MOMENTO DE ORAÇÃO 11/06/2025

TV Goiás Espírita 11/06/2025 (há 10 meses) 6:23 84 visualizações

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Transcrição

do livro Justiça Divina, item 68, Ante os Espíritos puros. Reunião pública de 27/10 de61, primeira parte capítulo 8, item 14. Mentalizas a natureza divina dos espíritos puros e queres partilhar-lhes o banquete de luz. Sonhas trajar-te de esplendor e espazir sobre os homens os dons infinitos da bondade celeste. Entretanto, ai de nós, espíritos vinculados à terra. Somos, por enquanto, consciências endividadas a entrechoar-nos na sombra de débitos clamoros compelidos ao barro das próprias imperfeições. Apesar disso, porém, é possível começar desde logo a escalada ao fugor dos sismos. Não podes hoje erguer as mãos, sustando o curso da tempestade. Contudo, guardas contigo os meios de serenar a procela de dor que zurze companheiros em sofrimento. É impossível, de um instante para outro transmitir para o mundo as mensagens divinatórias das supremas revelações. No entanto, bastará leve esforço e acenderás o alfabeto em muitos cérebros que tateiam na noite da ignorância. Diligenciar Arias, Debalde. Agora materializar os entes sublimes da esfera superior ante os olhos terrestres. Todavia, nada te impede de concretizar o caldo reconfortante para os doentes abandonados que esmorecem de fome. Na atualidade, resultaria infrutífero qualquer empreendimento de tua parte, no sentido de ampliar o próximo, verminando de chagas, pronunciando simples ordem verbal. Contudo, ninguém te furta o ensejo de alentar-lhe a esperança ou lavar-lhe as feridas. Em vão buscarias a pressa renovar milagrosamente o ânimo, enveneninando de entidades embrudecidas, transformadas em obsessores intransigentes. No entanto, consegues aliviar em bálsamos de oração e de amor à mente desorientada, fronteiriça à loucura. Reflete nos mensageiros divinos. Respeita-lhes a missão e roga-lhes apoio na caminhada, mas não tentes obter de improviso as responsabilidades que lhes pesam nos ombros. Não reclames para teus braços o serviço do sol. Cumpre os deveres que te competem. Para isso, não te digas cansado, nem te proclames inútil. O verme infinitamente

abilidades que lhes pesam nos ombros. Não reclames para teus braços o serviço do sol. Cumpre os deveres que te competem. Para isso, não te digas cansado, nem te proclames inútil. O verme infinitamente distante do pensamento que te coroa é o servo esquecido que te aduba à terra para que a terra te forneça o pão. Lembrando então desta lição, meus queridos aí irmãos, rogando a espiritualidade amiga que ante esses espíritos puros dos quais ainda estamos distantes, que nós possamos junto a aqueles que nós, que nos circundam, que precisam de nosso entendimento, que precisam de nossa caridade, possamos com ele nesses instantes de dificuldades, suprir as suas necessidades, auxiliando-lhes no que possível for. Desde uma oração, desde um ouvido que se empresta, desde Senhor Jesus, um abraço consolador, não mais só a caridade material, mas também a caridade moral. Nos auxilia, Senhor Jesus, nos combates que temos enfrentado no dia a dia de nossa existência. Somos ainda espíritos inferiores, rogando muitas vezes essas luzes do alto. Porém, Senhor Jesus, nós sabemos que ainda nos encontramos distante desse grau de pureza, precisando burilar o nosso espírito e o nosso coração. Nós te pedimos então, mestre amado Jesus, que nos abençoe para que todos que aqui estão neste planeta encarnados possam cumprir com tudo aquilo que necessitam esse grau de evolução. O mundo encaminha, Senhor Jesus, para a regeneração. Estejamos todos nós nesta caminhada onde o bem sobrepujará o mal. Nós te pedimos então, amado mestre Jesus, ampara a cada companheiro que se encontra necessitado, que se encontra adoentado, que se encontra muitas vezes enlutado por um ente querido que retornou à pátria espiritual. Nós te pedimos, mestre amado, alivia e cura todas as pessoas que hoje passam pelos problemas da depressão, que passam pelos problemas da ansiedade, rogando muitas vezes do alto auxílio, mal sabendo nós que o auxílio sempre esteve perto de nós. Jesus nunca nos abandonou. Ele conosco no barco está. E mesmo que o mar tormentoso da

emas da ansiedade, rogando muitas vezes do alto auxílio, mal sabendo nós que o auxílio sempre esteve perto de nós. Jesus nunca nos abandonou. Ele conosco no barco está. E mesmo que o mar tormentoso da vida esteja a balançar, ele jamais nos abandona. Assim sendo, querido mestre, amigo Jesus, ampara todos os nossos irmãos que se encontram conosco nesse momento de sintonia a ouvir esta transmissão. Ampara-lhes o coração, os lares, as casas onde trabalham, os espíritos que muitas vezes nos obsediam pela insistência em descobrirmos as fraquezas. Ampara-nos, Senhor Jesus. Ainda somos quais crianças frágeis, necessitados de muito entendimento. que nós um dia todos possamos olhar para este dia e lembrar que ele passa e que ele passou e que agora, mais fortes e mais vivos do que nunca, continuaremos no caminho da infinita jornada até chegarmos a essa qualidade, a essa grandeza de espíritos puros. Espíritos que amam a humanidade, que se desdobram o olhar sempre a nós, dizendo-nos coragem. Nós estamos aqui. Fica conosco, mestre amado. Que assim seja.

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