Nascemos para progredir - Cacildo Martins - 05/09/2016
Palestra proferida no Grupo Espírita Mensageiros da Luz (SEDE), no dia 05/06/2016 as 20hs, com o tema "A Vida Futura", E.S.E. Cap. 2 – MEU REINO NÃO É DESTE MUNDO, pelo orador Cacildo Martins(Nascemos para progredir). Inscreva-se em nosso Canal Youtube para receber atualizações. Acesse também nosso site: www.mensageirosdaluz.org Facebook: https://www.facebook.com/mensageirosdaluztv
Acompanhe agora mais um tema doutrinário do Evangelho de Jesus. Boa noite, meus irmãos, minhas irmãs. Que a paz de Jesus continue entre nós. Bem, nós ouvimos essas afirmações do Evangelho de João no capítulo segundo do Evangelho Segundo o Espiritismo. Esse diálogo de Jesus com Pilatos, ele constitui a base desse capítulo. Bem claro, quando ele diz, quando Pilatos pergunta para Jesus se ele era se ele era rei dos judeus, ele diz que o reino dele não é deste mundo. e que se o reino dele fosse deste mundo, a sua gente não o teria deixado cair nas mãos dos judeus e que seu reino, por enquanto, ainda não é daqui. Essa palavra ainda, ela é muito significativa nesse termo, esse texto do evangelho. E prosseguindo, Pilatos pergunta se ele era rei. Se Jesus era rei. Jesus diz: "Tu dizes: "Eu sou rei, mas eu nasci e vim a este mundo para dar testemunho da verdade. E nós sabemos, pela informação dos benfeitores espirituais, que as verdades ou a verdade que cada um de nós procura nada mais é do que os conhecimentos da espiritualidade que cada um desconhece. Ou podemos afirmar que cada um conhece à medida ou ao nível da sua evolução espiritual, sua evolução intelectual e a sua evolução moral. Quem já leu o livro A Boa Nova de Humberto de Campos, psicografado por Chico Xavier, já leu a segunda lição daquele livro que tem como título As primeiras pregações de Jesus, em que ele ali, Humberto de Campos, apresenta um diálogo entre Jesus e o sacerdote. Tianã, que no futuro vinha a ser um dos juízes que participou da condenação de Jesus. Anã vendo Jesus nas imediações do templo de Jerusalém, logo após ele ter passado aquele período de jejum na companhia de João Batista nos desertos da Arábia, Anã perguntou a ele: "Galileu, o que é que você faz em Jerusalém?" Jesus, evidentemente, era conhecido como Galileu pela sua cabeleira. Os galileus, cidadãos da Galileia, é que usavam uma cabeleira longa, cabelos longos, grandes, né? Jesus então responde a Anã que ele estava ali passando em busca
ecido como Galileu pela sua cabeleira. Os galileus, cidadãos da Galileia, é que usavam uma cabeleira longa, cabelos longos, grandes, né? Jesus então responde a Anã que ele estava ali passando em busca da fundação do reino de Deus. E Anã prossegue. Mas o que vem a ser o reino de Deus? Jesus disse: "O reino de Deus é o bem no coração dos homens". Então nós verificamos por essa colocação de Jesus conectada com essa sua afirmação no diálogo com Pilatos, que o reino de Deus realmente não é este reino ou o reino da matéria. Ele tem um sentido moral. O reino de Deus nada mais é do que a perfeição. O processo de aperfeiçoamento em que cada um de nós se insere através da nossa evolução por meio das reencarnações. É esse processo que nos leva a cumprir aquela outra afirmação de Jesus em um dos trechos do seu evangelho, quando ele diz que nós devemos ser perfeitos como perfeito é o nosso pai que está no céu. Então, o reino de Deus na sua plenitude, o reino defendido por Jesus é o reino da perfeição moral, o reino da felicidade completa. E esse esse diálogo, esse trecho do Evangelho de João, que embasa esse capítulo segundo do Evangelho Segundo o Espiritismo, é o eixo, é o fundamento, é a base de todos os ensinos morais de Jesus. Em seguida, nós vemos desdobrados pela doutrina espírita esses ensinamentos que tratam da vida futura. Não se pode compreender a vida futura sem terem como base esse ensinamento de Jesus com respeito ao reino de Deus. Em todos os ensinamentos, Jesus deixou bem claro, em todas as circunstâncias por ele tratadas a respeito da vida futura, embora de forma assim muito sutil, dado ao nível de evolução do povo judeu naquela época. Nós vemos isso no diálogo dele com Nicodemos, quando ele diz que para entrar no reino de Deus é necessário renascer, viver de novo. Quando ele se refere à reencarnação de João Batista como Elias para os seus discípulos, isso tudo então deixa deduzir que ele está dizendo a respeito de uma vida futura que justamente nada mais é do que a vida
e se refere à reencarnação de João Batista como Elias para os seus discípulos, isso tudo então deixa deduzir que ele está dizendo a respeito de uma vida futura que justamente nada mais é do que a vida plena, a vida originária, a vida verdadeira, que é a vida espiritual. ou seja, a vida eterna. Então, o reino de Deus diz respeito à vida eterna, evidentemente que na sua completude, na sua completa realização em termos de de perfeição moral e espiritual. Então, nós só compreendamos, compreendemos o que é a vida futura se realmente nós acreditarmos nesse reino de Deus. A vida futura, portanto, é esse desdobrar, é essa caminhada, essa jornada que nós nos encontramos nela sem limite, dado a limitação das nossas próprias inteligências que não tem a capacidade de alcançar, até aonde essa vida futura, a vida espiritual, a vida da perfeição será completada. Então, tudo que de Jesus disse em seu evangelho está ligado à vida futura, é a vida espiritual, a vida eterna. Os judeus não entendiam completamente a respeito da vida futura. Eles não tinham conhecimento. Eles apenam acreditavam nos anjos e consideravam os anjos como seres criaturas privilegiadas, seres privilegiados da criação. Eles não sabiam que o homem na sua caminhada para perfeição, virá a ser um dia anjo. Todos nós, futuramente, possivelmente estaremos na condição de anjo. Hoje nós nos encontramos ainda naquele processo em que nos nivela a situação de criaturas humanizadas em processo de humanização, que saímos da primitividade como seres que viviam ainda no mundo primitivo, na era da pedra lascada e que através dos séculos e dos milênios através das reencarnações, das dos variados retornos para o plano espiritual e para o plano material, nessa jornada de resgate das transgressões que fizemos no passado às leis divinas. E nesse processo evolutivo, nós estamos caminhando justamente nessa vida futura, em busca dessa felicidade total. Nós sabemos que até hoje a humanidade, grande parte da humanidade não compreende realmente o que é a vida
olutivo, nós estamos caminhando justamente nessa vida futura, em busca dessa felicidade total. Nós sabemos que até hoje a humanidade, grande parte da humanidade não compreende realmente o que é a vida futura. Não sabem que a vida é uma só. A vida é única. a vida única, a vida plena, a vida espiritual, a vida eterna, evidentemente que abrange essa vida em que caracteriza pela nossa passagem aqui, pelo plano material, uma necessidade que nós temos realmente de depurarmos moralmente, de resgatar os nossos débitos do passado e assim parece e nos aperfeiçoando. em busca dessa felicidade eterna, que é essa perfeição relativa que nos aproxima muito no limite final do nosso pai criador, que é amor, que é bondade, que é justiça. a herança que ele nos deixa. E é através do justo que devemos fazer a essa herança de bondade, de amor, de justiça, é que nos encontramos nessa trajetória que podemos considerar, de acordo com o nosso nível de evolução espiritual, uma trajetória infinita. Então, meus caríssimos irmãos, a vida futura está conectada com esse reino de Deus, que é o reino do bem, o reino do amor, o reino da verdadeira justiça. É por isso que Emanuel no livro Caminho da Luz diz que o único determinismo, a única lei que existe no mundo, no universo, até é a lei do amor, a lei do bem. E nós sabemos que a conquista do reino de Deus, se é o reino de Deus o bem no coração de cada um, essa conquista depende exclusivamente da observância, da prática, das leis, dos ensinamentos do evangelho de Jesus, através da prática do bem, da justiça verdadeira e do amor. Sem essa prática, sem essa conscientização, sem essa disposição, essa força de vontade da humanidade, esse esforço de cada um, jamais cada um conquistará esse reino, sendo, portanto, ou ainda que obrigado a conquistar, porque nós nascemos para progredir e esse progresso é íncito do espírito. espírito já faz parte da nossa essência e é através dele que nós somos impulsionados a esse processo evolutivo em busca desse final feliz para todos nós.
ogredir e esse progresso é íncito do espírito. espírito já faz parte da nossa essência e é através dele que nós somos impulsionados a esse processo evolutivo em busca desse final feliz para todos nós. Nós nós captamos aqui da literatura espírita algumas afirmações, embora essas afirmações são frequentemente ditas nas casas espíritas, mas nós sempre temos de ilustrar as nossas colocações dentro dos ensinamentos da doutrina dos espíritos, que é o consolador prometido por Jesus e que veio realmente esclarecer ser e completar os ensinamentos de Jesus. completar, não sentido de terminar esses ensinamentos, de encerrá-los, mas sim, como ouvimos no encontro dos amigos de Chico e da sua obra, afirmação de Carlos Bacelli, que como o Evangelho de Jesus atualizou os 10 mandamentos de Moisés na época que Jesus aqui esteve, o papel da doutrina espírita é também de atualizar o evangelho de Jesus ao nível de evolução em que nos encontramos nesse momento aqui no nosso planeta. E Emanuel, ao responder a questão 271 do livro Consolador, afirma que a doutrina espírita, ela está aqui para oferecer ao homem a oportunidade da sua sublimação espiritual através dos milênios porvindouros, ou seja, dos milênios futuros. Então essa doutrina aqui haverá de prevalecer ainda por vários séculos, talvez por vários milênios, antes de ser completamente exaurida até o nível em que nós podemos absorvê-las. E aí sim, quando nós precisarmos de novas revelações, virão essas revelações, como já tem vindo através da própria doutrina espírita. como acontece com as obras psicografadas por Francisco Cândido Xavier, sobretudo e as demais, que são apenas a complementação, o desdobramento da obra codificada por Allan Kardec. A prova da existência do reino de Deus ou da vida futura está clara nas obras de Kardec, no livro Céu e Inferno, no capítulo que trata a respeito dos espíritos, do nível dos espíritos que trouxeram seus depoimentos, que foram transcritos para o livro Céu e Inferno, os espíritos de níveis medianos, os espíritos sofredores,
o que trata a respeito dos espíritos, do nível dos espíritos que trouxeram seus depoimentos, que foram transcritos para o livro Céu e Inferno, os espíritos de níveis medianos, os espíritos sofredores, os suicidas, os espíritos endurecidos, entre outros vários níveis de espíritos. Consam também da revista espírita, revista também codificada, impressa por Allan Kardec, através da Sociedade de Estudos Espíritas, Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas. Encontram também nas obras de Chico Xavier essas provas, sobretudo nas psicografadas por Chico, ditadas por Alan, por por André Luiz. Então, o reino de Deus, a prova da vida futura não tem como ser contestada hoje. Está mesmo sendo provada até mesmo através da regressão de memória dentro da ciência, da filosofia, né, aliás, da psicologia. Então, no livro O Espiritismo de A a Z, uma compilação de vários trechos, vários conceitos das obras espíritas feitas pelo Geraldo Campete e editada pela Febre. Ele afirma o seguinte: "A vida futura é uma continuação da presente e será arquitetada pelas nossas experiências, pensamentos e afetos que nos dominam aqui, ou seja, na vida material, que constitui a base e o guia de todo o progresso científico moderno. Nós vemos, portanto, que não é a ciência que evolui, é o cientista que evolui, o espírito que evolui. e evoluindo esses cientistas que aqui encarnam, já foram várias vezes reencarnados aqui e são espíritos que trazem revelações do plano espiritual justamente para o nosso progresso, para o nosso conhecimento, tanto no campo científico quanto no campo da ciência religiosa ou da religião. E nós sabemos no próprio capítulo primeiro do Evangelho Segundo o Espiritismo está escrito que as duas alavancas da inteligência humana, do progresso humano, são justamente a ciência e a religião. E nós afirmamos que grande parte dos cristãos ainda não compreendem com exatidão o que seja a vida futura. Possivelmente somente a doutrina dos espíritos na condição de consolador prometido pelo próprio Cristo, é que nos
grande parte dos cristãos ainda não compreendem com exatidão o que seja a vida futura. Possivelmente somente a doutrina dos espíritos na condição de consolador prometido pelo próprio Cristo, é que nos esclarece os meandros da vida, tanto no plano material quanto no plano espiritual, é que nos esclarece realmente a respeito desta verdadeira vida futura. Então, é somente a doutrina espírita, como vemos aqui, através do seu desdobramento, é que nos ensina essas afirmações, essas verdades. O livro Emanuel, psicografado por Chico, editado por Emanuel, capítulo 32, com o título Os destinos, Emanuel afirma: "Somente fora da existência material é que podemos refletir acertadamente sobre a verdade. Apenas a vida espiritual é verdadeira e eterna. A vida espiritual. E nós já dissemos que nós aqui, embora estejamos reencarnados, nós somos espíritos, espíritos encarnados. Mesmo aqui, nós estamos ligado à vida eterna, à verdadeira vida. E nosso sucesso na vida eterna ou na vida espiritual vai depender justamente, como afirmou o Emanuel, do que fazemos aqui agora. Nós estamos aqui corrigindo o que fizemos de mal feito no passado e através dessa correção, estamos preparando dias melhores na vida futura, onde voltaremos, continuaremos evoluindo lá dentro do período determinado por Deus. E quando aqui retornarmos ou em outro planeta, no nível em que nos cabe reencarnar, nós teremos bagagens também maiores de lá para acrescentar, nos apoiar, nos embasar no progresso que devemos fazer nessas reencarnações, quantas, tantas, quantas necessárias forem para que realmente nós possamos nos aperfeiçoar. E no livro Pão Nosso, Emanuel também diz esse livro ditado, é psicografado por Chico, no capítulo 28, que tem como título E os fins: muita aplic aflição e amargura nas oficinas de aperfeiçoamento terrestre, porque os seus servidores cuidam de tudo. dos ganhos de ordem material, esquecendo os fins a que se destinam. Enquanto isso ocorre, intensificam-se os projetos, os experimentos, mas falta sempre a edificação justa e
servidores cuidam de tudo. dos ganhos de ordem material, esquecendo os fins a que se destinam. Enquanto isso ocorre, intensificam-se os projetos, os experimentos, mas falta sempre a edificação justa e necessária. O que nós vemos na maioria das vezes aqui é justamente isso, o homem, o espírito encarnado cuidando da pena dos ganhos materiais. e não dando nenhum valor aos ganhos espirituais. Isso em razão justamente daquilo que nós dissemos que, infelizmente grande parte da humanidade ainda não compreende o verdadeiro sentido da vida futura. As seitas religiosas estão estagnadas, todas elas. Nós vemos os evangélicos pregarem mais com base no Velho Testamento e vemos a Igreja Católica pregar de acordo com a sua liturgia em cima, tirada da teologia formulada pelos grandes representantes dela. E a Igreja Católica tem um equívoco imenso, problema de céu e inferno. Estão estagnados no céu e inferno. A vida futura para eles consiste na existência do céu e inferno e medianamente do purgatório para dar um alívio. será beneficiado eternamente indo para o céu para viver ali ociosamente adorando a Deus ou condenado eternamente ao fogo do inferno? Isso não pode ser vida futura. Deus não iria nos criar seres inteligentes, racionais. Uma das inteligências do universo, como está dito no livro dos espíritos, os desdobramento nas obras básicas, nas obras de desdobramento, para que sejamos condenados eternamente ao fogo do inferno e nem ficar ociosamente sem fazer nada, quando o próprio Jesus afirmou que o pai dele trabalha, trabalhava e ele também trabalhava. permanentemente. A vida é um pulsar, é um dinamo, é um progresso incessante, é um dinamismo que nós não sabemos até onde ele funciona, até onde ele vai. Certamente não estagnará nunca. E a imagem que fazemos de Deus é limitada pela pouca inteligência que temos. Mas mesmo assim, a doutrina espírita ainda dá a definição mais completa sobre Deus que nós podemos entender e assimilar a inteligência suprema e a causa primária de todas as coisas.
igência que temos. Mas mesmo assim, a doutrina espírita ainda dá a definição mais completa sobre Deus que nós podemos entender e assimilar a inteligência suprema e a causa primária de todas as coisas. Então, meus irmãos, são essas as colocações. Nós vamos encerrar com uma síntese tirada de uma lição de André Luiz encontrada no livro Vivendo o Evangelho, que interpreta todos os capítulos e itens do Evangelho Segundo o Espiritismo, através da psicografia de Antônio Baduir Filho, médico presidente do sanatório Espírita de Tiutaba por vários anos e que psicografa mensagens de André Luiz. Ele nos dá, André Luiz, a receita certinha para que nós vivamos bem aqui e nos preparamos para a vida futura. E de forma objetiva, sintética, quase que apenas com uma palavra só. Ele diz o seguinte: emprego, nós podemos ter o nosso emprego aqui, mas como preparação da vida futura, nós devemos prestar serviço voluntário em ajuda do nosso próximo necessitado. Então, ele usa apenas essas palavras, emprego e serviço voluntário, negócio. Nós podemos negociar aqui, não estamos proibido, não podemos ficar ricos honestamente, né? De acordo com honestidade, sem lesar ninguém. negócio. Podemos negociar, mas devemos auxiliar o nosso próximo. Não usufruir da riqueza com egoísmo somente para nós. Propriedade podemos ter quanta quisermos, mas é preciso que nós também somamos os tesouros da alma. Quais são os tesouros da alma? São as virtudes, a nossa transformação íntima. Não é a prática da caridade em todo sentido, tanto material quanto moral. Podemos ter dinheiro à vontade, ganhar na loteria, na loteca, não tem problema, não é? Mas é preciso que cuidemos dos valores da alma. São justamente essas virtudes. Podemos ter autoridade, mas com sentimento de amor. autoridade que realmente seja justa, que tem sentido de equanimidade, de igualdade na distribuição do poder que ela exerce, que não faça injustiça, que não use de sua autoridade para o seu bem próprio, usa para o bem do próximo. Isso nós temos exemplos aí a valer a
ade, de igualdade na distribuição do poder que ela exerce, que não faça injustiça, que não use de sua autoridade para o seu bem próprio, usa para o bem do próximo. Isso nós temos exemplos aí a valer a vontade sobre as nossas autoridades. Poder, sim, pode ter poder, mas com senso de justiça. Jamais praticar injustiça. E quando se faz a injustiça, justamente, conscientemente, dolosamente, para prejudicar o próximo. Prestígio pode ter. A pessoa pode ser prestigiada, pode ser louvada, pode ser elogiada, mas precisa ter humildade. Isso não pode subir na cabeça do companheiro. Aceitar isso tudo justamente como pertencendo à vida material e não à vida moral. cultura. Sim, mas é preciso que tenha conhecimento de si mesmo. É preciso que nós nos conheçamos, que saibamos das nossas limitações, que saibamos dos nossos defeitos, das nossas más tendências e os combatemos. Isso é que é patrimônio moral, o resto é material, fica aqui e não parte conosco para a vida eterna. E conclui, André Luiz, assuma os compromissos materiais, mas não se esqueça das lições do evangelho. O reino de Jesus está na vida futura. Contudo, se você importa com a transformação moral, pode ter a certeza de que já faz parte dele, ou seja, do reino de Deus, por consequentemente já está na vida futura. Então, que Jesus continue nos abençoando e nos amparando sempre.
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