Música e plano espiritual, com Flávio Henrique e Marcelo Ferreira e apresentação de Adriano Máscimo
Live de estudos espíritas com o tema "Música e plano espiritual", com Flávio Henrique e Marcelo Ferreira e apresentação de Adriano Máscimo!!! Não perca!!!
เฮ ไป Deus protetor, aqui me ponho aos seus pés para lhe falar. Pai, pequeno eu sou, mas seu amor me deu a chance de poder recomeçar. Por isso peço em oração que ilumine meu caminho de cristão. Que eu jamais esqueço o que eu tenho nas mãos. A doutrina da consolação. Pai meu criador, bênção maior, tesouro igual, neste lugar não há. Pai, ó meu Senhor, com gratidão lhe peço forças para fazer multiplicar no lar, na casa de oração, numa rua onde houver algum irmão, levarei com toda a minha Minha devoção, a doutrina do meu coração. Pai meu criador, bção. maior tesouro igual neste lugar não há. Pai, ao meu Senhor, com gratidão lhe peço forças para fazer multiplicar no lar, na casa de oração, numa rua onde houver algum irmão. Levarei com toda a minha devoção a doutrina do meu coração. Ah. Olá, sejam todos muito bem-vindos a mais uma live do Igés, Instituto Goiano de Estudos Espíritas. É com muito prazer que nós estamos aqui com vocês neste dia 29 de setembro de 2025 para mais um momento aí de estudos de um tema relacionado à doutrina dos espíritos. E hoje nós estamos aqui com os nossos amigos Flávio Henrique e Marcelo Ferreira. Sejam bem-vindos, meus amigos. Tudo bem? Deixa eu abrir o microfone de vocês aqui. Agora sim. Agora sim. >> Tá tudo bem? Tudo bem? Graças a Deus. E vocês aí, como é que tá? Muito obrigado aí pela pelo convite, oportunidade. >> Deixa eu abrir o do Flávio aqui. Abriu, Flávio? Ah, pronto, agora sim. >> Boa noite. Tudo todos bem? >> Tudo bem, graças ao bom Deus. >> Nos ouvindo. >> Eh, >> estamos estamos te ouvindo. Para quem não os conhece, eles estiveram comigo aqui em maio, se eu não me engano, 5 de maio, foi o dia que nós fizemos uma live. Deixa eu até confirmar aqui, ó. 5 de maio. Isso mesmo, que a gente fez um bate-papo acerca da arte espírita, né? E hoje os meninos vão conversar com a gente aqui acerca desse tema, né? Música e plano espiritual. Vou até perguntar para o Flávio depois aí porque a sugestão desse tema, né? Eh, só para ressaltar aí quem não os conhece.
o conversar com a gente aqui acerca desse tema, né? Música e plano espiritual. Vou até perguntar para o Flávio depois aí porque a sugestão desse tema, né? Eh, só para ressaltar aí quem não os conhece. O Flávio, Flávio Henrique é da Casa Espírita Maria de Nazaré e da banda Espírita Ilumina. E o Marcelo, Marcelo Ferreira. é do grupo BSS Harmony. Se bem que eu tenho que perguntar ô Flávio, eu já vou já vou perguntar aqui pro Marcelo, porque o Marcelo estava no nas terras do tio San e está de volta ao Brasil, né, Marcelo? Mas continua lá no no grupo ou o grupo era de lá? Como é que ficou isso aí? >> Não, a a gente montou o grupo lá, né, na casa no Brawer Spiritist Society, que é o centro que onde eu frequento desde frequentei desde 2014, né? Então, em 2017, a gente fundou lá 2018 o, eu fui um dos fundadores, né, do grupo BSS Harmony. E mas aí a partir desse ano, eh, esse ano que entrou agora, né, eu me eu precisei me afastar lá do do grupo, né, essa por problemas. E aí eu vim pro Brasil, né? Então eu tô aqui, o grupo continua lá, né? As meninas, a Dani e a Talita, ela continuam, né? Eh, tocando lá, acharam até um outro tocador de violão lá, lá, um violeiro. E elas estão tocando o barco lá e eu tô por aqui agora. Aí eu tô, tô tô afastado no caso, né? Não, não estou participando mais. >> Certo, certo. Flávia, aí, meu irmão, tudo tranquilo? Como é que está lá a casa de Maria? Maria de Nazaré. É só lembrando, né? Até o Flávio não sabia. Eu dei a notícia para ele. Quem é aqui de Goiânia, de Goiás, hoje nós tivemos a notícia do desencarne do Dr. Nilton, que é um ex-dirigente do Centro Espírita Apóstolo Paulo, um centro importante aqui de Goiás, né? Eh, e ele foi um grande trabalhador da doutrina espírita. Até essa live fica como uma homenagem a ele. Foi um um grande trabalhador. O Flávio conhecia também, né, Flávio? Mas e aí, como é que está lá a casa de Maria? Tudo bem? Tudo na paz, graças a Deus. >> Então, tá bom. E a banda, a banda aínd agenda de de apresentações aí? Vocês têm
ávio conhecia também, né, Flávio? Mas e aí, como é que está lá a casa de Maria? Tudo bem? Tudo na paz, graças a Deus. >> Então, tá bom. E a banda, a banda aínd agenda de de apresentações aí? Vocês têm trabalhado muito aí na nos eventos espíritas? Como é que tá? Nós estivemos sábado na cidade de Montes Claros, Goiás, um pouquinho de paraa frente de Iporá. Aí de e passamos a noite lá na casa da nossa irmã, nosso irmão Fausto, que nos recebeu lá também. Então também passamos por Iporá fazendo palestra lítero musical. E aí a gente tem agenda pro mês que vem, para novembro e vai indo, né? Graças a Deus. >> Bacana demais. Eu essa região aí até Iporá eu já fui agora. Não passei de porar não. Não conheço mais pra frente não. Mas eu uma hora eu quero fazer esse esse trecho aí. Ó, tem muita gente se manifestando aqui no no chat. Vamos lá. Teca filizola, nossa amiga Teca, que está nos Estados Unidos, viu, Marcelo? Você voltou, mas ela continua lá representando. Tem gente lá. É, >> a Teca está por lá, deixou o seu boa noite. Valeu demais, Teca. Muito obrigado, viu, por estar nos prestigiando. A Sandra Braz está conosco também. Selma Denmark, outra presença internacional aqui no chat. Ela também está lá nos Estados Unidos, né? Ela que já participou do programa aqui comigo, apresentou o material lá sobre Heidesville. Muito bacana. Valeu demais, Celma. Obrigado. Ã, deixa eu ver quem mais. Jana Alesso, deixou boa noite. Suelma Santos também deixou boa noite. A Derlei Canedo também está conosco, deixou boa noite. Valeu demais. Renato Caro também. Fausto Braz, presença ilustríssima aqui, ó. Ivana Reisk tá aqui com a gente também nos acompanhando. Valeu demais, Ivana. Obrigado. Beijão no coração. Abração aí pro Alexandre. Dayane Pinheiro também está conosco. A Dayane, Dayane, se não me engano, é a Dayane lá do Jardim Serrado, lá do trabalho. Ô, Flávio, lá do do Fonte Viva. Depois ela confirma aqui para mim. Ah, deixa eu ver aqui. Dais Florencio, olha que bacana, direto da Pensilvânia.
gano, é a Dayane lá do Jardim Serrado, lá do trabalho. Ô, Flávio, lá do do Fonte Viva. Depois ela confirma aqui para mim. Ah, deixa eu ver aqui. Dais Florencio, olha que bacana, direto da Pensilvânia. Que bacana. A presença maciça do dos Estados Unidos aqui no >> aqui no chat. >> A gente vem pro Brasil, mas os Estados Unidos continua aqui, né? Raquel Lima conosco também deixou o seu boa noite. A Ivana falando aqui que a a Suelma é o amor do Flávio, né, Flávio? >> Ó, entregou, Flávio entregou, Flávio aqui. Eh, e a Dayane confirmando, é a Daiane lá do Serrado mesmo. Valeu demais, Daiane. Obrigadão, viu? Faça sempre assim, esteja sempre conosco aqui no Gés Falando Espiritismo. Beijão aí para todos vocês do Jardim do Serrado. Valeu demais. Flávio, deixa eu te perguntar. Quando eu falei para você da a gente conversou sobre a live de hoje, você me passou esse tema, né? Música e plano espiritual. Por quê? Qual que é a ideia aí da da live de hoje, da nossa conversa acerca desse tema? Nós estávamos indo lá para Montes Claros e íamos conversando sobre esse assunto. Estávamos eu, a Souão e o Felipe, nosso guitarrista da banda. falando que realmente não existe coincidência, tudo é um planejamento espiritual. E daí a gente foi, né, conversando como que cada um de nós chegamos a esse trabalho da música dentro do espiritismo. E ao fazer a palestra lá nessa casa que nos acolheu com tanto carinho, Centro Espírita Deus Cristo e Caridade, naquele momento ali, antes de começar a palestra, eu senti já uma influência tão positiva, tão boa. E durante a palestra, eh, a gente foi sentindo esse envolvimento, essa emoção, não é, Sandra? A Sandra tá está aí, pode contar aí no chat pra gente dessa emoção, né? A gente se emociona. Me emocionei muito quando fui falar de Ismael, porque a própria casa, né, já traz o nome Deus Cristo e caridade. Então nós vamos percebendo que não só na música, mas em todo o trabalho que é feito com amor, com dignidade e em nome do Cristo, ali vai se reunir uma espiritualidade para poder dar o
isto e caridade. Então nós vamos percebendo que não só na música, mas em todo o trabalho que é feito com amor, com dignidade e em nome do Cristo, ali vai se reunir uma espiritualidade para poder dar o suporte, porque nós sabemos que no mundo de hoje nós encontramos muito, né, antagonismo, muita, muita guerra espiritual. E se não fosse essa espiritualidade para nos dar proteção, nós teríamos uma grande dificuldade, né, de manter o trabalho adiante. Então, essa live é até uma forma da gente agradecer a esses bons espíritos que estão sempre ao nosso lado. Não importa onde a gente esteja, né, Marcelo? Marcel tá no Brasil, mas já está iniciando um outro trabalho musical e com certeza a espiritualidade vai estar ali do lado dele, porque a cera do Cristo não é aqui no Marin de Nazaré, não é lá no BSS, é em todo mundo, né? Ele sendo o nosso governador, ele deve estar atento a todas as frentes de trabalho novas ou antigas, que em nome dele leva a sua mensagem e nós levamos ela através das canções. E depois a gente pode falar de alguns casos que eu ia contando, né, pro Felipe, casos que aconteceram que nos nos mostra o quanto que essa proteção é poderosa e ativa em nossa vida. >> É isso aí. A Ivana mandou uma mensagem aqui falando, ó. A música eleva a alma ao fazer vibrar as notas mais sensíveis do coração. É isso aí, Ivana. Ivana, que é a cantora de coral, viu, Flávio? tá lá no Eh, gente, como é que é o nome? Ô, Ivana, me põe no chat aí, por favor, como é que é o nome do coral? Eh, se não me engano, você tava lá no coral da irradiação, não é isso? >> Vida e luz. >> Vida e luz, não é? >> Vida e luz. >> Pois é, se eu não me engano, ela tava lá no coralda e luz. >> Depois ela confirma aí pra gente, >> tá? Eu já cantei com a Ivana no congresso. Tive essa honra de cantar com ela. Fiz dupla com ela lá no congresso. >> Que honra. Que >> bacana. >> Ela ela tá confirmando aqui é o coralda e luz. É o da é da irradiação mesmo, né? A sede lá da dos ensaios. Enfim. É é é >> bacana demais. Bacana demais. Eh, e
ongresso. >> Que honra. Que >> bacana. >> Ela ela tá confirmando aqui é o coralda e luz. É o da é da irradiação mesmo, né? A sede lá da dos ensaios. Enfim. É é é >> bacana demais. Bacana demais. Eh, e assim, e aí, Marcelo, e para você, o que que representa a música, né, para você em relação ao trabalho espírita? Qual a correlação que você faz eh da música com tudo que a gente vivencia aí eh nesse trabalho junto à espiritualidade? Olha, eh, eu venho de uma de uma família onde tem muitos músicos, né, muitos cantores, né, de música sertaneja, né, então eu cresci no meio de uma de uma roda musical, né? Então, quando eu comecei a a a me entender melhor que eu ia na igreja e vi as meninas, o grupinho lá tocando, eu achava aquilo fantástico, porque primeiro que eu gostava de música e segundo que tocar essas músicas que falassem sobre o evangelho eh eh, né, era é muito edificante, né, muito a muito muita bênção, né, no caso. Então, eh, chegando lá no lá no nos Estados Unidos, um do presidente da casa lá, ele sabia que eu tocava violão, né? Então, ele me convidou aí para que eu pudesse fazer isso em 2016, que eu começasse um trabalho lá. E o que a gente tem percebido é que a música ela, por a pessoa vem assistir a palestra ali, você não sabe nada dela, né? ela simplesmente senta ali, eh, para escutar o palestrante falar sobre o tema ali qualquer e você não sabe o que que ela tá passando na casa dela, no trabalho, com a família, filhos, maridos, né, essas coisas. E já teve muitas vezes da gente eh armar um repertório, né, eu com as meninas e de repente eh cara, as meninas ou eu v vamos tocar tal música, né, porque ia sair fora do repertório. Eu mesmo não gostava de fazer isso porque eu achava que tinha que seguir o repertório ali, mas a gente não vamos cantar tal música. Aí nós cantávamos aquela que um dos três, né, eh eh sugeria justamente porque a essa influência, né, que o Flávio falou bem falado aí sobre a influência espiritual que a gente sente na hora, né, quando toda vez que a gente saía desse caminho
né, eh eh sugeria justamente porque a essa influência, né, que o Flávio falou bem falado aí sobre a influência espiritual que a gente sente na hora, né, quando toda vez que a gente saía desse caminho que tocava uma música que a gente sabia, né, claro, e no final da palestra tinha, nossa, vocês tocaram aquela música, nossa, me aliviou tanto o coração. pessoas que estavam ali, a gente cantava uma música e a pessoa começava a chorar, né? Então a gente começou a perceber que a palestra em si era muito boa, porém nem sempre as pessoas elas se conectavam com a palestra, né? Porque a palestra ela ela são muita fala, né? Então o que você leva daquilo não é tão grande assim, não é tudo. Mas a música ela tem esse poder de mexer com você naquela hora lá que você escuta aquela canção, né? Então, eh eh quando você vê isso e quando você vê que aquela sua arte, aquela que você consegue produzir, tá levando alívio, mesmo que seja temporário para aquela pessoa que está precisando naquele momento, aí você começa, opa, tem uma coisa diferente aqui que eu posso fazer, eu posso eh melhorar a vibração da casa, né, energeticamente que os mentores, o plano espiritual vai usar esses essas energias, né, para na hora do face para na hora da cirurgia, na hora das mediúnicas, né? E aí isso tudo cria, né, uma uma uma força espiritual muito grande, eh uma energia que a que os mentores conseguem, né, eh usar aquilo em prol em outros trabalhos também. E ah isso é isso é edificante demais, né? Porque, cara, eu tô fazendo um trabalho que na qual eu posso eh eh eh usar, né, os mentores que usam, na verdade, né, usam essa energia para fortificar outros trabalhos também. Então, quando você consegue entender isso na raiz mesmo, cara, não tem coisa melhor você fazer o que você ama e ainda assim tá ajudando ao próximo, que é o que eh, o Cristo fez, né? ele veio, largou tudo que ele tinha lá de bom em algum lugar no plano espiritual. Não, deixa eu ir lá ajudar essa turma um pouquinho, né? Então, por que que a gente não pode fazer também?
sto fez, né? ele veio, largou tudo que ele tinha lá de bom em algum lugar no plano espiritual. Não, deixa eu ir lá ajudar essa turma um pouquinho, né? Então, por que que a gente não pode fazer também? Então, eu acho que cada um de nós temos os talentos, né? Mas eh a música eh nesse caso ela para quem consegue fazer eh eu posso dizer estamos aí abençoados, né, dentro de um contexto dentro da doutrina, dentro da música espírita que seja, de poder levar através da nossa arte esse alívio para todos que precisam. Isso aí, ó. A Ivana colocou aqui que fiz, eles fizeram ontem uma palestra líter musical lá na irradiação, né, o coral vida e luz e que foi lindo e emocionante. É isso aí. Deixa eu mandar um abraço aqui para Nadir Ramos, que também está conosco aqui no no chat se manifestando. Valeu demais. Aad Nadir Ramos é minha mãe, hein? Minha mãe. Minha mãe. >> Que bacana. Que bacana. Que bom. Abração para ela. Abração. Eh, ô, Marcelo, você tá você tá no interior do São Paulo, é isso? >> Não, eu tô na capital. Na capital. >> Ah, você tá em São Paulo capital, né? >> São Paulo capital. É, >> São Paulo capital. Bacana. Bacana. Pessoal, eh assim, eu não sei se da da na outra oportunidade eu eu cheguei a comentar com vocês. Eu já tive uma passagem na música também, né? Só que a a música do mundo, como se diz, tive dupla sertaneja e tal no no início aí dos anos final dos anos 90 e início dos anos 2000. E a gente gosta de música, eh tá na no no na corre na veia mesmo, não tem jeito, né? E a gente sente falta da da música, sim. em todos os eventos da vida da gente. Eu, se eu chego numa confraternização, num aniversário, por exemplo, ah, aniversário de um de um parente que você chega lá, o pessoal tá fazendo um churrasco, se não tem música nenhuma, eu aquilo ali para mim, enfim, parece que tá tá faltando alguma coisa. Pode ser um velório, se não tiver uma música de fundo, parece que tá faltando alguma coisa. Eh, eh, para vocês é assim também, a música tem essa importância, né? Eu eu particularmente sinto falta da
. Pode ser um velório, se não tiver uma música de fundo, parece que tá faltando alguma coisa. Eh, eh, para vocês é assim também, a música tem essa importância, né? Eu eu particularmente sinto falta da música em em tudo. E eu já lanço uma reflexão, não sei se vocês, as pessoas que estão aqui através do chat participando, o que que seria o mundo sem a música? Vamos por um momento imaginar o mundo, a vida sem música. Sem música? Não existe música. Como é que seria isso? Não existiria, né? Não existiria, não, não existiria o embalo da vida, né? Porque nós cantamos pro bebê que tá lá na barriga. Quando ele nasce, a gente canta de alegria. A gente canta parabéns hoje, eh, faz aniversário mês, né? Canta parabéns todo mês. Você bem disso. A gente canta lá para quem passou pro plano espiritual. A gente canta quando tá triste para para alegrar. A gente canta quando tá alegre para continuar alegre. Então, a música ela tá em todo local, porque eu acredito que a música ela só é uma reprodução da criação divina em nós, porque a ciência já comprovou que cada astro emite uma nota, né? Então, uma nota vibrando de um planeta ou outra nota de outro planeta, o nosso sistema solar já é uma melodia, já é uma canção em si. Então, a arte ela é somente uma tentativa nossa, humana de reproduzir as belezas que Deus fez através, né, do nosso cocriador Jesus. Então, não existe no mundo, eu acredito que não existe local nenhum onde não perparça ali em todas as situações a música, né? Esse mês passado eu tive uma experiência tão interessante. Eu acho que foi no feriadão, eu só sei que eu estava sozinho lá nas semanas, os meninos estavam viajando, acho que era no feriado. E a palestrante foi e não me disse nada. Ela estava com a mãe dela na UTI nos últimos momentos. E olha só a responsabilidade dela, né? Ela foi fazer a palestra na manhã de segunda-feira, algumas horas depois a palestra, a mãe dela desencarnou. Eu acredito que foi na quarta ou na quinta-feira, ela me mandou uma mensagem e me conta, fala: "Olha,
zer a palestra na manhã de segunda-feira, algumas horas depois a palestra, a mãe dela desencarnou. Eu acredito que foi na quarta ou na quinta-feira, ela me mandou uma mensagem e me conta, fala: "Olha, minha mãe, naquela noite eu estava muito ruim, eu estava muito mal, porque minha mãe estava na UTI e a gente sabia que não tinha mais retorno, mas as canções conseguiu me acalmar, me consolar e eu consegui fazer a palestra. E por incrível que pareça, naquele dia eu não estava bem. Eu estava mal, eu estava muito chateado. Por incrível que pareça, naquele dia eu estava chateado. Mesmo chateado, a gente consegue através da canção ajudar alguém. Isso foi uma experiência tão boa para mim, porque eu pensei, se eu tava chateado e conseguia ajudar alguém, imagina quando a gente faz isso bem, com amor, com tranquilidade. Então, olha só como que a música ela tem a capacidade de transformar interiormente, né, situações tristes, conflitantes. Até mesmo o palestrante que chegou foi tocado pelas canções. E daí a gente vê que a gente não pode ter vaidade, nem prepotência, nem arrogância, porque não partiu de mim, porque eu não tava bem também. Eu cheguei mal e a música também me ajudou a entrar em sintonia. No final da reunião eu já estava bem. Então, a canção, a música, essa proteção espiritual da casa espírita, dos mentores que trabalham conosco na música, foi me envolvendo, envolveu palestrante e com certeza envolveu os desencarnados e os encarnados que ali estavam. Foi uma grande experiência, um grande aprendizado que eu tive tão recentemente. >> Marcelo, e para você, como é que é essa questão? Eu fiz um, eu fiz um, um estudo uma vez lá no Braward sobre a história da música e desde o começo, né, da criação, quando a música, sons, na verdade que a música ela é um conjunto de de harmonia, melodia, né, essas coisas. A música ela foi criada na época justamente para celebrar a a Deus, né? Então eles faziam alguns sinais, alguns sons, alguns mantras, né, alguma algumas falas. E aí a música, então, ela foi criada eh na
música ela foi criada na época justamente para celebrar a a Deus, né? Então eles faziam alguns sinais, alguns sons, alguns mantras, né, alguma algumas falas. E aí a música, então, ela foi criada eh na época, né, há muitos milhares de anos atrás, ela foi criada aí eh eh nesse intuito de quando eles se reuniam, algumas tribos, algumas comunidades pequenas, né, eles se reuniam para adorar a a Deus, a a criação, a natureza, né, os pássaros, tal. Então, ah, começaram-se então surgir pequenas, pequenos instrumentos musicais, como a flauta, né, aquelas flautas antigas, eh, e até os sons também, que hoje em dia temos letras, né, basta letras grandes, né, longas, mas antigamente não, era só um lá lá, lá lá, lá, lá, né, tipo assim, eram coisas menores, mas tudo isso era para para a para louvar a Deus. Então, eh, conforme foi passando o tempo, a, a música ela foi ganhando estruturas, né? Foi ganhando corpo, foi ganhando teorias. no caso que, né, acho que em 1 e 1500 mais ou menos alguma coisa assim, agora a música ela foi ela surgiu como teoria musical e então os compositores, né, os igual Chopan, igual entre outros, foram surgindo aí nesse meio tempo também para criar a melodia, melodias mais elaboradas, né, mais grandiosas, mas tudo na intenção de louvar a Deus. Então, de uns tempo para cá que surgiram, né, novas formas de canção, novos estilos musicais que aí, né, caminharam eh por por vários caminhos, né, eh quando você eh quando você tá na numa igreja, quando você tá numa festa, né, na verdade a música ela veio para alegrar, né, ela veio para alegrar, ela veio para edificar o o ser ali. Então, nos casamentos antigamente tinha lá também um batuque qualquer, uma fala qualquer que era justamente para celebrar a vida, celebrar o casamento, celebrar um batismo, celebrar, né, a a na sinagoga lá alguma coisa lá, uma canção qualquer, né? Então, a música, ela sempre esteve, né, eh nesse lugar de alegrar o ambiente. É por isso que quando, falando em reencarnações, quando a gente vai nos
agoga lá alguma coisa lá, uma canção qualquer, né? Então, a música, ela sempre esteve, né, eh nesse lugar de alegrar o ambiente. É por isso que quando, falando em reencarnações, quando a gente vai nos lugares, igual você falou, que sente falta da música, né? É porque a gente tem lá dentro do coração que a música, assim eu entendo, né? Ela faz parte desse processo, né, de da humanidade de de progresso, de evolução, em que a música está tá enraizada, né, no sangue e no espírito de todos. Então, se você chega num lugar que vai celebrar um casamento, você já imaginou um casamento sem música, né? Eh, eh, qual que é o lance? O lance é colocar aquela música grandiosa com violos, aquelas coisas todas, que é justamente é um momento especial ali, momento de união que o casal, né, vai se tornar um ali para, né, para viver ali em paz e união. Então, a música, eu eu também acredito assim que é difícil ir num lugar onde você esteja festejando alguma coisa que não esteja música, né? Então, eh, até a morte, né, que muita gente, eh, acha que, ah, a morte morreu, não sei o quê, mas quando você olha para Deus, a morte ela é uma passagem, né? Ela é o fim de um ciclo e o começo de outro. Então, teria que de alguma forma celebrar também isso, né? Porque é uma vitória. Você terminou um ciclo aqui, volta para lá, daqui a pouco você volta de novo, né? Mas a gente a gente chega lá, a gente chega lá para ter esse entendimento melhor sobre a música e sobre a vida, né? Na vida. espiritual, no caso. >> É isso aí. Eu tô pensando aqui eh eh no poder vibracional que a música tem, né? Flávio chegou a falar disso aí um pouquinho. Eh, tô me lembrando aqui de um casamento que que eu fui tem muitos anos numa igreja protestante e tinha uma banda tocando espetacular, espetacular em termos de qualidade musical mesmo, sabe? Espetacular. quando essa banda começou a tocar e a acústica lá, de certo, a igreja lá foi muito bem planejada nesse sentido, né, essa questão acústica, cara, e a música foi envolvendo todo mundo que tava ali,
lar. quando essa banda começou a tocar e a acústica lá, de certo, a igreja lá foi muito bem planejada nesse sentido, né, essa questão acústica, cara, e a música foi envolvendo todo mundo que tava ali, uma música muito bonita, a vibração, você percebe a vibração ali, mas na hora não tem como, é muito forte, né? Muito forte. Então, esse poder vibracional que a música tem é impressionante e e ela tem esse esse realmente esse poder sobre nós, né? Eh, às vezes você chega pro trabalho, chega na casa espírita, eh, desequilibrado, chateado, né? você passou por algum problema e aí você chega ali e de repente começa a a tocar o o o grupo ali começa a a fazer a música, uma música que você gosta, uma música que te te acalma, te, né, te equilibra, não tem como, né? é para e é o mesmo que tirar com a mão, como se diz, né, o desequilíbrio, a preocupação, enfim, eh, é um é um poder gigantesco, grandioso, né? E eh e tem casas espíritas aí espalhadas pelo Brasil. Talvez hoje nem tanto, mas eu já ouvi falar de algumas situações de grupos espíritas que que até proíbem a música no centro espírita, porque eh eh eu já ouvi falar de reminiscências da da da Igreja Católica, uma série de de situações aí, né? Mas não tem nenhum sentido, né? Não tem nenhum sentido eh a gente não trabalhar com a música, até porque ela faz parte de nós, faz parte das nossas vidas, né, Flávio? >> É, a música ela não tem religião. Eu eu há um bom tempo atrás eu tava muito empolgado, né, com a banda e eu trabalhava lá na cidade empresarial e durante o almoço eu ficava por lá. Eu levava o violão e ia para o auditório e ia praticar ali, né? E uma colega de trabalho que também gostava de violão, perguntou se poderia ir para lá também, se não atrapalhava. Ela é evangélica da igreja. Outro colega também evangélico gostou da ideia e começou a ir para lá. Quando a gente percebeu, já tinha ali cinco, seis, sete, todo dia na hora do almoço. E lá eu tocava as canções espíritas e eles as evangélicas. E foi aí que eu aprendi também algumas
çou a ir para lá. Quando a gente percebeu, já tinha ali cinco, seis, sete, todo dia na hora do almoço. E lá eu tocava as canções espíritas e eles as evangélicas. E foi aí que eu aprendi também algumas canções evangélicas que a gente toca até hoje lá no centro, o barquinho, como o Rafael gosta. E aí a gente foi percebendo que a música ela teve um poder de unir aquele grupo ali daquela empresa que era muito desunido. Sabe aquela empresa que cada departamento é rival um do outro? Ali com a canção passamos a falar a mesma linguagem. É algo que a maioria, eu digo, a maioria mesmo do dos dirigentes espíritas não entendem isso. Um amigo nosso palestrante me contou certa feita que ele foi fazer uma palestra em um centro lá em Anápolis. Ele falou que o centro lá é bem grande. E ele levou um companheiro dele que toca violão. Ele fala e o amigo toca o violão e canta a canção. A primeira vez que ele foi nesse centro, terminou, tudo bem, palestra feita, o dirigente chama ele em particular e fala: "Olha, vou agendar novamente com você. Só quero te pedir uma coisa". E ele falou: "O quê? Da próxima vez não traz o cantor. Ele ficou sem saber o que falar. Por que que nós não podemos levar? Eu não tô falando nem banda ilumina não, que leva bateria junto. Não é banda ilumina não. Tô falando de voz e violão. O dirigente não quis que levasse novamente. Mas aí é por quê? Porque muitas vezes a pessoa realmente não gosta. Eu tocava em um centro que o dirigente realmente não gostava. Me falaram: "Olha, fulano não gosta que canto, que canta na palestra". Então é preferência da pessoa, é falta de conhecimento. Ao Renato, Renato Castro, Renato lá de Porá estava conosco aí, ó. Grande amigo, grande irmão. Estamos até fazendo a música junto, hein? Loguin tem aí letra do Renato e melodia minha. Renato é do teatro. Sou do teatro e sei da relevância da música. Olha só. Então, quando nós colocamos a arte dentro da casa espírita, é como a Ivana falou lá, né? da cor, a gente colore, a gente coloca ar novo lá dentro, né, da nossa
e sei da relevância da música. Olha só. Então, quando nós colocamos a arte dentro da casa espírita, é como a Ivana falou lá, né? da cor, a gente colore, a gente coloca ar novo lá dentro, né, da nossa instituição. E mesmo a bateria, se a gente souber utilizá-la, a gente pode utilizar, como a gente vem utilizando já há muitos anos dentro da nossa casa. Eh, sábado, quando começamos a montar a banda, o netinho lá da Marley ficou encantado porque o pai dele tem uma bateria e ele queria ver aquela bateria tocando por tudo. Então, nós conseguimos atrair a criança, nós conseguimos atrair o jovem, coisa que é difícil quando a palestra ela só falada. O Marcelo falou, né? Muitas vezes a palavra não toca o coração, mas a melodia toca. E aí quando aquela melodia toca, a pessoa entra no passe predisposta para receber. Pena que os dirigentes não entendem e não abrem espaço para aqueles que estão lá dentro do seu próprio centro, tenham a capacidade, mas não tem o espaço para fazer o trabalho. >> É. Ô, ô, Marcelo, e fala uma coisa pra gente. Você viveu aí a realidade americana, né, durante muitos anos. Eh, como é que é isso? Como é que é essa relação do do americano com a música e dentro do trabalho espírita? Como é que funcionou isso aí para vocês? Olha, o o americano em si, ele não ele não tem conhecimento, né, do espiritismo, né, em si, né, ele vai, se você falar lá, deve ser 1% deles lá que vai ter alguma ideia do que é Chico Xavier, Allan Kardec, né, muito pouco. Ah, mas a dentro do centro espírita lá tinha lá a frequência de alguns americanos. Então, a gente tinha lá uma quarta-feira, né? Quarta-feira era palestra em inglês, tratamento inglês, dessas coisas, mas era mais frequentado mesmo por os brasileiros que não tinham tempo de ir no sábado na segunda-feira. Então, eles que falavam o inglês muito bem, né, muito fluente. Então, eles ajudavam até a povoar, né, a palestra de quarta-feira, que era inglês, que continua tendo lá a música. Eh, na época a gente a gente traduziu, né, eh, a
inglês muito bem, né, muito fluente. Então, eles ajudavam até a povoar, né, a palestra de quarta-feira, que era inglês, que continua tendo lá a música. Eh, na época a gente a gente traduziu, né, eh, a música aos pés do monte e a gente traduziu pro inglês. Ficou muito bonita a música, as meninas cantaram para caramba. E a gente traduziu também a música Noites Traiçoeiras, que foi pro pro inglês, era justamente para trazer essa essa essa música, né, que são músicas famosas, né, que são músicas que t um poder aí eh poder, né, magnético, sei lá, de trazer para eles também. Mas, infelizmente, eh eh devido a não acesso aos americanos, porque eles são muito, um exemplo, o Centro Espírita, como o Flávio falou, eh eu acredito que vive num mundo eh em um excesso, talvez eh, de conservadorismo, né? Então, quando você fala em música, ah, não, música aqui não, aí o cara quer levar uma bateria, não, pelo amor de Deus, bateria faz um barulhão, né? Quer, você quer levar uma coisa mais elaborada, não, não precisa, né? E quando você vai numa igreja eh católica lá nos Estados Unidos, que você vê aquela estrutura de som gigantesca, o cara os caras fazem maior som, né? Igual aqui também tem alguns lugares na igreja evangélica. Então as pessoas que cantam lá, eu tinha até uma, nós tínhamos lá uma professora, meu, a a a era uma baiana, né, daqui que ela cantava numa igreja evangélica e de vez em quando a gente ia lá assistir ela. A mulher dava um show, ela era igual cantora de de Disney, de Broadway, sabe? da mulher é um espetáculo cantando. Só que aí quando você vai na na Só que ela treina muito, né? Ela estuda muito, ela ela dedica a vida dela paraa música. E aí quando você vai no centro espírita, que que acontece? Uma pessoa vai lá, canta, ela precisa desenvolver aquele trabalho, né, de treinos e aprender as coisas e tal, mas às vezes eles acham que não precisa tanto. Então, quando você vai cantar, a música não sai, não sai grande coisa e o pessoal fala: "Não, não precisa, não gosto da música, né?"
der as coisas e tal, mas às vezes eles acham que não precisa tanto. Então, quando você vai cantar, a música não sai, não sai grande coisa e o pessoal fala: "Não, não precisa, não gosto da música, né?" Então acaba que você enfrentando. Tanto, é, para você ter uma ideia, quando a gente começou lá o trabalho em 2018, acho que foi em 2019 mais ou menos, a Dani fez uma pesquisa lá, eu com ela que ela, a gente ligou para quase todos os centros espíritas lá nos Estados Unidos, rapaz, nenhum tinha música, nenhum tinha mim, de vez em quando aparecia alguém lá, tocava três, quatro músicas e acabava igual a gente tinha lá, não, ninguém tinha música lá. Aí hoje parece que, né, apareceu algumas pessoas lá, mas na época não tinha música em lugar nenhum. Quer dizer, o Estados Unidos é um país eh é bem evoluído, né, de de estruturas, essas coisas, mas nessa questão aí nenhum dos centros espíritas lá tinha música, até centros de tem um centro lá que eu frequentei por último, tá completando agora 35, 33 anos de existência. E eu fui o primeiro que depois que eu saí do Braward, eu fui lá, toquei lá algumas semanas, eu fui o primeiro a levar música lá na forma de ambientação antes do do da palestra, porque até aquele momento, né, com 32 anos e meio de existência, nunca houve música na no centro, entendeu? Então, tipo assim, eh, isso que o Flávio tá falando aí dessa dificuldade de do do dirigente aceitar, isso é aqui no Brasil, né, que tem milhares de centros, tem muitas coisas acontecendo, mas ainda assim eh existem, né, essas eh esses dirigentes que seguram um pouco a, né, a coisa ali. Então, se aqui ainda que é o país espírita, no caso, né, que é o país do espiritismo, ainda tem essa esses bloqueios, imagine, né, num lugar igual os Estados Unidos, que o evangelismo e o catolicismo é muito grande, né, lá eles têm muito mantras, músicas espiritualistas, eles estão surgindo muitas eh grupos espiritualistas, né, mas eles eh eh ele caminha, né, por um por um caminho um pouquinho diferente. Eh, mas a música espírita
uito mantras, músicas espiritualistas, eles estão surgindo muitas eh grupos espiritualistas, né, mas eles eh eh ele caminha, né, por um por um caminho um pouquinho diferente. Eh, mas a música espírita mesmo dentro dos centros espíritas também sofre. E se você e e eles lá t dinheiro, né? No caso assim, é fácil o acesso a uns equipamentos, tal, né? Mas quando você fala: "Não, não vai só ver voz violão mesmo." Falei: "Rapaz, pelo amor de Deus, não, não dá, vamos, vamos, vamos, né, equipar melhor, né?" Aí às vezes você tem que tirar do bolso, né? Para comprar uma mesinha de som, comprar um microfone, porque o próprio centro às vezes não se não se permite, né? Eh, eh, você investir um pouquinho mais nessas coisas, entendeu? Mas caminhando, caminhando. Sim. Ô, Adriano, retomando aquela pergunta que você fez, uma certa feita, eu recebi uma crítica velada, se você acreditar de onde foi, lá dentro do Departamento de Arte da FEGO, dizendo assim: "E muitas vezes os grupos, tipo a banda Ilumina, sabe, acaba se assemelhando com o movimento gospel". Eu fiquei pensando, mas se realmente se assemelha, o que isso é prejudicial? O que eles fazem é negativo? Se o movimento evangélico tivesse descoberto água fluidificada primeiro que o espiritismo, nós não usaríamos? Se os católicos tivessem descoberto, primeiramente o intercâmbio, o mecanismo de um grupo mediúnico, nós também não usaríamos >> o passe >> agora, porque eles estão, né, o passe. Agora, se eles estão bem, mas muito mais avançados do que nós na arte, nós não podemos nem parecer com eles. Então nós não parecemos, ficamos na nossa, enquanto eles estão levando todos os nossos jovens. É isso que a gente quer, não se assemelhar e ver as nossas casas cada vez mais idosas, sem jovem, sem criança, porque o idoso não vai evangelizar. São, né, aqueles que estão saindo ali da juventude que costuma estar lá com as crianças. Então nós ficamos nesse puritanismo, nessa coisa fechada de que não pode e as nossas casas cada dia mais vazias. Por
né, aqueles que estão saindo ali da juventude que costuma estar lá com as crianças. Então nós ficamos nesse puritanismo, nessa coisa fechada de que não pode e as nossas casas cada dia mais vazias. Por quê? Porque nós não queremos nos atualizar. O jovem quer coisa rápida, quer TikTok, quer tudo rápido. E nós queremos permanecer no formato de 1940, 1950, não sei. >> É uma coisa interessante que acontece lá nos Estados Unidos, te cortando um pouquinho, Flávio, é que eh o não são muitos centros lá, né? Porque também não tem tantos brasileiros para tá povoando aquele todos os centros. Mas um exemplo, teve um Mateus, rapaz, o moleque é danado. Você dá um violão na mão dele, pouquinho que você treinar com ele ali, ele já entendeu a melodia, mas ele eu nunca ensinei ele, ele ele sabe fazer. Se ele colocar um teclado na mão dele também e treinar com ele um pouquinho, ele vai ele vai aprender. Só que ele vai lá no centro e nunca nunca deram oportunidade para ele lá. Você quer tocar? Aí quando eu chamei ele, não pai, não vou, não vou, não vou, não vou. E por último, agora ele aceitou um dia lá, só que não existe uma motivação, no caso, para ele lá, entendeu? Então ele chega na palestra, chega lá no estudo lá da juventude, faz lá um estudo tal, vai embora com a galera, vai ver um cinema, talvez, tal. Quando vai no no evangelho, no, no na igreja evangélica, se o moleque tiver talento, né, ele conseguir tocar realmente e ele vai ensaiar lá e eles pagam, cara, ele paga o moleque para tocar dois cultos lá. H, tipo um exemplo, às 5 da tarde e às 7 da noite, né? Então ele ele vai treinar de manhã num dia, aí ele no domingo, né, no caso, aí ele toca às 5: da tarde, toca às 7 da noite, né? E a igreja paga o menino $50 para ele trocar tocar nesses dois cultos, entendeu? E quando e lá na igreja evangélica eles tocam lá, tipo, é quatro músicas, entendeu? O que é fácil para ele aprender, porque ele toca quatro músicas, as músicas não tem lá seis notas lá, talvez ele aprende aquilo fácil, né? Aprendeu, aprendeu, né? Tocar
po, é quatro músicas, entendeu? O que é fácil para ele aprender, porque ele toca quatro músicas, as músicas não tem lá seis notas lá, talvez ele aprende aquilo fácil, né? Aprendeu, aprendeu, né? Tocar no tempo certinho, pega a guitarrinha dele lá, toca e no final ele sai com $50 no bolso. E no no espiritismo, a Eu não sei não sei te falar o o a solução. >> É exatamente, não tem essa, nós não temos ainda essa essa essa solução, né? Vamos dizer assim. A gente tem que pagar para tocar, né? Tem que pagar para tocar. Então, como é como é que você traz o jovem para colocar ele lá no palco com a gente, né? Como é que você faz se ele não tem motivação, né? Ele quer, ele quer, ele quer motivação, ele quer, ele precisa tocar. É por isso que eh eh esses ensinamentos, como o Flávio falou aí de 1940, né? Essa estrutura, ela nós precisamos pensar nos jovens. O que que o jovem que que tá pegando pro jovem hoje? como é que a gente vai trazer ele de volta para ele entender que mesmo que ele não receber nada, aquilo é edificante pra vida dele, né? Se tá tudo muito rápido, pá pá pá p p pá, né? Então eu acho que isso lá nos Estados Unidos, principalmente é um problema, porque não tem esses grupos de jovens como tem aqui, né? E e cara, você não você não leva o moleque, não leva a criançada junto nunca, entendeu? eles reúnem eh vai às vezes, um exemplo, os meus filhos, eles moram com a mãe deles agora lá e é numa e e é longe do centro, né? Então eles não estão frequentando mais o centro. Aí as meninas, os os amiguinhos dele lá, eles vão lá paraa casa deles, aí eles vêm para cá, né? Mas reúne na casa de alguns, na casa porque eles fizeram amizade entre eles, mas nunca dentro com dirigente junto, com professor junto, entendeu? Então acaba que o moleque ele ele vai ele vai distanciar sem que ele perceba ele ele tá fora da fora do centro espírita, né? Ele fica com aquelas amizades lá, mas ele só vê lá fora. Dentro do centro não tem nada que lá dentro do centro que não que os estudos são ruim, né? Os
a ele ele tá fora da fora do centro espírita, né? Ele fica com aquelas amizades lá, mas ele só vê lá fora. Dentro do centro não tem nada que lá dentro do centro que não que os estudos são ruim, né? Os estudos são bons até por sinal, mas os professores são bacanas, mas a motivação pro jovem trazer aquilo pra vida dele lá fora, né? tá muito pouco, então acaba se afastando. E >> a Selma tá falando aqui, ó, que no centro que ela frequentou por vários anos em eh New Ark, deve ser essa pronúncia, não sei, o coordenador não permitia música. Ó, deixa eu mandar um grande abraço aqui pro Rui Meirelles, Rui lá da Federação Espírita do Estado de Goiás. Valeu demais, Rui. Obrigado por estar nos prestigiando aqui no Jes falando de espiritismo dessa segunda-feira. Valeu, viu? Um abração. Fica com Deus. e a Filomena Bonfim. E aí nós vamos colocar aqui a a opinião dela, né? Eh, e aí talvez ela até me fale: "Não, Adriana, não é minha opinião, é um fato, né?" Ela tá falando aqui, ó, Allan Kardec não disse que a música faz parte da casa espírita. No livro dos médiuns, ela dá todas as informações de como deve ser uma casa espírita. pelo que eu estou entendendo, ela está querendo nos dizer aqui que a música não faz parte do contexto do trabalho de uma casa espírita, né? Então, é é uma é uma é uma discussão. Eu acho que vale a pena a reflexão, né, acerca da importância da música no trabalho espírita. Eu particularmente penso que seja porque existem existem inovações e inovações, existem invenciones e invenciones, né? Você vê misturas muitas vezes aí em casas espíritas que realmente não tem absolutamente nada a ver com a doutrina espírita, né? E aí a o o centro acaba saindo de um de de um de uma característica, vamos assim colocar, cardecista para universalista, enfim, o que quer que seja. Agora, música é uma coisa que, como acho que até o Flávio, não sei que me parece que mencionou, música é uma coisa atemporal, música não tem lugar, não tem religião, né? e tem um poder magnético e de vibração assim que a meu ver é fabuloso.
que até o Flávio, não sei que me parece que mencionou, música é uma coisa atemporal, música não tem lugar, não tem religião, né? e tem um poder magnético e de vibração assim que a meu ver é fabuloso. Fabuloso. E em todos os Adrian >> a gente pode ter eh retomando aí a ao tema, né, música e plano espiritual. Basta ver no nosso lar, né, o trabalho que é feito lá com a música, >> Luiz Sérgio, né? Luiz Sérgio o tempo todo lá pega o violãozinho dele e trabalha. Eh, quando a gente vai pesquisar e vai estudar a vida de Kardec, se não me engano, na biografia do Marcel Solto, né? Eh, lá ele fala, ele conta pra gente, né, da pesquisa dele que Kardec escrevia peças teatrais românticas. a arte tá inserida na vida da gente e que nas reuniões que ele começava sempre começava com música, com cânticos. Tá lá na Se nós pegarmos agora, me faltou eh o capítulo A música espírita, me faltou o livro aqui agora. Eh, eh, tem o do Leon também, espiritivo em arte. Tem várias obras, várias obras espíritas que demonstra, né? Eh, Leoninho fala da a música espírita, ele já coloca como música espírita, né? Nem música do mundo, né? A música espírita com o conteúdo doutrinário, porque ela tem esse papel dentro do movimento espírita, sim. Porque se não fosse, Leanderino não teria trabalhado. Mas isso é a visão de cada um, né? Cada um vai de acordo com o que acha que é certo ou errado. O que o que eu acho que é ruim é não experimentar, não dar espaço dentro da sua casa espírita para que esse trabalho se desenvolva para saber se é ruim ou não. Leva o trabalho, se é ruim, então retira, mas dá a oportunidade da música, do teatro, de todas as artes de fazer o seu papel. né, de levar a mensagem de uma outra forma, porque muitas vezes o que o palestrante, a gente acabou de falar isso aqui, o que o palestrante não consegue tocar, a música consegue. Isso é fato. Eh, eu eu encontrei uma citação aqui de Kardec lá no Obras Póstolos, né, que ele fala >> que ele fala assim: "A música exerce salutar influência sobre a alma e a alma
, a música consegue. Isso é fato. Eh, eu eu encontrei uma citação aqui de Kardec lá no Obras Póstolos, né, que ele fala >> que ele fala assim: "A música exerce salutar influência sobre a alma e a alma que a concebe também exerce influência sobre a música". A alma virtuosa, que nutre a paixão do bem, do belo, grandioso e que adquiriu harmonia, produzirá obras primas capazes de penetrar as mais endurecidas almas e de comovê-las, né? E aí, eh, aí a a a pessoa pode falar assim: "Não, mas eu tô falando dentro de do contexto do trabalho no centro espírita". Enfim. >> Uhum. >> Eh, é uma opinião, né? Tá? E aí cada um vai ter a sua. Eu particularmente penso que cabe sim perfeitamente. Aliás, eu vejo como essencial esse trabalho. Por exemplo, vamos lá. A questão da da eh eh do equilíbrio vibracional de um grupo, né? Ali o grupo mediúnico, por exemplo. A música não auxilia nisso. >> Você tá louco? Olha só, teve um >> olha, eu tive uma experiência dentro do próprio grupo mediúnic. Olha só que fato interessante. Antes do Rafael começar conosco na banda, na bateria, nós estávamos com o Felipe, eh, lá da nossa casa e ele tava tocando bateria para ver como que é a influência espiritual. E durante o ensaio, ele começou a falar para mim assim: "Você tá ouvindo uma flauta?" Eu falei: "Não, eu não tenho medo de unidade nenhuma". Aí ele no outro ensaio tá ouvindo a flauta. Não, depois eu acho que o Flávio travou. Não travou aí a tela dele? >> Você tá me ouvindo, Marcelo? Bem, >> tô te ouvindo, tô te ouvindo. O Flávio travou um pouquinho. >> Só esperar um pouquinho aqui que ele deve voltar rapidinho. >> Vamos ver se >> a gente também tem eh eh teve experiências lá com >> eh com músicas, né? Porque teve algumas reuniões mediúnicas que eu participava e uma das cantoras lá do do BSS Harmony lá e ela ela participou lá, né, em algumas mediúnicas junto. E aí tinha tem uma aquela música que falo nada te perturbe, meu. Quando chegava lá, que cantava essa música numa hora de uma oração, de final de uma de
participou lá, né, em algumas mediúnicas junto. E aí tinha tem uma aquela música que falo nada te perturbe, meu. Quando chegava lá, que cantava essa música numa hora de uma oração, de final de uma de uma uma uma manifestação, cara, aquela música ela invadia assim, sabe? Você sentia que a a voz, a vibração, ela invadia aquele ambiente, né, naquele lugar ali. E quando acabava de cantar, tava todo mundo já eh liberto daquelas energias e pronto para fazer uma um próximo trabalho, né? Então, cara, falar que a música, né, não tem muito poder, é é é é um absurdo, né? Assim, ela é poderosíssima, né? Quando você canta, quando você canta com coração, principalmente até na hora de compor, né? O próprio livro Espiritismo e Arte, eu já andei estudando bastante ele, ele fala sobre isso também, sobre a intenção que você coloca no seu cantar, né? A intenção que você coloca na letra, né? Eh, quando você vai fazer um uma uma letra nova, né? Eu e o Flávio até tava uns tempos nos uns dias atrás tentando criar algumas canções também. E na hora de você colocar a letra, não, essa melodia não ficou legal, vamos mudar essa frase, essas coisas, que é justamente para poder você eh eh levar a melhor mensagem possível, né, para que aquela pessoa quando ela escutar ela lembrar no mínimo daquela frase, né, Deus Deus está com você aí, um exemplo, né? Então, eh, quando você pensa na na importância da música e na importância da música no centro espírita, principalmente quando você consegue ter tido alguma experiência, né, com música dentro da da das reuniões mediúnicas ou da até mesmo da palestra no passe. A gente quando começou a fazer música na hora do passe lá, cara, a gente ficou acho que uns três meses tocando na segunda e no sábado depois do passe e todo dia tinha elogio. Nossa, a música tá fazendo uma diferença no passe que nossa, como é que vocês não tocaram isso aqui antes? Entendeu? Por quê? Porque é orgânico, né? Então sai as nossas vibrações da boca na hora de você cantar, o nosso a nossa vontade de
nça no passe que nossa, como é que vocês não tocaram isso aqui antes? Entendeu? Por quê? Porque é orgânico, né? Então sai as nossas vibrações da boca na hora de você cantar, o nosso a nossa vontade de cantar aquela música sobre Jesus, sobre qualquer, né, tema que seja, né? E isso é o nosso magnetismo, né? A intenção do nosso magnetismo de invadir, de de curar pessoas. Então, é é muito importante que eh tanto na hora de cantar quanto na hora de compor, eh que nós possamos sempre ter essa intenção, não, essa música aqui eu quero de coração mesmo, né? Eu quero levar alívio para todos aqueles que que escutarem a música, né? Então, quando você vai cantar lá no no no centro, não importa se tem bateria, flauta, guitarra, não, não importa. O importante é que aquela mensagem, a música bem tocada, aquela mensagem ela possa eh eh invadir, né, vibracionalmente aquele ambiente e aí todo mundo eh alguns mais ou menos possa sentir, né, voltar para casa. Nossa, hoje o centro tava legal, né? Tipo assim, né? Vai ver que nem escutou a palestra, nem lembra da música mais, mas vai voltar para casa com o coração eh um pouquinho mais aliviado, né? Essa que é sempre tem que ser essa a intenção, né? De levar alívio, né? Aos corações aflitos. >> E é como a Fátima tá falando, OK? A Fátima Leal, né? Mesmo cantada a capela, né, Fátima? Eh, a música cantada com o coração é é contagiante. Concordo plenamente. A Sandra, a Sandra Braz tá fazendo aqui, Flávio, uma crítica severa, pesada em relação à vossa excelência. >> Muito engraçado o Flávio falar que não tem mediunidade nenhuma. O Renato tá falando aqui, Sandra, se ele quer nos imitar e ser escurividente, a Selma deve ter falado. É isso aí. E o Rui tá aqui. O Rui tá tá dando aqui um depoimento pra gente bem bacana. Ele tá falando aqui, Adriano, no início do meu trabalho como palestrante no Centro Espíritas de Goiás, havia uma restrição muito grande da música no centro. Hoje já está muito bem recebida. Digo sempre que tendo música, a palestra é feita a duas vozes. Olha que bacana. É
e no Centro Espíritas de Goiás, havia uma restrição muito grande da música no centro. Hoje já está muito bem recebida. Digo sempre que tendo música, a palestra é feita a duas vozes. Olha que bacana. É isso aí. É isso aí. Eu fico lembrando, tem uma, a Dayane também, né, fez um comentário aqui. Deixa eu colocar aqui. Eu acredito no que o Flávio falou. Quando a palavra não move a música toca nele para entender que a que a vida é música. É isso aí, Dayane. Eu concordo com isso. A Dayane participa lá com a gente no Jardim Encerrado e, por exemplo, tem dia lá que nós estamos lá no trabalho e aquela confusão, a mulherada lá conversando e a gente precisando, né, harmonizar lá. E aí pega o violão, começa a cantar umas músicas lá e a hora que começa aquela música pré pré-prece, né, geralmente a gente faz aquela da das conchinhas. Você lembra da Flávio? Aquela música das conchinhas, como é que é? Eh, avisar >> nas estrelinhas do céu. Ah, meu irmão. Aí, ó. Aí você vê que a paz começa a reinar ali no ambiente. Não tem jeito. Não tem jeito. Cara, eu tô me lembrando aqui como a música é é é impressionante. Tô me lembrando o final do livro. Não sei se eu vou falar bobagem. Se eu tiver falando bobagem, vocês me corrijam, viu? Até no chat aí. Mas, se não me engano, é no 2000 anos que ah os cristãos que iam ser eh eh levados à à arena lá para morrerem, né, na dentro da da arena romana lá, eles começaram a cantar, né? Eh, eh, teve uma uma menina lá que começou a cantar e todos os cristãos que estavam ali na na prisão, na no nos calaboça ali, começaram a cantar e assim e eh e aquilo causou uma vibração assim fora do comum, né? >> No capítulo 30, >> capítulo 30 do livro Boa Nova, capítulo Maria. Quando Maria desencarna, Jesus vem e busca ela, escoltada por uma legião de anjos, quando começa a tomar direção ao espaço, ela fala: "Opa, para aí são minhas palavras, né? Espera aí, eu preciso voltar nas paragens aonde eu vivi". Então eles voltam no Mar de Beraídes, volta em Belém e ela faz aquela visita.
eção ao espaço, ela fala: "Opa, para aí são minhas palavras, né? Espera aí, eu preciso voltar nas paragens aonde eu vivi". Então eles voltam no Mar de Beraídes, volta em Belém e ela faz aquela visita. E quando eles voltam novamente tomar a direção do espaço, ela fala: "Não, mas falta um local ainda, eu quero ir lá nos cárceres". Então aquela legião de anjos encaminha ela até os cárceres. Chegando lá, ela vê toda aquela, né, aquela dor, aquele medo, aquela ansiedade, porque sabiam que eles seriam lançados aos leões. Então, ela se aproxima de uma jovem e envolve ela, aquela jovem a sente, sente Maria, sua presença. E aí Maria fala para ela: "Canta, minha filha, canta. Convertamos as nossas dores em alegrias do >> Ó, ó, arrepia. Ó, você tem que escutar a música, tem que escutar a música da da cristã que estão ali com ela começam acompanhá-la e todos entram na arena cantando. >> Oi. O, >> acho que ele travou. Acho que >> tem a tem a música que a gente gravou lá do BSS Harmony que chama Rosa Mística. E ela ela foi ela foi inspirada até no capítulo 30 do Boa Nova aí que o Flávio tá falando >> que ela fala lá esse esse negócio, né? Canta, minha filha, canta. É muito linda a música. Você puder ouvir aí, Rosa Mística, tá? Já tá nas plataformas. >> Bacana demais, não é? É sensacional essa passagem. Eu fico imaginando, né, cara? assim as as pessoas ali envolvidas naquela situação, ouvindo as essa música, né, sentindo aquela vibração. Poxa, Maria, só isso, né? Só isso. Impressionante. >> Ó, eh, o Rui faz uma pergunta aqui para nós. Ã, a Daane tá eh fazendo um depoimento aqui, ã, acerca da importância aí de de da música, né, e de saber e de saber cantar. Eh, ela fala aqui, ó, tive um tempo em que os médicos diziam que eles tá não sabia que minha filha eh não seria a mesma menina, sem movimento, sem falar. Isso doeu muito, mas eu comecei a cantar para ela sem saber cantar. Isso aí, daí a importância da música na vida das pessoas. Impressionante. >> Eh, e aqui o Rui faz uma colocação.
vimento, sem falar. Isso doeu muito, mas eu comecei a cantar para ela sem saber cantar. Isso aí, daí a importância da música na vida das pessoas. Impressionante. >> Eh, e aqui o Rui faz uma colocação. Vamos ver a opinião aí de cada um de vocês. O Rui pergunta aqui, amigos, há uma crítica sobre músicas não espíritas serem cantadas no centro. O que vocês acham desta crítica? E aí, Flávio? >> Eu canto, não sempre. Quando é que eu canto? Quando eu sinto que que é o momento, eu eu vi uma vez a Elizabeth Lacerda contando que ela foi fazer uma palestra. Aí o presidente do C falou assim, ó: "Não cante música que não seja espírito". Ela falou: "Ah, tá tudo bem". E daí ela foi, chegou lá, ficou a a intuição para cantar uma música que era não espírita e ela rejeitava o pensamento e ela novamente canta aquela música, canta aquela música. Aí quando ela percebeu que realmente era uma orientação espiritual, ela canta música. E quando ela canta música, entra uma jovem pela porta do centro, se assenta e ali assiste o resto da palestra. Quando ela termina a palestra, aquela jovem se aproxima e fala: "Olha, eu ia me suicidar hoje, mas ouvir aquela canção me trouxe uma uma recordação afetiva tão boa que eu resolvi entrar. E com a palestra hoje, eu sei que não devo fazer tirar a minha própria vida. Quando eu ouvi essa mensagem, eu percebi que às vezes nós espíritas, eu, né, nosso grupo Bando de Ilumínio, não temos uma música que vá tocar quem precisa, mas uma música evangélica, uma música católica, pode ter a mensagem que aquela pessoa tá precisando naquela noite para não fazer talvez uma bobeira. Então a gente evita, mas quando eu sinto no meu coração que devo, a gente toca. Mas antes do Marcelo, até para você aprofundar um pouquinho aí, Flávio, eu vou eu vou incrementar a pergunta do Rui. Eh, e a música não cristã, por exemplo, um MTB. E aí >> também por que que a gente vai demoniar toda música que não é espírita? Tem letras lindíssimas, melodias perfeitas que a gente pode aplicar.
ui. Eh, e a música não cristã, por exemplo, um MTB. E aí >> também por que que a gente vai demoniar toda música que não é espírita? Tem letras lindíssimas, melodias perfeitas que a gente pode aplicar. A questão é saber fazer uma seleção e não aceitar qualquer coisa dentro da casa espírita, porque ali é um é um momento que a gente sabe que essa espiritualidade tá preparando, porque quando a gente tá ali cantando antes da palestra, a gente já sabe que os mentores já estão fazendo até, né, o trabalho preparatório para lá na cabine de paz receber o tratamento. Quando a pessoa senta ali, chega, vem do trabalho angustiada, brigou lá no trabalho, brigou lá no serviço, se ela senta e fica ali olhando pra parede. Esses dias eu fui fazer visita a uma casa espírita com a Suelma. A gente sentou lá, não tinha nenhuma música de gravador, nem uma música mecânica. A gente ficou sentado olhando para quem tava sentado de costa, né? Sent ficou olhando pra costa do outro lá, olhando pra parede e o tempo não passa. Então, se você traz algum problema do do trabalho, do lar, ali é o momento de você tá pensando aquilo. Mas se você põe uma música, mesmo que não seja espírita, não seja religiosa, mas que te traz uma mensagem positiva, pode ser uma música que fala de perdão de um artista, de MPB. tá te pedindo, falando para você perdoar se a música, se a melodia te toca, se a letra ela ética, ela é cristã, por que que a gente não pode utilizá-la? A gente pode tocar a pessoa da mesma forma. Como eu disse, a música ela não tem religião, ela tem a mensagem que ela leva. Então eu acredito que mesmo a não religiosa no momento certo ela ajuda da mesma forma. >> E aí >> tem um é eu no começo, para ser bem sincero, eu tinha um pouco de resistência em relação a isso, mas por outro lado, eu comecei a perceber também que o que é a música espírita, né? Eh, então todo mundo pode dar uma definição aí, música espírita, música espírita, mas o espiritismo ele é muito novo, né? A música no movimento espírita também é muito recente. Então
ica espírita, né? Eh, então todo mundo pode dar uma definição aí, música espírita, música espírita, mas o espiritismo ele é muito novo, né? A música no movimento espírita também é muito recente. Então nós não temos aí alguma tem aí algumas coisas, as situações músicas, mas são muito antigas, né? Hoje em dia tem muita gente compondo, sempre colocando músicas novas e lá no acervo mesmo tem lá mais de 8.000 1 músicas lá e letras lindíssimas, mas são letras eh eh, né, de de 1970, 80, mais antigas, né? Ah, então aí eu eu comecei mudar isso, eu comecei a perceber que eh depois de ter estudado, novamente falando aqui o livro Espiritismo e Arte, eu comecei a perceber que a a onde aquela letra é linda, né? Mas quando que o autor fez aquela letra, quando que ele compôs aquela letra, né? Então, tem até uma uma uma nó falando de música popular aí que você citou, tem aquele grupo de rock lá, o cogomelo Plutão, né? E a a menina do grupo lá, Taliton, um dia trouxe aquela música esperando na janela. E quando você escuta a música, você acha que a o camarada tá cantando para um para uma uma mulher, né? Porque você é a estrada da minha vida, a escada da minha subida e tal. E aí um dia eu procurando aqui à toa aqui, achei no YouTube o o compositor dessa música falando aonde que ele compôs dessa música. ele tava passando por uma situação eh eh, né, de de dificuldades em algum setor da vida dele. E ele foi na igreja e ele viu aqueles santos lá, aquelas imagens, tal, e ele fez a música para Jesus, que Jesus era a escada da subida dele. Então, tipo assim, o cara é um roqueiro, né? Ele trouxe uma música eh eh uma música que uma intenção cantando para Jesus. Rapaz, quando eu escutei aquilo, a música tem uma letra linda, né? Eu falei: "Não, vamos gravar esse negócio, vamos regravar, né? Acabou que não não conseguimos eh autorização, mas eh a música tem uma letra linda, então por que que você não pode levar lá, né, que você tá falando de Jesus, você é a escada da minha subida, né? Você é, sabe, eh, eh, eh, como é que é? Refrão.
o, mas eh a música tem uma letra linda, então por que que você não pode levar lá, né, que você tá falando de Jesus, você é a escada da minha subida, né? Você é, sabe, eh, eh, eh, como é que é? Refrão. Você é a escada da minha, tipo assim, é muito linda a música. Quando, quando me perdi, você me apaix é o que a gente espera de Jesus, né? Quando a gente tá perdido em algum lugar, que que a gente espera? A gente espera que Jesus ache a gente de volta, né? Então, a música tem uma letra eh 100%, né? Então, por que que não trazer se tem uma letra dessa, né? Tem a a música tocando em frente também. Cara, eu adoro tocar ela, né? Foi, acho que foi a primeira música que eu aprendi a tocar no violão. Ela tem uma letra fantástica também. Então, >> e o Rui dela aqui, viu, Marcelo, o Rui tá mencionando justamente ela. >> É. Então, e por que que você não traz ela, né? Aquela música da da Ana da Vilela lá, né? Trembala também tem uma tem uma letra legal, né? A canção da esperança de Flávia Venceslau. Eu acho tem uma letra legal, fala sobre a esperança, né? Então eu acho que eh música, ela tem essa esse poder aí de você trazer, né, a a qualquer música, desde que ela tenha essa mensagem. E vale muito também aquilo que você que é o cantor ali, o violeiro ali, né, tá colocando a intenção na música ali para que aquela, né, a vontade sua eh invada ali o ambiente, né? Então tem tem esses dois fatores aí, da onde que vem a música, eh qual foi a intenção do do do autor, né, do compositor e qual a intenção que você coloca em trazer aquela música. Eh, na minha opinião, faz toda a diferença dentro de um de um centro espírita, né, com trabalho de harmonização igual o Flávio faz. Eu fiz bastante tempo lá também. >> A, a gente toca aqui na banda uma música de vez em quando, chama Mais bonito não há. Thiago York e Milton Nascimento. Olha o que fala a música. Nada mais belo que abraço sereno e sabor de perdão. Ver a beleza em gesto pequeno e ter a imensidão. >> Ol aí. >> E por aí vai. Olha se uma música dessa
e Milton Nascimento. Olha o que fala a música. Nada mais belo que abraço sereno e sabor de perdão. Ver a beleza em gesto pequeno e ter a imensidão. >> Ol aí. >> E por aí vai. Olha se uma música dessa não consegue tocar alguém. >> Pois é. Agora tem, agora tem músicas, né, que realmente elas t elas levam para um, outro dia eu tava até querendo tocar uma música que era, acho que era Amor de Índio, né? Aí eu perguntei para uma amiga minha, falei: "Eu acho que eu vou tocar essa música que eu vou fazer uma palestra." Ó, Marcelo, essa música, essa música aí não dá não, porque eu na verdade eu não sei nem se era amor de índio, mas a pessoa falou: "Não, essa música aí acho que não, não combina lá com o centro não, né? Leva outra aí". Então, tipo assim, acho que cabe um pouco de discernimento ali para o que que eu vou falar na palestra, vou falar sobre Jesus, quais as músicas, né, que eu posso levar aqui que vai, né, vai interagir bem aí com a palestra e com, né, com a casa espírita também, né? Então, tem vários várias formas aí. A Santa disse que fiquei curiosa com a história da flauta do Felipe. >> Travou, né? Eu tava contando e a e o vídeo travou. >> Ah, sim, sim. >> Vou resumir. Posso, vou posso resumir aqui rapidinho? Claro, claro. >> Mostrar o quanto que a espiritualidade tá inserida no nosso trabalho, de todos nós. Então, o Felipe baterista de repente começa a ouvir flauta, aí o espírito começa a comunicar no grupo mediúnico falando que era flautista, queria tocar flauta, mas aí você pensa assim, vai um baterista tocar flauta. Aí o Felipe teve que sair devido a estudos. O que que eu pensei? Olha só, o espírito acabou tirando meu meu instrumentista, pelo amor de Deus. Chegou aqui enganando, falando que queria tocar a flauta e levou meu baterista. E fiquei com isso na cabeça, né? Aí o Rafael vem, vem tocar a bateria. Passa um tempo, o Rafael fala assim: "Acho que eu vou comprar uma flauta". Eu falei: "Pelo amor de Deus, vai levar meu baterista?" Quem começa novamente no grupo mediúnico
el vem, vem tocar a bateria. Passa um tempo, o Rafael fala assim: "Acho que eu vou comprar uma flauta". Eu falei: "Pelo amor de Deus, vai levar meu baterista?" Quem começa novamente no grupo mediúnico a comunicar o espírito frautista. Aí eu comecei, né, conversar com ele. Toda semana ele voltava. Aí eu comecei a perguntar, tomar mais, né, mais tentar tirar mais informações dele. Ele falou para mim assim: "Não, por enquanto não." Tipo assim, falou para mim: "Você não acreditou em mim? Por enquanto não". Depois de um tempo e o Rafael continuou falando: "Ah, eu cotei, vou comprar uma flauta, vai vir do Japão, vai vir lá pro, acho que para Natal, vem para cá". E eu caladinho na minha. E aí o espírito começou a conversar comigo novamente e me deu o nome dele. Eu pesquisei na internet e encontrei o flautista desencarnado em 1950, 40, alguma coisa assim. Peguei a foto da internet e levei na médium. Cheguei na média e falei assim: "Conhece?" A médium começou a chorar. Você é o flautista que eu vejo no grupo Médiúnico. >> Olha só. Aí o Rafael pega e compra a flauta. Quando ele comprou a flauta, a flauta chegou. Aí eu contei a história para ele para que não influenciasse, né? Hoje nós temos um baterista flautista e a médium vê sempre quando ele tá tocando a flauta esse espírito do lado dele. Olha o quanto que espiritualmente nós somos influenciados, o quanto que o plano espiritual está ali tocando junto conosco. Quando a gente tá no palco, não estamos só nós, somente nós encarnados, mas estamos também com os nossos guias agora da música, né? Eu tenho o guia da mediunidade, eu tenho o guia que me ajuda lá a fazer uma sopa, eu tenho aquele que me ajuda a evangelizar e tenho aquele que me ajuda a tocar também, que me ajuda a cantar. Então nós estamos vivendo dois mundos, né, ao mesmo tempo. Então o plano espiritual ele está, né, conosco o tempo todo interagindo. >> É isso aí. A sua Elma tá falando aqui, ó. A música é a arte de manifestar os diversos afetos de nossa alma mediante
o tempo. Então o plano espiritual ele está, né, conosco o tempo todo interagindo. >> É isso aí. A sua Elma tá falando aqui, ó. A música é a arte de manifestar os diversos afetos de nossa alma mediante os sons. É isso aí. A Selma tá falando aqui da música Quando eu quiser falar com Deus. Ela tá falando que é uma música do Gilberto G, ela tá falando que é uma prece bacana. Mandar aqui um beijão paraa responsável pelos meus cabelos brancos, minha patroa Mônica Leal, tá nos prestigiando aqui no chat. Pessoal, e é, eu, eu acho, eu vou nessa mesma linha de vocês aí. Eu acho que tem que ter um critério, né, para não para para assim não passar do ponto, né? Porque tem muita música também que a letra dela é maravilhosa. Vem, vem, vem às vezes uma palavrinha ali, uma expressão, às vezes derruba, né? >> Eu vi, eu vi um, eu vi uma, uma música de um, de um artista espírita aí, acho que eu até comentei com o Flávio, não lembro, que meu, a Melod, o cara fez uma introdução assim, a coisa mais linda, né? E eu fiquei até que eu gosto muito de dedilhar no violhão assim, eu falei: "Cara, tem que aprender essa música, né, da introdução, tá?" Aí o cara começou a cantar e começou a cantar a primeira parte, né? Que ele acho que dividiu a música em duas partes. E aí quando chegou no refrão, meu refrão bonito também, a primeira parte falando de Deus e tal, não sei que cara, quando chegou na segunda parte da música, ele já foi lá pro lado da depressão, ansiedade e tal, porque a morte estava rondando. Falei: "Meu Deus do céu". Aí eu falei: "Meu, acabou com a música, né, que a música e tipo eh eh se ele tivesse talvez invertido, né, a oposição porque ele tava numa uma situação ruim, depois foi paraa boa, né, então terminou bem a música no caso, né, mas ele fez ao contrário. Ele começou a música, uma introdução com violino assim, aquela coisa mais linda. E aí passou a primeira parte da letra, lindo. Aí quando foi pra segunda, aí eu comecei a escutar, falei, falei: "Caramba, meu, como é, como é que toca, como é
m violino assim, aquela coisa mais linda. E aí passou a primeira parte da letra, lindo. Aí quando foi pra segunda, aí eu comecei a escutar, falei, falei: "Caramba, meu, como é, como é que toca, como é que toca isso?" E tipo, né? Cada um faz aquilo que, né, o coração, né, tem e tá tudo certo também. >> A construção não ficou legal, né, no final das fou legal. é, é a importância, né, também da gente estudar estruturas musicais, né, eh, estudar a música em si na hora de você falar, né, a as letras, você eh falar como a sua letra, né, quando você declama aquela letra que você faz. Eu costumo fazer isso, né? Então, a gente faz uma letra, vamos declamar isso aqui agora, vamos ver se isso aqui ficou bom, né? Ah, se ficou bom, pá, então cabe uma música. Ah, mas isso aqui não ficou bom, vamos melhorar, então, depois a gente coloca a música, né? Então tem tem cada um faz, né, do do jeito que sente melhor, né, e tá tudo certo também. >> Olha aí a Marl falando, ó. >> Isso, isso, >> Maria no M. Olha que canção, que canção linda. Domingo passado a gente terminou lá a reunião pública cantando Mari de Nazaré, que é uma música mais linda do que essa, católica, envolve todo mundo, cria uma energia maravilhosa. >> Ah, não >> não tem jeito. Aí e quando fala de Maria aí é é brincadeira. Aí não tem como, né, gente? Moçada, vamos então aí pra reta final da live de hoje. Como é que é? Vai hoje. Vai ter palinha ou vai ficar pra próxima? Vai ter, não vai? O Marcelo tá preparado aí? Ô mãe, pega o violão para mim, por favor. Mãe, >> minha mãe, minha mãe, minha mãe vai pegar o a minha assessora aqui, >> minha assessora abençoada aqui vai pegar o a minha viola ali. >> E lembrando, gente, que a gente tá no cada um aí pelo seu O Flávio acho que deve tá pelo celular, né, Flávio? Sim, >> o Marcelo não sei se tá por laptop, então assim, a qualidade de som e não não fica, né? >> Não fica grande coisa, >> coisa só para marcar mesmo. >> Aí a a a como diz a Ivan, vamos marcar uma roda aí de viola e pronto, faz ao vivo. Você
então assim, a qualidade de som e não não fica, né? >> Não fica grande coisa, >> coisa só para marcar mesmo. >> Aí a a a como diz a Ivan, vamos marcar uma roda aí de viola e pronto, faz ao vivo. Você vocês me me avisa aí um um um uns dois meses antes aí para m poder comprar passagem que eu quero participar desse negócio aí. >> Fechou. Ai vamos tocar uma aqui então que é do do Hércules Mota, que é sou um ser maior, né? Quem tá falando de espiritualidade aqui que a gente tá nessa vida aqui agora, mas eh a gente eh realmente nós somos, né, seres maiores, seres espirituais e essa música ela é bem bem parecida. Vou cantar uma primeira parte dela aqui, tá bom? Então ela fica bem legal. Eu já pintei o mundo em um tom fo fugaz. Enfeitei com flores artificiais. Muito me feri até a razão emergir. Compreendi que a vida não é casual. A dádiva do tempo em buscar o essencial. que sou um condutor de um pov. Já pude perceber o amago das pedras e a seiva da raiz, o instinto das feras do elemental ao limar do eu imortal. Sou um ser maior de um reino de belezas, eleito para ser herdeiro das estrelas. Um anjo querubim é o meu destino. Enem fim. Eh, >> bacana demais. Música bonita, hein? Muito, >> muito mesmo. Valeu demais >> essa música do Hércules Moto. A gente gravou lá, ficou ficou muito bacana. Ela muito legal, >> muito bonita. A Dayane tá falando aqui que o que levantou a a filha dela foi a música O Vento. Ela disse que ama essa música e acha que é uma música GSP. Eu não conheço. Depois eu vou até te pedir, Daí, para você me mandar aí pelo pelo WhatsApp aí. Manda paraas meninas para elas encaminharem para mim se você não tiver meu número para eu saber que música é essa, tá bom? Que eu quero ouvir, pessoal. Então é isso, na reta final, eu vou devolver a palavra para vocês aí para considerações finais e divulgação aí. O Flávio tem a banda, tem a casa espírita, né? Marcelo também se quiser fazer alguma divulgação, fica à vontade, tá? Então eu começo contigo, Marcelo. >> Queria agradecer, né, a a você, Adriano,
o aí. O Flávio tem a banda, tem a casa espírita, né? Marcelo também se quiser fazer alguma divulgação, fica à vontade, tá? Então eu começo contigo, Marcelo. >> Queria agradecer, né, a a você, Adriano, ao Flávio também, pela oportunidade da gente tá podendo participar juntos, né? Eu e o Flávio a gente já vem aí eh caminhando aí bastantes, alguns aninhos aí, né, Flávio? E é muito, é muito bom poder, né, falar de música, falar das nossas percepções e experiências, né, que assim pode também eh inspirar, né, outras pessoas e motivar aí alguns outros grupos espíritas também a sempre manter a música de uma melhor maneira. Eu tô fazendo agora aqui eh são palestras, né, e trazendo a música junto, né? Então, eu tenho aqui até o final do ano aí uma uma umas cinco, seis palestras agendadas e enquanto eu tiver aqui em São Paulo, né, a gente vai tá fazendo, né, esse trabalho e e vamos que vamos, né, tá tudo tá tudo certo. Não tenho nenhum trabalho em grupo assim, né, programado para começar, nem para fazer, então, por enquanto, eu vou ficar aí na no individual, né? Mas as meninas do BSS Harmony continuam fazendo lá, trabalhando lá de segunda e sábado. E eu aqui em São Paulo eu tô buscando esse caminho das palestras, né, e trazendo a música junto, né, para assim, de acordo com as palestras eu mudo algumas canções, né? Então, um abraço a todos aí que participaram aí, as pessoas. Eh, muito obrigado pela audiência. Um beijo no coração de vocês todos aí. Que Jesus aí possa abençoar cada dia mais. Ô Marcelo, eu não sei se você percebeu, mas o Flávio correu da palhinha, né? >> É, ele correu. É ele, ele é ele que canta, né? É ele que canta, né? >> Mas na próxima live eu vou começar cantando. Não, >> na, na próxima live eu começo cantando. >> Ah, ok. >> E aí, meu irmão? Bom, nós estamos aqui, né, no Marim de Nazaré, no conjunto V Cruz 2, todo domingo, a partir das 18:30, quem quiser vir cantar conosco, todo domingo estamos por aqui. Temos o nosso Instagram da banda. Todo domingo a gente grava também
im de Nazaré, no conjunto V Cruz 2, todo domingo, a partir das 18:30, quem quiser vir cantar conosco, todo domingo estamos por aqui. Temos o nosso Instagram da banda. Todo domingo a gente grava também alguma coisa, posta lá. Temos o nosso canal no YouTube, temos aí algumas viagens, né? Eu acho que o mês que vem a gente vai para Eitoraí, em novembro a gente vai estar lá em umas. Estamos andando por aí, chamando a gente, a gente vai, a gente é lerdo. Chamou, a gente vai. >> Bacana demais. O Rui tá até falando aqui, ó. Parabéns a vocês que fizeram o momento conversando sobre um tema muito importante e que deve ser aprofundado. Eu vou até pedir eh a vocês, Flávio e Marcelo, quando a gente encerrar a live, pra gente conversar rapidinho sobre uma proposta que eu vou fazer para vocês aí pro ano que vem, tá? Pra gente fazer uma outra live aí com a com a proposta ainda dentro do tema música aí. Acho que vai ser vai ser legal. A Sandra falando, pedindo aqui que Jesus continue abençoando o trabalho, né, de todos nós. Valeu, Sandra. Obrigado. É isso aí. Então, nós vamos encerrando aí a live de hoje. Ah, vou fazer a nossa prece, então, de encerramento. Eh, agradecendo aí a todos vocês que estiveram nos acompanhando, muitíssimo obrigado. Aqui a gente também eh teve uma discussão que longe de encerrar o assunto, né? Eh, a gente trouxe aqui as nossas percepções, a gente trouxe aqui experiências pessoais, fatos, né, como o Flávio colocou aí de uma música que fez uma pessoa entrar no centro, né, e que salvou aquela encarnação. Então, assim, são fatos, né? E aí a gente tem que raciocinar em cima disso, avaliar, enfim, cada um tira suas conclusões, mas a intenção é trazer essas reflexões para que cada um possa aí refletir, né? Eh, então, agradecer eh TV SECAL, Rede Amigo Espírita, TV Goiá Espírita, Grupo Espírita Fonte Viva, Conecta Espiritismo. Valeu demais. Obrigado eh por estarem retransmitindo esse conteúdo, né? Beijão no coração aí de todos os componentes, de todas essas equipes. A gente pede que vocês possam
e Viva, Conecta Espiritismo. Valeu demais. Obrigado eh por estarem retransmitindo esse conteúdo, né? Beijão no coração aí de todos os componentes, de todas essas equipes. A gente pede que vocês possam estar eh dando aquela força ao nosso canal aqui no YouTube, o canal do G Instituto Goiano de Estudos Espírita. se inscrevam, eh, ativem as notificações, curtam e compartilhem os nossos vídeos, inclusive este que você está assistindo. Isso é muito importante, né, para que a gente tenha maior repercussão aí junto à plataforma e esse conteúdo possa ser indicado a mais pessoas e consequentemente chegar a mais lares, tá bom? Então, fica esse pedido encarecido e nos acompanha aí nas nossas redes sociais, Instagram, Facebook, você vai acompanhar a programação do IGZ, Instituto Goiano de Estudos Espíritas. Mandar um grande, grande, grande abraço pro Jader Dias, que está conosco aqui nos acompanhando. Valeu demais, meu irmão. Obrigado por estar aqui no no chat se manifestando. Grande abraço aí para você e toda a família, tá bom? Então é isso. Vou pedir que todos fechemos então os nossos olhos. Vamos elevar os nossos pensamentos a Jesus, pedindo que o divino amigo esteja conosco neste momento, nos amparando e nos induindo. Nós que pedimos, Senhor, o tratamento espiritual que todos necessitamos. O Senhor possa permitir que uma cachoeira de águas cristalinas caia sobre nós neste momento, tirando de nós todas as energias pesadas e artérias que porventura estejam nos envolvendo, tirando de nós as sensações de cansaço, tristeza, amargura, agonia. que tudo isso possa ser dissipado por ti. E feita essa limpeza, nós te pedimos, Jesus, que o Senhor possa nos direcionar em energias bemfazas que nos trazem paz, tranquilidade, harmonia e, ao mesmo tempo vigor, ânimo, coragem para o enfrentamento das dificuldades do dia a dia da vida terrena. E nós te pedimos, Senhor, que o Senhor possa estender todos esses benefícios a aqueles que são caros aos nossos corações, aqueles que convivem conosco no nosso ambiente
s do dia a dia da vida terrena. E nós te pedimos, Senhor, que o Senhor possa estender todos esses benefícios a aqueles que são caros aos nossos corações, aqueles que convivem conosco no nosso ambiente doméstico, os nossos parentes, amigos, vizinhos, companheiros de estudo e de trabalho, companheiros de casa espírita, de movimento espírita e principalmente, Senhor, aqueles que o Senhor possa alcançar aqueles que neste momento passam por privações, seja no campo espiritual, emocional, seja no campo físico. aqueles que se encontram nos hospitais, nos manicômios, no no cárcere, enfim, que o Senhor seja o lenitivo a todos esses corações aflitos. Muito obrigado por tudo. Graças te damos. Que assim seja. Graças a Deus, >> pessoal. Então é isso. Eh, mandando também aqui um abraço para Derci Araújo, que deixou o seu boa noite também. Flavão, obrigado. Beijo no coração. Marcelo, >> eu que agradeço. Obrigado. >> Valeu. Abraço. Ab. Muito obrigado >> e beijo nos corações de todos vocês que estiveram nos acompanhando. Até a próxima segunda-feira, se Deus quiser. Tchau, tchau. >> Até. Yeah.
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