Natureza das penas e gozos futuros • Max Lânio Lacerda

Mansão do Caminho 23/05/2025 (há 10 meses) 49:31 1,475 visualizações

Toda sexta-feira, a União Espírita de Vitória da Conquista traz um convidado especial para falar sobre temas do cotidiano sob a luz da Doutrina Espírita. Palestrantes e estudiosos do Espiritismo se encontram para reflexões acerca do Evangelho de Jesus. Realização: União Espírita de Vitória da Conquista (UEVC) #palestraespirita #espiritismo #evangelho

Transcrição

Olá, que o divino amor de nossas almas ilumine as nossas consciências. Que a sua paz esteja em cada coração. Sejam bem-vindos em mais uma live aqui nos nossos canais da UVCTV e da TV Mansão do Caminho. Sempre uma grata satisfação saber que estamos na companhia de tantas almas queridas para mais um instante de reflexão em torno da mensagem do mestre à luz da doutrina espírita para renovarmos o nosso entendimento e trabalharmos sempre a construção de um ser. cada dia melhor para iniciarmos as nossas atividades da noite. Que possamos elevar os nossos pensamentos numa prece. Divino amigo, eis-nos aqui, Senhor, te buscando mais uma vez pelas portas do coração, para que, sintonizados contigo, possamos expandir as nossas mentes e corações, albergando o teu amor e trazendo para dentro de nós. que sejamos, Senhor, compartícipes contigo na grande tarefa de aprender a tua mensagem, a fim de vivenciá-la para estarmos conectados a ti no momento de exemplificar o teu amor, o teu perdão, a tua misericórdia estáindo dentro de nós virtudes e talentos para contribuir para a nossa própria transformação. e daqueles que estão conosco nessa jornada. Por isso, te rogamos a tua assistência fraterna em cada lar que estiver sintonizados conosco este instante, bem como todos aqueles outros que precisam tanto de ti quanto nós. Vem comigo e permaneça conosco. Hoje temos a alegria de receber mais uma vez em nossos canais nosso querido amigo, irmão, trabalhador incansável da doutrina espírita, Maxlânio Lacerta, que vai trazer o tema Natureza das penas e gozos futuros. Max, a casa já é sua, meu amigo. Fique à vontade. Rogando voto de muita paz. Passamos a palavra para você. Gratidão, Rosâela. Boa tarde, boa noite. An, já tá boa noite agora, né, Naira, os amigos que estão nos bastidores, Barreto, Júnior, boa noite a todas e a todos que estão aqui conosco, os que chegarão depois. Temos a gratidão de poder estar aqui falando sobre essa doutrina abençoada e conversando sobre um tema que não foi sempre tão claro como é

das e a todos que estão aqui conosco, os que chegarão depois. Temos a gratidão de poder estar aqui falando sobre essa doutrina abençoada e conversando sobre um tema que não foi sempre tão claro como é hoje, depois que a doutrina espírita nos trouxe essa questão se nós temos penas e gozos no futuro, ou seja, depois da desencarnação e como isso funciona. E para que isso seja bem eh entendido, nós fizemos aí uns slides e que nós vamos nos utilizar deles para poder ter uma sequência que nós pedimos a aos amigos para colocarem para nós e nós vamos falar dessas penas e gozos terrenos, eh, e vamos falar, obviamente daquilo que é do futuro, que, portanto, são os gozos que estão no mundo espiritual. Bom, para que a gente possa avançar, vamos lembrar que esse esse assunto foi inserido por Allan Kardec na parte quarta do livro dos Espíritos, a última parte do livro, em que ele chama das esperanças e consolações. E acabamos de falar das terrestres e agora nós vamos falar das futuras que incõem o capítulo dois. Então, Allan Kardec trabalha esse tema nesse capítulo dois em vários subíens. E o item que nós hoje estamos aqui examinando é a natureza das penas e gozos futuros. Mas como sabemos, o livro dos espíritos foi desdobrado nos outros quatro livros sequenciais, né? E esse livro em particular, o livro quarto foi desdobrado num livro que nós chamamos do céu e o inferno, que Allan Kardec também nos concedeu a honra de ter acesso. E lá Allan Kardec também tratou do do vários assuntos depois da morte, sobretudo na primeira parte. e ele vai tratar dessas situações que antes eram, eh, vamos chamar assim, nebulosas, incompreensíveis, muitas vezes amedrontava sem saber o porquê, como, por exemplo, razão de existe de inferno, de purgatório, essas coisas que a gente durante muito tempo nas escolas religiosas anteriores nós assumíamos como sendo verdades, não obstante, sem demonstração. Então, nesse particular, o capítulo sete, que trata das penas futuras segundo o Espiritismo, é muito

s escolas religiosas anteriores nós assumíamos como sendo verdades, não obstante, sem demonstração. Então, nesse particular, o capítulo sete, que trata das penas futuras segundo o Espiritismo, é muito importante para nós entendermos a complementação do que foi tratado então no livro dos espíritos. E dentro desse capítulo nós temos aquilo que se chama segunda parte, que é o ponto mais importante para que nós sustentemos a tese que nós vamos eh aqui apresentar de Allan Kardec do que acontece no futuro. Então, são exemplos e são 66 exemplos que Allan Kardec entrevistas. Exatamente isso. Entrevistas, né, conversas que ele teve com espíritos que foram selecionados de maneira muito organizada, conduzida no mundo espiritual diretamente por São Luís. E esses exemplos serão a base para construir essa tese que nós aqui vamos hoje conhecer. E não só eles, é claro, eles aqui estão sendo selecionados, mas outros tantos ao longo de todo o tempo de estudo de Allan Kardec foram necessários para poder subsidiar o entendimento da vida futura. Lá na questão 966 do livro dos espíritos tem essa pergunta que antes de o espiritismo surgir era exatamente isso que acontecia. Kardec pergunta: "Por que das penas e gozos da vida futura faz o homem às vezes tão grosseira e absurda a ideia?" Então, a gente fala de inferno, fala de aquelas aquelas situações todas e que muitas vezes formam-se ideias que Kardec até colocou muito clara aqui, absurdas, que não coadunam com o raciocínio minimamente lógico, né? Então, a gente tem aqui a que entender por que isso isso durou tanto tempo, né? 1857, quando esse livro veio à tona, até então isso era patente nas nas escolas religiosas daquela época. E ainda tem muitas escolas religiosas que trabalham essas ideias que continuam sendo para nós que já temos a compreensão fora de base no raciocínio. E eles vão responder: inteligência que ainda se não desenvolveu bastante. Como é que você ensina uma criancinha sobre certos assuntos que ela ainda não pode compreender? você vai explicar de forma

io. E eles vão responder: inteligência que ainda se não desenvolveu bastante. Como é que você ensina uma criancinha sobre certos assuntos que ela ainda não pode compreender? você vai explicar de forma lúdica, você vai explicar de uma forma que para ela seja palatável, que ela comece a formar as bases, mas ainda não vai conseguir entender tudo e, portanto, você não vai poder dar a ela todas as explicações porque ela não está pronta para recebê-las. Então, a a nossa humanidade, os espíritos encarnados na Terra também passam pelo mesmo processo. A infância espiritual, ela é assim, tem a necessidade de certas figuras, às vezes figuras fortes, para poder fazer com que ela tenha noção do que poderia vir a ser o mundo espiritual. Então ele faz até essa comparação, compreende as a criança as coisas como o adulto. A gente acabou de falar que não, não tem jeito. Você não dá alimento de adulto paraa criancinha, por quê? Porque não é compatível para ele. Ele não tem estômago para, obviamente, o bebê que está aí começando a vida para poder assimilar como um estômago de um adulto assimila. Da mesma forma, os assimilação de ideias que passa pela parte do do intelecto, pela parte da aquilo que se chama inteligência, ela também necessita de tempo para maturar e ainda vai dizer que ademais depende também do que se lhe ensinou. Aí é que há necessidade de uma reforma. Olha só, não é só o fato de ser criança, é que a criança pode ser no sentido, entre aspas, mal educada. Ou seja, não foi educada adequadamente, não foi explicado a ela de forma correta, de forma lógica, de forma racional, de modo que quando ela fosse adulto, adulto ou adulta, essa criança obviamente tivesse aquilo como base para ela compreender o que faltou quando ela não podia compreender. Mas isso não foi assim. muito do que foi ensinado na base estava equivocado, mais atemorizava do que fazia essa criança ter bases de raciocínio. Então, o que que o espírito que respondeu essa pergunta tá dizendo aqui? É que está a necessidade de uma

na base estava equivocado, mais atemorizava do que fazia essa criança ter bases de raciocínio. Então, o que que o espírito que respondeu essa pergunta tá dizendo aqui? É que está a necessidade de uma reforma. E é por causa disso que veio o consolador prometido para que nós tenhamos a possibilidade de rever esses esses erros, corrigir esses erros para que como adultos espirituais hoje nós tenhamos a tranquilidade de saber como funciona a vida futura. E ainda vai dizer mais o benfeitor que respondeu essa pergunta, ele vai dizer assim, ó, muitíssimo incompleta é a vossa linguagem para exprimir o que está fora de vós. Veja só, tem a questão de ser uma infância, tem a questão de ser explicado errado e ainda tem a questão da nossa linguagem não conseguir por causa do tamanho do nosso psiquismo, que ainda não está dilatado o suficiente para exprimir as ideias do que estão fora de nós. Daí, porque, por exemplo, Jesus usou muitas comparações, as parábolas comparam coisas aqui concretas da Terra com coisas abstratas do plano espiritual. Por que que precisava disso? Porque as coisas da terra nós conseguimos entender, porque é a linguagem nossa, mas as coisas do céu ou as coisas do plano espiritual elas fogem a capacidade de assimilação. Portanto, essas comparações são extremamente úteis porque faz com que nós tenhamos ideia de como que se dá a situação do lado de lá. E aqui ele está dizendo isso. A nossa linguagem não dá pra gente entender tudo com completo até esse momento que nós chegamos. E aí ele vai concluir o raciocínio. Teve-se então que recorrer a comparações e tomaste como realidade as imagens e figuras que serviram para essas comparações. Como dissemos, o problema não são as comparações. O problema são que os que os ouviram e formaram essas comparações de suas mentes transformaram essas comparações em realidade. Então as coisas pareceram para ele como se fosse aquilo que é apenas uma figura, mas para ele aquilo é a realidade. E aí comprometeu a compreensão da vida futura. E então,

as comparações em realidade. Então as coisas pareceram para ele como se fosse aquilo que é apenas uma figura, mas para ele aquilo é a realidade. E aí comprometeu a compreensão da vida futura. E então, gente, que à medida que nós, os espíritos encarnados nos instruímos, nós vamos melhor compreendendo e essa linguagem vai se exprimindo de maneira melhor. Então, é questão de tempo, tem um processo evolutivo, de maturação, do psiquismo que nós precisamos para assimilar ideias. Uma comparação singela, você coloca uma criança no pré-primário. Ora, a criança do pré-primário não está apta a entender o que uma criança no quarto ano primário já está recebendo. Se você levar aquele conhecimento do quarto ano primário para uma criança de pré-primário, ela simplesmente vai boiar, como a gente diz, né? não vai entender nada, aquilo para vai fazer o melhor sentido. Mas essa criança de pré-primário, um dia será a criança do quarto, quarto ano primário, que também já foi do pré-primário. E assim também é o espírito. Hoje ele tá num patamar, mas à medida que ele vai recebendo as experiências, vão passando pelas várias fases da aquela que se chama fase evolutiva, ele vai assimilando as novas ideias, vai assimilando os novos conhecimentos, vai assimilando, enfim, as verdades pouco a pouco até ele conseguir ter uma linguagem adequada para se espremer. Ora, chegamos a essa época. Essa época ela foi inaugurada com o consolador prometido na Terra. 1857 foi marcado como ano em que essas verdades estavam a a vamos dizer assim a ao alcance de qualquer um. Não era só mais quem tinha ouvido de ouvir ou quem tinha óleo de ver. Estava ao alcance de todos. Por quê? Porque não era mais figuras, mas essas imagens que eram utilizadas pelos espíritos para poder fazermos entender, eram bases que nós, os encarnados temos como clareza. Não são figuras mitológicas, figuras eh imaginárias, não são realidades. Mas como que essa realidade foi obtida? Você poderá perguntar. E a pergunta é extremamente importante e Kardec vai nos

clareza. Não são figuras mitológicas, figuras eh imaginárias, não são realidades. Mas como que essa realidade foi obtida? Você poderá perguntar. E a pergunta é extremamente importante e Kardec vai nos apresentar isso. Ele tem um um capítulo que se chama Princípios da doutrina espírita sobre as penas futuras. Ele conta como é que ele conseguiu fazer isso. Está lá, como dissemos no livro Céu e Inferno, no capítulo 7. A doutrina espírita diz Kardec no que respeita as penas futuras não se baseia numa teoria pré-concebida. Olha que bacana. Ele não parte de uma teoria. ele não vai ter uma teoria, ele querer provar a teoria, como a gente normalmente faz na academia da ciência do homem. Não, ele vai formar aquela ideia depois que ele tiver acesso aos às informações. Por isso ele diz, não é um sistema substituindo outro sistema. Em tudo, a doutrina espírita se apoia nas observações. Aqui é que é o importante e são estas que lhe dão plena autoridade. Como dissemos no começo, são 66 casos que foram colocados só nesse livro do Céu e Inferno, na sua segunda parte, mas são muitas outras, eh, vamos dizer assim, posições e situações no mundo espiritual que Kardec estudou detidamente para poder formar essa nova essa nova maneira de ver como essa tal de vida futura. E ele vai dizer: "Como assim? Como é que a gente conseguiu fazer isso de forma fidedigna? Porque são as almas que foram embora da Terra, ou seja, que desencarnaram, que nos vem hoje iniciar nos mistérios da vida futura, descrever-nos a sua situação feliz ou desgraçada. Aí ele vai ouvir vários tipos de almas que desencarnaram em situações das mais diversas possíveis e ele vai formando um parâmetro comparador de cada uma delas, vai tendo noções claras que vão virando cada vez mais fáceis de se compreender e vai haver repetição. O mesmo espírito tem o mesmo padrão do outro, enfim, você tem condição de formar claramente o base. E foi assim que Kardec procedeu. preciso é afirmar que se não não se trata nesse caso das revelações de um só espírito,

m o mesmo padrão do outro, enfim, você tem condição de formar claramente o base. E foi assim que Kardec procedeu. preciso é afirmar que se não não se trata nesse caso das revelações de um só espírito, como nós dissemos, foram várias, o qual poderia ver as coisas do seu ponto de vista só sob um aspecto ainda dominado nos terrenos, nos terrenos prejuízos. Ou seja, imagine se você fosse numa cidade e você só ouvisse as pessoas de um bairro da cidade. A ideia que você formaria daquela cidade é a ideia daquele bairro. Mas a cidade tem vários tipos de bairros. tem um centro, tem várias posições, que se você não ouvir alguns de várias outras posições, a noção que você vai fazer dessa cidade é parcial. E Kardec foi muito cuidadoso. Ele ouviu, mas muito, mas muitos, muitos espíritos. Nós não temos noção de quanto foi que ele fez. Então ele diz assim: "Trata-se de inúmeros exemplos fornecidos por espíritos de todas as categorias. Olha o trabalho que Allan Kardec teve. todas as categorias, desde os mais elevados aos mais inferiores da escala, por intermédio de outros tantos auxiliares, que são os médiuns que estavam disseminados pelo mundo. A gente sabe que Kardec recebia anotações de várias médios, de vários lugares do mundo. E ele teve o cuidado, o trabalho de colocar isso de uma maneira lógica e racional, comparar, ver o que que tinha de de desvio, o que que era realmente conciliava com a lógica. E Kardec foi muito, muito hábil nisso e com base nisso ele formou a teoria. Então ele tem aqui vários exemplos aqui que a gente trouxe no livro, mas aqui é só para referência. Então por exemplo, no capítulo dois ele tem uma uma sequência de espíritos e cada um desses nomes que aparecem aí são espíritos que foram ouvidos por Allan Kardec. Só nesse caso aqui foram 17 estudos de caso que você tem. E se você for lá no livro, você vai ver que é é uma entrevista longa, tem várias coisas que Kardec vai extraindo dali com apoio do São Luís, com apoio de outros espíritos e você vai vendo como

cê tem. E se você for lá no livro, você vai ver que é é uma entrevista longa, tem várias coisas que Kardec vai extraindo dali com apoio do São Luís, com apoio de outros espíritos e você vai vendo como ele vai formando ideia clara acerca da realidade daquela pessoa. Depois, no capítulo três, ele já coloca um título para esse grupo de espíritos. São espíritos em condições medianas. Então, nesse aqui são seis casos que ele apresentou como estudo. No capítulo 4ro, por exemplo, ele usou o termo espíritos sofredores para aqueles espíritos que estão em situações lá no mundo espiritual de sofrimento mesmo. E são nove estudos de caso que ele traz para que nós investiguemos aqui hoje. Ele também entrevistou suicidas, minhas amigas e meus amigos. Então ele vai trazer um número de nove casos em que foram estudados e cada um deles tem um aprendizado próprio, mas o conjunto forma um padrão e esse padrão é o que serve para nós termos a certeza de como é a vida futura. E no capítulo seis, ele traz criminosos arrependidos e ele vai trazer aqui nesse caso, cinco casos em que ele estuda detidamente cada um deles e todos eles são extremamente interessantes de estudar. E por fim, eles, por fim, não, ainda tem mais esse aqui que é espírito endurecido, que ele vai também trazer mais outros cinco estudos de caso que foram detidamente estudados por ele cuidadosamente. Dá para você ter uma ideia de quanto tempo levou para fazer isso, quantas horas Allan Kardec cuidou de fazer isso, porque tem que ter uma sessão mediúnica lá na na nossa na nossa casa espírita, né? lá, ele tinha aquela localidade própria para isso, que era a a a situação principal dele, né, o laboratório dele. E aqui no capítulo oito, fechando esse trabalho, ele apresenta as expiações terrestres. Então, são espíritos aqui na Terra, repercutindo neles aquilo que lá no plano espiritual foi decidido e que ele estava normalmente dando uma uma opção de aprendizado para nós aqui na Terra. Cada um desses casos, minha amiga e meu amigo, são maravilhosos. Eu recomendo

á no plano espiritual foi decidido e que ele estava normalmente dando uma uma opção de aprendizado para nós aqui na Terra. Cada um desses casos, minha amiga e meu amigo, são maravilhosos. Eu recomendo pessoalmente, eu já fiz essa leitura várias vezes, estudo, então nem se fala, mas cada caso é impressionantemente uma oportunidade de aprendizado para nós, porque é como se você fosse a um país antes de um país você que você tenha ido ao país, você entrevistasse as pessoas e essas pessoas vão te dando informações acerca desse país, porque de tal forma quando você chegar lá você sabe exatamente como é que esse país funciona. Aqui, só pra gente ter uma ideia, 14 casos foram apresentados. Então, diante desse trabalho, não só d 66, como falamos, mas de todos os outros, ao longo da vida de Kardec, na concepção dessa doutrina, ele formou um chamado Código Penal da Vida Futura. E é esse código penal que nós precisamos entender. Ele criou um código, tal como a gente cria aqui na Terra, com 33 artigos, tal como a gente cria, entre aspas, usando os mesmos modelos, né, em forma de artigos e que a gente obviamente precisa estudar, porque é como se você, depois de ter ouvido todos esses irmãos do lado de lá, você pudesse fazer o resumo de como funciona e dali você extrair leis que vigem do lado de lá, leis que são as leis que nós vamos estar submetidos do lado de lá. Então, o primeiro artigo, só pra gente ter aqui uma apenas uma referência importante, eh a gente colocou um o primeiro artigo aqui como como base. Olha só, a alma ou o espírito sofre na vida espiritual as consequências de todas as imperfeições que não conseguiu corrigir na vida corporal. O seu estado feliz ou infeliz é inerente ao seu grau de pureza ou impureza. Ou seja, quanto mais puro é o espírito, quanto mais ele está seguindo o conselho de Jesus, sede perfeitos como perfeito é o vosso pai, mas ele se aproxima da felicidade. Quanto mais ele deturpa a lei, quanto mais ele é um transfuga da lei, quanto mais ele faz a

seguindo o conselho de Jesus, sede perfeitos como perfeito é o vosso pai, mas ele se aproxima da felicidade. Quanto mais ele deturpa a lei, quanto mais ele é um transfuga da lei, quanto mais ele faz a vontade dele, não a vontade do pai, quanto mais ele se envolve em viciações, mais ele vai ficando numa condição de impureza e isso trará a ele a tal da infelicidade temporária. Só que nós resolvemos trazer dois aqui porque são casos interessantes que é o 16º e o 17º artigos, porque eles são ah bastante importante pra gente ter assim um pouco de visão do como é importante a gente conhecer as leis para seguir as leis, mesmo que a gente inicialmente não queira, mas só o simples fato de saber que existem leis e que elas têm repercussões sobre nós aqui na na vida presente, assim como no mundo espiritual, é importante a gente ter essa noção, pelo menos a noção de como funciona isso. Então, esse esse artigo 16º e o 17º eles vão tratar basicamente de três condições que todos nós quando erramos temos que passar. Temos que passar pelo arrependimento, pela expiação e pela reparação. E Allan Kardec consegue fazer de uma pedagogia impressionante, consegue fazer de maneira magistral. Olha como ele diz: "Arrependimento, expiação e reparação são as três condições necessárias para apagar os traços de uma falta e suas consequências." O que que é apagar, gente? eh ela não mais incidir sobre você naquela cobrança que começa quando a gente não tem essas noções naquilo que se chama remorço, complexo de culpa ou naquela cobrança que já é muito mais leve, que é o arrependimento, que a gente sabe que errou, mas a gente sabe que pode resolver o problema, que a gente pode corrigir o problema, que a gente pode, enfim, ter a situação normalizada depois de certos processos. Então, quando a gente passa por isso, apagou definitivamente a falta, não é que ela não está registrada no nosso psiquismo, está, mas ela não mais influi na nossa vida, ela não mais faz aquele processo de nos obrigar a acertar as

or isso, apagou definitivamente a falta, não é que ela não está registrada no nosso psiquismo, está, mas ela não mais influi na nossa vida, ela não mais faz aquele processo de nos obrigar a acertar as contas com a consciência cósmica. Então, três condições. Você tem, eu tenho, todos nós que erramos que passar por esses três fatos: arrependimento, expiação e reparação. Vamos dar uma olhada em cada um deles para ficar claro isso, porque isso aqui é extremamente importante. E se as pessoas desta humanidade conhecessem isso aqui, eu tenho certeza que os seus procederes seriam modificados. Olha o que diz a Allan Kardec. O arrependimento, com quanto seja o primeiro passo para a regeneração, quem fala em regenerar eh voltar ao padrão antes do erro. Então eu tenho que corrigir para poder voltar antes do erro, como eu estava antes de ter cometido determinado erro. Então ele seja eh o primeiro passo, mas ele não basta por si só. Por quê? Porque ele vai se deixar claro, são precisas a expiação e a reparação. Então alguém vem aqui e diz: "Marco, eu tô arrependido. Eu eu eu já tô já tô já tô kids com Deus. Nãoou já você já deu um passo maravilhoso, mas você ainda não tá kits com as leis de Deus. Por quê? Porque você ainda não passou pelas duas fases seguintes que nós vamos ver agorinha. Então, qual que é a função do arrependimento nesse processo de regenerar a alma para com a paz íntima, para com a harmonia entre a consciência própria e a consciência cósmica, a consciência divina? A função dela é suavizar as dores da expiação. Então, veja que as expiações com X elas trazem necessariamente dores que são necessárias para o processo de habilitação. Então, quando a gente arrepende, a gente é como se vesse uma luz no fim do túnel. Mas o túnel é um túnel cheio de problemas, cheio de meandos. Tem às vezes problemas que a gente vai tropeçar, às vezes tem espinho, às vezes tem pedras ponteagudas, mas nós vamos ter que passar. Mas quando você vê lá no fim do túnel, mesmo sabendo todos esses

. Tem às vezes problemas que a gente vai tropeçar, às vezes tem espinho, às vezes tem pedras ponteagudas, mas nós vamos ter que passar. Mas quando você vê lá no fim do túnel, mesmo sabendo todos esses obstáculos que você vai ter que passar, você tem aquilo que se chama esperança. Você vai entrar com uma nova condição íntima, um novo conteúdo, uma nova energia que vai te dar forças para poder prosseguir apesar das dificuldades. E é por isso que a expiação vem logo em seguida. Por quê? porque ela vai ser o processo de caminhar de volta para onde nós precisávamos estar antes do erro. Então ele chama aqui agora de reabilitação. Lá atrás ele chamou de regeneração. Então são duas palavras que se eh assemelham e que podem ser colocadas como sinônimos como processo. O arrependimento, ele vai dar mais um pouquinho de informação sobre isso. E é importante isso porque nós vamos ver um caso daqui um pouquinho sobre isso. O arrependimento pode dar-se por toda parte e em qualquer tempo. Se for tardio, o culpado, ou seja, aquele que cometeu o erro, então a gente usa essa expressão culpado no sentido de lei de causa efeito, ou seja, aquele que terá que que tá com a consciência cósmica, tem ainda o desvio em si. Esse sofrerá por mais tempo se se arrepender mais tarde. Daí por nós, o que já estamos com consciência desperta com esse conhecimento, gente, todos nós somos passives de erro. Não temos dúvida disso. Vai que a gente faz alguma coisa que não é não é conveniente para com a lei divina. Tudo bem, eu errei. E aí, que que eu vou fazer? Primeira coisa, tomo consciência de que errei, assumo para mim o erro e não projeto o erre em outrem e vou a partir daí, a partir desse momento, começar a corrigir o processo ainda encarnado. Ainda encarnado. Quando eu faço isso, eu tenho a chance de voltar pro mundo espiritual sem mesmo precisar de passar pelas penas futuras. Por quê? porque eu já faço o processo de expiação e de reparação aqui ainda na na Terra. Então, quanto mais cedo, quanto mais a

r pro mundo espiritual sem mesmo precisar de passar pelas penas futuras. Por quê? porque eu já faço o processo de expiação e de reparação aqui ainda na na Terra. Então, quanto mais cedo, quanto mais a pessoa tiver a coragem íntima de arrepender-se, mais ela se livrará de sofrimentos futuros. Então, esse sofrerá por muito mais tempo não é de Deus, é escolha. Cada um de nós escolhe o como deve acertar as contas com a contabilidade divina. E como é que a gente repara? Eu vou pular aqui a expiação porque nós vamos voltar depois na expiação que é o passo intermediário entre o arrependimento e a reparação. A reparação, ele diz que só a reparação, com tudo, pode anular o efeito destruindo-lhe a causa. Do contrário, o perdão seria uma graça e não uma anulação. Veja só aqui. Eu posso ter me arrependido. Eu posso ter sofrido para atravessar aquele túnel cheio de de pedras, cheio de serpentes, cheio de buracos, cheio, enfim, de espinhos, enfim, que me machucam, que me fazem sofrer. E se eu não reparei, eu passei por essas duas etapas, eu ainda não apaguei a falta. Com quanto eu já tenha caminhado uma parte do processo, eu não concluí a caminhada. Por isso que a reparação, ou seja, se eu quebrei um copo, eu tenho que corrigir e colocar o outro copo no lugar do polo que eu quebrei. Se eu magoei alguém, eu tenho que corrigir e deixar aquela pessoa alegre na minha presença. Ou seja, se eu fiz o mal, eu tenho que fazer o bem, seja de qual natureza for. É, portanto, a lei que determina que nós paguemos o mal com o bem. Se a gente fizer isso, a gente vai entrar no processo de apagar a falta, como Allan Kardec usou aquele termo. Então, a função da reparação é exatamente essa. A reparação consiste em fazer o bem aqueles a quem se havia feito o mal. Gente, simples assim. Se eu falei mal de uma pessoa, eu tenho que modificar isso. Eu tenho que corrigir e falar bem, pedir desculpas claramente a ela. E se eu falei isso para outras pessoas, ir lá corrigir, dizer: "Olha, eu fui equivocado, eu falei mal dessa

nho que modificar isso. Eu tenho que corrigir e falar bem, pedir desculpas claramente a ela. E se eu falei isso para outras pessoas, ir lá corrigir, dizer: "Olha, eu fui equivocado, eu falei mal dessa pessoa, mas eu que sou o responsável". Não, ela. Então eu tenho que assumir para mim todos os das dificuldades que eu mesmo criei para outra. Eu vou pegar sobre os meus ombros aquilo que eu fiz de forma inadvertida no ombro do outro. Então aqui é que é o ponto fundamental que tem que ter a tal da coragem moral. Que que é coragem moral? É essa força íntima que o arrependimento te dá, aquela energia para você enfrentar o que virá pela frente, porque você sabe que você precisa fazer isso para ficar em paz consigo mesmo e em paz com a consciência cósmica. Então veja, reparar é fazer o bem àqueles a quem fizemos o mal ou aquilo. Não necessariamente só pessoas. pode ser coisas, situações, a gente obviamente pode ampliar isso aqui. E aí Kardec chama atenção. Olha como é importante a gente arrependeu e já reparar na encarnação nossa. Quem não repara os seus erros numa existência, seja por fraqueza ou por má vontade ou, né, por falta de coragem, como a gente falou, achar-se há numa existência seguinte, futura, em contato com as mesmas pessoas que de si tiveram queixas. e em condições voluntariamente escolhidas, que é o planejamento espiritual que nós fazemos, de modo dar-lhes reconhecimento e fazer-lhes tanto bem quanto mal lhes tenha feito. Se eu fui um filho ingrato, eu vou ter que ser um pai, eu vou ter que ser um filho na próxima encarnação maravilhoso. Ou eu posso sofrer, inclusive como expiação o fato de ter que passar pelos mesmos sentimentos que um filho ingrata fez um pai ou uma mãe passar. Então são situações que você tem a similitude, você tem o que nós chamamos de parecidas situações em que a criatura vai viver para que ela aprenda a não fazer. Isso é a expiação. E que ela possa corrigir o que ela fez, deixando aquele que foi machucado, aquele sendo curado por ele

ecidas situações em que a criatura vai viver para que ela aprenda a não fazer. Isso é a expiação. E que ela possa corrigir o que ela fez, deixando aquele que foi machucado, aquele sendo curado por ele mesmo. Aí, por isso que agora nós vamos falar da expiação. Em que consiste essa tal de expiação? Até que os últimos vestígios da falta desapareçam. A expiação consiste nos sofrimentos físicos e morais. Às vezes a pessoa não tem problema nenhum físico, mas moralmente ela tá mal por dentro, ela não está em paz, não está tranquila. Apesar de ter tudo na vida, intimamente ela não tá bem. Isso é uma espécie de sofrimento moral que eles são consequentes, seja nesta existência que nós estamos agora, seja na vida espiritual após a morte ou ainda em nova existência corporal. Veja só, pessoal, podemos sofrer nesta existência essa expiação na vida espiritual e na vida corporal. Seguinte, pra gente ter claro isso, como nós falamos, vamos pegar um estudo de caso que é o Verger, que é o assassino do bispo de Paris, lá do bispo de Paris que tá lá no capítulo seis que a gente mostrou agora a pouco, criminosos arrependidos. A síntese do caso apresentada por Allan Kardec é que até o último instante esse espírito que estava encarnado não manifestou qualquer sentimento de pesar, de arrependimento ou de sensibilidade, arrependendo-se do que fez após a morte. Então ele só foi arrepender verdadeiramente depois que morreu. Ele foi executado pela guilotina desde janeiro de 1857 e foram duas entrevistas com ele. Foi evocado ou foi chamado no mesmo dia em que ele foi executado. Não conseguiu falar direito, tava muito perturbado. E depois ele foi evocado três dias depois e aí sim foi possível ter informações que ele nos trouxe. Então, análise do caso, só paraa gente poder pegar esse caso em particular aqui para servir de estímulos para cada um de nós buscar depois lá no livro. diz Kardec: "A situação de Verger ao morrer é a de quase todos os que sucumbem violentamente. Então ele tá pegando um estudo de caso que vai como

tímulos para cada um de nós buscar depois lá no livro. diz Kardec: "A situação de Verger ao morrer é a de quase todos os que sucumbem violentamente. Então ele tá pegando um estudo de caso que vai como que se reproduzir para todas situações semelhantes." Ele disse que quase porque tem os casos em que quando a criatura tem uma elevação moral tão grande, mesmo as mortes violentas, ela não sofre o que Verger vai sofrer. Não se verificando bruscamente a separação, eles ficam como aturdidos, sem saber se estão mortos ou vivos. Muito comum isso. Kardec chama isso de perturbação espiritual em o livro dos espíritos. Quando nós estudamos isso, a visão do aerbispo foi-lhe poupada por desnecessária ao seu escoço. Então o acerbispo que ele assassinou era elevado. Ele não foi lá para poder perseguir o o assassino. Pelo contrário, ele orou por ele, provavelmente perdoou. Mas Kardec adverte, apesar dele ter feito isso, outros espíritos, em circunstâncias idênticas são constantemente acoçados pelo olhar de suas vítimas. Então tem um processo que aí começa a expiação, o sofrimento. A vítima como que tá cobrando dele o tempo todo, né? Quando a vítima não é real, na própria mente dele cria-se essa imagem da vítima que ele se autoimpõe como um auto autopena que ele se estabelece para si. Por que que o arrependimento dele é tardio? A enormidade do delito VG acrescentara a agravante de se não ter arrependido ainda em vida, estando pois nas condições requeridas para a eterna condenação. Olha a palavra, gente. Eterna condenação era como era visto. Isso foi a época antes do Espiritismo chegar à Terra. Era assim que as igrejas, sobretudo a católica, seguia no entendimento para nós. Mas logo que deixou a terra esse espírito, o arrependimento invadiu a alma dele e repudiando o passado, deseja sinceramente repará. Ali ele caiu em si. Ali ele viu que realmente fez o que não precisava, que não devia e que aquilo está pesando sobre a sua intimidade. Mas por que que o arrependimento dele foi tardio? E cuidado, pode acontecer com

m si. Ali ele viu que realmente fez o que não precisava, que não devia e que aquilo está pesando sobre a sua intimidade. Mas por que que o arrependimento dele foi tardio? E cuidado, pode acontecer com muitos de nós. A obstinação do mal em vida provém às vezes do orgulho que recusa a submeter-se e confessar os próprios erros. Por quê? Porque ele está, o homem sujeito à influência da matéria, que lançando-lhe um véu sobre as percepções espirituais, o fascínio desvalia. Ou seja, veste-se o corpo de carne, aí a gente tem vergonha de assumir que erreou, tem vergonha de publicamente que eu estou errado e não o outro. Isso tudo são óbices para que ele tenha a tal do o tal do arrependimento verdadeiro. Ele não tem coragem moral de assumir. E não tendo a coragem moral de assumir, porque o orgulho não deixa eu falar isso. Sou tá doido. Nunca na minha vida faria isso. Então isso é orgulho, exarcebato que a matéria impõe quando a gente tá encarnado. Porque quando a gente chega do lado de lá, esse orgulho não vai ter tanta força assim. roto esse véu, ou seja, é estragado esse véu, súbita luz o aclara, ou seja, esse véu é a matéria e ele se encontra senhor da sua razão. Então, já não tá mais embotado pelo que chamamos de matéria que escurece a razão. A manifestação imediata de melhores sentimentos é sempre indício de um progresso moral realizado, que apenas aguarda uma circunstância favorável para se revelar. Então, mesmo sendo o assassino, o vergas certas conquistas. Por quê? Porque ele teve uma manifestação posterior. Não, não foi tanto quanto seria maior se ele tivesse antes de desencarnar, mas já teve depois, porque tem muitos que demoram inclusive a arrepender e leva um tempo muito maior. Então são os amados espíritos endurecidos. O vergê, pelo menos logo que caiu em si, ele revelou uma certa maturidade moral que ele não tinha. Ao passo que a persistência mais ou menos longa no mal depois da morte, é incontestavelmente a prova do atraso do espírito, no qual os instintos materiais

uma certa maturidade moral que ele não tinha. Ao passo que a persistência mais ou menos longa no mal depois da morte, é incontestavelmente a prova do atraso do espírito, no qual os instintos materiais atrofiam a semente do bem, de modo ali serem precisas novas provações para se corrigirem. Então esse será submetido a tal da expiação compulsória até que ele obviamente ceda na intimidade do seu coração ao arrependimento sincero. Então gente, muita atenção. Estamos todos nós aqui que estamos nos vendo uns aos outros encarnados, mas tem também irmãos desencarnados conosco. Mas para os desencarnados que estamos aqui, que estamos ainda a caminho, muita atenção a essa pergunta de Allan Kardec lá no questão 1000 do livro dos espíritos, ele pergunta: "Podemos já nesta vida ou já nesta existência resgatar nossas faltas?" E o respeito foi muito, muito objetivo. "Sim, meu filho, reparando-as". Ou seja, me dei conta de que errei. Trata de corrigir o quanto você tá a caminho. Foi Jesus que disse isso antes. Se você vai trazer a oferenda pro altar e lembra-se que tem problema com alguém, larga a oferenda de volta, volta, reconcilia com o teu companheiro enquanto você tá a caminho com ele. Porque se você não fizer isso, você será metido numa prisão e daí você não sairá enquanto você não pagar o último seitil. Ou seja, você vai pagar isso em outra situação, ou lá no mundo espiritual futuro, ou numa nova existência, como a gente viu futura também. Então, para fechar esse raciocínio, gente, o artigo 33º é a síntese do Código Penal que nós trouxemos aqui para poder estimular as amigas e os amigos a estudarem com mais profundidade o tema. diz Kardec: "Em que pese a diversidade de gêneros e graus de sofrimento dos espíritos imperfeitos, o Código Penal da Vida Futura pode resumir-se nesses três princípios. Um, sofrimento é inerente à imperfeição. Quanto mais imperfeito, mais sofre. Quanto mais perfeito, menos sofre. Toda a imperfeição, assim como toda a falta dela para nada que nasce dessa imperfeição, traz consigo o

é inerente à imperfeição. Quanto mais imperfeito, mais sofre. Quanto mais perfeito, menos sofre. Toda a imperfeição, assim como toda a falta dela para nada que nasce dessa imperfeição, traz consigo o próprio castigo, que a gente sabe que é a cobrança íntima que a gente se impõe nas consequências naturais inevitáveis que a lei de causa efeito e impõe sobre cada um de nós. Então, toda vez que a gente cometer o mal e se imprime no perespírito e não tem como fugir. Para onde você vá, você vai levar isso com você. É como a sombra, você não consegue se livrar dela. Para onde você vai, a sua sombra vai com você. E se você faz o bem ou o mal, o bem ou mal vai com você para onde você for. Podendo todo homem libertar-se das imperfeições por efeito da vontade, olha, olha a palavra vontade, pode igualmente anular os maus consecutivos e assegurar a futura felicidade. Aqui ele usou a palavra anular, que tem o mesmo sinonímia de apagar. Naquele exemplo que nós vimos lá no momento inicial. Então aqui a gente fica claro, pessoal, que nós temos leis que regem as nossas vidas. Gostemos ou não, conhecemos ou não, saibamos ou não como elas funcionam, elas funcionam. Então, feliz daquele que conhecendo começa a controlar sua vida. Não é por acaso Jesus diz: "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará". E no espiritismo a verdade ficou muito mais clara para nós do que antes dele. E assim nós concluímos com Jesus, que foi Kardec inclusive que colocou essa frase lá. A cada um segundo as suas obras, no céu como na terra. Tal é a lei da justiça divina. Minhas amigas e meus amigos, feito essa breve aproximação de compreensão para nós entendermos como que a vida funciona nesta existência e refletida na na futura, nós temos algumas reflexões importantes. A gente falou do espiritismo e a pergunta que Kardec fez exatamente é essa: será necessário que professemos o espiritismo e creiamos nas manifestações espíritas para termos assegurada a nossa sorte na vida futura? Ou seja, a felicidade que

ta que Kardec fez exatamente é essa: será necessário que professemos o espiritismo e creiamos nas manifestações espíritas para termos assegurada a nossa sorte na vida futura? Ou seja, a felicidade que nós tanto almejamos tem que ser espírito. Essa é a pergunta. Obviamente que a gente sabe da resposta, né, gente? Se assim fosse, dissera o espírito, se ia que estariam deserdados todos os que não creem ou que não tiveram ensejo de esclarecer-se, o que seria absurdo. Então, é óbvio que não é o fato de você ser espírita que vai te garantir uma vida futura melhor. Só o bem te garante, te assegura. a sorte futura. Ora, o bem é sempre o bem, qualquer que seja o caminho que a ele conduz. Em outras palavras, não importa importa a fé que você professe. Nem mesmo se você não professa fé alguma, importa o bem que você faça. Se você faz o bem verdadeiramente, partido do seu coração, a sua vida futura tá assegurada. Não se preocupe, porque é o bem que nos dá aquele cartão de entrada no mundo espiritual, aquela alfâtega de passagem pro lado de lá. O cartão que você vai apresentar, que vai ser o seu advogado em toda parte, é o bem que você fez e o bem que você tem feito. Mas como pode o espiritismo nos ajudar a viver esse bem? Já que não depende obviamente de nada, depende da vontade de fazer o bem, mas como é que eu posso ser ajudado nessa vontade de fazer o bem? Kardec fala para nós como é que isso vai ser. Ele diz assim: "Olha, meu filho, a crença no espiritismo ajuda você a se melhorar, firmando-lhe as ideias sobre certos pontos do futuro." Então, você passa a saber o que você, obviamente já busca intimamente. A pressa o adiantamento dos indivíduos e das massas. Por quê? Porque faculta nos interemos do que seremos um dia. Ou seja, aquilo que nós falamos, você vai para um país, como é que vai ser quando você viver nesse país? Se você conhece o país antecipadamente, é outra situação. É um ponto de apoio, uma luz que nos guia. Não é o espiritismo que te salva. O conhecimento que ele te dá, te

er quando você viver nesse país? Se você conhece o país antecipadamente, é outra situação. É um ponto de apoio, uma luz que nos guia. Não é o espiritismo que te salva. O conhecimento que ele te dá, te dá bases. Ó como ele diz, ponto de apoio. O espiritismo ensina o homem a suportar as provas com paciência e resignação. O espiritismo afasta o homem dos atos que possam retardar-lhe a felicidade, mas ninguém diz que sem o espiritismo não se possa ser conseguido isso. E ele reforçou o que o espírito disse anteriormente. E aí eu pergunto para você e para mim, reflitamos, precisamos do espiritismo para sermos felizes, para irmos para mundo futuro, com a consciência, chancelando a nossa paz íntima? Será? Olha o que dirá Paulo, o apóstolo, aqui na condição de espírito, no capítulo 15 do Evangelho Segundo o Espiritismo. Meus amigos, agradecei a Deus o haver permitido que pudesses gozar a luz do Espiritismo. Agradecer a Deus. Não é que somente os que possuem a luz do Espiritismo ajam de ser salvos. Não é que a luz do Espiritismo, ajudando-nos a compreender os ensinos do Cristo, essa luz do Espiritismo nos torna melhores cristãos, nos ajuda a sermos melhores cristãos. Ou seja, no fundo, no fundo, o que que nós temos que ser? Seguidores de Jesus, fazer a vontade do Pai aqui na terra como no céu, conforme ele nos ensinou. E aí Emuel diz assim: "Precisamos em verdade do espiritismo e do espiritualismo também, mas muito mais nós precisamos de espiritualidade, ou seja, nós temos que nos espiritualizar e somente através das virtudes que o bem proporciona é que nós podemos chegar lá". Certa ocasião, Jesus estava indo para Jerusalém e passava por uma cidadezinha pequena que era Betânia, ficava pertinho de Jerusalém. 3 km aproximadamente e resolveu passar na casa de três amigos seus, Marta, Maria e Lázaro. Chegou lá, encontrou Marta e Maria, e a Marta estava trabalhando enquanto Maria se assentou aos pés de Jesus e ouvia tudo que ele falava, Bibia, magnetizada por aquelas palavras abençoadas. A Marta um tanto quanto

controu Marta e Maria, e a Marta estava trabalhando enquanto Maria se assentou aos pés de Jesus e ouvia tudo que ele falava, Bibia, magnetizada por aquelas palavras abençoadas. A Marta um tanto quanto preocupada com as coisas do dia a dia, de tentar arrumar casa, fazer as coisas para servir Jesus, talvez, enfim, com boa vontade, mas aleheia as coisas que Maria bebia como se fosse tesouros inestimáveis. Mas Marta não se contentando em apenas fazer aquilo que era inerente às coisas do dia a dia, ela se incomoda com a Maria porque ela entende que a Maria está à toa sem fazer nada, sem ajudá-la e vai reclamar para Jesus que ela não está ajudando. E Jesus olha para ela. Eram duas meninas, duas filhas, duas crianças espirituais. E que Jesus diz: "Marta, Marta, estás ansiosa e afadigada, minha filha, por muitas coisas, no entanto, uma só coisa necessária". E Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada. É isso, minha amiga e meu amigo, que nós falamos aqui. Qual é a boa parte da vida? Qual é a essência do aprendizado que nós não devemos desprezar jamais? É isso que nós temos que aprender com Jesus. É isso que o Espiritismo nos sanciona. É isso que nós conseguimos assimilar e nos tornarmos seguros de que estamos no caminho que nos levará ao Pai, conforme Jesus nos chamou. Esperamos que cada um tenha essas reflexões íntimas e verificar se nas nossas escolhas do dia a dia nós estamos escolhendo a boa parte ou se ainda estamos cuidando daquilo que aqui ficará. Muita paz a todas. Muita paz a todos e permanecemos aqui à disposição. Muito obrigado, Marx. Nossa imensa gratidão pelas excelentes reflexões. Que o Senhor da vida te abençoe e te inspire sempre, meu rumo ao nosso evolução. Paz e luz a ti. Gratidão. Nossa gratidão também a todos os amigos aqui conosco hoje, ouvindo esta excelente reflexão, lembrando sempre que o que nos é caro ao coração, que nos traz despertamento, que nos consola, possamos compartilhar, compartilhar o bem sempre, compartilhar os ensinos do mestre e

excelente reflexão, lembrando sempre que o que nos é caro ao coração, que nos traz despertamento, que nos consola, possamos compartilhar, compartilhar o bem sempre, compartilhar os ensinos do mestre e assim fazermos essa corrente chegar mais longe. Lembrando também que todas as manhãs às 7 horas aqui nos encontramos no nosso momento de reflexão para começarmos o dia na luz da oração. E todas as quartas-feiras às 21 horas nos encontramos no nosso programa Somos Todos Imortais. Contamos sempre com a presença generosa de tantos de todos vocês. Então, no mais, a nossa imensa gratidão, paz e luz a todos e que tenhamos um bom fim de semana.

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