Momentos Evangélicos com Lusiane Bahia | O Cansaço do Bem – Reflexões sobre Trabalho e Caridade

Mansão do Caminho 18/08/2025 (há 7 meses) 51:31 9,423 visualizações 1,441 curtidas

Nesta palestra proferida no programa Momentos Evangélicos, Lusiane Bahia nos convida a refletir sobre a importância do trabalho e da caridade como caminhos de crescimento espiritual. A partir de reflexões em O Livro dos Espíritos e de ensinamentos da benfeitora espiritual Joanna de Ângelis, a expositora aborda o chamado “cansaço do bem” e esclarece que ele não é legítimo, mas fruto de interesses pessoais ou da prática mecânica da caridade. Com profundidade e ternura, Lusiane mostra que o verdadeiro trabalho no bem não esgota, mas renova forças, aproxima de Deus e fortalece a alegria de viver. A mensagem ressalta que fora da caridade não há salvação, pois é pela ação, pelo esforço e pela persistência que nos libertamos das más inclinações e avançamos rumo à plenitude. Uma oportunidade de aprendizado e inspiração para todos aqueles que buscam no Espiritismo um roteiro seguro de luz e renovação interior. LOCAL: Mansão do Caminho Salvador-BA DATA: 21/06/2025 #Espiritismo #PalestraEspírita #MomentosEvangélicos #LusianeBahia #TrabalhoNoBem #Caridade #JoannaDeAngelis #DivaldoFranco #ReformaÍntima #MansãoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

de tudo que não é alegria, é dor. está exatamente nessa segunda parte e na categoria dos espíritos endurecidos. E o relato, o codificador intitulou um espírito aborrecido. E quando nós lemos sobre esse espírito aborrecido, ele começa a partir dos questionamentos de Allan Kardec a nos dizer que a sua vida foi um nada. Mas o que você fez na Terra? Nada de bom. E o que você sente? Um tédio. Um tédio que é fruto de uma inação. Tédio e inação que são frutos de uma invigilância, uma ignorância, uma preguiça. E por mais que o codificador fale, até mesmo tem um determinado momento que o codificador diz: "Mas por que sua caligrafia muda tanto?" Porque eram psicografias. Por que sua caligrafia muda tanto? Ele porque você pergunta demais. Ele estava entediado de responder. E aí o espírito guia do médium vem explicar. Tem hora que ele se ausenta e nós auxiliamos nesse processo da comunicação. Então por isso as diferentes caligrafias. E ele diz que a sua vida foi um enfado e ele se cansava só de pensar que tinha alguma coisa para fazer. está na categoria de espíritos endurecidos pela temosia de vivenciar uma neutralidade que não existe. Porque a característica do ser humano é não ser neutro, é estar sempre, se não em atitudes, mas no pensamento com crivo, posicionando-se. Este ou aquele, esta ou aquela situação, esta ou aquela oportunidade, seguirei ou não seguirei, mas viver a neutralidade. E ele neste enfadado verbaliza. Mas por que o sofrimento? Porque tudo que não é alegria é dor. E esta consequência que ele vivencia de nada, de olhar para o lado e não ter nenhuma perspectiva, porque assim ele se encontra na erraticidade, ou seja, no intervalo entre as reencarnações. É um espírito que vai precisar voltar e que vai precisar aprender através do mergulho na carne novamente novas experiências. Nesse tédio, nós nos lembramos daquilo que o evangelista Mateus anotou no capítulo 16, versículo 27. A cada um, segundo as suas obras. Não há como uma árvore boa apresentar maus frutos,

experiências. Nesse tédio, nós nos lembramos daquilo que o evangelista Mateus anotou no capítulo 16, versículo 27. A cada um, segundo as suas obras. Não há como uma árvore boa apresentar maus frutos, como não há como árvore má apresentar bons frutos. Colhemos aquilo que plantamos e semeamos. Não há como existir situações doo desta premissa crística, porque vai nos resultar em injustiças. Porque onde existe privilégio, onde existe fatores que sejam diversos daquilo que nós fazemos e, portanto, as consequências do que fazemos como um merecimento que nos retorna, seria algo injusto. Então, esse painel vivenciado por ele nada mais representa do que os seus feitos, ou melhor, a ausência deles, por ter se omitido em muitos momentos, por não ter tido um esforço, uma proatividade, uma realização. E percebamos que tudo na mensagem do Cristo vai nos levando a esse movimento, a esse fazer. Jesus quando fala a regra de ouro, ele diz fazer ao outro que gostaria que o outro lhe fizesse fazer ação, realização, movimento. Identifiquemos que há nesta perspectiva que o Cristo apresenta algo que se movimenta em nós para não simplesmente nos omitirmos. É esse olhar que a gente percebe em todo o contexto do ensinamento de Jesus. Em o Evangelho Segundo o Espiritismo, quando vamos no capítulo fora da caridade não há salvação, encontramos um comentário de Kardec dizendo que o considerando da sentença, a sentença avaliadora do nosso processo da jornada existencial, dos nossos feitos, não é uma sentença, não é um considerando que vai nos perguntar qual foi religião que você professou, qual era a sua condição social, quais eram os seus ideais, quais eram os seus pensamentos, mas o questionamento de dentro para o mundo interno, porque é processo de consciência para conosco. A pergunta é: a caridade foi feita? Quanto de caridade existiu nas nossas ações? Mas não algo mecânico, não algo automático, mas quanto de feitura, de realização, de trabalho foi executado. E o trabalho é uma lei, lei do trabalho. E a gente

to de caridade existiu nas nossas ações? Mas não algo mecânico, não algo automático, mas quanto de feitura, de realização, de trabalho foi executado. E o trabalho é uma lei, lei do trabalho. E a gente encontra na terceira parte de o livro dos espíritos, juntamente com a lei de adoração, de reprodução, de conservação, de destruição. a lei do progresso, a lei da sociedade, a lei da igualdade, a lei da liberdade, a lei de justiça, amor e caridade. Nestas leis todas encontramos a lei do trabalho também em que os espíritos nos ensinam que toda ocupação útil, questão 675, nós já ouvimos muitas vezes, toda ocupação útil é trabalho. ocupar-se, dedicar-se, apresentar-se em horas, no tempo, no valor do nosso tempo, ao trabalho, desde que seja uma ocupação útil. E se é útil, é algo que faz bem, porque não existe utilidade no mal. O mal atravessa-nos em situações desafiadoras, nos colocando em vechames no conhecer e nos no desbravar das nossas próprias imperfeições. Mas ocupação útil vai exigir de nós esse olhar para algo proveitoso. E quando os espíritos falam de trabalho, movimenta toda esta lei para percebermos que tudo é concatenado nisso. Se olharmos a natureza, que é a expressão fidedigna das leis de Deus, vamos ver trabalho em tudo. E obviamente vemos harmonia, conexão, regularidade, entrega sem esmorecimento. A gente já viu uma formiguinha cansada, uma abelhinha com preguiça. Só nas historinhas, nas fábulas que nós mesmos colocamos situações nos animais para que as lições venham para nós. Porque esses fatores de preguiça, esmorecimento não está na natureza. Essa natureza mineral, vegetal, animal, irracional não está nessa condição, mas está na nossa, onde já saímos do instinto e dotados da inteligência, fazemos as nossas escolhas, inclusive escolhermos, não escolher e deixar as coisas serem conduzidas pelas consequências naturais daquilo que nos está no entorno com a omissão. da nossa participação. Nesta lei do trabalho, os espíritos ventilam diversos aspectos, nos convidando a percebermos essa

das pelas consequências naturais daquilo que nos está no entorno com a omissão. da nossa participação. Nesta lei do trabalho, os espíritos ventilam diversos aspectos, nos convidando a percebermos essa utilidade. E quando coloca que toda ocupação é útil, não colocou poder, cargo, condição financeira. Coloca-nos criatividade, solução criativa, construção, mobilização e nos convida que cada um de nós descubra o talento inato em si. Porque lapidar este esta pedra bruta é em si o digno trabalho. Mas lá nesta lei do trabalho, os espíritos vão conversar também conosco sobre o limite, a necessidade do limite, porque o trabalho precisa também ser observado para aquele que desempenha as atividades. limite. Kardec pergunta e os espíritos respondem: "Qual é o limite?" O das forças. Das forças. Se for um trabalho físico, da força física. Se é um trabalho que vai para a moralidade, para a construção do bem, é a força também. no que nós depositamos como vontade para que isso possa ser feito. Quando eles falam de limite das forças, eles falam da necessidade do repouso. Mas observemos, tenhamos a curiosidade de revisitarmos esse trechinho de O livro dos Espíritos, questão 674 e de em diante. Nós não vamos encontrar a palavra cansaço. A gente encontra a palavra repouso. A gente encontra a palavra limite, mas a palavra cansaço a gente não encontra. E por que que isso chama atenção? Porque no livro do mês que nós estamos estudando neste mês aqui na nossa casa, esse lindo livro, eu não vou me cansar de falar o quanto esse livro é lindo, porque ele é lindo graficamente, ele é lindo nas mensagens, ele tem um rosa tão lindo que suaviza todo o contexto visual. É muito lindo quando a gente abre aqui, tem o nosso tio Divaldo num colorido, a Joana também. Tá uma preciosidade. Essa obra foi o livro lançado aqui, como a gente falou na terça-feira, foi o livro lançado no workshop no último dia 4 de maio, de autoria da nossa benfeitora Joana de Angeles e a psicografia do nosso tio Divaldo, a mediunidade abençoada do

a gente falou na terça-feira, foi o livro lançado no workshop no último dia 4 de maio, de autoria da nossa benfeitora Joana de Angeles e a psicografia do nosso tio Divaldo, a mediunidade abençoada do nosso tio. Um livro de 1997, cujas psicografias foram auridas numa viagem realizada pelo tio Divaldo e o tio Nilson na Europa no mês de junho, que é o mês que nós estamos. Cada mensagem aqui no finalzinho tem o país, a cidade onde essa mensagem foi psicografada. A benfeitora aqui nos ensina a alcançarmos essas sendas luminosas, esses caminhos de luz. Só que ela faz isso de forma prática. Ela toma da nossa mão e diz: "Olha, é aqui, é por aqui, é seguindo dessa maneira. Observa essas paixões, observa essas atitudes, porque a decisão é por aqui. Este outro campo requer um cuidado, um alerta e ela faz as advertências necessárias. No capítulo 17 desse livro, a benfeitora trouxe uma mensagem curiosa que ela intitulou cansaço do bem. E quando eu li essa mensagem, eu parei no título, cansaço do bem. Joana, o que que a senhora quer dizer com isso? Não é o bem? Como assim cansaço do bem? E aí eu fui pensar na palavra cansaço. Cansaço dá uma ideia de esmorecimento, de apatia, dá uma ideia de marasmo. E aí a gente se recordou da questão 932 de O livro dos Espíritos. Já é uma questão da quarta parte desta obra em que Kardec pergunta aos benfeitores luminares: "De onde é que vem essa ideia, essa realidade do mal sobrepujar os bons?" E os espíritos respondem: "Pela fraqueza destes, destes são os bons. Os maus são intrigantes e audaciosos, dizem os espíritos, mas o bem é tímido. Quando os bons quiserem, eles preponderarão." Quando a gente vê a mensagem, a palavrinha cansaço, a gente se lembrou dessa mensagem, dessa questão 932, em que o mal é intrigante, pirracento, mas é audacioso. Audacioso não é uma característica negativa. Intriga é ser intrigante, sim, mas audacioso não. audacioso da ideia de superação, de ter coragem para enfrentar os embates, de se superar, de se motivar, de se entusiasmar,

a característica negativa. Intriga é ser intrigante, sim, mas audacioso não. audacioso da ideia de superação, de ter coragem para enfrentar os embates, de se superar, de se motivar, de se entusiasmar, dá uma ideia de proatividade. E os espíritos dizem que os bons são tímidos. Então, todos nós que queremos o bem, precisamos lembrar que a timidez não pode fazer parte do nosso contexto de atuação. E aí eu me lembro de tio Nilson, porque tio Nilson aqui nesse salão assistia todas as palestras e assistia as palestras feitas pela juventude espírita. A juventude aqui em nossa casa desde o ano de 2000, nosso tio Divaldo e nosso tio Nilson disseram que a juventude poderia fazer palestra e que o último domingo de cada mês a nossa casa tem palestra aos domingos das 16 às 17 horas acontece nesse salão aqui à frente no Lijabanos e que a juventude no último domingo de cada mês poderia fazer a palestra. Então os jovens vinham, era nesse salão ainda as palestras aos domingos e faziam aqui. As palestras realizadas pelos jovens é sempre, como eles dizem, em galera. Eles vêm sempre juntos, um apoiando o outro. Aí um fala 3 minutos, outro fala cinco, outro fala 10 e vai costurando essa coxa de retalhos da doutrina e vai trazendo uma beleza, uma arte ao final tão lindo, expressivo com a contribuição de cada um. Mas tio Nilson chegava mais cedo aqui nesse salão. A palestra começava 16, ele chegava um pouquinho antes, às vezes às 15 horas. E a juventude estava aqui nos últimos detalhes. Às vezes alguns aqui a mesa era maior, a mesa de madeira maior e eles ficavam atrás da mesa treinando aí algumas falas porque estavam receosos, estavam tímidos. E aí tio Nils observava tudo, assistia a palestra toda, quando chegava ao final andava de lá do fundo, vinha aqui na frente e dizia: "Interessante, quando a gente passa lá fora que vocês estão conversando, a voz é alta, tá todo mundo falando com vigor, é uma alegria só, é uma animação, mas para falar de Jesus, essa timidez tem que falar de Jesus de pé

o a gente passa lá fora que vocês estão conversando, a voz é alta, tá todo mundo falando com vigor, é uma alegria só, é uma animação, mas para falar de Jesus, essa timidez tem que falar de Jesus de pé e sem timidez. Porque vocês têm a certeza de que o que vocês estão falando é verdadeiro, não é engodo, é a verdade. Então tem que encher os pulmões e falar sobre Jesus sem timidez. E é isso que a questão de Livro dos Espíritos nos suscita para não termos acanhamentos. Porque na hora das defecções, que que muitas vezes o ser humano diz: "Erei mesmo porque sou assim. Essa pessoa sou eu. Goste ou não goste, mas este sou eu." E realmente não tem problema que assim seja, porque isso também é assumir quem é, mas ter a coragem de buscar o exercício para viver quem gostaria de ser. e não simplesmente sou assim e assim permanecerei. E o finalzinho da resposta é que quando nós, aqueles que nos candidatamos a sermos bons, quando nós quisermos, nós iremos preponderar. O bem que nós queremos irá preponderar. querer, vontade, não desejo, não capricho, vontade. E quando nós queremos, nós depositamos as forças, o tempo torna-se um sentido da nossa vida e por isso o contexto de atuação se torna real. Mas o título é cansaço do bem. E a gente pensou no bem. Questão 630 de livro dos espíritos. Como distinguir o bem do mal? Bem, dizem os espíritos, é tudo aquilo que está conforme a lei de Deus. Mal é tudo que se distancia da lei de Deus. Então, fazer o bem é tudo de bom, porque está em consonância com Deus. Mas como é que eu vou me cansar do bem? Como é que eu vou me cansar de Deus? Porque se o bem aproximar-se de Deus, se eu me canso do bem, eu me canso de Deus. Mas como isso é possível? E isso eu perguntando a Joana de Angeles, porque ela intitulou a mensagem o cansaço do Pem. E aí, minhas irmãs, meus irmãos, eu comecei a ler o texto. E outra questão importante desse livro, em todos os textos, o primeiro parágrafo, ele é extremamente impactante. Façam esse teste quando chegarem em casa, pegarem um livro, derem uma

ei a ler o texto. E outra questão importante desse livro, em todos os textos, o primeiro parágrafo, ele é extremamente impactante. Façam esse teste quando chegarem em casa, pegarem um livro, derem uma olhada, olhem a primeira, o primeiro parágrafo de cada texto. É sempre impactante. E nesse primeiro parágrafo, ela disse o quê? Existe cansaço do bem. Canssaço do bem não é legítimo, ou seja, não é verdadeiro. Ora, e as pessoas que se cansam de fazer o bem, não é um cansaço real? Ela diz logo em seguida: "Cansar-se em relação ao bem, de fazer o bem, de viver o bem, é porque o interesse depositado neste bem a ser feito é o interesse egóico, egotista. Busca aquele candidato no fazer o bem, a projeção da sua própria imagem, a aparência, a vivência do que está para fora. E como é algo que se tem de manter, cansa, porque não é real. A mentira cansa, o mal cansa, tudo isso traz fadiga, porque é sustentar algo que não representa a realidade. O esforço que nós, seres humanos, fazemos para realizar o mal é um esforço muito maior do que realizar o bem. Ah, não é não. Quando eu vou realizar o bem, um esforço muito grande, mas isso é por causa do depósito dos nossos hábitos negativos. Porque se formos pela correnteza, qual é a correnteza da vida? É o mal ou bem? Deus é bom ou é mau? A lei de Deus envolve-nos na perspectiva do bem ou do mal. Então, está tudo caminhando com impulso divino para que façamos o bem. Fazermos o mal é nadar contra a correnteza. E nadar contra a correnteza, o esforço é muito maior. E vencer a correnteza às vezes cansa. E aí paramos e deixamos a correnteza levar. E é o momento que o mal cansa e que o mal diz: "É, eu não vou conseguir lutar contra essa força que é maior do que tudo". E aí se deixa levar. pelo bem, pelo amor de Deus, pela correnteza da verdade, pela correnteza do amor. Então, Joana diz: "O cansaço do bem ele não é legítimo, porque aquele que se cansa estava mejando interesses pessoais, estava para viver a aparência, a imagem e sustentar uma imagem que não é a nossa

Então, Joana diz: "O cansaço do bem ele não é legítimo, porque aquele que se cansa estava mejando interesses pessoais, estava para viver a aparência, a imagem e sustentar uma imagem que não é a nossa cansa. Porque é sustentar aquilo que não representa a nossa naturalidade. E aí é imaginar o que alguém tá pensando, o que alguém tá falando, é viver sob a preocupação ou a perspectiva da enganação e de uma imagem que precisa ser mantida, ser perpetuada, ser agraciada. E diz Joana, o cansaço do bem não é legítimo, porque fazer o bem é renovar forças do amor de Deus em nós. Fazer o bem é trazer para si movimentos proativos em que nós conseguimos coragem para nos mantermos na luta. Então, realmente não tem lógica. Aquele que se predispõe à atitude do bem agir desta forma, sentir-se cansado. A benfeitora reforça, dizendo: "O cansaço do corpo físico para aquele que faz o bem de verdade, logo passa, porque é um cansaço desta naturalidade em que o corpo empreendendo um esforço, fazendo e tendo uma determinada atitude, um movimento, traz o cansaço." Mas ela diz o bem. preenche de tal forma a psicosfera deste candidato que não há espaço para a perpetuação desse cansaço. É um cansaço físico, mas não do pensamento, mas não emoções. Não há um esgotamento. Muito pelo contrário, aquele que termina de fazer uma atitude boa diz: "Eu quero fazer mais e cada vez mais". é renovar-se, é criar, é movimentar-se para jamais paralisar a marcha do bem. Mas existe o comportamento, diz a benfeitora, que às vezes é automático, é mecânico fazer o bem porque é bom que se faça, porque Deus quer que eu faça, porque fora da caridade não há salvação. É importante fazer a caridade porque senão não serei salvo. E eu conversava com o jovem casal na semana passada sobre esse assunto. Nós refletíamos juntos sobre este olhar de fora da caridade não há salvação. Será que a doutrina dos espíritos não iria nos apresentar com esta frase algo que deve ser mais um postulado do espírita? O espírita deve comportar-se bem, deve

ar de fora da caridade não há salvação. Será que a doutrina dos espíritos não iria nos apresentar com esta frase algo que deve ser mais um postulado do espírita? O espírita deve comportar-se bem, deve ter pensamentos bons, deve fazer a caridade. Será que não entra numa questão de hábito que tem que ser realizado como um pré-requisito do espírita? Ora, a doutrina dos espíritos é uma fé raciocinada que nos movimenta a pensarmos. E o espiritismo não diz essa frase solta: "Fora caridade não há salvação." Explica-nos o que é salvação. Diz que somente através do esforço para vencermos as nossas mais inclinações, nós iremos nos libertar. E esforço é trabalho, movimento é trabalho. A caridade é trabalho. Somente através desta ferramenta será possível a salvação, que é libertação das nossas limitações. É o preenchimento das lacunas colocadas pelas nossas anfractuosidades. E diante deste desta caridade que às vezes se inicia de forma mecânica, às vezes se inicia tendo hora marcada, tendo lugar exato para ser realizado. Mas o ser humano, diz o espírito Joana de Angeles no livro Amor imbatível, amor, psicografia do nosso tio Divaldo. O ser humano é capaz de aprender tudo, inclusive a amar. Se é capaz de aprender tudo, exercitando-se aquilo que inicialmente é mecânico, torna-se natural, torna-se habitual. Inicialmente, para lidar com as nossas mais inclinações, o verbo utilizado em o Evangelho Segundo o Espiritismo, reconhece-se o espírita, o verdadeiro espírita, por aquele que empreende a sua transformação moral. e que coloca os esforços para domar as suas mais inclinações. Domar é conter, domar é limitar, ainda não é educar, ainda não é inserir um hábito novo, é domar, é conter, é segurar. E muitas das nossas atitudes precisam ser contidas pelo feito da caridade e fazendo a caridade, mesmo que ainda a gente não entenda qual é a funcionalidade máxima de tanto realizar, insistindo, persistindo, reprogramamos o nosso pensamento, reprogramamos as nossas atitudes e a nossa vontade numa linguagem dos

a a gente não entenda qual é a funcionalidade máxima de tanto realizar, insistindo, persistindo, reprogramamos o nosso pensamento, reprogramamos as nossas atitudes e a nossa vontade numa linguagem dos neurocientistas, reprogramamos o nosso querer e vamos identificando que os espíritos nos ensinaram que fora da caridade não há salvação, porque nos mostraram o que é salvação e o que é caridade. Questão 886 do livro dos espíritos. Qual o conceito de caridade conforme entendia Jesus? A gente sabe essa resposta de có benevolência para com todos, indulgência para com as imperfeições alheias e perdão das ofensas. Então, não é uma frase solta, é uma frase que nos conclama ao trabalho, porque a alegria do cristão está na oportunidade de trabalhar em prol do outro e em prol de si mesmo, vencendo inicialmente domando as mais inclinações, mas com o tempo educando o que o codificador nos ensina ao comentário da questão 685 de livro dos espíritos, educar-se, transferir, modificar um hábito pelo outro. Eu tenho um hábito ruim. Eu não posso somente dizer: "Este hábito é ruim, eu quero que ele desapareça." Não é mágica, não é milagre, requer empenho, requer esforço, requer trabalho. E esse trabalho de construir um novo hábito vai fazer com que o hábito anterior vá desaparecendo. Porque todas as vezes que voltar a minha mente a vontade de fazer algo ruim, eu já sei que eu posso substituir aquele pensamento por um pensamento de ação positiva no bem e dessa forma retirar daqui o que é uma ideia e colocar aqui nas mãos a ação e a atitude. Então a benfeitora conversa conosco nesse capítulo 17. que nós convidamos a todos. Se já leram, releiam, estudemos essa mensagem, meditemos e vejamos de que ponto e de que forma ela pode nos impactar no nosso dia a dia, porque a benfeitora traz uma mensagem geral que é para todos nós. Mas quando nós lemos e mais, estudamos e meditamos e refletimos, nós trazemos aquele geral para o específico. Identificamos ali Joana conversando conosco e nos indicando uma rota segura para

odos nós. Mas quando nós lemos e mais, estudamos e meditamos e refletimos, nós trazemos aquele geral para o específico. Identificamos ali Joana conversando conosco e nos indicando uma rota segura para trilharmos. A benfeitora faz as suas ponderações, mas não nos deixa órfã de direcionamento. Porque ela vai nos dizer aqui tudo bem. Se a gente, se o cansaço daquele que faz o bem não é legítimo, porque somente aqueles que estariam se projetando teria esse cansaço. Então aqueles que se querem que querem se dedicar com empenho e afinco, não vão se cansar. Bemfeitor, o que poderíamos fazer? Quais devem ser as nossas atitudes? Quais as dicas a senhora nos concede para que consigamos encarar o trabalho do bem com firmeza, dedicação, seriedade e responsabilidade. E aí, minhas irmãs, meus irmãos, ela nos apresenta dicas num primeiro bloco para aqueles que queremos iniciar uma atividade do bem. Quero fazer o bem. Quero me engajar numa casa. Eu quero me engajar na mansão do caminho. Eu quero vir realizar uma atividade aqui dentro dessa casa de amor. Essa casa fundada desde 1947, o Centro Espírito da Caminho da Redenção. Quero fazer parte dessa história. Não, mas eu não quero estar numa numa casa religiosa. Eu quero fazer parte de um projeto como Fraternidade Sem Fronteiras ou eu quero conciliar as duas coisas. Que que eu tenho de prestar atenção? Quais são os cuidados que eu tenho de ter? Esse projeto aqui, Centro Espírita Caminho da Redenção, tem mais de 70 anos. É muita seriedade. Em cada prédio aqui construído, é a vida dos nossos tios e das nossas tias e de todos que vieram depois e que mantém todo esse trabalho. Então, é muito sério. Então, para chegar eu preciso ter alguns cuidados também. Quais são esses cuidados nessa casa, em outra casa, qualquer que seja o trabalho no bem que eu vá enveredar, numa campanha que eu vá fazer, diz a benfeitura. Primeiro ponto, precatar-se em relação às nossas imperfeições que estão em esconderijos dentro de nós, que aguardam uma oportunidade para se

enveredar, numa campanha que eu vá fazer, diz a benfeitura. Primeiro ponto, precatar-se em relação às nossas imperfeições que estão em esconderijos dentro de nós, que aguardam uma oportunidade para se desvelarem. E aí, quais seriam essas imperfeições? As da convivência humana. Vaidade, ciúme, inveja, mesquinhez. Quais seriam essas condições? Quais seriam esses fatores? A benfeitora diz: "Tem consciência, mas precá-se". Ou seja, diante das situações, silenciemos as nossas imperfeições, porque o que é mais importante é a realização do trabalho no bem. Eu não posso deixar que as minhas imperfeições elas gritem, elas saltem, porque elas serão maiores do que aquilo que eu estou buscando me predispor a fazer e que é um processo de educação para mim. Eu não vou fazer o bem porque é bom somente para o outro. É um processo de educação para mim também. E é algo que a gente já conversou aqui em outra oportunidade. Se a gente não entende que caridade também tem o caminho de volta, é orgulho. Precisamos aprender a compartilhar, mas também aprender a receber. faz parte do aprendizado da essência caridade. Então, essa sinalização da benfeitora é muito importante, porque senão são as minhas imperfeições que vão ter vozes no trabalho que eu estou indo realizar. E aí acontece o quê? Aí são as questões pessoais, é o personalismo, é a questão individual, ao invés de ser do todo, da equipe, da sociedade, da comunidade. Primeiro ponto que a benfeitura sinaliza. O segundo é: estimula-te na fé e no entusiasmo para que diante da primeira contrariedade não abandone o trabalho. Ah, isso também é uma excelente dica, porque o trabalho no bem e as pessoas que realizam o trabalho não significa que elas são perfeitas e não significa que a convivência vai ser maravilhosa. Um conto de fadas, um mar de rosas. tem os espinhos para serem lidados, as situações para serem vivenciadas, aprendidas e apreendidas. Então, muita fé, fé em si, fé no outro, fé em Deus e entusiasmo. A etimologia da palavra entusiasmo significa Deus em

para serem lidados, as situações para serem vivenciadas, aprendidas e apreendidas. Então, muita fé, fé em si, fé no outro, fé em Deus e entusiasmo. A etimologia da palavra entusiasmo significa Deus em nós. Então, Deus em nós para enveredarmos o trabalho no bem, estimulando-nos nessas duas perspectivas para não abandonarmos a tarefa. Mas diz a benfeitura, é interessante também um outro ponto, olharmos as nossas possibilidades antes de começarmos o trabalho. Será que eu posso aceitar? E se eu posso aceitar, será que será nesta condição? Eu posso fazer, eu tenho dentro da minha estrutura do tempo essa possibilidade, analisar as nossas possibilidades para que a gente não comece a tarefa e depois a gente tenha de voltar atrás. E nessas dicas, para quem vai, nós vamos enveredar uma atividade no bem, nós vamos conversar uma atividade no bem, ela diz: "Trabalha as imperfeições." O primeiro ponto é identificar. E o último ponto, ela diz: "Trabalhe as imperfeições." Não é que vamos chegar no trabalho do bem, perfeitos e acabados, mas é exercitando, diz a benfeitora, porque o mundo de palavras, o mundo está cheio de palavras, mas ele carece de pessoas que respaldem as palavras nas suas ações. E pra gente respaldar as palavras nas ações do bem, a gente precisa iniciar esse exercício de trabalho das nossas imperfeições. A gente pode falar de paz e ainda termos focos de violência dentro de nós. É natural que assim seja, mas não é natural que a gente fale de paz e não faça um esforço para vivenciar a paz. que sejamos belicosos, agressivos, austeros e que no trabalho do bem destratemos, desconsideremos, desrespeitemos as pessoas, as pessoas com as quais nós trabalhamos ao lado, aprendendo juntos e também aquele público que vamos de alguma forma acolher e que são os nossos mestres orientadores e que aparam as arestas das nossas imperfeições e perdermos esta oportunidade pela ausência do exercício. Então, a benfeitura diz: "Não, o candidato ao bem tem de observar, tem de iniciar os

entadores e que aparam as arestas das nossas imperfeições e perdermos esta oportunidade pela ausência do exercício. Então, a benfeitura diz: "Não, o candidato ao bem tem de observar, tem de iniciar os passos para trabalhar-se e aí sim encontrar esse ensejo de começar a produção." Aí a gente pensa, então tá tudo OK, eu faço esses quatro passos e já sou um exímio candidato pro trabalho no bem, correto? E a benfeitura diz: "Olha, é importante o cuidado para começar. Mas é importante para aqueles que estão no trabalho ou que já começaram o trabalho também observarem algumas dicas. Então ela traz dicas nesse texto, não só para quando nós vamos enveredar iniciar um trabalho, mas se já estivermos inseridos no trabalho. Então ela diz: "Olha, é importante perceber, criar mecanismos de não desistir da tarefa". A benfeitora diz, e são palavras dela, está aqui no penúltimo asterisco, palavras dela. As tarefas do mundo, muitas vezes interrompemos, paralisamos e não há prejuízo algum lá na frente retomarmos. Mas as tarefas que tem por objetivo a iluminação interior, o cultivo da emoção, do sentimento para com o outro, ser interrompido promove ulcerações graves. Para quem será que para o outro? para nós que interrompimos a tarefa, que paramos a tarefa. Então ela diz, ela sinaliza o cuidado para nos mantermos. E aí ela dá o segundo passo, porfiar no trabalho do bem, persistir, insistir, reinventar-se. E quando eu tava lendo esses dois comandos, eu pensei: "Tá, mas tem hora que as coisas ficam difíceis, que o trabalho no bem também é desafiador por conta das nossas imperfeições. Bemfeitor, o que fazer?" E ela diz: "Veio o cansaço e aí eu abri bem os ouvidos para ouvi-la. Vem o cansaço, repousa na oração. Não é qualquer repouso. Repousa na oração. A oração é um trabalho. A oração é um movimento. E os espíritos explicam isso muito bem. Ali nos capítulos finais do Evangelho Segundo o Espiritismo. Buscai, achareis, pedi obetereis, batei e abrirvosar. ação da prece, maneira de orar. Ali fala da emanação fluídica

xplicam isso muito bem. Ali nos capítulos finais do Evangelho Segundo o Espiritismo. Buscai, achareis, pedi obetereis, batei e abrirvosar. ação da prece, maneira de orar. Ali fala da emanação fluídica que nós depositamos para o outro, para o alto, quando estamos orando. Repousa na oração. Houve um cansaço? Houve um desânimo, uma tristeza, alguma coisa que aconteceu que nos abalou? Façamos esse repouso em Deus. Repousar na oração é repousar em Deus. Falemos com Deus, reenergizemo-nos a partir desta convivência com ele. Busquemos através deste contato o revigorar das nossas energias. Mas ela vai dando outras dicas para esses momentos de abatimento. Reconforta-te. na variação da atividade. E nesse ponto eu só lembrei dos benfeitores. Quando a gente tá lendo André Luiz pela psicografia de Francisco Când Xavier, Manuel Filomeno de Miranda pela psicografia do nosso tio Divaldo, que a gente chega no final do livro deles, vocês já repararam que eles terminam uma tarefa e vão para outra? Ou eles estão no curso de uma tarefa, tá lá nas fronteiras da loucura do Manuel Flamengo de Miranda. Aí eles estão focados na moça que fez, que cometeu o aborto, Julinda, lembrei o nome dela. Estão focados em Julinda pro trabalho com Julinda, porque Julinda fez o aborto de um espírito com o qual ela estava comprometida há tanto tempo. E aquele processo leva à loucura por conta da obsessão que ele começa a trazer nessa companhia insistente e persistente em relação a ela. Os benfeitores, a equipe Dr. Bezerra de Menezes, Manuel Flame de Miranda, vão atender Julinda, mas atende a todo mundo que está naquela clínica. Eles vão passando nos leitos e vão atendendo. É uma prece aqui, é outra colá, é uma arrogativa ali. E eles vão atendendo porque eles são servidores do Cristo. E a alegria do servidor do Cristo é o trabalho. E onde quer que o trabalho exista, o servidor do Cristo tem que se postar atento, pronto, atencioso para realizar, nem que para tanto variemos na atividade. Essa atividade aqui tá me

sto é o trabalho. E onde quer que o trabalho exista, o servidor do Cristo tem que se postar atento, pronto, atencioso para realizar, nem que para tanto variemos na atividade. Essa atividade aqui tá me produzindo talvez um incômodo. Será que ali eu já não estou acomodado? Pronto. Será que não seria bom renovar? Será que eu posso conversar com as pessoas da equipe? Será que a gente pode trazer sugestões e a gente pode renovar, inovar e isso reconfortar? Diz a benfeitura. mas também olhar para a atividade que estamos realizando. E diz ela, animar-se pelos frutos já produzidos em nós. Mesmo que tenhamos uma fadiga, mesmo que tenhamos uma acomodação naquele momento ali, analisarmos o bem que aquele bem já nos fez, que aquele trabalho já nos forjou na personalidade, mas eu não sou mais a mesma pessoa. Eu consigo silenciar mais, eu consigo compreender, eu consigo ir ao encontro do outro. Mas ela fecha a quarta dica para nós, os trabalhadores do bem, dizendo: "Não pare." Em hipótese alguma, diz a benfeitora, não pare. Mas por que não parar? E aí nós nos lembramos de uma um trechinho do livro da Meimei Pai Nosso, psicografia de Chico Xavier, num texto intitulado A tentação do repouso em que Meimei falando para as crianças de todas as idades, porque ela fala pra nossa criança interior, ela nos conta de um arado que trabalhava incessantemente na terra com muita responsabilidade. com o seu senhor. E os vermes chegam neste campo e começam a dizer ao arado: "Você trabalha muito, é muita coisa que você faz, você tem muitas responsabilidades, você não descansa, você não repousa." E o arado, que era dedicado, que era atencioso, que era responsável, que era um verdadeiro parceiro ao Senhor da Terra, começa a dizer a este senhor reclamando de tudo agora, do calor do sol, da chuva que não parava nunca mais, da terra que parecia imensa para ser lavrada. E de tanto o Senhor da terra escutar, resolve dar o repouso ao arado. O arado repousa no canto e os vermes vão até o arado, corróem o arado todo e ele

is, da terra que parecia imensa para ser lavrada. E de tanto o Senhor da terra escutar, resolve dar o repouso ao arado. O arado repousa no canto e os vermes vão até o arado, corróem o arado todo e ele fica no canto depositado, sem forças, sem estrutura, completamente abatido. E Meimei finaliza a mensagem dizendo: "A preguiça, o ostracismo impede a realização do bem". O trabalho, diz a benfeitora, é a defesa da nossa alegria, é a defesa da nossa saúde e impede que nós olhemos para as situações e nos acomodemos, porque vamos estar o tempo todo buscando aquela audácia que os espíritos falam na questão 932, de sermos audaciosos em relação a nós mesmos. e vencermos as etapas desafiadoras para não nos permitirmos a acomodação que nos traz uma apatia, que nos traz um repetir de comportamento da mesma maneira e, portanto, uma inação, portanto, o tédio, portanto, a dor. Tudo que não é alegria é dor. sábi as palavras desse espírito aborrecido que entendeu pela dor oriunda do tédio, da inação da preguiça, o quão necessitava agora, diante das coisas que adviriam pela frente, utilizar bem o tempo. A mensagem de Jesus, minhas irmãs, meus irmãos, é toda nesse sentido, do campo que precisa ser trabalhado, da terra que precisa ser movimentada, é a terra do nosso coração. O campo é o nosso coração, o reino dos céus que precisa ser conquistado por essa dedicação diária. Eu preciso fazer a prece. Empreendo os movimentos para fazer a prece. Eu sei da importância da água fluidificada, do passe, de estar presente nas reuniões ou acompanhar as reuniões, de estar presente na casa espírita realizando os trabalhos, participando dos estudos, vivenciando as experiências da convivência. Se eu sei que tudo isso importante, criemos condições para nos lembrarmos da importância desse trabalho para nós, porque aí vai estar depositada a nossa alegria, vai estar depositado o nosso bem-estar. Que Jesus nos abençoe e que essa nossa vontade de trazermos para nós condições melhores, possa essa nossa vontade ser

e aí vai estar depositada a nossa alegria, vai estar depositado o nosso bem-estar. Que Jesus nos abençoe e que essa nossa vontade de trazermos para nós condições melhores, possa essa nossa vontade ser abençoada por ele e os seus mensageiros, aqueles que possam nos acompanhar, nos estimulando na tarefa de abraçarmos o bem rumo à alegria nossa e da coletividade, para que a dor não seja a companheira da inação. do téd da preguiça. Que Jesus nos abençoe a todos.

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