NA HORA DO ADEUS - Vânia Ramos [PRECE AOS SUICIDAS]

Comunhão Espírita de Brasília 02/11/2025 (há 5 meses) 1:13:40 786 visualizações

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Transcrição

Senhor, [música] estou aqui para agradecer [música] de coração a paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa [música] casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a [música] perfeição, aqui eu entendi [música] qual o valor. dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de [música] viver, doando amor, vibrando luz, [música] buscando a ti. Boa noite. A Comhão Espírita de Brasília cumprimenta aqueles que nos assistem, que nos ouvem pelas redes sociais, a ela vinculados e a vocês que comparecem ao nosso auditório para mais uma atividade da casa. Sintam-se todos abraçados e aqueles que estão vindo pela primeira vez, mais abraçados ainda, porque estão sendo acolhidos pela casa que tem diversos trabalhos para que nós possamos avançar nessa nossa, nesse nosso caminhar rumo a nossa evolução. Sintam-se todos confortáveis. os trabalhos dos domingos, como os senhores sabem, ele é dedicado particularmente aos nossos irmãos que num ato de desespero resolveram abreviar o seu tempo aqui na Então esse é o momento que nós todos vamos unir o nosso coração em preces, em pensamentos que possam ser levados a eles e que num ato da misericórdia e justiça do Pai eles possam se reabilitar e logo estarem de volta ao nosso plano para continuarem a sua caminhada, porque não existe castigo, nem existe inferno. Todos nós chegaremos à perfeição. Vamos à nossa leitura de harmonização que selecionamos desse livro Para Sentir Deus do espírito Hermans de Fô na psicografia de Vanderle Oliveira e selecionamos a mensagem 14 que tem o título Separações. E irmã se de inicia citando o evangelho de Mateus, deixai crescer ambos juntos até a seiva. E ela vem com a sua reflexão nos dizendo: "Nem sempre as separações significam encerramento de ciclos. Para a maioria de nós, as doenças que nos separam da saúde, as falências que nos separam da opulência, os divórcios que nos separam a vida conjugal e as

s separações significam encerramento de ciclos. Para a maioria de nós, as doenças que nos separam da saúde, as falências que nos separam da opulência, os divórcios que nos separam a vida conjugal e as tragédias que separam pela morte e outras tantas desvinculações, nada mais são que trombetas que so aos nossos ouvidos espirituais para acordarmos de velhas ilusões. Entretanto, a rigor, as separações são ocorrências que inevitavelmente trarão transformações e novos aprendizados. O apego nessa hora quase sempre responde por nossas perturbações, que em não aceitar o que precisa ser renovado ou pela rebeldia em não acolher a ideia de que não podemos controlar a vida e fazê-la ser aquilo que queremos. Quanto mais nos recusamos a aceitar as separações, mais nos afastamos de encerrar, como deveríamos, os ciclos de amadurecimento aos quais a vida nos conclama. Deus, na sua impermanência é o contínuo ciclo da vida que comanda, sem cessar o destino da existência, sobre o qual não temos a menor chance de gerenciar. Ele inicia e encerra ciclos, promovendo a libertação e o progresso. O Pai, para transformar cada ciclo em frutificação e avanço, age permanentemente na guarda do bem, da dignidade e do amor, através da manutenção das leis naturais. Sigamo-lhe a atitude sábia para fazer de cada mudança no caminho uma fonte de estímulo, iluminando a visão e dilatando a compreensão. Tudo no universo se junta, almejando uma ceifa. Juntos ficaremos com esse objetivo. Do contrário, os ciclos suplicam renovação e recomeço. Já estamos harmonizados e agora convidamos a todos para a nossa prece inicial, também mentalizando esses nossos irmãos que hoje estamos em prece por eles. E elevando o nosso coração ao Pai, oremos. Pai criador, inteligência suprema e causa primária de todas as coisas, rogamos pela tua misericórdia em favor dos nossos irmãos suicidas. que desconhecendo tuas imutáveis leis, abreviaram a permanência nesse mundo. Permita, Pai amado, que os espíritos de luz aqui presentes e Maria,

a tua misericórdia em favor dos nossos irmãos suicidas. que desconhecendo tuas imutáveis leis, abreviaram a permanência nesse mundo. Permita, Pai amado, que os espíritos de luz aqui presentes e Maria, mãe de Jesus, possam encaminhar nossas vibrações amorosas a esses irmãos, a fim de que eles, em um momento de lucidez, possam reconhecer o equívoco de sua atitude extremada e obtenham a oportunidade de recomeçar sua jornada na próxima existência. fortalecidos na fé de não mais fugirem do caminho redentor que nos conduz ao reino de amor e paz. Rogamos também, Pai amado, tua misericórdia e esclarecimentos a todos os familiares que nesse instante sofrem a perda de um ente querido, que a fé e a esperança inundem o seu coração. Graças a Deus e graças a Jesus. e harmonizados que estamos. Vamos receber a nossa querida palestrante Vânia Ramos, que vai nos falar de um tema muito importante, particularmente pro dia de hoje. Ela vai nos falar sobre hora do adeus. Que a espiritualidade te abençoe e te intua. Vânia, vai com Deus. Boa palestra. Boa noite. Que a paz do Mestre Jesus nos envolva pacificando as nossas mentes e os nossos corações. Me foi dado esse tema na hora do adeus e é um tema que mexe com todos nós, né? Principalmente o dia de hoje, as nossas lembranças. E tem uma frase que está agravada na sepultura do Allan Kardec. Nascer, viver, morrer, renascer ainda e progredir sempre. Tal é a lei. Esta frase já nos diz basicamente os princípios da doutrina espírita que fala no nascer, viver, morrer e renascer. E nós sabemos que a doutrina espírita nos ensina que a morte não existe. A morte existe, a morte física. O espírito é imortal, ele continua. Nós muitas vezes, e é normal quando nós usamos inclusive a expressão perda, né? E não é perda, porque tenhamos a certeza que um dia vai haver o reencontro dos entes queridos, mas quando parte um ente querido, realmente quem não chora, quem não sente a saudade, que muitas vezes eu tava comentando até com o nosso amigo ali, que infelizmente tem gente que fala:

ntes queridos, mas quando parte um ente querido, realmente quem não chora, quem não sente a saudade, que muitas vezes eu tava comentando até com o nosso amigo ali, que infelizmente tem gente que fala: "Não, espírita não pode chorar porque a morte não existe." Não é assim. Nós somos humanos, temos as nossas emoções, as nossas carências e cada um aqui, quem não passou por uma experiência de um ente querido que partiu pro mundo espiritual, muitas vezes de forma intempestiva, uma vez com um problema sério, um infarto fulminante, um acidente automobilístico. Então são situações que nos abalam sim. Agora nós precisamos ter a fé renovada, a fé em Deus de que tudo tem sua programação, seu propósito. Dizer isso para uma mãe que perdeu seu filho de uma forma trágica, é difícil ela aceitar. Então, o livro do André Luiz vem trazer vários relatos de situações de desencarne. E ele vem nos dizer que cada desencarne é diferente do outro. E por que que a doutrina fala em desencarne? Porque a morte do corpo físico é instantânea, mas o espírito muitas vezes demora se desprender daquele corpo físico, principalmente com essas mortes muito, como se diz o caso, que aqui a nossa maior intenção é a prece pelo suicida, sabemos o quanto eles sofrem e por isso temos que orar por esses irmãos, que muitos ficam estão ali ligados ainda ao corpo, embora o corpo físico já morreu, não tem mais nenhuma atividade orgânica. Então, e a gente é bom lembrar que na hora do adeus, aquele momento que se deve ter um respeito tanto pelos familiares como pelo desencarnado que ali está, porque nós muitas vezes esquecemos, vemos aquele corpo ali inerte num caixão e muitas vezes somos chegamos Estamos sermos irresponsáveis em fazer comentários desabonadores em relação àquele irmão, à aquela irmã, por erros que ele cometeu, que ela cometeu. Cadê a caridade que a doutrina nos recomenda, né, e que nos fala fora da caridade não há salvação. E não é só a caridade material, é essa caridade moral que nós devemos ter para com os nossos irmãos

. Cadê a caridade que a doutrina nos recomenda, né, e que nos fala fora da caridade não há salvação. E não é só a caridade material, é essa caridade moral que nós devemos ter para com os nossos irmãos ali no momento de transição. E isso muitas vezes o afeta. E muitos falam: "Ah, mas dia dos finados que é uma homenagem aos mortos? Porque isso é necessário?" Depende de cada um. A doutrina espírita não proíbe nada. E nós sabemos que uma tradição que vem lá dos romanos, a Igreja Católica também eh adotou essa tradição. E é um homenagem que a gente faz aos nossos irmãos, a pessoas que têm necessidade de ir ao cemitério a levar flores, a acender velas. É errado? Não, se ela tem o sentimento e o objetivo é envolver aquele irmão, aquela irmã em vibrações de amor, é a forma dela manifestar. Não devemos criticar outras religiões que adotam critérios, comportamentos diferentes. E o André Luiz, ele fala várias situações e ele fala casos de mortes, né, violentas, da revolta dos pais. fala de desencarnes, de pessoas altamente equilibradas, que logo após a sua morte, ela está ali ao lado, já o espírito desprendido, em prece junto com o grupo e que muitas vezes o André Luiz vem nos falar que a causa principal, maior ou menor da facilidade do desprendimento é o estado moral da alma. Uma alma elevada, que está voltada já paraa prática do bem, que já está em sintonia maior com a espiritualidade superior, ela já está mais preparada. Por isso que nós devemos cuidar das nossas vidas para que nós tenhamos uma partida mais serena, mais equilibrada. Quantos que morrem e ficam ali presa ao corpo, revoltados, porque não queriam morrer. Eles querem estar com seus familiares, com a sua empresa, com o seu carro. E muitos aqui já leram a respeito disso. E como é sério, porque aquele irmão fica sofrendo, porque ele tá muito preso aos bens materiais. ele não consegue se desfazer daquilo. Então ele não sai do seu ambiente familiar e muitas vezes afeta o equilíbrio dos seus familiares, como também aqueles

orque ele tá muito preso aos bens materiais. ele não consegue se desfazer daquilo. Então ele não sai do seu ambiente familiar e muitas vezes afeta o equilíbrio dos seus familiares, como também aqueles familiares muito agarrado, apegados ao ente querido, muitas vezes sem a intenção, como aquele choro desesperado, aquela situação de revolta, porque meu filho, porque não o filho do vizinho? Porque não o filho da minha amiga? Porque olha só, e a gente não se dá conta do quanto nós muitas vezes temos atitudes egoístas. Da mesma forma que eu estou sofrendo, o outro também tá passando por sofrimento maior. Então, essa sensibilidade que nós devemos ter perante a dor do outro. E lembremos que o corpo físico nós devemos cuidar muito bem dele, porque ele é um instrumento que Deus nos dá para exatamente progredirmos. lá a frase do que está no na sepultura do Kardec, progredi sempre, porque como imortais que somos, é inerente a todos nós o progresso. Um dia nós vamos chegar à condição de espíritos puros. Muitos devem falar, será? Vai, vai. uns vão mais rápido, outros menos, mas à medida que nós desenvolvermos as virtudes do reino do céu, quando nós nos tornarmos menos agressivos, menos vingativos, menos eh com sentimentos de raiva, nós vamos acalmando o nosso coração e purificando o nosso coração de sentimentos nobres. E à medida que nós vamos evoluindo nesse sentido do sentimento que o o intelectual também é necessário para se se chegar à condição de espírito puro, nós vamos evoluindo. Então, aqueles que são mais determinados, que querem vencer a si mesmo, porque a gente quer vencer o outro, criticar o outro, nós temos que vencer a nós mesmos, termos a humildade de reconhecer os nossos limites, as nossas imperfeições e trabalharmos para que cheguemos a essa condição. E ele relata um caso de uma senhora, que a família tinha o hábito de fazer o evangelho, que a família eh faziam trabalhos assistenciais, era uma família harmônica e ela teve uma doença grave e veio desencarnar. O velório dela

ma senhora, que a família tinha o hábito de fazer o evangelho, que a família eh faziam trabalhos assistenciais, era uma família harmônica e ela teve uma doença grave e veio desencarnar. O velório dela era uma alegria no sentido de cânticos de oração que muitos outras pessoas de outras capelas vinham porque percebiam o quanto da vibração de amor que ali existia. Olha que lindo, o pai, os filhos estavam sentindo sim a partida da mãe, mas era de uma forma equilibrada, serena, aceitando a vontade do Pai. E antes de entrarmos no primeiro caso do que o Luís Sérgio nos fala, solidão de um desencarnado. Olha só, mas vamos nos reportar ao livro dos espíritos. Eh, no livro dois, no capítulo 6, tem algumas questões que fala sobre a comemoração dos mortos e funerais, que a gente tem dúvidas, né? como se comportar, como agir no diante de um funeral, como nós devemos, como no início eu falei do respeito que a gente deve ter com os familiares e com o desencarnado. E Kardec então pergunta se os espíritos são sensíveis à lembrança daqueles que guardam os que lhe foram caros na terra. Olha só, não precisa ir ao cemitério para eu lembrar daquele ente querido na minha casa, quando eu ou ou num templo religioso, onde for, que eu trago uma lembrança positiva daquele irmão, daquele esposo, daquele filho, daquele pai, eu estou me conectando com ele e ele se sente bem pelas boas lembranças, porque nós muitas vezes temos o mau hábito de criticarmos aquele que partiu muitente querido, ah, ele era isso, era aquilo, ele era intolerante, ele era, né? E ele sente do outro lado. Então, os espíritos estão dizendo, né, muito mais do que podes imaginar. Se são felizes, essa lembrança lhes aumenta a felicidade. Se são infelizes, serve-lhes dilenitivo. Ou seja, aqueles que estão na condição infeliz, arrependido dos erros que cometeram, se você tem uma boa lembrança dele, onde ele estiver, ele vai receber essa emanação. Olha o cuidado que nós temos que ter. Tem o agora não me lembro o livro do André Luiz que conta que um dois compadres, um

ê tem uma boa lembrança dele, onde ele estiver, ele vai receber essa emanação. Olha o cuidado que nós temos que ter. Tem o agora não me lembro o livro do André Luiz que conta que um dois compadres, um morreu e o outro ficou e no jantar ele começou, mas fulano era isso, começou a falar horrores do que tinha morrido. À noite ele ao dormir, que que aconteceu? O um padre veio tomar satisfação nele e ele acordou assustado, achando que era um pesadelo, porque ele foi inconsequente e e o e o compadre que desencarnou veio para falar com ele que ele estava enganado, que aquilo que ele estava dizendo não era verdade. Olha só a nossa responsabilidade, que muitas vezes nós ouvimos algo sobre alguém e não temos a certeza e saímos divulgando e ele do outro lado sente. E Kardec pergunta: "O dia da comemoração dos mortos tem algo de mais solene para os espíritos? Eles se preparam para visitar os que vão orar sobre os seus despojos, ou seja, no cemitério? Os espíritos atendem ao chamado do pensamento, tanto nesse dia como nos outros. É o que acabei de dizer. Não precisa, se você sente bem ao cemitério, no dia de finas ou qualquer dia, orar por aquele irmão ali no túmulo dele, nada de errado. Mas em qualquer situação você pode orar por esse irmão, porque o que que é a nossa conexão? é com o pensamento, não vão ser com atos externos. Por isso que Jesus tinha o cuidado de dizer pros fariseus: "Túmulos caiados por fora, mas ossos podres por dentro, porque não são as atitudes externas que nós vamos agradar os nossos irmãos queridos que partiram. vai ser os nossos pensamentos, as nossas vibrações de amor, de ternura, de acolhimento. O dia de finados é para eles um dia especial de reunião junto de suas sepulturas, porque muitas vezes, né, nós pensamos, não, já que é o dia deles, todos vão descer e vão estar ali esperando a visita dos seus entes queridos. Nesse dia ele se reúne em maior número nos cemitérios, porque maior é o número de pessoas que os chamam. Os chamar porque muitas vezes

escer e vão estar ali esperando a visita dos seus entes queridos. Nesse dia ele se reúne em maior número nos cemitérios, porque maior é o número de pessoas que os chamam. Os chamar porque muitas vezes você tá falando nele, pensando nele, você acaba o atraindo. Então, por isso muitos vão ali, porque sabe que vai ter um reencontro. Mas cada espírito só comparece ali pelos seus amigos e não pela multidão dos indiferentes. E aí vem dizer a essa pergunta é fundamental. A visita ao túmulo proporciona mais satisfação ao espírito do que uma prece feita em casa em sua intenção? Olha só, qual o mais importante? eu ir lá ou uma prece que eu faça com sentimento, com vontade de que ele receba esse esse essa vibração de amor, essa prece pedindo por eles. Os espíritos nos respondem: "A visita ao túmulo é uma maneira de manifestar que se pensa no espírito ausente. É a imagem que nós temos. Já dissemos, os espíritos nos dizendo que a prece é que santifica o ato de lembrar. Pouco importa o lugar se for ditada pelo coração. Ou seja, a prece em qualquer circunstâncias, em qualquer lugar, ou até para um ente encarnado que tá passando por um momento difícil e onde nós estivermos, mentalizemos ele envolvendo em energia de amor, pedindo à espiritualidade maior que o acolha, o auxilie naquele momento difícil. E da mesma forma nós podemos fazer isso em relação aos nossos entes queridos que partiram para o mundo espiritual. E vejamos o primeiro caso que o Luiz Sérgio, eu estou falando em Luiz Sérgio, eu não sei se todos sabem da história dele, ele era bancário do Banco do Brasil. Ele foi fazer, ele jovem fazer uma viagem com os amigos e houve um acidente com o carro e ele foi o único desencarnou e depois ele foi assistido e ele o primeiro livro que ele escreveu o mundo que eu encontrei. E a mãe dele era viva até coisa de um mês atrás, ela desencarnou aqui em Brasília. E então que eu muitas vezes tô falando Luiz Sérgio, Luiz Sérgio, muitos talvez não. E eu vou mostrar a capa do livro que é linda, Na hora do adeus. São

um mês atrás, ela desencarnou aqui em Brasília. E então que eu muitas vezes tô falando Luiz Sérgio, Luiz Sérgio, muitos talvez não. E eu vou mostrar a capa do livro que é linda, Na hora do adeus. São tulipas. E vejamos solidão de um recém desencarnado. Nos mostra esse relato dele a necessidade da caridade do nosso comportamento diante da dor do outro. Tratava-se de um rapaz jovem chamado Rogério. Infelizmente ele morreu por overdose. E a equipe espiritual junto com o Luiz Sérgio, ao adentrar a capela onde estava sendo velado o Rogério, ouvir era uma gritaria, um desequilíbrio. a mãe, o pai, os avós, os tios, aquela loucura pela morte do rapaz que era jovem da forma que foi. E todos desesperados, ninguém lembrava de fazer uma prece e a equipe espiritual tentando intuir um outro para que alguém fizesse, porque aquele irmão ali, o corpo inerte, tava em sofrimento, em agitação, pelo que aconteceu com ele e ali aquele tumulto, pelo desespero dos seus familiares gritando, chorando. E os espíritos não conseguiram que ninguém recebesse aquela intuição para se fazer uma prece. Aí nisso chegou o sacerdote normalmente, né, na nas capelas, quando a a religião católica ou tem o capelão ali e a pessoa aceita que se faça uma oração, foi este momento que o sacerdote entrou e come fez uma leitura e fez uma prece. E aí a equipe espiritual que estava ali para auxiliar o Rogério orou junto ali, né, em pensamento. Foi o momento que o Rogério teve um pouco de paz. Olha a necessidade da oração. E, infelizmente ali muitos estavam criticando o comportamento do Rogério pela vida que ele levava. Filho único, pais ricos, tinha carro importado e ali, olha só, a falta de caridade, só criticando, criticando o comportamento dos pais e isso afetava também aquele irmão ali desencarnado. Então, o Luiz Sérgio vem nos mostrar através desse relato que o cuidado que devemos ter, e ele diz o seguinte: "No cemitério, na lameda dos chamados mortos, a brisa soprava, as lápides com flores, pássaros cantavam, enfim, um lugar

strar através desse relato que o cuidado que devemos ter, e ele diz o seguinte: "No cemitério, na lameda dos chamados mortos, a brisa soprava, as lápides com flores, pássaros cantavam, enfim, um lugar bonito, masado de dor e saudade." Então, quando formos ao cemitério, vamos respeitar os mortos. Os mortos vivos, como nós sabemos, porque eles estão vivos como espírito. E muitos estão ali ainda vinculados. E nós chegamos muitas vezes a casos, infelizmente, eh, não sei se tem alguém aqui de interior, mas eu era do interior de Minas e era comum servir à noite que velava o corpo na casa, né? Servir bebida alcoólica. E tinha aquele contador de piadas. se passava a noite contando piadas, piadas muitas vezes fortes. Olha o desequilíbrio que se causava ali. E a gente quando fala porque havia ignorância, não havia esse entendimento que ali tá um espírito muitas vezes sofrendo, precisando de boas vibrações. E não é a gente quando a gente fala: "Ah, você tá criticando". é falta de conhecimento. Mas a partir do momento que temos o conhecimento, nós temos que adotar um comportamento respeitoso em relação aos nossos irmãos desencarnados. Rogério sofria, era um suicida inconsciente, porque ele não queria morrer. Foi pelo excesso que ele usou da droga. Só houve um pouco de alívio, como eu disse, né? E ali vamos com relação a essa questão da dor, que os pais, os parentes estavam em desespero. E é como eu falei no início, o choro, Deus nos concedeu o choro. É para este momento. Vamos chorar, sim, nós temos as nossas emoções, mas tem o o livro Religião dos Espíritos, psicografia. de do nosso querido Chico Xavier, ditado pelo benfeitor Emanuel. E esse livro é baseado no livro dos espíritos e tem um uma mensagem que Emanuel vem nos falar ante os que partiram. E ele diz o seguinte, que nenhum sofrimento na terra será talvez comparável ao daquele coração que se debruça sobre outro coração reelado e querido que o ataúde transporta para o grande silêncio. É uma dor ver a névoa da morte estampar-se inexorável na fisionomia dos

mparável ao daquele coração que se debruça sobre outro coração reelado e querido que o ataúde transporta para o grande silêncio. É uma dor ver a névoa da morte estampar-se inexorável na fisionomia dos que mais amamos e fechar-lhe os olhos no adeus indescritível é como despedaçar a própria alma e prosseguir vivendo. E que quando semelhante provação nos bater à porta, não devemos nos entregar ao desespero e devemos diluir a corrente da mágoa na fonte viva da oração, porque os chamados mortos são apenas ausentes. Olha que lindo. Então, Emanu vem falar a dor é uma dor muitas vezes indescritível para quem está ali vivenciando, mas nunca se entregar ao desespero. E no livro do André, do Luiz Sérgio, tem uma parte que tem uma médica faz palestra na no mundo espiritual e falando de tantos casos de depressão, de doenças causadas pela partida de um ente querido. Há mães que entram num processo que ela se desliga de tudo. Eu conheci uma senhora que o filho morreu num acidente e ela tinha outro filho. Ela esqueceu do filho vivo ali ao lado dela porque ela só vivia em função desse filho, não aceitava. É crítica? Não, porque a pessoa não busca ajuda. E olha só, ela ela mesmo me relatou que ela o que ajudou tinha uma vizinha que era católica e um dia foi lá e pediu a ela se ela permitia e com algumas amigas orar com ela. Ela disse que não era muito chegada a nenhuma religião, mas foram essas pessoas que foiam toda a semana ali, foram orando com ela. Ela aos pouquinhos foi se fortalecendo e conseguiu sair daquele processo depressivo que vai só piorando. Olha só a importância da oração e da ajuda que nós muitas vezes vamos ao velório, muitas vezes ligamos no caso, né, da Igreja Católica que tem a missa do sétimo dia, vamos à missa e depois nada. Será que a dor já passou daquela pessoa? Qual o nosso papel? É ligar, é fazer uma visita. Fulana, eu vou aí tomar um cafezinho com você pra gente bater um papo. Não é para falar da dor, é para ali ajudar. A pessoa tá precisando de acolhimento, de uma palavra amiga. E nós

fazer uma visita. Fulana, eu vou aí tomar um cafezinho com você pra gente bater um papo. Não é para falar da dor, é para ali ajudar. A pessoa tá precisando de acolhimento, de uma palavra amiga. E nós muitas vezes no nosso corre, no nosso dia a dia, nunca temos tempo de acolher. de auxiliar, de amparar o outro. Da mesma forma que nós queremos ser amparados, acolhidos no momento das nossas dores, o outro também quer. Lembremos sempre disso. E Santo Agostinho tem uma oração que fala para nós: "A morte não é nada". E essa é linda. Eu vou ler só um trecho porque ele vem nos mostrar que a vida continua. E ele diz: "A morte não é nada. Eu somente passei para o outro lado do caminho. Me dei o nome que sempre me deram. Falem comigo como sempre fizeram. Não utilizem um tom solene ou triste. Continuem a rir daquilo que nos fazia rirmos juntos. Rezem, sorriam, pensem em mim, sem nenhum traço de sombra ou tristeza. Você que aí ficou, quer dizer, nós que estamos aqui, sigamos em frente. A vida continua linda e bela, como sempre foi. Olha que lindo, a vida continua, eles estão vivos. Vamos sentir saudade, sim, para sempre. Mas lembrando que ele está lá também com saudade e que ele precisa lembrar dos momentos felizes de rirmos, né? E tem uma historinha, eu vi no acho que no Instagram que me encantou, um neto falando sobre a sua vozinha querida. Toda quarta-feira, após a novela da tarde, ela o chamava para comer um docinho de banana, tipo um tablete. E ele comia o doce e ela e ela fazia uma carinha boa. Hum, como um doce delicioso. E um dia a vozinha partiu para o mundo espiritual. E ele, por gostar muito da vozinha, ele continuou esse hábito, o doce sozinho, lembrando da vozinha. E ele confessou que ele não gostava do doce, mas para agradar a vozinha, ele comia o doce e fazia que gostava. E ele, isso quer dizer, é um ritual, não era uma forma dele homenagear a avó com carinho. E olha só, passou um tempo, ele foi mexer lá numa gaveta, encontrou uma caderneta de anotações da avó e tava lá.

ele, isso quer dizer, é um ritual, não era uma forma dele homenagear a avó com carinho. E olha só, passou um tempo, ele foi mexer lá numa gaveta, encontrou uma caderneta de anotações da avó e tava lá. Não posso esquecer de comprar o doce pro meu neto querido, porque ele gosta muito. Eu não gosto, mas eu conto porque ele gosta. Olha só que lindo, que demonstração de amor de um neto, uma avó e uma avó pro neto. E ele, então, ele disse que foi assim. Aí ele continuou comendo doce todas as quartas-feira. a conexão que ele fazia com a vozinha. Olha que lindo, né? Eu me encantei. E outro relato do Luís Sérgio, chore, mas não aprisione. É aquele choro revoltado, aquele choro, como eu falei, porque meu filho, porque não o filho do vizinho, né? Porque tinha que ser comigo. E olha só o que Sérgio vem nos falar, que a ele dá até o nome da pessoa, Anita, não importa, né? Que ela tinha dificuldade em engravidar e fez tratamento, vários tratamentos e conseguiu engravidar. e tinha uma condição financeira boa. A filha estudou nos melhores colégios, era aquela filha do coração, inteligente, muito brilhante, filha única, e era a Clara. A Clara era tudo para ela e seu esposo. A Clara fica noiva e vai fazer um passeio de carro com o noivo. Que que acontece? O noivo, infelizmente, achou que o carro era avião, que podia voar e uma velocidade absurda. Que que aconteceu? Houve um acidente. A Clara desencarnou e o noivo ficou. Esses pais, olha o sofrimento desses pais com a dor terrível. E eles então o que que aconteceu? Eles não aceitavam. A mãe desesperada e ela diz e que o marido, ela estava no quarto chorando e o marido chegou, tentou consolá-la, mas sua revolta era tamanha que para ela, olha só, Deus não existia, ou se existia, era indiferente a dor de um filho seu. Ou seja, ela achou que Deus, como muitos falam, Deus não gosta de mim, Deus esqueceu de mim. Muitas vezes é a hora que Deus está nos carregando no colo, como tem aquela passagem de Jesus andando as marcas na areia, né? E o nosso irmão reclamando

m, Deus não gosta de mim, Deus esqueceu de mim. Muitas vezes é a hora que Deus está nos carregando no colo, como tem aquela passagem de Jesus andando as marcas na areia, né? E o nosso irmão reclamando que na hora que ele mais precisava, Jesus abandonou. Jesus falou: "Não, olha as marcas na areia, só tem as marcas dos meus pés. Eu estava te carregando no colo. Muitas vezes aquela hora que tão nós estamos sendo mais amparada e nós não nos damos conta. E Luiz Sérgio viu a dor daqueles irmãos, aproximou, fez uma oração pedindo a Deus que aplacasse a dor. Mas aquela mãe estava com a alma muito uma ferida muito aberta pela saudade, pela revolta. E ela começou a gritar, a gritar de uma forma tal que vem enfermeira e teve que sedá-la. Aí o pai, o marido sai e vai pro quarto em direção ao quarto onde a filha dormia. E olha só, foi me surpreendeu. Ele bateu na porta e falou: "Clara, Clara, abre a porta para seu pai". Ele não tinha se dado conta que a filha tinha partido. Quando entrou e que viu que a filha aí ele teve o desespero, um choro inconsolável. Dali ele sai e vai para a cozinha e diz à: "Geni, faz o prato que a Clara goste e leve para ela." A Geni tinha conhecimentos espíritas, falou: "Seu Laerte, ela não está mais aqui. Vamos orar por ela. O senhor não quer ir a um centro espírita que pode lhe dar um consolo? De forma alguma não fale isso na minha casa. Isso é coisa do demônio. Olha, infelizmente há posturas dessa forma por ignorância, por falta de conhecimento. E aí Luís Sérgio fica triste e o, eu acho que é Henrico, não me lembro o nome, o mentor, o coordenador da equipe, fala: "Nós temos que orar por eles agora ainda não conseguimos fazer nada por esses irmãos, porque a revolta que eles estão, só vamos auxiliá-los com a prece oração. Vamos visitar a Clara, aonde ela está foi acolhida." Chegam lá, a Clara também revoltada porque ela tava noiva, ia casar e porque só ela, o noivo ficou, né, aquela revolta. E aí ela falou: "Não sei o que que está acontecendo. Parece que tem um peso nos meus pés que

Clara também revoltada porque ela tava noiva, ia casar e porque só ela, o noivo ficou, né, aquela revolta. E aí ela falou: "Não sei o que que está acontecendo. Parece que tem um peso nos meus pés que eu tento ir a janela e não consigo." Olha só, os pais estavam de uma forma tão preso a ela que tava impedindo na espiritualidade, no mundo espiritual de movimentar, porque eles estavam, quer dizer, não que eles quisessem prejudicá-la, mas eles estavam ainda muito apegado. Então, nós temos que ter esse cuidado. Vamos sentir falta, vamos chorar, mas não vamos querer trazer pro nosso lado quando ela está ainda num processo de cuidados necessários, de reabilitação. Eu estava falando com o nosso irmão Alfredo sobre as situações de EQM. Eu fui surpreendida que ele me disse de eh estado quase morte a casos de relatos, né, de pessoas que tiveram na UTI e tiveram um estado de quase morte realmente e fazem relatos lindos que eles tiveram, né, do outro lado da vida. E como é importante isso para nos mostrar que a vida continua e muitos, o estado era local era tão lindo que eles não queriam voltar. A Dra. Marlene Nobre, não, muitos devem ter ouvido falar, ela que criou a primeira unidade de de da AM, né, Associação Médico Espírita. E ela tem um livro que ela fala sobre essa questão além da morte e que ela tem uma psiquiatra americana que ela fez vários estudos, pesquisas com pessoas que passaram por esse processo e mostrando da necessidade também que muitas vezes a pessoa está ali num leito de morte, né, mas ainda está o espírito vivo e pessoas fazendo comentários ali do lado. um parente, alguma coisa e que afeta aquele espírito e ele está num processo de meio desligamento. Ele não desligou totalmente e ele retorna ao corpo. Então, tudo isso e eh na hora do aus é muito mais amplo do que a gente pensa, né? Que fala na hora do aus é o momento que a gente dá a Deus à aquele irmão e a gente se esquece. E tem uma uma historinha, me falaram que tava no livro instruções psicofônicas, mas eu não

nte pensa, né? Que fala na hora do aus é o momento que a gente dá a Deus à aquele irmão e a gente se esquece. E tem uma uma historinha, me falaram que tava no livro instruções psicofônicas, mas eu não encontrei, mas eu peguei pela internet que um senhor recebeu uma convocação do tribunal que ele tinha que comparecer tal dia a tantas horas e ele ficou preocupado. Eu tenho que ir, mas eu sozinho, eu fico com medo. Aí recorreu a um amigo. O amigo falou: "Olha, nesse dia eu tenho uma viagem a negócios, coisa importante financeiramente, não tem como. Mas faz o seguinte, eu tenho visto que você tá com as roupas meio assim rotas e tal. Eu vou te dar uma roupa boa para você se apresentar bem. Eu vou te dar de presente. Ele: "Ah, tá, obrigado." Aí ele recorreu um segundo amigo. A história, o título é: "São os três amigos. Segundo amigo, o amigo falou: "Olha, esse dia, exatamente, tá marcado um procedimento no hospital com a minha esposa. Faz o seguinte, eu não posso ficar com você lá, mas eu te levo de carro até a porta do tribunal." Ele falou: "Ótimo, tudo bem. recorreu ao terceiro amigo. Fulano, você pode entrar comigo porque eu tô inseguro, não sei. Aí o amigo, não posso, eu te aguardo na porta do tribunal. E ele chegando lá, aconteceu o amigo e ele entrou. E aí é um um sentido figurado essa história e vem nos falar o primeiro amigo, olha só, a relação com a nossa vida, com a morte, é o lado material que vai nos levar até a ao túmulo, mas dali em diante ele não vai porque não se leva a nenhum bem material. Era o primeiro amigo, representa esse lado material. O segundo amigo dizer, olha só o que que ele deu a ele, a roupa, dizer, o aspecto material. O segundo só poôde levá-lo até a porta do tribunal. É, são os familiares que levam até ao túmulo, mas dali em diante não podem seguir com ele. E o terceiro é a consciência de cada um. O tribunal representa aí a hora que o espírito vai se dar de frente com a sua consciência e perceber os seus erros, os seus acertos. Então, o terceiro amigo é aquele que vai estar

sciência de cada um. O tribunal representa aí a hora que o espírito vai se dar de frente com a sua consciência e perceber os seus erros, os seus acertos. Então, o terceiro amigo é aquele que vai estar sempre conosco, que é a nossa consciência, que vai nos acusar ou nos auxiliar de acordo com a vida que levamos. Então, a gente tem que ter esse cuidado de como nós estamos agindo com os nossos familiares, com os nossos amigos em ambiente de trabalho. Tem o Roberto, eu não sei pronunciar, tá gente? Chiniaque, eu acho que eu pronuncia assim, um um psiquiatra e ele eh trabalhou muito tempo em uma unidade de situações tipo eh EQM ou situações difíceis que eh não é EQM, é aquela situação que eles falam eh pacientes em em situações de risco que não tem como recuperar. né, que eles falam hoje, cuidados paliativos, né, cuidados paliativos para não falar paciente terminal, que antes se usava essa expressão. E ele disse que todos que ele teve a oportunidade de estar ao lado e assistir, ninguém reclamava por eu não fiz aquele concurso que ia me dar uma situação melhor, porque eu não comprei aquele imóvel e sempre não o que ele falava, o que os pacientes falava, por que eu não disse mais vezes eu te amo? Por que eu não dis, fui paciente com a minha esposa quando ela reclamava algumas situações, por tive mais presente na vida dos meus filhos. Olha só. Então ele mostrando que naquele momento que a pessoa se dá conta que vai partir, ele se volta mais pro lado do amor, do lado espiritual. Por quê? E nós temos que ter esse cuidado quando chegar a nossa hora e chegarmos lá e percebermos que dizemos pouco eu te amo ou pouco me perdoe não vamos nos entregar a culpa. Vamos ter a fé que vamos ter novas oportunidades e vir com um propósito. Olha o que Kardec falou, o renascer. Quando já voltarmos, estarmos mais preparados para amar mais, combatendo o ressentimento, o ódio, o sentimento de vingança. Eh, essa questão de de momentos, né, que a gente nós normalmente nós ficamos muitas vezes nos cobrando quem

ais preparados para amar mais, combatendo o ressentimento, o ódio, o sentimento de vingança. Eh, essa questão de de momentos, né, que a gente nós normalmente nós ficamos muitas vezes nos cobrando quem fica, né? Por que que eu não disse para minha mãe mais vezes se eu te amo? Porque eu não disse a minha mãe gratidão por tudo que ela fez que e não vamos nos entregar também a culpa. Falemos com ela igual o neto com o docinho, com a avó. Mentalmente, mãe querida, eu sei que eu não correspondi o que a senhora esperava de mim. Meu pai, eu fui muito intransigente com o senhor. Meu filho, me perdoa, mas aquele sentimento sincero, porque onde eles estiverem, eles vão perceber que você está sendo sincero, sincera. daquela situações pelas quais vocês passaram. Mas como estamos aqui encarnados, não vamos deixar para amanhã o que podemos fazer hoje em relação aos nossos familiares, nossos entes queridos, nossos amigos queridos, nossos que como fala ambiente de trabalho, que é um local de testes, de exercício, de tolerância, de paciência e que nós muitas vezes Não conseguimos. E muitas vezes eu lembrei de uma pessoa aqui na comunhão que me disse: "Você tá levando a pessoa pra sua casa". Eu tinha dificuldade com a colega e eu levava ela realmente paraa minha casa porque eu ficava lá remoendo o que ela tinha me dito, o que ela tinha me feito. Olha só, só fazia mal. Então o que que você faz? E eu lembrei, ah, todos conhecem a Maís, ela, eu não esqueço desse exemplo que ela falou, essas pessoas que te incomodam, que tira você do sério, imagine entregando a ela uma rosa da cor que você achar que ela vai gostar mais. Aí a Mais fala: "A primeira vez você vai tentar, você vai puxar e vai machucar o dedo do com espinho, a pessoa que você tá entregando a roça, porque você ainda não conseguiu se libertar daquele ressentimento." Mas à medida que você vai treinando a entrega desta rosa, você se liberta e você consegue chegar. Isso em pensamento. Olha só, vibração de entregar rosa para aquela pessoa. E eu estou dizendo

imento." Mas à medida que você vai treinando a entrega desta rosa, você se liberta e você consegue chegar. Isso em pensamento. Olha só, vibração de entregar rosa para aquela pessoa. E eu estou dizendo isso porque eu vivenciei essa experiência com essa colega e eu consegui. Ela mudou? Não, mas eu mudei em relação a ela. E é isso que a gente tem que fazer com aquele parente difícil, com a sogra, né? Que a gente vê situações difíceis. É, e para encerrar tem uma historinha também sobre essa questão de sogra. A, era lá no Oriente uma cultura diferente e a o filho mais velho quando casava, a esposa tinha que morar com ele junto com a mãe dele, a sogra. E ela tinha que atender a todos os desejos da sogra, tinha que obedecer a sogra. E ela no início foi uma dificuldade, começou a ter raiva da sogra e tal. E aí aquelas amigas, entre aspas, chegou para assim: "Olha, tem um cara ali que ele é feiticeiro e ele vai resolver o seu problema." E ela foi e era um senhor já de idade e ela contou, né, e que queria exterminar a sogra. E ele com a homem, mas por que ela contou? Então ela fal assim: "Olha, vou fazer o seguinte, eu vou te dar eh é uma erva, você vai misturar na comida, no leite, no café, ela não vai sentir o gosto e ela não vai receber". E mas tem um detalhe, você vai passar a tratá-la muito bem, ser carinhosa, obedecê-la sem reclamações. Ah, mas quanto tempo isso vai durar? Vai durar alguns meses. Vai depender da resistência dela, mas seja e modifique, porque até quando ela desencarnar não vão te culpar. E ela começou tratar a sogra muito bem. E a sogra então sentia que tava sendo bem tratada e começou uma relação de amizade, de respeito. Chegou um determinado mês, ela eu não quero que minha sogra morra, eu a amo. Descobri que eu a amo. Voltou lá no Senhor e ela falou: "Olha, faça algum coisa para reverter essa situação, porque eu quero que ela continue viva, porque eu a amo. descobri que ela tem valores. Ela é uma pessoa extremamente eh responsável, respeitosa, me acolhe

faça algum coisa para reverter essa situação, porque eu quero que ela continue viva, porque eu a amo. descobri que ela tem valores. Ela é uma pessoa extremamente eh responsável, respeitosa, me acolhe com carinho e falou uma série de elogios. Aí o senhor deu um riso, falou assim: "Fique tranquila. O objetivo era esse. O aquele chá era só um um algo para melhorar o sabor da comida, do chá, do leite, do Não fez mal nenhuma a ela. Olha só a oportunidade, em vez de nós ficarmos, né, antes que o outro parta e e de lá ele com raiva de mim e eu aqui com raiva dele, né? São historinhas que nos mostram como devemos comportar com aqueles que temos dificuldade. Não vamos deixar paraa próxima reencarnação. Vamos aproveitar aqui e agora. E encerrando, tem um tempinho, encerrando, gente, tem uma uma mensagem linda, partida e chegada do Víor Hugo, escritor, poeta que depois se tornou espírita, francês, e ele vem falar sobre partida e chegada. Quando observamos da praia um veleiro afastar-se da costa, navegando no mar adentro, impelido pela brisa matinal, estamos diante de um espetáculo de rara beleza. O barco impulsionado pela força dos ventos vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor. não demora muito e só podemos contemplar um pequeno ponto branco na linha remota e indecisa onde o mar e o céu se encontra. O barco, à medida que vai seguindo, ele vai sumindo das nossas vistas. Quem observa o veleiro sumir na linha do horizonte certamente exclamará: "Já se foi, terá sumido, evaporado?" Não, certamente apenas o perdemos de vista. O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade que tinha quando estava próximo de nós. Continua tão capaz quanto antes de levar ao porto de destino as cargas recebidas. O veleiro não evaporou, apenas não podemos mais ver. Ele continua o mesmo. E talvez no exato instante que alguém diz: "Já se foi, haverá outras vozes mais além a afirmar: Lá venho o veleiro, assim é a morte". Quando o veleiro parte, levando a preciosa carga de um amor que nos foi

vez no exato instante que alguém diz: "Já se foi, haverá outras vozes mais além a afirmar: Lá venho o veleiro, assim é a morte". Quando o veleiro parte, levando a preciosa carga de um amor que nos foi caro e vemos sumir na linha que separa o visível do invisível, dizemos: "Já se foi, terá sumido, evaporado?" Não, certamente apenas o perdemos de vista. O ser que amamos continua o mesmo. Sua capacidade mental não se perdeu. Suas conquistas seguem inatas, da mesma forma que quando estava ao nosso lado. Conserva o mesmo afeto que nutria por nós. Isso é lindo. Eles continuam nos amando. Nada se perde não ser o corpo físico de que não mais necessita no outro lado. Quando partimos, o nosso corpo físico fica, mas nós partimos, alçamos voos, nos libertamos daquela carga pesada da vida, do corpo físico. E é assim que no mesmo instante em que dizemos já se foi no mais além. Outro alguém dirá: "Feliz, já está chegando." A gente sabe que quando nós partimos pro mundo espiritual, amigos, familiares nos aguardando, nos recebendo. É muito lindo isso. A doutrina realmente ela é esclarecedora, mas principalmente consoladora. Chegou ao destino, levando consigo as aquisições feitas durante a viagem terrena. A vida jamais se interrompe, nem oferece mudanças espetaculares, pois a natureza não dá saltos. Cada um leva sua carga de vícios e virtudes, de afetos e desafetos, até que se resolva por desfazer-se do que julgar desnecessário. A vida é feita de partidas e chegadas, de idas e vindas. Assim o que para uns parece ser a partida, para outros é a chegada. Um dia partimos do mundo espiritual na direção do mundo físico. Nooutro partimos daqui para o espiritual num constante ir e vir como viajores da imortalidade que somos todos nós. Quando partirmos que partimos com muito amor, deixando amores aqui e chegando lá sendo acolhido por amores que foram antes de nós. Que Jesus nos abençoe, nos ampare e nos fortaleça diante das dores quando nossos entes queridos partirem. Muita paz. Que Jesus nos abençoe hoje e sempre. Que assim

o por amores que foram antes de nós. Que Jesus nos abençoe, nos ampare e nos fortaleça diante das dores quando nossos entes queridos partirem. Muita paz. Que Jesus nos abençoe hoje e sempre. Que assim seja. Agradecemos a nossa irmã Vânia Ramos pelas suas palavras com consoladoras e por essa palestra carinhosamente feita, elaborada. Imaginamos o tempo que você teve para trazer essa mensagem. Deus te abençoe. Eh, depois da prece que faremos agora, teremos um aviso. Então, peço que aguarde um pouquinho só depois da prece. E agora o convite é esse que fazemos para nossa prece final. Fechamos os nossos olhos físicos, abrindo o nosso coração para o plano espiritual, tendo na nossa tela mental a figura doce e meiga de Jesus, que nos olha, nos estende as mãos e nos convida a caminhar com ele. Jesus, Mestre querido, entregamos em tuas mãos amorosas nossas dúvidas e aflições, pedindo que temos força, fé e esperança para continuarmos nossa jornada nesse mundo. Pai amado, visite a nossa tela mental e nos ajude, Senhor, nos auxilie nesse caminhar, que saibamos sempre receber o a Deus e dar o a Deus nos momentos certos. Porque a vida é vida. Só existe vida em nossa vida. Pai amado, obrigado por tudo. Deus abençoe essa casa que nos acolhe com tanto carinho, com tanta amorosidade. Pai amado, abençoe o nosso lar, o nosso local de trabalho. Esteja conosco sempre, Senhor. Muito obrigado por tudo. Graças a Deus e graças a Jesus. E com essa prece final, vamos ao aviso que é rapidinho. Estamos chegando no Natal, tá pertinho. E a comunhão espírita pretende fazer um Natal para cerca de 300 famílias e precisa de vocês. E o que nós podemos doar? Vai agora a lista. Eu até quero passar o Natal aqui que é muito bom, que tá aqui nessa lista, ó. Farofa, batata palha, panetone, Lucas enlatado, sardinha, milho, ervilha e azeitona. Geleias, suco de fruta em embalagens longa vida, chocolates, doces em lata, bombões achocolatados e shark embalado à vaga a vácuo. Pra entrega até o dia 30 de novembro. Aonde entregar? As doações

ona. Geleias, suco de fruta em embalagens longa vida, chocolates, doces em lata, bombões achocolatados e shark embalado à vaga a vácuo. Pra entrega até o dia 30 de novembro. Aonde entregar? As doações podem ser entregues no almochariflado. Então, tragam bastante coisa gostosa. Isso é muito bom. As pessoas que nós assistimos não é só feijão e arroz, não. Também gosto de doce, de chocolate. Sempre tem aquela cesta básica básica, né? Feijão, arroz, farinha. Nesse dia vamos dar um chocolate, vamos dar alguma coisa a mais e contamos com todos vocês. Deus nos abençoe sempre. Obrigado. >> Boa noite a todos. Dentro de instantes daremos início ao passe. Gostaria de fazer algumas recomendações e lembretes. Em primeiro lugar, chamaremos todos aqueles com qualquer tipo de dificuldade locomotora. Depois chamaremos os da melhor idade, depois as crianças, todos esses com seus acompanhantes. Após daremos início à chamada sequencial numérica das fichas que foram distribuídas. Aqueles que, porventura têm obtido ficha e venham a fazer o uso de qualquer uma das filas preferenciais, não se esqueçam de entregar a ficha. Todos aqueles que porventura não têm obtido ficha e que desejam tomar o passe, podem aguardar que ao final todos serão chamados. Uma semana abençoada a todos. Em primeiro lugar, todos aqueles com qualquer tipo de dificuldade de locomoção, por gentileza, a sala do passe. Sì. os da melhor idade. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita [música] de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo [música] os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à

sica] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Trai, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a [música] caminhada. >> Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade [música] e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para [música] continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que [música] estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua [música] vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje.

nsinou. Pai nosso que [música] estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua [música] vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes [música] entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, [música] calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, [música] retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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