Não vim trazer a paz, mas a espada - com João Victor Assis
Palestra: Não vim trazer a paz, mas a espada - com João Victor Assis
maravilhoso moral maravilhoso e quamos mais para nosso ter às 3 horas da tarde. Se quiserar você tem um ambiente muito agradável, né? É muito maravilhoso. Or música é vida. Porte, l Jesus. Pai de amor, pai de amor, pai de amor, pai de amor, tanto pai de amor, vosso Nós estamos ti. Te amo, te quero te adoro. Amor, posso tanto de ti, meu Jesus. Meu Jesus, meu Jesus, meu Jesus amoroso, tu és Jesus amoroso, tu Te amo, te quero te adoro, meu Jesuso. Tu és meu Jesus, meu Jesus. Meu Jesus amoroso, tu és de amor, pai de amor. Posso tanto tirou? Cristo a nome que inspira o meu louvor nome do espírito. ao teu conforme inspira teu conforme do Salvador. teu nome para a terra em teu inspira o meu louvor. do nome que inspira o teu louvor. Nome que inspira o teu confor é o nome do Salvador. Éora, é o nome do Salvador. Senhor, que tu meas levado glórias de meus pensamentos. e tudo que conhece, Senhor. Eu sei que tu me sas, Senhor. Eu sei que tu me sou, eu sei de tu meas, Senhor. Eu sei que tu meas grandiosa. Also de alta eu até o céu e contra alta a me amar, Senhor. Eu sei que tu me sou, Senhor. Eu sei que tu me souar, Senhor. Eu sei que tu me sobras, Senhor. Eu sei que tu me sondas, >> Senhor. Eu sei que tu me Senhor. Eu sei que tu me amas, Senhor. me ama, Senhor. Eu sei que tu me amas. Boa noite a todos, que todos sejam bem-vindos à nossa casa. E queremos muito agradecer aqui a Vasti pela apresentação do nosso corart e queremos que, igual ela disse que nossas portas estão abertas. Quem quiser vir participar do coral, os ensaios são todas as sextas-feiras às 15 horas, tá bom? E pode procurar tanto ela quanto eu aí que a gente conversa melhor com todos, tá bom? E para iniciar a nossa reunião, vamos fechar os nossos olhos, elevar os nossos pensamentos até o Divino Mestre para que possa estar junto de nós nesse momento, trazendo através da espiritualidade maior os benefícios que viemos aqui encontrar. E que Deus, na sua misericórdia divina possa amparar a cada um de nós. Pai nosso que estais
nto de nós nesse momento, trazendo através da espiritualidade maior os benefícios que viemos aqui encontrar. E que Deus, na sua misericórdia divina possa amparar a cada um de nós. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje, Senhor. Perdoa as nossas dívidas, assim como nós devemos perdoar aos nossos devedores. E não nos deixes, Senhor, cairmos em tentação. E livra-nos de todo o mal, porque vós sois o reino, o poder e a glória para sempre. Que assim seja. Bom, gente, hoje estamos mais uma vez aqui para uma reunião e estamos aqui com o nosso palestrante que é o João Vittor, que está aqui em Goiânia provisoriamente, que ele é de Jataí, mas está sempre aqui conosco, nos ajudando, trabalhador aqui da nossa casa também. E ele veio falar um pouco aqui sobre eh entre eu não vim destruir a paz, mas a espada, entre a cruz e a espada. Então vamos participar dessa reflexão aqui com ele. Boa noite a todos. Uma ótima noite. Eu espero de coração que todos vocês estejam bem. Para aqueles que no momento não estejam, façamos um momento de reflexão e reflitamosos sobre todas as dificuldades que nós já vencemos na vida e vamos perceber que nenhuma delas durou para sempre. É na certeza de que o bem prevalece. É na certeza de que as nossas dificuldades vem para nos transformar e não para nos derrubar, que estamos aqui hoje. Hoje, humildemente, tento substituir o nosso querido professor Humberto, que planejou essa palestra com tanto carinho. E aqui já deixo a vocês logo de cara. Todos os materia, o todo o material e as reflexões foram prevenientes por ele. Apenas a minha voz será utilizada. Agradeçamos a ele pela oportunidade. Agradeço a vocês a oportunidade, o acolhimento que o lar de Jesus nos promove e que possamos sair daqui. O meu voto é que saiamos daqui melhor do que entramos. que essas reflexões elas possam ser valiosas para cada um de nós. Vamos então estudar um pouco. O tema de
nos promove e que possamos sair daqui. O meu voto é que saiamos daqui melhor do que entramos. que essas reflexões elas possam ser valiosas para cada um de nós. Vamos então estudar um pouco. O tema de hoje é aquilo que talvez quando lido ou ouvido nos cause estranheza. É o que a doutrina espírita no Evangelho Segundo o Espiritismo coloca como sendo a estranha moral, que seriam palavras, frases ditas por Jesus e que a gente às vezes vira e fala: "Gente, mas Jesus disse isso?" O tema de hoje será a respeito da luta de nós cristãos. E é muito importante que nós espíritas possamos defender a todo momento a cristianidade que existe na nossa querida e amada religião, na nossa querida e amada doutrina. É muito comum as pessoas nos questionarem: "Nossa, ser espírita? Não sabia que espírita é cristão?" Esses dias nas redes sociais vi um comentário que dizia justamente isso. E devemos, na medida do possível, mais do que falar, agir como Jesus. Que possamos amar uns aos outros e que possamos no nosso cotidiano tentar viver essas lições tão valiosas e tão atuais. Hoje, então, falaremos a respeito dessa luta, a luta que há dentro dos nossos corações, inspirada na frase que tá no Evangelho de Mateus, no capítulo 10, no versículo 34, em que Jesus disse: "Não vim trazer a paz, mas a espada". Às vezes quando nos deparamos com essa frase ficamos: "Jesus disse isso". Mas aquele que quando nós estudamos vemos que foi um homem de tanta pureza, de tanto amor para com o próximo, de tanta gentileza, dizer tamanha frase gera a nós uma estranheza, sim ou não? Não vim trazer a paz, mas a espada. E aqui já iniciamos a nossa reflexão com o cuidado que nós devemos ter. Muitas frases foram interpretadas ao pé da letra. Muito sofrimento e muita guerra foi ocasionado, foram ocasionadas pela falta de interpretação. O problema nunca foram as palavras e sempre aqueles que estavam ali interpretando. E isso a nós convém refletirmos um pouco. Se Jesus, que foi exemplo de humildade, exemplo de caridade, o que ele estava querendo
nunca foram as palavras e sempre aqueles que estavam ali interpretando. E isso a nós convém refletirmos um pouco. Se Jesus, que foi exemplo de humildade, exemplo de caridade, o que ele estava querendo dizer com isso? O que espada, o que paz simbolizam aqui. Então, para tanto, vamos juntos. Ao longo dessa palestra, várias passagens dos Evangelhos foram retiradas e que nós juntos aqui vamos estar então refletindo um pouco a respeito delas. Ele disse: "Paz eu deixo com vocês. É a minha paz que eu lhes dou. Não lhes dou a paz como o mundo dá. Não deixe que seus corações ficarem perturbados e não tenham medo. Evangelho de João, capítulo 14, o versículo 27. Aqui Jesus diferencia a paz do mundo e a paz do Cristo. Qual paz nós temos buscado? O mundo diz para nós que paz é tranquilidade, é o emprego estável, a casa sem dívidas, a família com saúde, o relacionamento sem brigas. Essa é a paz vendida pelo mundo. E a paz de Cristo. Jesus traz uma ideia um pouco diferente. A paz dele não é baseada em circunstâncias externas, é baseada em circunstância interior dentro de nós. Jesus nos propõe que paz não é ausência de batalhas, ausência de guerras, mas é ter nas batalhas e nas guerras a presença de Deus nelas. Repito a pergunta: qual paz você busca? A paz do mundo ou a paz do Cristo? Uma vez um imperador solicitou ao seu reinado que fosse feito uma obra de arte que representasse a paz e ele selecionaria o quadro mais belo para colocar então em seu palácio. E dois foram os finalistas. No primeiro quadro havia uma imagem serena. de um bosque. A luz penetrava aquele bosque, gerando uma aurora muito bonita. A visualização daquele quadro transmitia paz, serenidade, tranquilidade, acomodação. O segundo quadro era o oposto. Era um rochedo enorme em que ondas violentas batiam fortemente nesse rochedo. O céu estava cheio de trovoões, uma chuva e uma ventania, e havia nesse rochedo uma árvore. E então questionaram ao imperador: "Qual daqueles dois quadros seria então um vencedor? Porque pareciam tão
O céu estava cheio de trovoões, uma chuva e uma ventania, e havia nesse rochedo uma árvore. E então questionaram ao imperador: "Qual daqueles dois quadros seria então um vencedor? Porque pareciam tão antagônicos?" E ele então diz: "O quadro do Rochedo, aquele que parece estar uma bagunça e uma loucura, em que as ondas, as águas do mar batem violentamente, aquela árvore está totalmente estremecida pela ventania, essa representa a verdadeira paz." E os súditos ficaram: "Mas como assim? Como esse quadro representa a verdadeira paz? Ele vai e aponta o dedo para aquela árvore que tinha nela um ninho e nesse ninho tinha um passarinho que chocava os seus ovos. E ele disse: "Esse pássaro com todo esse meio representa a verdadeira paz. Aquele que conquistou a verdadeira paz não é aquele que tem ausência de conflitos na sua vida, mas é aquele que passando pelos conflitos, passando pelas turbulências do dia a dia, ele se mantém confiante. É nessa perspectiva que nós devemos pensar aqui um pouco. Quando Jesus nos disse: "Paz eu deixo com vocês". Ele nos dá a tarefa de nós conquistarmos a nossa paz. Felicidade não é ausência de problemas, mas a habilidade para lidarmos com os nossos problemas. Uma pessoa feliz, ela não tem tudo de melhor, mas ela torna tudo que ela toca melhor. É uma habilidade que parte dentro do coração que confia e entrega. Em uma situação, esperamos que o mundo nos sirva. Esperamos a ocasião ideal. Esperamos o tempo ideal, achando que essa pásara será organizada de fora para dentro. De nada adiantará se eu saio daqui, vou, por exemplo, para o mosteiro e fico meditando numa tranquilidade. Agora, imaginemos, por exemplo, um trânsito lotado 8 horas da manhã, você está atrasado. Como é manter a paz nesse momento? Como é chegar no seu trabalho e não descontar nos seus colegas aquela cólera que logo começou o teu dia, aquela situação que não foi como você imaginava e que tá dando tudo errado? E você tem que manter a calma e não descontar. É difícil, é complicado,
us colegas aquela cólera que logo começou o teu dia, aquela situação que não foi como você imaginava e que tá dando tudo errado? E você tem que manter a calma e não descontar. É difícil, é complicado, mas Jesus deixou com nós. A paz eu deixo com vocês. Convém a nós pensarmos um pouquinho a respeito disso e pensarmos a respeito do que temos feito para conquistar esta paz. De novo, eu repito, qual paz temos buscado? a paz da estabilidade, da acomodação, da estagnação, do conforto, do comodismo. Ou buscamos a paz que vem com a espada, a espada que representa a separação, o discernimento. Digamos, porque em Mateus capítulo 10 versículo 35 e 36 Jesus disse: "Porque eu vim pr emo ou seja, divisão, o homem filho contra seu pai, a filha contra sua mãe, a nora contra sua sogra, e assim os inimigos do homem serão seus familiares. De novo, paramos e pensamos, gente, como que Jesus disse isso? Muitos de nós interpretamos falas desse tipo de maneira superficial e achamos e esquecemos, na verdade, de entender a linguagem simbólica que tá ali guardada. Esquecemos de entender que Jesus, sendo inteligente, utilizava das palavras como um canal para algo mais profundo e que ele deixava a cada um de nós a tarefa. Por que que Jesus falava a respeito de parábolas, através de parábolas? Porque ele deixava para cada um o trabalho da interpretação, da importância de reflexionar, de refletir sobre aquilo. O que é humano, o que é espiritual, o que é real nasce da reflexão. Eu digo a vocês, qual foi o momento em que nós mais crescemos como seres humanos? Provavelmente na sua consciência virá momentos de dor. Virá momentos em que nós tivemos que romper algo e estávamos em guerra, não exterior, mas interior, entre um apego e uma tentativa de ser mais amoroso, entre um orgulho e uma tentativa de ser mais humilde. E vivemos então constantemente esta guerra travada dentro dos nossos corações entre céu e terra. A nós, quando Jesus nos fala a respeito disso, será que ele realmente falava de separações e divisões no sentido de
tão constantemente esta guerra travada dentro dos nossos corações entre céu e terra. A nós, quando Jesus nos fala a respeito disso, será que ele realmente falava de separações e divisões no sentido de afastarmos os nossos familiares? Ou será que ele nos dizia que no lar aconteceria as principais provações em que nós seríamos testados? Em que sentido? Qual paz estamos buscando? Queremos uma casa que seja cômoda, em que o próximo ali não é próximo de verdade, em que os corações não são conectados e que ninguém evolui? Ou queremos uma casa que se ergue após as dificuldades? Queremos uma casa que, mesmo com as dificuldades, permaneça firme e forte. Porque nós convenhamos, no primeiro sinal de abalo, a gente busca o quê? A fuga. E convém a nós meditarmos um pouco sobre isso e vermos o quão desafiador é não viver, mas conviver. E aí temos: "Vim lançar fogo à terra. E que mais quero se já está aceso? Julgais que eu tenha vindo trazer a paz à terra? Não, eu vos afirmo. Ao contrário, eu vim trazer a divisão, pois daqui em diante estarão cinco pessoas numa casa divididas, três contra duas, duas contra três e estarão divididos. Pai contra filho, filho contra pai, mãe contra filha, filha contra mãe, sogra contra nora e nora contra sogra. Lucas, capítulo 12, dos versículos 49 a 53. Aí você fala: "Meu Jesus do céu, o que que é isso? O que ele está querendo dizer a respeito disso?" Devemos lembrar que espada representa na linguagem simbólica divisão, representa para nós discernimento. Quando Jesus diz que ele não veio trazer a paz, mas a espada, é que ele veio, através dos seus ensinamentos nos mostrar a divisão entre evolução e estagnação. melhor amor e egoísmo, humildade e orgulho, ele veio trazer para nós deixar através do seu exemplo vivo, claro, essas situações. E quando ele nos convida a fazer essas reflexões e fala que na nossa família ocorrerão essas divisões, é porque na nossa família, no nosso lar, ocorrerão essas provações, ocorrerão essas separações. Quantas vezes quando um ente querido
sas reflexões e fala que na nossa família ocorrerão essas divisões, é porque na nossa família, no nosso lar, ocorrerão essas provações, ocorrerão essas separações. Quantas vezes quando um ente querido começa um trabalho de fé ou começa um trabalho de reforma íntima, os seus próprios familiares dizem: "Ih, isso não vai durar muito tempo não". Nossa, você viu o Beltrano como ele tá diferente? Tá fazendo aquilo ali para aparecer. Nós temos apoio de pessoas de fora e não temos apoio de pessoas que estão dentro do nosso lar. É como se nós fizéssemos um contrato e falássemos seguinte uns pros outros: "Não vamos crescer. Vamos ficar do jeito que nós estamos". Por quê? Porque crescer dá trabalho. Abrir mão do meu conforto, abrir mão do meu do meu orgulho. Não imagina. Vamos ficar em casa, em família. Mostremos ao mundo a paz que o mundo vende. Mas não vamos inventar moda. Não vamos procurar o novo. Não vamos sair da rotina, vamos ficar presos no comodismo e fiquemos assim. Vocês já perceberam quando um cria coragem e sai? O que que geralmente acontece com ele? Ele é excluído, ele é criticado, ele é violentado psicologicamente e assim por diante. Por quê? Porque o crescimento do outro me incomoda. E por que que ele incomoda? Porque quando um ser humano cresce, ele é a prova viva de que todos podem crescer. Mas quando quando eu, com meu livre arbítrio, estiver disposto a crescer. Só que quando eu vejo o outro crescer e eu não cresço, ele escancara na minha cara com a vida dele que eu não estou mudando. E isso gera incômodo, isso gera divisão. E aí que que vai acontecer? Pai contra filho, filho contra pai, mãe contra filha, filha contra mãe, sogra contra nora e nora contra sogra. Coisa de sogra é uma coisa complicada, né? Tudo cai para cima da sogra. Coitada da sogra. Ai, porque meu relacionamento não vai bem. Por quê? Porque minha sogra é muito protetiva. A minha sogra é muito não sei o quê. E você é as mil maravilhas. Não promove união. Ah, é muito melhor que a gente fique no
u relacionamento não vai bem. Por quê? Porque minha sogra é muito protetiva. A minha sogra é muito não sei o quê. E você é as mil maravilhas. Não promove união. Ah, é muito melhor que a gente fique no nosso lar, na nossa casa. aquele almoço de domingo em que todos nós vamos nos reunir. Não, obrigado. Prefiro ficar no meu conforto. Por quê, pessoal? Repita. Mais fácil é viver do que conviver. as diferenças, as oportunidades de crescimento, as oportunidades de abrir mão que muit das vezes nós estamos constantemente abrindo. Então, para nós, convém pensarmos um pouquinho a respeito disso? Será que a imagem de paz que nós temos é que paz é sinônimo de acomodação? Quantos de nós queremos estar acomodados? Muit das vezes nós viramos e falar e falamos o seguinte: "Eu quero mudar, mas eu não mudo." Sabe por que a gente não muda? Porque no fundo, no fundo, no fundo, nós amamos os nossos defeitos. Os nossos defeitos nos promovem alguns privilégios que a gente adora. Um conforto, é uma preguiça que é boa demais. É um orgulho que impede com que a gente gaste ouvindo talvez o outro. E a gente prefere então essa acomodação. Mas tem uma frase que eu gosto muito que diz: "Amar exige coragem para se posicionar". Amar exige coragem para se posicionar. Hoje, no mundo em que os nossos relacionamentos tus posicionamento, ah, e não vai mudar mesmo, vou aceitar, é o que tem. Tá desconfortável mesmo. Ah, então próximo dia a gente vê, mês que vem, semana que vem. Ah, tá bom. É o que tem, o que que dá para fazer, né? O que tem. E aí a gente ainda tem a audácia de virar e dizer: "Eu te amo". Será que realmente ama mesmo? Ou ama o prazer e o conforto que é ficar naquela situação estagnada? Repito, amar exige a coragem de se posicionar, de colocar as ideias, de crescer como ser humano. E não é ficar em brigas, mas é aprender a arte de ouvir, não para falar, mas de ouvir para compreender. Hoje as pessoas começam a falar conosco e a gente faz o quê? Já solta uma resposta. Nós não estamos utilizando da arte de
mas é aprender a arte de ouvir, não para falar, mas de ouvir para compreender. Hoje as pessoas começam a falar conosco e a gente faz o quê? Já solta uma resposta. Nós não estamos utilizando da arte de ouvir para compreender aquele que ele fala, ele está querendo dizer o quê? Qual a necessidade dele? Qual a aflição dele? Porque o que a boca fala tá cheio o coração. Então, quando alguém está conversando conosco, é um momento sagrado em que algo divino deveria estar sendo saído, colocado para fora, transformado, aliviado. E hoje não temos tempo para mim. E cada vez mais temos optado por essa comodação. Vemos o desrespeito nos nossos lares e ficamos calados. Nós vemos a ausência não dos outros, mas nossa, de afeto, de palavras, de atitudes e continuamos não fazendo nada. Nós observamos isso, nós vemos isso, mas preferimos, ah, é complicado, melhor não. Então, quando Jesus nos diz que ele veio lançar fogo, fogo é simbolismo de luz, de claridade, de discernimento. E ele diz: "Vocês acham que eu vim trazer a paz?" Não, eu vim através da do amor mostrar para vocês o quão difícil é crescer, o quão difícil é se tornar um ser humano. É um trabalho constante. E não venham buscar facilidade, não venham buscar comodismo, porque crescer dói, crescer incomoda. Só que aí eu repito, temos buscado esse tipo de crescimento. Aí ele diz: "Não creias que a minha doutrina se estabelece pacificamente." Alguém aqui quando começa a estudar, por exemplo, doutrina espírita, que começa a ler as frases de Jesus e começa a estudar profundamente, começar a, não quero agora mudar, alguém aqui estabelece isso de maneira pacífica na sua vida, você começa a se culpar, você vê um erro seu. Nós espíritas fazemos muito isso. A gente vai no centro, fala o quê? Fora da caridade não há salvação. Aí sai por para fora do centro, sai do rito, né? Chega nos nossos lares, somos egoístas. Ixe. Chega nos nossos lares, nos nossos familiares, as pessoas que mais nos amam. E a gente vai lá e faz o quê? Trata elas com os descaso.
tro, sai do rito, né? Chega nos nossos lares, somos egoístas. Ixe. Chega nos nossos lares, nos nossos familiares, as pessoas que mais nos amam. E a gente vai lá e faz o quê? Trata elas com os descaso. Nossa Senhora. E aí vem o quê dentro do nosso coração? essa luta e essa briga e essa guerra interior que há dentro do coração dos cristãos. Porque Jesus nos convida a ser diferentes e nós ficamos assim: "Ai, Jesus, será? Tá tão difícil? Tá tão bom do jeito que tá? Não tá não." E a gente fica assim, ó, naquela dúvida, aonde ir, o que fazer? E isso gera desconforto. Então, não creias que a minha doutrina se estabelece pacificamente. Ela trará lutas sangrentas, tendo por pretexto o meu nome, porque os homens não me terão compreendido ou não terão querido compreender. Os irmãos, separados pelas suas respectivas crenças desembanharão a espada um contra o outro, e a divisão reinará no seio de uma mesma família, cujos membros não partilham da mesma crença. Então ele já trazia para nós a profecia e que quando a gente lê isso fala: "Gente, mas essa daí é uma frase que diz os nossos dias de hoje, eu não aceito quem pensa diferente de mim. Eu não aceito se as coisas não são da forma como eu gostaria que fosse." E assim vai desencadeando esse problema e a gente não está querendo resolvê-lo. Por quê? Porque, ah, o mundo já tá complicado mesmo. Uma atitude que eu vou fazer na minha casa vai mudar o mundo. Talvez não, mas muda sua vida. Que muda a vida de outro, que muda a vida de outro, que muda a vida de outro, que muda a vida de outro. Vocês já pararam para pensar no mundo de 8 bilhões de pessoas? Se todas elas fizessem agora uma ação pensando não nelas, mas no outro, que mundo nós viveríamos? Não pensar nelas, mas fazer algo ao outro, para o outro. Que mundo nós viveríamos? Seria o mundo de mais desigualdades ou um mundo de mais fraternidade? Seguindo aí, olha o que que nós temos. A luta contra a hipocrisia. Jesus dizia aos fariseus, né? Olha que interessante, mas ai de vós, fariseus.
de mais desigualdades ou um mundo de mais fraternidade? Seguindo aí, olha o que que nós temos. A luta contra a hipocrisia. Jesus dizia aos fariseus, né? Olha que interessante, mas ai de vós, fariseus. Só abrindo um detalhe, os fariseus na época representavam quem? Aqueles que eram especialistas nas leis, aqueles que sabiam de cores salteado o pentateu mosaico, sabiam das leis de cabeç salteado, mas o coração era gelado, era da boca para fora. E que que ele diz? Mas há de vós, fariseus, porque dais o dízimo da hortelã e da arruda, e de toda hortaliça erva, e desprezais a justiça e o amor de Deus. Ora, estas coisas importa fazer sem deixar aquelas. Ou seja, peguemos essa frase e vamos trazer ela aqui para o nosso dia de hoje. Espíritas, é importante sim ao centro. É importante sim fazermos os nossos estudos. É importante sim fazermos o nosso trabalho de acessibilidade, nosso trabalho de assistencialismo e de caridade mundo afora. É importante, mas também faça o trabalho de caridade com as pessoas que estão no seu lar. Aquilo que você estuda, aquelas palavras bonitas que você estuda, viva elas. Certifica-te de ser fator de soma na vida das pessoas que você pertence. Olhe para trás e veja o rastro de luz que você tem deixado pelo mundo. Porque Jesus nos disse: "Por vossas obras vos conhecerei". Então, o que temos deixado? Somos fator de soma na vida dessas pessoas ou às vezes nós somos fator de subtração? De novo, vamos pegar aquele exemplo. Algum familiar nosso começa um trabalho legal, ele começa a melhorar, tem uma reforma íntima, ele começa a ter um comportamento diferente. A gente vira e fala assim: "Nossa, mas o fulano tá diferente, né?" Ao invés de elogiarmos, nós criticamos. Ao invés de apoiarmos, nós falamos: "Não, conte comigo. Dá trabalho demais". E aonde fica o nosso papel? Aonde está o nosso posicionamento para as coisas erradas que nós temos observado e temos deixado passar? Emanuel nos diz uma coisa importantíssima, que é uma casa não cai sem antes ter começado com uma
onde está o nosso posicionamento para as coisas erradas que nós temos observado e temos deixado passar? Emanuel nos diz uma coisa importantíssima, que é uma casa não cai sem antes ter começado com uma rachadura. Então, começou um probleminha ali. Aí a gente olha, ah, amanhã eu conserto, a rachadura aumenta. Ah, amanhã eu faço diferente, daí amanhã eu vejo. E a gente vai postergando, postergando, postergando. E quando vê, a casa cai e aí a gente se desespera e não sabe o que fazer. respondeu-lhes: "Bem profetizou Isaías acerca de vós, hipócritas, como está escrito: "Este povo honra-me com os lábios. O seu coração, porém, está longe de mim, mas em vão me adoram, ensinando como doutrinas os mandamentos e preceitos de homens. Ou seja, eu falo da boca para fora, eu falo como deve viver, mas eu não vivo aquilo. E aí, como fica então a hipocrisia? Eu falo de perdão e não perdoo. Eu falo de união e promovo desunião. É difícil, é complicado. E isso gera o quê? um conflito. E quando a gente para para pegar essas situações e levarmos para nossa vida, que maneira vamos estabelecer isso de maneira pacífica? O crescimento individual exige o esforço, como nós vimos, e requer paciência. Nós precisamos da paciência para com as dificuldades dos outros, mas a gente também precisa de paciência com as nossas próprias dificuldades e entender que uma árvore ela não cresceu de ontem para hoje. É um processo. Lembremos dos conselhos de Abigail. ama, trabalha, espera e perdoa. Geralmente quando estamos em sofrimento, é porque algum desses conselhos nós não estamos praticando na nossa vida. Ama, trabalha, sirva, espera e perdoa, né? Seguindo, então, que que nós temos? Vem lançar fogo à terra e que mais quero se já está aceso. Há um batismo em que hei de ser batizado e como me angustiu até que venha cumprir-se. E aí no Evangelho Segundo o Espiritismo traz a interpretação disso da seguinte forma: "A guerra sucederá a paz, ao ódio dos partidos, a fraternidade universal, à trevas do fanatismo, a luz da fé
r-se. E aí no Evangelho Segundo o Espiritismo traz a interpretação disso da seguinte forma: "A guerra sucederá a paz, ao ódio dos partidos, a fraternidade universal, à trevas do fanatismo, a luz da fé esclarecida. Então, quando o campo estiver preparado, eu vos enviarei o consolador, o espírito de verdade, que virá a restabelecer todas as coisas. Isto é, que dando a conhecer o sentido verdadeiro das minhas palavras, que os homens mais esclarecidos poderão enfim compreender, porá termo a luta fratricida que desune os filhos de um mesmo Deus. Todos então se porão sobre a mesma bandeira, a da caridade, e as coisas serão restabelecidas na terra de acordo com a verdade e os princípios que eu venho ensinado. Quando nós paramos para refletir a respeito dessa ideia e da sucessão que a paz geralmente ela se estabelece após momentos de turbulência, é situações do tipo. Você já viu aquelas ideias que dizem assim: "Quer saber a valiosidade de um casamento, de uma amizade?" É, veja como que esse casamento, que essa amizade, que essa relação, ela se estrutura após uma crise. Quando a crise vem e abala, ela se desfaz ou ela se fortalece? Quando nós paramos para pensar a respeito dos nossos relacionamentos com os nossos amigos, com nosso cônjuge, com os nossos filhos, com os nossos pais, nós vamos observar que grande parte dos abalos ajudaram a construir uma relação mais saudável, mais profunda, desde que ela estivesse baseada no perdão e na oportunidade de fazer diferente. Por quê? É simples. Se eu quero colher maçã, eu vou continuar plantando pé de limão. Quando algo nas nossas vidas nos incomoda e aquilo nos incomoda, lei de causa efeito. Se os efeitos me incomodam, eu preciso mudar as causas. Mesmas causas geram mesmos efeitos. Então, se você está numa situação que te incomoda, não ache que permanecendo a mesma pessoa com as mesmas crenças, com as mesmas falas e com as mesmas atitudes, o mundo mudará. e não muda as crises nada mais nada menos do que são o convite para mude, faça uma renovação, reformule o teu
essoa com as mesmas crenças, com as mesmas falas e com as mesmas atitudes, o mundo mudará. e não muda as crises nada mais nada menos do que são o convite para mude, faça uma renovação, reformule o teu íntimo e que muit das vezes nós esquecemos disso. Então, quando nós paramos para pensar a respeito disso, será que nós não estamos justamente confundindo a paz com a ausência de problemas? que ao invés de buscarmos essa paz, estamos buscando a ausência de problemas. E mais do que isso, será que nós estamos tendo a humildade e o olhar divino para com os nossos problemas? Em que sentido? tem um problema, fujitá-lo. Ou tenho um problema, eu enxergo, encaro e vejo o que ele está me convidando a mudar em mim. Ou seja, eu reconheço que as dificuldades não vem para me derrubar, mas vem para me tornar uma pessoa melhor. E aí é nesse momento que a gente deve parar e pensar das dificuldades que eu tenho hoje na minha vida. da guerra que hoje eu vivo, que eu travo no meu íntimo, o que ela me convida a mudar. Seria meu orgulho, seria a minha vaidade, seria minha falta de perdão para com o próximo? É minha falta de amor para com o próximo? O que ela nos convida a mudar? Todo problema vem para parar uma aresta nossa. Basta nós pararmos e pensarmos a respeito disso. No próximo slide vemos com uma sugestão que Cristo nos deixa de como construir a paz no mundo, em que ele nos vai dizer: "A paz não é como muitos imaginam, como ser daquele lugar calmo, tranquilo, mas a verdadeira paz, como nós vimos naquela história, é mesmo diante dos problemas nós estarmos serenos. nós estarmos conectados e tentarmos na nossa batalha colocarmos Deus nela como escudo, como proteção, como leme que vai nos dirigir. A verdade única que provém do próprio que dor é a única forma de caminharmos para a verdadeira paz dentro e fora de nós. E o Humberto colocou uma coisa sensacional de lembrarmos, o reino de Deus não está fora, está dentro. Quando nós paramos e fazemos aquela oração, quando nós paramos e respiramos e pedimos a aos
e nós. E o Humberto colocou uma coisa sensacional de lembrarmos, o reino de Deus não está fora, está dentro. Quando nós paramos e fazemos aquela oração, quando nós paramos e respiramos e pedimos a aos céus, por favor, discernimento. O que que é esse discernimento que nós pedimos? É a espada para vir até a nossa vida e falar: "Isso daqui é bom, isso daqui não é. Isso daqui tá te fazendo crescer como ser humano e isso daqui não está. Isso está impedindo a sua evolução espiritual. Isso tá te atrasando. Isso tá te amarrando. Isso tá tornando a sua vida pesada. E esse caminho pode te trazer mais leveza. Faça a sua escolha. Então, nós vivemos uma guerra entre aquilo que nós somos, estamos e aquilo que nós estamos sendo convidados a ser. Porque Jesus, a doutrina espírita, a religião, o amor é sempre convidativa. Sempre estão nos convidando a ser algo, a ser diferente. E a gente fica então nessa Berlim. Mas nós esquecemos que essa consciência, que esse leme não tá em um livro, não tá em uma viagem, não tá em um lugar onde a natureza ela tá muito calma e pacífica, ela tá dentro de nós, de nós conquistarmos ela, de buscarmos essa paz como no dia a dia, desenvolvermos ela e reconhecermos os momentos em que nós Nós perdemos ela em que alguma coisa vai acontecendo, a gente fala: "Sinal de alerta, sinal de alerta, isso aqui pode me trazer um problema. Porque pare e pense, se eu busco a paz do mundo, que é a paz do emprego estável, do relacionamento sem brigas, do emprego que me pague bem, é a mesma coisa que construir uma casa em areia. Por quê? perde o emprego, relacionamento começa a ter briga, perde toda a estabilidade e aí se desfaz. O que nós devemos fazer é o contrário. E um exemplo que eu sempre gosto de deixar nas nossas palestras é: imaginemos aquele vaso de flores, tá apoiado, ele tem as suas bases. Eu vou lá e tiro um apoio dessa mesa, pode ser que ela se mantenha. Eu vou lá e tiro outro apoio. Tibum, ela cai no chão. Qual que é a única maneira daquele vaso, mesmo tirando todas as bases, o
ases. Eu vou lá e tiro um apoio dessa mesa, pode ser que ela se mantenha. Eu vou lá e tiro outro apoio. Tibum, ela cai no chão. Qual que é a única maneira daquele vaso, mesmo tirando todas as bases, o apoio dessa mesa, aquele vaso permanecer de pé? Se as bases não estiverem no solo, mas ela tivesse erguida e apoiada no teto. Se nós, seres humanos, tivéssemos a capacidade de meditar e construir a nossa confiança não nas pessoas, mas em Deus que age através das pessoas, nós estaríamos mais serenos. E entendendo que muit das vezes quando a gente perde o teto da nossa casa, é porque é uma oportunidade para que a gente possa enxergar um céu coberto de estrelas. E talvez aquela dificuldade que a gente fala: "Meu Deus do céu, o que que tá acontecendo? Eu não merecia isso". Passa-se um tempo e nós observamos como aquilo foi então necessário. Tenhamos fé. possamos talvez não compreender o que está acontecendo ali, mas entendamos que a vida nem sempre segue o nosso querer, mas ela é perfeita naquilo que ela tem que ser. E nós precisamos só falar isso, mas viver dia após dia e exercitar essa fé, essa resignação e esse amor. Então, a luta de nós cristãos, ela é travada dessa forma. Vem um conflito para lapidar a minha aresta e gerar uma purificação. Bem-aventurados os puros de coração. Não é aquele que nunca errou, mas é aquele que através do erro lapida e faz diferente. Eu gosto de dar sempre o exemplo de ouro puro. Nós não encontramos ouro puro na natureza. É necessário um processo de mineração para que ele seja então purificado. A mesma coisa somos nós. Nós temos os nossos vícios, nós temos os nossos defeitos. O que que nós temos que fazer com eles? Evitá-los? Não é reconhecê-los e levar luz até eles e trabalhar dia após dia. Nossa, João, mas você é apegado, né? Sou mesmo, mas eu tô tentando mudar. Nossa, João, você tem um pouco de orgulho, né? Tem, mas eu tô tentando mudar. O problema é quando, Nossa, João, você é orgulhoso, hein? Eu orgulhoso? Imagine, você tá fazendo falso juízo de mim. Ih, complicado.
o, você tem um pouco de orgulho, né? Tem, mas eu tô tentando mudar. O problema é quando, Nossa, João, você é orgulhoso, hein? Eu orgulhoso? Imagine, você tá fazendo falso juízo de mim. Ih, complicado. Complicado, porque aquilo que eu não vejo, eu não cuido. E para cuidar eu preciso ver. Para cuidar eu preciso aceitar. Então o conflito ele vem para essa purificação, para trazer esse triunfo de verdade dentro dos nossos corações, para que se estabeleça então a paz. E de novo, a paz que Cristo nos coloca é a de ausência de conflitos? Não, mas é daquele cristão que diante do conflito ele permanece sereno, feliz, confiante, porque ele sabe de novo que embora a vida não siga o nosso querer e graças a Deus ela não segue, ela é perfeita naquilo que ela tem que ser. E nós precisamos viver isso. Quanto sofrimento nós causamos a nós por não aceitarmos os conformes da vida. E como Humberto muito bem colocou, é a paz do reino de uma consciência tranquila. Então, convém nós refletirmos o seguinte. Falamos muitas vezes de Deus, falamos dos conflitos, falamos em amar ao próximo e levantarmos a bandeira da caridade e saímos daqui e praticamos a indiferença. Falamos hoje, por exemplo, do conflito e da busca por essa paz. Mas quando o conflito vem, o problema vem, eu faço o quê? Eu fujo. A partir de hoje, façamos diferente. Conflito veio é difícil, requer coragem. Abracio. Abráco, porque se dermos as costas para ele, ele não vai deixar de existir. Ele vai nos pegar pelas costas e vai ser pior. Então, nós precisamos deixar de evitar as coisas e sermos corajosos, confiantes. Se travamos então uma luta, não contra os outros, mas uma luta interna contra nós mesmos, estejamos de pé, firmes e fortes, sabendo que Jesus é o nosso lema, nosso guerreiro que nos orienta, mas que ele fala: "A espada é sua e combata você a sua guerra. Vá, eu confio em você, mas faça a tua própria luta, porque nenhum nenhum ser humano cresce, cresce, vem do outro. crescer. O trabalho de crescimento vem de cada um de nós.
e combata você a sua guerra. Vá, eu confio em você, mas faça a tua própria luta, porque nenhum nenhum ser humano cresce, cresce, vem do outro. crescer. O trabalho de crescimento vem de cada um de nós. Imaginemos, Jesus veio na terra, todos nós estamos purificados pela vinda dele? Não. Por quê? Porque o trabalho de crescimento e de luta é individual e interior de cada um de nós. Tivemos uma pandemia, quantos de nós falamos: "Nossa, agora a humanidade vai mudar, as pessoas agora vão mudar". O ser humano não muda de fora para dentro, ele muda de dentro para fora, quando ele se desperta e fala: "Não estou satisfeito com isso. Quero algo diferente. A nós temos buscado essa diferença e esse novo olhar?" Assim, lembremos, a espada e o fogo são símbolos de mudança e de luta e mudança moral. Como temos estado diante disso? Travamos as nossas lutas ou temos pegado as nossas espadas, colocadas elas no chão e temos tirado uma sonequinha? Estamos sendo indiferentes com a oportunidade que nos foi confiada de crescermos e amarmos uns aos outros. Porque muitas pessoas dizem que o contrário do amor é o ódio. Eu não concordo. Para mim, o contrário do amor é indiferença. E quantos de nós estamos indiferentes para com a dor do próximo e para com a dor que tem dentro do nosso coração, que a gente sabe que tá lá, mas a gente prefere não ver, prefere não mudar. O mal vem dos homens. e não de Jesus. A fala que ele então nos deixou não é o problema, mas o problema foi a interpretação que ele foi feita. E que convenhamos, quantas lutas foram travadas, quanta sangue, violência, vidas foram tiradas. Aí a gente vira e fala: "Hoje, ainda bem, graças a Deus que isso não acontece". Não, a gente não violenta uns aos outros psicologicamente, moralmente, tentando convencer uns aos outros. dentro de casa, impedimos que os outros cresçam, impedimos que as pessoas sejam aquilo que elas querem ser. E aí a gente ainda tem a hipocrisia de falar que não vivemos guerras ainda, que não compactuamos com elas, que amamos uns
os outros cresçam, impedimos que as pessoas sejam aquilo que elas querem ser. E aí a gente ainda tem a hipocrisia de falar que não vivemos guerras ainda, que não compactuamos com elas, que amamos uns aos outros. Convém às vezes a gente parar um pouquinho e fazer essa autoanálise dura, mas necessária. Como médico, o Cristo trouxe para nós remédios que vão provocar crises, abalos, mas que curam, porque ele vai nos ajudar a ter a luz e o discernimento daquilo que é necessário e daquilo que é supérfo, daquilo que não é importante. E o objetivo final, então, será a implementação do reino de Deus pela caridade, pela verdade e pelo amor. E aqui finalizamos com uma reflexão que Humberto nos deixou bem interessante. A paz ela se estabelece em nós estando em Deus e Deus estando conosco. No sentido de quando orarmos, não vamos pedir a Deus para que tire o peso da nossa vida, o peso das nossas turbulências, o peso das nossas dificuldades. Oremos e peçamos a Deus. Deus, tire o peso do meu orgulho, tire o peso do meu egoísmo. Faça com que eu seja um instrumento de vossa paz. Que eu consiga purificar o meu coração e estabelecer em mim você e que assim eu consiga em você também estar. Uma boa noite a todos. Uma excelente semana e sigamos juntos. Lembrando que embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer o novo fim. Obrigado, pessoal. Fiquem todos bem. Queremos agradecer aqui as palavras do João Vítor, que foi muito esclarecedora, que possamos realmente buscar essa paz e que essa paz possa ser construída, né, de forma firme, forte, para que a gente possa conseguir caminhar nessa nossa jornada evolutiva. E agora, antes de finalizar, nós estamos aqui com a Ana Karime, que ela quer dar um recadinho para nós aqui. >> Boa noite. >> Como alguns de vocês já sabem, né, no próximo domingo nós vamos ter um evento muito especial aqui no Lar de Jesus. E eu gostaria de mais uma vez convidar a todos vocês para participar conosco. É o encontro da família. Todo ano a gente
no próximo domingo nós vamos ter um evento muito especial aqui no Lar de Jesus. E eu gostaria de mais uma vez convidar a todos vocês para participar conosco. É o encontro da família. Todo ano a gente faz esse encontro com temas diferentes, né, a cada evento. Esse ano o nosso tema é sobre o equilíbrio mental e espiritual, o cuidado que transforma a família. E nós vamos ter atividades aqui para todas as idades. Nós vamos ter o encontro de crianças, encontro de jovens e encontro de adultos. que são dos pais e responsáveis, né? Eh, esse encontro ele foi planejado com muito carinho, já faz um bom tempo que a equipe aqui do Lar de Jesus tá organizando com convidados especiais que eu vou até mostrar para vocês. O encontro de crianças a gente vai ter a Andressa Toledo e a Juliana Reis. elas vão trabalhar com arte, com música, com histórias, assim, de uma forma bem lúdica, que as crianças vão se divertir e ao mesmo tempo aprender. Esse tema, né, eh, vai ser trabalhado, é o mesmo tema para todas as idades, só que trabalhado de formas diferentes, né? No encontro de adultos, nós vamos ter o Dr. Wesley de Assis e Thiago César, que também vão vir, vão ter duas atividades diferentes pra gente poder escutá-los e e discutir, conversar com eles sobre esse tema tão importante, né? E o encontro de jovens, eh nós vamos ter o Dr. Leonardo Prestes e o Maurício Keller, né, que é do Gan. ele vai vir para falar com os jovens, especialmente na linguagem deles, paraa gente para conversar sobre a saúde mental e espiritual que eu gostaria de pedir vocês para além de participar conosco, né, e aí se organizem para vir um pouquinho mais cedo. Nosso encontro começa às 3:30 e é só é um domingo por ano, né? Então dá pra gente sair mais cedo de casa, se organizar, trazer a família para participar. A gente só pede para que vocês façam a inscrição. São inscrições gratuitas paraa gente poder se organizar, que a gente vai ter um lanche bem gostoso também. A gente precisa ter noção de quantas pessoas estarão
ó pede para que vocês façam a inscrição. São inscrições gratuitas paraa gente poder se organizar, que a gente vai ter um lanche bem gostoso também. A gente precisa ter noção de quantas pessoas estarão conosco. A inscrição pode ser feita no site do Lar de Jesus ou então a gente hoje vai est fazendo ali fora na saída. Vocês podem sair aí do passe e já fazer a inscrição agora mesmo pra família toda, tá bom? Ou então, se quiserem já faz, pega o celular, já faz a inscrição ou faz depois pelo site do Lar de Jesus. Muito obrigada, >> gente. Vamos participar, tá? é uma oportunidade muito interessante de interagir aí a família toda e aprender um pouco. Bom, chegamos ao final da nossa reunião. Queremos agradecer a presença de todos e para fazer a prece de agradecimento e encerramento, queria chamar a Leda para fazer para nós e informar que após a prece será feito o passe, as pessoas que estiverem em tratamento serão atendidos por ordem de senha e as pessoas que tenham no passo comum, eu queria que aguardasse sentadas que vão ser encaminhadas as crianças, as pessoas idosas eh tem Referência no atendimento, tá? Boa noite a todos, né? É tão bom a gente ver uma um salão com tantas pessoas maravilhosas numa casa maravilhosa que nos acolhe com muito amor. Após essa palestra tão, tão interessante que nos falou da paz que vem às vezes com a própria guerra que está dentro de nós, vamos fazer essa mudança, gente, rápida, o tempo hoje. Então vamos fechar os nossos olhos e agradecer a Jesus, a Deus nosso pai pelas bênçãos que temos recebido, que são muitas. Obrigada, Senhor, por mais essa noite, por estarmos aqui reunidos. Que o Senhor permaneça conosco, Senhor, sempre conosco, com os nossos familiares, com os nossos amigos e com aqueles que sofrem. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos aqueles que nos têm
o nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos aqueles que nos têm ofendido. Não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos de todo mal, porque são vosso reino, o poder e a glória para sempre. Muito obrigado pelo coral das crianças. Maravilhoso, viu? Valeu, muito obrigada. Uma boa noite, Prezados irmãos, prezadas irmãs, vamos passar agora para o nosso passe virtual. Vamos todos nesse instante, então, fechar os nossos olhos. Vamos acalmar a nossa mente, acalmar os nossos corações, respirar profunda e calmamente. Vamos trazer a nossa tela mental a figura doce e amada do Mestre Jesus com seus braços estendidos sobre nós, derramando as suas bênçãos maravilhosas sobre todos nós. Vamos ainda nesse instante pedir à espiritualidade amiga que transmita sobre cada um de nós os efúvios divinos restauradores dos nossos corpos, dos nossos espíritos, trazendo até nós as benéces das quais necessitamos para as nossas reparações físicas, mentais, emocionais. Roguemos ainda ao nosso mestre Jesus que possa transmitir essas vibrações de paz, de amor, de saúde, de renovação. a todos os nossos companheiros que encontram-se enfermos, os nossos companheiros que encontram-se hospitalizados em sofrimento. Que a sua paz e a sua luz possam ser transmitidas a eles, Mestre Jesus, aonde quer que estejam. Rogamos também pelos nossos irmãos que encontram-se realizando tratamento espiritual. Que sobre eles sejam derramadas as vibrações com as benéces das quais cada um necessita. Rogamos ainda que o nosso mestre Jesus possa olhar por cada irmão desencarnado, por esses companheiros de jornada que estão desencarnando em massa, que eles possam ser amparados, que eles possam ser socorridos e levados aos hospitais no plano espiritual. Que todos que nesse instante encontram-se em sofrimento e com aflições possam receber as suas bênçãos. Mestre Jesus, vamos pedir também pela fluidificação
e levados aos hospitais no plano espiritual. Que todos que nesse instante encontram-se em sofrimento e com aflições possam receber as suas bênçãos. Mestre Jesus, vamos pedir também pela fluidificação das águas que possam estar nesse instante sendo transmitidas pela espiritualidade o medicamento necessário para cada um de nós, fluidificando as águas, de modo que cada um que dela beber possa encontrar o remédio e o lenitivo da qual necessita. Vamos agora então, através de uma prece silenciosa, rogar ao Mestre Jesus por cada um de nós. Oremos. E assim, mestre Jesus, nós agradecemos por mais uma oportunidade de estarmos reunidos em oração, de termos recebido as bênçãos maravilhosas através Eflúvios divinos transmitidos pela espiritualidade amiga. Rogamos que as suas bênçãos permaneçam conosco junto aos nossos familiares, os nossos lares. Rogamos, mestre, pelo nosso planeta, que possa haver uma chuva de bênçãos sobre todo o nosso planeta. E assim, com os corações agradecidos, nós damos por encerrado o passe virtual e os trabalhos da noite de hoje. Que assim seja. Sì.
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