MUDANÇA DE PARADÍGMA - Ruth Daia [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]
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Boa tarde, amigos. Sejam todos muito bem-vindos a esse nosso momento de harmonização, a primeira harmonização do ano de 2026. É um prazer tê-los conosco aqui da comunhão espírita de Brasília. E a gente fica muito feliz que tivemos um 2025 de muita luz, muita paz, muitas mensagens eh e reflexões muito importantes para nossa vida. Eu espero e, aliás, eu tenho a certeza que esse ano também não vai ser diferente. Nós vamos estar aqui o ano todo de segunda a sexta-feira nos no horário da meiodia, fazendo uma reflexão de um tema para depois nós participarmos do passe eh virtual. Então, a gente começa esse nosso momento fazendo nossa prece de agradecimento, agradecendo a Deus, agradecendo a Jesus, agradecendo a Francisco de Assis, que é o mentor do nosso momento de harmonização, agradecendo a Dr. de Meneza, patrono da comunhão, de podermos estar aqui, ter, estar, estivemos aqui o ano todo e foi uma felicidade muito grande, onde tudo ocorreu, tudo certinho, os harmonizadores com as suas falas maravilhosas, com as suas com as suas intuições. E agora nós começamos esse nosso ano pedindo, pedindo muita paz em nossos corações, muita tranquilidade para os nossos dias, que a gente possa ser mais focado no nosso trabalho, nosso trabalho íntimo, né, de renovação, de renovação pessoal, mas também vamos eh ter a certeza que sendo ajudado, nós vamos poder também fazer a nossa parte, porque não a mão, ela não é de uma só mão, ela é dupla. Eu peço, eu faço e quando eu faço, eu eu sou ajudada. Então, é esse sentido, do Mestre Jesus, que nós queremos essa proteção do Senhor para esse ano que se inicia na nossa harmonização. Que a Doce Paz fique conosco e vamos começar esse nosso momento que é um momento de muita alegria, de muito prazer. E aí eu trouxe esse livrinho aqui, tá vendo como ele é lindinho, bem pequenininho, mas tem muitas páginas, 389 páginas. Agora imagina, ele tem página, amigos, até o dia 31, aliás, ele tem 390 páginas até 31 de dezembro 2026. E hoje nós vamos fazer uma leitura da mensagem do dia dois, do
tem muitas páginas, 389 páginas. Agora imagina, ele tem página, amigos, até o dia 31, aliás, ele tem 390 páginas até 31 de dezembro 2026. E hoje nós vamos fazer uma leitura da mensagem do dia dois, do dia dois, que é é hoje, né? Tá lá no Consolador. O Consolador é esse livrinho aqui, ó, que é muito interessante de perguntas e resposta. E lá no item 53, ele fala assim: "Esse livrinho é Chico Xavier pelo espírito Emanuel". Ele fala assim: "Os corações que oram e vigiam realmente de acordo com as lições evangélicas constrói a sua própria fortaleza para todos os movimentos de defesa espontânea. Então essa essa lição tá falando para nós no dia de hoje que os corações nós estamos aqui em oração. Então, os nossos corações que oram e vigiam, né, nós or vigiamos e oramos, oramos e pedimos que a gente possa estar atento, né? De acordo com as lições evangélicas, nós construímos uma fortaleza. Todas as vezes que nós vigiamos e oramos, oramos e vigiamos, nós estamos construindo uma fortaleza para que as coisas não chegam de repente e às vezes nos destrói, às vezes passa uma rasteira, às vezes nos deixa eh nos deixa sem defesa. Você tá falando que quando a gente ora e vigia, a gente constrói a fortaleza para todos os movimentos de defesa espontânea. Uma defesa espontânea. Sabe o que que é uma defesa espontânea? Eu não preciso de me armar. Eu não preciso de me armar. Eu as coisas chegam e não e não cai aqui dentro e não me atinge. Por quê? Porque eu tenho essa defesa própria, né? Então é muito interessante, tá? Que eles tiraram desse livrinho aqui e nós trouxemos uma uma mensagem hoje muito interessante, sabe? que fala da mudança de paradigma. Aí a princípio que ela tem vários itenzinhos. Eu falei: "Nossa, mas como eu vou trazer esses itens tão pequenininhos para para minha para pros para os meus amigos, né, de harmonização que nos escuta?" E aí lá em Romanos capítulo 7 versículo 6 ele fala assim: "Nosso serviço realiza-se a renovação do espírito." Nós estamos trabalhando para que a gente
meus amigos, né, de harmonização que nos escuta?" E aí lá em Romanos capítulo 7 versículo 6 ele fala assim: "Nosso serviço realiza-se a renovação do espírito." Nós estamos trabalhando para que a gente possa renovar nosso espírito e não mais sobre as autoridades envelhecidas da letra. O que que é esse autoridades envelhecida da letra? É, nós não estamos mais presos a nada. Nós não estamos ali eh ali eh tendo que obedecer regras, falando de uma coisa que há 200 anos falava daquele jeito e hoje se fala, fazia, falava e fazia e hoje nós temos que falar e fazer. Não, tudo muda. Nós temos um processo de evolução gradativo. Cada dia é uma coisa. Então você fala: "Ah, esse mundo tá muito ruim, tudo tá mudado". Claro que tem que tá mudado, tudo vai mudar. Então, paradigma eh que é o que define eh eh o que define aquilo que é válido, como as coisas devem ser feitas. Então, todos os dias, às vezes, o que era válido há 20 anos atrás, hoje não é válido mais, porque existe essa evolução, né? O de primeiro fazia dessa forma, hoje não se faz mais. Quer dizer, vai vai tendo estudos. O evangelho, o evangelho há há 40 anos a gente lia o evangelho, entendia ele de uma forma. Hoje ele fala: "Nossa, eu nem pensei que fosse desse jeito, né? Bem, mal sofrer e bem sofrer." Quem, que história é essa? Como que é eu bem sofrer? Não, sofrer é sempre mal. Olha, sofrer é sempre mal é o paradigma, porque de primeiro sofrer era mal. Hoje a dor é mal, a dor é um castigo. Hoje a dor é educativa, é mudança de paradigma. Então hoje a gente vê tudo diferente, sabe? Tudo que era daquela forma hoje é de o sentimento pode ser até o mesmo, apesar que eu acredito que nem tanto, porque se de primeiro eu achava que era a dor era um castigo, era um absurdo, que é porque eu errei, eu mereço mesmo, né? Hoje eu vejo que ela vem para mim para me educar. Então ela não é a mesma coisa de antes, porque antes ela sofria por ela. Hoje eu entendo, eu não sofro, eu entendo. Pode tá doendo, mas eu tô entendendo. Então ele fala da autoridade envelhecida da
r. Então ela não é a mesma coisa de antes, porque antes ela sofria por ela. Hoje eu entendo, eu não sofro, eu entendo. Pode tá doendo, mas eu tô entendendo. Então ele fala da autoridade envelhecida da letra, daquilo que eu falo. Aí ele continua falando que a mudança, a mudança de paradigma nos alarga os horizontes. É o que eu falei da dor, do mal sofrer, da dor do sofrer, né? Quando eu vejo que ela me educa, ela me alarga. Falei: "Meu Deus do céu, sabe o que é mesmo? Quando dói, a gente muda de comportamento. A gente não fica mais naquele comportamento que doa, que tá doendo, que tá me atrasando, que tá me causando mal-estar, né? Dou a mudança de paradigma nos alargos horizontes, sem permitir, sem sem permitir que rejeitemos ideias diferente, só porque não nos são comuns. As ideias não são comuns. Espera aí, deixa eu pensar. Isso eu não não aceito. Isso não é desse jeito. Mas que jeito que eu posso aceitar o que de fato é a dor? Eu aceito, aceito, porque ela é dor, ela vai doer mesmo. Ela doa fisicamente, ela doa emocionalmente, ela doa, ela dói espiritualmente. Então, eh, sem permitir que rejeitemos ideias eh diferentes só porque não não são comuns. Eu não posso, não, eu não concordo com isso porque isso aí não não é do não tá comigo, não é desse jeito que eu entendo. não posso olhar dessa maneira só afunilada pras coisas. Aí ele continua falando que às vezes nos acostumamos certa com certas definições, sabe? Eh, é aquela Ah, é, meu pai era assim, meu avô era assim, meu pai é assim, eu sou assim, tudo que acontece na minha casa é dessa forma. E e outras definições que nós vamos dar aqui para para vamos dar uma olhadinha, né, no tempo que nós temos. Às vezes acostumamos-nos a certas definições e a partir disto condicionamos-nos a fazer as coisas de determinada forma. Olha que coisa interessante. Eu acostumo daquele jeito, que se fala daquele jeito, eu ajo daquele jeito, aí eu me condiciono. Condicionar é eu fazer sempre do mesmo jeito e depois eu faço até instintivamente,
coisa interessante. Eu acostumo daquele jeito, que se fala daquele jeito, eu ajo daquele jeito, aí eu me condiciono. Condicionar é eu fazer sempre do mesmo jeito e depois eu faço até instintivamente, porque eu me condicionei fazer aquelas coisas de determinada forma, negando. E eu nego a pensar que não existe outra forma de fazê-la. Quando alguém fala: "Não, mas não é desse jeito". Fala: "Não é assim. Eu sempre fiz isso e sempre deu certo e sempre é desse jeito. Isso vem acontecendo anos e anos dessa forma. Olha, isso é um homem velho. Nós estamos num homem novo. Nós estamos no ano de 2026. Quantas coisas t mudado? Quantas coisas mudaram do ano 2025 para que vai entrar agora 2026? Quantas coisas nós, eu, vocês, nós lemos e falamos: "Gente, é desse jeito mesmo? Será que é assim?" "Ah, não sei não." "Não, mas eu sempre pensei desse jeito, eu sempre fiz desse jeito." Mas aqui, olha, eu assisti uma palestra que falou diferente e eu gostei da forma que falou. Olha aí, né? Eh, então eu não vou falar não, eu eh existe não existe outras formas de fazer, é dessa forma. Não existe essa forma de agir, é dessa forma. Eu entendo dessa forma e pronto. E me fecho a funilo. Aí ele vem falando de algumas frases, por isso que eles trouxe várias frases e eu vou passar para vocês. Pode, não fiquem fadonho não, tá? Eu selecionei algumas aqui que é assim é mais comum na nossa vida, a felicidade de primeiro. O que que era a felicidade? Como que eu sou feliz? Ah, eu sou feliz se eu tenho uma casa muito bem mobila, se eu tenho um carro que me leva onde eu quero, se eu estou com a pessoa eh eh afetivamente que eu gosto, né? Se tudo não tem briga nenhuma na minha família, a gente passa o ano tudo tranquilo. Será que é isso só? Ah, eu tenho férias todo ano, eu tenho um salário, eh, não é aquela grandioso, mas dá para eu fazer as minhas coisas todas, sai todo final de semana e sempre vai ser desse jeito. Esse é o e essa é a receita da felicidade. Será que felicidade é só isto? Ou é a certeza que nossa existência não
u fazer as minhas coisas todas, sai todo final de semana e sempre vai ser desse jeito. Esse é o e essa é a receita da felicidade. Será que felicidade é só isto? Ou é a certeza que nossa existência não está transcorrendo inutilmente. Olha aí, aí já decresceu, ficou grande, né? Eu tenho certeza que a minha existência aqui eh não está transcorrendo inutilmente. Eu passo pelas, eu não tenho às vezes a casa própria, vamos supor, eu ganho um salário, mas tá dando mais ou menos férias. Às vezes não, eu posso ir só até ali que é mais em conta. Eh, apareceu as doenças na minha família, entendeu? Mas eu tô levando, eu tô entendendo isso, eu tô procurando ajuda, vou no centro espírita, vou na igreja, vou naondde, tem assistido palestras, tem visto que que essa minha existência ela tem dificuldades, ela tem dores, ela tem dificuldades, mas eu estou fazendo as coisas como que deve ser feito. Isso é felicidade, não é aquela outra felicidade que nós apontamos, não é? Então ela falou, e aí ele vem falando também, o Ramedão, não há maior solidão do que a da criatura sem amizade. Quer dizer, não há maior solidão. Será que a minha solidão é só quando eu tenho amigos? Aquele tanto de amigos me rodeando, cada hora um me liga, passa uma mensagem, aquela aquele eh tenho milhões de amigos, como diz a a música do Roberto Carlos, milhões de amigos. Hoje a fel a a solidão, não há maior solidão do que a criatura sem amizade ou eu ter poucos amigos, mas eu estar bem comigo mesmo, né? Ou eu ter só ser para estar tranquilo se tiver muitos ou eu posso ter três, mas são amigos sinceros. Aí ele fala da saudade também quando se ama. Uma pequena ausência, uma pequena pequenininha semelha ao imenso tempo que parece não ter começo nem fim. Quando se ama, né? Quando nós não amamos verdadeiramente, ah, pode ficar um mês, né? Dois meses, três meses, né? que não tem muito problema não, a gente se gosta, então a gente não sente muita falta não. Ah, eu fiquei, foi, saiu, viajou e pronto, ligo. Oi, tudo bem?
ficar um mês, né? Dois meses, três meses, né? que não tem muito problema não, a gente se gosta, então a gente não sente muita falta não. Ah, eu fiquei, foi, saiu, viajou e pronto, ligo. Oi, tudo bem? Tudo bem. E aí, como tá? Tô tudo bem, tal. Às vezes a gente até fala: "Ah, tô com saudade, mas assim, da pontinha da língua para fora, hoje mudou. Hoje não é, não tem problema. fala: "Olha, tô com saudade dois dias depois, porque um dia não dá, mas dois dias a eu sinto aquela falta porque era daquele jeito e a a pessoa não tá aqui. Ah, não é?" Então você fala: "Meu Deus, até a confusão, a gente sente falta". Então, quando isso é amor, um dia, ah, mas eu saí, um dia você já tá sentindo saudade? Quer dizer, isso acontecia, né? Sim, porque no outro dia eu vou fazer café, vou fazer café só para mim, vou fazer o almoço só para mim. Não tem ninguém que tir as coisas do lugar e não põe até isso, né? Então, eh, quando se ama, uma pequena ausência, ela é deste tamanho, parece que não tem fim, né? E ele fala da lembrança. A recordação não é sobre o tempo que passou. Ah, eu tô recordando, sabe, há do anos atrás, há 10 anos, eh, a recordação não é só sobre o tempo que passou. Ela motiva igualmente o tempo que virá. Quer dizer, eu lembro daquele tempo, fala: "Nossa, eh, como que foi bom, como que foi importante. Poxa, eu posso começar a fazer igualzinho era antigamente naquele tempo." Quer dizer, né? E ela me motiva a fazer na frente amanhã o que eu fiz lá atrás e que foi muito bom. Então, a lembrança ela ela é ela é motivadora. Ela é motivadora que tá falando para que nós possamos continuar fazendo eh trazendo aquilo que foi bom para agora, pro futuro. Claro, sempre com um melhoramento. Sempre com melhoramento. Aí a gente tem que fazer uma uma análise, né? Foi muito bom. Mas e se eu fizesse desta forma? Se incrementasse desse jeito, não ficaria melhor? Ou ou eu lembro os natais de primeiro era muito pomposos, né? Nossa, tinha tanta coisa e aquela sei lá, se preparava não sei quanto tempo.
esta forma? Se incrementasse desse jeito, não ficaria melhor? Ou ou eu lembro os natais de primeiro era muito pomposos, né? Nossa, tinha tanta coisa e aquela sei lá, se preparava não sei quanto tempo. Era muito bom. Era. Eu posso trazer aquilo que era bom para hoje com menos coisas. Eu não preciso aquelear tanto de coisa que eu nem como. Eu posso fazer um prato único, mas trazer aquela alegria, aquela confraternização daquela época para agora, mudando, mudando as coisas de de forma de fazer, fazendo com que eh como deve ser feitas hoje. Essa é a mudança de paradigma. Não dá para eu copiar, fazer daquele jeitinho que era antigamente, né? Desespero. Ele fala de desespero. As sementes da solução estão encravadas na terra de nosso próprio desespero. Olha, quando nós estamos desesperados, né? Qual é a solução? A solução. Não sei porque essas semente elas são encravada na terra da minha ignorância, do meu desespero, de eu não querer mudar. Tá doendo. Mas é assim mesmo. Aí tem aquela historinha do cavalo, do cachorro que eu já contei aqui, né? Ele tava deitado numa tábua, a tábua tinha um prego e ele deitou em cima do prego e tava lá grunindo que tava doendo. Alguém passou, foi lá, falou: "Moça, esse cachorro é seu? É, o senhor não tá vendo que tá deitado em cima de um prego? Estou sim. E o senhor não faz nada?" Eu falei assim: "Não é porque não doeu o suficiente para ele sair. Olha a mudança de paradigma. Hoje sei, se eu me desespero porque tá doendo, porque tá difícil, a situação ficou complicada, se eu fico a lamentar, né, se eu não acho uma solução porque tá doendo, porque foi desse jeito que aquele fulano me maltratou, porque a coisa não deu certa, porque eu errei nisso, se eu ficar com essa com essa ideia encravada, encravada dentro de mim, dentro do meu próprio desespero, eu não vou melhorar nunca. Mas e se eu levantar? Não, espera aí, isso tá muito ruim. Não, eu não mereço estar desesperada desse jeito. Vou procurar uma ajuda diferente. Essa é a mudança, né? fazer as coisas
vou melhorar nunca. Mas e se eu levantar? Não, espera aí, isso tá muito ruim. Não, eu não mereço estar desesperada desse jeito. Vou procurar uma ajuda diferente. Essa é a mudança, né? fazer as coisas diferente. Aí ele fala também da angústia. A a causa da maior maior das angústias é ter perdido a fé em si mesmo. Eu fazer as as coisas evolui. Aí a gente traz assim essa angústia. As coisas todos os dias as coisas evoluem. Todos os dias Deus manda para nós o roteiro do nosso dia. Não é diferente, não é igual de ontem. Todos os dias vamos lá, pega ver o que que Deus o que que Deus mandou para mim para que eu possa fazer hoje, né? Mas se eu ontem doeu, foi difícil, eu não dei conta, eu pedi, eu não consegui e eu perco essa fé que eu posso fazer diferente, eu vou ficar na angústia. Mas olha, ontem eu não dei conta. Ontem foi difícil, né? Eh, ontem eh, eu não, eu me desesperei e não nem orei porque eu achei que não ia adiantar, que Deus não ia me ouvir. Eu não dei conta porque eu também não sou muito, não sou, sou meio inútil para essas coisas, não, não aprendi, não tive oportunidade. Se eu ficar dessa forma, eu estou naquele paradigma de certo, de um ano, de 2 anos, de tr anos. Ela fala: "Espera aí, alguém pode me ajudar? Alguém pode ter uma ideia melhor do que eu? Eu vou consultar alguém, no caso, vamos lá na comunhão fazer um atendimento fraterno, ou vamos procurar um profissional para ver como é, ou vou procurar um médico, às vezes é um problema que eu tô tendo. E quando e aí entra um outro problema dessa mudança de paradigma, aí quando o outro fala para nós, fala: "Ah, não, mas não é desse jeito, eu nunca fiz. Eu fazia desse jeito, eu fazia certo. Tô fazendo as coisas não dá certo. Você acha que eu isso aqui vai dar certo? Olha a discrença de mim mesma. Eu não vou dar conta. Isso é muito para mim. Eu nem tentei. Eu nem tentei, né? E ele fala sobre a amizade. A ausência da de amigos faz com que o mundo pareça um enorme deserto inabitado. Olha, a gente falou lá na lá lá na lá lá
é muito para mim. Eu nem tentei. Eu nem tentei, né? E ele fala sobre a amizade. A ausência da de amigos faz com que o mundo pareça um enorme deserto inabitado. Olha, a gente falou lá na lá lá na lá lá na trás sobre isso. Acha me fala que o mundo pareça um enorme deserto inabitado. Olha, eu tenho que estar primeiro bem comigo mesma. Se eu não tiver bem comigo, eu não vou estar bem com ninguém. Eu não posso ter um monte de amigos. Eu posso ter milhões de amigos, como diz Roberto Carlos, e que eu vou estar mal. Eu me basto, me basto. Nós fomos criados individualmente. Se eu preciso de amigos, tá? Eu preciso de um amigo, de dois amigos e se por um acaso não tiver eles ali, eu vou continuar no desespero. Então a gente tem que rever isso também. Ele fala da que eu acho interessante, só se renuncia a bens e valores conquistados com legitimidade. Eu só vou renunciar aos bens e valores com que eu conquiste conquistei. Só renuncio bens e valores àquilo que eu conquisto. Eu não posso renunciar aquilo que eu não tenho direito de fato. E a gente faz isso. a gente fica renunciando, coisa que não é que nem eu conquistei. E aí eu renuncio, mas eu não conquistei aquilo, não funciona dessa forma. E ele fala do amor que nós já estamos caminhando para terminar. Isso nós temos as o ele fala do amor, é um estado do ser. Eu não compro amor em lugar nenhum. Eu não, não. Você me ama, me ama. Não, eu primeiro eu tenho que me amar. É um um é um estado que está dentro de mim, não está do lado de fora, né? Está bem dentro de cada um de nós. Então, como que eu posso querer achar? Não, todo mundo. Eu tô procurando um amor para minha vida. Eu vou ser feliz quando eu tiver um amor. Eu vou ser resignado quando eu tiver um amor. Perdão, quando alguém me amar. Mas eu nunca me amei. Hoje a gente tem trabalhado muito essa questão da gente se amar, da gente ser autossuficiente pra gente, mas eu vou lá fora e busco o amor lá de fora. Mas ele chega aqui, ele é diferente. Ele não é o mesmo número daquele que eu preciso. O meu amor por
ente se amar, da gente ser autossuficiente pra gente, mas eu vou lá fora e busco o amor lá de fora. Mas ele chega aqui, ele é diferente. Ele não é o mesmo número daquele que eu preciso. O meu amor por mim é o mesmo número. É 38, 42, 52. é um número. O lado de fora não é o número. O lado de fora pode me dar momentos tranquilos, momentos serenos, mas não. Se eu também não tiver serenidade, ele não me dá. Ele pode me dar prazeres e e com eh momentos eh momentos pequenininhos, mas se eu tiver ele aqui dentro de mim, né? Então ele fala do sentimento, não é aquilo que os outros querem que seja, mas sim nossa expressão expressão vida de satisfação em encanto e gosto. Não podemos escolher a preferência, mas sim escolher o que fazer com ela, com o sentimento. Então o sentimento não é o que os outros querem que seja. Ah, você tem que sentir desse jeito, não é? Olha, quando a gente, algum familiar nosso desencarna, morre, não, olha, não chora não. Você vai ver que isso passa. Isso é lá de trás que fazia. Hoje a gente fala, olha, chore, estão sempre nos ensinando algo na caminhada evolutiva, não aquela tristeza de não aquela alegria exagerada que já é patológica às vezes, mas quando eh essa alegria são nossas companheiras de viagem, estão sempre ensinando algo na caminhada evolutiva, para que eu tenha alegria, eu tenho que manter a serenidade de primeiro. Alegria era sinal de eu tá rindo o tempo todo, gargalhadas o tempo todo. Não, você é muito fechado. Olha aí, olhe sua cara. Mas a pessoa dentro, ela tá tão bem com ela. E o último, nós vamos falar do perdão. Não é a negação dos próprios sentimentos. Perdão. Não é ser apático com os erros alheios, mas sim desenvolver o nobre tarefa de nos compreender e compreender os outros. Primeiro é assim, olha, você tem que perdoar Deus. Deus, ele só vai te perdoar se você perdoar. Todo mundo tem que perdoar. Não, eu tô ofendida, eu tô chateada, eu sinto. Não é essa negação desse sentimento, não. Não é ser apático. Ah, não, olha, todo mundo erra, isso é coisa
ar se você perdoar. Todo mundo tem que perdoar. Não, eu tô ofendida, eu tô chateada, eu sinto. Não é essa negação desse sentimento, não. Não é ser apático. Ah, não, olha, todo mundo erra, isso é coisa comum. Não, não é não, mas sim desenvolver uma tarefa de compreender, de me compreender esse sentimento que eu tô tendo e o sentimento do outro porque me ofendeu. Hoje se mudou tanto isso, né? A música de Francisco de Assis é perdoando que se é perdoado. De primeiro ofendeu, a gente chama pro duelo, porque eu não aceito. E agora? Isso. Nós estamos em cima da hora, né? Então a gente terminando, ela vem, ele vem falar para nós que tudo a nossa volta tem o poder de nos afetar e infectar. Afetar é quando dói aqui dentro, sabia? Dói. Fez uma fez uma malcriação comigo, doeu. Eu fiquei meio aborrecida, me trouxe momentos eh bons. Eu fiquei muito alegre, fiquei muito feliz. eh, me trouxe um carinho, meu senti um amor grande, me fez alguma coisa, eu senti um orgulho, isso é, me afeta, né? Ou me afeta o contrário, eu fico chateada. Infectar é quando fere, dói, machuca. Não te deixe infectar por crenças negativas. Ah, fez isso, vai pagar. Deus tarda, mas não falta. A que se fez, a que se paga. Isso é crença negativa. É infectar. A gente fica sempre na doença. Ao contrário, deves te deixar afetar por crenças e ações positivas. Olha, eu consegui perdoar, eu consegui desculpar, eu renunciei aquilo em favor do outro, porque o outro tá mais precisando mais do que eu, né? Isso me causou uma felicidade grande. Olha, eu não tô só, eu estou solitária, eu gosto de ficar tranquila. Ah, eu senti saudade. A pessoa viajou dois dias, mas eu já tô com saudade dela. Esse é afetar, não infectar. Então, que a gente saiba sempre isto, tem sempre essa essa essa mudança, né, de paradigma. todos os dias. Não vamos engolir aquilo que tem muito tempo que se falou e não se usa mais. Não é desse jeito. Não se usa não é na palavra não, como ele falou, né? Eh, sobre a autoridade envelhecida da da letra, que é da palavra, é das atitudes.
em muito tempo que se falou e não se usa mais. Não é desse jeito. Não se usa não é na palavra não, como ele falou, né? Eh, sobre a autoridade envelhecida da da letra, que é da palavra, é das atitudes. Todos os dias nós podemos mudar. O evangelho tá aí para nos ensinar. Então é isso que a gente trouxe, tá certo, amigos? Que a gente tenha um 2026 de muita paz. que eu vou encontrar com vocês muitas vezes aqui em 2026, com toda certeza. Eu, toda a equipe do Harmonização online que vamos estar aqui com vocês. Então, que essa doce paz nos envolva e nos traga muitos dias bons, muitos momentos bons, muitas lições boas para que a gente possa aprender cada dia mais. E assim, terminando cada harmonização, nós ainda recebemos esse passe maravilhoso que nos coloca serenos e tranquilos. Então, continuo mandando um beijo no coração de cada um de vocês e até a próxima. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita [música] de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios [música] por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do Paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual.
om os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos [música] momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a [música] caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos [música] lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a [música] nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. [música] Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, [música] retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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