NOSSAS LUTAS INTERNAS - Regina Borges [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 07/10/2025 (há 5 meses) 45:36 973 visualizações

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Transcrição

de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi toda beleza. de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui. para agradecer de coração. Muito bom dia. Sejam todos muito bem-vindos, muito bem-vindas à Comunão Espírita de Brasília, tantos que estão aqui presencialmente no salão Bezerra de Menezes, também aqueles que nos acompanham pela internet, né, seja agora ao vivo ou posteriormente gravado. Sintam-se todos abraçados. aqui na estamos hoje, né, terça de manhã com a nossa irmã Regina Borges, trazendo o tema nossas lutas internas. Gostaria de saudar quem já chegou aqui no na internet, a Emiliana, Raquel, Fernanda, Isabel, Isabela, Juliana, a Cláudia, Cláudia Flávia, Cláudia Hernandes, a Riba Martins, Maria Luz Vieira, a Rosana, Rosana tá assumida do chat aqui do nas palestras, hein? Eh, sintam-se todos muito bem-vindos. Para ajudar a gente a acalmar nossos pensamentos, serenar nossos corações, eu vou ler um capítulo do livro Sinal Verde, de autoria de André Luiz, que foi recebido pelo médium Chico Xavier, né? Essa aqui é a capa nova que a FEB lançou, né? Para poder, mas o conteúdo é o é o mesmo do livro de alguns anos atrás. Capítulo 5. Entre cônjugues. Prossiga amando e respeitando os pais depois da formação da própria casa, compreendendo, porém, que isso traz novas responsabilidades para o exercício das quais é imperioso cultivar independência, mas a pretexto de liberdade não relegar os pais ao abandono. Não deprecie os ideais e preocupações do outro. Selecione as relações. Respeite as amizades do companheiro ou da companheira. É preciso reconhecer a diversidade dos gostos e vocações daquele ou daquela que se toma para compartilharnos a vida. Antes de observar os possíveis erros ou defeitos do outro, vale mais procurar-lhes as qualidades e dotes superiores para estimulá-los ao

ões daquele ou daquela que se toma para compartilharnos a vida. Antes de observar os possíveis erros ou defeitos do outro, vale mais procurar-lhes as qualidades e dotes superiores para estimulá-los ao desenvolvimento justo. Jamais desprezar a importância das relações sexuais com respeito à fidelidade nos compromissos assumidos. Não sacrifique a paz do lar com discussões e conflitos a pretexto de honorificar essa ou aquela causa da humanidade. Porque a dignidade de qualquer causa da humanidade começa no reduto doméstico. Não deixe de estudar e aprimorar-se constantemente sob a desculpa de haver deixado a condição de solteiro ou de solteira. Sempre necessário compreender que a comunhão afetiva no lar deve recomeçar todos os dias, a fim de consolidar-se em clima de harmonia e segurança. Então, André Luiz trazendo algumas reflexões, alguns convites, né? Eu vou até marcar aqui para ler mais tarde, né? Que o objetivo do André Luiz aqui é a harmonia do lar, né? E ele tá ancorando aqui na nossa relação com a nossa companheira, o nosso companheiro que escolhemos nesta vida, né, para compartilhar. Então é algo que a gente precisa realmente estar atento, né, nos nossos dia a dia. Após essa reflexão, agradecemos a Deus, nosso pai por esta oportunidade de estarmos aqui reunidos. a Jesus, nosso mestre, nosso amigo, que ampara a cada um de nós deste planeta Terra, a toda a espiritualidade que aqui se faz presente, também o nosso agradecimento por estar preparando este momento muito antes da gente aqui chegar, que a gente possa serenar nossos corações, acalmar nossos nossos pensamentos e prestar atenção nas palavras que serão ditas e internalizarmos elas em nossas vidas. Ampare, Senhor, nossa irmã Regina para que ela possa ser intuída em seus pensamentos e com sua palavra trazer conforto e consolo para os nossos corações. Que assim seja. Olá, bom dia, meus irmãos e minhas irmãs. Sejam todos muito bem-vindos. Eu quero cumprimentar também com muita alegria os nossos irmãos internautas que nos

olo para os nossos corações. Que assim seja. Olá, bom dia, meus irmãos e minhas irmãs. Sejam todos muito bem-vindos. Eu quero cumprimentar também com muita alegria os nossos irmãos internautas que nos acompanham pelas mídias de comunicação ou que depois assistirão essa nossa reflexão eh pelo YouTube. Eh, hoje, como Anderson já comentou, o tema da nossa reflexão é nossas lutas internas. E eu busquei inspiração para esta reflexão neste livro Pão Nosso. Eh, eu gosto muito de ter a orientação das mensagens eh principalmente de Emanuel, que era o mentor espiritual de Chico, que ditou a ele obras maravilhosas. E essa aqui é uma da das obras da coleção de Emanuel Pão Nosso. E eu fui lá na mensagem eh 160. Eh, Emanuel, como eu sempre lembro, ele tinha a prática, né, de buscar eh um versículo do Evangelho ou das epístolas ou dos Atos dos Apóstolos. E aí ele nos presenteia com uma bela reflexão acerca do versículo escolhido. E hoje ele foi lá na carta de Paulo aos Efésios, no capítulo 6, versículo 12, que diz o seguinte: "Por não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas sim contra os principados, contra as potestades, contra os princípios das trevas deste século, contra as hortes espirituais da maldade nos lugares celestiais. Bom, é uma mensagem longa, eu não vou ler toda. Nosso tempo aqui é curto, né? Então, quem me conhece sabe que eu tenho essa prática de buscar a ideia principal da mensagem de Emanuel, né, pra gente conversar um pouquinho. E hoje não foi diferente. Então, eu assinalei aqui alguns parágrafos sobre os quais nós vamos eh fazer uma breve reflexão. E o primeiro parágrafo que eu separei é o seguinte, eh são palavras do espírito Emanuel. A grande luta não reside no combate com o sangue e a carne propriamente, mas sim com as nossas disposições espirituais inferiores. Bom, aqui Emanuel vem nos explicar que Paulo aqui ele vem confirmar, na verdade o que Paulo, que o apóstolo Paulo falou, que as nossas grandes lutas nessa nossa trajetória de aprendizado, de evolução

Bom, aqui Emanuel vem nos explicar que Paulo aqui ele vem confirmar, na verdade o que Paulo, que o apóstolo Paulo falou, que as nossas grandes lutas nessa nossa trajetória de aprendizado, de evolução nesse planeta de provas e expiações, que as nossas grandes lutas elas não são contra os nossos companheiros. de jornada, sejam eles encarnados ou desencarnados. Mas as lutas muitas vezes mais difíceis, mais delicadas são aquelas que nós travamos contra nós mesmos. na tentativa de superarmos as nossas mazelas, os nossos comportamentos, a nossa conduta equivocada diante da vida. Somos espíritos que trazemos emblemadas em nós, muitas emblemados em nós, muitos comportamentos, muitas práticas equivocadas que vem de jornadas de encarnações, de reencarnações sucessivas em que nós praticamos os mesmos deslizes, os mesmos erros, porque não aprendemos ainda trabalhar as nossas emoções, educarmos os nossos pensamentos, porque eles vão refletir nas nossas escolhas, na nossa conduta, no nosso comportamento diante da vida. Então, o que Paulo vem lembrar aqui e que Emanuel nos confirma é justamente isso, que a as nossas lutas mais difíceis são aquelas que nós precisamos trabalhar no processo de reforma íntima, no processo de transformação, para que a gente viva a nossa missão, aquilo que nós viemos fazer aqui. Quando para cá retornamos numa valiosa oportunidade de correção e de recomeço. É uma luta constante, é uma luta interna, é uma luta pessoal todos os dias, todos os momentos, né? Mas Emanuel também na no decorrer da mensagem toda, ele nos deixa claro que se nós conseguirmos pelo menos reconhecer qual é a nossa conduta, qual é o nosso comportamento, quais são as nossas escolhas que precisam ser repensadas, que precisam ser trabalhadas. Se a gente reconhece isso, acreditem, nós já conseguimos dar um grande passo, o primeiro passo, mas um grande passo, porque a partir daí é buscarmos os mecanismos de superarmos essas nossas mazelas. Eh, eu gosto muito de dar nome, né? na minha terra ele fala assim: "Dá nome aos

o primeiro passo, mas um grande passo, porque a partir daí é buscarmos os mecanismos de superarmos essas nossas mazelas. Eh, eu gosto muito de dar nome, né? na minha terra ele fala assim: "Dá nome aos bois", né? Dá nome à situações, a conduta. Que tipo de mazelas seriam essas? Que tipo de condutas, né? Das quais nós estamos falando? Aí eu vou, eu faço questão de pontuar aqui alguns comportamentos que vão compor as nossas lutas internas. Por exemplo, o ciúme. Ciúme. Já imaginaram o quanto uma pessoa ciumenta? Ela causa mal ao outro, ao objeto do seu ciúme, mas o mal maior ela causa a si mesmo. Porque a pessoa que é ciumenta, ela tem esse sentimento de propriedade, de posse. Imagina o quanto ela sofre quando ela vive nessa situação de de medo, de insegurança, de ansiedade. E o ciúme, esse sentimento de posse, ele é a causa de quantos atos violentos atentados contra a vida. Outro dia eu assisti aí nas mídias eh um casal em que ela recebeu do parceiro, do companheiro 60 socos no rosto. Com certeza. Isso é decorrente desse sentimento enfermo, doento, que é o acreditar que o outro é propriedade sua, quando na verdade ninguém é de ninguém, nem os nossos filhos, nem nós que somos mães, que geramos o corpo físico dos nossos filhos no nosso ventre, eles não são propriedade nossa. que dirá o outro com quem eu escolhi para manter um relacionamento amoroso, muitas vezes para edificar uma família, um lar. E aí, como que eu vou me sentir dono, dona dessa pessoa? Isso vai traz trazer um sentimento de dor, de ansiedade, não só para o outro que se sente aprisionado, sufocado, mas também para quem sente. É muito comum pessoas que são ciumentas, que têm gestos violentos como este que eu acabei de citar, depois se arrependem profundamente porque são movidos por esse sentimento momentâneo. Então vai ser uma mazela que precisa ser combatida. Eh, o materialismo, esse apego. Olha que mazela que nós temos que lutar para combater. Quando nós somos excessivamente apegados aos recursos materiais, financeiros.

a mazela que precisa ser combatida. Eh, o materialismo, esse apego. Olha que mazela que nós temos que lutar para combater. Quando nós somos excessivamente apegados aos recursos materiais, financeiros. Nós nos esquecemos que quando aqui chegamos nada trazemos e quando daqui partirmos levaremos apenas os nossos eh patrimônios eh espirituais. O bem que a gente fez, o amor que a gente compartilhou, as a caridade que a gente praticou. Essa será a nossa bagagem que nós levaremos para a nossa outra vida no outro plano. O mais deixaremos tudo aqui. Então, por que esse apego exagerado que nos conduz a sofrimentos profundos? Inclusive depois que deixamos este corpo físico, o espírito leva esse apego e ele sofre do outro lado da vida. Quando ele vê a sua família, os seus entes queridos gastando o seu patrimônio, aquilo que ele conquistou, e ele entra num estado profundo de sofrimento. Temos enormes narrativas, muitas narrativas nesse sentido. Uma delas que eu quero compartilhar com vocês, o espírito André Luiz, aquele que nos presenteou com uma vasta obra sobre a vida no mundo espiritual por intermédio de Chico Xavier, ele nos conta na na sua obra no mundo maior. Quem tiver pode rever lá esse episódio. nos conta que um dia ele foi com a equipe espiritual nas zonas umbralinas, nas zonas de sofrimento para socorrer alguns irmãos. E quando ele chega lá, ele ouve uma voz que reclamava, que discutia revoltado. Não gaste o meu dinheiro, é o meu patrimônio, foi eu que conquistei. Vocês não têm esse direito, guardem o meu dinheiro, ele é meu. E aí André Luiz ouve aquela voz e lhe parece tão familiar. E ele para e começa a observar, eram espíritos tão desfigurados que ele demora a reconhecer. Na verdade, ele identificou pela voz que esse espírito agarrado às folhas eh eh podres fétidas do pântano ali onde aqueles espíritos estavam, ele reconheceu a voz do seu avô desencarnado há 40 anos. Imaginem vocês o espírito 40 anos nesse processo de sofrimento causado pelo apego ao seu patrimônio.

ântano ali onde aqueles espíritos estavam, ele reconheceu a voz do seu avô desencarnado há 40 anos. Imaginem vocês o espírito 40 anos nesse processo de sofrimento causado pelo apego ao seu patrimônio. E aí, nesse dia, é permitido André Luiz socorrer, resgatar o seu avô e conduzi-lo a um hospital espiritual. Então, é por isso que nós não podemos manter esse esse esse materialismo, a vaidade, o culto, a aparência. Meus irmãos e minhas irmãs, quantas pessoas têm enorme dificuldade em envelhecer? Porque o envelhecimento do nosso corpo físico acarreta a transformação da nossa aparência. O peso dos anos acarreta as rugas. perdemos o viço, a beleza do corpo físico e muitas pessoas não sabem conviver com isso. Fazem plásticas e plásticas e plásticas para combater o envelhecimento que deve ser um processo natural. Não quero dizer com isso que haja nenhum mal em realizarmos uma cirurgia para corrigirmos algo que a gente não lida bem com aquilo. Não tem problema. Tá fazendo com seu dinheiro, não usurpou ninguém. Não há problema nisso. Não é disso que nós estamos tratando. Nós estamos tratando dessa mazela do exagero, do culto excessivo à aparência. Também na obra há exemplos interessantíssimos na literatura espírita. Na obra de Luiz Sérgio, do espírito Luiz Sérgio, para quem não sabe, é um espírito que viveu em Brasília, desencarnou aos 23 anos, era funcionário do Banco do Brasil, estudante de engenharia na UnBe desencarna de acidente até hoje ele tem trabalhos lindos eh dentro dessa casa, inclusive nos grupos mediúnicos. Eh, e ele tem uma obra muito vasta, muito bonita, que nos orienta também sobre a vida no mundo espiritual. E tem uma obra dele que se chama Na hora do adeus. Ele vem para a terra com mais alguns eh eh espíritos, alguns companheiros de trabalho. Ele vem para observar o comportamento dos espíritos. Ele vai, ele, ele é designado para comparecer as casas velatórias. E aí ele vai observar o comportamento dos espíritos que se despedem daquele corpo. Então vocês vão,

ar o comportamento dos espíritos. Ele vai, ele, ele é designado para comparecer as casas velatórias. E aí ele vai observar o comportamento dos espíritos que se despedem daquele corpo. Então vocês vão, é uma obra maravilhosa na hora do adeus. Então você vai encontrar aquela pessoa que tem uma fé muito viva. Você vai encontrar o católico, você vai encontrar o evangélico, você vai encontrar o espírita, você vai encontrar o ateu, você vai encontrar o o dependente químico que de que que partiu dessa vida por intermédio de de um overdose. Você vai encontrar as mais variadas situações que acontecem. E aí ele vai no da capela velatória de uma senhora cibila que ela desencarna da nona cirurgia plástica que ela estava fazendo. Aí dá choque anafilático e ela vem a óbito. Aí eu comento com vocês. Imagina o sofrimento dessa pessoa que já estava na nona plástica. E eles descrevem o sofrimento daquele espírito que não queria sair daquele corpo. O corpo já sem vida, inerte, frio e aquele espírito ali apegado. Por quê? porque venerava tanto esse corpo, essa beleza física, que ela não queria deixar aquele corpo. E paralela a isso, sofria também porque era muito rica e preocupada. Então, duas situações impediam que a equipe que veio ali para desamarrar os laços fluídicos conseguisse fazer o seu trabalho, porque ela sofria apegada àquele corpo e apegada às suas joias, aos bens que ela estava deixando. Isso aí são apenas exemplos que eu não inventei, está na literatura espírita. E então vamos escolher aqui. Agora é importante lembrar que esse drama existencial que muitas vezes nós ficamos quando a gente para para avaliar nosso comportamento, nossas atitudes, a gente fica assim: "Meu Deus, mas não é possível que eu fui capaz de falar isso? Não é possível que eu agi dessa forma. Meu Deus, mas eu sou uma pessoa espírita. Eu vivo dentro da comunhão espírita. Eu assisto palestra, eu trabalho e eu tive essa atitude com meu semelhante. Mas meus irmãos e minhas irmãs, não fiquemos desesperados, porque

uma pessoa espírita. Eu vivo dentro da comunhão espírita. Eu assisto palestra, eu trabalho e eu tive essa atitude com meu semelhante. Mas meus irmãos e minhas irmãs, não fiquemos desesperados, porque isso faz parte do nosso processo. Como eu disse, se a gente consegue perceber, nós já conseguimos dar um passo. E só para consolo nosso, o próprio apóstolo Paulo vivia esse drama quando ele dizia: "Porque eh faço o que não aprovo?" Mas o que o que me aborreço, mas o que eu quero, ah, isso eu não faço. Quer dizer, olha o drama que ele enfrentava. Por que que eu faço o que eu não quero? O que eu já sei que é errado? O que eu já sei que eu não devo fazer? Por que que eu não faço aquilo que eu aprendi que é o correto, que é o comportamento? Por quê? Simples assim. Porque somos espíritos ainda em processo de crescimento. Caímos hoje, levantamos, tornamos cair. Isso faz parte do processo. O que a gente não pode é estacionar na jornada e parar de aprender, de refletirmos sobre os nossas atitudes e de percebermos, de reconhecermos as nossas mazelas, não nos percebermos como espíritos infalíveis. como aquele que é sempre dono da verdade, que tem sempre razão, porque isso é um grande mal que nos impede de evoluirmos. Bom, no fragmento dois, no na no parágrafo dois que eu escolhi, que do do de Emanuel, ele diz o seguinte: "O silencioso, incessante conflito entre os discípulos sinceros e as forças da sombra está vinculado em nossa própria natureza. Porquanto nos acomplicávamos abertamente com o mal em passado não remoto. Meus irmãos e minhas irmãs, aqui Emanuel vem lembrar dos processos obsessivos. Ele fala as forças, a nossa ligação com as forças da sombra é decorrente do nosso passado delituoso quando tantas vezes estivemos juntos. Então ele vem falar de obsessão. E ao falar de obsessão, eu preciso lembrar de uma coisa. Nós espíritas, tenhamos cuidado, porque nós temos uma tendência a em tudo tudo situar, classificar como obsessão. Ah, fulano tá com esse comportamento, eu acho que ele tá com processo obsessivo.

oisa. Nós espíritas, tenhamos cuidado, porque nós temos uma tendência a em tudo tudo situar, classificar como obsessão. Ah, fulano tá com esse comportamento, eu acho que ele tá com processo obsessivo. Ah, eu acho assim, ah, gente, eu acho que tem algum espírito do mal do meu lado. Primeiro, não há espírito do mal. Nós temos apenas irmãozinhos que ainda não enxergaram a luz que vem de Jesus, não perceberam as oportunidades que tem de crescer e eles permanecem na sombra dos erros, dos equívocos. Mas isso é temporário, porque todos nós seremos luz. Então, não existe espírito do mal. Começa por aí. Segundo, temos que ter cuidado com essas colocações, porque muitas vezes isso é uma transferência de responsabilidade. É mais como dizermos que estamos obsediados e não nos damos conta de que aqueles desvios de conduta, de que aquele comportamento equivocado, é decorrente, é consequência, é sequela do meu próprio espírito que traz estas mazelas das quais eu estou falando. Então é preciso ter muito cuidado. É bem verdade que os processos obsessivos acontecem, mas nunca nos esqueçamos de que quem tem a chave mental da nossa casa mental para que esses irmãozinhos sofredores consigam adentrar o recinto dessa casa mental, somos nós que abrimos a porta E como é que nós vamos abrir a porta? Justamente por intermédio desses comportamentos, dessas atitudes equivocadas. É assim que eu vou permitir que esses irmãozinhos sofredores, muitos daqueles com quem eu estive reunido em delitos passados de outras vidas, e eles vêm, ó, os espíritos têm nos esclarecido o seguinte. que muitos dos nossos irmãos que estão desencarnando agora, eles já sabem, já foram avisados que não retornarão mais para esse planeta que está já em processo de regeneração. Terão que ir para mundos mais primitivos. Eh, não é punição, é oportunidade de aprend de aprender, de evoluir. Mas eles já foram avisados, então eles eh não se contentam com a nossa evolução, com o nosso crescimento, com a nossa melhora espiritual. Então tudo fazem para

idade de aprend de aprender, de evoluir. Mas eles já foram avisados, então eles eh não se contentam com a nossa evolução, com o nosso crescimento, com a nossa melhora espiritual. Então tudo fazem para ficarem conectados a nós, interferindo na no nosso comportamento, nas nossas atitudes. Por isso que nós temos que ter cuidado com aquilo que nós pensamos, com as nossas ações, porque é dessa forma que nós vamos abrir a nossa casa mental para que esses irmãos interfiram. também o espírito André Luiz na sua obra, eu não se é Ação e reação, tem uma obra do espírito, é ação e reação. O espírito André Luiz, ele nos conta de um processo obsessivo que acontecia com um irmão que morava numa fazenda. Ele era um grande fazendeiro, mas uma pessoa extremamente vaidosa, apegada aos recursos materiais, não ajudava ninguém, vivia num processo de juntar patrimônio, de enriquecer. E aí o que que aconteceu? Ele estava sendo alvo de um processo obsessivo, gravíssimo. E André Luiz foi o espírito de André Luiz junto com com os seus mentores que trabalham com ele no plano espiritual, foram lá nessa fazenda para poder ver o que que tava acontecendo, porque ali havia um homem em processo terrível de sofrimento, de até subjulgação espiritual. E aí quando eles foram estudar esse caso, eles observaram o quê? Eles viram ali naquela fazenda não apenas um espírito obsessor, mas uma legião deles. E quando André Luiz foi investigar, conseguiu manter um diálogo com aquele espírito que era o chefão lá do processo obsessivo dos espíritos, quando ele conversou, ele falou assim: "A essa fazenda foi tirada da minha família por meios ilícitos. Ela foi roubada da minha família há séculos atrás. E o que que nós estamos fazendo hoje? Obsediando esse aí, porque é uma pessoa movida a vaidade, materialismo, apego às coisas materiais. Então, é o alvo certo para nós. E aí o mais interessante, o espírito esclarece, nós viemos da escola de vingadores do plano espiritual. Gente, eles têm até escola para aprenderem a obsediar. Não tô, eu tô

o, é o alvo certo para nós. E aí o mais interessante, o espírito esclarece, nós viemos da escola de vingadores do plano espiritual. Gente, eles têm até escola para aprenderem a obsediar. Não tô, eu tô falando isso. O André Luiz nos fala na obra Ação e reação. Tem escola de preparação do espírito para ele ser obsessor. Então o que fica dessa reflexão de hoje é justamente isso, que temos que lutar para corrigir essas nossas mazelas. Tudo aquilo que nos enfeia espiritualmente, que nos apequena diante de Deus, nosso pai, que nos criou para a luz, para a perfeição relativa. E a partir do momento que a gente começa a aprender a parar essas arestas das imperfeições, nós conseguimos edificar uma vida mais tranquila, mais leve, mas em comunhão com todos aqueles que estão eh reunidos ao nosso lado. Então, que a espiritualidade amiga e amorosa nos ajude cada dia lutar, combater as nossas imperfeições, porque quem mais ganha com isso somos nós mesmos. Nas nossas relações afetivas, no nosso convívio no trabalho, no nosso dia a dia, a vida fica mais tranquila, fica mais leve. Então é essa a reflexão de hoje. Eu afirmo que eu não falei nem a metade do que eu planejei, porque o tempo aqui voa e não podia faltar poesia. Então eu tenho que contar para vocês que essa poesia veio ontem à noite, porque eu falei, gente, não vai ter poesia, será? Mas a espiritualidade me trouxe, tá aqui, ó, no meu caderninho, ó. Ó, tá até aqui a mão no meu caderninho, ó. Eu tenho um caderninho. Quando ele me traz a poesia, eu corro lá e anoto. Então, o nome é noss eh nossas lutas. internas. Então, diz o seguinte: "São tantas as lutas que nos sentimos impotentes, os desafios constantes nos tornam descrentes e às vezes indagamos como seguir em frente." As árduas lutas são internas e pessoais, se enquadram no universo das questões emocionais. combater o materialismo, o orgulho, a vaidade. Já nos esclareceu o espiritismo que a alegria brota da caridade. É nosso dever lapidarmos as emoções, combatermos as mazelas existenciais.

es emocionais. combater o materialismo, o orgulho, a vaidade. Já nos esclareceu o espiritismo que a alegria brota da caridade. É nosso dever lapidarmos as emoções, combatermos as mazelas existenciais. Vivemos num planeta de provas e expiações. Ah, mas somos espíritos imortais. Higienizemos nossa casa mental para o cultivo constante do bem. Esta é a conduta ideal para angarearmos a proteção do além. Meus queridos amigos, que Jesus nos abençoe, que todos nós tenhamos um dia, uma semana abençoado. Muito obrigado. >> Obrigado também a Regina. né, pelas reflexões desta manhã, todos que estão aqui também presencialmente no salão Bezerra de Menezes. Agradecer também todos que nos acompanham aqui pela internet. Eu vejo que tem mais de 100 pessoas aqui no online, mas só tem 50 curtidas, né? Então, quem tá assistindo e não tá não deu curtida ainda, convido dar o o joinha que a gente costuma falar que é o aplauso digital, né? Eh, saudar a Tina, Tânia, Fátima, Cláudia, André, André, amiga, amiga André Gardim, Luciana, Pedro Melo, a Rosana fala do Luiz Sérgio, né, que ensina muito a gente, né, principalmente com o seu trabalho com jovens, até cita alguns uns livros aqui, Game Over, ainda há esperança. Esse livro do Game Over que é bem interessante, que fala dos bastidores dos jogos, né? E aí, como isso impacta no mundo infanto juvenil, né? Eu até achei interessante dentro do livro o conceito que ele fala da plasticidade do perespírito que os espíritos podem fazer, né? E algo às vezes que é muito aprendido inclusive nessa escola que a Regina falou, né? Então, quem tiver curiosidade, interesse, fica o convite aí de a gente aprender também um pouco mais com esse nosso irmão Luís Sérgio. Enfim, deixar aqui todo o nosso agradecimento para quem tá nos acompanhando, seja virtualmente ou presencialmente. E nesse sentimento de gratidão, agradecer todas as bênçãos que foram dispensadas aqui, tanto no salão Bezerra de Menezes, como em cada lar, em cada local onde essa esta palestra está sendo e vai ser ouvida e refletida.

de gratidão, agradecer todas as bênçãos que foram dispensadas aqui, tanto no salão Bezerra de Menezes, como em cada lar, em cada local onde essa esta palestra está sendo e vai ser ouvida e refletida. que a gente possa na nossa luta do dia a dia internalizar um pouco dos pensamentos e das orientações que recebemos nesta manhã. que a gente possa se fortalecer intimamente na certeza de que não estamos sozinho e que Deus é o pai de todos nós. Sobra ninguém está órfão. Basta a gente se esforçar e ter essa consciência dos amigos espirituais que estão ao nosso redor, só aguardando a nossa conexão, os nossos pensamentos serenos, que a gente possa sair dessa palestra fortalecidos e que dividimos essas energias positivas que estamos recebendo para com todos aqueles que a gente foi encontrar. seja nosso no ambiente de trabalho, com os nossos amigos, colegas e principalmente nos nossos lares. Que a gente possa ir em paz e que Jesus nos acompanhe. Que assim seja. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual. recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons

essa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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