NÓS E ELES - Miriam dos Anjos [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]
GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER Você está em busca de harmonia, equilíbrio e paz interior? Então não pode deixar de conhecer o Grupo de Harmonização Chico Xavier, um projeto incrível da Comunhão Espírita de Brasília! Com o objetivo de harmonizar aqueles que estão em tratamento espiritual e todos que buscam equilíbrio, o Grupo trabalha com temáticas inspiradoras tiradas de mensagens enviadas por espíritos amigos. Em seguida, é realizado o passe virtual, um momento de muita energia positiva e cura espiritual. As edições do Grupo de Harmonização Chico Xavier vão ao ar diariamente, ao vivo, no Canal da Comunhão no Youtube, às 12h00. É a oportunidade perfeita para você se conectar com a espiritualidade e encontrar a paz que tanto busca. Não deixe de participar do Grupo de Harmonização Chico Xavier e transformar a sua vida com a energia positiva e as mensagens inspiradoras que são compartilhadas. Inscreva-se agora mesmo no canal da Comunhão Espírita e não perca nenhuma edição! #GrupoDeHarmonizacaoChicoXavier #ComunhaoEspirita #TVComunhao 👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais e a aplicação de sanções pelo YouTube. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!
Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando Olá, seja bem-vindo, seja bem-vinda ao grupo de harmonização Chico Xavier da comunhão Espírita de Brasília. Hoje a nossa harmonização é do livro Lampadário Espírita pelo espírito de Joana de Angeles, psicografia do médium Divaldo Pereira Franco. E o título no qual nós vamos refletir hoje dessa benfeitora chama-se Nós e eles. Mas antes que a gente inicie pensando, né, as importantes advertência que ela nos traz, elevemos os nossos pensamentos, a espiritualidade amiga, em especial nossos mentores, na certeza de que somos banhados pela misericórdia do Pai, por intermédio desses amigos queridos, em especial nossos próprios mentores que nos auxiliam nessa nossa jornada, hora mais serena, hora mais atribulada, Mas que nós não esqueçamos que somos sempre assistidos por essa misericórdia. Que assim seja. Que o Pai de misericórdia, que nós, que os nossos amigos espirituais possam nos ajudar nessa caminhada. Então, hoje esse esse título, nós e eles da prefeitora, ele veio nos trazer eh reflexões importantes a respeito da cooperação fraterna. o quanto nós compreendamos o que seja uma tarefa nossa enquanto humanos, né, pertencentes a essa humanidade terrena, o quanto nós participamos da do auxílio mútuo na coletividade, no auxílio com o outro. E para que a gente possa melhor compreender, né, a profundidade dessa nossa tarefa, a prefeitora deixa como leituras complementares uma sugestão do livro dos espíritos, no capítulo um, que fala sobre a progressão dos espíritos e também no Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 3, que trata de fazer o bem sem ostentação. Então, essa esse entendimento do que seja cooperação eh fraterna tem muita eh
rogressão dos espíritos e também no Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 3, que trata de fazer o bem sem ostentação. Então, essa esse entendimento do que seja cooperação eh fraterna tem muita eh tem vários fatores, né, que vão fazer com que uns entendam de uma forma e outro de outra e são estão relacionados a nosso processo cultural, à nossa religiosidade, aos nossos valores, a nossas crenças. Isso vai fazendo com que uns possam entender que a sua tarefa na cooperação fraterna, ela esteja atrelada a a uma tarefa, uma oportunidade de exercitar, né, no auxílio ao outro, ou seja, no exercício do amor, também entendendo como caridade, é a oportunidade de desenvolver virtudes como a benevolência, como a indulgência. E nesse processo de colaborar, de auxiliar com o outro, também vai se estruturando em si as a as os arcabolços, né, por meio dessas virtudes que nos ajudam a superar o egoísmo, a vaidade, o orgulho, que ainda estão muito presentes, né, eh, em nós. Da mesma forma, esses múltiplos fatores, eles também poderão fazer com que outros possam olhar essa cooperação fraterna como uma tarefa que não lhes cabe, que não que não lhes pertence, que não cabe a eles fazer. Porque nesse entendimento vem muito o aprisionamento e a distrações que o mundo terreno traz. tá tão absorvido com seus próprios interesses em corresponder aos valores, né, terrenos, que cooperar com o outro, né, cooperar na obra da fraternidade, no auxílio ao outro, passa a ser uma competência de governo e não uma competência dele, nossa, né, enquanto humanidades. E é nesse sentido que a benfeitora Joana de Angeles começa a sua reflexão nos dizendo: "Não justifiques a faculdade, a falta de cooperação à obra da fraternidade, alegando que a assistência social é serviço do governo. Se nós vamos compreendendo que cooperar na obra da fraternidade é uma tarefa nossa, é um exercício de caridade, como cristãos, né, nos cabe esse dever, né, de exercitar esse esse exercício do servir o bem ao outro. A cooperação a
e cooperar na obra da fraternidade é uma tarefa nossa, é um exercício de caridade, como cristãos, né, nos cabe esse dever, né, de exercitar esse esse exercício do servir o bem ao outro. A cooperação a essa obra da fraternidade é também um aprendizado prático importante do exercício de generosidade, né, e de compreensão no momento em que eu consigo olhar o outro. com o olhar voltado para mim mesmo, né? Então, eu olho o outro como um igual, como um irmão de caminhada e se ele está necessitado, farei a ele aquilo que gostaria que fizesse por mim, que esse é o filtro, né, de todo cristão nas nos seus pensamentos, nos seus sentimentos e principalmente nas suas atitudes para com o outro. Eh, o que faço ou o que farei? Eu também gostaria que fizesse por mim ou para mim? Então, eh, esse, esse exercício de cooperar, de auxiliar o outro, não é apenas uma atribuição de governo na como da assistência social, é bem verdade, enquanto que seja uma política pública que vai proteger socialmente aqueles mais necessitados, que vá ajudar a superar as suas dificuldades e até mesmo garantir dos seus direitos enquanto cidadãos. Mas acima de tudo é também, né, uma tarefa, um dever nosso enquanto quanto seres humanos, né, dentro da nossa coletividade. Então, quando às vezes nós estamos entendendo que auxiliar o outro nas suas dificuldades seja uma atribuição de governo, a Joana nos lembra, né, que existem falas, né, existem discursos que caracterizam esse pensar. E ela vai nos dizendo que eh quando nós terceirizamos para a assistência social uma tarefa que também nos cabe, nós justificamos com argumento de que se paga impostos para a solução dos graves danos sociais: analfabetismo, enfermidades, criminologia, higiene e se esquece que o problema básico de quem governa é ainda o homem que auxilia a sociedade na pauta dos deveres pessoais. Então, estando encarnados, é lógico que nós estamos submetido à regras do mundo terreno. Pagar imposto é uma delas e esse pagar imposto tem o seu propósito coletivo,
ade na pauta dos deveres pessoais. Então, estando encarnados, é lógico que nós estamos submetido à regras do mundo terreno. Pagar imposto é uma delas e esse pagar imposto tem o seu propósito coletivo, né, de benefício social. Mas ao mesmo tempo, lembrando que também nós, né, no exercício dessa obra fraterna de auxílio ao outro, nós também nos beneficiamos no eh enquanto seres eh transcendentes. Nós criamos, desenvolvemos virtudes necessárias para o suporte do enfrentamento das nossas dificuldades e desafios, que não são poucos, mas que fazem parte do nosso aprendizado. e ao mesmo tempo compreender que se a assistência social é uma coisa de governo fora de mim, eu sou parte da sociedade que essa sociedade não é um ente separado, apartado de mim. E como faço parte, eu à medida que ajo ou meu omito na ação do coletivo, eu também estou interferindo, né, colaborando ou trazendo resultados equivocados que possam inclusive prejudicar ou minimizar o auxílio que poderia ter sido dado a outro. Se estivesse na mesma condição, certamente gostaria que as pessoas enquanto sociedade também se mobilizassem para auxiliar-me nas minhas dificuldades. Então, nesse sentido, nos diz a benfeitora que, sem dúvida alguma, o problema é de nós todos. Sabemos, através das revelações mediúnicas que afirmam a reencarnação que o desajustado de hoje é o iníquuo de ontem. e que a infelicidade de agora é em posição de reajustamento do passado. Então, primeira coisa, ela nos traz aqui, primeiro tópico é a questão encarnatória. Então, eh, a experiência encarnatória no qual nós estamos submetidos, ela não tem caráter punitivo. Não é porque errei demais ontem, que obrigatoriamente terei que passar pelas mesmas condições, né? Há uma misericórdia do pai acima de tudo. Então essa experiência encarnatória, por mais desafiadora, por menos que eu consiga compreender a necessidade de tantas dores, por exemplo, ela tem um caráter que me leva a um aprendizado. uma oportunidade tanto de desenvolver a inteligência para poder resolver, né,
os que eu consiga compreender a necessidade de tantas dores, por exemplo, ela tem um caráter que me leva a um aprendizado. uma oportunidade tanto de desenvolver a inteligência para poder resolver, né, solucionar aquele desafio, como uma questão moral enquanto desenvolvimento das minhas virtudes, que vão me tornando um ser humano eh melhor no sentido de superar os egoísmo, superar as atitudes de orgulho, as atitudes também de vaidade. E nesse processo em que eu olho o meu meu minha experiência encarnatória enquanto processo de aprendizado, nós vamos amadurecendo espiritualmente. Então a gente vai se adultecendo. Significa que vamos compreendendo que somos responsáveis pelo que escolhemos e, portanto, pelas consequências dessas escolhas, sendo responsáveis por nós enquanto no a utilização do nosso livre arbítrio, mas também somos responsáveis por tudo aquilo que fazemos ao outro ou que omitimos voluntariamente em não fazer. Da mesma forma está embuído nesse nesse adultecer a nossa tarefa importante da prática do amor que se traduz nas nossas atividades de caridade. Então, a experiência de reencarnatória de hoje é, acima de tudo, eh, uma oportunidade de aquisição de novos conhecimentos, de prática, né, desses conhecimentos no bem e ao mesmo tempo de perceber que nas minhas imperfeições que ainda vigem, eu sou capaz de superá-las na medida em que vou saindo, tirando o olhar de mim mesmo, né? aquele olhar que a gente brinca, olhar pro próprio umbigo e perceber que ao meu redor existem outros seres humanos no qual eu devo me relacionar com um olhar fraterno, olhar indulgente, com olhar caridoso. E obviamente que esse processo reencarnatório que nos diz aqui a benfeitora Joana, né, que eh o iníquote, o desajustado de hoje é o iníquo de ontem ou a infelicidade de agora imposição do reajustamento do passado. É lembrando que esses desafios, essas dores que nos chegam são, acima de tudo, alertas de necessidade de mudança que nós temos a realizar a nosso próprio benefício, seja a nível de sentimentos,
ssado. É lembrando que esses desafios, essas dores que nos chegam são, acima de tudo, alertas de necessidade de mudança que nós temos a realizar a nosso próprio benefício, seja a nível de sentimentos, de pensamento ou de nossas próprias atitudes para conosco e para com o próximo, principalmente em temas da vida, no qual outrora nós nós nós ignoramos, nós mal compreend endemos ou realizamos, né, eh, atitudes que foram equivocadas, que trouxeram prejuízo não só a nós mesmos, mas também prejuízo a outro. Então, nos lembra, Joana de Angeles, Espírito que não ignoremos que a enfermidade que disciplina, quando sem amparo moral transforma-se em lição que revolta. A necessidade que corrige, se não é esclarecida, faz-se miséria que corrompe. A dor que educa, sem compreensão, transmuda-se em alucinação que envilece. Por isso, não pode o cristão transferir os compromissos pessoais de entendimento fraterno para máquina governamental, nem sempre ajustada aos impositivos da compaixão evangélica. Os serviços sociais são os braços do humanismo em atividade. Os auxílios fraternais são as mãos do amor, modificando a paisagem da aflição. Já observastes a própria posição em relação à sociedade? O quanto nós estamos de fato colaborando com essa obra da fraternidade? Já estamos nesse entendimento de que nos cabe uma parte nessa tarefa ou ainda estamos nos justificando em que seja uma atribuição de assistência social, portanto uma atribuição governamental e não uma atribuição pessoal. Entendimento esse que não cabe a nós que somos cristãos. Então, Joana vai prosseguindo dizendo que quantos companheiros teus e tu cumpre com os deveres que lhes competem, cooperando com a ordem e a produção. Não relegues, pois, para outros o que te compete fazer. Se desejas viver retamente, não ofereças o vinagre da reprovação, nem dês a César o fel da crítica seba e injustificada. Então, eh, tudo que nos chega tem uma necessidade e de certa forma nós criamos essa necessidade de aprendizado no nosso próprio comportamento ao longo das eras
r o fel da crítica seba e injustificada. Então, eh, tudo que nos chega tem uma necessidade e de certa forma nós criamos essa necessidade de aprendizado no nosso próprio comportamento ao longo das eras várias encarnações que já passamos. Estamos nessa vivendo os desafios relacionados a essas experiências equivocadas do passado ou até mesmo experiências equivocadas que nós mesmos cometemos nessa encarnação. Tudo tem um propósito. Nada ocorre ao acaso ou em função da sorte. Tudo tem um propósito que olha-nos, né, como seres que um dia seremos seres perfeitos, né, seres melhores daqueles que de fato nós um dia poderíamos viver. como hábito, no automático, fazer ao outro todo o bem que gostaríamos que fizessem por nós, como assim nos disse Jesus, se nós aprendêsemos a usar a boa vontade. Então, viver retamente, foi o que nos trouxe a prefeitura Joana, significa conduzirmo-nos na vida conforme os princípios éticos e morais. E agir com a verdade é justiça, mesmo diante de desafios e de tentações. Então, à medida que vamos compreendendo que vivemos as necessidades de aprendizado que são características de nós, nós é que temos que viver o outro, não. Então, esse olhar que ela nos traz da crítica, esse olhar da injustiça, da reprovação ao que nos acontece e principalmente quando nós olhamos que a culpa de não estarmos vivendo a vida que gostaríamos de viver, por exemplo, é culpa de terceiros tá fora de mim, né? Não não sou eu que estou com dificuldades de realizar esses esses propósitos. Eh, obviamente quando a gente vai percebendo que eu tenho grande parte nisso e não os outros, não o que tá por fora, não cabe esse olhar de reprovação, nem de que estou sofrendo injustiças, nem de crítica eh ao externo, as circunstâncias externas, porque compete a mim, acima de tudo, o exercício da boa vontade, né? Então, devemos lembrar que tando tudo justo, tando tudo certo, usemos a boa vontade para realizar o que nos compete fazer, não apenas em relação ao nosso adultecer, né, mas especialmente no
ntade, né? Então, devemos lembrar que tando tudo justo, tando tudo certo, usemos a boa vontade para realizar o que nos compete fazer, não apenas em relação ao nosso adultecer, né, mas especialmente no exercício desse adultecer, o quanto eu sou capaz de cooperar nessa obra da fraternidade, nessa obra de auxílio ao próximo em que nós nos relacionamos, né, na sociedade. Então, Joana, lembra que ajuda a todos com teu trabalho eficiente, ou seja, faça o que você consegue fazer de melhor naquela tarefa. Não espere retribuição, não tenha segundas intenções, porque o bem não precisa, né? O bem bem entendido, né? Fazer o bem sem segundas intenções, não espera retribuição, não espera elogio, né? Então, ajuda a todos com o teu trabalho eficiente, estimulado pelo sábio e positivo de acertar, convicto de que tu, o próximo e o governante, sois todos como nós próprios, filhos de Deus, em aprendizagem na escola terrena a caminho da grande luz. Todos nós somos responsáveis por esse esse por essa obra de cooperação fraterna, nós, o outro e também os governantes. Nos lembra aqui, Joana? Mas também a nossa parte, façamos nós o melhor que possamos fazer. Então, fazermos um trabalho eficiente no impositivo de acertar. Então, vou fazer o melhor que posso, sabendo que amanhã o meu melhor será ainda melhor, né? Porque nós vamos também nos aprimorando. E lembrando que apesar dos, apesar de às vezes entendermos que nós não temos condição ou estrutura de cooperar nessa obra, lembremos que nenhum de nós está desprovido de ter, de executar uma tarefa útil, que essa tarefa útil nem sempre está relacionado a uma questão de uma tarefa remunerada. O trabalho é executar uma tarefa útil, é nos oportunizar sermos úteis na obra do Criador, já que todos nós somos filhos do mesmo Deus. Então, vamos exercitar a boa vontade, essa vontade que nos impulsiona a realizar algo. Que a realizar algo seja um adultecer nosso, mas seja também a colaboração no adultecer do outro nessa nossa longa jornada evolutiva. Que essa
vontade, essa vontade que nos impulsiona a realizar algo. Que a realizar algo seja um adultecer nosso, mas seja também a colaboração no adultecer do outro nessa nossa longa jornada evolutiva. Que essa boa vontade nos leve sempre à lembrança da necessidade da prática da fé, de que nós estamos regidos por uma providência divina que é amorosa, que é compassiva e que também nós temos a nossa parte a fazer. Somos todos pertencentes a uma mesma irmandade. Portanto, como cristãos, tendo Jesus como guia modelo, possamos com a boa vontade cada vez mais aprimorarmo-nos para que sejemos melhores hoje do que nós fomos ontem. melhores no sentido de sermos capazes de de não voluntariamente não recusar as oportunidades da vida que nos chegam para que nós sejemos úteis na obra do Criador. Então, agradecidos pela benfeitora, por essa reflexão do quanto nós estamos cooperando na obra divina, na obra fraterna, possa reavivar em nós essa fé, possa reavivar em nós essa boa vontade de exercitarmos aquilo que a espiritualidade espera de nós, que nos adultecemos, que nós sejamos cada vez mais coerentes com o bem nossos pensamentos, sentimentos e nas nossas atitudes. E assim sigamos adiante com passe virtual. Assim seja. Graças a Deus. Sejam bem-vindos nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física. mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus
do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais.
aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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