MOMENTO DE ORAÇÃO 22/04/2025

TV Goiás Espírita 22/04/2025 (há 11 meses) 4:07 121 visualizações

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Transcrição

do livro Justiça Divina, pelo espírito Emanuel, mensagem 18. Sabes disso? Essas doces crianças que observas com sublime enternecimento são teus filhos, pérolas de luz, cujo escrínio geraste no coração, muitas vezes coagulado as próprias lágrimas. Tomaste algo de teu sangue e amassaste-o com o hálito de teu hálito. Adicionaste os melhores sonhos e os mais límpidos ideais e formaste semelhantes maravilhas que te nasceram por esperanças em flor. Sentindo-as por aves frágeis em busca de asilo em teu peito, sabes acolher-lhes as necessidades no caminho incessante. de laborioso cuidado, preservando-lhe a existência. Noites de dolorosa vigília, quando a enfermidade aparece, alimento, agasalho, escola, responsabilidades, e inquietações. Entretanto, mais tarde, nunca te lembrarás de cobrar-lhes impostos de reconhecimento ou exigir se convertam em fantoches de teus caprichos. Ver-lhes a honradez e o trabalho, o passo reto e a independência construtiva representa em verdade todo o triunfo que ambicionas. E um dia, dobado longo tempo sobre a tua renúncia, se essas crianças transfiguradas em pessoas adultas caem sobríveis enganos na conquista da experiência, sabes esquecer as rugas de dor e refazer os ossos desconjuntados? Sabes começar a luta de novo para ajudar os rebentos da própria vida a se transferirem das dívidas de aflição para os júbilos do resgate. E a todos os que te reprovam o devotamento e a fadiga, censurando-te a persistência no sacrifício, sabes responder na mesma reserva de confiança e ternura com alegria misturada de pranto. São meus filhos. Isso acontece no lar terreno, onde as criaturas humanas, embora imperfeitas, não se resignam a ferretear os próprios filhos com estigma de escravos. Imagina, pois, a longanimidade do amor que vibra e reina infinito no lar divino da criação. Que nós possamos educar, zelar e amar nossos filhos. Assim como Deus faz por cada um de nós com uma paciência que aguarda séculos, que envereda detalhes e sensações puras e límpidas, não nos forçando, mas do

possamos educar, zelar e amar nossos filhos. Assim como Deus faz por cada um de nós com uma paciência que aguarda séculos, que envereda detalhes e sensações puras e límpidas, não nos forçando, mas do contrário, como o pai da parábola do filho pródigo, que permite que o filho se vá e que sente falta e retorna ao regaço do pai. Permita-nos respeitar os limites alheios, que cada um faça em seu tempo e que possamos, como Deus nos ensina, por diversas reencarnações, dando-nos a oportunidade de acertarmos e quantas vezes erramos, darmos a chance ao outro de também crescer, sentir e quando se conhecer de verdade retomar o caminho do Pai. Ajuda-nos, Senhor, nessa tarefa de assim amarmos, pois assim somos amados. เ

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