MOMENTO DE ORAÇÃO 13/09/2025

TV Goiás Espírita 13/09/2025 (há 7 meses) 6:52 91 visualizações

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Transcrição

do livro Palavras de Vida Eterna de Emanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier. Item 80. Bem, digamos, porque quem quer amar a vida e ver os dias bons refreia a sua língua contra o mal. Pedro, capítulo 1, versículo 310. Não vale condenar. O desmentido talvez chegue hoje de maneira imprevista, porque a misericórdia é alicerce da lei de Deus. Reflete quantas vezes já observaste o socorro invisível ao que era tido em conta de mal irremediável. Viste doentes graves voltarem repentinamente à saúde quando já se achavam sentenciados à morte. Conheces malfeitores que se transformaram em homens de bem quando pareciam totalmente afundados na delinquência? Tateaste, problemas complexos que encontraram equação de improviso quando se te afiguravam plenamente insolúveis. Choraste sobre situações inquietantes que tomaram rumo ao Salvador quando tudo te fazia crer em tragédia. Seja qual seja a provação em curso, refreia a língua para que a tua língua não amaldiçoe. É possível estejas vendo tudo em derror de teus passos pelo prisma do desespero. Entretanto, as acerena-te e aguarda confiante. Porque se a misericórdia de Deus ainda não está alcançando o teu quadro de luta, permanece a caminho. Senhor, muito obrigada pelo que nos destes, pelo que nos dás, pelo ar, pelo pão, pela paz. Muito obrigada pela beleza que nossos olhos vêm no altar da natureza. Olhos que contemplam o céu cordeianil e se detém na terra verde salpicada de flores em tonalidades mil. pela nossa faculdade de ver, pelos cegos queremos interceder, por aqueles que vivem na escuridão e tropeçam na multidão. Por eles oramos e a ti imploramos com miseração, pois sabemos que depois dessa lida, numa outra vida, eles enxergarão. Senhor, muito obrigada pelos nossos ouvidos. Ouvidos que ouvem o tamburilar da chuva no telheiro, a melodia do vento nos ramos do salgueiro, a dor e as lágrimas que escorrem no rosto do mundo inteiro. Ouvidos que ouvem a música do povo que desce do morro na praça cantar. A melodia dos imortais que a gente ouve

vento nos ramos do salgueiro, a dor e as lágrimas que escorrem no rosto do mundo inteiro. Ouvidos que ouvem a música do povo que desce do morro na praça cantar. A melodia dos imortais que a gente ouve uma vez e não se esquece nunca mais. Diante de nossa capacidade de ouvir, pelos surdos queremos pedir, pois sabemos que depois desta dor, no teu reino de amor, eles voltarão a ouvir. Muito obrigada, Senhor, pela nossa voz, mas também pela voz que canta, que ensina, que consola, pela voz que que com emoção profere uma sentida oração. Pela nossa capacidade de falar, pelos mudos queremos rogar, pois sabemos que depois desta dor, no teu reino de amor, eles também cantarão. Muito obrigada, Senhor, pelas nossas mãos, mas também pelas mãos que aram, que semeiam, que agasalham. Mãos de caridade, de solidariedade, mãos que apertam mãos, mãos de poesia, de cirurgias, de sinfonias, de psicografias. Mãos que numa noite fria cuida ou lava louça numa pia. Mãos que à beira de uma sepultura abraça alguém com ternura num momento de amargura. Mãos que nos agasalham o filho de um corpo alheio sem receio e nossos pés que nos levam a caminhar sem reclamar. Porque vemos na terra amputados, deformados, aleijados e nós podemos bailar. Por eles oramos e a ti imploramos, porque sabemos que depois dessa expiação, numa outra situação, eles também bailarão. Por fim, Senhor, muito obrigada pelo nosso lar, pois é tão maravilhoso ter um lar. Não importa se este for, este lar for uma mansão, um ninho, uma casa no caminho, um bangalô, seja lá o que for. O importante é que dentro dele exista a presença da harmonia e do amor. O amor de mãe, de pai, de irmão, de uma companheira, de um companheiro, de um amigo, de alguém que nos dê a mão, nem que seja a presença de um cão, porque é tão doloroso viver na solidão. E se ninguém tivermos, nem um teto para nos agasalhar, uma cama para deitar, um ombro para chorar ou alguém para desabafar, não reclamaremos, não lastimaremos, não blasfemaremos, porque temos a ti, Senhor. Então, muito

mos, nem um teto para nos agasalhar, uma cama para deitar, um ombro para chorar ou alguém para desabafar, não reclamaremos, não lastimaremos, não blasfemaremos, porque temos a ti, Senhor. Então, muito obrigada porque nascemos e pelo teu amor. Que assim seja.

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