O AMOR ABRE CAMINHOS - Tatiana Goes [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 26/08/2025 (há 7 meses) 1:01:41 647 visualizações

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Transcrição

Obrigado a comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na >> Meus irmãos, boa noite. Aqueles que aqui vem pela primeira vez, sejam bem-vindos. E aqueles que nos prestigiam sempre com a sua presença, receba também o nosso abraço fraterno. Pedimos aqueles que têm celular, que acho que são pouquíssimas pessoas que o têm, né, que o mantenha no modo silêncio ou desliguem, por favor. O livro O Espírito da Verdade, dinheiro e amor. Diante do bem, não pronuncia a palavra impossível. Certamente sofre da dificuldade dos que herdaram a luta por preço dos das menores aquisições. Ainda assim, lembra-te de que a virtude não reside no cofre. Onde encontrarias ouro puro a fazer-se pão na caçarola dos infelizes? Em que lugar surpreenderias frágil cobertor tecido de apólicas a criança largada ao colo da mãe? Entretanto, se o amor te faz lume no pensamento, arrebatarás a imundícia derradeira sobra da mesa, convertendo-a no caldo reconfortante para o enfermo esquecido, e farás do pano pobre o abrigo providencial em favor de quem passa relegado em tempérie. Uma garganta de pérolas não emite pequena inafrase consoladora e um crânio esculpido de pedras raras não deixa passar leve fio deação. Todavia, se o amor te palpita na alma, podes falar a palavra renovadora que exclui o poder das trevas e inspirar o trabalho que expresse o apoio e a esperança de muita gente. Respeita a moeda capaz de fazer o caminho das boas obras, mas não esperes pelo dinheiro a fim de ajudar. Hoje mesmo em casa, alguém te pede entendimento e carinho. E além do reduto doméstico, legiões de pessoas aguardam-te os gestos de fraternidade e compreensão. Recorda que a fonte da caridade tem nascedouro em ti mesmo e não descreas da possibilidade auxiliar. Para transmitir-nos semelhante verdade, Jesus, a só sem finança terrestre, usou as mares de um lago simples, ofertou simpatia aos que lhe buscavam a convivência, confortou os enfermos da estrada, falou do reino de Deus a alguns

nte verdade, Jesus, a só sem finança terrestre, usou as mares de um lago simples, ofertou simpatia aos que lhe buscavam a convivência, confortou os enfermos da estrada, falou do reino de Deus a alguns pescadores de vida singela e transformou o mundo inteiro, revelando-nos assim que a caridade tem o tamanho do coração. Ei, mei, nós aproveitamos um instante para pedir a Deus, o criador universal de todas as coisas, pedir a Jesus, o tutor das nossas almas e pedir esses abenegados amigos espirituais, especialmente os nossos anjos guardiães, ao mentor espiritual desta casa, o Dr. Bezerra de Menezes para que nos abençoe. Abençoe também, Senhor, aqueles que estão na nossa tela mental, aqueles que nos parece de tão difícil convivência e aqueles, Senhor, que estão a vagar pelas ruas em busca tão somente do pão material, que possamos levar o lenitivo da prece, dizendo: Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade aqui na terra quanto no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje, Senhor. Perdoa as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixes cair em tentação, mas livra de todo o mal. E que assim seja. Meus irmãos, vamos passar para palavra paraa nossa irmã Tatiana Gois, que vai nos brindar hoje com o amor abre caminhos. Olá. Hoje eles resolveram testar eh eu usar esse microfone aqui de lapela, porque eu acredito que eu sou a pessoa que mais bato no microfone, porque eu não se consigo falar sem as minhas mãos. E o tema de hoje é um tema muito interessante. É um tema que com certeza cabe pro momento presente e ao mesmo tempo é um tema para que a gente consiga possa refletir o que vem a ser esta palavrinha ou este sentimento ou essa característica que a gente consegue desenvolver que se chama amor. Primeiramente, eu trouxe um poema de Caliil Gibran, do livro Profeta. É um livro que todos tabira da cama, tá? A minha querida irmã Germana aqui da da casa, né? Colega da Comunão Espírita de

ama amor. Primeiramente, eu trouxe um poema de Caliil Gibran, do livro Profeta. É um livro que todos tabira da cama, tá? A minha querida irmã Germana aqui da da casa, né? Colega da Comunão Espírita de Brasília, eh ela deu o nome do filho dela de Caliil. E aí eu desisti colocar o nome do meu filho de Caliil e de Gibran. Eu também queria botar o nome do meu filho de Leon ou de Denis por causa de Leon Deni. Então ficou Rafael mesmo. Mas eu trouxe para vocês eh um poema inicialmente deste grande poeta libanês que foi eh, digamos assim, que teve a sua vida nos Estados Unidos, conseguiu espalhar pro mundo as suas palavras grandiosas e que com certeza cabem e encharcam de amor os nossos corações. o amor. E alguém disse: "Fala-nos do amor. Quando o amor vos fizer sinal, segui-o, ainda que seus caminhos sejam duros e difíceis". Eu vou ler aos poucos para que a gente entenda as palavras de Cal de Branco. Quando o amor bater a sua porta, segui-o, ainda que seus caminhos sejam duros e difíceis, costumamos vincular o amor ao nosso ego, a satisfação pessoal, como se precisássemos ser amados para sermos felizes. É exatamente o contrário, porque quanto mais eu dou, mais eu recebo. Por isso que ele frisa aqui nesta no início do seu grandioso poema, ainda que seus caminhos sejam duros e difíceis, porque vocês há de concordar comigo que muitas vezes amar é difícil e nos gera uma um certo trabalho íntimo para que a gente consiga amar verdadeiramente aquela pessoa que muitas vezes vezes nos agride, nos fere, não nos entende como a gente acha que deve ser entendido, compreendido, mas construir dentro de nós este amor verdadeiro, este amor que transforma, vai de encontro, com certeza, com o nosso aprimoramento moral e espiritual. Nós não viemos para cá para sermos amado. Nós viemos para cá para doar, para sair do nosso casulo íntimo e abraçar a vida e todos aqueles que porventura, cruzarem o nosso caminho. Portanto, o caminho do amor não é um caminho fácil, não é um caminho simples, é um caminho

, para sair do nosso casulo íntimo e abraçar a vida e todos aqueles que porventura, cruzarem o nosso caminho. Portanto, o caminho do amor não é um caminho fácil, não é um caminho simples, é um caminho duro e difícil, porque requer esse buril pras nossas almas. É como se o nosso coração ainda fosse essa pedra endurecida que precisa ser lapidada para um dia se tornar um diamante reluzente a espargir o amor por onde quer que nós passemos. E quando as suas asas vos envolverem, entregai-vos, ainda que a espada escondida na sua plumagem possa vos ferir. muitas vezes a entrega por este para realmente a gente produzir este amor incondicional a partir dos nossos sentimentos e do nosso coração, do nosso sentir, pode nos ferir de alguma maneira, porque ainda somos seres egóicos. A gente ainda quer muito mais o retorno de algo que a gente doa, que a gente compartilha do que efetiva, desculpa, do que efetivamente doar. Mas como um espírito recentemente falou no grupo mediúnico, uma frase a gente deve repetir constantemente em nossos pensamentos, muito mais voltados a reclamações, a sentimentos ruins, a pensamentos negativos. O pensamento que a gente deve constantemente repertir é: quanto mais eu dou, mais eu recebo. Quanto mais eu amo, mais eu recebo. Vamos aprender e vamos colocar esse deverzinho de casa em prática no nosso dia a dia, repetindo constantemente. A pessoa chega e vem nos ferir, porque a asa do amor pode ter uma espada escondida em suas plumas. Então eu devo repetir mentalmente: quanto mais eu amo, mais eu recebo. Quanto mais eu dou, mais eu recebo. afastando assim os pensamentos negativos, a aproximação do mal, aqueles espíritos que encontram uma brecha nas nossas fraquezas morais para alimentar dentro de nós o desequilíbrio, a insatisfação, a infelicidade, as reclamações, seja lá o que o vale. Então, se eu conseguir repetir na minha mente constantemente, quanto mais eu dou, mais eu recebo. Quanto mais eu amo, mais eu recebo. afastando aqueles pensamentos que se

mações, seja lá o que o vale. Então, se eu conseguir repetir na minha mente constantemente, quanto mais eu dou, mais eu recebo. Quanto mais eu amo, mais eu recebo. afastando aqueles pensamentos que se conectam com aqueles nossos queridos irmãos, encarnados e desencarnados que estão apenas ali para nos puxar, para nos lembrar que somos seres em evolução, que ainda temos muito mal dentro de nós a ser lapidado. E aí quando ocorre essa sintonia, nós nos afastamos do sentimento do amor. Bom, e quando vos falar o amor, acreditai nele, apesar de a sua voz poder quebrar os vossos sonhos como vento norte ao sacudir os jardins. Muitas vezes a gente se consorcia com alguém, né? resolvemos conviver com aquela pessoa que será o amor paraa vida toda ou doamos o nosso amor que a gente acha que é incondicional a um filho, a um parente, uma mãe, um pai, um cônjuge. Em algum momento os nossos sonhos podem ser sacudidos como o vento norte sacode os jardins, porque os nossos sonhos ainda são terrenos. Os nossos sonhos ainda estão somente por aqui. E muitas vezes a gente acredita que vamos ser preenchidos, porque nós trazemos muita incompletude normal associada ao nosso estágio evolutivo. O nosso entendimento das coisas entre o céu e a terra ainda é opaco. enxergamos muito mais o passado que nos que nos escraviza a partir de pensamentos que nos invadem e a gente começa a repetir: "E se eu tivesse feito diferente? Eu devia ter dito aquilo naquele momento. Eu não devia ter aceito aquele convite? Por que que eu aceitei aquela pessoa na minha casa? Porque eu não fui embora naquele momento antes de cometer aquela atrocidade e os porquês nos invadem, nos trazendo muita incapacidade, nos congelando, inessando o nosso perespírito, fazendo com que as nossas vibrações dos nossos centros de força não circulem e a gente não consegue espardir aquilo que a gente produz dentro de nós para envolver primeiramente a nós mesmos para depois atingir o nosso semelhante. O que foi já foi. As decisões não tomadas não foram

gente não consegue espardir aquilo que a gente produz dentro de nós para envolver primeiramente a nós mesmos para depois atingir o nosso semelhante. O que foi já foi. As decisões não tomadas não foram tomadas por algum motivo. Mas se eu plantar na minha cabeça que o passado não me define, eu não sou o meu passado, eu sou o meu presente e no hoje, no agora, porque o meu perespírito é plástico, eu consigo trazer em torno da da minha aura, da minha alma, do meu ser. sentimentos diferentes. E por ser e por eu ter um perespírito plástico, eu consigo obviamente moldar o meu corpo físico de uma maneira diferente, afastando as doenças físicas, afastando o desequilíbrio. Mas eu preciso de disciplina. Eu preciso ter claro na minha mente e no meu coração os desígnios, o objetivo, aquilo que eu realmente desejo para minha vida futura. E se eu pensar na vida futura, se eu entender que eu viverei para sempre, para sempre. E o para sempre pode ser leve, suave, assim como o julgo de Jesus. Pode ser tranquilo, porque eu tenho uma capacidade interna de plantar e semear dentro de mim a tranquilidade. É óbvio que trazemos a nossa história, a história dos nossos pais, a história de escassez que a gente enxergou na nossa casa, nas nossas relações familiares, a falta de amor que a gente recebeu, a falta de amor que não compartilhamos, que fomos incapazes de compartilhar. Somos criaturas que trazemos um arcabo complexo de sentimentos, vivências, escolhas. A partir do nosso livre arbítrio, entre aspas, até porque o livre arbítrio ele se dilata e ele se expande com o nosso crescimento e aprimoramento moral, espiritual. Quanto mais eu compreendo as coisas entre o céu e a terra, quanto mais eu me autocompreendo, quanto mais eu for gentil comigo mesmo, mas eu vou me tornar uma pessoa feliz, porque a felicidade ela está intimamente ligada com as minhas escolhas. E essas escolhas, esse meu livre arbítrio, portanto, ele se expande paulatinamente a partir do momento que eu me autoilumino. Mas como eu posso me autoiluminar?

imamente ligada com as minhas escolhas. E essas escolhas, esse meu livre arbítrio, portanto, ele se expande paulatinamente a partir do momento que eu me autoilumino. Mas como eu posso me autoiluminar? Que decisões eu devo tomar? Que que eu posso fazer para me sentir mais feliz? Porque se o amor pode me transformar, que amor é esse? Porque eu doei tanto para tanta gente e só obtive essas palavras são comuns entre nós, só obtive talvez um mau agradecimento, mas o amor que a gente doa, o amor que a gente expande, que a gente compartilha, não tem como objetivo primordial o reconhecimento. Porque seu desejo o reconhecimento, assim como nos diz Jesus, eu já obtive a tudo o que eu preciso, então eu não tenho que receber mais nada. O amor ele é descom Não, ele é comprometido, mas ele com certeza ele ele não quer, ele não precisa ser visto, ele não precisa ser enxergado, ele apenas precisa ser doado. E é muito importante que a gente revisite alguns momentos das nossas vidas para que a gente entenda os porquês de determinadas atitudes daquelas pessoas que nos circundam. Eu fiz uma viagem recente muito interessante. Eu quis entender a família da minha mãe, eh, de onde eles vieram, os porquês de muitas dores, os porquês de muito desequilíbrio, de muito sentimento, de eu te dei, você não me deu em troca, eu te doei e você não me foi recíproco. E muita mágoa, muita dor carregada e muitos corações. A minha mãe é, ela é do Rio Grande, originária do Rio Grande do Norte. A família da minha mãe saiu de uma cidadezinha no sertão do Cridó, que eu sempre ouvi falar dessa dessa cidade chamada Currais Novos. Há duas semanas atrás, eu resolvi ir para Natal. Eu aluguei um carro e fui conhecer o sertão do Ciridó. Eu fui para Corrais Novos, eu fui para Acari conhecer o Açud, porque diziam a minha família, dizia a minha família que naquela região chuva era uma vez por ano se chovesse. Um lugar de muita escassez, mas ao mesmo tempo de muita prosperidade e de muita história de pessoas que lutaram para a

, dizia a minha família que naquela região chuva era uma vez por ano se chovesse. Um lugar de muita escassez, mas ao mesmo tempo de muita prosperidade e de muita história de pessoas que lutaram para a sua sobrevivência. Naquele momento que eu cheguei naquela cidade extremamente limpa, eu tive uma impressão totalmente diferente do meu imaginário. A Cari foi considerada a cidade mais limpa do Brasil, recebeu este selo, tá? Pode não ter água, mas tem flores na porta e na varanda. São duas cidades pequenininhas, Acari e Currais Novos no Rio Grande do Norte, mas umas duas cidades prósperas de energia de amor descomprometido e descompromissado. Amor simplesmente para ser transmitido e compartilhado. Eu quis entender o porquê da dor da minha família. foi a forma de eu revisitar a história daqueles que construíram a minha história. E eu acredito muito que a gente deve revisitar a história daqueles que nos deram a oportunidade de construir a nossa própria história. De lá eu desci para Salvador na Bahia, de onde o meu pai é originário. Passei três dias e levei meu filho, que nunca tinha ido para Salvador. E foi uma viagem onde eu busquei as minhas raízes, mas principalmente eu quis buscar as minhas raízes internas, porque a gente carrega sim muita dor que não é nossa. A gente carrega assim muito rancor e muito peso que a gente não precisa carregar. E eu entendi que o lugar deles, a história deles é foi a história deles e que hoje eu me orgulho, mas eu tenho a minha própria história. A doutrina espírita me ensinou com a profundidade maravilhosa que nós somos indivíduos e que a nossa individualidade se faz a partir das nossas escolhas pessoais. Ninguém faz por nós ou fará por nós aquilo que é da nossa obrigação, aquilo que é aquilo que depende do nosso primeiro passo, da nossa atitude, da nossa vontade em nos autodisciplinarmos, porque a conquista da felicidade, ela é uma conquista individual. Então, a dor daqueles que nos geraram e que nos fizeram a a nossa história, o nosso sobrenome, nada mais representou

todisciplinarmos, porque a conquista da felicidade, ela é uma conquista individual. Então, a dor daqueles que nos geraram e que nos fizeram a a nossa história, o nosso sobrenome, nada mais representou do que um aprendizado profundo. Um aprendizado que nos trouxe até aqui, que a gente deve fazer um suco disso tudo, de preferência um suco com água de coco, caju batido, muito gelo e um pouco de limão sem açúcar. Porque o caju é extremamente doce. Eu tive oportunidade de tomar esse suco por lá. Então, um suco disso tudo para que a gente entenda o suco interno que a gente tem para espremer e para nos entender. Muitas vezes a gente repete atitudes que não são nossas. A gente toma decisões como se a gente carregasse uma culpa por existir. Não temos culpa de nada. Nós só temos o momento presente e o nosso hoje. E o amor ou a prática deste amor ou este amor desinteressado, este amor que irá construir a nossa história presente, pode ser algo grandioso e maravilhoso, transformando a história dos nossos da das nossas vidas. E se pararmos para pensar que a partir das nossas escolhas nascemos exatamente na família com biotipo, fenótipo, genótipo. Exatamente. E de acordo com a nossa necessidade de evolução moral, espiritual, a gente pode olhar no espelho, enxergar muitos traços daqueles que vieram antes de nós, mas ao mesmo tempo olhar nos nossos próprios olhos e falar: "Tá tudo bem, tá tudo bem no seu mundo, no meu mundo. A partir de agora, eu estou com você. Quem? você mesmo, porque afinal de contas nós nunca estaremos sós e nunca estamos sós. Nós sempre estamos, sempre estaremos e estamos acompanhados por estes espíritos desencarnados que nos amam e que apostam todas as suas fichas na nossa evolução moral, espiritual. Que a gente aproveite esta existência, no aqui e no agora, esta existência que a gente pediu tanto para ter. Existem tantos espíritos que pedem, que solicitam uma oportunidade de mais um reencarne. E a gente teve essa oportunidade. E aí a gente faz, tá fazendo o que com

ncia que a gente pediu tanto para ter. Existem tantos espíritos que pedem, que solicitam uma oportunidade de mais um reencarne. E a gente teve essa oportunidade. E aí a gente faz, tá fazendo o que com essa oportunidade, né? minando um corpo físico que não é nosso emprestado, minando uma mente, um pensamento que tem uma força geradora de vida e criadora de realidade que a gente ainda mal conhece. O que que a gente tá fazendo com a oportunidade que nos foi dada de mais uma existência? O que que a gente tá vibrando? Que tipo de reclamação ou de insatisfação estamos plantando dentro de nós mesmos? Em vez da gente exigir que o outro seja grato, que sejamos gratos. Nós é que precisamos agradecer a todo momento e em todos os instantes. agradecer por essa oportunidade sublime e maravilhosa de mais uma vez aqui estarmos em meio a outros encarnados também desejosos dessa conquista da felicidade perene para os seus corações, mas que possamos dar o exemplo do caminho a ser seguido, porque as escolhas são diárias e a todo instante. Eu fiz do ano passado para cá algumas escolhas pessoais duras contra mim mesma. Eu não como mais açúcar, trigo, leite, derivado, boi, porco. São escolhas minhas. Eu resolvi mudar totalmente a característica da minha vida, porque eu passei por algumas doenças graves no passado. Eu tive câncer de mama, tive outros problemas de saúde e aí eu usei a o conhecimento que eu possuo coisas entre o céu e a terra, que eu aprendi aqui nesta casa. Afinal de contas, eu cresci aqui. Sei lá, né, seu Abadio, com quantos anos eu cheguei por aqui, resolvi colocar em prática o que que eu preciso fazer para ser, de que forma eu posso moldar o meu perespírito para que a dor não bata mais a minha porta ou se bater, que ela me sirva de aprendizado para que em mais um degrau me auxilie na minha evolução espiritual, porque eu não sei vocês. Eu quero fazer o máximo agora no presente, no momento que eu estou vivendo, porque eu gostaria, quem sou eu para querer algo, mas eu gostaria de merecer reencarnar no

iritual, porque eu não sei vocês. Eu quero fazer o máximo agora no presente, no momento que eu estou vivendo, porque eu gostaria, quem sou eu para querer algo, mas eu gostaria de merecer reencarnar no em um mundo regenerado. A gente reclama tanto de violência, a gente liga a televisão e e e somos enchacados por pensamentos negativos, depreciativos de outras nações, de outras pessoas e tudo mais, não é verdade? Mas o que eu estou fazendo para tirar a violência de dentro da do meu coração, dos meus dias, dos meus pensamentos? De que forma eu estou disciplinando a minha mente, as minhas palavras, a minha boca, os meus olhos? Me lembrei até agora de uma poesia de Alta de Souza que eu tenho a caridade na boca porque ao falar eu posso ferir alguém e se eu ferir alguém eu estarei atraindo para mim a a a justamente eu estarei construindo para mim a energia que eu joguei no outro, que eu tenha caridade nos olhos, porque o defeito do meu semelhante nada mais é do que algo que ele tem que melhorar, quem sou eu para criticar, que eu tenha caridade. nos ouvidos. Porque quando me chamarem para falar mal de alguém que não está ali, isso é um hábito que a gente tem. E eu descobri que é um hábito herdado pelos portugueses, né, pela nossa colonização. Quantas vezes a gente se reúne para falar mal de quem não está presente de forma injusta, cruel, sem que a pessoa consiga se defender. E o que que a gente faz? A gente abre a porta nesse instante para obsessão espiritual. A gente fala assim: "Ô pessoal, pode vir, pode entrar na minha casa, a porta tá aberta, porque eu sou incapaz de amar o meu semelhante como a mim mesmo. Como eu sou incapaz de me autoamar, como eu sou incapaz de perdoar a mim mesmo. Porque eu fico pensando no passado, a culpa é de algo, a culpa é de alguém, a culpa sempre é de alguma coisa que aconteceu com a gente em algum momento, mas nunca é da nossa responsabilidade. Até porque culpa é algo que a gente deve deixar de lado. Culpa não existe. Nós somos seres aqui encarnados com objetivo de

conteceu com a gente em algum momento, mas nunca é da nossa responsabilidade. Até porque culpa é algo que a gente deve deixar de lado. Culpa não existe. Nós somos seres aqui encarnados com objetivo de aprendizado. A gente tá passando por diversas experiências, diversas situações onde são colocadas no nosso caminho pessoas para que a gente consiga realmente ajudar a transformar a vida delas. Contei para você que eu estive em Salvador. Entrei numa loja para comprar um chinelo e as duas vendedoras estavam falando e uma dela dizendo: "Eu vou falar para aquela pessoa, eu não suporto mais ele e não sei o quê. E eu já não". Falou um monte de coisa e eu tentando pagar o chinelo e uma reclamando da vida pra outra. Eu olhei pr pra moça que estava reclamando profundamente e disse o seguinte para ela, falei assim: "Olha, por que que você não tenta mudar a vibração dos seus pensamentos? Você tá repetindo para si mesmo muita coisa negativa. Talvez você não queira as consequências desse pensamento de forma repetitiva, martelando aí dentro de você. Tenta agradecer. E até fiz uma recomendação para ela. Vou recomendar a vocês. Luise Rei foi uma precursora desses pensamentos positivos. Eu assisti inclusive uma palestra de Divaldo citando a maravilhosa Luise, que eu sempre a amei e amarei porque ela, eu tive um tio que faleceu no período da Aides, né, que realmente foi aquele início da década de 90, um momento foi um momento muito difícil pra minha família e a Luíse se misturava em meio àquele monte de pessoas com diagnóstico de HIV, que hoje a gente não pode mais falar a palavra Aides, né, com diagnóstico de de HIV e abraçava e dizia para todos que amavam, que que os amava. E aí eu disse para aquela moça, por que que você não muda a sua forma de pensar? Ela encharcou os olhos de lágrima, eu abracei, consegui pagar finalmente meu chinelo e fui embora. E é interessante como esse mau hábito visita as nossas casas, principalmente a nossa casa mental. E depois a gente vai reclamar, por que acontece isso comigo? Por que o

mente meu chinelo e fui embora. E é interessante como esse mau hábito visita as nossas casas, principalmente a nossa casa mental. E depois a gente vai reclamar, por que acontece isso comigo? Por que o mal bateu a minha porta? Por que que eu tô passando por esse sofrimento? E os espíritos da gente emergir na literatura de André Luiz, psicografia de Chico, a gente vai enxergar plenamente que nós somos os artífices do nosso próprio destino, que está em nossas mãos a capacidade ou a incapacidade de nos tornar felizes, que está nas nossas mãos efetivamente a responsabilidade, inclusive de transformar o quadro que a gente não gosta de ver ao nosso redor. Nós somos os pintores, nós somos os construtores. Mas onde, de onde parte tudo isso? Do nosso pensar. Como é que eu posso atrair o bem ou o mal pensando diferente? Lembra? Orai e vigiai para não caídes em tentação. Orai vigiai é no momento que aquele pensamento nos invade. Aquela pessoa fez isso. Por que aquela pessoa é aquilo? É. Não. Talvez aquela pessoa ainda não tenha descoberto. Ela é muito imatura ou ela praticou o mal desse tamanho e ela não sabe o que ela tá fazendo. Lembra de Jesus crucificado? Pai, perdoa-os. Eles não sabem o que fazem. Na verdade, a gente não tem que carregar dentro de nós essa mágoa profunda que muitas vezes a gente carrega fruto de um de um mau entendimento ou fruto talvez de um ego ou fruto talvez de uma de uma capacidade que a gente tem de agarrar aquilo que é desnecessário à nossas vidas e não deixar fluir. Nós somos criaturas de energia. Nós estamos aqui de passagem e a sintonia é nossa escolha. E a partir do momento que a gente consegue mudar a sintonia, se tá muito difícil, tem um passe aqui na casa que pode nos ajudar a mudar a nossa vibração mental. Tem um evangelho no lar, tem boas leituras que a gente pode levar para dentro da nossa casa. Ah, eu não gosto de ler. É só entrar aqui nas redes sociais. Tem muita meditação, muita música de de não sei quantos MHz que nos auxiliam a modificar

que a gente pode levar para dentro da nossa casa. Ah, eu não gosto de ler. É só entrar aqui nas redes sociais. Tem muita meditação, muita música de de não sei quantos MHz que nos auxiliam a modificar a nossa casa mental e a forma com que a gente vibra e a forma com que a gente se relaciona. Então, eu tenho sim escolha. Eu posso usar o meu livre arbítrio hoje para modificar uma sintonia que me traz consequências indesejadas. Tudo bem, eu não quero ter uma alimentação tão restritiva, mas eu posso fazer uma atividade física. Tu ah, mas eu não gosto de atividade física. Então, que eu faça com que os meus pensamentos, a minha mente, o meu cérebro faça uma ginástica mental de trazer para dentro de nós mesmos o equilíbrio. Porque amar querer reciprocidade. Amar é quando eu entendo outro, mesmo que ele esteja ido embora da nossa casa, depois de não sei quantos anos de convivência, aquela pessoa vira para você e fala: "Não quero mais estar do seu lado". E é interessante que se a gente analisar muitas separações ou muita coisa que aconteceu nesse sentido, se a gente, se isso aconteceu com a gente e a gente parar para analisar os nossos próprios pensamentos, a gente vai achar a raiz de onde isso tudo começou. É o momento que a gente chegou em casa e pensou, não suporto mais isso aqui. Nossa, que saco. Olha como é que ele tá me agredindo. Ela, ele, será quanto tempo que eu vou ter que aguentar viver nessa casa? Essa casa tá uma zona insuportável. Vamos analisar os nossos pensamentos, aonde que começou tudo, tá? Nunca esqueci. Trabalhei em banco muito tempo, saí de banco também há muito tempo. Hoje trabalho numa outra empresa e fui visitar uma certa feita uma colega minha que ainda tava trabalhando no banco, não é? E aí ela se tornou, inclusive a minha gerente da época. Fui lá visitá-la e ela tava tomando remédio para conseguir continuar trabalhando na agência bancária. Eu sentei na frente dela e ela só fez reclamar. Não suporto mais isso aqui. Todo cliente que me manda mensagem que eu tenho que atender,

médio para conseguir continuar trabalhando na agência bancária. Eu sentei na frente dela e ela só fez reclamar. Não suporto mais isso aqui. Todo cliente que me manda mensagem que eu tenho que atender, eu fico completamente desequilibrada. Eu vou ter que me afastar eh eh porque tá me gerando um burnout, tá me gerando muita coisa ruim, eu não tô conseguindo nem dormir. Aí passou o tempo, ela foi demitida, me ligou em prantos, fui demitida. Falei: "Ué, mas não era isso que você desejava?" Claro que não. Eu falei: "Não, você só reclamava do lugar onde você tava". Olha como é interessante como a gente, como a gente, sei lá, é incongruente, como a gente não tem nexo nenhum. O que eu penso é justamente o que vai gerar a minha realidade futura. Aí nós temos o livro Evolução em dois mundos, onde maravilhosamente a gente estuda uma parte lá sobre os fluidos. Quem quiser se aprofundar é um livro muito difícil, mas a gente pode ler também, estudar o capítulo Os fluidos na Gênese. E aí ali a gente começa a entender que nós estamos mergulhados no fluido cósmico universal. É como se eu eu costumo dar o exemplo com relação comparar com uma célula, né? Uma célula, ela tem lá o seu citoplasma, onde todas as organelas estão mergulhadas e essas organelas elas se entrecomunicam, se alimentando, trocando energia e tudo mais dentro desse citoplasma. Nós estamos mergulhados num citoplasma divino chamado fluido cósmico universal. os espíritos assim denominaram pela nossa dificuldade de entender profundamente o que vem a ser esse fluído cósmico universal, porque a gente ainda precisa eh desenvolver um pouquinho mais, entender um pouquinho mais eh de física, química, matemática, biologia e tudo mais para chegarmos a esse entendimento. Mas a gente começou a compreender com a doutrina espírita que nos trouxe e esse conhecimento, que tudo que existe no o universo está mergulhado neste fluído cósmico universal. Então nós temos os planetas, as galáxias, segundo a ciência, mais de 200 bilhões de sóis. Esses dias eu tava lendo sobre

e tudo que existe no o universo está mergulhado neste fluído cósmico universal. Então nós temos os planetas, as galáxias, segundo a ciência, mais de 200 bilhões de sóis. Esses dias eu tava lendo sobre um planeta que tem três sóis. um sol, uma, uma anã vermelha, um sol amarelo, um sol azul. E nesse planeta não existe a noite, não existe a escuridão, apenas a mudança de tonalidade da luz, tá? Depois vocês coloquem aí para pesquisar planeta de três sóis. Então, existe tanta coisa que a gente ainda não conhece no universo e ao mesmo tempo tudo isso está interconectado. Nós estamos trocando energia uns com os outros. Agora, nesse momento onde estamos tentando mudar a nossa sintonia mental, falando um pouquinho de amor, falando um pouquinho sobre aquilo que está acima do nosso conhecimento terreno, sobre coisas além do céu e da terra, sobre coisas além da nossa realidade, do nosso dia a dia pesado, onde nos mergulhamos absolutamente em situações ruins e pensamentos negativos. E esse fluido cósmico universal, como nos dizem os espíritos, ele se transforma em um fio condutor para tornar real aquilo que é produzido a partir do nosso pensar. Olha a responsabilidade que cada um de nós tem com relação àquilo que produz dentro de si mesmo. É como se nós fôssemos um dinamo, uma bomba de energia, jogando, espindo energia para todo lado, muitas vezes de forma desequilibrada, de maneira desproporcional, onde a gente quer só e simplesmente eh a satisfação pessoal, que seja na matéria, que seja em reconhecimento, seja lá o que for. E aí a gente esquece que a energia do amor, ela é uma energia que circula, é uma energia que compreende, é uma energia que entende, é uma energia que abraça, é uma energia que gera oportunidade, é uma energia que ama sem querer nada em troca. É uma energia que deixa ir. Porque quando a gente não deixa ir, a gente se inessa. Quantos espíritos vêm nos grupos mediúnicos serem atendidos, que perderam inclusive a mobilidade das mãos. Quantas pessoas a gente não conhece com doenças

ando a gente não deixa ir, a gente se inessa. Quantos espíritos vêm nos grupos mediúnicos serem atendidos, que perderam inclusive a mobilidade das mãos. Quantas pessoas a gente não conhece com doenças autoimune? Por que não? Artrose, uma série de outras doenças. doença aqui que a gente não fala o que deveria, guarda muita raiva, muita mágoa. Olha aí o Rashimoto, olha aí tantas doenças que a gente atrai pros nossos dias porque a gente não se autocompreende e não compreende que o outro também está do nosso lado de passagem. Nós não estamos aqui para permanecer aqui. Lembra da frasezinha? Meu reino não é deste mundo. Nosso reino efetivamente não é deste mundo. Não é do mundo material. A matéria nada mais é do que instrumento. Instrumento para nos facilitar um aprendizado importante para a nossa evolução moral, espiritual. Todos nós temos uma única certeza durante esta vida. A certeza é a morte. A certeza é o desencarne. E por que a gente sofre tanto quando um corpo sai, quando um espírito deixa a matéria? Nós não somos a matéria. Nós somos um espírito que tem um corpo. Nós não somos um corpo que tem um espírito. O corpo não é nosso. Ele tanto não é nosso que o envelhecimento durante a vida nos demonstra. Olha, tá vendo como tá envelhecendo? Tá vendo como tá ficando ruim se mexer? Tá vendo como ele tá adoecendo? Olha, você vai ter que deixar esse corpo em algum momento. E o que que tem dentro de você, dentro do seu coração, porque é isso que você vai levar de bagagem pro outro lado da vida. E a gente fica se apegando a coisas que vão passar. Eu preciso dar o meu melhor no hoje. Alguns espíritos dizem o seguinte: "De que adianta tantos projetos futuros? Eu não sei se o futuro eu vou desencarnar". de uma hora para outra, eu vou ter que deixar esse meu corpo físico e vou continuar vivendo que eu dei o meu melhor no meu hoje, porque absolutamente também o meu passado não existe. O meu passado foi apenas o caminho trilhado para eu chegar no aqui e no agora. E eu não sou aquela pessoa

ndo que eu dei o meu melhor no meu hoje, porque absolutamente também o meu passado não existe. O meu passado foi apenas o caminho trilhado para eu chegar no aqui e no agora. E eu não sou aquela pessoa que andou por aqueles caminhos. Eu não sou mais aquela pessoa que tomou aquelas decisões. Portanto, eu não tenho que dirigir paraa frente olhando pro retrovisor. O retrovisor apenas serve para que eu me oriente, mas eu não posso dirigir paraa frente olhando no retrovisor, até porque o passado ele não existe. O que que existe? Existe o meu hoje, o meu agora, o meu momento presente, as minhas escolhas que eu estou fazendo a cada segundo. Quando a gente evoluiu espiritualmente, nós adquirimos algo muito interessante que foi o pensamento contínuo. E esse pensamento contínuo, ele nos faz, obviamente, é redundante, ele nos faz pensar continuamente. Se ele nos faz pensar continuamente, ele nos faz fazer escolhas a cada segundo, a cada centésimo de segundo. E que escolhas eu tô fazendo? Eu posso ter escolhas conscientes? Eu posso ter escolhas conscientes. Eu posso dar o meu melhor no meu hoje. Mas de que forma? Na hora que o pensamento negativo envolver a minha mente, que eu pense quanto mais eu dou, mais eu recebo. Quanto mais eu amo, mais a vida se abre. E a vida é plena, é abundante. Que eu saiba construir castelos no meu interior, porque esse castelo íntimo eu vou carregar para onde eu for. De nada adianta eu ficar apegado nas minhas construções materiais e se elas existirem que eu seja grato. Mas que essas construções materiais que eu entenda, elas são apenas instrumento para algo muito maior que eu terei que realizar dentro de mim mesmo, porque eu não vou para lugar nenhum. dentro da doutrina espírita, a gente entende muito bem o que é o inferno, o que é o céu. A gente entende muito bem o que é o inferno, porque não existe um lugar que eu vou, não existe um céu, um inferno para onde eu for, eu vou ser designado, uma senha. Olha, você vai pro céu, você vai pro inferno.

tende muito bem o que é o inferno, porque não existe um lugar que eu vou, não existe um céu, um inferno para onde eu for, eu vou ser designado, uma senha. Olha, você vai pro céu, você vai pro inferno. O céu ou o inferno são as nossas escolhas íntimas. Eu nunca esqueço a capa do livro Céu e Inferno de Kardec, a capa antiga, né, que era um perfil olhando para lá, uma tempestade, uma nuvem negra, uma coisa meio tenebrosa e um perfil olhando pro outro lado, um sol, uma claridade, imagens maravilhosas, porque o meu céu e o meu inferno são as minhas escolhas íntimas. Se eu puder ficar em casa, que eu fique. Se eu não puder ir para algum lugar, que eu não vá. Mas que eu seja grato a tudo que me acomete durante a minha caminhada na terra, porque eu não vou ficar aqui. Se equivoca quem acha que vai ficar aqui. E aí a gente começa a reclamar: "Ah, porque tinha que mudar isso? O que que a gente pode mudar? O que que a gente pode transformar? A gente pode mudar as nossas decisões. A gente pode mudar o que a gente, o que tem dentro da gente. A gente não consegue mudar aquilo que a gente tá vendo na televisão. A gente não consegue mudar a decisão de alguém que tá do outro lado do mundo. A gente não consegue, mas a gente consegue pensar diferente, porque o amor com certeza, é a cura para tudo dentro de nós e fora de nós. As minhas escolhas têm que ser no aqui e no agora. E aí eu volto para terminar a poesia maravilhosa de Caliil. Quando vos falar, acreditai nele, o amor, apesar de a sua voz poder quebrar os vossos sonhos como vento norte ao sacudir os jardins. Porque assim como o vosso amor vos engrandece, também deve crucificar-vos. E assim como se eleva a vossa altura e acarecia os ramos mais frágeis que trem ao sol, também penetrará até as raízes, sacudindo o seu apego à terra. O amor nos sacode até as raízes para que a gente se desapegue das coisas da terra. Não descuide das coisas da terra, porque a matéria ela instrumenta, mas o apego nos inessa e não nos deixa seguir adiante. Como braçadas de trigo vos

para que a gente se desapegue das coisas da terra. Não descuide das coisas da terra, porque a matéria ela instrumenta, mas o apego nos inessa e não nos deixa seguir adiante. Como braçadas de trigo vos leva, malha-vos até ficardesn. Passa-vos pelo crio para vos livrar do joio. Mói-vos até a brancura, amassa-vos até ficar até ficardes maleáveis. O amor nos amassa até que a gente possa ficar maleável, como um bambu. Quem já ouviu a história do bambu? O bambu ele é flexível. O vento vem, a tempestade ele vai para lá, ele vem para cá, mas ele não cai. E ele é grandioso. Ele vai seguindo a luz e o céu. Portanto, e muitas vezes esse amor nos mói por dentro. Porque nós precisamos ser espíritos maleáveis e dóceis. Então, entrega-vos ao seu fogo, ao fogo do amor, ao que o amor pode produzir dentro de nós, para poder de ser o pão sagrado no fechinho de Deus, nos entregando a essa providência divina que tudo sabe por que eu tanto peço, por que eu não me entrego à providência. A gente acha muitas vezes que a divindade ou que Deus, Jesus, o anjo da guarda, protetor espiritual, seja lá o nome que a gente der pra mesma coisa, nós achamos que eles são mordomos. Olha, por favor, eu quero a cura, eu quero isso, eu quero. A gente tem que acreditar na providência divina completamente. Ele sabe muito mais o que é bom para nós do que a gente mesma. O nosso olhar, ele é opaco. Nós temos a cegueira da matéria. A gente tem as os nossos comprometimentos. A gente muitas vezes se emerge naquilo que é desnecessário, que a gente consiga se entregar a à providência. Se eu não entender o que está acontecendo, que eu me entregue e diga: "Tudo bem, é pro meu aprendizado, que eu possa aprender o máximo com essa com esta lição e que eu me entregue novamente à sua providência. Porque Deus é soberanamente justo e bom. Ele quer o nosso bem incondicionalmente. Ele não nos castiga. Ele não aponta os nossos defeitos. Ele não importa com os nossos erros, porque nós somos ainda muito ignorantes. A gente não se

sto e bom. Ele quer o nosso bem incondicionalmente. Ele não nos castiga. Ele não aponta os nossos defeitos. Ele não importa com os nossos erros, porque nós somos ainda muito ignorantes. A gente não se preocupa com o erro de uma criança de 5 anos de idade, porque a gente sabe que ele vai crescer. E nós somos essa criança de 5 anos de idade. A gente ainda vai crescer muito. Só que a gente tem que ter a opção do amor incondicional e entender que precisamos nos entregar a essa providência maravilhosa que sabe absolutamente o que é melhor para nós e de que forma que eu possa que eu posso receber essas energias que nos cercam a partir desse fluido cósmico universal que está em torno de nós. que eu me entregue a esta energia divina, que eu entenda, compreenda, que eu tenha fé. O último exemplo pra gente terminar, só pra gente entender o que que é fé. Digamos que todos nós estamos dentro de um avião. Esse avião começa a pegar fogo. Ele começa a pegar fogo. Aí sai todo mundo desesperado dando pra gente um para-quedas. A gente nunca pulou de para-quedas. Aí abre a porta do avião. Aí você tem que pular do avião. Aí o comissário de vol vai pula. Eu tenho que pular do avião. O avião tá pegando fogo. A única coisa que eu tenho é fé. Eu tenho que me jogar e me entregar ao desconhecido, mas com fé. e que eu compreenda, que eu aceite essa providência que absolutamente sabe todas as nossas necessidades. Então, que eu esvazie o meu pensamento, que eu respire fundo e que eu aprenda a vibrar diferente. Boa noite, meus irmãos, vem aí a nona mostra de articultura, desculpe, da comunhão espírita de Brasília. Teremos música, teatro, poesia, contação de história, artesanato, pintura mediúnica, palestras e gastronomia, doce, salgado e almoço no sábado e no domingo. Venha confraternizar conosco. Dia 5 de setembro, sexta-feira, 18 às 22 horas. dia 6 de setembro, sábado das 10 às 22 horas e dia 7 de setembro, que é um feriado também no domingo, das 12 às 21 hora, reserva essas datas e o local aqui na comunhão

ro, sexta-feira, 18 às 22 horas. dia 6 de setembro, sábado das 10 às 22 horas e dia 7 de setembro, que é um feriado também no domingo, das 12 às 21 hora, reserva essas datas e o local aqui na comunhão vem aqui no estacionamento, tá certo? Fazer a nossa prece. Nós vamos nesse instante agradecer ao Senhor da vida, agradecer a Jesus. e agradecer esses abnegados amigos espirituais que aqui estão ou estiveram conosco nessa noite. Agradecer pela oportunidade de servir, Senhor. agradecer pelo teto que nos abrica, agradecer pela família que temos, agradecer por esta cidade que nos acolhe, agradecer pelo dia de ontem, pelo dia de hoje e antecipadamente pelo dia de amanhã. Mas que amanhã possamos ser melhores do que hoje e que assim seja. Aqueles que vão fazer uso do passe, por favor, pode aguardar sentados que já serão chamados. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade.

idos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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