O argueiro e a trave no olho
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M. Meu Senhor, sábio dos sábios, Pai de toda criação, Põe a doçura em meus lábios e a fé no meu coração. de amor que me conduz na vida em que me agasalho. Enche os meus olhos de luz e as minhas mãos de trabalho. Dá-me forças no caminho para lutar e vencer, transformando todo espinho em flores do meu viver. Pai, não te esqueças de mim. nas bênçãos da compaixão. Guarda-me em teu coração de paz e de amor sem fim. Meu Senhor, sábio dos sábios, pai de toda a criação, ponha a doçura em meus lábios. E a fé no meu coração. Sol de amor que me conduz na vida em que me agasalho. Enche os meus olhos de luz e as minhas mãos de trabalho. Dá-me forças no caminho para lutar e vencer, transformando todo espinho em flores do meu viver. Pai, não te esqueças de mim, das bênçãos da compaixão. Guardame-me em teu coração de paz e de amor sem fim. Ah. Да. Deus está aqui nesse momento. Sua presença é real em meu viver. Entregue sua vida, seus problemas. Fale com Deus, ele vai ajudar você. Deus te trouxe aqui para aliviar o seu sofrimento. É ele o autor da fé, do princípio ao fim, em todos seus momentos. E ainda se vier noites traiçoeiras. Se a cruz pesada for, Cristo estará contigo. O mundo pode até fazer você chorar, mas Deus te quer sorrindo. E ainda se vier noites traiçoeiras. Se a cruz pesada for, Cristo estará contigo. O mundo pode até fazer você chorar, mas Deus te quer sorrindo. Seja qual for o seu problema, fale com Deus, ele vai ajudar você. Depois da dor vem alegria. Deus é amor, não te deixará sofrer. Deus te trouxe aqui para aliviar o seu sofrimento. É ele o autor da fé do princípio ao fim em todos seus momentos. E ainda se vier noites traz soeiras. Se a cruz pesada for, Cristo estará contigo. O mundo pode até fazer você chorar, mas Deus te quer sorrindo. E ainda se vier, noites traziras. Se a cruz pesada for, Cristo estará contigo. O mundo pode até fazer você chorar, mas Deus te quer sorrindo. เฮ Pai, Deus protetor, a que me ponho aos seus pés. para lhe falar. Pai, pequeno eu
raziras. Se a cruz pesada for, Cristo estará contigo. O mundo pode até fazer você chorar, mas Deus te quer sorrindo. เฮ Pai, Deus protetor, a que me ponho aos seus pés. para lhe falar. Pai, pequeno eu sou, mas seu amor me deu a chance de poder começar. Por isso peço em oração que ilumine meu caminho de cristão. Que eu jamais esqueça o que eu tenho nas mãos. A doutrina da consolação. Pai, meu criador, bênção maior, tesouro igual nesse lugar não há. Pai, ó meu Senhor, com gratidão lhe peço forças para fazer multiplicar no lar, na casa de oração, numa rua onde houver algum irmão. Levarei com toda a minha devoção a doutrina da consolação. Pai, meu criador, bênção maior, tesouro igual nesse lugar não há. Pai, ó meu Senhor, com gratidão lhe peço forças para fazer multiplicar no lar, na casa de oração, numa rua onde houver algum irmã. Levarei com toda a minha devoção a doutrina do meu coração. เฮ Um sentimento me ronda. Não sei dizer. Tudo é novo para mim. Meu coração se renova. Sinto a esperança invadir o meu ser. Quero ser manso, ser limpo, ser justo e pobre de espírito se. Tua palavra me sonda, me conta do reino que espera por mim. Eu te ofereço o meu pranto as dores da alma que quer renascer. Eu ouvi tua voz, teu falar. me encantou e segui caminhar que saber para onde vou. Eis-me aqui minha dor serenou. Um sentimento me ronda. Não sei dizer. Tudo é novo para mim. Meu coração se renova. Sinto a esperança invadir o meu ser. Quero ser manso, ser limpo, ser justo e pobre de espírito seu. Tua palavra me sonda, me conta do reino que espera por mim. Eu te ofereço meu pranto as dores da alma. que quer renascer. Eu ouvi tua voz, teu falar me encantou. Que seguir caminhar, quis saber para onde vou. Eis-me aqui minha dor sereno. Boa noite a todos. Sejam todos muito bem-vindos à nossa casa espírita estudantes do Evangelho. Nós estendemos os cumprimentos aos nossos irmãos que estão nos acompanhando através do YouTube. Que sejam todos então recebidos com esse calor dessa casa que para nós é um templo de fé, de
Evangelho. Nós estendemos os cumprimentos aos nossos irmãos que estão nos acompanhando através do YouTube. Que sejam todos então recebidos com esse calor dessa casa que para nós é um templo de fé, de oração. Então, que Jesus nos envolva nessa paz que somente ele tem a nos dar. Queremos agradecer ao Nei por contribuir com a harmonização desse ambiente. Temos um recado especial da nossa casa, que é a livraria da FEGO, que se encontra aberta às quintas-feiras, contendo ali as obras espíritas, aquelas que nos traz aí o conhecimento da doutrina. e reforçar também um convite especial que é o nosso Congresso Espírita. Congresso da Federação Espírita do Estado de Goiás, acontecerá nos dias 4, 5 e 6 de abril. Então, ainda dá tempo para aqueles que não fizeram a inscrição que possam então participar conosco. Esse congresso é especial porque além do conhecimento que nós adquirimos, é um reencontro entre amigos, entre irmãos. Então, vale a pena participar. Dando então andamento à nossa reunião, nós vamos fazer o sorteio do Evangelho Segundo Espiritismo, que é essa obra que nós estamos estudando durante todo o ano. Todos pegaram a mensagem lá na entrada, contém um número atrás. E aí o primeiro número é o número 15, senhor. É o evangelho e o a pomada vovô Pedro, tá? Para quem não conhece essa pomada, pode buscar informações na internet. uma pomada especial. Tá bom? Então, para iniciarmos a nossa noite, esse nosso encontro especial, nós vamos ler a mensagem do livro Coragem, psicografado por Francisco Cândido Xavier, por espíritos diversos. Quem nos quem nos manda essa mensagem na noite através dessa obra é Albino Teixeira. A lição 46. Voto espírita. O espírita é alguém que assegura a si mesmo ser efetivamente tão confiante nas leis divinas que jamais se confia a desesperação, por mais agudo que lhe seja os um sofrimento. é um otimista que nunca perde a coragem nos embaraços de que se vê defrontado, aguardando o melhor e fazendo o melhor que pode nas atividades do dia a dia. Tão diligente que jamais abandona o
rimento. é um otimista que nunca perde a coragem nos embaraços de que se vê defrontado, aguardando o melhor e fazendo o melhor que pode nas atividades do dia a dia. Tão diligente que jamais abandona o trabalho, ainda mesmo quando lucros ou perdas o induzam a isso. tão compreensivo que facilmente descobre os meios de justificar as faltas do próximo. Tão firme nos ideais edificantes que, em circunstância alguma surpreende motivos para cair em desânimo. Tão sereno que não se afasta da paciência, sejam quais forem os sucessos desagradáveis. tão conhecedor das próprias fraquezas que não encontra oportunidade ou inclinação para registrar as fraquezas dos outros. Tão estudioso que não perde o mínimo ensejo para a aquisição de novos conhecimentos. tão realista que não alimenta qualquer ilusão a seu próprio respeito, aceitando-se hoje imperfeito ou desajustado, como talvez seja, mas sempre envidando o esforço máximo para ser amanhã como deve ser. tão entusiasmado entre a criação e a vida eterna, que jamais permite venham dificuldades ou provações, solapar-lhe a alegria de viver ou obscurecer-lhe o dom de servir. O espírita, enfim, é alguém ciente de que Deus está ao lado de todos, mas procura firmar-se, sentir, pensar e agir incessantemente ao lado de Deus. E com essa mensagem edificante aos nossos corações, vamos mentalizar esse mestre amigo de todas as horas e buscá-lo pelo nome, Jesus divino. Senhor, nós nos encontramos nesse ambiente de paz que o Senhor mesmo preparou para nós. Abençoa, Jesus esse nosso encontro. ilumina as nossas consciências nesse momento. Que a palestra de hoje possa ser sementes jogada aos nossos corações para que possam dar frutos no futuro, que pode ser agorinha mesmo, para que sejamos pessoas melhores, mais calmas, mais serenas nesse mundo que nos exige tanto serenidade. Senhor, nós te agradecemos, Senhor, por todo amparo e proteção no dia de hoje, onde nós conseguimos vencer os obstáculos do cotidiano para que estivéssemos aqui, Senhor, onde nesse
e tanto serenidade. Senhor, nós te agradecemos, Senhor, por todo amparo e proteção no dia de hoje, onde nós conseguimos vencer os obstáculos do cotidiano para que estivéssemos aqui, Senhor, onde nesse banquete espiritual nos será ofertado o alimento que nós necessitamos. Então, cuida de nós, Jesus, que os seus emissários divinos se aproximem de nós, colhendo as informações de nós, aqueles que sabem o nosso nome, aquele que nos conhece através dos nossos pensamentos. E assim, Jesus, dos teus laboratórios invisíveis possam surgir os remédios que nós necessitamos. remédio para a alma, para os nossos corações às vezes chorosos, para o nosso corpo físico, que para nós nos ajuda a passar pela matéria, que é o veículo necessário para todos nós que estamos na terra. Abençoa também, Senhor, as pessoas que nós amamos, que pensarmos nelas. Abençoa os nossos lares, Jesus, os nossos ambientes de trabalho, enfim, a nossa sociedade. E onde estiver dor, sofrimento, ausência da paz, que a tua mão alcance, Jesus. Muito obrigada por tudo. Ser conosco hoje, agora e sempre. Que assim seja. Hoje nós temos a grata satisfação, a verdadeira alegria em receber uma amiga, uma irmã aqui da nossa casa, a Nores Vieira. Ela é trabalhadora há muitos anos nessa casa, facilitadora do EAD e outras atividades que ela participa. Ela irá nos falar do tema O argueiro e a trave no olho, que está no capítulo 10, Bem-aventurados que são misericordiosos. Seja muito bem-vinda. Que Jesus a inspire. Bem, muito boa noite a todos vocês. Sempre que eu subo essa escadinha aqui, eu lembro que quem pediu para colocar esse corrimão há muitos anos atrás fui eu. Quando eu ainda subia isso aqui, saltitante hoje. Eu já então engraçado como é que a gente, essa vida é uma coisa bem eh interessante. A gente nunca pensa, né, que a gente vai chegar, será que vou conseguir continuar subindo essa escadinha e vou, né, se Deus quiser, eu daí subir por bastante tempo. Mas eu queria dar uma boa noite para todos vocês e começar com um pequeno preâmbulo
será que vou conseguir continuar subindo essa escadinha e vou, né, se Deus quiser, eu daí subir por bastante tempo. Mas eu queria dar uma boa noite para todos vocês e começar com um pequeno preâmbulo para eu poder eh eu acho que eu puxo isso aqui muito para perto, né? o microfone, eu tenho que aprender melhor. Eu quando eu tava eh ainda um dia dessa semana eh do final de semana, eu estava me sentada à frente do meu computador preparando a um rascunho mais ou menos do que que eu gostaria de conversar na noite de hoje. E nesse momento em que eu comecei, eu antes disso eu lembro de ter assistido na televisão, nas notícias do dia, um relato de um eh agricultor, de um produtor de soja, e ele contou nesse nesse momento que ele estava naquele dia, seria quando ele Ele começaria o segundo dia de colheita na lavoura dele. O primeiro dia, né, que tinha sido o dia anterior, tinha sido magnífico. A lavoura tava maravilhosa. Ele não podia estar mais feliz e satisfeito com o que estava acontecendo. E foi nesse momento que durante 5 minutos aconteceu uma chuva de granizo e a lavoura dele foi teve 90% destruída. Então, nesse momento, a a gente não pode deixar de pensar na impermanência da nossa vida terrena. E eu estava sentando já para começar o meu o meu estudo do tema de hoje e tive que parar um pouquinho antes de começar e refletir um pouco sobre esse acontecimento. Foram nada mais nada menos do que em torno, eu mais ou menos calculei umas 5.000 1 horas de recurso, trabalho, expectativa, eh, tudo envolvido nessa nessa lavoura e em 5 minutos, aquelas 5000 horas estavam por terra. E isso faz com que a gente reflita, né, sobre a nossa vida terrena. E aí eu lembrei também em seguidinha, deixa eu ver, cadê a onde é que eu faço aqui? Ah, desculpa, esse esse teclado é bem diferente do meu. Cada um é um, né? Então, eu lembrei dessa de uma desse poema de Cecília Meirelles, né? Em que ela no final a gente vê que ela tá falando sobre isso, sobre a impermanência. Então ela diz assim, chama cântico
m é um, né? Então, eu lembrei dessa de uma desse poema de Cecília Meirelles, né? Em que ela no final a gente vê que ela tá falando sobre isso, sobre a impermanência. Então ela diz assim, chama cântico sexto. Tu tens um medo acabar. Não vês que acabas todo dia, que morres no amor, na tristeza, na dúvida, no desejo, que és eh que te renovas também todo dia no amor, na tristeza, na dúvida. e no desejo que és sempre outro, que és sempre o mesmo, que morrerás por idades imensas até não teres medo de morrer e então serás eterno. O que ele estava falando aqui é da vida do espírito, não é? e das nossas diversas etapas encarnatórias no trabalho de evolução desse espírito. Então, nos ajuda a repensar mais uma vez sobre como devemos aproveitar tudo isso, essas oportunidades que nos são dadas cada vez que estamos aqui na carne. E a aí eu parei antes de começar o nosso tema para falar um pouquinho mais sobre a impermanência, porque a ideia de impermanência ela carrega consigo a certeza de que tudo tudo na vida, na vida terrena, eh, tanto interno como externo a nós, ela encontra-se em constante estado de mudança. O próprio ato de viver implica modificações incessantes no modo de pensar, no modo de ver o mundo de e de sentir as coisas. Nós estamos sempre mudando, muitas vezes nos renovando naquele a partir daquele momento, em função das características daquela, daquele evento do momento, daquele sentimento do momento. E a gente então para um pouquinho para pensar por que a gente perde tanto tempo com linharias na nossa vida terrena, né? Por que que a gente se desgasta com pequenas pequenas, entre aspas, ofensas, milindres, né? Eh, coisas que se a gente parar um pouquinho a gente vê que não tem sentido. Então, nós precisamos repensar tudo isso, né? Porque a existência terrena, ela é uma dádiva de Deus, da misericórdia e da justiça divina, que nos proporciona a oportunidade, né, de vivermos de novo, de nascermos de novo, de nos renovarmos, de refazermos o que fizemos errado, de fazermos coisas novas, não é?
ricórdia e da justiça divina, que nos proporciona a oportunidade, né, de vivermos de novo, de nascermos de novo, de nos renovarmos, de refazermos o que fizemos errado, de fazermos coisas novas, não é? De caminharmos em direção à nossa evolução, em direção ao nosso destino de espíritos. criados por ele, por esse pai soberanamente bom e justo e que nos reserva um lugar de felicidade plena e no qual nós é que temos que ir em busca, nós é que temos que fazer esse caminho, né? Ah, então tem essa assunto do por que a gente pensou nisso? Por que que eu falei essas coisas antes de falar propriamente do nosso tema da noite? Porque as os motivos que nos trazem, não é, numa casa de oração como essa, são os mais variados, não é? a vontade de sentir essa energia circulante bacana que a gente sente aqui, a vontade de rever pessoas, de rever os amigos, a uma dor que a gente realmente um desconsolo, uma necessidade de se sentir amparado, mas entre dentre todas essas coisas que estão, digamos, compondo, né, a os nossos sentimentos aqui dentro desse ambiente, Existe uma coisa que às vezes, sem nem pensar, sem nem nos darmos por conta, com certeza todos nós estamos aqui em busca de Jesus. A gente sente saudade de Jesus, a gente sente falta de Jesus, nosso dia a dia atribulado, as coisas da vida, enfim. E esse é o momento quando a gente entra numa numa num templo cristão como esse, seja ele qual for, seja ele de que segmento religioso for. Se nós aqui adentramos com esse espírito aberto, com vontade de encontrar Jesus, com certeza nós vamos sair daqui renovados, refeitos e com maior, digamos assim, maior eh visão eh do nosso presente e daquilo que nós precisamos fazer para seguir nessa jornada com fé, com coragem, com esperança, Porque tudo, tudo nesse mundo passa, tudo é impermanente nessa vida terrena. Chico e Emanuel já dizia para Chico, Chico, isso também passa, porque Chico tava muito triste, recebeu essa mensagem de Emanuel, depois ele tava muito alegre e Emanuel chegou: "Chico, cuidado, porque
Chico e Emanuel já dizia para Chico, Chico, isso também passa, porque Chico tava muito triste, recebeu essa mensagem de Emanuel, depois ele tava muito alegre e Emanuel chegou: "Chico, cuidado, porque isso também passa". Então, passo bom, passo ruim, mais ou menos, tudo na nossa vida faz parte desse processo contínuo de mudanças, nos ajudando, nos carregando pra frente, não é? Então, ah, foi por isso que eu eh lembrei de tudo isso, porque foi eu, eu tava buscando chegar realmente em Jesus, né? chegar em Jesus, chegar no nosso evangelho, porque é o estudo que se faz aqui na noite de hoje, a cada quinta-feira, é um estudo continuado do Evangelho Segundo o Espiritismo. E o que é esse Evangelho segundo o Espiritismo? Kardec, quando estruturou o Evangelho segundo o Espiritismo, ele se baseou especificamente, pra gente deixar mais claro, no Evangelho de Mateus, do capítulo 5 ao capítulo 7. E eu me atrevo a convidar vocês, quem não abriu ainda para abrir, quem abriu e tem eh, digamos, eh, intimidade com a Bíblia, com o Evangelho, que abra o Evangelho de Mateus nos capítulos 5, 6 e 7. Tá todo o sermão da montanha ou o sermão do monte ali, digamos, compactado. Tá tudo ali. Os outros evangelistas falam, citam, mas de maneira esparsa dentro do próprio evangelho. Mateus didaticamente colocou assim para nós e foi com base nesse ensino moral, porque ali tá todo o ensino moral, toda a conduta moral do cristão está contida a nesse nesses três capítulos, né, eh, do sermão da montanha, que começa com as bem-aventuranças, mas não é só as bem-aventuranças. As bem-aventuranças são apenas o o discurso inicial, tem muito mais coisas além das bem-aventuranças. Então, é por isso que eu acho interessante que a gente se familiarize, sim, porque nós realmente precisamos muito, muito, muito de Jesus, cada vez mais, não é? Precisamos de Jesus na nossa vida. E hoje nós aqui nessa quinta-feira, eu ouvi a nossa querida Eliane na semana passada falando sobre o o sacrifício mais agradável a Deus. E hoje tocou para mim esse item
cisamos de Jesus na nossa vida. E hoje nós aqui nessa quinta-feira, eu ouvi a nossa querida Eliane na semana passada falando sobre o o sacrifício mais agradável a Deus. E hoje tocou para mim esse item seguinte que se chama o argueiro e a trave, né? É o item 10 desse capítulo 10, aliás, item nove do capítulo 10. E e n esse esse capítulo ele ele ele ele se resume numa pergunta de Jesus. Quando Jesus pergunta assim: "Por que vês tu o argueiro no olho do teu irmão e não vês a trave no teu olho? Ou como é que tu dizes ao teu irmão: "Deixa-me tirar do teu olho o argueiro, quando tens no teu trave?" Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho e então verás como hás de tirar o argueiro do teu irmão. E esse essa mensagem, né, do evangelho, essa fala de Jesus, esse ensino de Jesus, ele, deixa eu ver, eu não tô conseguindo. Próximo. Agora surgiu uma coisinha aqui que eu tenho que botar no próximo aqui. Deixa eu ver. Eu não tá comandando direito a minha coisa. Ô, deu agora parece que saiu. Vamos ver. Desculpa. Eh, mas é que eu acho que eu cliquei em alguma tecla aqui que surgiu uma coisinha ali aqui. Então, esse ensinamento de Jesus, ele é destinado a quem? Inclusive, uma coisa que eu percebi quando eu tava lendo isso no Evangelho é que tem muitas passagens falando no passado. Jesus dizia, deixava, fazia, disse, falou. Ele não disse, ele não falou, ele diz, ele fala, ele está vivo. Ele tem que estar vivo no nosso meio. Ele não falou só naquela época, ele falou pra humanidade. Ele falou são, como diz o são em Emanuelam, são palavras de vida eterna. Então, vamos falar no presente. Jesus fala, diz para nós isso, nos chama, nos convida, né? E esse ensinamento de Jesus, ele é destinado para quem? para aqueles que ele chama que tem uma trave no olho, ou seja, um pedaço de pau, uma madeira, algo muito grande, volumoso no olho, mas ele não percebe que ele tem isso, porque ele dedica o tempo dele, em vez de olhar para ele mesmo, de ver o cisco no olho do seu irmão. Então, em contrapartida,
algo muito grande, volumoso no olho, mas ele não percebe que ele tem isso, porque ele dedica o tempo dele, em vez de olhar para ele mesmo, de ver o cisco no olho do seu irmão. Então, em contrapartida, ele enxerga o cisco, que é algo minúsculo no olho de outra pessoa. Então, ele se destina aqueles que, mesmo já conscientes de suas próprias limitações, preferem dedicar seu precioso tempo a apontar e criticar as deficiências alheias. Ah, aí eu parei nesses lençóis mal lavados, porque é uma historinha que tem a ver com isso, com uma com essa história, com esse título. E eu parei um pouquinho aqui para lembrar dessa história. Ela é muito simplesinha, mas ela diz bastante. diz um que um casal jovem ainda, né, recém-casados, mudaram-se para um uma uma nova vizinhança e pela manhã os dois estavam tomando seu café da manhã e a esposa olhou pela janela da cozinha e comentou com o marido que a vizinha do lado estava pendurando lençóis muito mal lavados, que ela não entendia. Como é que essa pessoa podia lavar tão mal? Será que ela ia ter que ir lá ensinar essa pessoa como se lava lençóis para que eles fiquem brancos, claros, macios, bonitos? O marido não falou nada. No dia seguinte, novamente sentaram-se novamente ou na semana seguinte, eu não acredito que essa senhora lavasse lençóis todos os dias, a não ser que ela fosse uma lavadeira, talvez fosse. Ela aí comenta a mesma coisa. Que coisa impossível. E assim aconteceu algumas outras vezes. Um belo dia, não muito tempo depois, ela olhou de manhã e falou: "Nossa, que maravilha! Finalmente ela aprendeu a lavar esses lençóis. Hoje sim, eles estão limpos. O que será que aconteceu?" Aí o marido se olha para ela porque ele nunca nunca comentou, né? Nunca reforçou o que ela dizia, apenas ouvia. Nesse dia ele falou: "Você falou alguma coisa para ela?" E ele diz, ela disse assim: "Não, não falei nada, não sei o que aconteceu". Aí ele fala: "Seu, se eu te conto o que que aconteceu hoje pela manhã eu levantei mais cedo e lavei a nossa
coisa para ela?" E ele diz, ela disse assim: "Não, não falei nada, não sei o que aconteceu". Aí ele fala: "Seu, se eu te conto o que que aconteceu hoje pela manhã eu levantei mais cedo e lavei a nossa vidraça." Então, ela viu que o problema não eram os lençóis mal lavados, era a didraça dela que estava embaçada. Então é aquele momento que nós deixamos de nos olhar, de ver dentro de nós, pensar, será que eu não é a mesma coisa comigo? Ou então por que que eu tô olhando e vendo as coisas nos outros quando eu tenho tanta coisa para olhar aqui, para me autoconhecer, para crescer, para melhorar, né? Por isso que eu botei ai de novo apareceu aquela coisinha aqui. Pera aí. Ai, coisa ruim isso aqui. Eu não quero o próximo. Desculpa, gente. É só Eu vou tirar a mão de perto do teclado. Perdão. H, eu quero voltar. Como é que eu volto, hein? Tá. Ah, então é uma insensateza, gente, não é uma insensatez seres humanos. de tá sempre buscando ver o erro, os defeitos do nosso próximo, né, antes de ver os problemas e defeitos e erros e que nós temos dentro de nós mesmos, né? Então, o próprio evangelho nesse item fala que eh ele dá mais ou menos para nós uma ideia quando ele nos diz mais ou menos assim: "Julgar a si mesmos seria como olhar seu íntimo num espelho e considerar-se como uma outra pessoa, se perguntando o que eu pensaria se visse alguém fazendo o que eu faço?" Isso Santo Agostinho também nos ensina no Evangelho Segundo o Espiritismo pra gente buscar esse autoconhecimento e pra gente e alguém perguntou ele, mas como é que eu vou eh ter a certeza, né, que do certo ou do errado, nesse ponto que me diz respeito em relação aos outros, dos outros, em relação a mim mesmo. E Santo Agostinho falou: "Simplesmente pensa se você gostaria que o outro agisse com você da maneira como você tá agindo com ele também, com seu próximo." Se você sentir confortável, vaiá em frente. Se você não se sentir, se você não faça. Então, é uma maneira da gente refinar, não é? da gente, eh, digamos, exercitar a nossa postura diante de
próximo." Se você sentir confortável, vaiá em frente. Se você não se sentir, se você não faça. Então, é uma maneira da gente refinar, não é? da gente, eh, digamos, exercitar a nossa postura diante de todos que vivem conosco, família, colegas de trabalho, a nossa sociedade, nossos vizinhos, os nossos companheiros de de cidade, de trânsito, enfim. Então, eh, ah, que que Emanuel diz pra gente nesse capítulo 113 de Fonte Viva? Esse capítulo se chama eh Busquemos a Luz. Então, mais ou menos Emanuel nos nos recomenda assim: "Busquemos sempre o melhor". É imprescindível habituar a visão na procura do melhor, a fim de que não sejamos ludibriados pela malícia que nos é própria. Então isso é o que eu chamo de olhar benevolente. Quando nós olhamos pro nosso próximo, temos que olhar com benevolência. Um um olhar benevolente, ele pode conseguir milagres à nossa volta. quando a gente consegue e realmente sinceramente olhar o nosso próximo com esse sentimento de de empatia, de benevolência, de acolhimento, né? E muitas vezes aquele homem que traz o argueiro num dos olhos traz igualmente consigo os pés sangrando. Em muitas outras retém na alma preciosos recursos para a plantação do bem. Então, realmente, eh, nós vemos muitas vezes as aparências e julgamos automaticamente com nossos nossos juízos de valor, não é? aquilo que nós vemos, sem parar um pouquinho para pensar no que pode estar acontecendo por detrás daquilo, nos bastidores daquela vida, as situações que muitas vezes levam um companheiro de jornada da gente agir de uma maneira que nós consideramos inadequada e que por isso julgamos como errada, né? Ah, vai. Mas que coisa, hein? Então, a gente lembra das palavras de Jesus porque já se passaram mais de 2000 anos, né? Desde que o mestre nos alertou para todas essas coisas, né? Ele trouxe para nós uma mensagem de amor, de perdão, de fraternidade. Falou e exemplificou o tempo todo sobre o que falava e executava, né? Mas se nós, mesmo depois desses 2000 anos, né, insistimos ainda em manter os
nós uma mensagem de amor, de perdão, de fraternidade. Falou e exemplificou o tempo todo sobre o que falava e executava, né? Mas se nós, mesmo depois desses 2000 anos, né, insistimos ainda em manter os olhos fechados à nossa realidade, ou seja, não nos preocupamos de maneira nenhuma em prestar atenção, em fazer aquele mergulho íntimo para nos conhecermos, realmente, ah, nós eh a gente sabe que a gente tem dentro de nós coisas que nós nos envergonhamos. às vezes de saber que temos determinados sentimentos íntimos, não é? Mas esse autoconhecimento exercitado da maneira como Santo Agostinho nos recomendou, ele não é, não tem por objetivo fazer a gente se sentir diminuída perante nenhum dos nossos companheiros de caminhada. Muito pelo contrário, ele nos convida a que a gente faça esse exercício, identifique os nossos pontos fracos, identifique os nossos pontos fortes, sabamos trabalhar a melhoria do que precisa ser melhorado e sejamos suficientemente cristãos para sem falsa modéstia oferecermos aquelas coisas que nós consideramos e sabemos que fazemos bem feito. Então, se eu sei que eu faço alguma coisa bem feita, eu não preciso, em hipótese alguma, de ficar fazendo um exercício de modéstia, que não é uma verdadeira modéstia. Não, não faço. Não sei. Eu sei que eu faço. Então, as coisas que nós fazemos bem, vamos aproveitar sim para compartilhar com os nossos companheiros de viagem, com a nossa família, com os nossos amigos, com os, enfim, do nosso trabalho, mas ao mesmo tempo aqueles sentimentos que nós sabemos que temos, como por exemplo, o orgulho, a prepotência e o preconceito, são vários os as o os vícios do comportamento humano, né? Mas nesse aspecto visualizado hoje, né, de olhar os defeitos do outro e não olhar o seu, ficam mais aparentes esse orgulho, essa prepotência e esse preconceito, né? Então, se nós ainda sentimos isso de vez em quando, nem que seja, em alguns momentos, né, chegou a hora, chegou a hora, já passou na hora da gente rever esses nossos valores e tentar daqui para
o, né? Então, se nós ainda sentimos isso de vez em quando, nem que seja, em alguns momentos, né, chegou a hora, chegou a hora, já passou na hora da gente rever esses nossos valores e tentar daqui para frente, pouco a pouco, ir eliminando isso, substituindo isso por, desculpa, por outros sentimentos, não é? sentimentos de fraternidade cristã verdadeiramente, de sabermos que aquela pessoa que traz consigo coisas que nós consideramos defeitos e erros trazem também coisas que seriam muito h interessantes que nós pudéssemos aproveitar para a nossa própria melhoria. Então, nós precisamos compartilhar, porque somos todos parte de uma humanidade de provas e expiações. O planeta Terra, ele é construído ainda em meio a uma humanidade muito imperfeita, que precisa ainda de muito burilamento. Então, é evidente que em meio a isso, nós temos uma gama enorme de diferenças entre as pessoas, mas dificilmente alguém será 100% mal nesse nesta humanidade de provas e expiações ou ou 100% bom. Nós sempre teremos mesmo os mais maus. tem dentro dele algum lugarzinho aonde ele tem um fio de amor, porque a chama, a centelha divina de Deus está dentro de nós. Aquele reino que Jesus veio nos dizer, ele tá no nosso coração e é trabalhando todas essas coisas que nós vamos conseguindo encontrar esse reino, não é? E esse reino tem muito a ver com o nosso passaporte, que é o evangelho. O evangelho é o passaporte para esse reino dos céus, para esse reino de Deus. Jesus já é um cidadão deste reino e nós queremos também ser. Mas para isso nós precisamos transformar, nos transformarmos moralmente para que a gente possa ir galgando lentamente aquela escadinha das bem-aventuranças que tem um palestrante espírita, Simão Pedro, que tem um um uma palestra sobre o sermão da montanha, abordando nesse sentido, mostrando os sete passos evolutivos. do espírito humano. É muito linda, gente, essa palestra de Simão Pedro. Ela tá no YouTube, a gente só põe o Simão Pedro, palestrante espírita e o nome da palestra é o Sermão do Monte. E vale a
utivos. do espírito humano. É muito linda, gente, essa palestra de Simão Pedro. Ela tá no YouTube, a gente só põe o Simão Pedro, palestrante espírita e o nome da palestra é o Sermão do Monte. E vale a pena a gente assistir. Ele é maravilhoso, maravilhosa a abordagem dele. E a gente vê que eh os sete primeiros eh as sete primeiros, como é que diz? bema-aventuranças são uma precisa ser conquistada para que você possa galgar o próximo, o próximo, o próximo até chegar no topo dessa escada, não é? Que são bem-aventurados os pacificadores, que são aqueles que já estão naquele ponto que Jesus estava, porque Jesus nos disse: "Minha paz vos deixo, minha paz vos dou". Então tem mais uma bem-aventurança, logicamente depois dessa, mas que não é a oitava bem-aventurança, ela não diz respeito às coisas íntimas nossas, ao nosso crescimento interior, mas as coisas que vêm de fora, porque ela diz: "Bem-aventurados sereis vós quando vos injuriarem e vos caluniarem. Eh, porque você, enfim, é muito linda aquela última, mas aquela última tem a ver com as coisas que com certeza ao longo daquela subida ali, nós vamos estar sempre entrando em contato também com esses momentos e vai nos ajudando também a nos renovar e a nos fazer crescer. H, então vamos ver o que que a gente pode, né, fazer, né? A gente, então, esse essa figurinha dessa moça aí tá tá significando para mim isso, pare, eu quero pensar. Então, cada um de nós precisa parar e pensar, fazer aquela aquela aquele mergulho verdadeiramente fora de qualquer tipo de medo ou de tendência daqueles assim, a gente até fala muito naquele naquela síndrome de Gabriela, né? Eu nasci assim, eu vou ser assim, eu vou ser sempre assim. Tinha aquela música bonita história da Gabriela, né? E tem pessoas que é assim, eu sou assim mesmo, eu vou continuar sendo assim. Não, vamos parar um pouquinho, vamos parar e vamos pensar, gente. Vamos deixar as outras pessoas da nossa. Ah, mas fulano fez isso, Beltrano fez aquilo, eu também não posso. Vamos deixar tudo isso. Vamos pensar cada um
m pouquinho, vamos parar e vamos pensar, gente. Vamos deixar as outras pessoas da nossa. Ah, mas fulano fez isso, Beltrano fez aquilo, eu também não posso. Vamos deixar tudo isso. Vamos pensar cada um em nós mesmos. Então, a gente vai ver, a gente vai se perguntar o que que eu posso melhorar, o que que pode ser melhorado dentro de mim para que eu possaí eu lembrei da Eliane, né, me tornar, essa palavrinha que eu botei para você mais agradável a Deus, né? Como é que eu posso me tornar alguém que Deus fique mais feliz do comigo do que fique preocupado com o meu a demora da minha subida dessa escala, né? Então, vem na nossa mente várias e várias virtudes e e digamos assim, não vou dizer virtudes, eh, procedimentos, né? Um deles que eu coloquei como primeiro seria o autoconhecimento. Logo em seguida do autoconhecimento, eu botei a autocrítica, porque não é a mesma coisa. Autoconhecimento é uma coisa e autocrítica é outra, que a gente pode ver bem direitinho. Ah, tá, eu faço isso, mas também não, eu faço isso. O defeito, o erro é meu. Eu não tenho que passar para ninguém. Eu não tenho que terceirizar as minhas responsabilidades, são minhas. O outro, disciplina. Para mim, esse já veio no início da coisa, porque algo que eu preciso demais de resolver na minha existência terrena é a bendita disciplina. Eu não sou disciplinada. E Emanuel cansa de dizer, né? e cansou de dizer pro Chico, quando o Chico perguntou o que que ele deveria fazer para ele ser conseguir realizar aquela tarefa que tava sendo reservada para ele. E Emanuel falou três coisas, Chico. A primeira delas é disciplina, a segunda disciplina e a terceira disciplina. Então, e Chico foi disciplinado. Chico baixou a cabeça, assumiu a tarefa e a realizou com muito sucesso. E disciplina é importante porque a hora que a gente disciplina, que a gente se disciplina, aquela disciplina vira aquelas coisas que a gente disciplinadamente faz, viram hábitos. E se os hábitos forem ruins, é muito ruim. Mas a disciplina não leva a
te disciplina, que a gente se disciplina, aquela disciplina vira aquelas coisas que a gente disciplinadamente faz, viram hábitos. E se os hábitos forem ruins, é muito ruim. Mas a disciplina não leva a hábitos ruins. A gente se torna pessoas que automaticamente fazem ou reagem ou não vou dizer reagem, agem de maneira amorosa, benevolente, tolerante, enfim, afável. Uma outra, logo em seguida eu colocaria humildade, porque lá naquele sermão da montanha, a primeira bem-aventurança diz: "Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles será o reino dos céus". O reino dos céus está lá em cima quando ele chegar lá na na sétimo, no sétimo degrau, mas para ele começar aquela jornada, ele tem que ter humildade e saber que existe um espírito nele e que ele não sabe ainda nada. Porque humildade não é falar baixinho, humildade não é andar maltrapelho na rua. Humildade é a nossa perfeita consciência do nosso tamanho. Por isso que é importante o autoconhecimento. Você sabe onde você é pequeno e você sabe onde você é maior. E você vai usar o o menor para melhorar e o maior para compartilhar, tendo noção exatamente perfeita que nós não sabemos nada. O universo é muito maior e mais complexo do que qualquer coisa que a gente possa imaginar. E a gente ainda muitas vezes acha que já sabe tudo, né? Que não precisa mais de nada, porque ou nos tornamos cientistas famosíssimos que conseguimos conseguimos, digamos assim, como é que a gente fala? Clonar um ser vivo e, portanto, nem precisamos mais de Deus. Nós já somos capazes de fazer tudo isso. Então essa humildade é muito importante, a gente ter noção do nosso tamanho, né? A tolerância nem se fala, porque a tolerância é compreensão. A tolerância não é paciência. A tolerância é o entendimento. A paciência ela é muito boa, nós precisamos ter, mas a paciência vai muito da educação, né? Nós nós nos tornamos pacientes às vezes porque nos tornamos mais educados, mas não aceitamos de jeito nenhum e não entendemos. Não é aceitar, não entendemos.
mas a paciência vai muito da educação, né? Nós nós nos tornamos pacientes às vezes porque nos tornamos mais educados, mas não aceitamos de jeito nenhum e não entendemos. Não é aceitar, não entendemos. E a tolerância nos faz entender o que é muito melhor. O outro é a benevolência, que já devia ter vindo antes, porque olhos benevolentes, olhar benevolente, coração benevolente, né? Compaixão, acolhimento, é muito bom. E eu lembrei ainda de caridade, que é o resumo da benevolência, da indulgência e do perdão, né? E para terminar é o evangelho. Evangelho, evangelho, evangelho. Nós todos precisamos de uma dosagem muito alta de evangelho. Nós precisamos melhorar a nossa intimidade com Jesus. Nós precisamos ter vergonha de falar em Jesus, de mostrar que nós amamos Jesus, de mostrar que Jesus será sempre bem-vindo no nosso lar, na nossa família, na nossa cidade. Então, evangelho, gente, é muito importante. Tenhamos nós um evangeliozinho de bolso dentro da nossa bolsa, no porta-luvas do nosso carro, um evangelho assim, não é pra gente ficar fanática, não, mas é para ele tá próximo da gente, para naquelas horas às vezes de sufoco, o que que nos dá o amparo naquele momento senão Jesus. Então vamos fazer isso, né, que isso vai ser bom pra gente, para todos nós. E eu acho que eu encerrei por aqui, não sei como é que tá esse tempo, não é? Mas esse é apenas um recadinho que eu queria dar para vocês, um recado, digamos assim, não um recado, uma mensagem que me saiu do coração, entendeu? para que a gente possa refletir cada um de nós sobre a nossa conduta, o quanto nós estamos deixando de nos olhar para olhar esse argueiro no olho do nosso vizinho. E com isso eu agradeço muito a atenção de todos vocês e desejo-lhes todos uma boa noite. Obrigada. Eu demorei muito. Obrigado. Muito bom essa esse O tema de hoje realmente eh a sempre que nós olhamos pro mundo e às vezes queremos terceirizar os nossos problemas, né, dizer que, ah, esse foi responsável por isso ou aquele foi responsável por
esse O tema de hoje realmente eh a sempre que nós olhamos pro mundo e às vezes queremos terceirizar os nossos problemas, né, dizer que, ah, esse foi responsável por isso ou aquele foi responsável por outras coisas, o evangelho vai nos colocar para olhar para nós mesmos, nós olharmos para nós mesmos, né, e pensar assim: "Bom, que encarnação é essa que eu escolhi para mim, não é? E que desafio que é esse que Deus tem para mim evoluir, né? para mim evoluir, para mim educar, para mim ensinar. É uma belíssima exposição de hoje, né? A Dores foi muito, a Nores foi muito feliz hoje, né? A exposição. Mas é isso. Então, vamos então nos preparar pro nosso encerramento. Vamos então nos colocando assim numa posição confortável, vamos serenando a nossa mente, vamos, né, já reduzindo as luzes, né? Pode reduzir as luzes e vamos fechando os olhos. Vamos convidando os nossos irmãos médiuns a já se posicionarem aqui ao redor do salão. Vamos aproveitar o embalo dessas notas musicais para que a gente possa também deixar que os nossos irmãos espirituais nos embalem aqui neste encerramento. Respiremos profundamente esses fluídos benéficos, esses fluídos medicamentosos que os nossos benfeitores amigos prepararam para cada um de nós. Saibamos abrir a nossa mente, o nosso coração para receber aqui essas vibrações de paz e de amor dos nossos irmãos, que levando os pensamentos ao alto, mentalizemos Jesus, nosso mestre amado. Conversemos com Jesus que nos ouve a todos os instantes. Amado mestre, como é bom, Senhor. Como é bom saber da sua existência, conhecer os seus ensinamentos, estudar a tua palavra, a sua sabedoria. O Senhor que veio ao mundo trazer luz à humanidade e assim iluminou os corações de cada um de nós. Senhor, não há mais noite, não há mais escuridão, pois o seu sol, o sol do evangelho, ele brilha nos nossos corações, Senhor. Muito obrigado por isso, mestre. E nessa compreensão, Jesus, de que somos tão pequenos diante da tua presença, tão sábia, tão amorosa, nós nos colocamos aos teus pés,
ilha nos nossos corações, Senhor. Muito obrigado por isso, mestre. E nessa compreensão, Jesus, de que somos tão pequenos diante da tua presença, tão sábia, tão amorosa, nós nos colocamos aos teus pés, mestre, para que o Senhor possa compartilhar conosco todos os teus ensinamentos e nos elevar. nos eleva, Senhor, nos consola, nos seque as lágrimas, Senhor, nos acalma as dores. Afasta a tempestade das nossas vidas, mestre, porque nós queremos seguir, queremos aprender, Senhor, a caminhar. Pois somos quais crianças, Senhor, no teu evangelho, ainda engateando, subindo esses degraus que nos levarão aos mundos superiores. Senhor, nos auxilia, mestre, a ter fé, a ter esperança no futuro. Nos mostra, Senhor, como o Senhor mostrou a todos aqueles que o cercaram há 2000 anos atrás. nos mostra, Senhor, onde estamos errando. Nos mostra onde podemos acertar mais, Senhor. Esteja conosco hoje, agora e sempre. E assim rogamos também que Deus, nosso pai maior, possa abençoar esta casa que nos recebe de braços abertos todas as semanas, sempre que precisamos. Abençoe esses trabalhadores, Senhor Pai. Abençoa cada um aqui presente, Deus. Abençoa nossos frequentadores, nossos trabalhadores. Abençoe as nossas famílias, Pai. Transforma nosso lar, Deus, num templo de paz, de amor e de harmonia. Local para nosso refazimento, para nossa pacificação, onde vamos lá meditar, descansar e também aprender, por não? Pois o lar é essa grande escola, não é? preparada a cada um de nós. E assim vamos nos despedindo desse instante com muita paz no coração e que essas luzes produzidas aqui, Senhor, possam nos acompanhar assim até as nossas casas, iluminando o nosso destino, iluminando a nossa casa. Muito obrigado. Que assim seja.
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