NOSSA RELAÇÃO COM JESUS DEVE SER ASSINALADA POR RECIPROCIDADE - Regina Borges [PALESTRA ESPÍRITA]
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que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer de coração. Boa tarde, meus irmãos e minhas irmãs encarnados, desencarnados. Boa tarde também aos nossos irmãos que nos acompanham pelas mídias de comunicação. Não podem estar presencialmente aqui no auditório Bezerra de Menezes, mas que nos acompanham. à distância. Sejamos todos muito eh bem-vindos. E nesse primeiro momento nós vamos fazer aqui uma leitura, né, para que a gente possa se harmonizar, se conectar, né, com essas energias eh benfazas, curativas que a espiritualidade amorosa que aqui se encontra nos traz nessa tarde. Nós que somos realmente privilegiados, abençoados por estarmos aqui, né, num horário em que muitos estão alimentando o corpo físico, nós escolhemos estarmos aqui para alimentar o nosso espírito de força, de fé, de esperança, de alegria de viver. Para nos harmonizarmos, nós vamos ler uma mensagem, uma pequena mensagem deste livrinho aqui, Gotas de Esperança, que é do Lourival Lopes, que diz o seguinte: "Não espere sofrimentos. Pense sobretudo na sua libertação. Volte-se para o amor. Cultive o otimismo. Livre-se de qualquer sofrimento, aceitando as situações em que se encontrar. Se não aceitá-las, a dor surge em seu peito. A sua aceitação também representa lutar, mas não é preocupação, aflição. Esta esta a diferença, lidar com os problemas sem sofrer. Entender que temos as condições para vencê-los. Compreender que tudo vem para o nosso bem. é a melhor maneira de evitar sofrimento. Então, veja que essa é uma mensagem muito rica, porque diferencia, inclusive para nós, eh, mostra-nos que dor é diferente de sofrimento, né? dor todos nós experimentamos na vida que nesse planeta
nto. Então, veja que essa é uma mensagem muito rica, porque diferencia, inclusive para nós, eh, mostra-nos que dor é diferente de sofrimento, né? dor todos nós experimentamos na vida que nesse planeta de provas e expiações. Mas o sofrimento, alguém já disse certa vez que o sofrimento é uma escolha. Quando a dor bate a nossa porta, é a gente eh refletir e se perguntar qual é o aprendizado do momento? Não é se entregar ao sofrimento, não é se consumir na dor, mas tentar aprender com ela, né? A dor é inerente à nossa condição humana, mas o sofrimento é uma escolha que muitas vezes nós fazemos quando não sabemos administrar as nossas dores com humildade e resignação. Bom, inicialmente vamos fazer a nossa prece inicial. Deus, pai de amor, de bondade, de misericórdia infinita, que criou esse planeta tão bonito e nos ofereceu como escola de benditos e necessários aprendizados. Obrigada, pai querido. Obrigada, Jesus, querido amigo de todas as horas, médico terapeuta das nossas almas, que nos envia também uma equipe de benfeitores espirituais para caminharem conosco no percurso dessa jornada que nem sempre é fácil. Mas o que nos conforta, divino mestre de amor, é a inabalável certeza de que, sejam quais fores, os problemas, as dificuldades, as dores, as preocupações enfrentadas, nós temos a convicção, mestre querido, de que tu estás sempre ao nosso lado, nos permitindo bebermos como agora nesse momento, nesse esse horário de almoço, bebermos na fonte cristalina do teu amor. Amor que cura, amor que liberta, amor que higieniza a mente, o coração e que nos preparam para a nossa jornada de crescimento, de evolução ao encontro da luz a que todos nós estamos destinados um dia. esteja conosco, mestre querido, e que a mensagem que vamos hoje conversar um pouquinho possa falar alto aos nossos corações de todos nós encarnados e principalmente daqueles irmãozinhos desencarnados que aqui hoje foram trazidos neste horário para compartilharem conosco desse banquete divino em que estamos conversando sobre
e todos nós encarnados e principalmente daqueles irmãozinhos desencarnados que aqui hoje foram trazidos neste horário para compartilharem conosco desse banquete divino em que estamos conversando sobre teus ensinamentos. sobre teu evangelho de amor. Fica conosco, Jesus hoje e sempre. Graças a Deus e graças a Jesus. Meus queridos irmãos, a nossa reflexão dessa tarde, ela é intitulada que a nossa relação com Jesus seja assinalada pela reciprocidade. Nós sabemos muito bem o que que é uma coisa recíproca. É uma coisa que é dos dois lados. né? Não é só oferecer, não é só receber, mas é oferecer e receber. Assim deve ser a nossa relação com o mestre Jesus. Daí o título da nossa reflexão que eu inspirei numa mensagem de Emanuel contida neste livro, Pão Nosso, é a mensagem 104, que é intitulada de eh Emanuel deu outro título, direito sagrado. E ele se baseou num num versículo da carta de Paulo aos Filipenses, no capítulo 1, versículo 29, que diz: "Porque a vós foi concedido em relação ao Cristo, não somente crer nele, como também padecer por ele. Hoje vai ser difícil trabalhar porque eu tô numa gripe terrível. Eu só vim porque eu sou daqueles espíritos endividado que não perde a oportunidade de trabalhar para para me redimir, né, perante o pai. Mas o negócio hoje tá bravo. Então, como disse Paulo aos Filipenses, não somente crer nele, mas também padecer por ele. Não apenas querer receber dele, mas apenas oferecer. Por que que eu escolhi esse título? que a nossa relação com Jesus seja assinalada pela reciprocidade. Porque muitas vezes nós conduzimos de uma forma muito equivocada essa nossa relação com o alto, né, essa nossa relação com Deus, essa nossa relação com Jesus. A gente quer sempre é aquele ditado popular, a gente quer sempre o venha a nós. A gente quer sempre ser agraciado com as com as benéces, né, com as bênçãos que vem do pai. Mas nem sempre nós estamos dispostos a oferecer. Meus irmãos e minhas irmãs, quando Jesus, quando Jesus começou o seu apostolado, ele contava com 12
com as benéces, né, com as bênçãos que vem do pai. Mas nem sempre nós estamos dispostos a oferecer. Meus irmãos e minhas irmãs, quando Jesus, quando Jesus começou o seu apostolado, ele contava com 12 discípulos, pescadores, homens simples, que ele escolheu as margens do mar. da Galileia. Hoje ele conta com quem? Ele conta conosco como seus discípulos, seus auxiliares. Eu tenho que pedir a espiritualidade amiga que dê uma acalmada aqui na minha garganta, né, gente? Senão vai ser difícil. Bom, então o que que acontece? Jesus hoje ele conta conosco. Nós somos os discípulos de Jesus nos dias atuais. E foi isso. Quando a gente lê a mensagem de Emanuel, ele vem mostrar como é que a gente age em relação a Jesus. Veja bem, quando a dor nos visita, quando a gente tá num momento de dificuldade, quantas vezes a gente clama por ajuda e até se sente no direito de fazer promessa. Ah, Jesus. Tá, meus espíritos amigos, se vocês ajudarem que eu faça isso, eu prometo que eu vou fazer isso. Isso não é necessário. A gente se esquece que não há suborno nos planos divinos. Quantas falas de Jesus ele demonstrou isso quando ele diz a cada um, segundo tuas obras, a quem muito é dado, muito será pedido. O tempo todo ele tenta nos mostrar que não existe troca. Então, evitemos esse tipo de comportamento de fazer promessa. Costumo lembrar até que quando a gente vive segundo os princípios evangélicos, segundo aquilo que Jesus espera de nós, ele nos conhece tão profundamente, ele sabe quais são as preocupações, quais são as dificuldades, quais são as dores que nós experimentamos naquele momento da nossa vida. E ele tá sempre pronto a contribuir, a nos ajudar. Não é à toa que Jesus nos ofereceu um mentor espiritual para cada um de nós. E não bastasse, ele coloca à nossa disposição. Basta que nós busquemos essa sintonia com eles. Ele coloca à nossa disposição uma enorme legião de espíritos, de abnegados trabalhadores teus, que estão sempre dispostos a nos socorrerem quando a dor, quando a preocupação bate à nossa
nia com eles. Ele coloca à nossa disposição uma enorme legião de espíritos, de abnegados trabalhadores teus, que estão sempre dispostos a nos socorrerem quando a dor, quando a preocupação bate à nossa porta. Então, o que a gente precisa é confiar e ampliar a nossa fé. Vamos ver o que Emanuel fala aqui nessa mensagem. Eu separei uma mensagem longa. Eu separei alguns eh parágrafos pra gente conversar um pouquinho sobre o que Emanuel quis dizer, né? No primeiro parágrafo, ele diz o seguinte: "Cooperar pessoalmente com os administradores humanos em sentido direto sempre constitui o objeto da ambição dos servidores dessa ou daquela organização terrestre". Então, o que ele quis dizer? que nós nessa vida material, nesse convívio social trabalhista, muitas vezes nós estamos sim dispostos a ajudar, trabalhar, cooperar com o outro, mas muitas das vezes, o que Emanuel quis dizer aqui é que muitas das vezes nós agimos pautados no nosso próprio interesse. Cooperamos com o chefe porque desejamos e receber uma promoção. Cooperamos com o trabalho daquela divisão ali que não é a minha, porque na verdade eu desejo muito mudar para aquela divisão e quem sabe alguém reconhece o meu empenho e me convida para trabalhar lá. Então, o nosso mundo material humano, ele é muito movido por esse jogo de interesses. Isso não condiz com a nossa relação com Jesus, que deve ser o quê? espontânea em nome do amor, da confiança que ele tem em cada um de nós. A nossa relação com o alto não pode ser pautada no interesse, no desejo de troca. Vivamos segundo os princípios evangélicos, segundo aquilo que Jesus espera de nós. E acreditem, nós seremos alvo de todo o teu amor e de toda a tua misericórdia. Não fica um tarefeiro de Jesus. tem o seu amparo, tem o seu cuidado. Agora a gente pensa assim: "Tarefeiro de Jesus, mas quem sou eu para me perceber como tarefeiro de Jesus?" Meus irmãos e minhas irmãs, nós não somos Madesa de Calcutá, nós não somos irmã Dúce, nós não somos eh eh Chico Xavier, nós não somos o nosso
mas quem sou eu para me perceber como tarefeiro de Jesus?" Meus irmãos e minhas irmãs, nós não somos Madesa de Calcutá, nós não somos irmã Dúce, nós não somos eh eh Chico Xavier, nós não somos o nosso irmão Divaldo Franco, que desencarnou recentemente, né? que tem um trabalho, tinha um trabalho social belíssimo que tem, continua lá em Salvador. Nós não somos, mas cada um de nós, na nossa pequenez, no nosso mundinho particular, a gente tem todos os dias a oportunidade de sermos bons, de praticarmos o amor, o amor ao próximo, de praticarmos a caridade, seja ela moral, seja ela material. Porque às vezes quando a gente fala em caridade, a gente só pensa assim: "Ah, mas eu tenho tão pouco, não tenho nem para mim". Mas quem de nós não tem condições de oferecer a quem necessita uma palavra amiga, uma mensagem de consolo, a indicação de um livro que muito enriquece, que muito esclarece, né? de uma música, um sorriso sincero, franco, um afago carinhoso. Quem não tem condições de oferecer isso? Quando a gente paremos de pensar em grandes coisas, quando a gente fala que cada um de nós tem a nossa missão, mas a nossa missão é aqui, é nesse lugar, é na nossa pequenez, é onde estamos, é no ofício que nós desempenhamos, é na casa religiosa que nós escolhemos, é lá que é o nosso lugar de servir, de trabalhar. Eu tenho uma outra um outro fragmento que eu separei aqui que ele fala o seguinte: discípulos do cristianismo parece ignorar que em relação a Jesus a reciprocidade é a mesma elevada ao grau máximo no terreno da fidelidade e da compreensão. Mais entendimento do programa divino significa maior expressão de testemunho individual nos serviços do mestre, competência dilatada, deveres crescidos. Então, Emanuel deixa claro aqui que a nossa relação de reciprocidade com Jesus, ela ela deve ser pautada em três pilares. Quando a gente desdobra que a fala de Emmanuel, ele quis dizer isso, pautada na compreensão, na fidelidade e na competência. Vamos entender isso na compreensão, compreender quem somos nós, o que
ares. Quando a gente desdobra que a fala de Emmanuel, ele quis dizer isso, pautada na compreensão, na fidelidade e na competência. Vamos entender isso na compreensão, compreender quem somos nós, o que estamos fazendo aqui, qual é o sentido da nossa vida, de onde nós viemos e para onde nós iremos. Porque existem pessoas que elas vivem como se nunca tivessem vivido antes e como se nunca fossem morrer. Então, é preciso que a gente compreenda que este momento, que esta reencarnação é oportunidade valiosa de refazermos nosso comportamento, nossa conduta, mas ela é muito passageira, ela é muito efêmera, é um abrir e fechar de olhos. Isso aqui é apenas um parágrafo de um capítulo do livro das nossas vidas, mas a gente precisa escrever bem esse parágrafo. Nós precisamos ser vigilantes, sermos vigilantes com a nossa atitude, onde quer que nós estejamos, compreender que nós estamos aqui para vivermos segundo os mandamentos do de Cristo, como Emanuel fala de fidelidade. Fidelidade a quê? Fidelidade aos preceitos evangélicos. O evangelho de Jesus ainda nos toca profundamente. Às vezes, eu não sei vocês, mas eu muitas vezes eu me emociono. Eu me emociono muito com as parábolas de Jesus, com a sua conduta, da forma como ele agiu em situações tão delicadas. E às vezes eu chego a ficar com os olhos marejados de lágrimas, de emoção que eu sinto ante o comportamento do mestre de amor. Mas nós não podemos ficar só na emoção. Nós não podemos ficar só na leitura bonita das lições, das parábolas. Nós precisamos, mesmo que Paulinamente começar a inserir essa conduta de Jesus, as suas lições dentro da nossa vida, dentro do nosso cotidiano. Não é só ter uma religião. Ah, mas eu vou à comunhão espírita toda quarta-feira. Eu vou sábados que a Maí de Braga faz palestra, eu faço um tratamento espírita tal dia. Não, a religião, a religiosidade, a religação com Jesus, ela tem que tá aqui dentro da gente. Isso é transformar o evangelho de Jesus em ação, em conduta. Às vezes a gente acha que só por ter
tal dia. Não, a religião, a religiosidade, a religação com Jesus, ela tem que tá aqui dentro da gente. Isso é transformar o evangelho de Jesus em ação, em conduta. Às vezes a gente acha que só por ter essa essa frequência numa casa religiosa, num templo num num templo de pedra, a gente tá kit, tá kit com Jesus, com Deus nosso pai, porque eu sou evangélico, eu vou ao culto no domingo, porque eu vou na missa, a missa, porque eu sou católico, porque eu vou à comunhão nesses dias, tá tudo OK comigo? Não, meus irmãos e minhas irmãs, Jesus quer de nós é prática, é atitude, é reciprocidade em relação à forma como ele age conosco. Que nós saibamos eh distribuir pelo mundo afora por onde passarmos, deixarmos as marcas do Cristo. E quais são as marcas do Cristo? É a capacidade de perdoar. é a capacidade de compreender o nosso irmão de caminhada, é a capacidade de silenciar quando a gente achar que as nossas palavras vão agredir, vão trazer mágoa, vão trazer aborrecimento. É não praticar, não cometer julgamentos levianos tantas vezes. Olha o exemplo da mulher adúltera que seria apedrejada por uma multidão e que Jesus não permite que isso aconteça apenas com ensinamento, com Jesus. Ele não deu nenhum sermão. Ele foi lá e acendeu o plug da consciência. Porque quando as pessoas iam apedrejar aquela mulher, ele disse: "Atire a primeira pedra aquele que nunca pecou". Jesus, ele tinha envergadura ética, moral, para dar um sermão, mas ele não fez isso. E por que que nós todos os dias da nossa vida nós estamos sempre querendo dar sermão, chamar a atenção do outro, censurar o comportamento do outro, condenar as verdades do outro? Muitas vezes deixamos de manter um relacionamento porque o outro tem uma religião diferente da minha, porque o outro politicamente fez outras escolhas, porque o outro tem uma conduta que não condiz com aquilo que eu defendo e então eu me afasto ou eu critico. Como posso me rotular de cristão se esse tipo de comportamento ainda faz parte da minha forma de agir? Não basta ser cristão na
não condiz com aquilo que eu defendo e então eu me afasto ou eu critico. Como posso me rotular de cristão se esse tipo de comportamento ainda faz parte da minha forma de agir? Não basta ser cristão na palavra. Não basta ser cristão na palavra. É preciso lembrar que os gestos falam muito mais alto do que as nossas palavras. E a nossa relação com Jesus deve ser essa, de troca, de semelhança, de igualdade, com o mesmo amor que ele me trata, eu devo procurar tratar o meu semelhante. E aqui fala também, Emanuel fala que é essa reciprocidade é pautada na competência, mas essa competência de que Emanuel fala aqui não é competência intelectual. Como eu disse, Jesus no início do seu apostolado escolheu 12 discípulos, homens simples, não tinham conhecimento intelectual, mas tinham a predisposição para trabalhar, para servir, para disseminar a boa nova ao lado de Jesus. Então, não é essa competência intelectual, essa predisposição para amar, para trabalhar pelo seu semelhante. Porque acreditem, quando nós somos tarefeiros de Jesus, quando vivemos segundo os seus exemplos, como a gente colhe benéces, como a gente colhe bênçãos em todos os setores da nossa vida, no setor da saúde, no setor financeiro, no setor eh eh emocional, porque quem é tarefeiro de Jesus, essa espiritualidade amiga e amorosa que se encra contra aqui tá o tempo todo ali, ó, prestando atenção, vendo de que aquela pessoa no momento está necessitando. E sabe como é que as coisas acontecem? Eu faço algo de bom por um irmão que está muito necessitado. Eu estendo a minha mão, eu acolho, eu socorro aquele irmão. Acreditem, o mentor espiritual daquele irmão, quando eu necessitar, ele vai se aliar ao meu mentor. Porque cada um de nós tem um mentor espiritual, né, que outras religiões chamam de anjo da guarda. Não tem problema, isso é só nome. Acreditem, quando eu faço bem para um irmão de caminhada, o mentor daquele irmão, no momento em que for eu a necessitada, o mentor daquele irmão se unirá ao meu mentor e será uma corrente
o é só nome. Acreditem, quando eu faço bem para um irmão de caminhada, o mentor daquele irmão, no momento em que for eu a necessitada, o mentor daquele irmão se unirá ao meu mentor e será uma corrente de força, de assistência para mim no momento de dificuldade. É assim que as coisas funcionam. Então é o que eu falo sempre, falava sempre paraas minhas filhas, a gente tem que ser bom, pelo menos por interesse, né, para receber também bondade. E não precisa ficar esperando grandes coisas. Todos os dias nós temos eh situações na nossa vida eh que nos compelem, né, que nos motivam a fazer o bem. Eu falo sempre nas minhas palestras, gente, meus irmãos e minhas irmãs, nós podemos fazer o bem até num cumprimento. Quantas vezes um bom dia cheio de fé, cheio de alegria, cheio de otimismo. E o outro tá num dia tão sombrio, mas quando ele recebe aquele bom dia, vem aquela vibração de alegria, aquela vibração amorosa que alcança o coração, a mente daquela pessoa e parece que tudo se transforma. Então a gente tem que ser caridoso até no cumprimento. Ser caridoso, ser alegre com aqueles que partilham conosco a jornada dentro da nossa casa. Quantas vezes nós passamos a nossa convivência com aqueles que Jesus tão bondosamente confiou para estarem ao nosso lado, muitas vezes pelas necessidades cármicas, necessidade de reajuste. Por isso que nós temos que muitas vezes conviver com com pessoas que são de difícil relacionamento, né, na família, porque são oportunidades redentoras de correção, de aprendizado, de reajuste. Então, por que que a gente não aproveita essa oportunidade para modificar a história da nossa vida? Os espíritos têm nos esclarecido que nós estamos retornando estacionários. O espírito não regride emocionalmente, moralmente, eticamente, mas os amigos espirituais têm nos esclarecido que nós estamos retornando à vida espiritual. estacionários, porque não estamos tendo com Jesus essa relação de reciprocidade, de não apenas receber, mas também dentro do nosso universo, do
sclarecido que nós estamos retornando à vida espiritual. estacionários, porque não estamos tendo com Jesus essa relação de reciprocidade, de não apenas receber, mas também dentro do nosso universo, do cenário das nossas vidas. Seja qual for ele, seja qual for a nossa profissão, ela é a oportunidade de fazermos o bem. de exercitarmos o amor universal que Jesus nos ensinou. É para isso que nós estamos aqui. Não vamos desperdiçar esta oportunidade bendita que nos foi concedida de refazermos o enredo de nossas de nossa história. Não vamos viver sentimentos e emoções repetidas que já nos conduziram a a falências em outras jornadas. Não vamos alimentar orgulho, vaidade, sentimento de discriminação, de preconceito, sentimentos que enfeiam o nosso ser, a nossa alma, que criam muralhas entre as pessoas, que separam povos. Vamos eliminar esses sentimentos. Às vezes as pessoas ficam querendo fazer regressão de vidas passadas para entender quem foi no passado, para ver se assim fica mais fácil promover as mudanças necessárias. Meus irmãos e minhas irmãs, não há necessidade disso. Basta que viajemos para dentro de nós mesmos, compreendendo nossas mazelas, nossas fraquezas, nossos equívocos tantas vezes repetidos. o materialismo, o orgulho, a vaidade, o sentimento de posse que tantas vezes alimentamos. E nós vamos compreender que foi isso que nós viemos aqui para corrigir. Então, que nessa tarde tão abençoada que aqui estamos, que Jesus possa a cada dia nos motivar mais no sentido de de desejarmos promover em nós as transformações necessárias para que nós possamos nos aproximar dele, dele, escrever para nós um enredo de vida totalmente diferente, para que mais uma vez não retornemos à verdadeira vida quando formos convocados estacionários. E assim, nesse sentimento de fé, de confiança, de gratidão, nós te agradecemos, Jesus, por estarmos aqui, por essa oportunidade tão rica, Jesus, de falarmos dos teus ensinamentos. Mas mais do que isso, Jesus, nós desejamos internalizá-los em nossa mente, em nossa
te agradecemos, Jesus, por estarmos aqui, por essa oportunidade tão rica, Jesus, de falarmos dos teus ensinamentos. Mas mais do que isso, Jesus, nós desejamos internalizá-los em nossa mente, em nossa consciência, transformando-os em conduta de vida. Abençoa-nos, Jesus. Abençoa o nosso lar, a nossa família, cada um mestre de amor. Que tu destes a bênção de conosco caminhar nesta jornada com quem nós temos muito aprender e temos o compromisso de muito ensinar. Dá-nos paciência, dá-nos compreensão, dá-nos tolerância, Senhor. Modifica nossas mentes, nossos corações. Cura, Jesus. cura a mim mesmo, cura o meu irmão, cura a minha família, das enfermidades do corpo, das enfermidades da alma. Essas últimas às vezes são tão mais difíceis de serem curadas, mestre de amor. Mas tu és o terapeuta nas nossas vidas e tu tens, Jesus ferramentas para promover o nosso bem-estar físico, emocional. E agora permita-nos, Jesus amado, pedir que o Senhor abençoe ricamente aquela pessoa, Senhor, que cada um de nós aqui nesse momento ama tanto e que sabe que essa pessoa tá atravessando um momento difícil, de grande preocupação, uma enfermidade delicada, o fim de um relacionamento, uma dor sangrando tua alma e teu coração. Ô Jesus, envia nessa lá para juntinho dessa pessoa os teus abnegados trabalhadores e acalma a tua mente, acalma teu coração e que a tua luz possa resplandecer em teu caminho. Que assim seja. Graças a Deus. Graças a Jesus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual. da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz,
s pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos
vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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