Natal com Arte - Homenagem a Divaldo Franco: O Semeador de Estrelas

FEBtv Brasil 13/12/2025 (há 4 meses) 1:25:08 1,138 visualizações

“Natal com Arte”, uma live em homenagem ao grande Divaldo Franco – O Semeador de Estrelas! 🌟 📅 Data: 12/12 (quinta-feira) 🕖 Horário: 19h30 (horário de Brasília) 📍 Transmissão: Ao vivo no YouTube da FEB LIVES: https://febtv.live/natal-com-arte 💖 “Prepare o coração, convide a família e os amigos e venha semear luz conosco!” Não percam essa oportunidade de celebrar com arte, música e muita espiritualidade! ✨

Transcrição

Soltando pipas [música] no ar nas ruas de terra e de pó, jogando bola. A na lata num banquinho da praça. [música] Com amigos invisíveis, [música] ele corre no pomm. Aventurosa na selva entre índios e fera. I [música] i ô i menino surreal. Muito [música] simples, natural. Ele fala [música] com quem já morreu, ajudando essa gente de lá que precisa saber que já [música] foi e que deve sono acordar. Ele fala com quem [música] já morreu, com de outro lugar, um lugar que se vai e se vem e que estamos daqui para voltar. >> Fantasmas brincam aqui, ninguém acredita [música] que há. É gente como a gente alegria não passa. [música] Já agoraço que vem da [música] tribo sederal quer colher os belos mosgos pro presépio [música] de Natal. I é menino surreal, muito simples, [música] natural. Ele [música] fala com quem já morreram, ajudando essa gente de lá, que precisa saber que já foi e que deve do sono [música] acordar. Ele fala com quem já morreram, cometores de outro lugar, um lugar que se [música] vai e se vem e que todos daqui vão voltar. [música] >> Com amigos invisíveis, [música] ele corre no pomar. Aventuras lá na selva, entre índios e feras. Ele falar [música] com quem já morreram ajudando a sua gente de lá que precisa saber que já foi [música] e que deve sono acordar. Ele fala com quem já morreram cometes [música] de outro lugar, um lugar que se vai e se bem e que todos aqui vão voltar. [música] I é menino surreal. Muito simptando [música] pipas no ar, nas ruas de terra e de pó. Jogando bola na [música] lata num banquinho da praça. Noite [música] igual nunca verá. [música] Neste mundo, o céu [música] não brilhará outra vez em dia de festa >> se derão anjos cantando. >> É Natal. Nasceu [música] o Cristo, o mestre irmão, para [música] mostrar que no coração [música] há um lugar para todo irmão. >> Sem dor, sem raça, [música] seminção. E damos graças, [música] ó Mestre, por nascer entre nós a [música] cada dia e vem [música] junto com o S, [música] trazendo a paz, esperança

r para todo irmão. >> Sem dor, sem raça, [música] seminção. E damos graças, [música] ó Mestre, por nascer entre nós a [música] cada dia e vem [música] junto com o S, [música] trazendo a paz, esperança de ter outra noite, irmão. É isso, gente. [música] Noite igual. Então, uma boa noite a todos aqui [música] que nos assistem. É uma honra, um prazer, uma alegria estar aqui, não [música] sozinha, com meu grande amigo Felipe Vais, mais conhecido como Fio. Você lembrando aqui, né, gente, [música] essa felicidade de aqui estarmos esta noite [música] comemorando o encerramento de um ano de muito trabalho, de muita conquista na área da arte espírita. Estamos aqui pela Federação Espírita Brasileira, a FEB, eh sob o nome, né, da área nacional de arte e celebrando essa noite, eh, não só para comemorar o Natal, mas também pra gente fazer uma celebração, uma grande homenagem a um grande trabalhador espírita que deixou suas marcas, eh, que perdurarão por toda a nossa vida, que é o grande amigo, irmão Divaldo Franco. Então, vai ser uma noite e não igual, [risadas] é única, né? Especial e com certeza de muita emoção. Porque falar de Divaldo, que é o nosso semeador de estrelas, né? Mais conhecido como semeador de estrelas. E sobre sobre a palavra de Chico Xavier, né? Ele chamava que era uma pessoa que tem uma estrela na boca, né? Porque é isso, Divaldo era realmente luz e ele emanava luz. Ele trouxe pra gente não só luz como consolo, esperança, força, coragem e eh oportunidade de estudar e de estarmos sempre enxergando o outro como próximo e o trabalho como uma forma de nos conectarmos com o pai. >> Exatamente. >> Então, Divaldo, é realmente a nossa grande referência, né, fio? Eh, a gente sabe que a referência maior é, óbvio, sempre o Cristo, mas a gente tem aqueles ícones que nos servem de esperança, que são, digamos, gente como a gente, mas que concluíram seu trabalho com muito louvor, que foi Divaldo, Chico e tantos outros. >> Você tem também um pedacinho aí no seu coraçãozinho de recordação de Divaldo.

digamos, gente como a gente, mas que concluíram seu trabalho com muito louvor, que foi Divaldo, Chico e tantos outros. >> Você tem também um pedacinho aí no seu coraçãozinho de recordação de Divaldo. Qual foi a sua recordação carinhosa de Divaldo, Fil? >> Boa noite. Boa noite, meus amigos. Uma alegria muito grande estar aqui e lembrar do Divaldo e lembrar dos momentos que a gente gravou com ele aqui no estúdio, né? Tivemos, nós tivemos muitas oportunidades com o Divaldo no estúdio e ele sempre aceitou todos os nossos convites com muito, muito carinho e trouxe verdadeiros ensinamentos, não só da relação que ele tinha com as pessoas que ele encontrava, o carinho que ele emanava, né, para cada um. E a gente sentia aquela vibração forte quando a gente chegava perto dele, né? Às vezes dava até medo de chegar perto, disse, será que ele tá escutando pensando? >> Será [risadas] que ele sabe que eu sou? >> Será que ele tá lendo tudo que eu faço? >> Exatamente, né? >> Eh, mas era realmente um, ele foi pra gente um exemplo, né? A gente conviveu com o Chico, né? Mas o desencarne de Chico a gente era adolescente, né? E Divaldo, a gente viveu um pouco mais de tempo, acompanhou mais a trajetória, né? E o exemplo que ele traz da própria mansão do Caminho que ele conseguiu construir com Nilson. Éando milhares, né, de pessoas. >> Impressionante. É impressionante. E é o legado que ele deixa pra gente, né, que é um ser humano de carne osso como a gente, né, e que conseguiu com a força do amor mobilizar grandes artistas. >> Uhum. >> Né? Trazer a arte para junto do trabalho, né? como nós estamos fazendo aqui, conseguiu tornar a mansão do caminho a referência de trabalho, né, caritativo, trabalho social, que é >> então, e para mim o que fica, mais do que tudo é esse exemplo de homem de força, de garra, de fé, né? E e a quantidade de conferências e países que esse homem viajou não tá escrito no mapa, não, >> não tá. A gente sabe que foram para lá de 70, se não me engano assim, países. >> Conferências passa de alguns milí.

idade de conferências e países que esse homem viajou não tá escrito no mapa, não, >> não tá. A gente sabe que foram para lá de 70, se não me engano assim, países. >> Conferências passa de alguns milí. >> Ele realmente foi o grande divulgador nacional e internacional, né, do espiritismo. A gente pode dizer com certeza que esse foi o grande papel de Divaldo aqui, um dos grandes papéis dele, né? E a gente também pode dizer que, ah, não, muitos podem dizer assim: "Ah, ele teve o amparo da Joana, né? Então é mais fácil". Mas ele mereceu ter o amparo de Joana, né? E se a gente se recordar da infância de Edivaldo, a gente sabe o quanto ele teve uma infância sofrida e ele poderia ter sido uma criança muito traumatizada e não ter seguido no no projeto, né, eh, reencarnatório dele. E ele não e mesmo com uma infância extremamente difícil, ele superou mesmo porque ele era tido como esquisitão, né? Que viam pessoas como a própria música, né? O vídeo que passou aí no início da live era a pessoa que via, né? Que via, tinha visões. Então as pessoas não entendiam naquela época, né? Os próprios familiares dele não entendiam e até o o machucavam por causa disso, né? E ele assim perseverou e graças ao apoio da mãe, né? eles conseguiram ir pra doutrina e ali ele se encontrou e trouxe todas essas belezas para nós. E o Fio deu um depoimento dele aqui. Agora eu também quero. Vocês estão achando que só vai ficar eu e o Fio aqui na live, gente? Não vai não. Eu tenho meus grandes amigos desde o ano passado que tiveram aqui comigo e esse ano vão estar de novo, não é? Coloca aí, Simone e Marcos, meus grandes amigos. Eu quero também saber de vocês que lembranças boas vocês têm de Divaldo e o que que a gente pode esperar dessa live hoje em homenagem a ele. Boa noite, saudação, saudações, né, artísticas para todos. Um abraço bem carinhoso, Lilian F. Nós estamos assim realmente com muita alegria no coração por estar realmente realizando essa culminância com a área de arte, Natal com arte, como é já uma

ara todos. Um abraço bem carinhoso, Lilian F. Nós estamos assim realmente com muita alegria no coração por estar realmente realizando essa culminância com a área de arte, Natal com arte, como é já uma praxe e a gente fica muito feliz, né, de compartilhar esses momentos tão especiais. Você me provoca uma lembrança muito afetiva, muito querida com Divaldo Franco. Eh, olha só o que aconteceu no ano de 2017. Eu estava na presidência da Federação Espírita Paraibana e a Câmara dos Deputados eh estabeleceu uma comenda especial para ele de cidadão paraibano, mas só que ele tava em Portugal, ele não poderia estar conosco nesse período, né, da comenda. Aí eu ele me cubriu de receber essa comeda por ele e depois eu entregaria, né? Mas o que foi interessante assim para mim e emocionante é porque ele mandou uma mensagem. E nessa mensagem, meus amigos, ele sempre enaltecia a importância da doutrina espírita. aquela homenagem ele transferia, né? Não era para ele, mas era assim pela força da doutrina na vida dele, o quanto a doutrina foi importante nessa transformação, no testemunho, tudo isso que a gente vê essa pessoa que se transformou através da doutrina espírita. Então, foi um momento assim muito especial eu receber essa homenagem, né, em nome da presidência e depois ter ter que repassar para ele, mas com aquela humildade dele dizer sempre: "Essa homenagem é para o Cristo, é paraa doutrina". Então, é nesse clima, né, Simone, que a gente vai de confraternização, que a gente quer manter eh essa essa luz acesa em nossos corações nesse Natal. É contigo, querida. Exatamente, meu amigo Marco, meus queridos amigos Lia, Fio, né, que estão aí eh como nossos âncoras da nossa live, né, enquanto eu e Marcos somos os correspondentes internacional, né, nós estamos aqui, né, na janelinha [risadas] e eh essa noite é com toda essa alegria, não poderia ser diferente, né, uma noite recheada de amor, de gratidão, de alegria, porque isso também se eh eh simboliza muito de Divaldo, né? Eh, e o que mais me marcava, me chamava muito

a alegria, não poderia ser diferente, né, uma noite recheada de amor, de gratidão, de alegria, porque isso também se eh eh simboliza muito de Divaldo, né? Eh, e o que mais me marcava, me chamava muito atenção no Divaldo, era o olhar, a amorosidade que ele tinha no olhar. Então, às vezes, como o Felipe falou muito bem, a gente ficava um pouco assim, né, até um pouco receo e ele te olhava com tanta amorosidade que aquele receio ia por terra, né? ele mostrava ali que eh estava aqui no mesmo plano que nós, trilhando dificuldades assim como nós, mas que ele tava buscava cada dia superar essas dificuldades, assim como nós também precisamos buscar essa superação. Então, o exemplo dele, ele humanizava o trabalho, trazia paraa gente eh eh essa humanização do trabalho, humanização dos exemplos, porque a gente pensa assim: "Poxa, se eu me dedicar eu também consigo". E a arte contribui com a gente nesse aspecto, né, dessa transformação íntima, nessa transformação de sentimento. E logicamente, né, somos eternamente gratos pela oportunidade e por todos os exemplos do nosso querido mestre Jesus, que que nos oportunizou eh tantas coisas, né, trouxe para nós a pedagogia do amor que Divaldo trilhou com tanta maestria. E é nesse embalo do amor que nós vamos seguir essa live. Mas principalmente porque nós temos vocês que já estão aí nos acompanhando aí nas na telinha. Então curta, comente, fale de onde você eh eh está assistindo. Tô vendo que já tem gente aqui, Marco e Lilia e do sul ao norte >> do Brasil >> aqui nos acompanhando e com certeza vão ser momentos inesquecíveis e momentos maravilhosos. Então vamos com a gente aí nessa noite, né, Lilia? É isso. Todos os corações conectados e unidos em um só objetivo, né, que é celebrar o Natal e celebrar, né, esse grande homem que foi Divaldo. E para isso a gente vai de arte, né? Eu quero mais uma aqui do fio. Enquanto ele se prepara, eh, vocês falando aí, eu me lembrei disso, né, Divaldo. Eh, era impressionante. Ele sempre tinha um sorriso, né, vocês

a gente vai de arte, né? Eu quero mais uma aqui do fio. Enquanto ele se prepara, eh, vocês falando aí, eu me lembrei disso, né, Divaldo. Eh, era impressionante. Ele sempre tinha um sorriso, né, vocês falando do olhar e era um olhar e um sorriso junto. Eu nunca vi Divaldo triste, [risadas] com certeza, né, nos momentos ali, né, de reflexão dele, mas com a gente ele sempre ali trazendo aquela suavidade, aquela tranquilidade de que o trabalho com Cristo não é pesado, né? Então, às vezes a gente fica assim cansado, pesaroso mesmo, né, das tarefas do dia a dia. E aí a gente lembra ali de Edivaldo na mansão do caminho, cuidando de todas aquelas crianças, ainda escrevendo o livro, né, psicografando. Então assim, a o trabalho com Jesus tem que ser de amor, tem que ser suave, tem que ser alegre. E é isso que ele sempre nos trouxe, né? E o Fio vai cantar agora uma música que traz justamente [música] assim os ensinamentos que Divaldo nos nos trouxe, né? Foram tantos, mas com certeza o da oração e do trabalho é sempre um dos principais que a gente precisa ter, né? Do orai, vigiai e observai. >> É. E ele sempre terminava as palestras dele como oração, né? >> É isso. É verdade. >> Então vamos iniciar [música] nossas atividades como oração também. Pai amigo, te agradeço [música] pela aventura [música] de um dia mais. >> Toque nossas almas com o [música] teu carinho de Pai. Estende tuas mãos [música] amorosas. Querido [música] pai, embala os nossos mais [música] puros sentimentos zeloso >> para que a noite não [música] nos leve o desejo de sermos melhores, [música] de sermos bons. Pai amigo, te agradeço [música] pelas nossas vidas. por podermos crescer. É isso, né? que possamos crescer sempre em inteligência, emocional, em espiritualidade e envoltos nessa nessa canção linda, nessa energia. Eh, continuando pensando em Divaldo, a gente vai começar aqui as participações virtuais, como a Simone falou, de norte a sul. Eh, vamos trazer aqui um pouco das regionais, o que elas prepararam.

rgia. Eh, continuando pensando em Divaldo, a gente vai começar aqui as participações virtuais, como a Simone falou, de norte a sul. Eh, vamos trazer aqui um pouco das regionais, o que elas prepararam. para essa comemoração em homenagem a esse grande homem. Então, a gente vai passar agora a região Nordeste, que traz um lindo cordel e também a região sul, que vai nos apresentar uma linda canção. Assiste aí. Oi, oi, oi, meus amor, meus amigos queridos desse Brasil espírita maravilhoso. Nós temos um cordel nesses dias em que a efeméride de Jesus vem pros nossos corações. E nesse evento maravilhoso, nós trouxemos um cordel em homenagem a Divaldo Pereira Franco, o nosso grande timoneiro da doutrina espírita. E eu digo assim: Divaldo Pereira Franco, verbo inflamado de luz, achote na noite escura, eco da voz de Jesus, canto do consolador a espalhar tanto esplendor, nobre farol da bonança, a divulgar com heroísmo as lições do espiritismo, por andando o por onde o amor alcança. Des da terra mocidade cantas, decantas o amor. Tua mediunidade leva a paz, lenindo a dor. Quando a idade aparece, vem Joana e comparece a retirar tanto espinho. Faz consertos de luz e entre Kardec, Jesus nasce a mansão do caminho. Ali crianças e jovens encontram dignidade. Ali se aprende a amar a fazer a caridade. Teu exemplo nos convida a transformar nossa vida na voz dos que vivem além. Tu vives entre dois mundos, trazendo os cantos profundos que nos instruem no bem. Livros, livros e mais livros, semeias por tuas mãos. Abrem-se os véus do além e a cultura em profusão. Traz Marco Prisco, Joana, Victor Hugo, Viana, Miranda, Lins e Machado, além de tantas missivas, das pessoas muito vivas do mundo do outro lado. Tua voz alcança o mundo e chegas noutras nações. Atinge a meta bendita e alcança os corações. apóstolos de outras gentes no labor santo e urgente de amar e evangelizar, despertando consciências, mostrando as novas ciências que é preciso e urgente amar. Amigo da esperança, companheiro de Jesus, quantas

s de outras gentes no labor santo e urgente de amar e evangelizar, despertando consciências, mostrando as novas ciências que é preciso e urgente amar. Amigo da esperança, companheiro de Jesus, quantas vezes semeaste mesmo conduzindo a cruz, mas teu espírito valente vencia e seguia em frente, sem parar para murmurar. mostrando, abrindo caminho que ninguém está sozinho quando ao bem para semear. Aqui deixamos, Divaldo, um preito de gratidão por cada palavra tua, exemplo para o cristão, seareiro da alegria, semeiador da poesia que nos inunda de fé, cantando a glória incontida daquele que é a vida, o mestre de Nazaré. Que a paz do excelente na jornada. Que a luz morredora seja contigo na estrada. Que os mensageiros da luz, os prepóstos de Jesus inspirem cada conquista. Cantador do eterno hino, amigo do amor divino, da doutrina espiritista. Um beijo no coração de todos vocês. Que a paz seja nesses momentos de cultura e arte. Muita luz, paz. Um beijo do cantador paraibano. Abençoadas mãos [música] a semear a luz. Abençoada a voz [música] a libertar da cruz as mentes prisioneiras [música] da própria escuridão. O coração cansado de sofrer. Amor é sua bandeira. Caridade é seu arado. [música] Que o nosso pai conceda. Estamos sempre a seu lado [música] para dizer obrigado, Divaldo, por estar aqui, por [música] ser a luz, por ser o mensageiro da paz e por nos conduzir para Jesus. O [música] tempo não venta tão forte quanto o poder do seu amor. [música] Obrigado, amigo, irmão. Obrigado, Senhor Oh. >> comentado que desde do norte a sul estão acompanhando. Olha, tem gente do Rio Grande do Sul, do de São Paulo, do Acre, Paraíba, Rondônia, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Amazonas, Bahia, Mato Grosso, Pernambuco e Piauí. Eita nós. Ô, mundo bom. Eita mundo bom. É isso. Olha que maravilha. todo mundo aqui junto com a gente e meus amigos também estão juntos de novo. Chega mais, Simone e Marco. Agora sim. Olha aí eles, não é? tava comentando aqui que como é bom, né, a gente ouvir duas formas, né,

do aqui junto com a gente e meus amigos também estão juntos de novo. Chega mais, Simone e Marco. Agora sim. Olha aí eles, não é? tava comentando aqui que como é bom, né, a gente ouvir duas formas, né, duas expressões tão belíssimas de homenagem, um cordel, uma música ali com imagens tão lindas, né, nos fazendo ter lembranças do daquele coração quentinho nas lembranças de Divaldo. Conta aí pra gente o que que vocês também sentiram nessas duas homenagens. >> Ah, foi muito bom, né? Muito, muito bom mesmo. Merlânio, com toda a sua maestria aí no cordel, nos envolve, né, eh no momento que que ele está declamando e você vai viajando, refletindo, pensando em toda a trajetória de Divaldo e principalmente do do papel dele como divulgador da doutrina da doutrina espírita. E a música fez a gente viajar lá, né, pelo sul do país, que que foi a as visitas do Divaldo lá no Rio Grande do Sul. A turma trouxe ali a alguns recortes de alguns momentos, né? Então, e ali agradecendo, eles puderam fazer essa homenagem para ele presencialmente e cantando ali. Obrigada, Divaldo, né? Então, foi muito legal, muito bom mesmo. Uhum. >> A gente gosta muito de falar que a arte é conhecimento e traz conhecimento, né? a gente escutar um cordel desse, a gente vê, né, decifrado em versos, uma trajetória, né, características da tarefa dele, mostrando, né, no assim, nos nos detalhes, né, a importância dele no aspecto da doutrina, no aspecto da literatura, né, quantos espíritos não utilizaram Divaldo Franco para psicografar. Daí a gente vê, né, a partir de uma de um cordel, de um poema desse, a gente pode, né, deslumbrar tantos horizontes dessa missão maravilhosa, né, do Dival. Eh, a característica do Nordeste. Eu sou nordestino, eu tô falando aqui de João Pessoa. A gente gosta muito de utilizar o cordel em sala de aula, né? Eh, antigamente a gente não tinha eh essas tecnologias, né? Então, a forma da gente se comunicar através do cordel, né, de contar histórias, contar coisas que aconteceu no mundo, tava lá registrado

é? Eh, antigamente a gente não tinha eh essas tecnologias, né? Então, a forma da gente se comunicar através do cordel, né, de contar histórias, contar coisas que aconteceu no mundo, tava lá registrado no cordel. E é gostoso a gente ouvir essas rimas, né, essa composição tão, tão bela. E a música do Sul, né, também, Simone, toda aquela pongjança, né, do pessoal do Sul, aquele cuidado técnico, né, a gente a gente se emociona muito também com a contribuição dos amigos da arte lá do sul, é a música de qualidade que eles produzem, né? >> É isso. Brasil é diverso, né? É um bom isso, né? >> Acho, mas eu acho que vem muito mais coisas boas por aí, né? Não, Lilia. Se vem. Não, você para de dar spoiler aí, ô Simone, calma aí. >> Só um pouquinho, [risadas] só um pouquinho. Tô ansiosa, tá ansiosa, >> tá ansiosa. Tá dando os spoiler aí. Não, mas é isso mesmo. A gente só tá, ó, coisa boa aqui. E e retomando um pouco da fala aí de vocês, né, a gente vê, né, esse amplo amplo trabalho de Divaldo, não só para os espíritas, mas principalmente pro público em geral, né? a gente vê como Divaldo cativou os não espíritas, né? Então a gente vê o o trabalho lindo que ele fez realmente quad divulgação do bem, do belo, do bom, que é a mensagem de luz, né? Independente da religião. Então ele realmente conseguiu envolver a todos, né? Por isso que eu até tava brincando aqui falando que para mim ele não se foi porque chegou o período do CFN, né, que é sempre em novembro e sempre tinha o tradicion a tradicional palestra do Divaldo no QG. Aí chegando esse mês, eu falei, né, o mês de passado, eu falei: "Uai, gente, e a palestra do Divado?" Eu falei: "Ixe, não vai ter mais, não tem?" É, >> não tem. >> Mas é aquilo, mas sabe aquela sensação de que, mas tá tudo bem, porque tudo que ele fez por nós ainda tá conosco, né? Essa energia dele então >> isso. Ele só mudou o plano, ele só voltou para casa. Na na verdade ele foi o aluno que concluiu a tarefa. A gente que ainda tá aqui terminando a nossa tarefinha, né? Ele concluiu e voltou,

le então >> isso. Ele só mudou o plano, ele só voltou para casa. Na na verdade ele foi o aluno que concluiu a tarefa. A gente que ainda tá aqui terminando a nossa tarefinha, né? Ele concluiu e voltou, não é fio, um grande >> e graças a Deus o a internet, na verdade, a comunicação, né, nos permite estar com ele a todo momento. >> Uhum. >> Talvez em momentos anteriores a gente sentisse uma saudade maior, porque a gente não teria como vê-lo, mas hoje com a internet a gente consegue assistir diversas palestras dele, ver o movimento Você e a Paz que ele fez brilhantemente durante tantos anos, né? E que ele sempre começava com arte, >> né? era a paz pela paz, o ícone. >> É, então ele entendia a força da arte, ele entendia como a arte é um elo, como a arte é um um agente sensibilizador e que talvez a gente lendo, se a gente fosse ler a letra da música, por exemplo, entoada pelo pelos nossos companheiros do Sul, talvez a gente emocionasse menos do que a maneira como eles interpretaram e trouxeram a canção pra gente. Então a música ela tem esse potencial, né, de sensibilizar, de tocar o nosso coração muito fundo, porque ele tira a gente apenas do racional e transporta a gente para um outro ambiente, né? Leva a gente pro emocional, pras lembranças, pro carinho, pro amor e tira a gente da leitura ali do do racional, né? >> Aham. Então, >> amplia, né, as nossas vibrações. >> E você tomando aí falando, né, desse grande papel do Divaldo, na questão até de impulsionar a arte, vamos lembrar da grande obra, né, que ele deixou aqui para nós, que foi a mansão do caminho, né? Então, eu vou até pedir pro Marcos falar um pouquinho desse trabalho, né, do que foi o Divaldo e a Mansão do Caminho. >> É uma obra social fantástica. tive a oportunidade de conhecer por duas vezes, eh, gigante, né, o espaço físico e o trabalho social desenvolvido lá intenso, né, desde manhã até eh o final da tarde existe muito movimento lá de educação, de assistência social, de promoção humana, né, de orientação.

espaço físico e o trabalho social desenvolvido lá intenso, né, desde manhã até eh o final da tarde existe muito movimento lá de educação, de assistência social, de promoção humana, né, de orientação. É um trabalho intenso e exatamente isso é o que demonstra a força do trabalhador, né? Quando ele ele cria uma obra dessa natureza e se integra totalmente nela, né? Morava lá, né? Ele ele vivia aquilo intensamente, né? E uma relação com a comunidade de Pau da Lima impressionante, porque lá ninguém mexia em absolutamente nada. uma comunidade eh socialmente carente, a gente sabe, mas era um respeito profundo pela obra da Mação do Caminho. Então, por quê? as crianças da comunidade eram ali tratadas de uma forma humanizada, né, com carinho, uma educação de verdade, integral, né, como a própria doutrina propõe a educação nessa perspectiva da integralidade e o jeito dele lidar com aquele público era notável. Então, eh, é muito importante a gente perceber isso, né? o trabalhador que deixa rastros e o rastros e os e os rastros do Divaldo estão exatamente nessas obras, né? Quando a gente tem a oportunidade de conhecer, né? a gente eh me impactou profundamente conhecer a mansão do caminho e toda a exuberância, né, de de dedicação. É um trabalho educacional, né, de social e também de dimensões espirituais impressionantes. >> Bem, tem algo a acrescentar com relação à manção do caminho? >> Eu acho que agora a gente poderia assistir. O que que você acha? Mais do que falar e a gente ver, né? >> É, vamos [risadas] então com vocês aí, vamos ver um pouquinho desse trabalho que é a manção do Camil. >> Sim, deixa eu aproveitar para agradecer também a disponibilidade, assim, a boa vontade, né, o apoio, a parceria da mansão do Caminho na pessoa do seu presidente atual, Mário Sérgio, que disponibilizou esse material pra gente colocar na nossa live. Então, nosso abraço bem fraterno, de gratidão por essa sessão, por essa disponibilidade, por ter cedido todas essas imagens, né, o vídeo que a gente vai assistir agora.

ra gente colocar na nossa live. Então, nosso abraço bem fraterno, de gratidão por essa sessão, por essa disponibilidade, por ter cedido todas essas imagens, né, o vídeo que a gente vai assistir agora. Gratidão. Há vidas que brilham como estrelas, iluminando [música] caminhos, dissipando sombras e guiando corações. Entre nós caminha um homem [música] cuja trajetória transcende o tempo e as barreiras do mundo material. Eu gostaria de ser semelhante a uma vialária de estrelas para que as noites da terra fossem mais belas. Mas na minha pequenez, eu te peço desta vez, se eu não puder ser um sendal de astros, deixa-me ser um pirilampo na noite escura, iluminando a amargura de quem anda na solidão. [música] Um semeador [música] de esperança, um mensageiro da paz, um apóstolo do amor. Desde muito jovem fez-se [música] instrumento da luz, entregando-se de corpo e alma à nobre missão de servir. Pelos palcos do mundo, [música] sua voz ecoa como um farol, levando consolo aos aflitos, esclarecimento aos que buscavam a verdade e alento aos corações feridos. Sua palavra firme e doce fortalece incontáveis almas, incentivando-as a renascerem em si mesmas, a se transformarem, a buscarem o bem. Mas os grandes missionários não trilham caminhos fáceis. Divaldo enfrentou desafios, dores e obstáculos que teriam silenciado muitos. No entanto, com disciplina e coragem, seguiu adiante, sustentado pela fé inabalável e pela certeza de [música] que o amor tudo vence. Cada prova superada, cada lágrima silenciosa, cada batalha vencida, fizeram dele não apenas um orador brilhante, mas um exemplo vivo do que significa perseverar. >> De volta Franco, quando nós conhecemos, era alguém que lutava pela sua sobrevivência, muito jovem [música] ainda, fez-nos sentir a presença de Jesus, trouxe-nos a compreensão da vida. Conviver com ele é caminhar para a felicidade. Conviver com Divaldo [música] é sentir amor e amar em profundidade. Seu legado vai muito além das palavras. Na mansão do caminho, [música] mais do

vida. Conviver com ele é caminhar para a felicidade. Conviver com Divaldo [música] é sentir amor e amar em profundidade. Seu legado vai muito além das palavras. Na mansão do caminho, [música] mais do que um lar, ergueu um santuário de amor e caridade, acolhendo vidas, transformando destinos, provando que a verdadeira grandeza [música] se mede pelo bem que se faz. Seus ensinamentos, suas obras, seu exemplo, [música] seguem inspirando não apenas aqueles que abraçam o Espiritismo, mas todos os que anseiam por um mundo [música] mais justo, mais fraterno, mais humano. Hoje [música] celebramos a existência de um espírito grandioso que não apenas [música] vive, mas ilumina vidas. Que suas pegadas permaneçam marcadas no tempo, que sua voz [música] continue ecoando nos corações e que seu exemplo siga nos guiando, ensinando-nos que a verdadeira conquista da existência é a doação sincera, o amor incondicional e o compromisso inquebrantável [música] com o bem. Obrigado, Senhor, porque eu nasci. Muito obrigado, porque eu creio em ti. Muito obrigado pelo teu amor, pela vida que me dás. Obrigado, Senhor. Muito obrigado, Senhor. >> Parabéns, Divaldo, pelos seus 98 anos de [música] vida. Que Deus continue o abençoando hoje e sempre. Olha, 98 anos de vida não é para pouco não, sabe? Sendo que mais de 70 anos ali foi só de trajetória na doutrina. São poucos que conseguem isso, né, Fio? >> Pouquíssimo. A gente tava comentando isso, realmente enquanto a gente assistiu o vídeo. 98 anos é uma permissão divina. >> É. E bem, né, gente? Quem conviveu com Divaldo, claro que a gente tem as limitações físicas, mas espiritualmente a mente, né, mente brilhante mesmo. E como o vídeo colocou, né, o nosso mensageiro da paz e foi um dos grandes lemas que Divaldo nos trouxe, né, de realmente semearmos a paz e não só a paz ao nosso redor, mas dentro de nós. E falando, né, desse trabalho da mansão do caminho, me fez lembrar muito do trabalho de cura, né, além do trabalho assistencial que tem a mansão, ela

e não só a paz ao nosso redor, mas dentro de nós. E falando, né, desse trabalho da mansão do caminho, me fez lembrar muito do trabalho de cura, né, além do trabalho assistencial que tem a mansão, ela também é um trabalho de cura. E a gente lembra primeiro que um dos primeiros, digamos assim, a participarem desse processo da cura foi até o próprio Divaldo, se a gente lembra, né, daquele caso do espírito obsessor, né, o famoso máscara de ferro, né, que ele chamava assim, porque o espírito se apresentava com uma máscara escura e ele ficava obsediando o Edivaldo desde a infância, né, e ele só realmente assim deu uma trégua para Adivaldo quando lá na mansão do caminho, entupida de criança já. E ainda chega outra criança, né, que foi abandonada numa lata de lixo e chega lá, Divalda, assim, meu Deus, não tem nem mais como colocar aqui dentro. Mas naquela hora ele falou: "Não, vai entrar sim". E aí quando essa criança entrou, máscara de ferro tava perto, né? E aí ele falou: "A, agora eu realmente acredito na sua bondade, porque antes ele não acreditava." E ali ele falou: "Porque essa daí é minha mãe." Então era a mãe do obsessor, né? A quem Divaldo estava colhendo. Então é isso, né? A gente nunca deve desistir de fazer o amor, né? de praticar o amor, que é isso que o Divaldo sempre nos trouxe. E aí, eh, uma das participações a gente tem aqui, deixa eu respirar, [risadas] eh naquele momento que a gente falou, né, que Divaldo não veio só para os espíritas, mas para o espírito que independe da religião, né, que tá somos todos nós espírito, espíritos imortais. Eh, a Lucine, né, que tá aí nos assistindo e nos acompanhando, ela colocou que é verdade, que a irmã dela, que é evangélica, gostava muito de assistir as lives do Divaldo. Então é isso, né? A mensagem não é só para os espíritas, é para o espírito imortal, é para todas as almas que precisam realmente da redenção, do acalento, do aconchego, do bálsamo, né, que a mensagem espírita nos traz. Então, complementando esse clima de Divaldo,

o espírito imortal, é para todas as almas que precisam realmente da redenção, do acalento, do aconchego, do bálsamo, né, que a mensagem espírita nos traz. Então, complementando esse clima de Divaldo, que é sempre bom falar, eh, vamos trazer mais um pouco de homenagens e daqui a pouco eu chamo meus amiguinhos aí virtuais, tá? [risadas] Para comentar. Vamos primeiro ver as homenagens que nós temos. Como a Simone deu spoiler aí, tem muita coisa boa ainda pra gente assistir aqui. Eh, a gente já viu ali o Norte e o Sul, ô, o Nordeste e o Sul, né? E agora a gente vai ver o centro e o norte. Então ali o centro vai vir com uma música em homenagem a Joana de Angeles e o Norte vai vir com uma linda dança aí em homenagem ao Divaldo. >> Joana [música] de Angelis, Joana [música] Angelis, seu passado revelou [música] os seus passos com Jesus. chorou [música] ao ver na cruz o mestre de amor sofreu ao ser também queimada [música] com cristãos junto ao seu filho no coliseu por não [música] negar fé ao galileu no seu [música] silêncio angelical foi [música] perdoando [música] Joana de Angelina, Joana [música] de Angelana de Angelis Seu [música] exemplo nos mostrou quanto esforço fez [música] valer em se aprimorar, se autodescobrir [música] e ver como se é sem medo, [música] sem fugir a sua mente conquistou no autoencontro sua missão. Fez terapia ao praticar o evangelho. [música] >> Joana de Angeli, Joana [música] de Angelis, [música] Joana de Angelis. Muitas vezes mergulhei em seus [música] textos para sentir o self, minha luz que [música] brilha no meu ser. O ego meu eu que devo transcender e ser mais simples, ser integral, [música] ser consciente, transpessoal [música] no meu silêncio, cheio de paz, [música] pleno e desperto. Espírito [música] amigo celeste, um exemplo bem perto [música] de nós. Espírito amigo espírito celeste [música] nosso abraço [música] de amor. >> amigo celeste, um exemplo [música] bem perto de [música] nós. [música] Espírito, amigo, espírito [música] celeste

ca] de nós. Espírito amigo espírito celeste [música] nosso abraço [música] de amor. >> amigo celeste, um exemplo [música] bem perto de [música] nós. [música] Espírito, amigo, espírito [música] celeste nosso abraço de amor. Oh. [música] >> Лалала. >> Se vei [música] a semeador de estrelas, semia semeador [música] entre nós, cuidando da mansão do caminho, escola da bondade, da paz. >> E nos da palavra e da doação, a luz expandiu. [música] Jardim floriu nas almas, te aprofundou espiritismo. [música] Cada vez mais vivo [música] e o céu cada vez mais lindo chegar em cada coração. [música] Deus vibrar em toda a oração. [música] Vzor guarda a voz [música] dos anjos. Guarda [música] vós o amor da boa [música] nova. a voz do Cristo. Nossos [música] ajos guarda a [música] voz o amor da boa nova. [música] >> Semeia, seme a dor de estre. >> semeia semeador entre nós, cuidando da mansão [música] do caminho, escola da bondade, da paz, veio aqui abrir caminhos nesteal [música] cheio de espírito, fez a [música] mediunidade, o clarão do bem, grande educador. Assim a luz do evangelho repartiu sempre incansável [música] ao chegar a cada coração, [música] ao vibrar em toda a oração. [música] Porta voz do Cristo, porta voz [música] dos anjos. Porta voz do amor [música] da boa nova. Porta voz [música] do Cristo, porta dos anjos. Porta vós [música] no amor da boa nova. amigo [música] querido [música] amarelo. >> la >> É isso aí, né, gente? A arte deve ser o belo criando o bom, de fato, né? A gente tem que sempre est tentando se renovar, se curar e se educar por meio da arte, porque a arte além da divulgação da doutrina, ela é educação do espírito, né, do espírito imortal. Então, a gente tem que sempre tá nessa linha. Ai, gente, olha, eu tenho um um afeto carinhoso com relação à dança, viu? Adoro. Acho muito lindo essa expressão, que é uma expressão não só por meio dos gestos, né, mas o olhar, a o rosto, né, o corpo fala, né, que a gente sabe disso. Então, eh, conecta ainda mais, né, sublima ainda mais. E tão linda a

xpressão, que é uma expressão não só por meio dos gestos, né, mas o olhar, a o rosto, né, o corpo fala, né, que a gente sabe disso. Então, eh, conecta ainda mais, né, sublima ainda mais. E tão linda a homenagem, né, para Divaldo e pra Joana também. A gente não pode se esquecer, né, que Divaldo é quem é. Graças à Joana também, né? Um grande espírito que o orientou, o instruiu e o fortaleceu para não desistir da caminhada, não é mesmo, Simone? Agora Simone vai poder falar [risadas] com certeza. Se a emoção deixar, né? É >> porque à medida que a gente vai vi vivendo esses momentos aqui na live, a emoção vai aumentando e a gente fica refletindo essa canção belíssima do nosso querido amigo Maurício Keller. Um beijo, Maurício. Maravilhoso. Essas canções, né, que disponibilizou para nós todas essas canções. Eh, eh, então a gente vai acompanha. fomos acompanhando ali o vídeo e pensando que Joana foi a exemplificação viva do evangelho, a personificação da fé. Então, desde o primeiro momento que ela eh eh se conectou ao Cristo, ela nunca mais se desviou do caminho. Como que isso é impactante nas nossas vidas? a grandeza desse espírito e quantas obras ditadas para o nosso querido Divaldo, que nos proporcionam, né, o nosso autoconhecimento, o nosso descobrimento íntimo, fazer, como diz a canção, a gente mergulha no nosso eu quando estamos ali lendo eh eh os livros, né, ditados por por Joano. Então, é uma contribuição que nós não podemos e eh deixar de agradecer, sermos eternamente gratos por essa parceria linda de Joana e Divaldo. e agradecer ao nosso querido mestre Jesus por poder nos proporcionar isso e quem e e pedir muito que um dia esse despertar com toda essa força, com toda essa potência também aconteça conosco, porque estamos caminhando, estamos caminhando, talvez a passos lentos, talvez a passos mais largos, mais rápidos, mas graças a Deus estamos caminhando e e que a gente possa refletir ainda mais essa noite, que esses momentos sirvam aí de maior interiorização e sermos também semeiadores, como diz a

s, mais rápidos, mas graças a Deus estamos caminhando e e que a gente possa refletir ainda mais essa noite, que esses momentos sirvam aí de maior interiorização e sermos também semeiadores, como diz a a ali a a durante a música do que que trouxe eh a dança, semeiadores de estrelas, que é nos que da nossa boca também saia luz, saiam estrelas. Em alguns momentos é difícil, estamos ainda no processo, mas também somos, né? Somos deuses, somos o sal da terra. Basta que a gente nos eh se coloque nessa condição. Então, se deixar, olha, eu eu tô eu fiquei muito emocionada. Se deixar a gente vai falando, vai falando, vai falando. Mas a gente quer saber também o que as pessoas estão sentindo, sabe, Lídia? Queria que eles escrevessem um pouquinho pra gente ali na no chat. Já vi que muitas pessoas estão acompanhando. E que depois compartilhem também esses momentos, né, com outras pessoas. Quem tá chegando agora, que volte lá, assista desde o início que a live inicia com um vídeo, uma animação muito legal e que a gente não deixe esse momento eh eh só restrito ao a esse nosso grupo, que a gente espalhe, que outras pessoas também tenham acesso eh eh e conheçam um pouco mais da vida de Divaldo e das possibilidades de trabalho. >> Com certeza, né? Vamos aí, vamos participar. É importante isso que você tá falando. Vamos deixar o nosso depoimento, né? É bom a gente fazer essa expressão de gratidão por tudo que Divaldo nos nos deixou, né? E também por essa live, né? Que é um momento de muita vibração, não só pra gente, mas pro nosso planeta, né? Pro nosso país, para pra nossa grande escola, que é a terra, que precisa tanto, né, dessas nossas boas vibrações. E na proximidade do Natal, tão importante ainda, né? eh eh esse momento, porque é quando todo mundo tá um pouco mais sensível com essa energia do Cristo, né, e se deixando dominar, eh, cativar por essa vibração crística. Então, que a gente possa realmente ajudar nessa mudança vibracional do nosso planeta pra gente conseguir se regenerar. A gente tá

to, né, e se deixando dominar, eh, cativar por essa vibração crística. Então, que a gente possa realmente ajudar nessa mudança vibracional do nosso planeta pra gente conseguir se regenerar. A gente tá caminhando pro nosso encerramento, né? Como é que a gente faz? Ah, >> mas ainda tem muitas surpresas boas, porque a gente sempre deixa uma surpresinha ali pro final. Então, falando de gratidão, que tal a gente escutar aí um poeminha da gratidão? Vamos lá. Senhor Jesus, muito obrigada pelo ar que [música] nos dás, pelo pão que nos deste, pela roupa que nos deste, [música] pela alegria que possuímos, por tudo de que nos nutrimos. >> Muito obrigada pela beleza da paisagem, pelas aves que voam [música] no céu de Anil, pelas tuas dádivas mil. >> Muito obrigado, Senhor, pelos olhos que temos, olhos que vem o céu, que vem a terra e o mar, [música] que contemplam toda a beleza, olhos que se iluminam de amor ante o majestoso festival de cor da generosa natureza. >> E os que perderam a visão, deixe-me rogar por eles ao teu nobre coração. Eu sei [música] que depois desta vida, além da morte, voltarão a ver com alegria incontiga. >> Muito obrigado pelos ouvidos meus, pelos ouvidos que me foram dados por Deus. Obrigado, Senhor, porque posso escutar o Teu nome sublime e assim posso amar. Obrigado pelos ouvidos que registram a sinfonia da vida no trabalho, na dor, na lida. O gemido e o canto do vento nos galhos do meio, as lágrimas doridas do mundo inteiro [música] e a voz longínqua do cancioneiro. E os que perderam a faculdade de escutar, deixa-me [música] por eles rogar. Eu sei que no teu reino voltarão a sonhar. >> Obrigado, Senhor, pela minha [música] voz, mas também pela voz que ama, pela voz que canta, pela voz que ajuda, pela voz que socorre, pela voz que ensina, pela voz que ilumina e pela voz que fala [música] de amor. Obrigado, Senhor. Recordo-me sofrendo [música] daqueles que perderam o dom de falar e o teu nome sequer [música] podem pronunciar. Os que vivem atormentados na vazia e não podem

fala [música] de amor. Obrigado, Senhor. Recordo-me sofrendo [música] daqueles que perderam o dom de falar e o teu nome sequer [música] podem pronunciar. Os que vivem atormentados na vazia e não podem cantar nem à noite nem de dia, eu [música] suplico por eles, sabendo que mais tarde no teu reino voltarão a falar. >> Obrigado, Senhor, por estas mãos que são as minhas [música] alavancas da ação, do progresso, da redenção. Agradeço pelas mãos que acenam a deuses, pelas mãos que fazem ternura e [música] que socorrem na amargura. pelas mãos que acarinham, pelas [música] mãos que elaboram as leis e pelas que as feridas cicatrizam, retificando as carnes partidas, a fim de diminuir as [música] dores de muitas vidas. pelas mãos que trabalham o sol, que amparam [música] o sofrimento e estancam lágrimas pelas mãos que ajudam os que sofrem, os que padecem, pelas mãos que brilham nestes traços, como estrelas sublimes fungindo nos meus braços. E pelos pés [música] que me levam a marchar, hereto, firme a caminhar. Pés de [música] renúncia que seguem humildes e nobres sem reclamar. E os que estão ocultados, [música] os alejados, os feridos e os deformados, os que estão retidos na expiação [música] por praticados noutra encarnação. Eu rogo por eles e posso afirmar que no teu reino, após a lida dessa dolorosa vida, poderão bailar em transportes sublimes, com os seus braços também a afagar. [música] Ei, que lá tudo é possível quando tu queres ofertar. [música] mesmo que na terra parece incrível. >> Obrigado, Senhor, pelo meu lar, [música] o recanto de paz ou a escola de amor, a mansão da glória, o pequeno quartinho, o palácio ou a tapera, o tubúrio ou a casa de miséria. Obrigado, Senhor, pelo amor [música] que eu tenho e pelo lar. Mas se eu sequer nenhum lar tiver, ou [música] um teto amigo para me abrigar, nem outra coisa para me confortar, >> se eu [música] não possuir nada senão as estradas e as estrelas do céu, [música] como sendo o leito de repouso e o suave lol. e ao meu lado ninguém existir,

igar, nem outra coisa para me confortar, >> se eu [música] não possuir nada senão as estradas e as estrelas do céu, [música] como sendo o leito de repouso e o suave lol. e ao meu lado ninguém existir, vivendo e chorando sozinho [música] ao Léo, >> sem alguém para me consolar, >> direi, cantarei ainda. [música] >> Obrigado, Senhor, porque te amo e sei que me amas, >> porque me deste [música] a vida jovial, alegre, por teu amor favorecido. >> Obrigada, Senhor, porque eu nasci. >> Obrigado, Senhor, porque creio em ti e porque me socorres com amor >> hoje e sempre. Obrigado, senhor. Ô, gente, nossa, me fez lembrar Divaldo, né, que ele usa muito esse poema nos encerramentos das palestras e as pessoas aí falando com tanta tanto carinho, tanta intensidade, me recordou justamente Divaldo em seus encerramentos conversando com a gente com arte, né, gente? No script. Tá falando assim para eu falar, me expressar aqui o que tá vindo no meu coraçãozinho. Vocês estão com tempo? Essa live vai até que horas? porque eu vou falar agora o que eu senti com tudo isso. [risadas] Mas brincadeiras à partes, eh, muito obrigada mesmo, né, por esse sentimento e a minha forma de expressão, então, a tudo isso, né, a toda essa beleza. Tava conversando aqui com o Fio, é bem aquela música da [música] Mariela, né, que fala súplica a Jesus. >> Jesus, no [música] silêncio da prece, teus irmãos a ti [música] pedem paz para aliviar um [música] pouco lições. Senhor, enxugi nosso canto. Precisamos do teu amor e sentir tua presença [música] a envolver nossos corações. [música] Por isso vem [música] Jesus ir [música] ao teu encontro. Queremos [música] te seguir e afastar o mal da terra e acabar de [música] vez a guerra e [música] caminharmos juntos com a luz. ir ao teu encontro. [música] Queremos te seguir e afastar o mal da terra [música] e acabar de vez a guerra e [música] caminhamos juntos. >> Lou, Simone, Marcos, como é a gratidão de vocês? Maravilhado. >> Muita emoção. Noite memorável, né? Não, Marco

afastar o mal da terra [música] e acabar de vez a guerra e [música] caminhamos juntos. >> Lou, Simone, Marcos, como é a gratidão de vocês? Maravilhado. >> Muita emoção. Noite memorável, né? Não, Marco >> demais, Simone. A gente sente é toda a a presença, né, dos amigos espirituais. A gente sente o envolvimento, né, de toda a equipe que trabalhou com tanto carinho para que essa live fosse possível. A gente agradece de coração mesmo todos os amigos, companheiros que colaboraram pra gente criar esse momento, porque o Natal é sentimento, né? Acima de tudo é sentimento. Que a gente possa valorizar muito esses momentos com muita gratidão, reverenciando o nosso mestre Jesus, né? aquele a quem deveremos reverenciar sempre como nosso mestre, senhor, o guia de todos nós. E essa homenagem que foi ofertada, porque quando a gente faz essa homenagem ao Divaldo, a gente também quer dizer que ele também foi um amante da arte, porque como a oratória também é uma arte, a gente vê muitos poemas que fluíram através das suas mãos, da sua mediunidade, também mostra a abertura que ele tinha paraa arte. E eu tive a oportunidade também de de presenciar, acho que muitos também, de vê-lo cantar. cantar nas no movimento você e a paz. Aqui João Pessoa a capela Elinando Cordel cantando paz pela paz. Então ele tem uma abertura muito grande paraa arte. Então isso é uma forma da gente dizer aí de agradecer a ele por tudo que ele fez por nós, pelo nosso movimento, movimento espírita, pelo movimento artístico, pela poesia, pela arte espírita. Nossa gratidão, Adivaldo e a todos vocês. >> Exatamente, Marco. Essa live só foi possível porque muitos corações se uniram e nós precisamos ser muito gratos por isso. Todos esses vídeos produzidos é fruto de muito trabalho, de organização de uma equipe das regiões, das regionais, né, que sempre colaboram nesse processo. Então, a força do trabalho esteve presente em todos os momentos aqui da nossa live. E logicamente também somos muito gratos a todos vocês que estão compartilhando

que sempre colaboram nesse processo. Então, a força do trabalho esteve presente em todos os momentos aqui da nossa live. E logicamente também somos muito gratos a todos vocês que estão compartilhando conosco nessa noite e aos nossos queridos Lília e Felipe Fio para os amigos, né, para para todo o Brasil. Ele é o nosso querido Fio. Eh, vocês dois somaram muito intensamente, com muita muita potência mesmo aqui a nossa live. e já se tornou o nosso encontro virtual anual, né, como nós brincamos lá no início, e que nós possamos eh cada vez mais ampliar essa essa rede de trabalho, capilarizar o trabalho da arte. Esta é a nossa proposta, estarmos todos conectados, trabalhando unificados, né? Não necessariamente iguais, mas cada um com a sua expertiz expertise trabalhando nesse novo grande movimento de unificação, que foi o que a gente viveu essa noite, um grande movimento de unificação, de amor, de trabalho e de arte. Gratidão a todos por essa noite inesquecível, não é, Lilia? >> Ah, a gratidão é toda nossa também e a gente quer agradecer a vocês também, né, Fio? >> Com certeza. >> Simone e Marcos aí que nos ajudaram muito, né, que fizeram essa live acontecer, né, os grandes idealizadores. Então, a nossa gratidão e estamos muito felizes de aqui estarmos. >> É isso aí. Muito bom. realmente encontrar os companheiros da arte espírita, né? Fazer arte é sempre muito bom, né? [risadas] E e ao lado de amigos, companheiros de trajetória, né? Que a vida nos brindou, melhor ainda. Então, gratidão, Simone, Marco, aí pelo presente e olha, Simone, a gente tinha pedido pro pessoal dar os depoimentos antes da gente ir já para caminhando pro encerramento da live. Eh, vieram os depoimentos. Ó, o Noel falou assim: "Divaldo é luz, uma inspiração de amor para todos nós". A Sandra colocou: "Grande gratidão por esse momento de amor, amor e luz em nossos lares." O Omar colocou: "Parabéns, Febar esta homenagem ao querido Divaldo, merecida homenagem ao semeador de estrelas, que durante sua passagem pela terra espalhou o amor por

or, amor e luz em nossos lares." O Omar colocou: "Parabéns, Febar esta homenagem ao querido Divaldo, merecida homenagem ao semeador de estrelas, que durante sua passagem pela terra espalhou o amor por onde passou. E uma sigla que eu não sei, mas é lá do Acre, eh, irmãos de caminhada. Gratidão por tanta entrega, pela arte que nos mobiliza a alma. Gratidão por esse lindo e alentador encontro. E Milagres também falou: Homenagem que alegrou o nosso coração e elevou nossa alma. Gratidão. É isso. Muito obrigada, gente, pelas participações, por estarem aqui nos acompanhando ao vivo, mas também para aqueles que vão assistir posteriormente também a gente agradece. por estarem aqui compartilhando desses momentos realmente memoráveis, inesquecíveis e de muita, muita gratidão ao trabalho de Divaldo e a Jesus, que sempre eh nos norteia, é o nosso mestre, irmão, guia, amigo de sempre. Então, claro, sempre a gente tem mais surpresinhas. Eu não falei que tinha várias, ainda não acabou, gente. Ainda tem mais um momento. E antes disso, a gente tem que agradecer, óbvio, além de agradecer a todos nós, a equipe que trabalhou para que isso se realizasse, a gente agradecer a Deus, a Jesus, né, a todos os a toda a espiritualidade, os amigos espirituais que sempre nos amparam, porque senão a gente não conseguiria estar aqui, né? Graças a eles que a gente consegue ter todo esse ampário espiritual. Então, gratidão. Então, vamos lá, Marcos Simone, ainda temos mais uma surpresa especialíssima para todos aqui que estão nos acompanhando, todos nós que somos aí os semeadores de estrelas, também vamos ser semeadores de estrelas aí. Então, para todos que trabalham aí na na divulgação, né, da doutrina espírita, do evangelho que Jesus nos trouxe. Mas antes do vídeo, a gente quer também desejar a todos, né, um feliz Natal, um ótimo ano novo, né, um 2026 com muito trabalho no bem, né, e que e trabalho interior, né, que possamos fazer a nossa reforma íntima, nos policiarmos, nos vigiarmos para que a gente possa

liz Natal, um ótimo ano novo, né, um 2026 com muito trabalho no bem, né, e que e trabalho interior, né, que possamos fazer a nossa reforma íntima, nos policiarmos, nos vigiarmos para que a gente possa transformar o nosso mundo e assim a gente conseguir ser habilitado para ir pro mundo de regeneração. com muita [risadas] arte, com muita arte >> e vermos, ganharmos o título dos semeadores de estrelas e por meio da arte a gente se reerguer. Vamos lá. >> Exatamente. Uma boa noite a todos. Um 2006 2026 repleto de amor, paz, gratidão. Isso que a gente precisa. >> Nosso abraço natalino para todos, né? >> Então vamos lá. Vozes da bondade. Tchau, gente. >> Tchau. Tchau. >> Zadores por todos os lugares, [música] semeadores nos mundos, nas galáxias. Somos [música] todos vozes da bondade, aprendizes [música] do Espiritismo, semeadores por todos os lugares, [música] semeadores nos mundos, nas galáxias, somos todos vozes da bondade, aprendices [música] do Espiritismo, dessa luz. >> desse amor, nessa [música] paz lá para servir. Lará, sinta energia tomando o seu ser. Sinta [música] o Cristo abraçando você. Espiritismo, o [música] nosso farol. Espiritismo, a força moral. Semeadores [música] por todos os lugares, semeadores nos mundos, nas galáxias. Somos todos vozes [música] da bondade, aprendizes do espiritismo, [música] dessa luz lar, desse amor lar, [música] nessa paz, lar, para servir [música] lar. Sinta a energia tomando o seu ser. Sinta o Cristo [música] abraçando você. Espiritismo, nosso farol. Espiritismo, [música] a força moral. Sinta a energia toando seu ser. Sinta [música] o Cristo abraçando você. Espiritismo, o nosso [música] farol. Espiritismo, a força moral. Sem adores, [música] me adores, me [música] adores, semeadores, semeadores, semeadores, seme [música] adorar. เฮ >> เ

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