Momentos Evangélicos com Ruth Brasil • PERANTE A PAZ

Mansão do Caminho 24/08/2025 (há 7 meses) 1:00:21 10,314 visualizações 1,752 curtidas

Palestra doutrinária realizada no Cenáculo da Mansão do Caminho, todos os sábados, com transmissão ao vivo. #espiritualidade #espiritismo #evangelho #deus #jesus #ansiedade #felicidade

Transcrição

Queridos amigos, irmãos, nossos votos de muita paz. Eu tô aqui muito emocionada, me lembrando da imensa gratidão Adivaldo Franco, a Nilson, a toda a equipe daqui, as tias abenegadas, os tios, os filhos que sabem honrar o legado aqui. recebido e me lembrei de Selma Laguerlef, a escritora sueca, quando foi agraciada com o Prêmio Nobel de Literatura, ela ficou pensando o que iria dizer. E entre outras palavras que eu vou fazer aqui uma síntese, ela se lembrou do avô e do que nós temos chamado dívida de gratidão. A dívida de gratidão não se paga nunca, é uma dívida de gratidão para sempre. E essa dívida de gratidão que eu tenho com prestando homenagem ao mestre Divaldo Franco, ao mestre também Nilson, todas as pessoas que eu conheci aqui na mansão, desde a Barão de Cotegipe, quando fui para lá com 14 para 15 anos. Imagine que na época, não é que eu era materialista, imagina, eu cheguei a dizer a minha mãe, minha mãe, Deus não existe. Ela disse: "Olha, minha filha, eu aceito toda coisa sua, mas dizer que Deus não existe, você não tem nenhuma condição. Auto lá, me deu um limite." Então, eu procurei uma religião. Fui à igreja católica, eu disse, não é. Fui à igreja evangélica, não é? Então me disseram na época que nos centros espíritas haviam coisas assim, os médiuns subiam pela parede. Eu disse: "Médium lagarticha, como é que pode, né? sabe que adolescente é curioso. Então eu fui para conhecer a era o caminho da redenção, quem estava falando Divaldo Franco e Alif foi paraa juventude espírita Nina Roeira, depois assumimos a direção da juventude num período e etc. Mas tivemos como grande referência, já que meu pai desencarnou quando eu tinha 10 anos de idade. E a minha referência de pai, a referência de exemplo foi Divaldo Franco. Eu tô aqui emocionada porque a dívida de gratidão a gente só pode fazer uma coisa, fazer o melhor que a gente puder, em gratidão, com gratidão a as pessoas aqui na mansão do caminho, o centro espírita caminho da Redenção, encarnados e desencarnados.

a gente só pode fazer uma coisa, fazer o melhor que a gente puder, em gratidão, com gratidão a as pessoas aqui na mansão do caminho, o centro espírita caminho da Redenção, encarnados e desencarnados. E nessa dívida de gratidão a Joana de Angeles, que eu fico pensando como é que o espírito recebe tarefas do Cristo e as cumpre. Aquela que foi Joana de Cuza deu testemunho. Nós sabemos a sua história, foi queimada viva em holocausto a Jesus, em testemunha a Jesus. Ela vai ser eh Santa Juan Inês de Cruz, vai ser Clara de Assis. Depois disso tudo, ela chega na Bahia como Joana Angélica em Salvador. E a Dom Pedro está bom que ele deu o grito dele no Riachipiranga, não havia microfone nem nada, nem amplificador, né? Bem, mas as coisas continuaram da as mesmas. do Nordeste para cá, quem mandavam, quem governava eram os portugueses. Até os militares eram portugueses. Está Joana Angélica, que é Joana de Angeles, como a badeça do convento da Lapa. E havia uma dúvida se expulsaria, um grupo achava que ia expulsar os portugueses, outro grupo não a não concordava. No momento que a Sora Joana Angélica de Jesus Medeiro foi assassinada, todo mundo se uniu e realizou a consolidação da independência do Brasil na Bahia. Vocês vejam a missão de um espírito superior que muitas vezes é tão discreta que a gente nem acredita. Então eu estou aqui muito emocionada, como disse aos irmãos, com uma profunda dívida de gratidão. E quero colocar eh, eu participava das reuniões mediúnicas de do domingo com a diretoria da Federação Espírita do Estado da Bahia e de repente um espírito chegou e disse assim: "Eu vim escrever um livro, não vou me identificar. Vocês vão entender nesse instante porque ele não quis se identificar. Eu não vou me identificar. No último capítulo ele se identificou. E aí eu fiquei muito apreensiva porque ele se identificou como Roberta Sagioli. Roberta Sagioli, no âmbito da psicologia, nós sabemos, ele é o autor de uma proposta que deu base uma um grande contributo à quarta força da

apreensiva porque ele se identificou como Roberta Sagioli. Roberta Sagioli, no âmbito da psicologia, nós sabemos, ele é o autor de uma proposta que deu base uma um grande contributo à quarta força da psicologia como psicologia transpessoal. Como eu já conhecia, eu disse: "Meu Deus, Roberta Sagioli, o que será de mim? Vejo o que é espírito inferior. Eu sei que eu sou de terceira ordem, sem modéstia. É muito bom a gente se situar naquela classificação do livro dos espíritos a partir da questão 100. Isso é ótimo, é autoconhecimento. Então o que aconteceu? Nós pegamos, datilografamos todo o material. Vou ficar em pé. Datilografamos o material e pedimos para o nosso querido irmão e mestre Divaldo Franco perguntar a Joana se era Roberta Sagioli ou não. Fiquei em dúvida. E sabem qual foi o resultado? foi devolvido tudo, todo o material com prefácio de Joana de Angeles. E é esse livro daqui, Reflexões sobre a paz, que já está na oitava edição. tem ajudado muito. Claro que como ele é o autor da escola chamada psicossíntese, o pessoal ficou em dúvida, um grupo daqui de outro estado do Brasil e foi ver lá na Itália e viu que nos nas coisas dele havia muito rascunho sobre a paz que não deu tempo ele publicar. veio publicar depois, mas com a Val de da Veneranda Joana de Ângeles é que nós publicamos. E nesse livro dela que eu gostaria que aparecesse aqui, tem duas mensagens sobre a paz, duas mensagens profundas. É, Joana é o espírito que faz síntese. Ela faz síntese. Um que vocês vão adquirir aí na livraria, não é? Condições da Paz. E ela diz assim: "A paz é de fundamental importância para o homem e suas comunidades em todos os períodos da vida. Imagine, ela coloca em todos os períodos da vida. Então eu vinha pensando, eu digo, na vida pré-natal também tem que haver uma nova gravidez, uma nova paternidade, uma nova maternidade, não é? De aceitação, de conversa com o espírito reencarnante, de se cercar com todos os cuidados, porque a paz nesse capítulo ela começa aqui, não é? Então, mais adiante, ela

de, uma nova maternidade, não é? De aceitação, de conversa com o espírito reencarnante, de se cercar com todos os cuidados, porque a paz nesse capítulo ela começa aqui, não é? Então, mais adiante, ela diz assim: "Desenvolvem-se programas de cultura e de pesquisas, mediante os quais se afirmam os valores éticos da civilização e ela vai dizer que os tratados, tudo que se fez até hoje não se consegue a paz". Então, por que ela vem colocar esse livro Reflexões sobre a Paz como Vadmecum da Paz? Porque é ensinado como é que a gente adquire a paz. E eu quero aqui compartilhar com os queridos amigos, irmãos presentes e que irão assistir o vídeo depois. O seguinte, durante o período aos domingos que ele psicografou esse livro, como eu já tinha o hábito de fazer meditação de manhã cedinho, ele ao meu lado me ajudou muito, não é, a fazer meditação e me centrar no núcleo da paz. E eu aprendi que a paz estava dentro de nós. A paz está dentro de cada um de nós. E há toda uma técnica, toda uma metodologia que a gente pode adquirir. É um núcleo que nós temos na nossa psique sobre a paz. Vamos refletir um pouco aqui. Vamos ver se eu acertei. Acertei. Então, contextualizando a paz no mundo, a gente vai seguindo, Joana, uma vida, uma visão histórica materialista. É o que a gente tem. Essa visão que é histórica até agora e é materialista. O que é que predomina ainda na nossa civilização? A lei do mais forte. economia baseada no negócio das armas. Então, o PIB dos grandes países, países de primeiro mundo, é baseado, gente, na vida, na produção de armas. Se há produção de armamento, tem que se fazer guerra. É isso que a gente vai entender, não é? Então, o lucro adicional na aí ainda tem um lucro adicional que é o lucro da reconstrução dos países destruídos. Ainda tem isso, gente? A gente nem se engane, não é? Bem, e a ilusão da separatividade e fragmentação da consciência, esse é o grande problema nosso. A gente tem a ilusão da separatividade por causa de religião, por causa de time de futebol,

ane, não é? Bem, e a ilusão da separatividade e fragmentação da consciência, esse é o grande problema nosso. A gente tem a ilusão da separatividade por causa de religião, por causa de time de futebol, por causa de política, por causa disso e daquilo. Acontece e nós somos uma única humanidade. Mas nós não somos uma única humanidade com referência à terra. Nós somos uma opa, ó, gente, foi agora. Foi. Então, eh, no livro dos espíritos há uma questão sobre guerra, mas nós somos uma única humanidade interplanetária e solidária. Por exemplo, a geração nova que está prevista no livro A Gênese, no último capítulo da Gênese de Kardec, essa geração nova, são espíritos agora evoluídos que estão vindo à Terra, inclusive para mudar aos poucos uma certa estrutura, eu penso nisso, uma certa estrutura cerebral, porque o nosso cérebro ainda é limitado. A gente ainda tem o cérebro reptiliano. Que gracinha, né? O cérebro o dos répteis. Ainda temos um resquício dos répes. Então nós vamos ser reativos em muitas condições. Então Kardec perguntou: "Qual é a causa que leva o homem à guerra? Predominância da natureza animal. Por isso que estão vindo aí, está todo mundo sendo classificado num espectro autista. Eu fico preocupada com isso. Eu conheço um jovem mesmo, gente, ele é de uma inteligência extraordinária, de uma bondade e tudo já foi classificado como autista. Essa semana ele me pergunta, digo, olha, meu filho, não fique atrás disso, não. Veja o que você veio fazer aqui na terra. Isso é que é importante, viu? a sua contribuição. Então, seguindo adiante, eh, no o espírito Roberta Sangioli, ele vai dizer que a gente ainda está na pré-história, que a história que a gente vai dizer que ela chega com escrita, ele diz que a história da humanidade só será marcada quando a gente aprender a viver, não em paz, viver a paz, não é? Bem, então v um convite aqui agora é para todos nós aprendermos a construir a história. Vocês imaginem que nessa época que nós estávamos nesse processo, um dia nós

ver, não em paz, viver a paz, não é? Bem, então v um convite aqui agora é para todos nós aprendermos a construir a história. Vocês imaginem que nessa época que nós estávamos nesse processo, um dia nós chegamos ali na concessão da praia, fomos comprar um material numa lojinha estreita, um balcão, e de repente chegou um homem acompanhado de outro. Ele estava revoltado porque a sua obra estava parada, o pessoal não entregou material e então ele tirou um revólver da pasta. A minha primeira reação foi reptiliana. Eu já ia fugir, só não fugi porque não dava, não tinha passagem. Aí eu f, eu disse: "A paz, comecei a respirar calmamente. Eu sou uma potência de paz. O pessoal aqui uma potência de paz, parecendo aquela leseira. Daqui a pouco orar também. Fui orando. Ele disse: "Está certo, olha, você me entrega uma, era um sábado. Se não me entregar a segunda, eu vou guardar o revólver. Eu volto aqui. Aí eu disse: "Ah, funciona, funciona mesmo." Então, a construção da paz tem a ver com construção de campos de ressonâncias mórficas, não é? Eh, o que será esse campo de ressonância mórfica? Eu fui ver no Google, não é? é uma mudança de comportamento a partir de comportamentos que foram mudados por uma quantidade de pessoas ou de espécie. Quem trabalhou muito com isso foi Rupert Shell Drake, esse biólogo inglês maravilhoso que ele provou com a tese do centésimo macaco, quando naquele nós sabemos que o Japão todo é arquipélago e tem algumas ilhotas daquelas que são florestas, eles deixam como reservas florestais e estavam pesquisando os macacos que eles jogavam batatas, eles comiam as batatas sujas. Numa dessas ilhas, os pesquisadores ali, outro grupo na outra ilha, etc. E uma o que aconteceu é que um macaco, uma macaquinha, olha gente, ô Mário, por favor, não ouça não, viu? O poder feminino. Quem começou foi uma macaquinha, lavou a batata. Os outros jovens foram lavando a batata, ensinaram as mães quando o centésimo macaco 99 100 lavou as batatas, os outros das outras ilhas começaram a

o. Quem começou foi uma macaquinha, lavou a batata. Os outros jovens foram lavando a batata, ensinaram as mães quando o centésimo macaco 99 100 lavou as batatas, os outros das outras ilhas começaram a lavar as batatas. E aí eu até já perguntei isso nos seminários. Eu gosto de dar um curso que a pessoa sai vivendo a paz. Isso é um eh um workshop que dura uma manhã toda ou uma são 4 horas com meia hora de intervalo. Bem, e aí eu pergunto às pessoas como é que você explica isso? Havia internet, gente, pelo amor de Deus, macaco usando celular, né? iPhone, iPod, iPad. Então, é o, e o Shell Drake fez essa pesquisa com animais, com vários seres, com pintos, por exemplo, eh vamos contextualizar um grupo, uma ninhada de pintinhos em Salvador, sem pinto. Saíram da casquinha do ovo hoje, sem em São Paulo. É o experimento. E os dois grupos com em cada grupo dois duas vasilhas com farelos vermelhos e amarelinhos. Os daqui começaram a bicarmelhos além dos amarelos. Quando chega numa certa quantidade, os de São Paulo vão bicar a mesma coisa. É o campo de ressonância mórfica. A paz só virá a medida que nós encontrarmos esse núcleo que está dentro de nós e propagarmos isto de uma certa quantidade, não precisa ser humanidade toda, não. E aí nós faremos uma conexão com os espíritos superiores que já vivem em paz. E aí nós teremos a paz no mundo. Eu estou apresentando vocês Dr. Massar Emoto com a mensagem da água. Ele fez uma pesquisa muito interessante, por exemplo, colhendo porções de água, depois chegando ao nível de congelamento até as moléculas da água. E no lago Oclahoma, antes da oração, o cristal da água era esse daí. Depois da oração e da vibração da paz, olhem que se tornou, como a água é suscetível e por das águas fluidificadas, não é? A importância da fluidificação das águas. Então nós vamos mostrar a vocês o lago XI. Depois da oração, uma molécula de água, olha em que se torna. Vamos adiante. E aí nós estamos vendo o contraste, né, dessas mensagens do que se torna a a água é a mesma, hein, gente?

vocês o lago XI. Depois da oração, uma molécula de água, olha em que se torna. Vamos adiante. E aí nós estamos vendo o contraste, né, dessas mensagens do que se torna a a água é a mesma, hein, gente? Colhida num lago ou numa torneira, é a mesma, em vasilhas diferentes. Aí é que está o experimento. São o efeito da voz. no do sentimento humano sobre a água, sobre uma quantidade de água. O que nós falamos, o que nós cantamos, o que nós colocamos como telas nossos quartos, nas nossas salas, para as nossas crianças, lembrando aqui, 70% do nosso corpo água. Aqui a enfermeira professora está me confirmando. É água, gente. Então, para ter saúde, a vibração vai ter que mudar. Nossa, agora olha o em que uma gota d'água, o cristal d'água se torna quando a gente vibra amor. E quando a gente diz eu te amo tem que dizer o outro eu te amo não é bem a pra gente conseguir a paz, a gente precisa trabalhar a paz no físico, a paz no emocional e a paz no mental. É o que o livrinho, por isso que Joana, ela disse assim, é um vadimé com da paz quando ela devolveu com prefácio. É um vadimmer com da paz, porque ele ensina nesse livro como é que a gente consegue a paz no físico. Na palestra não dá, só dá num seminário, se Mário quiser, os tuas ordens, viu? para vir fazer aqui com muito amor e gratidão. Como é que a paz no físico que a gente pode fazer um pequeno experimento aqui agora? Sentem-se da melhor forma possível. Coloque os pés no chão para facilitar a circulação. Agradeça o corpo. Mande uma mensagem de amor e gratidão ao corpo. Muito bem sentados. E aí a gente integra com emoção, emoção boa, emoção transformada em sentimento de amor, de autoamor, de misericórdia para consigo. Quando Jesus diz assim: "Bem-aventurados misericordiosos, a gente precisa de misericórdia para conosco na compreensão que somos espíritos de terceira ordem, pelo menos eu, não é? Então, esse sentar é aí que a gente acalma com a paz no transformando emoções em sentimentos. As emoções são produzidas na parte perespiritual,

somos espíritos de terceira ordem, pelo menos eu, não é? Então, esse sentar é aí que a gente acalma com a paz no transformando emoções em sentimentos. As emoções são produzidas na parte perespiritual, no plexo solar. A a o amor, a transformação em sentimento é só quando a gente transfere a energia do plexo solar pro centro cardíaco. Isso aí existe é uma técnica para todo mundo. Não precisa ser extraterrestre, não. Nós mesmos aqui do dia a dia com os desafios e a paz no mental. Então, nesse momento, a paz no mental é a gente identificar os nossos pensamentos. O que é que nós estamos captando? O que é que nós estamos pensando? No livro dos espíritos, os espíritos esclarecem o seguinte: "Olha, o primeiro pensamento é nosso, daí em diante inspirações." Então, o que é que eu aceito como pensamento? Onde é que eu estou? Eu estou eh polarizada ou não? Eu estou cada pensamento sem nenhuma exceção. Em cada pensamento nosso, nós emitimos ondas. Podem ser longas, curtas ou ultra curtas. Para alcançar os espíritos superiores tem que ser ondas curtas ou ultra curtas. Gente, não alcança. Joana deângeles, minha irmã, est todos esbaforidos, preocupados, raivosos. Não alcança Joana. Gente, só alcançamos quando aprendemos emitir essas ondas, usar bem o mental. Então, eh, essa foto é de uma criança que levou vários dias soterrada e depois quando retiraram na dos escombros, ela estava ótima. E ela disse assim: "Como foi? Foi o que aconteceu com ela depois de uma semana soterrada?" Ela disse: "Vinha um pessoal de branco e me dava alimento e água". Ou seja, a criança, como a gente eh ainda temos preconceitos ou dúvidas, a criança sintoniza com os espíritos elevados e isso é paz. Isso é uma maravilha. Então, a paz na terra está em nossas mãos. Vocês não esperem a paz ser resolvida pelos grandes países, especialmente aqueles cujo PIB na atualidade é consequência eh das guerras. A gente não espere isso. A paz na terra virá quando um grupo de seres reencarnados em sintonizando com os espíritos que

ses, especialmente aqueles cujo PIB na atualidade é consequência eh das guerras. A gente não espere isso. A paz na terra virá quando um grupo de seres reencarnados em sintonizando com os espíritos que vibram a paz no mundo espiritual, não é? A gente criar um campo de ressonância mórfica para a paz. Aí a paz virá. Vocês notem historicamente nenhum tratado de paz se conseguiu levar adiante, nenhum em nenhuma época histórica. Olhem bem para isso. Então, todos nós que estamos aqui, nós somos uma potência de paz. Agora, a potência tem que se tornar ato. E para se tornar ato, a gente vai precisar de aprender a viver a paz no emocional, no mental e no físico, nessas três dimensões. Isso é possível. No livrinho Reflexões sobre a Paz, ele ensina como e é possível mesmo. De alguma forma eu sou muito agradecida porque aprendi a viver a paz, senão eu acho que eu já tiria desencarnado. A verdade é essa, porque eu era toda Ednólia que está ali, que me conhece há décadas, ela mea era bem novinha, viu, gente? que eu era mais velha quando nós nos conhecemos. Eh, eu era muito impulsiva e aprendi. A partir daí eu disse: "Ah, como a paz está dentro de nós?" A gente aprende a se conectar com a paz, aprende a expressar a paz. E à medida que um grupo for fazendo isso, entendamos bem, é que nós criamos o que no espiritismo chama psicosfera, uma psicosfera de paz, facilitadora da ação dos espíritos elevados no planeta Terra. Olha só, eu vou dar um exemplo aqui. Imaginem se um avião, um supersônico, ele não vai aterriçar em qualquer lugar. Não vai. Ele precisa de um lugar para aterrizar. Gente, os espíritos superiores precisam de pessoas que sintonizem com eles, ancorem a sua presença como âncoras mesmo, crie uma psicosfera para facilitar o trabalho deles. Eu vou dar aqui um exemplo. Eh, eu, quantas pessoas aqui leram o nosso lar? Levante a mão, por favor. Olha, a maioria já leu o nosso lar. Muitas vezes, mais de uma vez até. O que me impressionou naquele livro, eu não sei se foi a mesma coisa que impressionou

eram o nosso lar? Levante a mão, por favor. Olha, a maioria já leu o nosso lar. Muitas vezes, mais de uma vez até. O que me impressionou naquele livro, eu não sei se foi a mesma coisa que impressionou vocês, foi o seguinte: está André Luiz numa região umbralina. Resultado, a mãe dele ia visitá-lo frequentemente. Ele não percebia a presença da mãe. Isso aqui traz uma lição enorme pra gente. Qual é a grande lição? Quando nós estamos no corpo físico, nessa dimensão, nós estamos completos. Corpo físico, o vital, o emocional. o mental que vai fazer parte do perespírito. Daí em diante eu vou colocar aqui o inconsciente atual, o inconsciente multies e o que Joana vai chamar de selfie. E de cébin alemão, a saagiol high self, eu superior é essência espiritual. Essa essência espiritual está presente, gente. Olha, esteve presente em Hitler. Nesses irmãos que estão produzindo guerra, eles estão presentes. Esse todos nós, porque nós somos advindos de Deus. Nós somos criados por Deus como átomo primitivo. Está lá na questão 540 do livro dos espíritos, que eu acho fantástico. Quando chegar em casa, leiam o livro dos espíritos, questão 15:40. Pode memorizar. Está lá. Em natureza tudo se encadeia desde o átomo primitivo ao arcanjo que começou por ser átomo. E olha a trajetória que nós já fizemos do átomo primitivo, a vibração no reino mineral, depois no reino vegetal, depois no reino animal, para chegarmos ao reino ominal numa trajetória desde a pré-história dos neandertales e outros para chegar até aqui. Nós evoluím muito e agora nós temos uma tarefa de humanidade, vibrar a paz, viver a paz, ajudar a criar um campo de ressonância mórfica, de paz. É isso que Jesus quer. E para que isso aconteça, a gente aprende a ser misericordiosos, bem-aventurados, os pacificadores que são chamados filhos de Deus, porque nesse núcleo de paz a gente se encontra. Joana deângeles na sua obra maravilhosa. Eu eu não saio de perto de filho de Deus. Até emprestava. As pessoas esquecem de devolver, parece sofre um pouquinho de

esse núcleo de paz a gente se encontra. Joana deângeles na sua obra maravilhosa. Eu eu não saio de perto de filho de Deus. Até emprestava. As pessoas esquecem de devolver, parece sofre um pouquinho de Alzheimer. Eu já sei que é para dar, mas o meu mesmo eu não empresto mais a ninguém, né? Eu fico com ele. Mas esse livro após a tempestade, minha gente, logo no primeiro capítulo, a Veneranda traz um panorama do que está acontecendo hoje. Esse livro foi escrito no século passado, não foi no terceiro milênio, foi no segundo milênio. Então, tudo que está acontecendo na atualidade está nesse livro. e como as virá a solução. E justamente eh eu faço um convite aqui a todos. Podem crer que todos nós podemos viver a paz? Não é viver em paz, porque quando a gente aprende a viver a paz, tem horas que a gente não consegue. Por isso que tem que ser misericordioso conosco também. sermos perseverantes, não é? Deixe-me ver aqui, eu não consegui. Aqui eu fui reativa ao invés de ser proativa. E o eu sou reativa porque eu ainda tenho cérebro reptiliano, porque meu cérebro ainda tem um sistema límbico que é bastante emocional. A gente está desenvolvendo o lobo frontal. Agora eu acho que nós da humanidade temos futuro, inclusive modificando. Vocês notem as figuras dos espíritos Neandertales, por exemplo, quando eu era primitiva, bem primitiva, na época que não havia nem agricultura, não conseguia nem viver em cada verna toda assim, como era meu cérebro no pouco lobo frontal. A gente vai ver isso tanto nos crânios, né, que foram encontrados, não tem muito espaço pro lobo frontal, a gente foi conquistando paro. Todos presentes aqui somos potências de paz. Que nós possamos aprender a paz, porque após aestade virá uma era maravilhosa para a terra. Por isso que a geração nova está presente. Último capítulo do livro A Gênesis de Kardec, a geração nova. Nós estamos vendo crianças extraordinárias. Meus queridos irmãos, a nossa gratidão pelo convite e os votos de muita paz e a minha profunda gratidão

pítulo do livro A Gênesis de Kardec, a geração nova. Nós estamos vendo crianças extraordinárias. Meus queridos irmãos, a nossa gratidão pelo convite e os votos de muita paz e a minha profunda gratidão pela veneranda Joana de Ângeles, por dona Amélia Rodrigues, pelo Roberta Sagioli, por todos aqui que continuam a manter viva a chama, o ideal da mansão do Caminho do Centro Espírita, Caminho da redenção de todos nós. Muito obrigado e muita paz. Obrigado. Olha, tinha aqui >> quando Rute traz nessa fala final a respeito de que é possível encontrar essa paz, nós precisamos pensar que, lembrando Nando Cordel, a paz do mundo começa em mim. e no ambiente familiar, às vezes que está cheio de conflitos, as próprias guerras íntimas e o quanto nós podemos estar trabalhando neste ambiente para reproduzir esta paz lá fora. a oportunidade que os benfeitores nos concedem antes de voltar para essa experiência na construção e constituição da família, de buscarmos o encontro consigo mesmo e o encontro com a paz. Nós somos construtores de um mundo melhor. E essa construção ela inicia a partir de nós mesmos. Se encontrarmos a paz no íntimo, essa paz ela vai se reproduzir no mundo lá fora. E aí, o que é que nós precisamos encontrar em nós para sermos estes reprodutores e construtores da paz? fazendo uma reflexão íntima, nós vamos encontrar os pontos que nos desestruturam e que são capazes de levar para esse mundo lá fora as guerras íntimas, os conflitos que na desestruturação vão ser fomentadores de discórdias, de discensões. Então, a partir deste reconhecimento das situações que nos mobilizam quando ficamos irritados, quando manifestamos inveja, ciúme, revolta, queixa, lamentação e tudo quanto está dentro de uma construção mental que fazemos através dos nossos pensamentos. Quando Rute traz essa observação daquilo que vibramos no nosso íntimo. E eu diria que o fato de ter uma base religiosa, isso também nos assegura essa construção e vivência da paz. Aproveitando em Sejo Rute, eu também

essa observação daquilo que vibramos no nosso íntimo. E eu diria que o fato de ter uma base religiosa, isso também nos assegura essa construção e vivência da paz. Aproveitando em Sejo Rute, eu também tive a oportunidade de estar em uma evangelização espírita na juventude espírita Nina Aroeira, que a época era o nosso querido peixinho, hein, Nolinha, que estava na direção. e encontrei as bases na doutrina espírita, mas que tiveram como disparador o próprio lar. Eu fui educada em um lar espírita e tive, através desta educação, a oportunidade de estar participando da evangelização infantil, da juventude espírita e assim seguir para a trajetória na construção da vida profissional, da vida estudantil inicial, que teve essa base. Mas nós podemos receber da família a base e não seguir o modelo e a orientação que nós recebemos. Quantas crianças e jovens foram evangelizados e depois seguiram seus rumos por escolhas que talvez não fossem as escolhas eh direcionadas por aquela base que foi construída. Então, que nós possamos inicialmente oferecer às nossas crianças, aos nossos adolescentes, aos nossos jovens, esta base que pode auxiliar no encontro da paz, que é indispensável para a coletividade, para o progresso da humanidade. E aí sairmos com o questionamento de que maneira eu posso estar construindo esta paz e levando essa construção para os cenários aos quais eu estarei transitando? Porque se em casa eu não estou em paz, dificilmente eu conseguirei estar em paz nos outros ambientes onde eu estou circulando. e lembrar sempre da mensagem de Jesus, lembrar sempre do quanto ele, diante de momentos tão desafiadores em que lhe era apresentado para poder tomar uma direção orientar, ele conseguia, diante de tudo isso, centrar-se, buscar a conexão com Deus e sair daquela situação. com a a integração perfeita com o Pai, porque ele próprio havia dito que ele o pai era um, mostrando essa consciência cósmica, que é de fato a nossa busca em nosso processo evolutivo. Estar em paz diante do sofrimento é

perfeita com o Pai, porque ele próprio havia dito que ele o pai era um, mostrando essa consciência cósmica, que é de fato a nossa busca em nosso processo evolutivo. Estar em paz diante do sofrimento é possível? Sim, na medida em que diante da dor nós vamos buscar compreender que ela tem uma função em nossa caminhada. E a partir desta compreensão que Lázaro chama de resignação, nós trabalharmos para este entendimento de que aquela situação ela vem mostrar para nós um caminho que já foi construído anteriormente e que agora nós estamos aqui para de fato colocar em prática todo este aprendizado, toda esta construção. Então, sair com a reflexão, com o pensamento de que podemos fazer diferente e pensar qual é a minha função, qual é o meu objetivo de estar na presente existência, naquele contexto familiar, naquele contexto de trabalho integrado nas atividades da casa espírita, naquele mundo social que nós compartil com os nossos vizinhos, com com os nossos amigos. Entendendo essa proposta que parte do nosso mundo íntimo, nós sairemos para o mundo em qualquer circunstância, mesmo na vivência da dor, encontrando este lugar que cabe a cada um na obra da criação. Porque assim indaga Allan Kardec na questão 132 de O livro dos Espíritos. Qual o objetivo da encarnação dos espíritos? Na resposta, inicialmente, os benfeitores vão vão trazer que Deus lhes impõe a encarnação com o objetivo de fazê-lo chegar à perfeição. Mais adiante, nós encontramos na resposta que também estamos aqui para poder fazer a parte que nos toca na criação. Então, todos nós temos o nosso papel e dentro daquilo que foi atribuído a nós, certamente a paz ela vai estar sendo permeada nos nossos pensamentos, nas nossas palavras, nos nossos atos. Tudo inicia pelo nosso pensar. é o psiquismo divino que habita em nosso mundo íntimo, que vai se ampliando e na medida que vamos ficando mais conscientes, a própria tomada de decisão, ela já fica mais harmonizada, mais equilibrada. Já agiremos mais sem o impulso, sem o imediatismo,

mo, que vai se ampliando e na medida que vamos ficando mais conscientes, a própria tomada de decisão, ela já fica mais harmonizada, mais equilibrada. Já agiremos mais sem o impulso, sem o imediatismo, procurando medir mais as consequências daquilo que estamos a fazer. Talvez no ambiente onde nós transitamos nos deparemos com muitas pessoas que trazem as suas inquietações, as suas ansiedades e se juntar conosco essas inquietações, estes conflitos, estas ansiedades. Como é que sairá no contexto desta junção? mais conflito, mais ansiedade, mais tumulto e tudo isso reproduzirá na sociedade. Então, é preciso pensar no nosso papel enquanto construtores desta paz. Ficamos muito na expectativa do que o outro pode estar trazendo para melhorar e nós. Deixemos de olhar o outro. E pensemos mais em nós. Nós tivemos aqui nesta instituição os nossos fundadores, que foram estes grandes exemplos. Tio Di, embaixador da paz. Tio Nilson, na sua paciência, na sua moderação, tinha sempre uma palavra para poder nos auxiliar diante dos conflitos. Como tio Divaldo viajava muito e tio Nilson estava mais presente, então nosso contato maior foi com esta presença que era o símbolo da paz e continua a ser para todos nós. Então, que saiamos daqui com esta proposta de refletir o que eu posso fazer no meu dia a dia para ser este exemplo de paz, para ser o construtor da paz, da paz que nós ansiamos tanto, da paz que o mundo necessita. Se estamos nesta transição de mundo de provas e expiações para mundo regenerado, onde neste mundo a predominância do bem será superior ao mal, então este bem também já está habitando em nosso íntimo, aguardando apenas a oportunidade de espraiar e espalhar mais e mais. Então, com estes exemplos que transitaram em nossa existência, nós que estamos aqui há algum tempo ou quem chega agora certamente consegue extrair e perceber deste ambiente o clima de paz, apesar de em alguns momentos também termos as nossas dificuldades, os nossos conflitos. Mas chegar, silenciar, perceber, se sentir tocado,

te consegue extrair e perceber deste ambiente o clima de paz, apesar de em alguns momentos também termos as nossas dificuldades, os nossos conflitos. Mas chegar, silenciar, perceber, se sentir tocado, está à disposição de cada um de nós. Façamos então esse exercício. Pensemos nesta construção que depende de cada um de nós. E se nos dermos as mãos, se nos unirmos, se buscarmos cada vez mais integrar esse nosso desejo, a nossa vontade, o nosso esforço nessa construção, certamente já estaremos cumprindo o nosso papel nessa construção de um mundo novo que depende e aguarda de cada um de nós. Qual é o nosso papel? Por que que nós estamos aqui, aqui reencarnado, aqui nesta família, aqui nesta casa espírita, neste lugar que tanto recebemos, o que podemos estar retribuindo como sinal de gratidão. no início da sua exposição, falou mais de uma vez da dádiva de gratidão. Então, todo benefício que nós recebemos deve também em nosso íntimo, trazer esta expressão de gratidão. Também, Rut, sou muito grata por tudo quanto desde criança eu vim recebendo desta casa. E tudo quanto eu fizer até o final da minha existência, ainda será pouco para poder retribuir tudo quanto eu sou hoje, graças a essa experiência de aprendizado e crescimento ao ferido, é claro, com a base familiar. mas também diante de tudo que nós temos vivenciado nesta grande obra, que é um celeiro de bênçãos, que traz para todos nós a oportunidade de crescimento e de libertação. Que a paz do Jesus nos envolva, que ele possa estimular-nos cada vez mais a busca dessa paz. que está como centelha em nosso íntimo, aguardando o momento oportuno para se espalhar mais e mais. >> Obrigado a Tânia pela referência em relação à paz. Eu gostaria de fazer referência aqui que na semana passada nós tíos o movimento Você e a Paz na cidade de São Paulo em Amparo. Quando o movimento Você e a Paz é realizado naquela cidade, a cidade praticamente ela para e se junta nesse uma grande caminhada e depois no evento em si. Então é um movimento que a dona Ana

m Amparo. Quando o movimento Você e a Paz é realizado naquela cidade, a cidade praticamente ela para e se junta nesse uma grande caminhada e depois no evento em si. Então é um movimento que a dona Ana Beira desenvolve. na cidade de Amparo com uma uma grande participação do público em geral. Coincidentemente, essa semana também nós tivemos reuniões aqui na na instituição a respeito do nosso 27 movimento e você e a paz que irá ocorrer no dia 19 de dezembro deste ano. Nós já temos o local programado, já estamos desenvolvendo todas as ações relativamente a isto. E eu gostaria de fazer referência principalmente à importância desse movimento para a cidade de Salvador. O deputado Pedro Godinho instituiu dia 19 de dezembro na Câmara de Vereadores da Cidade como o dia da paz na cidade de Salvador. Tudo isto movimentado pelo trabalho que foi realizado por Divaldo Franco a partir do dia 19 de dezembro de 1998. que foi a primeira edição do movimento Você e a Paz. O Divaldo teve essa ideia, assim, uma ideia brilhante para a promoção da paz e ele desenvolvia diversas atividades nos diversos bairros de Salvador e ele levou depois a ideia para os diversos países que ele visitava. Então nós tivemos a participação e temas nos dias de hoje também, a participação de diversos países que se juntam no dia 19 de dezembro para o movimento Você e a Paz. Antigamente Divaldo participava desses movimentos, viajando pelo mundo, obviamente, por algumas cidades do Brasil, realizando os eventos Você e a Paz, como as como a quantidade de eventos eh se desenvolveu grandiosamente, fruto do trabalho realizado por ele, nós condensamos e fizemos o movimento Você e a Paz em Salvador, juntando toda a os países do exterior. Este ano nós iremos começar o movimento Você e a Paz numa sexta-feira que é 19 de dezembro a partir das 14 horas para que os países no estrangeiro, principalmente a Europa, que tem uma diferença de 5 horas de fuso horário, possa se juntar no movimento Você e a Paz. E o Divaldo é que então teve essa

das 14 horas para que os países no estrangeiro, principalmente a Europa, que tem uma diferença de 5 horas de fuso horário, possa se juntar no movimento Você e a Paz. E o Divaldo é que então teve essa ideia em relação à paz. Eu sei que pode ser pode parecer que é uma, é algo muito pequeno o movimento diante de tantos tormentos que a humanidade passa. Mas eu acho que a partir desses pequenos movimentos, dessas ações, dessa transformação mórfica, citada pela Dra. Rute, que nós iremos modificar o conceito no mundo em relação à paz. Então veja que representatividade que teve a mansão do caminho neste contexto dentro da cidade de Salvador, no Brasil e no mundo, com o desenvolvimento do movimento você e a paz pelo Divaldo e digamos a participação mundial em relação a esse tema. Então foram diversas flores plantadas em diversos países que é a flor da paz, né? Então, essa grande essa grande cadeia em relação a esse movimento, com certeza irá ter continuidade e a nossa intenção é continuar realizando o evento no dia 19 de dezembro, o dia da cidade de Salvador, em homenagem ao movimento Você e a Paz. Então agora vamos nos preparar para a encerramento da nossa reunião e eu convido os médiuns passistas da casa para se colocarem aqui ao longo dos corredores na aplicação dos passes coletivos. Senhor e Mestre Jesus, nosso amigo incondicional de todas as horas das nossas existências. Sabemos, Senhor, que és a fonte do conhecimento, que és a fonte do amor, que és a fonte da paz. Esta paz, Senhor, ainda não reside em nós, porque de fato ainda não conseguimos sintonizar com o vosso psiquismo, com o vosso amor. múltiplas imperfeições que a humanidade ainda possui, não nos permite vivenciar essa euccitude da tranquilidade e da paz dentro de nós. Não podemos buscar a paz externa se não a temos internamente. Esse é um trabalho a ser desenvolvido ao longo das existências. a dulcificação das nossas imperfeições, a retificação do nosso caráter, o desenvolvimento da nossa moral, o crescimento dos pensamentos nobres

um trabalho a ser desenvolvido ao longo das existências. a dulcificação das nossas imperfeições, a retificação do nosso caráter, o desenvolvimento da nossa moral, o crescimento dos pensamentos nobres pela nossa mente, a dulcificação dos nossos sentimentos e a erradicação do mal em nós, é que irá nos propiciar. as condições devidas para estar com a paz em nós e a paz que nos mostrastes. Abençoa-nos, pois, abençoa os médiuns passistas desta casa, leva nosso amor e gratidão a Nilson de Sousa Pereira e Adivaldo Pereira Franco. Rogamos-te que abençoes a água na entrada deste cenáculo, transformando-a num remédio para os nossos males físicos e espirituais. Te rogamos por misericórdia que atendas através dos vossos espíritos nobres que trabalham na vossa seara, aos nomes colocados na entrada do cenáculo dos encarnados. e dos desencarnados. por ele, Senhor, as nossas rogativas e rogamos neste momento que nos conduzas em paz aos nossos lares, para o regaço da fraternidade com aqueles que nos aguardam e que possamos levar a eles a mensagem da fraternidade que encontramos aqui nesta esta noite. Abençoa-nos. S conosco, Senhor, hoje e por todo sempre. E que assim seja. Muita paz a todos. Sigamos aos nossos lares em paz.

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