NATAL TODO DIA - Carla Daniela [PALESTRA ESPÍRITA]
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Boa tarde, sejam todos muito bem-vindos aqui ao nosso espaço da comunhão espírita, esse espaço em que nós refletimos sobre o significado do evangelho de Jesus à luz da doutrina espírita e conversamos um pouquinho sobre a nossa visão e como ele toca o nosso coração. E agora mais do que nunca, porque nós estamos no período de Natal, estamos muito próximos aqui hoje, já dia 20, estamos há 5 dias do Natal e ele já pulsa aqui em todos os lugares. Particularmente sou uma fã do Natal, adoro ver as luzes, adoro ouvir as músicas. Eu canto em coro de Natal, né? Sou da serenata de Natal de Brasília e também vários corais que se preparam ao longo de todo o semestre para fazer cantadas no período do Natal. E todo esse clima de Natal me contagia muito e me traz um calor muito grande no coração. Então, é muito bom estar próximo desse clima e trazer um pouco de reflexão sobre isso. E hoje é o tema da nossa conversa. Para começar, eu convido vocês para uma prece para elevarmos o nosso pensamento a Deus, a Jesus, nosso mestre, aos nossos espíritos protetores. Agradecer por esse dia de hoje, por esse sol que brilha lá fora, pela chuva também que traz vida, que renova, embora traga transtornos, mas que renova muito. Sol que brilha, trazendo esperança, trazendo alenta, trazendo calor e nos lembrando de que depois de toda noite escura, fria, surge uma nova luz que nos dá a certeza de que existe a esperança, de que existe o novo, de que mesmo após a noite mais escura e mais fria, o novo dia nascerá e a luz se fará novamente. o arco-íris, que é o símbolo de que depois daquela chuva que nos atormenta, que nos atrapalha, que nos traz eh transtornos, sempre haverá o sol brilhando de novo. E a chuva é um sinal de renovação. O que seria da vida sem a chuva, que é um presente, uma bênção, a água que cai do céu para trazer a vida de presente de Deus para nós? Agradecemos pela nossa vida. que também é uma luz que brilha depois de um escuro anoitecer e que nos traz esperança. Cada choro de bebê é uma esperança de um mundo novo,
de presente de Deus para nós? Agradecemos pela nossa vida. que também é uma luz que brilha depois de um escuro anoitecer e que nos traz esperança. Cada choro de bebê é uma esperança de um mundo novo, de uma vida renovada, de perspectivas de melhoria e a nossa vida nos traz a cada dia uma perspectiva de mudança. Agradecemos por esse ano que com todas as suas alegrias, dificuldades, lutas, dureza, muitas vezes lágrimas e suor nos trouxe até aqui e nos deu o que temos hoje e que nós estamos vencendo mais uma vez. Estamos chegando no fim de mais um dezembro e daqui a pouco começaremos um ano novo em que tudo se renova e que nós seguiremos mais uma vez. nas nossas lutas e nas nossas conquistas. Agradecemos aos nossos mentores, aqueles que nos protegem, nos amparam, nos iluminam, nos orientam e que estão conosco sempre nos dando a mão e nos conduzindo pelos caminhos que precisamos ir, tentando de tudo para que nós sejamos dóceis as boas sugestões e as boas ações. e lamentando muito quando nós ainda somos remitentes, quando nós ainda somos passivos ou como quando fazemos escolhas que não são melhores do que as nossas, mas prontos também para nos amparar quando caímos e para nos dar a mão e nos ajudar a nos reerguer. Teremos sempre a certeza desse auxílio precioso, dessa força que nos conduzirá e se somará ao nosso próprio esforço para nos permitir caminhar, nos erguer quando caídos e caminhar com a confiança e força de que precisamos. Agradecemos a Jesus que veio até o mundo para nos mostrar o caminho a seguir, que é o nosso mestre, o nosso guia, que exemplificou o amor de Deus para nós e significou esse amor de Deus para nós que veio aqui para trazer o caminho, a verdade, a vida e para nos mostrar que nós somos deuses também, que nós podemos fazer aquilo que precisamos para nosso no crescimento, paraa nossa melhoria. Basta seguir o que Jesus nos ensinou. Basta estar com ele na mente, no coração, nas nossas ações, porque ele é o caminho que nos conduz a Deus. Ele é o caminho que nos conduz à comunhão com
melhoria. Basta seguir o que Jesus nos ensinou. Basta estar com ele na mente, no coração, nas nossas ações, porque ele é o caminho que nos conduz a Deus. Ele é o caminho que nos conduz à comunhão com Deus e ao melhor de nós mesmos. Ele é o que nos ensina a ser deuses. Que sigamos o exemplo de Jesus, que estejamos cada vez mais próximos dele, pois ele está sempre ao nosso lado. Que assim seja. E como eu ia falando, hoje nós vamos falar de Natal e dessa presença desse Natal. É tão bom a gente ver aqui pela janela, eu vejo agora as luzes de Natal ainda não acesas, mas de noite quando a gente passa, as luzes já brilham, a gente recebe eh votos de feliz Natal, de boas festas em todos os lugares por onde a gente vai, sinos tocam, músicas, as músicas de Natal são sempre trazem mensagem de alegria, de esperança, de amor. E vemos presépios com a presença de Jesus e percebemos mais solidariedade do que o normal. As pessoas se preocupam nessa época do ano em dar um pouquinho mais pros outros, em colaborar, em distribuir um pouco do que tem, em se organizar e limpar e fazer aquilo que é preciso em participar de reuniões, em estar juntos, em ligar para aqueles que nós amamos, para aqueles de quem nos esquecemos muitas vezes, enfim, e sair de nós mesmos e caminhar um pouquinho em direção ao outro, aqueles outros que fazem parte da nossa vida ou aqueles que nem fazem, mas que nós damos esse passo. É um momento em que a gente se abraça, é um momento em que a gente se coloca ali à disposição. Então, é tão bom ver isso, é tão bom perceber. E só que por que só agora, né? Por que só em dezembro? Por que só nesse momento? Porque essa convenção desse momento de Natal? Porque a gente sabe que Jesus nos inspira. O nascimento dele, esse momento que em que nós celebramos o nascimento de Jesus, nos inspira a buscá-los, a ser melhor. Mas aí eu trago uma mensagem que é a minha mensagem predileta de Natal e que fala que o nascimento de Jesus ele se dá em cada momento para cada um, no instante em que nós conseguimos
os, a ser melhor. Mas aí eu trago uma mensagem que é a minha mensagem predileta de Natal e que fala que o nascimento de Jesus ele se dá em cada momento para cada um, no instante em que nós conseguimos estabelecer esse significado do Cristo. Não necessariamente no 25 de dezembro, não necessariamente daqui a uma semana, mas a cada vez em que nós nos sentimos tocados e convidados a participar. E por isso eu trago essa mensagem que tem sua raiz no livro Emorno do Mestre, do espírito Vinícius, inspirado numa passagem de Emanuxto muito bonito que nos diz assim: "E para nós, quando nasceu Jesus?" Eu vou me dar a liberdade de falar, de declamar essa mensagem para vocês, para que a gente eh se perceba o significado do nascer de Jesus. E ela fala de alguns personagens importantes e conhecidos do cristianismo que tiveram esse encontro com Jesus e como ele se deu. Então ela diz assim: "Perguntemos a Maria de Magdala: onde e quando nasceu Jesus? E ela nos responderá. Jesus nasceu em Betânia. Foi certa vez que a sua voz, tão cheia de pureza e santidade despertou em mim a sensação de uma vida nova com a qual até então jamais sonhara. Perguntemos a Francisco de Assis o que ele sabe sobre o nascimento de Jesus e ele nos responderá. Ele nasceu no dia em que, na praça de Assis entreguei a minha bolsa, minhas roupas e até meu nome para segui-lo incondicionalmente, pois sabia que somente ele é a fonte inesgotável de amor. Perguntemos a Pedro quando se deu o nascimento de Jesus e ele nos responderá. Jesus nasceu no pátio do palácio de Caifás, na noite em que o galo cantou pela terceira vez, no momento em que eu havia negado, também por três vezes. Foi nesse instante que acordou minha consciência para a verdadeira vida. Perguntemos a Paulo de Tarso quando se deu o nascimento de Jesus e ele nos responderá: Jesus nasceu na estrada de Damasco. Quando envolvido por intensa luz que me deixou cego, pude ver a figura nobre e serena, que me perguntava: "Saulo, Saulo, por que me persegues?" E na
nos responderá: Jesus nasceu na estrada de Damasco. Quando envolvido por intensa luz que me deixou cego, pude ver a figura nobre e serena, que me perguntava: "Saulo, Saulo, por que me persegues?" E na cegueira passei a enxergar o mundo novo quando eu lhe disse: "Senhor, que queres que eu faça? Perguntemos à Joana de Cuza onde e quando nasceu Jesus, e ela nos responderá: Jesus nasceu num dia em que, amarrado ao poste do circo de Roma, eu ouvi o povo gritar: Negue, negue! E o soldado com a tocha acesa, dizendo: "Esse teu Cristo só te ensina a morrer". Foi nesse instante que, sentindo o fogo subir pelo meu corpo, pude, com toda certeza e sinceridade dizer: "Ele não me ensinou só isso. Jesus me ensinou também a amá-lo." Perguntemos a Tomé: "Onde e quando nasceu Jesus?" E ele nos responderá. Jesus nasceu naquele dia inesquecível em que ele me pediu para tocar suas chagas e me foi dado testemunhar que a morte não tinha poder sobre o filho de Deus. Só então compreendi o sentido das suas palavras. Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Perguntemos à mulher da Samaria o que ela sabe sobre o nascimento de Jesus e ela nos responderá. Jesus nasceu junto à fonte de Jacó na tarde em que me pediu de beber e me disse: "Mulher, eu posso te dar a água viva que sacia toda a sede, pois vem do amor de Deus e santifica as criaturas. Naquela tarde, eu soube que Jesus era realmente um profeta de Deus e lhe pedi: "Senhor, dá-me desta água". Perguntemos a João Batista quando se deu o nascimento de Jesus e ele responderá: Jesus nasceu no instante em que, chegando ao rio Jordão, pediu-me que eu batizasse, e ante a meiguice do seu olhar e a majestade da sua figura, pude ouvir a mensagem do alto. Este é o meu filho amado, no qual eu pus a minha complacência. Compreendi que chegara o momento de ele crescer e eu diminuir para a glória de Deus. Perguntemos a Lázaro onde e quando nasceu Jesus. Ele nos responderá: Jesus nasceu em Betânia na tarde em que visitou o meu túmulo e disse: "Lázaro, levanta.
rescer e eu diminuir para a glória de Deus. Perguntemos a Lázaro onde e quando nasceu Jesus. Ele nos responderá: Jesus nasceu em Betânia na tarde em que visitou o meu túmulo e disse: "Lázaro, levanta. Nesse momento, finalmente compreendi quem ele era, a ressurreição e a vida." Perguntemos a Judas Iscariotes quando se deu o nascimento de Jesus e ele nos responderá: Jesus nasceu no instante em que eu assisti ao seu julgamento e a sua condenação. Compreendi que Jesus estava acima de todos os tesouros terrenos. Perguntemos finalmente a Maria de Nazaré, onde e quando nasceu Jesus? E ela nos responderá: Jesus nasceu em Belém sob as estrelas, que eram focos de luzes, guiando os pastores e as suas ovelhas no beço de palha. Foi quando eu segurei em meus braços pela primeira vez e senti se cumprir as promessas de um novo tempo através daquele menino que Deus enviar ao mundo para ensinar aos homens a lei maior do amor. Se perguntarmos a tantos outros seguidores do Cristo, cada um dará seu testemunho a respeito de quando Jesus nasceu. Mas e para nós? Quando Jesus nasceu? Essa é a reflexão que fica a partir desse texto. Quando Jesus nasceu? Então Jesus não nasce apenas no dia 25 de dezembro. Jesus nasce no dia em que nosso coração se abre para ser para esse instante >> para no momento em que a gente se abre para o significado de Jesus. Repare que para muitos desses personagens que ali estavam, Jesus não nasceu no primeiro encontro que eles tiveram com Jesus. Pedro, Joana de Cusa, o próprio Saulo, que Jesus quando teve aquele encontro com ele em na estrada de Damasco, disse que estava recalcitrando contra o aguelhão, porque ele já tinha ouvido muito falar de Jesus, mas resistia ao seu a sua influência, recusando-se a segui-lo e até perseguindo. Então, Jesus não nasce na primeira vez que a gente o encontra. Ele nasce quando nós compreendemos o real significado. Pedro andava com Jesus todos os dias, via Jesus a todos os momentos, mas naquele momento da negação de Pedro, ele aprofundou-se na sua alma.
tra. Ele nasce quando nós compreendemos o real significado. Pedro andava com Jesus todos os dias, via Jesus a todos os momentos, mas naquele momento da negação de Pedro, ele aprofundou-se na sua alma. Ele entrou mais fundo e ele compreendeu. Lázaro foi amigo de infância de Jesus, conviveu com ele durante toda a sua vida, mas naquele momento da em que ele foi chamado à vida por Jesus, ele compreendeu o verdadeiro significado do que era Jesus, a ressurreição e a vida. E ele percebeu quem ele era. E nós, será que Jesus nasceu para nós? Será que nós compreendemos e aceitamos esse convite de Jesus? E quando isso pode acontecer? Agora esse chamado está mais forte com os sinos batendo, com os gorrinhos, com os presépios, com as imagens, com as luzes e os pinheiros. Mas esse chamado é feito todos os dias, a todo momento. E aí eu me lembro também daquela música do Roupa Nova, que se chama Natal todo dia, que é, no final das contas, o que dá o significado a esse, o que dá o título a essa palestra, que também é uma das músicas que eu canto num num dos corais de natais que eu que eu participo, né, em que ele fala, né, que o clima se espalha no ar, que as pessoas já se olham com o brilho no olhar. A gente sente chegando o Natal porque realmente esse clima é tangível. E é tempo de amor em que todo mundo é igual. Os velhos amigos irão se abraçar, os desconhecidos irão se falar e quem for criança vai olhar pro céu e fazer um pedido pro velho Noel. E aí ele diz, né, no refrão, se a gente é capaz de espalhar a alegria, se a gente é capaz de toda essa magia, eu tenho certeza que a gente podia fazer com que fosse Natal todo dia. Então, por que a gente só vai olhar para aquelas pessoas de forma diferente? Por que a gente só vai ligar para aqueles que que a gente ama? Por que que a gente só vai abraçar as pessoas e usar de solidariedade nesse período? Por que que a gente não consegue fazer esse Natal todo dia? Por que que a gente não consegue fazer com que o Cristo nasça e renasça todos os
i abraçar as pessoas e usar de solidariedade nesse período? Por que que a gente não consegue fazer esse Natal todo dia? Por que que a gente não consegue fazer com que o Cristo nasça e renasça todos os dias na nossa vida? Porque que a gente não faz com que esse significado transcenda esse momento, esse dia, essa semana, esse mês e permaneça conosco durante todo esse período? Por que que a gente não faz Natal realmente esse tempo em que Cristo nasce para nós e ele pode nascer a cada dia, ele pode nascer a cada momento? Eu me lembro há muitos anos atrás, há seguramente mais de 10 anos, bem mais de 10 anos eu acho, em que a gente foi fazer uma campanha pro trabalho voluntário na comunhão. E o nosso amigo Sérgio Castro, também palestrante aqui da casa e poeta e músico, e fez uma música. Eu pedi para que ele fizesse uma música inspirado na naquela passagem do Mateus 25, né, em que Jesus chama aqueles que são os escolhidos à sua direita e os outros à sua esquerda, retratando esse convite de Jesus e a nossa escolha, a nossa escolha final de permanecer com ele, né? Porque a escolha é nossa, nós nos escolhemos na realidade. E aí ele fez uma música que a gente que deu título ao nosso projeto que a gente até hoje tem, que é Jesus trabalha usando as nossas mãos, em que ele diz assim: "Jesus precisa da nossa boação. Jesus trabalha usando as nossas mãos e a gente e a vida pede a nossa colaboração para erguer o nosso irmão em aflição. Jesus tem sede, água para o nosso irmão. Jesus tem fome, reparte o teu pão. Jesus consola alguém em aflição e espera confiante a nossa colaboração. E essa é a primeira parte da música, mas ela retrata exatamente o que é o espírito do Natal todo dia, que é a gente aceitar esse convite de Jesus e se fazer presente, fazer com que o Cristo nasça no coração de cada um, que ele trabalha pelas nossas mãos. E aí é um sentido duplo. A gente precisa reconhecer o Cristo no mundo lá fora, porque nós também somos grandes beneficiários da presença do Cristo. Ele
de cada um, que ele trabalha pelas nossas mãos. E aí é um sentido duplo. A gente precisa reconhecer o Cristo no mundo lá fora, porque nós também somos grandes beneficiários da presença do Cristo. Ele está o tempo todo falando conosco. Ele está o tempo todo trazendo dádivas, trazendo presentes, trazendo coisas boas pra gente e nós podemos ouvir. E se nós nos conectamos com existe de com o que existe de bom e de belo na vida, nós somos presenteados a todo momento. Cristo disse nas bem-aventuranças: "Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus". E se a gente consegue ter no coração essa pureza, nós veremos a Deus em todo momento, em todo instante, em todo lugar, em cada situação. E nós poderemos nos conectar a ele. Jesus diz que é a vida e a vida em abundância. E essa vida tá totalmente disponível para nós a todo momento. E nós podemos recebê-la, podemos tocá-la. E tocando essa vida, podemos receber todas as bênçãos, todas as graças. Eu gosto muito de me lembrar e falo até muito exaustivamente dessa passagem, que é a passagem da cura que Jesus fez. Jesus veio até nós, nasceu aqui, cuidou em todos os momentos de nós. E cada pequeno gesto, cada pequena situação, cada palavra, cada cura, cada gesto de Jesus teve um significado muito importante, amplo. Então, a gente precisa observar esse que é o nosso mestre e guia em cada palavra, em cada parábola, em cada passo, em cada gesto, em cada significado, compreender que ali existe uma lição. E essa cura a que eu quero me referir é a cura da mulher eborroiz, aquela mulher que já tinha um fluxo de sangue há muito tempo e que, por isso era excluída da vida. uma mulher que sangrava definitivamente, sangrava ininterruptamente e que com isso não tinha forças, vivia anêmica, fisicamente, ela era eh completamente eh enfim, anêmica mesmo, né? não tinha força para nada, porque toda a sua força se esvaia em sangue. Socialmente ela era uma excluída, uma pária, porque naquela época a mulher que estava no período do fluxo de sangue não podia sair de casa,
orça para nada, porque toda a sua força se esvaia em sangue. Socialmente ela era uma excluída, uma pária, porque naquela época a mulher que estava no período do fluxo de sangue não podia sair de casa, não podia se dirigir a ninguém, não podia falar com ninguém e não podia frequentar nenhum lugar público. Então ela tava anos eh excluída de qualquer vida social e já não tinha meios para se curar, não tinha maneira de fazer isso. Ela já tinha perdido até as esperanças, mas aí ela ouviu falar daquele homem que estava fazendo curas, daquele profeta que era capaz de curar e de trazer de novo a esperança. E quando ela soube que ele passaria ali, ela nem pensou duas vezes. Ela se colocou onde ele ia chegar. Ela fez como aquelas pessoas que chegam cedo para comprar o o ingresso pro show do seu artista favorito ou para comprar o seu telefone. Só que ela escolheu o bom tesouro da vida, os tesouros que não são perecíveis. Ela escolheu ficar ali onde o Cristo ia passar. Chegou antes que todo mundo, porque as pessoas não permitiriam que ela nem chegasse perto dele. Ela já sabia que naquele momento uma multidão ia envolvê-lo e que ela não tinha a menor chance de se aproximar. Então, ela chegou antes que todo mundo e se colocou ali na beira daquela estrada onde ele passaria. E vem o Cristo realmente cercado por todas aquelas pessoas, um empurra e danado, ele com seus discípulos e as pessoas se aglomerando ali para ver ele passar e para tentar estar próximo dele. E ela ali no caminho. E quando Cristo passa no meio de toda aquela multidão e de toda aquela algazarra, ela consegue uma coisa simples, pequena, mas que para ela foi o suficiente. Ela consegue tocar nas vestes do Cristo. E ela sabia que tocando as vestes dele, ela seria curada, ela receberia o dom que ela precisava dele e recebeu. E o Cristo sentiu aquela energia se desprendendo dele. Ele sentiu que dele saiu virtude, saiu essa energia, porque o Cristo está conectado à fonte da vida em abundância. É como se ele é o transmissor dessa
risto sentiu aquela energia se desprendendo dele. Ele sentiu que dele saiu virtude, saiu essa energia, porque o Cristo está conectado à fonte da vida em abundância. É como se ele é o transmissor dessa vida. Ele passa o propulsor de toda essa energia. Então, conectando-se ao Cristo, a gente se conecta a fonte da vida. E ela fez isso. Ela se conectou a ele com toda fé, com toda a certeza de que ela receberia e recebeu. E o Cristo sentiu e perguntou: "Parou, foi tão forte que parou." Ele parou naquele momento e perguntou, disse, né? Exclamou: "Alguém me tocou." E os discípulos, mas Cristo, todo mundo tá tocando aqui. É uma multidão, um empurro empurra, é uma algazarra, todo mundo tá te tocando. E ele sim, mas alguém me tocou de uma forma diferente, porque de mim saiu virtude. E aquela mulher sabia que era dele que ele tava falando, que era dela que ele tava falando. E disse: "Fui eu". E o Cristo vendo, percebeu que sim tinha sido ela e ela conseguiu ser curada. Ele disse: "Sua fé te salvou". E de todas aquelas pessoas que estavam ali empurrando, buscando, aquela pessoa que teve a verdadeira fé foi a que se curou. Se perguntassem para ela quando Cristo nasceu, ela diria que para ela ele nasceu naquele momento em que ela tocou as suas vestes e foi curada e conseguiu ter uma vida nova. A mesma coisa com o cego Bartimeu. Jesus estava lá e ele ali no templo. Ele era cego e por isso tinha autorização para pedir esmolas. O poder de Roma organizado como era, autorizava algumas pessoas a pedirem esmolas e dava ela capa como uma autorização para isso. E as pessoas sabiam que podiam dar esmola para aquelas pessoas. E ele estava no na porta do templo, um dos melhores lugares para ganhar dinheiro, com a sua capa pedindo esmolas e viu que o Cristo estava passando. Gritou com toda a força dos seus pulmões, foi repreendido pelas pessoas que pediram para ele se calar. Mas ele, quanto mais as pessoas pediam, mais alto ele gritava. Gritou tanto que chamou a atenção do Cristo. E o Cristo foi até
eus pulmões, foi repreendido pelas pessoas que pediram para ele se calar. Mas ele, quanto mais as pessoas pediam, mais alto ele gritava. Gritou tanto que chamou a atenção do Cristo. E o Cristo foi até onde ele estava. E aí o Cristo perguntou: "Que queres que eu faça?" Ele podia responder qualquer coisa. Podia responder que queria uma capa nova, podia responder, eu me lembro sempre do meme, né? Que tem assim, rapaz numa prisão e explodem a parede da prisão. E no quadrinho seguinte, eh, ele instala um ar- condicionado no lugar onde estava aquele buraco. E a reflexão que eles fazem é às vezes a gente quer a liberdade, às vezes a gente quer apenas uma prisão mais confortável. Mas o cego Bartimeu escolheu a liberdade. Ele queria ver. Jesus perguntou a ele o que ele queria e ele podia ter pedido qualquer coisa. E ele não pensou duas vezes e disse que eu veja. E aí o Cristo disse que o desejo dele seria atendido. Esfregou os olhos dele e ele conseguiu ver. E disse, Emanuel diz na sua mensagem que antes mesmo de que o Cristo tivesse devolvido a visão dele, ele largou a sua capa. Então não tinha volta atrás, mas para ele não tinha mesmo. Ele não tinha nenhuma dúvida de que o Cristo o curaria. Por isso ele jogou a sua capa, porque ele já tinha certeza de que aquela graça seria recebida e que sua vida seria renovada. Então, se perguntarmos ao cego Bartimeu quando e onde o Cristo nasceu, ele dirá que nasceu naquele dia em que Jesus perguntou: "O que queres que eu faça?" E ele respondeu: "Que eu veja." E ele então conseguiu enxergar e ter uma vida nova. O Cristo é esse que nos dá a vida nova. É ele que nasce no nosso coração e que renova completamente a nossa vida e que é preciso que a gente acredite, é preciso que a gente tenha fé, que a gente conheça o Cristo e que a gente saiba, que a gente deixe de recalcetrar contra o aguilhão, que a gente compreenda que o Cristo renova a nossa vida e que traz uma perspectiva completamente nova, que ele traz a vida e que uma vida com o Cristo
e a gente deixe de recalcetrar contra o aguilhão, que a gente compreenda que o Cristo renova a nossa vida e que traz uma perspectiva completamente nova, que ele traz a vida e que uma vida com o Cristo é completamente de uma vida sem ele, porque é uma vida que tem significado, que faz sentido e que pode acontecer a qualquer momento para nós. Eu me lembro também de uma história que é a do quando fala no Natal, eh, a história do quarto sábio, que é o quarto rei mago. Em alguns países, né, de origem espanhola, principalmente, eles comemoram muito mais o dia dos três Reis Magos do que o próprio dia do Natal, porque o dia do dos Reis Magos é quando eles levam os presentes, né? Os Reis Magos ou os pastores são aqueles que levaram os presentes para Jesus. E cada um deles levou, né? Um levou incenso, outro levou mirra e outro levou eh ouro, né, se eu não me engano. E eles chegaram naquele dia que para nós é convencionado, que é o dia 6 de janeiro. Até na cidade perto daqui que é Natal, eles também comemoram, apesar do nome da cidade ser Natal, o grande feriado lá e a grande comemoração também é no dia dos Reis Magos, inclusive na entrada da cidade tem uma grande estátua dos Reis Magos e é feriado local. naquele dia. E tem um conto que era medieval e que inspirou um filme que foi feito, que é a história do quarto sábio ou do quarto rei mago, um homem que ia levar pedras preciosas por Cristo e ele ia levar três pedras, um rubi, uma esmeralda e uma pérola que era a mais preciosa das três. E ele tinha marcado de encontrar com esses Reis Magos, mas iriam os quatro, mas várias coisas acabam prendendo ele nesse caminho. Ele precisa ficar para ajudar alguém. No dia dele partir, tem uma grande tempestade na no lugar onde ele mora e ele precisa ajudar as pessoas a reconstruir aquela casa. Por isso, quando ele vai até o ponto de encontro, os Reis Magos já haviam partido, os outros três, e ele vai atrás pelo caminho. Ele continua seguindo, mas mesmo assim, eh, indo atrás. E algumas pessoas passam por dificuldades ao longo
o de encontro, os Reis Magos já haviam partido, os outros três, e ele vai atrás pelo caminho. Ele continua seguindo, mas mesmo assim, eh, indo atrás. E algumas pessoas passam por dificuldades ao longo do caminho dele. Uma mulher, eh, ele num desses momentos ele precisa ajudar uma mulher que naquele edito de Herodes, né, ele já tinha, os reis magos já tinham encontrado com com ele, já tinham dado a notícia a Herodes e Herodes já tinha mandado matar os bebês. e ele encontra com uma dessas mulheres e dá o rubi para poder eh o soldado não persegui-la, para poupar a vida dela, que que ela ia ser morta com com o bebê. E então ele acaba dando o rubi por isso, né? ele entrega a Esmeralda para ajudar também alguém a, enfim, ele vai ajudando as pessoas no caminho. Ele dá a pérola para ajudar uma comunidade que tinha sido extirpada de todos os seus bens a recomeçar e permanece um longo tempo com eles, ajudando-os a a uma comunidade de pessoas que eram leprosos, excluídos da sociedade e que por isso foram violentamente eh eh expulsos de onde eles estavam. E eles precisavam recomeçar a vida. E esse homem os ajuda a recomeçar a vida. Ele ensina eles tudo que ele sabe sobre agricultura e sobre as artes de produzir e de aprender. Passa anos com eles mudando a vida deles e ensinando tudo que ele sabia. E com isso ele vai se distanciando e vai buscando o Cristo, mas sempre chega um pouquinho depois do momento em que ele poderia encontrá-lo. E já no final da sua vida, ele tem esse encontro com Cristo. Já muito próximo da sua morte, ele consegue encontrá-lo. Mas a essa altura, ele já tinha entregue as três pedras preciosas. E ele olha pro Cristo e diz: "Senhor, o que eu posso te dar? O que eu tenho para te dar? Porque tudo que eu tinha eu já dei?" E aí o Cristo diz para ele: "Não se preocupe, porque no momento em que você entregou cada uma dessas pedras para ajudar cada uma das pessoas que você ajudou na sua vida, era para mim que você tava entregando. Então, em nome de todas aquelas pessoas, eu recebi as
o em que você entregou cada uma dessas pedras para ajudar cada uma das pessoas que você ajudou na sua vida, era para mim que você tava entregando. Então, em nome de todas aquelas pessoas, eu recebi as três pedras que você deu e recebi o maior dos tesouros, que foi o seu coração também". Então, aquele homem deu muito mais do que aquelas três pedras. Ele entregou a vida dele pro Cristo e, na verdade, permaneceu com o Cristo durante todo esse tempo. E é isso que nós podemos, né? A gente não precisa encontrar com Cristo naquele dia, naquele momento, naquele lugar, participar da missa do galo ou ir ao templo naquele dia. E isso significar o nosso encontro com Cristo. O nosso encontro com Cristo se dá na própria vida, se dá onde está no mundo. Quando Paulo de Tarso pergunta pro Cristo, né, o que queres que eu faça? E aí já não é o Cristo, é o próprio Paulo que pergunta. Jesus diz: "Vai até a cidade e lá eu te direi o que fazer." E os intérpretes, o próprio Emanuel dizem, né, que ir à cidade significa ir ao mundo, porque no mundo estão as necessidades. E é preciso que a gente esteja no deserto e às vezes é no deserto que a gente encontra o Cristo. Paulo estava no deserto, estava no caminho e ali ele viu o Cristo e ali ele teve aquele contato, teve o primeiro e definitivo contato com o Cristo presencial ali mesmo, né? que o Cristo apareceu para ele diretamente, mas o lugar para ele trabalhar e para ele mostrar o Cristo era ali no mundo. Então ele foi até a cidade e ali na cidade ele recebeu, ele teve um encontro com Ananias que o curou de sua cegueira, né? que eu costumo dizer que Paulo sempre esteve cego e naquele momento o espírito dele foi curado. E ali nos Atos dos Apóstolos diz que as escamas foram retiradas dos olhos dele, que Ananias tirou as escamas e aquelas escamas sempre tiveram ali, porque ele vinha recalcitrando contra o aguilhão. Então ele via o Cristo, mas não enxergava. Então ele não conseguia enxergar a verdade e naquele momento ele conseguiu enxergar. E a partir de então ele se
ue ele vinha recalcitrando contra o aguilhão. Então ele via o Cristo, mas não enxergava. Então ele não conseguia enxergar a verdade e naquele momento ele conseguiu enxergar. E a partir de então ele se tornou um dos mais fiéis servos que levou o Cristo a todo o mundo conhecido, levou aos gentios e a todos os lugares. E viveu essa fé tão profundamente a ponto de, no fim da vida, dizer que eu vivo, mas já não sou eu quem vive, é o Cristo que vive em mim. E ele passou por toda essa busca, por todo esse essa vida dedicada ao Cristo. Então Jesus nasceu e permaneceu com ele durante toda a sua vida e ele foi cada vez mais se aproximando dele. Tem um outro momento que é muito belo, né, num das cartas que ele diz que reconhece a pequenez e e as falhas que ele tem, que ele diz que o bem que eu quero eu ainda não faço, mas o mal que eu não quero, esse eu ainda faço. reconhecendo que, apesar de tudo, apesar de todos os esforços, ainda tinha muitas falhas e ainda fazia muito do que não queria, mas estava no caminho até o ponto de poder dizer que o Cristo vivia nele e que ele sentia cada vez mais próximo. Da mesma forma que o próprio Cristo diz que ele e o Pai são um, ou seja, que ele vivia e trazia dentro de si a vontade do Pai, que ele era verdadeiramente o emissário de Deus e aquele que trazia a verdade de Deus, o caminho, a verdade e a vida, que era o mais próximo que nós poderíamos ter do que são as verdades da lei divina. E que observando o Cristo, nós aprenderíamos o que é a verdadeira comunhão com Deus. Porque o Cristo já estava próximo e vivia profundamente e perfeitamente o que era o Deus que existe dentro de nós. Mas ele diz que todos nós podemos fazer o que ele faz se nos inspirarmos e aprendermos com ele, observarmos e repetirmos o que ele faz. Então, ele veio para ser o nosso mestre, o nosso guia. O título que ele aceitou foi o de mestre, ou seja, ele veio para nos ensinar, para nos mostrar o caminho, para nos exemplificar o que é viver a lei divina, viver aquilo que o que Deus
e, o nosso guia. O título que ele aceitou foi o de mestre, ou seja, ele veio para nos ensinar, para nos mostrar o caminho, para nos exemplificar o que é viver a lei divina, viver aquilo que o que Deus nos dá. E o Natal é isso. O Natal é a gente permitir que Cristo nasça dentro de nós. É a gente permitir que o bem nasça dentro de nós. Que a gente viva em comunhão com ele, que a gente viva essa atmosfera de Natal. Eu gosto muito de lembrar de uma história e eu contei, eu sou também alémito de cantar os corais, eu sou contadora de histórias em um grupo da comunhão, que é o grupo Cora Coralina e a gente durante todo o mês de dezembro, finalzinho de novembro até adiante, nós levávamos história de Natal para todas as pessoas que estavam, né, também aproveitando desse clima de Natal e e ajudando a a buscar esse significado mais profundo da presença do Cristo dentro de nós. E eu, eh, nessas buscas das histórias de Natal, eu aprendi e fiquei eh tomei conhecimento de uma história que é verdadeira, não é um conto, uma lenda, uma história que aconteceu de verdade e que envolve o Natal durante a Primeira Guerra Mundial, que fala de todo esse espírito. havia a Primeira Guerra, ali estava eh os países lutando entre si ali naquela terra de ninguém, que era aquele espaço onde estavam as trincheiras e que era milímetro a milímetro disputado. E tinha um determinado lugar em que havia trincheiras dos alemães e dos ingleses. E uma guerra difícil ali, muitas bombas, muitas granadas, muitos tiros, muitas mortes. Doença naquela época da Primeira Guerra foi a gripe espanhola e as pessoas morriam de doença. A gripe espanhola levou 1/3 da população mundial e, principalmente nas trincheiras de guerra, ela fez um estrago grande. havia fome, havia desesperança, havia saudades das famílias e havia tristeza, melancolia de uma forma muito difícil. Então, era um clima muito sombrio, muito pesado. E chegou o primeiro Natal daquilo que era considerada a Primeira Guerra Mundial, ou seja, que muitos países do mundo
ncolia de uma forma muito difícil. Então, era um clima muito sombrio, muito pesado. E chegou o primeiro Natal daquilo que era considerada a Primeira Guerra Mundial, ou seja, que muitos países do mundo estavam envolvidos e que trouxe uma destruição muito terrível ali, muito sofrimento, muita dor e elementos extremamente sombrios pro mundo todo. E chegou a véspera de Natal ali naquele lugar. E o clima de Natal ele faz com que a gente sinta ainda mais falta do lado bom da vida, das pessoas que a gente ama, dessa energia de de amor e e de solidariedade, né? A gente tem muitos lugares em que é comum as pessoas se unirem em couros de Natal e e trocarem presentes e saírem pelas ruas e realmente ter todo esse clima. Imagina essas pessoas estarem ali dentro de uma trincheira numa guerra. E aí se conta, existe até um filme que foi eh feito sobre essa história. Conta-se que um soldado alemão começou a cantar uma música de Natal, que era a música que nós conhecemos aqui no Brasil como eh Noite Feliz, que ela começou como Silent Night e nas na Alemanha era Style Knight, se eu não me engano. Ele começou a cantar essa música. Isso ignorando todos os perigos, né, de revelar a sua posição, de criar uma indisposição, de levar um tiro, de mostrar onde estavam as trincheiras, mas ele cantou e cantava cada vez mais alto. E quando ele começou a cantar cada vez mais alto, outros colegas dele, outros soldados alemães, começaram a cantar também e os ingleses ficaram ali, mas eles não se importaram. Os alemães não se importavam com o risco, não se importavam com o que pudesse ocorrer. Eles simplesmente cantaram em alta voz. E quando eles terminaram de cantar aquela música, os ingleses simplesmente começaram a aplaudir. Eles também estavam com saudades de casa, também estavam com saudades do Natal, também estavam com saudades desse clima que estava ali. E eles não apenas aplaudiram, como eles começaram a cantar também a versão dele de Silent Night e cantaram alto, em alto e bom som, o mais
atal, também estavam com saudades desse clima que estava ali. E eles não apenas aplaudiram, como eles começaram a cantar também a versão dele de Silent Night e cantaram alto, em alto e bom som, o mais alto que eles puderam. E de repente começou um duelo de músicas de Natal. Os alemães cantavam as músicas que eram tradicionais deles, os ingleses cantavam as músicas que eram tradicionais deles também. Então eles cantaram depois o a música do pinheirinho de Natal, que é uma música tradicional germânica do do Natal, que eles sempre cantam lá, né? E os ingleses cantaram White Christmas, que também é uma música tradicional. E cada um foi cantando as suas músicas de Natal. E num determinado momento, um soldado alemão se levantou da trincheira, se levantou com seu rifle, com sua arma e saiu correndo e foi até a onde estava a trincheira inglesa. E ninguém sabia o que ele ia fazer. É trincheira inglesa, ele sabia porque ouviu aquelas músicas. Ele foi no rumo daquela voz e se colocou ali. Ninguém sabia o que ele ia fazer. Mas de repente ele soltou o rif dele e abriu os braços. E nesse momento um soldado inglês saiu da trincheira também, foi até onde ele tava com sua arma e ninguém sabia o que ele ia fazer também. Ele podia simplesmente dar um tiro e, enfim, fazer qualquer coisa, né? Jogar uma granada. Mas o que aquele homem fez foi imitar o gesto do alemão. Ele também soltou o seu rifle e abraçou o soldado alemão. E quando eles viram isso acontecer, vários soldados fizeram os mesmos. Saíram de suas trincheiras, jogaram os seus as suas armas e começaram a se abraçar. diz que naquela noite houve uma ceia de Natal que em que todos participaram, ingleses e alemães, e eles compartilhavam o que eles tinham, o pouco que eles tinham de comida, porque havia muita fome ali também, mas aquelas comidas inlatadas, aqueles doces enlatados também, aquelas bebidas que eles tinham até para passar o frio e a chuva que tavam demais naquele período, e compartilharam e cantavam músicas e comiam juntos e ninguém mais sabia ali
doces enlatados também, aquelas bebidas que eles tinham até para passar o frio e a chuva que tavam demais naquele período, e compartilharam e cantavam músicas e comiam juntos e ninguém mais sabia ali quem era soldado alemão, quem era soldado inglês. E no dia seguinte houve um jogo de futebol. Ninguém sabe até hoje quem ganhou esse jogo. Melhor não saber, né? Mas foram momentos de intensa confraternização, porque não eram mais soldados alemães e soldados ingleses, não eram mais pessoas querendo vencer os inimigos, eram apenas seres humanos em busca de um pouco de paz, de amor, em busca de confraternização e solidariedade, em busca de estar juntos e viver aquele espírito de Natal. E isso durou uma semana, mas a notícia chegou até os generais e os generais não levaram isso numa boa. Eles quando souberam quiseram punir, quiseram proibir, porque afinal de contas se confraternizar na numa fronteira de guerra é um gesto subversível e perigoso. O que que pode acontecer com o mundo das guerras se os soldados estão se confraternizando ali nas trincheiras? se não há inimigos e se eles não veem aquelas pessoas dos outros países, os seus opositores como inimigos, se ele se dispõe a abraçar, a compartilhar o que eles têm e e cantar junto com aqueles que se consideram inimigos. Isso não pode. E aí eles mandaram outros soldados com ordens de acabar com isso e punir severamente. E foi o que aconteceu. Infelizmente, no dia primeiro de janeiro de 1915, um soldado desses que chegou alemão, atirou contra um soldado inglês e matou. E aí estava decretado o fim da trégua de Natal, estava decretado o fim daquela confraternização. E a guerra durou por mais 4 anos ainda. terminou apenas em 1418, 1918, mas ficou pro mundo essa grande mensagem, essa mensagem de Natal de que os seres humanos eles são mais do que simplesmente eh pessoas que querem eh que mais do que guerra, mais do que vencer, mais do que destruir o inimigo, o que as pessoas querem é a paz. Elas querem se confraternizar, querem se
mais do que simplesmente eh pessoas que querem eh que mais do que guerra, mais do que vencer, mais do que destruir o inimigo, o que as pessoas querem é a paz. Elas querem se confraternizar, querem se abraçar e querem perceber que ali não são mais do que seres humanos. E nós somos isso, seres humanos. Nós não somos adversários, não somos inimigos. Nós não somos aquelas pessoas que querem destruir e aniquilar o outro. Nós só queremos amor, nós só queremos paz, nós queremos solidariedade, queremos nos abraçar, dividir o que temos, vencer a tristeza, vencer a solidão, vencer as doenças e nos entregar aquilo que tem de melhor na humanidade. Perceber que somos todos irmãos. E o Natal nos lembra isso. O Natal nos lembra esses momentos de que nós somos irmãos. Foi o Natal que inspirou essa trégua na guerra e ele pode inspirar também nossas trégoas nas nossas guerras da vida. Que o Natal nos inspira. Carlos Drumon de Andrade tem uma um poema que ele fala, né, do tempo, que a gente divide o tempo e e compartimentariza, né, em horas, em dias, em meses e dá significado para tudo isso. Então, o Natal não por acaso é próximo do fim do ano. Ele ficou nesse momento em que nós renovamos a nossa vida. esse período de festas que para muitos é feriado, eu estou de recesso desde ontem, né? Um período que o meu trabalho dá paraa gente para que a gente possa reorganizar a nossa vida, repensar e fim de ano é um período em que a gente costuma fazer isso. Eu gosto muito de um hábito que tem na cultura oriental, os japoneses fazem muito isso, de no final do ano fazer uma limpeza geral na sua vida, nas suas casas. É uma limpeza que é interna e externa. Então eles vão na casa física, vão em cada espaço, em cada lugar, em cada cômodo, em cada gaveta, em cada cantinho, em cada potinha, portinha de armário, pegam tudo que tem ali dentro, tiram, limpam, tiram a poeira, passam o pano, buscam tudo que tem ali, vão limpando cada espaço, cada ambiente, tirando cada poeirinha e vão analisando cada coisa que tem ali, vendo
ue tem ali dentro, tiram, limpam, tiram a poeira, passam o pano, buscam tudo que tem ali, vão limpando cada espaço, cada ambiente, tirando cada poeirinha e vão analisando cada coisa que tem ali, vendo será que essa coisa ainda faz sentido na minha vida? Será que ela pode permanecer? Será que ainda há lugar para ela a partir de agora, no ano que se reinicia? Será que essa coisa ainda faz sentido para mim? E o que eles fazem? A pergunta principal é: isso faz sentido na minha vida? E tem muitas coisas que às vezes cumpriram um papel fundamental, que foram importantes, que tiveram eh que renderam bons momentos, que foram muito úteis, mas que hoje já não tem esse significado. Então, o que que eles fazem? Por cada coisa que se encontra ali, eles expressam a gratidão, expressam mesmo com palavras, agradecem por aquilo, agradecem pelo papel, pelo significado, pelo que representa, por tudo o que trouxe. E se a coisa vai permanecer, se ainda faz sentido, ela permanece e é recolocada. Se não, ela é ela é levada a algum lugar. E aí se decide se ela vai ser doada, se ela vai ser jogada fora, se ela não é mais necessária, mas sempre com muita gratidão por tudo que aquilo fez, pelo papel que representou, por tudo de utilidade que teve, até mesmo um frasco que terminou, né? Tinha um shampoo, utilizei todo ele, ele cumpriu sua finalidade. Eu sou grata a ele por isso, mas chegou o momento dele ir. Não adianta a gente usar o shampoo e guardar os frascos. Os frascos não são para ser guardados. Ah, já sou muito essa metáfora com laranjas, né? Não adianta a gente chupar as laranjas e carregar os sacos de laranjas por toda a vida. Já cumpriram o seu papel, já está na hora de ir. Então eles fazem isso e essa faxina não é apenas física, não é apenas no ambiente físico da nossa casa, é uma faxina espiritual e emocional também, em que a gente precisa visitar aquelas gavetas dos nossos sentimentos, visitar as portinhas, olhar embaixo do tapete, nos alçapões que tem lá nos sótolos da nossa vida, onde são guardadas as coisas
m, em que a gente precisa visitar aquelas gavetas dos nossos sentimentos, visitar as portinhas, olhar embaixo do tapete, nos alçapões que tem lá nos sótolos da nossa vida, onde são guardadas as coisas para depois, né? Me lembro no filme, né? O o Toy Story, né? que tem é para doação ou é pro sóton. E o sóton é esse limbo em que você fica com aquelas coisas que você não sabe que se quer ou se não quer, né? Não é para usar, mas também não é para jogar fora. Então a gente precisa revisitar esses sótons da nossa vida também em que tem aquilo que não serve, mas que também eu não consigo deixar ir. Será que aquilo é realmente necessário? Será que aquilo faz sentido? ou que basta eu olhar para cada coisa da minha vida e perguntar a ela, agradecer e dizer muito obrigado por tudo que você trouxe. Podem ter sido alegrias, podem ter sido dores, certamente foram aprendizados, mas talvez você já tenha cumprido esse papel. Talvez você possa ser muito útil para outras pessoas, em outras circunstâncias, em outros lugares. Talvez outros vão fazer um uso muito melhor do que eu posso fazer agora nesse momento. Que seja o momento de eu reconhecer isso. Isso vale paraas pessoas da nossa vida. Isso vale paraas coisas que nós temos. Isso vale para os lugares onde nós estamos, paraas circunstâncias em que nos envolvemos. Fazer essa limpeza no fim do ano é fundamental para que a gente possa seguir adiante e reconquistar as próximas etapas da nossa vida. A rigor, a gente não devia esperar o fim do ano. A gente devia fazer aquilo que Santo Agostinho nos ensina, fazer isso diariamente, ter sempre limpos os escaninhos da nossa alma, ter sempre vistos as gavetas da nossa consciência e também da nossa casa. Eu me lembro de uma vez em que eu morava num apartamento em que eu passava anos sem abrir, tinha mais armário do que eu precisava ali. E eu nunca tinha aberto alguns alguns armários. E quando eu vi tinha um ninho de barata terrível num dos armários que eu precisei debelar, porque eu nunca visitava aquele armário. E todos nós
ava ali. E eu nunca tinha aberto alguns alguns armários. E quando eu vi tinha um ninho de barata terrível num dos armários que eu precisei debelar, porque eu nunca visitava aquele armário. E todos nós temos armários que nós nunca visitamos na nossa alma e que podem trazer ninhos de animais peçonhentos ou terrenos que de não utilizados podem acumular ervas daninhas que nós não conseguimos lidar. Então, é preciso que a gente visite cada lugar, cada escaninho, que a gente faça isso com o máximo de frequência que a gente pode e que a gente guarde na nossa alma, no nosso coração, na nossa casa, seja física, seja mental, aquilo que realmente faz sentido, que a gente tenha esse cuidado com a nossa vida, que a gente tenha esse cuidado de buscar renovar, de buscar manter aquilo que é verdadeiramente importante e que a gente sempre procure fazer dessa vida, desse espaço, de cada momento, um momento de renovação. Eu gosto sempre de lembrar também, né, todo mundo já viu em algum momento, já leu o livro, já viu o desenho, já viu o filme da Alice no País das Maravilhas, em que tem aquele grupo de amigos considerados loucos que se reúnem todos os dias para celebrar o desaniversário. E aí quando ela chegou e perguntou, eles dizem: "Olha, a gente tem um aniversário por ano e todos os dias são desviversários, só que a gente não amadurece no único dia, a gente não cresce nem envelhece no único dia." Não é assim, 364 dias esperando e num dia eu envelheço um ano. Na verdade, cada dia eu envelheço um dia. Cada dia eh tem um significado. Cada dia tem milhões de oportunidades. Cada dia tem momentos esplêndidos e às vezes o nosso aniversário nem é o dia mais significativo, nem o mais importante, nem aquele que conquistamos as maiores vitórias da nossa vida. Então, às vezes, um dia nada a ver, que não é aqueles marcados no nosso calendário, é o dia mais importante, o dia em que eu vivi os meus maiores desafios ou minhas maiores alegrias ou os momentos em que eu tive mais vitória ou mais dor. Então, se eu
les marcados no nosso calendário, é o dia mais importante, o dia em que eu vivi os meus maiores desafios ou minhas maiores alegrias ou os momentos em que eu tive mais vitória ou mais dor. Então, se eu for marcar aqueles dias mais importantes para mim, às vezes não são aqueles do nosso calendário, aqueles que devem ser os especiais, porque especial é todo dia, porque Natal é todo dia. Então vamos celebrar cada dia, vamos celebrar cada desaniversário, porque na verdade todo dia é nosso aniversário, todo dia nós ganhamos um dia, todo dia nós ficamos um dia mais velhos e temos experiências novas que não temos em dia nenhum. Porque mesmo que eu faça o mesmo caminho, o mesmo trajeto, vá para o mesmo lugar, com as mesmas pessoas, cada dia é uma experiência diferente. Então, cada dia merece ser celebrado. Cada dia é um novo aniversário, cada dia é um novo Natal, cada dia Cristo pode nascer pra gente, em nosso coração. E cada dia a gente pode fazer Cristo nascer no coração de tantas as pessoas. Vamos fazer o Cristo nascer em nós para que a gente consiga também ajudar a fazer ele nascer em todo em paraas outras pessoas, em todos os lugares. Que a gente consiga ser e perceber a presença do Cristo, ver as luzes de Natal, ouvir as músicas e sentir o Natal em todos os momentos do ano. que a solidariedade reine e que a presença do Cristo esteja a cada dia e a cada momento nos nossos corações. E que a gente, como diz Emmanuelo, recebendo a luz, que sejamos também embaixadores dela, que façamos o Cristo nascer a cada dia, que nos escolhamos para trilhar essa estrada e para trazer o Cristo dentro do nosso coração a cada momento. que seja sempre Natal, que nós possamos espalhar alegria, se e se a gente é capaz de toda essa magia, que a gente consiga fazer o Natal todo dia. Que Jesus esteja conosco a cada momento, a cada dia, que ele nasça nos nossos espaços, que ele nasça nossos corações a cada momento e que a gente possa celebrar cada novo dia como verdadeiro Natal. Que assim seja. Um grande abraço
a momento, a cada dia, que ele nasça nos nossos espaços, que ele nasça nossos corações a cada momento e que a gente possa celebrar cada novo dia como verdadeiro Natal. Que assim seja. Um grande abraço a todos. E um feliz Natal, um ótimo ano novo e uma ótima vida para cada um de nós. Até a próxima. Sejam bem-vindos à nossa [música] sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante [música] o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos [música] sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um
aminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos [música] hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas [música] ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz [música] e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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