MOMENTO DE ORAÇÃO 10/04/2025

TV Goiás Espírita 10/04/2025 (há 12 meses) 6:00 96 visualizações

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Transcrição

do livro Justiça Divina, pela psicografia de Francisco Cândido Xavier, espírito Emanuel, lição número 6, Faltas da reunião pública do dia 6/02 de 1961, primeira parte. Capítulo 7, item 27. É possível que o constrangimento do companheiro tenha surgido do gesto impensado de tua parte. O gracejo impróprio ou o apontamento inoportuno teria tido efeito de um golpe. De certo, não alimentaste a intenção de ferir, mas a desarmonia partiu de bagatela, agigantando-se em conflitos de grandes proporções. De outras vezes, a mente adoece conturbada. Teremos ofendido realmente a cól era ternos assegado o discernimento e brandimos o tacap da injúria. Pretendemos aconselhar e cortamos o coração de quem ouve. Alegando fraqueza, envenenamos a língua. No pretexto de consolar, ampliamos chagas abertas. E começa para logo a distância e a aversão. Se a consciência te acusa, repara a falta enquanto é cedo. Xispa de fogo gera incêndio. Leve e alfinetada prepara a infecção. Humildade é caminho. Entendimento é remédio. Perdão é profilaxia. Muitas vezes, loucura e crime, dispersão e calamidade nascem de pequeninos desajustes acalentados. Não hesitistes rogar desculpas, nem vacile a pagar-te a favor da concórdia com aparente desvantagem particular. Porquanto na maioria dos casos de incompreensão em que nos imaginamos sofrer dores e ser vítimas, os verdadeiros culpados somos nós mesmos. Diante da reflexão deste texto que nos fala sobre nossas faltas, nós pedimos à espiritualidade amiga que nos ajude a compreender as dificuldades do ontem, do hoje, para que possamos nesse momento meditar sobre o quanto ainda somos responsáveis, sobre o quanto ainda a lei de ação em reação nos tem trazido ao coração essas reflexões. Nós te pedimos, Senhor Jesus, querido mestre, conselheiro, amigo, irmão, nos ajude no entendimento de nossas faltas, no entendimento de nossas dificuldades, no entendimento de que muitas vezes o nosso orgulho e o nosso egoísmo ainda falam por nós. Nós te pedimos, Senhor amado, nos auxilie para

ento de nossas faltas, no entendimento de nossas dificuldades, no entendimento de que muitas vezes o nosso orgulho e o nosso egoísmo ainda falam por nós. Nós te pedimos, Senhor amado, nos auxilie para que possamos melhorar a doutrina espírita, esse consolador prometido, tem nos ajudado. O Senhor, como guia e modelo, tem nos mostrado o caminho. os espíritos amigos têm nos aconselhado através de textos como o de hoje, nos mostrando que a responsabilidade é nossa, de que nós, assim como o Senhor disse, somos o sal da terra e também somos deuses. Nós podemos muito se da nossa parte fazermos o que o Senhor espera. Ô mestre amado, ainda somos como crianças. pequeninas, muitas vezes birrentas. Ao teu toque de justiça reclamamos. Nos ajuda a compreender, Senhor Jesus, que nós somos corresponsáveis por tudo aquilo que nós plantamos. Como nos é lembrado, Senhor Jesus, como sempre, o plantil é opcional, mas a colheita é obrigatória. E se cometemos faltas, essas faltas hão de nos ser lembradas pela própria consciência, pelo próprio processo, Senhor Jesus, que o remorço traz. nos auxilie então através dos bons espíritos, dos amigos que nos auxiliam do plano espiritual e também daqueles encarnados que tem sempre uma palavra amiga, sempre uma instrução, que não nos criticam, que pelo contrário, nos mostram o quanto ainda temos a aprender e melhorar. nos auxilia, Senhor Jesus, para que possamos diminuir as faltas que temos cometido, para que possamos, querido amigo, aos poucos, entendendo que o amor é universal e que ele é a única linguagem aceita pelo coração. Que o Senhor possa abençoar a todos nós que ouvimos esta mensagem nesse dia e que o Senhor possa encher cada coração de esperança que aqui se encontra para que juntos possamos ir melhorando o nosso mundo, o nosso país, a nossa cidade, o nosso bairro, o nosso lar e a nós mesmos. Fica conosco, mestre amado, mais uma vez. Que assim seja.

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