NA TAREFA DA PAZ - Flaviana de Souza [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 05/11/2025 (há 5 meses) 42:15 304 visualizações

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Transcrição

Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza [música] de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, mesmo tão [música] longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual [música] o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, [música] doando amor, vibrando luz, buscando a ti, [música] buscando a ti. >> Boa tarde a todos. Boa tarde aqueles que nos acompanham também pelos nossos canais. Meu nome é Flaviana e hoje nós vamos conversar um pouquinho sobre o tema paz. Eh, antes de começar a nossa reflexão, convido todos vocês que se estiverem com seus celulares, que coloquem no modo silencioso para que nós possamos realmente nos conectar nesse momento que é um momento de terapia também, é uma terapêutica que a gente chama que é a terapêutica da palavra. Então vamos, já estou também verificando os meus aqui todos em silencioso e vamos agora fazer a nossa prece inicial. Eu convido todos vocês a sentarem-se confortavelmente. Vamos respirar fundo, trazer consciência a essa respiração, consciência a esse momento e elevando o nosso pensamento ao mais alto, vamos agradecer a Deus, nosso pai, a Jesus, nosso mestre, aos Dr. A de Menezes, mentor da nossa casa, e a todos os benfeitores que estão conosco nesse momento nesta casa, nesta casa do caminho. Pedimos que as bênçãos do mais alto possam nos envolver a todos e que o nosso coração possa estar aberto a receber todas as benéces desta tarde, deste momento que é preparado para nos receber. Que Jesus, nosso mestre, nos envolva com a sua paz e que nós estejamos abertas a compreender esta paz. E assim nós agradecemos e pedimos as inspirações dos mentores para esta reflexão da tarde de hoje. Assim seja. Então, meus queridos, como eu falei, nós vamos falar sobre a paz. Aconteceu uma coisa interessante. Esse quem faria essa palestra seria Expedita, uma querida amiga, mas ela não pôde vir. E na sexta-feira ela nos avisou e daí eu falei: "Quem vai fazer a palestra, né? A gente já tá com um tempo

sante. Esse quem faria essa palestra seria Expedita, uma querida amiga, mas ela não pôde vir. E na sexta-feira ela nos avisou e daí eu falei: "Quem vai fazer a palestra, né? A gente já tá com um tempo apertado, quem vai fazer?" Aí eu falei: "Não, eu vou fazer". E aí, qual o tema? Daí a Fernanda, que tá ali nos acompanhando na palestra, ela falou: "Fala sobre a paz". Aí eu: "Tá bom". Então eu tava com esse livro aqui, Palavras de Vida Eterna, uma psicografia do Chico Xavier pelo espírito Emanuel. E aí eu falei: "O que que eu vou falar sobre a paz?" Aí abri e no que eu abri saiu esse tema na tarefa da paz. E neste livro sobre paz tem sim pelo menos umas uns umas cinco mensagens que falam sobre paz, mas abri nessa, eu falei, vai ser essa. E vamos então refletir um pouquinho sobre esse tema que é tão pertinente ao nosso momento atual e a nós mesmos, porque na tarefa da paz, como eu disse aqui nesse livro do Emmanuelam, tem várias, né, a paz tem nuances, então tem várias interpretações que estão correlacionadas e que falam sobre paz. Então, só na página anterior, para vocês terem ideia, fala: "No sustento da paz e na página seguinte: estejamos em paz". Mas nós vamos ficar com na tarefa da paz. E qual será essa tarefa, né? O que primeiro, o que que é tarefa, né? O que que é uma tarefa? É uma incumbência. Se a gente for olhar, é um trabalho que nós precisamos executar. Quando você vai para um qualquer lugar, ah, eu tenho uma uma tarefa, então eu preciso executar essa tarefa, tá? E na tarefa da paz, a paz, quando a gente fala palavra paz, né, às vezes nós temos em mente a paxomana, que é a ausência de guerra, ausência de conflitos. Será que é só ausência de guerra e ausência de conflitos? que às vezes a gente ouve, né, em diversos lá, ai nossa, meu sonho é que eu eu quando era adolescente, eu eu não tinha nem muita noção das coisas, mas eu falava assim: "Ah, eu meu sonho é que a paz e esteja no mundo". nem sabia se tinha guerra ou não. Não tinha ainda essa noção, mas eu falava

lescente, eu eu não tinha nem muita noção das coisas, mas eu falava assim: "Ah, eu meu sonho é que a paz e esteja no mundo". nem sabia se tinha guerra ou não. Não tinha ainda essa noção, mas eu falava isso. Então, às vezes a gente pensa que a paz é a paz no mundo, é a pax romana, que não haja guerra, que não haja conflito, que não haja altercações, né, no dia a dia, em casa, com os outros. E é uma uma questão bem importante. E Emanuel, ele começa aqui a nossa, ele sempre começa com uma um versículo do Novo Testamento. E ele trouxe aqui João capítulo 14 versículo 27 que diz assim: "É um pedacinho desse versículo que na íntegra ele é diferente. É, é diferente não, né? Ele tem muito mais, né? fala assim: "A minha paz vos dou, Jesus". E o contexto disso, né? No Evangelho de João, Jesus está se despedindo dos seus discípulos, já sabendo, né? Qual seria, o que que aconteceria. E ele fala, ó, aí ele vai falar sobre inúmeras, vai dar algumas instruções e ele vai falar assim: "A minha paz vos dou, não a paz que o mundo dá. Não se turbe o vosso coração. Se turbe, não se perturbe o seu coração, né? Então é a paz de Jesus. E aí, então, o que que diferencia essa paz? Que paz é essa de Jesus? Não é? Que qual é a paz? É a o que que acontece nos mundos como os nossos ainda, né? um mundo que ainda está em processo de desenvolvimento, a paz para nós ainda é, olha, um barulho, uma ausência de barulho, uma ausência de guerra, uma ausência de de eh é ter silêncio, é ter paz para alguns é eh ter dinheiro, né, que o dinheiro eh resolve todos os problemas e traz paz. E assim a gente vai traçando, né? O que que vai me trazer paz? Não é assim? O que vai me trazer paz? Então essa não é a paz de Jesus. É uma outra paz. Nos mundos mais, né, evoluídos, a paz é o trabalho constante em fazer o bem, em se autotransformar, né? Essa é a proposta que nós temos de nos autotransformar. Mas vamos dar continuidade com Emanuel, né? Porque não sou eu quem vai falar, ele também fala aqui. Então diz assim: "Todos ambicionamos a

, né? Essa é a proposta que nós temos de nos autotransformar. Mas vamos dar continuidade com Emanuel, né? Porque não sou eu quem vai falar, ele também fala aqui. Então diz assim: "Todos ambicionamos a paz, raros ajudam-na. Que fazes para sustentá-la?" Uma pergunta interessante que nós vamos poder responder no decorrer da nossa reflexão. Então, todos nós queremos paz, seja na casa, chega, chega em, seja, perdão, seja em casa, seja no trabalho, seja no centro espírita. Às vezes aqui a gente sente, né? Ai, aqui eu tô em paz. Nossa, aqui é o pedacinho do paraíso, porque eu estou em paz. Então, nós queremos a paz, né? Mas o que que a gente faz para que a paz subsista? Qual é o meu papel para que a paz se sustente? O que que eu faço para que haja paz? Geralmente nós ainda na nossa caminhada pensamos sempre que é algo que vai me trazer paz, o que vem de fora. Mas e aí? O que que eu faço para que haja paz? E aí, Emanuel continua. Recorda que as seguranças dos aparelhos mais delicados, quase sempre de parafusos pequenininhos ou de junturas inecedivelmente singelas, né? Ele vai falar que cada aparelho, por exemplo, você pega um aparelhinho desse aqui que nos conecta com o mundo inteiro, mas ele é composto de quê? de pequenos, né, parafusinhos, eh, chips. A gente não consegue nem, né, às vezes não consegue nem enxergar direito. Quem tem uma visão mais assim como a minha, às vezes cai no chão. Se cair uma coisinha assim, se a gente não acha. E aí ele vai trazer isso para nós, né? Não haverá tranquilidade no mundo. Não haverá tranquilidade no mundo sem que as nações pratiquem a tolerância e a fraternidade. Então não, né, não vai haver tranquilidade se as nações não fizerem isso. Mas ele vai continuar aqui. As nações são compostas de quê? De várias cidades, não é assim? e que e essas cidades também precisam estar em paz, né? É o a nação, ele vai dizer, a nação é um conjunto de cidades e as cidades é um conjunto de são elas são um conjunto de quê? De lares, de famílias, não é isso?

cidades também precisam estar em paz, né? É o a nação, ele vai dizer, a nação é um conjunto de cidades e as cidades é um conjunto de são elas são um conjunto de quê? De lares, de famílias, não é isso? Não é assim que é formado? E as famílias são formadas de quê? De pessoas, de corações que estão ali unidos. Então, como então começar a trabalhar? Como nos desenvolver em relação à paz? Como quais são as tarefas que nós podemos executar com relação à paz? E aí, Emanuel continua: "A harmonia da vida começará deste modo no íntimo de nossas próprias almas, ou toda a harmonia aparente na paisagem humana será sempre simplesmente jogo de inércia". Então, nós acha, vamos achar que a paz é só estar num, ah, não, a paz é eu ir para uma praia, deserto, só ficar tranquila. A paz é eu ir para um lugar aonde está lá no meu quarto trancado. A paz é eu estar num jardim florido. Mas ela é um conjunto, né? Cada um de nós é aqui, ó. Ela é ela é construída dentro de cada um de nós. E quais seriam as tarefas que nós poderíamos ter para construir essa paz no nosso dia a dia? na nossa casa, no nosso trabalho, de que forma eu posso, né, fazer com que essa paz se mantenha? Como que eu posso sustentar essa paz? É fácil, porque nós achamos que a paz, como nós vimos aqui, é exterior, mas ela começa dentro de nós. Nós vamos conseguir uma paz interior, que é um estado de espírito onde nós vamos nos manter sempre tranquilos. Aqui neste mundo é um exercício que nós precisamos fazer para alcançar. Alguns conseguiram, né, que vieram em missão conseguiram. Nós podemos também ir trabalhando a cada dia para que ela se desenvolva em nós. Então, nada virá fora. O que vem de fora são os os desafios para que nós possamos aprender a lidar com essa paz. Assim como nós precisamos exercitar nossa mente através das leituras, através dos, né, de trabalhos, como nós precisamos desenvolver as nossas habilidades através do nosso dia a dia, do nosso trabalho. Nós precisamos também desenvolver em nós a paz, que é, né,

leituras, através dos, né, de trabalhos, como nós precisamos desenvolver as nossas habilidades através do nosso dia a dia, do nosso trabalho. Nós precisamos também desenvolver em nós a paz, que é, né, esse sentimento que tá aqui no nosso âmago, no nosso na nossa essência, que precisamos desenvolver. Porque se nós, como filhos de Deus, como eh centelhas divinas, temos essa paz também dentro de nós. Só precisamos fazer com que ela se desenvolva. E é um desafio. É, na família é fácil manter a paz com aquela loucura no dia a dia. É fácil no trabalho com os colegas é fácil a gente se desenvolver. A paz não. Mas se as coisas acontecem conosco ali, é que nós também precisamos dizer aprender alguma coisa. Eu tenho, eu tenho trabalhado muito em mim essas questões. Nós precisamos apr É alguma coisa que eu preciso aprender, preciso desenvolver, porque o turbilhão tá aqui, ó, dentro de nós, da nossa mente, das nossas emoções. Então, como manter a paz? E aí, Emanuel, ele vai nos trazer aqui uma algumas tarefinhas aqui que nós poderemos desenvolver. Ele vai dizer assim: "Comecemos, pois a sublime edificação no âmago de nós mesmos". Então, eh, vamos começar, né, a desenvolver a paz lá no nosso íntimo, na nossa essência. dentro de nós. E como nós fazemos isso? exercitando e trazendo a consciência também nos observando, buscando nos conhecer um pouquinho mais, tentando entender o que que tira a minha paz, por que que eu perco a, né, a minha paz, eu tô tranquilo ali, digamos assim, no meio. Ai, hoje o dia tá maravilhoso. Vamos pra comunhão, vamos, né, para uma palestra e de repente sua programação vai por água baixo porque, ah, aconteceu um acidente, tá engarrafado, não vou chegar a tempo e etc, etc, etc. E aí acaba que a gente acaba perdendo a paz. Aí começa, ai meu Deus, por que que eu não saí antes? Porque que eu não fiz isso? Porque eu não fiz aquilo já perdemos a paz. Eh, aí começamos a ficar ansiosos e aí começa ai, buzina um daqui, buzina um dali ou na nossa casa mesmo a gente

não saí antes? Porque que eu não fiz isso? Porque eu não fiz aquilo já perdemos a paz. Eh, aí começamos a ficar ansiosos e aí começa ai, buzina um daqui, buzina um dali ou na nossa casa mesmo a gente tá tranquilo, sereno, né? Curtindo, digamos, um domingo, um sábado de descanso. Ai, hoje eu vou tirar o dia paraa minha paz. E o que que acontece? Alguém liga, acontece algum problema? é um alguém que, né, acontece algum problema familiar e aí acaba a nossa paz, aí nós começamos a ficar nervosos e aí agora como é que vai ser, como é que eu vou fazer, né? É um é um cano que que, né, dá problema num pleno final de semana já, né, imagina é um elevador que quebra, é alguma coisa sempre. Aí isso tudo tira a nossa paz. Você podia estar calminho de repente, não é? Então assim, é uma forma de nós olharmos para nós. O que que me tira a paz? E como eu posso fazer, que eu posso fazer para que isso não me atinja tanto mais, para que eu possa manter o mínimo a minha paz, a paz lá no meu na meu no meu âmago, no meu ser, na minha essência. O âmago aqui, quando a gente fala âmago é essência. Então vamos lá, vamos ver o que que Emmanuel nos traz. Primeira lição. Não transmitas o alarme da crítica, nem estendas o fogo da crueldade. Será que nós fazemos isso em algum momento? Nós gostamos de criticar. A crítica ela é ela é algo complexo porque machuca o outro. Nós podemos sim ajustar algumas coisas, conversar às vezes, né, até ouvir, entender o que o outro passa, mas a crítica ela costuma ser algo que machuca se não for, né, bem aceita. E às vezes, será que eu tenho criticado muito meu companheiro, minha companheira, meu irmão, meus filhos? Será que como é que como é que é a minha vida no meu dia a dia? Eu tenho criticado? Será que eu posso diminuir? Porque vocês já perceberam que quando a gente enxerga o cisco no olho do outro, Jesus ensina, né? Quando a gente enxerga o cisco no olho do outro e fala para ele, ó, tem um cisco aí no seu olho, que que vai acontecer? A outra pessoa fala: "E você

enxerga o cisco no olho do outro, Jesus ensina, né? Quando a gente enxerga o cisco no olho do outro e fala para ele, ó, tem um cisco aí no seu olho, que que vai acontecer? A outra pessoa fala: "E você não tá vendo a sua trave aí nesse também no seu? Não é assim?" E aí começam as altercações e aí a paz vai se des, né, se desmoronando. Aí depois vem os arrependimentos e aí a gente fica com aquele coração, ai meu Deus, para que que eu falei isso? Não devia ter falado desse jeito, poderia ter me contido. Então, precisamos já nos prevenir disso e ir exercitando. Por que que eu vou criticar? Tá me incomodando tanto? que está me incomodando é de mim, não é do outro. E por quê? Para que que eu tô me sentindo tão incomodado, né? O que que tem em mim que tá se deixando envolver por aquela situação daquele outro? Eu posso fazer alguma coisa para mudar? Eu posso ajudar de alguma forma? E será que o outro quer a minha ajuda? Então são questionamentos que nós podemos fazer para que nós possamos nos compreender e compreender o que que nos tira a paz, não é? E continuando aqui que o tempo passa rápido, né? Aí ele diz: "Incia o teu apostolado de paz, calando a inquietação no campo do próprio ser". Jesus vai falar, né? Não se turbe o vosso coração, não se deixe perturbar. E às vezes nós temos as nossas inquietações internas, né? Ai, por que que eu não fiz assim? Por que que eu não fiz assado? Por que que eu tenho que fazer isso? Eu vou ten que pagar isso, tenho que fazer aquilo? E a gente começa a criar inúmeras situações que nos deixam inquietos, ansiosos, né? Preocupados. E tudo isso vai tirando a nossa paz aos poucos. E se nós formos alimentando isso em nós, nós vamos perder a paz. E a paz é essa confiança em quê? Naquilo que nós podemos fazer. O que que eu posso fazer em relação a isso? Tem algo que só eu possa fazer? E se eu posso fazer, então o que que me impede de fazer? Por que que eu ainda não fiz? Não é? E aos poucos, gente, quando eu falo isso que o Emanuel tá falando aqui, eu tô

algo que só eu possa fazer? E se eu posso fazer, então o que que me impede de fazer? Por que que eu ainda não fiz? Não é? E aos poucos, gente, quando eu falo isso que o Emanuel tá falando aqui, eu tô falando para mim também, tá? Não é só para vocês, não. A lição é primeiro para mim, então, né? Então, a gente precisa aprender a manter essa paz. Vieram as inquietações, as preocupações, são naturais, sim, quando nós estamos ainda num mundo como o nosso. Mas parar e refletir o que que eu posso fazer, o que que só eu posso fazer nesse momento? Tem algo que eu possa fazer? Se eu posso fazer, então por que eu não fiz ainda? Então eu vou fazer. E se eu posso fazer, eu vou fazer. E se eu não posso fazer nada em relação a isso, então cabe nos apenas envolver em boas vibrações, né? Para que aquela nuvem de pensamentos que ficam aqui na nossa cabeça nos perturbando, não tire a nossa paz, o nosso sono, não é mesmo? Então vamos continuar. Aí ele vem onde surjam razões de queixas. C a compreensão que restaura o equilíbrio. Onde cresçam, né, espinhos de sofrimento ser a consolação que refaz a esperança. Olha só, né? a gente às vezes se deixa levar pelas queixas, as reclamações. E aí o que que o Emanuel nos convida aqui, né? Lugar de traz a compreensão. Então vamos tentar compreender o qual motivo isso está acontecendo, né? Qual é a necessidade? E nós, eu, né, sempre reclamo, às vezes eu reclamo com Dr. Bezerra. Dr. Bezerra, olha aí, né? Então assim, ao invés de reclamar, é um exercício, é um, é uma questão de educação interior. Veio para reclamar, não vou beber um copo de água e não vou reclamar. Esquecer, pensar em outra coisa. Se eu posso resolver, OK. E se é o outro que se queixa, que fica o dia inteiro reclamando no nosso ouvido, se vitimizando e tal, às vezes acontecem, né, as pessoas, nós todos estamos aqui, podemos passar por situações até nós mesmos. Então, o que que faz, o que que nós podemos fazer com isso, né? ser aquele que traz compreensão. Se tá acontecendo algo, bom, aí a gente

odos estamos aqui, podemos passar por situações até nós mesmos. Então, o que que faz, o que que nós podemos fazer com isso, né? ser aquele que traz compreensão. Se tá acontecendo algo, bom, aí a gente vai pra doutrina e pensar, né? O que se tá me acontecendo é necessário e é justo, porque Deus é justo e ele não faria nada que fosse injusto comigo. Então, o que que eu posso fazer para que isso não tire a minha paz? Às vezes é só aceitar. Às vezes é só aceitar. Eu eu vou dar um um relato pequenininho para vocês de um algo que aconteceu comigo e que tirou minha paz. Eu sou muito ativa no trabalho. Eu gosto de trabalhar e um belo dia eu adoeço de e eu continuo trabalhando porque eu não deixo a doença me acometer, né? Eu sou dessas que isso não é bom. Doeceu porque que a doença ela tem um significado, né? E aí eu continuei até que eu tive que ser internada com a pnean dupla. E lá no hospital o médico vai ficar internada. O qu eu falei: "Ah, não, não é possível. Eu tenho um monte de coisa para fazer, não posso ficar internada não." Daí passaram-se alguns dias, que que acontece? Que que ocorre? O nosso médico passa três dias, ele falou: "Olha, você tá três dias tomando antibiótico. Eu já coloquei um segundo antibiótico e você não melhora". Aí eu comecei a refletir, aí ele você vai ficar mais tempo aqui. Aí eu comecei a refletir, ai meu Deus, eu tenho que aceitar, né? Então eu preciso aceitar. Quando eu comecei a pacificar e aceitar a situação em que eu estava e comecei até gostar, né? Poxa, ficar no hospital, tem comida toda hora, médico vem aqui, enfermeira vem. Você começa até a gostar. E no outro dia ele falou assim: "Nossa, olha, deu certo, você melhorou, você vai ter alta amanhã". Então, às vezes, nós precisamos só tirar essas inquietações e aceitar as situações em que nós vivemos. Foi difícil, até hoje ainda é difícil eu ficar doente. Tô, tô aprendendo, gente. Então, a gente precisa aprender a aceitar as situações. Isso foi um um foi um ensinamento muito grande para mim de

mos. Foi difícil, até hoje ainda é difícil eu ficar doente. Tô, tô aprendendo, gente. Então, a gente precisa aprender a aceitar as situações. Isso foi um um foi um ensinamento muito grande para mim de precisar aceitar aquilo que nós passamos. Bom, continuando aqui, detente na tolerância divina e renova para todas as criaturas de teu ciclo as oportunidades do bem. Então, aquilo que nós já falamos desde o início, que que os espíritos superiores fazem? Eles trabalham e eles trabalham para o bem, para sua autransformação. Então, o trabalho no bem nos auxilia a que nós possamos aprender a ter a paz dentro de nós. Eh, seja um trabalho, às vezes um trabalho voluntário, um trabalho, isso tudo, o trabalho no bem, o bem que a gente faz traz uma paz muito grande. Experim, vocês já devem ter passado por experiências assim. às vezes uma gentileza, algo que vocês fizeram por alguém, como isso traz paz à nossa vida. Fazer o bem traz paz à nossa vida. Então essa é a outra tarefa, né, que nós precisamos desenvolver para a paz. eh eh reafirma o compromisso de servir silenciando sempre onde não possas agir em socorro do próximo. Então, às vezes nós queremos ajudar, não é? Queremos servir, mas tem momentos que não tem como você fazer muita coisa, porque é entre a pessoa e a pessoa mesma. No máximo você ser aquele que tá ali dando suporte, estendendo a mão. E isso vai pacificar, porque às vezes muitas pessoas se deixam eh se perturbam, o outro está mal e ela se perturba com com outro. Claro, a gente é humano, tem o olhar compassivo do Cristo, a gente se tem um olhar empático, né, de olhar pro outro, falar: "Nossa, se fosse comigo? Ai, meu Deus". Mas tem coisas que não podemos fazer. Podemos o quê? Fazer uma prece, estender a mão, ajudar, não se deixar perturbar por isso, como que ocorre muito no nosso país, no nosso planeta, né? essas situações que ocorrem de de altercações, né, de de conflitos. E o que que nós podemos fazer? Fazer vibrarmos pelo local, mas não podemos ficar só conectados a isso.

o país, no nosso planeta, né? essas situações que ocorrem de de altercações, né, de de conflitos. E o que que nós podemos fazer? Fazer vibrarmos pelo local, mas não podemos ficar só conectados a isso. Precisamos trazer para nós e qual é a minha contribuição para paz. Eu vou fazer a minha parte. Eu vou contribuir da minha forma para a paz. E vamos andar que o tempo urge. Ao preço da própria renunciação, disse-nos o Senhor: "A minha paz vos dou. E para que a paz se faça na senda em que marchamos, é preciso que a custa do nosso próprio esforço se faça paz em nós, a fim de que possamos irradiá-la em tudo, no amparo aos outros. Então, quando nós estamos em paz, essa paz ela irradia. Vamos ter a paz dos mundos superiores? Ainda não. Mas ela já começa a se irradiar em nós e as pessoas já começam a sentir. Nossa, como é bom. Não tem pessoas que a gente gosta de ficar, nossa, dá vontade de ficar com com aquela pessoa. Por quê? Porque ela transmite paz, confiança, não é isso? Então, que nós possamos também sermos essas pessoas que transmitem a paz. E para concluir, eu vou falar uma história aqui, né, de um concurso que que foi feito sobre pintura, né, disse, né, quando a gente escuta uma história, lê em algum lugar, a gente fala, disse que houve um concurso de pintura onde eh eles precisavam, né, cada um precisava fazer um quadro que representasse a paz. Não sei se vocês já ouviram, ela é bem conhecida. E houveram três finalistas, né? Nós tínhamos três finalistas e um retratou uma linda paisagem, um campo verde com grama, com borboleta, com passarinho, com abelhinhas, flores coloridas, aquele per, né? Dava até para sentir o perfume desse lugar. Outro desenhou um lindo céu com nuveres e nuvens e pássaros a voar por entre as nuvens aquele céu azul e os pássaros voando com aquela tranquilidade. E o terceiro quadro foi um onde havia uma grande tempestade, um rochedo e as ondas batiam com violência no rochedo. E o juiz que tinha que escolher, os três que ficaram pra final, ele escolheu

lidade. E o terceiro quadro foi um onde havia uma grande tempestade, um rochedo e as ondas batiam com violência no rochedo. E o juiz que tinha que escolher, os três que ficaram pra final, ele escolheu esse. E os outros perguntaram: "Mas como? Como um quadro que mostra uma tempestade, mostra a paz?" E aí o juiz fala: "Olha ali dentro da frestinha do rochedo, lá nós vemos, né, um uma um passarinho com seus filhotes e eles todos estão dormindo no ninho com muita tranquilidade. Então, nós testaremos a nossa paz quando nós, diante das tempestades do dia, os tsunamis da vida, nós nos mantivermos lá no nosso âmago essa paz que nós estamos trabalhando todo dia e que nós vamos continuar trabalhando, não é? Esse é o convite de Emanuel, que nós possamos trabalhar essa paz no nosso dia a dia, não esperar essa paz lá no futuro, não é agora, na minha casa, na minha família, no meu trabalho, num comigo mesmo. Tá bom? Então eu agradeço a todos e convido todos nesse momento para a prece de encerramento. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual. substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Querido Jesus, que nos deixaste a tua paz, nós pedimos desse momento que possamos, com um coração aberto a essa paz, propagá-la no nosso dia a dia, com os nossos próximos, mais próximos, com os nossos locais, nos nossos locais de trabalho, que nós possamos propagar essa paz em nós mesmos, fazendo a nossa autforma formação, desenvolvendo o bem em nós. E nós te agradecemos, Senhor, por cada oportunidade que nos é dada para que nós possamos aprender a desenvolver esta paz. Assim seja. Graças a Deus. Graças a Jesus. Obrigada, meus irmãos. Temos só um avisozinho, a comunhão, ela tá convidando todos, né, eh, a fazerem, ajudarem o Natal de 300 famílias que são atendidas aqui pela casa. E aqui elas pedem, aqueles que podem doar, né, que podem doar lá no almoxerifado, farofa, batata palha,

ndo todos, né, eh, a fazerem, ajudarem o Natal de 300 famílias que são atendidas aqui pela casa. E aqui elas pedem, aqueles que podem doar, né, que podem doar lá no almoxerifado, farofa, batata palha, panetone, latados, geleia, sucos, chocolates, doces, tá? Se possível até o dia 30, 30 de novembro. Nós agradecemos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão [música] espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais [música] e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia [música] com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu [música] Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a [música] cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e [música] que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus

ais possam visitar os nossos lares, abençoando a [música] cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e [música] que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu [música] reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos [música] do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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