela. Mamãe sempre me diz que enquanto a vida, há esperança. Na verdade, ela não ficou imóvel, nem sucumbiu a desorientação. Nadava energicamente de um lado para outro, movendo sem cessar suas patinhas. De tanto se debater para salvar-se, o creme de leite foi se condensando e não tardou que ela se encontrasse sobre um corpo relativamente sólido, pois o creme se transformava em manteiga. Alçando a borda a boca do do boião, a ran estava ofegante, esgotada, porém muito alegre e feliz. Terminado o Apóloga, o filósofo voltou-se para Li Ben Radás, os olhos iluminados por um contentamento discreto, mas conta contagioso. Ouviste, meu filho? Essa lição da R antimista prova que sempre é melhor fazer alguma coisa do que cruzar os braços e não fazer nada nas horas graves. E ali Ben Radaz, com a fisionomia aliviada mostrava certo desafogo na alma. suspirou e num impulso de gratidão beijou as mãos encarquilhadas do filósofo. Desde aquele dia nunca mais houve em Bagdá um coração mais cheios de esperança do que o dele. Ou seja, é como nós vamos encarar as adversidades, como nós as encararmos, né? Nós vamos sucumbir ou não, né? Não dá para ficar lastimando e a gente vence. E de novo a fé, a esperança, a coragem, a tenacidade
é como nós vamos encarar as adversidades, como nós as encararmos, né? Nós vamos sucumbir ou não, né? Não dá para ficar lastimando e a gente vence. E de novo a fé, a esperança, a coragem, a tenacidade dá. Outra é uma história real e de não muito tempo aqui atrás. Eh, além de ficar aqui na comunhão por mês como palestrante aqui, d essa oportunidade a gente vir aqui tentando trazer algum alguma mensagem, eu trabalho semanalmente num grupo, um grupo de tratamento físico espiritual, desobsessão. E durante 2019, 2020 nós tivemos essa pandemia. Então, eh, aparente de um médium do meu grupo num sábado durante a pandemia, o ela era ela, ela, o marido e o filho. O, o o marido veio a óbito, desencarnou num sábado. O filho de 19 para 20 anos, no sábado seguinte também desencarnou. O marido do COVID, o filho de um acidente vascular e ela ficou sozinha. Primeira coisa que ela tentou dias depois, desesperada, sem fé, sem nada, o suicídio. E quase conseguiu, não conseguiu, não teve êxito, mas o parente, por trabalhar aqui, tentando auxiliar, a trouxe até aqui. E eu sempre digo, quando chega alguém lá pela primeira vez, fala: "Ó, volta, porque às vezes tem uma mensagem, uma psicografia, alguma coisa". Ela não voltou na semana seguinte, mas na semana seguinte vio a psicografia do filho, porque só ela conhecia só eles de história. O parente mal sabia a história que tava ali, mas era uma mensagem para ela e o o primo dela do grupo avisou, ela veio, entregou-se a mensagem para ela, aí veio outra na mesmo dia, no na hora que ela tava aqui, certo? principalmente falando isso do bem e o mal sofrer, que não era resolvendo tirar a própria vida que ela ia encontrar o filho, né? Aí mandou ela estudar, ela estudou. Isso foi em 2020, né? Hoje ela trabalha aqui na casa. Hoje ela trabalha aqui na casa. Tá feliz da vida, trabalhando, né? Talvez não tem idade para ter outro filho, mas a vida continua. Então tem idade para ser feliz. Então, todos nós, todos nós nascemos, fomos criados para sermos felizes. As adversidades
rabalhando, né? Talvez não tem idade para ter outro filho, mas a vida continua. Então tem idade para ser feliz. Então, todos nós, todos nós nascemos, fomos criados para sermos felizes. As adversidades sempre, sempre existem, né? vão diminuindo de acordo com o nosso grau de evolução, com locais para que nós venhamos a conviver até dentro desse planeta mesmo, um espírito evoluído. Vamos botar um Chico, uma Madre Teresa de Calcutá, um Divaldo, né? Eu acho que fica difícil ser feliz, porque por mais feliz que você esteja, por mais conhecimento que você esteja, que você inclusive não se deixe subjulgar por isso, né? É quando a gente vê o sofrimento que tá aí no mundo. Como é que a gente vai ser feliz sabendo que eu tô fazendo três refeições e tem gente que não faz uma? sabendo que o planeta todinho tá atravessando essa fase difícil. Nós estamos agora no ápice dessa mudança, nessa transição planetária de um planeta de prova expiação para uma para um planeta de regeneração. Como é que nós estamos encarando isso? Então, também nessa nesse período da pandemia, nesse grupo que eu trabalho, vem um pedido. Pessoal lá de cima fala assim: "Olha, pede a todo mundo para todo dia, todo dia, para um minuto, tira um minuto e faz uma prece em prol do nosso planeta, do nosso país, por esse momento de transição que a gente tá passando, para que a gente entenda tudo isso. Não se faz omelete se não quebrar os ovos. Então, tudo isso que tá acontecendo, um tsunami grande, um terremoto grande, 8.7 esse dia, antes de ontem, por tem que acontecer. Agora, como é que nós vamos encarar isso? Não foi tão grande assim os estragos, mas teve gente ferida, teve casa destruída, teve como é que tá esse povo? São irmãos nossos. Aquela guerra, né? A gente vendo o pessoal lá se matando por fome na lá no no Oriente. Fazer o quê? Rezar, pessoal, rezar. Prece, ajuda é energia. Mas também, como ele colocou aqui, só a prece não adianta. Toda prece e pra nossa felicidade, além de entendermos isso, tem que ter um chamado
zer o quê? Rezar, pessoal, rezar. Prece, ajuda é energia. Mas também, como ele colocou aqui, só a prece não adianta. Toda prece e pra nossa felicidade, além de entendermos isso, tem que ter um chamado negócio ação. Não adianta ficar parado, temos que agir. Acendeu a nossa luz. Eu espero que, principalmente esse chamamento para esse capítulo, né? E esse o primeiro número logo deão dos espíritos, Silva, é o conselho que busquem, né? Às vezes a gente não consegue transmitir tudo que a gente quer aqui, mas eu acho que quando se estuda isso aqui e se analisa, né, a gente consegue realmente suplantar muitas coisas que possam vir a nos fazer infelizes. Desejo que todos saiam daqui, todos nós possamos sair melhores do que chegamos. Eu sempre peço a Rute a licença de eu terminar com uma prece, que é uma prece que eu conheço e faço todo dia. E foi ainda no tempo da minha avó, ou seja, já tem algum tempo. Então vamos todos nós respirarmos fundo, elevarmos o pensamento a Deus e que essa prece possa nos desenvolver com energia de paz, de amor, de luz, de felicidade. Senhor Deus, criador do céu e da terra, poderoso é vosso nome e grande é a vossa misericórdia. Em nome de vosso filho Jesus Cristo, recorremos a vós neste momento para pedmos bênçãos para as nossas vidas. Que a vossa divina luz incida sobre nós. Com vossas mãos retirai todo mal, todos os problemas e todos os espírit nosso redor. Que nossos passos sejam dirigidos por vós, para que nós não tropecemos na caminhada da vida. Nosso viver, nosso lar, nosso trabalho, nossa saúde, nossos estudos, nossas relações sejam por vós abençoadas. Entregamos-nos em vossas mãos poderosas, na certeza de que tudo iremos alcançar. Na certeza de tudo isso, agradecemos dizendo graças a Deus, graças a Jesus. Bom, amigos, agradecemos a presença de todos vocês, aqueles também que estão nos assistindo, que Deus lhes pague. Um abraço, um beijo no coração e nossa as nossas irmãos já estão aqui para encaminhar vocês para o passe. Então, tenhamos uma boa tarde dessa quarta que
que estão nos assistindo, que Deus lhes pague. Um abraço, um beijo no coração e nossa as nossas irmãos já estão aqui para encaminhar vocês para o passe. Então, tenhamos uma boa tarde dessa quarta que vem. que vem a palestra. >> Sejam bem-vindos a nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a
a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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