MOMENTO DE ORAÇÃO 19/05/2025
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do livro Justiça Divina de Francisco Cândido Xavier pelo espírito Emanuel. Lição 45. Penas depois da morte. Reunião pública de 7 de julho de 1961, primeira parte capítulo sexto, item 18. Diante do antigo dogma das penas eternas, cuja criação a teologia terrestre atribui ao criador, examinemos o comportamento do homem, criatura imperfeita, perante as criações estruturadas por ele mesmo. Determinada companhia de armadores constrói um navio. Contudo, não arremessa ao mar sem a devida assistência. Comandantes, pilotos, maquinistas e marinheiros constituem-lhe a equipagem para que atenda dignamente aos seus fins. Quando alguma brecha surge na embarcação, ninguém se lembra de arrojá-la ao fundo. Ao revés, o socorro habitual envida o máximo esforço de modo a recuperá-la. E se algum sinistro sobrevém, doloroso e inevitável, o assunto é motivo para vigorosos estudos, a fim de que novos barcos se levantem amanhã em mais alto nível de segurança. Na mesma diretriz, o avião conta com mecânicos adestrados em cada estação de pouso. O automóvel dispõe na estrada dos postos de abastecimento. A locomotiva transita sob trilhos certos e chaves condicionadas. A fábrica produz com supervisores e técnicos. O hospital funciona com médicos e enfermeiros e a habitação recolhe o amparo de engenheiros e higienistas. Em todas as formações humanas respeitáveis, tudo está previsto de maneira que o trabalho seja protegido e os erros retificados com aproveitamento de experiência e sucata, sempre que esse ou aquele edifício e essa ou aquela máquina entrem naturalmente em desuso. Isso acontece entre os homens, cujas obras estão indicadas pelo tempo a incessante renovação. Em matéria, pois, de castigos, depois da morte, reflitamos sim na justiça da lei que determina realmente seja dado a cada um conforme as próprias obras. Entretanto, acima de tudo e em todas as circunstâncias, aceitemos Deus na definição de Jesus, que no revelou como sendo o Pai nosso que está nos céus. Queremos dizer-te que amamos a vida que
as obras. Entretanto, acima de tudo e em todas as circunstâncias, aceitemos Deus na definição de Jesus, que no revelou como sendo o Pai nosso que está nos céus. Queremos dizer-te que amamos a vida que para nós é bela e consentida. Muito obrigado, Senhor, pelo que me deste, pelo que me dás. Obrigado pelo ar, pelo pão, pela paz. Obrigado pela beleza que os meus olhos vêm no altar da natureza. Olhos que fitam o céu, a terra e o mar, que acompanham a ave ligeira que voa fagueira pelo céu de Anil, que se detém na terra verde, só picada de flores em tonalidades mil. Muito obrigada, Senhor, porque eu posso ver meu amor, mas diante da minha visão, eu detecto os cegos que tropeçam na multidão, que vive na escolidão, que choram na solidão. Por eles eu oro e a ti eu imploro com miseração, porque eu sei que depois desta lida, na outra vida, eles também enxergarão. Muito obrigado, Senhor, pelos ouvidos meus que me foram dados por Deus. Ouvidos que ouvem o temporilar da chuva do telheiro, a melodia do vento nos ramos doido e as lágrimas que perdem os olhos do mundo inteiro. Ouvidos que ouvem a música do povo que desce do morro na praça cantar. A melodia dos imortais. Ouvimos uma vez e não esquecemos nunca mais. Pela minha felicidade de ouvir, pelos surdos eu te quero pedir. Eu sei que depois desta prova na vida nova voltarão a escutar. Muito obrigado pela minha voz, pela sua voz, pela voz que canta, que ama, que alfabetiza, que legisla, que traeia uma canção e o teu nome profere com dulce emoção. Diante da minha melodia, eu encontro na terra os que sofrem de afazia. Não canto de noite, não falo de dia, oro por eles porque eu sei que depois desta lida na outra vida, eles também cantarão. Obrigado pelas minhas mãos, mas também pelas mãos que aram, mãos que semeiam, mãos que agasalham, mãos de ternura, mãos que libertam da amargura, mãos que atendem a velice, a dor, o desamor, que enxugam as lágrimas das vidas, pelas mãos de sinfonias, de poesias, de cirurgias, de psicografias, pelas mãos que do seio
ãos que libertam da amargura, mãos que atendem a velice, a dor, o desamor, que enxugam as lágrimas das vidas, pelas mãos de sinfonias, de poesias, de cirurgias, de psicografias, pelas mãos que do seio embalam corpo de um filho alheio sem receio e pelos pés que me levo a andar sem reclamar. Muito obrigado, Senhor, porque eu posso caminhar diante do meu corpo perfeito. Eu te quero porque eu vejo na terra leiteados, amputados, marcados, paralisados, que se não podem movimentar, eu oro por eles porque eu sei que depois desta expiação, na outra reencarnação, eles também bailarão. Obrigado. Fem pelo meu lar. É tão maravilhoso ter um lar. Não é importante se este lar é uma mansão, um duplex ou é uma favela, um ninho, um grapato de dor, um bangalô, uma casa do caminho, seja lá o que for, mas que dentro dele exista a presença do amor. Amor de mãe ou de pai, de mulher, ou de marido, de filho ou de irmão. presença de um amigo, alguém que me dê a mão, porque é muito triste viver na solidão, pelo menos a companhia de um cão. Mas se eu a ninguém tiver para me amar, nem um teto para me agasalhar, nem uma quema para repousar, nem aí reclamarei, pelo contrário, eu cantarei. Obrigado, Senhor, porque eu nasci. Obrigado, Senhor, porque eu creio em ti, pelo teu amor. Obrigado, Senhor, pela sua atenção. Muito obrigado, senhores.
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