NO CAMPO DO AFETO | Débora Moraes [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 25/05/2025 (há 10 meses) 1:10:30 1,145 visualizações

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Transcrição

Queridos irmãos, muito boa tarde. Que os nossos irmãos que nos assistem pelos meios eletrônicos, a nós que estamos aqui, aos nossos irmãos desencarnados, ao nosso irmão Luís Gonzaga. Quanta luz, quanta luz derrama sobre nós. Que nós possamos estar sempre com as luzes sobre nós, para que possamos iluminados seguirmos a serenados. Este momento é um momento muito especial na nossa vida. Cada um de nós está aqui por um convite que a espiritualidade fizera e nós aceitamos. E nós não somos bobos, não vamos deixar de aceitar, não é? Vamos vir para cá. Dona Irene, que fundou este horário de preces aos nossos irmãos suicidas. Ela sempre dizia para nós, todos os domingos, venham para cá. Domingo aqui é o melhor lugar para estar. E como eu não sou boba, há mais de 40 anos eu frequento os domingos às 18 horas. Sou muito feliz por isso, por estar aqui nas vibrações das preces para o fortalecimento paraa nossa caminhada lá fora. E esse dia é especial para as dores de alma aos nossos irmãos que partiram não porque queriam morrer. Eles partiram porque queriam ficar livre das dores. E Jesus, na sua misericórdia, acolhe a todos, porque a sua mãe, Maria, mãe santíssima, com os lanterneiros de Maria, trabalham incessantemente para iluminar aquele que sofreu e que não conseguiu ficar aqui. Quanta luz derrama sobre todos nós encarnados e desencarnados e aos nossos irmãos que nos ouvem à distância. Para iniciar a nossa atividade de hoje, onde a nossa irmã Débora nos trará a mensagem no campo do afeto, nada melhor do que não fora receber orientação segura do espírito de verdade. Com certeza Jesus falará conosco e fala todos os instantes quando nós abrimos o Evangelho Segundo o Espiritismo no seu prefácio. Os espíritos do Senhor, que são as virtudes dos céus. Qual imenso exército que se movimenta ao receber as ordens do seu comando espalham-se por toda a superfície da terra, e semelhantes às estrelas cadentes, vem iluminar os caminhos e abrir os olhos aos cegos. Eu vos digo em verdade que

enta ao receber as ordens do seu comando espalham-se por toda a superfície da terra, e semelhantes às estrelas cadentes, vem iluminar os caminhos e abrir os olhos aos cegos. Eu vos digo em verdade que são chegados os tempos em que todas as coisas hão de ser restabelecidas no seu verdadeiro sentido para dissipar as trevas, confundir os orgulhosos e glorificar os justos. As grandes vozes do céu ressoam como sons de trombetas, e os cânticos dos anjos se lhes associam. Nós vos convidamos a vós, homens, para o divino conserto. Tomai da lira, fazei uníssonas vossas vozes e que no hino sagrado elas se estendam e repercutam de um extremo ao outro do universo. Homens, irmãos, a quem amamos, aqui estamos juntos de vós. Amai-vos também uns aos outros e dizei do fundo do coração, fazendo as vontades do Pai que estais nos céus, Senhor, Senhor, e podereis entrar no reino dos céus. A iluminação da melodia do Luís Gonzaga cantada para nós. Quanta luz, a mensagem do Espírito de verdade, nos concitando a tirar as vendas dos nossos olhos para ver a luz. nos traz paz, harmonia, esperança aos nossos corações. E neste sentimento de grandiosidade, de percepção, de amparo, de carinho, que nós possamos receber a mensagem da tarde e noite de hoje com muito amor. a nossa irmã Débora possa falar e do seu verbo Jesus possa estar a atuar dizendo para nós: "Senhor, Senhor, que Deus nos abençoe." Débora é com você. Boa noite a todos. Minha gente, que alegria que eu sinto ao ver essa casa cheia de amigos dos dois planos da vida. Então, boa noite. Os nossos corações se fazem em festa, porque eu penso que ao nos aqui hoje, nesse domingo, um domingo meio frio, algo está a mudar. Algo está a mudar nos nossos corações. Porque ao nos dirigirmos para uma casa espírita, para um templo espírita, independente de qual tenha sido o invólucro exterior que nos trouxe, uma coisa é certa. Todos que aqui estamos hoje, trazemos no fundo dos nossos corações um desejo, um sentimento sincero de compreendermos um pouco mais

l tenha sido o invólucro exterior que nos trouxe, uma coisa é certa. Todos que aqui estamos hoje, trazemos no fundo dos nossos corações um desejo, um sentimento sincero de compreendermos um pouco mais sobre a vida, utilizando-nos da ferramenta sublime, que é o Evangelho. que nosso Senhor Jesus Cristo nos trouxe. Então, sejamos todos nós muito bem-vindos, porque quem nos trouxe aqui hoje, guiados pela sua mão segura de orientador celeste das nossas vidas, foi Jesus, o nosso modelo e guia. o nosso bom pastor, o amigo incondicional das nossas vidas, que segue, como ele mesmo nos garantiu, ao nosso lado. Por que temer? Por que alimentar tristeza nos nossos corações? Quando Jesus segue aos nossos lados, nos tomando pelas mãos e nos mostrando caminhos seguros, a nossa alegria de hoje é verdadeira. Meus amigos, o tema que traremos paraas nossas reflexões, paraa nossa conversa de hoje, é um tema que permeia a nós todos, as nossas vidas. Nós falaremos hoje de afeto, no campo do afeto. Eu tenho certeza que cada um de nós nesse momento pensou em alguma situação, pensou em alguém, pensou em algum grupo? Sim, falaremos hoje de afeto. E eu trouxe para abrir as nossas elucubrações, uma história, a história de alguém que conheceu os elementos do afeto em dois níveis, no nível ilusório do mundo, o pseudo do afeto, o pseudo do amor, mas através de Jesus, ela pode então compreender e não só compreender, mas ela teve a oportunidade de viver. inúmeras experiências do afeto verdadeiro, do amor verdadeiro. Estamos falando, meus amigos, de Maria, Maria de Magdala, a linda cortesã de Magdala, que transitou durante muitos anos de sua vida pelos labirintos escuros e falaciosos das ilusões do mundo. E a nossa história conta o encontro terapêutico que essa alma teve com o Mestre Jesus. E quem nos conta é Humberto de Campos, um extraordinário contador de histórias desde quando encarnado. Vocês imaginem Humberto de Campos desencarnado, tendo acesso aos arquivos das histórias vivas no mundo espiritual.

é Humberto de Campos, um extraordinário contador de histórias desde quando encarnado. Vocês imaginem Humberto de Campos desencarnado, tendo acesso aos arquivos das histórias vivas no mundo espiritual. E ele nos brindou com várias dessas histórias nessa magnífica obra Boa Nova, da qual nós tiramos a nossa história de hoje. É o item 20 e tem por título Maria de Magdala. Mas deixemos que Humberto de Campo nos Campos nos conte. Maria de Magdala ouvir as pregações do Evangelho do Reino não muito longe da vila principesca onde vivia, entregue aos prazeres em companhia dos patrícios romanos. quando tomara-se de admiração profunda pelo Messias, que novo amor era aquele apregoado aos pescadores simples por lábios tão divinos. Até ali caminhar ela sobre as rosas. rubras vermelhas do desejo, embriagara-se com vinho de condenáveis alegrias. No entanto, seu coração estava pequioso e desalentado. jovem e formosa, emancipara-se dos preconceitos férrios de sua raça, sua beleza peregrina, escravizara aos caprichos de mulher os mais ardentes admiradores. Mas seu espírito tinha sede de amor. O profeta Nazareno havia plantado em sua alma novos pensamentos. Depois que lhe ouvira a palavra, observou que as facilidades da vida lhe traziam agora um tédio mortal ao espírito sensível. As músicas voluptuosas não encontravam mais eco em seu íntimo. Os enfeites romanos de sua habitação tornaram-se áridos e tristes. Maria chorou longamente, embora não compreendesse ainda o que pleiteava o profeta desconhecido. Entretanto, em seu convite amoroso, parecia ressoar-lhe nas fibras mais sensíveis de mulher. Jesus chamava os homens para uma vida nova. Decorrida uma noite de grandes meditações, uma barca tranquila conduziu a pecadora a Cafarnaum. Dispusera-se a procurar o Messias depois de muitas hesitações. Como a receberia o Senhor na casa de Simão? Seus conterrâneos nunca lhe haviam perdoado o abandono do lar e a vida de aventuras. Para todos. Ela era a mulher perdida que teria de encontrar no apedrejamento na praça pública, o seu

casa de Simão? Seus conterrâneos nunca lhe haviam perdoado o abandono do lar e a vida de aventuras. Para todos. Ela era a mulher perdida que teria de encontrar no apedrejamento na praça pública, o seu castigo. Sua consciência, porém, lhe pedia que fosse. Jesus tratava a multidão com especial carinho. jamais lhe observara qualquer expressão de desprezo para com as numerosas mulheres de vida equívoca que lhe cercavam. Além disso, sentia-se seduzida pela sua generosidade. Se possível, desejaria trabalhar na execução de suas ideias puras e redentoras. Propunha-se amar. Amar como Jesus amava. Sentir com seus sentimentos sublimes. Se necessário, saberia renunciar a tudo. Que lhe valiam as joias, as flores raras, os banquetes suntuosos. Se ao fim de tudo isso conservava a sua sede de amor. Envolvida por esses pensamentos profundos, Maria de Magdala penetrou a humilde residência de Simão Pedro, onde Jesus parecia esperá-la. tal a bondade com que a recebeu num grande sorriso. A recém-chegada sentou-se com indefinível emoção a estrangular-lhe o peito. Senhor, ouvi a vossa palavra consoladora e venho ao vosso encontro. Tendes a clarividência do céu e podeis adivinhar como tenho vivido. Sou uma filha do pecado, todos me condenam. Entretanto, mestre, eu tenho tanta sede do verdadeiro amor. A minha existência, com todos os prazeres, tem sido estéril e amargurada. E chorou. Ouvi o vosso amoroso convite ao evangelho. Desejava ser uma das vossas ovelhas. Será que Deus me aceitaria? Jesus fitoua enternecido, sondando as profundezas do seu pensamento e respondeu: "Maria, levanta os olhos. e alegra-te porque você escutou a boa nova. Deus te abençoa as alegrias. Acaso poderia pensar que alguém no mundo estivesse condenado ao pecado eterno? Onde então o amor de nosso pai? Você nunca viu, Maria, a primavera dar flores sobre uma casa em ruínas? As ruínas são as criaturas humanas, porém as flores são as esperanças em Deus. Sentes hoje esse novo sol a iluminar-te o destino. Caminha agora sob a sua luz.

vera dar flores sobre uma casa em ruínas? As ruínas são as criaturas humanas, porém as flores são as esperanças em Deus. Sentes hoje esse novo sol a iluminar-te o destino. Caminha agora sob a sua luz. Porque o amor cobre a multidão de pecados. No entanto, Senhor, tenho amado e tenho tanta sede de amor. Sim, Maria, redargueu, Jesus, tua sede é real. O mundo viciou todas as tuas fontes de redenção. Compreenda agora que a senda verdadeira é a da virtude e tem que marchar por uma porta muito estreita. O que verdadeiramente ama conhece a renúncia suprema a todos os bens do mundo e vive feliz na senda de trabalhos para o difícil acesso às luzes da redenção. O amor sincero, o afeto verdadeiro, Maria não exige satisfações passageiras que se extinguem no mundo com a primeira ilusão. Trabalha sempre, sem amargura, com os júbilos do sacrifício. Só o amor que renuncia sabe caminhar para a vida suprema. Senhor, só o amor pelo sacrifício poderá saciar a sede do coração. Somente o sacrifício, Maria contém o divino mistério da vida. Viver bem saber imolar-se na tua condição de mulher. Já pensaste no que seria do mundo sem as mães exterminadas no silêncio e no sacrifício? Não são elas as cultivadoras da vida onde os homens travam a batalha? desgraçada de mim, Senhor, que não poderei ser mãe. Nesse momento, Jesus, atraindo-a brandamente a si, diz: "E qual das mães será maior aos olhos de Deus? a que se devotou somente aos filhos de sua carne, ou a que se consagrou pelo espírito aos filhos das outras mães. Senhor, Doravante, renunciarei a todos os prazeres transitórios do mundo e acolherei como filhas as minhas irmãs no sofrimento. Procurarei os infortunados para aliviar-lhes as feridas do coração. Estarei com os aleijados e leprosos. Vai, Maria, sacrifica-te e ama sempre. Longo é o caminho, difícil a jornada, estreita a porta, mas a fé remove os obstáculos. Nada temas. É preciso crer somente. E Maria foi e trabalhou e viveu. Doou-se, renunciou, sacrificou e molou-se. E o mestre realmente não a houvera iludido ao lhe

porta, mas a fé remove os obstáculos. Nada temas. É preciso crer somente. E Maria foi e trabalhou e viveu. Doou-se, renunciou, sacrificou e molou-se. E o mestre realmente não a houvera iludido ao lhe dizer que a jornada seria árdua, os caminhos ásperos, que enfrentaria obstáculos, que enfrentaria dificuldades, que não seria aceita por todos, que encontraria no seu caminho a incompreensão lado a lado. que encontraria o revide, o distrato, a ingratidão. E Maria foi confiada nas palavras do Cristo e trabalhou como ela lhe houvera dito, tendo em cada compro do caminho, em cada criatura que dela se aproximava, a figura do Cristo em cada sofredor. Maria trabalhou porque havia compreendido o verdadeiro significado do que vem a ser o afeto. Ela havia aprendido o verdadeiro significado do amor real. havia compreendido naquele encontro terapêutico com o Cristo que tudo o que houvera vivido até aquele momento não passava de ilusão. que foi na lida, na convivência diária, no cadinho, com a dor que ela foi solidificando, alicerçando esse entendimento. trabalhou, como ela mesma disse, com aleijados, com leprosos, com todos aqueles chamados filhos do calvário, os bem-amados de Jesus. E talvez por isso conquistara no coração do mestre um lugar tão especial, porque Maria houvera feito de si mãe de todos os desvalidos. E nessa luta, no contato com a doença, a ranceníase, um belo dia, Maria viu-se também contaminada. Amou tanto queou-se. As primeiras lesões apareceram e ela não tubiou. seguiu trabalhando, seguiu amando, seguiu servindo aquele mestre amado que lhe havia retirado do do local de desalento e desesperança. O tempo passou, a doença avançou e Maria chegou ao fim das suas forças físicas, certa tarde percada por aqueles amigos que na sua dedicação, no seu trabalho, na sua trajetória, houvera conquistado. Muitos deles, com lágrimas a lhe transbordarem dos olhos, viam que os últimos instantes daquela trabalhadora do Cristo, daquela que se fizera mãe dos desvalidos, chegava ao fim.

, houvera conquistado. Muitos deles, com lágrimas a lhe transbordarem dos olhos, viam que os últimos instantes daquela trabalhadora do Cristo, daquela que se fizera mãe dos desvalidos, chegava ao fim. E em dado instante, Maria percebe que seu peito já não mais arfava. Maria então experimentou consoladora sensação de alívio. Sentia-se sob as árvores de Cafarnaum e esperava o Messias. As aves cantavam nos ramos próximos e ondas sussurrantes vinham beijar-lhe os pés. Foi quando viu Jesus aproximar-se mais belo do que nunca. Seu olhar tinha o reflexo do céu e o semblante trazia um júbilo indefinível. O mestre estendeu-lhe as mãos e ela se prosternou, exclamando como antigamente: "Senhor". Jesus recolheu-a brandamente nos braços. e murmurou: "Maria, já passaste a porta estreita? Amaste muito. Vem, eu te espero aqui. Então, meus amigos, com essa linda história de Maria de Magdala, com este lindo encontro entre Maria e Jesus. E essa história belíssima que Humberto de Campos nos traz na sua obra Boa Nova, nós gostaríamos de falar de afeto. Maria aprendeu o verdadeiro significado do afeto e saiu a trabalhar sem esperar nenhum reconhecimento, sem esperar nada em troca, houver assumido um compromisso com a sua consciência e com Mestre querido, independente do que iria encontrar na sua trajetória, tomou a decisão de sentir, de viver o afeto, de viver o amor. E semeou, semeou. No campo largo da vida, semeou as sementes da compreensão, do entendimento, da alegria, da amizade. E o que é o mundo, meus amigos? senão uma grande gleba, um grande campo, onde todos somos chamados a semear as nossas sementes, a semear as sementes do nosso afeto. Tudo que o homem semear, isso também seifará. Nos diz Paulo, apóstolo, em sua belíssima epístola aos Gálatas, capítulo 6, versículo 7. O que temos semeado? Quais sementes temos oferecido ao campo da vida? Temos na família. na conjugalidade, nos ambientes profissionais, nos amigos, em todos os locais onde somos colocados por Deus e somos chamados a

meado? Quais sementes temos oferecido ao campo da vida? Temos na família. na conjugalidade, nos ambientes profissionais, nos amigos, em todos os locais onde somos colocados por Deus e somos chamados a atuar. Encontramos campos a serem cultivados, uns mais fáceis, outros nem tanto assim e outros campos extremamente difíceis. Alguns desses campos já estarão prontos a aguardar a semente, a receber as nossas sementes. Outros precisarão de maiores esforços, precisarão do amanho da terra. precisarão que cavemos sucos profundos para que lançada semente encontre os elementos necessários para que as raízes encontrem os nutrientes necessários e outros campos precisarão que arranquemos as ervas. danins, para que as sementes do afeto aí possam ser lançadas. Somente, meus amigos, um trabalho paciente, perseverante, constante, poderá facultar lá diante os frutos sazonados e nutritivos dessa semeadura. A analogia é muito feliz, porque no campo do afeto dá-se o mesmo. Estamos no presente momento a semear, a doar de nós num trabalho constante como foi de Maria de Magdala. Encontraremos em peços, como em qualquer campo, encontraremos solos áridos, encontraremos solos contaminados por ervas daninhas de muito tempo. E devemos seguir e continuar. Porque o trabalho do que semeia e o que semeia para o Cristo é um trabalho que exige a paciência e o tempo. o tempo, esse recurso do qual não podemos prescindir nas nossas lavouras emocionais, nas nossas lavouras de afeto. semeaduras, meus amigos, no campo do afeto, que estamos trabalhando no hoje, mas que não colheremos na presente existência. Há lavouras em que muitas vezes conseguimos apenas melhorar o solo para que em outra oportunidade tenhamos então o favorecimento de lançar a semente. Mas como somos espíritas e acreditamos no contínuo da vida, sabemos que estamos hoje aqui. Amanhã retornamos aos planos espirituais e mais dia, menos dia aqui tornamos para nos lançarmos mais uma vez no trabalho daquele que semeia. Por desistirmos agora?

vida, sabemos que estamos hoje aqui. Amanhã retornamos aos planos espirituais e mais dia, menos dia aqui tornamos para nos lançarmos mais uma vez no trabalho daquele que semeia. Por desistirmos agora? Por que nos cansarmos quando o trabalho apenas começa? E ao vermos aquele ente querido, aquele familiar, aquele amigo que priva da nossa convivência e que se faz um campo árido, difícil. Por que desanimar? Se Jesus nos pede que sejamos dele semeadores nesses campos íntimos que nos permeiam a marcha. Trabalhemos esses campos sem esperarmos nada em retribuição, porque o nosso trabalho é do cultivador, mas o tempo da colheita pertence a Deus, mas colheremos porque é da lei que se colhe. Olha aquilo que se plantou, mas precisamos iniciar agora. E nós vamos então na belíssima obra de Emanuel, Palavras de Vida Eterna. ver o benfeitor comentar esse versículo da epístola de Paulo aos Gálatas, quando o apóstolo diz: "Tudo que o homem semear, isso também se fará. Queremos colher bons frutos?" Sim, é verdade que sim. Mas como escolheremos, meus amigos, sem o trabalho da semeiadura? A lei nos diz exatamente o contrário. Basta observemos a natureza. Quase sempre anelamos trato diverso e melhor por parte daqueles que nos rodeiam. Queremos ser reconhecidos, bem tratados. Algumas vezes esperamos até deferências por parte de alguns ou em alguns ambientes. Ansiamos pela afeição que nos compreenda os intentos mais íntimos. Queremos ser compreendidos na intimidade, em algumas relações como a da conjugalidade. Queremos que os nossos intentos mais íntimos sejam compreendidos sem que para isso tenhamos que usar a palavra. Quantas vezes você não me entende, você não sa, meu bem? Nada. Você devia saber, não é assim? Queremos que a nossa intimidade seja descoberta. E quando o pobre, né, é o marido, meu Deus, né? Estou com fome, uma fome danada. O que você quer comer, meu amor? Com essa fome que estou, como qualquer coisa. Ah! Então vamos à churrascaria. Churrascaria não, eu não como carne. Então vamos lá

né? Estou com fome, uma fome danada. O que você quer comer, meu amor? Com essa fome que estou, como qualquer coisa. Ah! Então vamos à churrascaria. Churrascaria não, eu não como carne. Então vamos lá no girassol comer uma salada. Salada? Você realmente não me entende. E para de falar os intentos mais íntimos. Meu Deus, esses somos nós. Queremos que as nossas os nossos queridos se mantenham invariáveis, sejam quais sejam as circunstâncias. Então, não pode ter mau humor, não pode estar mais macambúio ou macambúia. Não imagine, para conviver comigo, a pessoa tem que ter bom humor das primeiras horas do dia até o anoitecer. Não é assim? Queremos colher todos esses elementos nas nossas relações. Agora vejam essa, meus amigos, que interessante. Queremos que nos escutem sem reclamar nos momentos mais duros. Então, é o amigo, é o parente, é o filho, é a mãe, é o pai. A gente senta e fala, fala. Se a pessoa se atreve a dar uma opinião, não é verdade? que nos escutem sem reclamações e sem dar opiniões. Queremos ser escutados. Ah, esse aqui é maravilhoso. Que nos releve todas as faltas. Queremos que nos desculpem. Olha, me perdoe, não foi por querer. Já é a 19ª vez. Mas foi sem querer que nos releve as faltas e lembrando daquele anterior com bom humor, invariável. É assim que a gente quer no nosso campo de afeto. Que não nos exija tributações de carinho, não. Nada disso. Ficar ali, né? Porque eu quero receber, eu não quero semear. Que não nos peça postos de gratidão. Ave Maria, né? Essa pessoa só porque me fez esse, esse, esse, esse, esse e esse favor. Às vezes carrega a gente nas costas. Agora eu tenho que agradecer no campo do afeto. Queremos receber, colher, mas não semear. E vejam, meus amigos, que nos encorage. Nós queremos no nosso campo de afeto alguém que esteja sempre a nos encorajar. Vamos, levante-se, anime-se. Esperança que nos sustente nos dias tristes. Queremos, sabe aquele dia, a gente quer alguém ali que nos sustente vibracionalmente, que nos escute sempre com bom humor. é o que eu

levante-se, anime-se. Esperança que nos sustente nos dias tristes. Queremos, sabe aquele dia, a gente quer alguém ali que nos sustente vibracionalmente, que nos escute sempre com bom humor. é o que eu mais gostei, essa invariabilidade que nós exigimos do outro, né? E que nos partilhe o contentamento nas horas de céu azul, do nosso céu azul, né? Porque às vezes a pessoa não tá para isso. Ah, mas você também, né? Nada te satisfaz. A gente esquece que ontem quem tava de céu sombrio, cinza éramos nós. Mas nós nos não queremos saber. Suspiramos pelo entendimento integral e pela amizade perfeita. Só isso, minha gente, que nós queremos no campo do afeto, né? Que aqueles que convivem conosco sejam anjos, né? amizade perfeita, o relacionamento que eu defino as balizas. Mas Emanuel não deixa por menos, né, minha gente? e vemnos dizer: rogamos afetos marcados por semelhantes valores, é indispensável o quê, minha gente? Se a gente quer colher tudo isso, o que que se faz indispensável? Eu quero colher uma laranja saborosa. Se eu planto pimenta, eu colho essa laranja doce, suculenta. É isso que Emanuel tá dizendo. É indispensável comecemos a ser para os outros esse amigo ideal, esse afeto, esse cônjuge, esse filho, essa filha, essa nora, esse genro, essa mãe, que tenha todas aquelas qualidades que eu venho esperando no outro. Porque a gente tá sempre assim, né, na vida. Achamos que a vida nos deve, achamos que a mãe nos deve, que o pai nos deve, que o cônjuge, nossa senhora, nos deve muito. Esse não entende nem o que eu quero comer, nem eu sei, mas ele precisava adivinhar, né? Então a gente caminha na vida assim, começa a trabalhar, né? Exige que o ambiente de trabalho seja do jeito que eu quero. A casa do jeito que eu quero. vem pra casa espírita no grupo mediúnico, vai fazer a sopa e tem que ser a cenoura aqui, o o o nabo ali, porque é assim, ai se alguém chega num daqueles dias de céu cinzento, a tempestade se faz. Então, meus amigos, em se tratando de campo de afeto, não tem outro

m que ser a cenoura aqui, o o o nabo ali, porque é assim, ai se alguém chega num daqueles dias de céu cinzento, a tempestade se faz. Então, meus amigos, em se tratando de campo de afeto, não tem outro caminho. Se eu não construir, eu não vou colher. Porque existe uma lei que é a lei de causa e efeito que diz que nós criamos em torno de nós um campo eletromagnético que traduz a nossa onda mental. e que atrai sintonias, corações e mentes semelhantes. Então, eu quero simpatias, eu quero alegrias, eu quero paz, eu quero harmonia e equilíbrio na minha vida. É de responsabilidade minha. unicamente construir através dos meus reflexos mentais, emocionais, vibracionais, vivenciais, esse campo eletromagnético a expressar para a vida equilíbrio, harmonia, simpatia, alegria, humildade, esperança. Muitos de nós estamos hoje na colheita infeliz do ontem, colhendo hoje os reflexos de um plantio, equivocado do ontem. Cabe-nos acolher essa ceifa e reequilibrá-la, mas cabe-nos também com o aprendizado que essas experiências desafiadoras nos trazem, aprendermos a cultivos novos, como Maria de Magdala, da nossa história de abertura, aprendeu e no seu desenlace, aquele alívio que ela sentiu era o alívio da consciência tranquila, da consciência em paz, sabedora, que fez tudo que estava ao seu alcance no campo do afeto. Semeou, semeou semeadura feliz. Se desejamos recolher amor e paciência nas manifestações do próximo, saibamos distribuí-los com todos aqueles que nos partilham a marcha. que a gente ofereça primeiro antes de querer receber, porque primeiro se semeia e depois seif. Bondade gera bondade, abnegação gera abnegação. E a palavra do apóstolo Paulo é clara e franca nesse sentido. Tudo que o homem semear, isso também se fará. Meus amigos, nesses minutos finais, eu gostaria de trazer novamente a fala de Jesus. Na obra Boa Nova de Humberto de Campos, quando Jesus fala desses amigos, quando Jesus fala desse campo do afeto que cabe-nos cultivar, ele irá dizer a Simão Pedro, Simão, os afetos da alma

a de Jesus. Na obra Boa Nova de Humberto de Campos, quando Jesus fala desses amigos, quando Jesus fala desse campo do afeto que cabe-nos cultivar, ele irá dizer a Simão Pedro, Simão, os afetos da alma São laços misteriosos que nos conduzem a Deus. Saibamos santificar os nossos afetos, as nossas afeições, proporcionando aos nossos amigos, familiares, a todos que caminham conosco, o máximo da alegria seja o nosso coração, meus amigos, uma sala iluminada, onde eles se sintam tranquilos e ditosos. Tenhamos sempre júbilos novos que os reconfortem e nunca contaminemos a fonte de sua simpatia com a sombra dos pesares, com a sombra dos nossos dias de céu cinzento. As mais belas horas da vida são as que empregamos, meus amigos, em amá-los. São aquelas que empregamos na semeadura do afeto, enriquecendo aqueles que caminham conosco, enriquecendo-lhes as satisfações íntimas. Mas Simão, tempestuoso que era, interroga Jesus: "Mas, mestre, e como deveremos proceder quando os amigos não nos entendam ou quando nos retribuam com ingratidão? Ou quando não nos ouçam? Ou quando não mantenham o bom humor que queremos? ou quando nos cobrem demonstrações de carinho ou de gratidão. Pedro, e penso que Jesus nessa hora deu um daqueles seus sorrisos lindos frente aquela alma ainda infantil que não entendia o que era o campo do afeto. Pedro, o amor verdadeiro e sincero nunca espera recompensas, Pedro. A renúncia é o seu ponto de apoio, como o ato de dar é a essência de sua vida. A capacidade de sentir grandes afeições já é em si tesouro. Não precisamos receber, basta-nos oferecer. O ato de dar é a essência da sua vida e a capacidade de sentir grandes afeições já é em si mesmo um tesouro. Quando a luz do entendimento tardar no coração daqueles a quem amamos, deveremos nos lembrar de que temos a sagrada compreensão de Deus, porque assumimos com Deus a tarefa de semear o afeto e o amor nesses corações que caminham conosco. E Deus nos conhece os propósitos mais puros. Ainda que todos os nossos amigos do

ompreensão de Deus, porque assumimos com Deus a tarefa de semear o afeto e o amor nesses corações que caminham conosco. E Deus nos conhece os propósitos mais puros. Ainda que todos os nossos amigos do mundo se convertessem um dia em nossos adversários ou mesmo em nossos algozes. Jamais, jamais nos poderiam privar da alegria infinita de lhes haver dado alguma coisa. com essa frase do Cristo, meus amigos, sigamos. Lembrando que ele disse: "Vai, Maria, semeia no campo do afeto. Frutos muitas vezes demandarão tempo, paciência, constância, perseverança, mas semeamos, meus amigos, para o Cristo, na seara do Cristo, pelo Cristo, pela atenção de vocês. O meu muito obrigada. Muito linda a palestra, não é, gente? Gratidão, Débora. Muito linda. De vez em quando um amigo passa assim, diz assim: "Escreve aí". Aí a gente escreve alguma coisinha, sabe, Débora? A química da transformação no laboratório de luz é o caminho que a nós Jesus nos conduz. Carência afetiva é o que de mais urgente precisa tratar. Entregue-se ao Cristo e veja quanta beleza descobrirás no altar da natureza íntima de vossa alma, opressa que deseja se libertar. Um amigo. A nossa irmã está ali na porta, ali do saguão, para vender as cartelas da festa junina. de nosso lar. Vamos lá prestigiar. É uma linda festa familiar que nos encanta quando lá nós possamos nos encontrar. Vamos estar lá. Começa 12 horas e termina às 22 horas do próximo domingo. Primeiro de junho. Já está chegando a hora. Vamos encostar ali na mesinha da nossa irmã. e contribuir com as crianças do nosso lado. A nossa casa também está na campanha do agasalho. Cada doação vai aquecer uma vida que está no frio nesses dias que já começou intenso. As madrugadas estão geladas. 150 famílias são assistidas pela nossa casa e cada sexta-feira nós recebemos 60 nossos irmãos em situação de rua. 40, né? 40 em situação de rua e eles estarão aqui e a gente sempre oferta um agasalho para eles para que eles não possam passar tanto frio aí fora. Vamos dar a nossa contribuição trazendo o agasalho.

40, né? 40 em situação de rua e eles estarão aqui e a gente sempre oferta um agasalho para eles para que eles não possam passar tanto frio aí fora. Vamos dar a nossa contribuição trazendo o agasalho. Aqui ao lado está o almoxarifado, onde é possível entregar a nossa doação. Se não tiver ninguém no almoxarifado, os nossos irmãos que ficam na guarita recebem a doação. A nossa casa tem o atendimento fraterno. Se tivermos passando por dificuldades, se soubermos que alguém está passando por dificuldades, idea deções suicidas, dificuldades familiares, venham para cá, conversem com alguém. Nós temos atendimento todos os dias, de segunda a sexta, a partir de 8:30 da manhã, 13:30 e por aí vai até o fim da 9 horas, né? E no sábado à tarde também tem um atendimento fraterno. Vamos vir para cá buscar ajuda ou indicar alguém que esteja precisar. Aqui nós temos um porto seguro que vai nos acalentar e da água que nós bebermos que essa casa nos oferece, jamais nós vamos sentir sede, vamos nos fortalecer, porque a água daqui é tirada do poço de Jacó, o poço de Jesus. E assim, envolvidos nessas vibrações de alegria, de tanto conhecimento trazido nesta noite de hoje a nós, só temos a dizer muito obrigada, Jesus por poder ter estado aqui, por sentir as vibrações que nos envolvem e que acalenta as nossas dores de alma. Que tenhamos uma semana repleta de muita luz e que a bondade e a misericórdia não nos falte quando alguém estender a mão a rogar a nós um alento, que possamos ser o mensageiro que acalenta a aflição. Que todos tenham uma boa semana. Graças a Deus. Graças a Jesus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções,

ficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no

nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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