Módulo 04 - Aula 03 - Os Arquétipos • Série Psicológica Joanna de Ângelis
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e aí e aí e aí e aí e as nossas saudações as amigas aos amigos aqui presentes ea todos os que nos acompanham pela tv 3d é de onde será que surge a natureza humana de onde surgem os impulsos nossos comportamentos a forma de ser papa de agir para com a vida será que os filósofos os pensadores respostas aos tipos de comportamento que abrangem a criatura humana é certo que de todos os tempos alguns deles tentaram responder questões profundas a respeito da criatura humana tentaram verificar de onde surgem então as ideias as formas as coisas para tentar de alguma forma trazer respostas às nossas indagações antes de cristo o filósofo platão pensou no mundo de ideias este mundo funcionaria como um campo onde ele polícia a maneira todas as formas iniciais os projetos seria como o pensamento divino moldando cada coisa então se hoje para dar um exemplo nós vemos animais passeando como gatos identificamos em cada um desses gatos elementos em comum e ali dizemos que se trata de um animal o gato mas por trás desse animal segundo a concepção platônica haveria uma ideia um projeto inicial modelando as formas por consequência assim também de certa maneira seria criatura humana haveria por certo um molde humano trazendo e dando um elemento comum a cada um de nós que estaria escrito no mundo das ideias o justin garner no livro o mundo de sofia diz que platão acreditava numa realidade autônoma por trás do mundo dos sentidos a esta realidade ele deu o nome de mundo das ideias nele estão as imagens padrão as imagens primordiais eternas e imutáveis que encontramos na natureza então de certa forma já vemos na filosofia essa busca por respostas da criatura humana e nós continuamos a questionar mas será que cada um dos nossos comportamentos tem um padrão específico será que para direcionar os esforços humanos teríamos também esses impulsos da natureza é o que passou a estudar cal gustav jung quando trata do chamados arquétipos e ele percebeu em seus pacientes e também na literatura que havia
forços humanos teríamos também esses impulsos da natureza é o que passou a estudar cal gustav jung quando trata do chamados arquétipos e ele percebeu em seus pacientes e também na literatura que havia determinados temas comum da comuns da vida humana por mais que tivéssemos e temos a nossa individualidade determinada as trajetórias da vida humana parecem comuns a todas as pessoas estudando mais a fundo perdido ele verificou que esses mesmos temas se encontravam presentes nos mitos nas lendas nas fábulas nos contos da atividade de certa forma o comportamento humano e a esses padrões de comportamento humano heung iria denominar os arquétipos a palavra não foi criada por que algo estava em um dia ele é utilizou dos filósofos antigos também mas ele desenvolveu a ideia a partir do comportamento e ele aprofundou a ideia de arquétipo trazendo para perto o padrão de comportamento da criatura humana e dirá joanna de ângelis em vida desafios e soluções a palavra arquétipo se origina do grego a que que significa o primeiro e tífon que significa marca cunho modelo sendo por isso mesmo as marcas ou modelos primordiais iniciais que constituem o arcabouço psicológico do indivíduo facultando a identificação da criatura humana embora aparecer posso aparecer simples essa descoberta isso de certa maneira foi uma revolução imaginemos os materialistas pensando que os seres humanos nasciam como se fossem uma folha em branco e as teríamos como diziam como se fossemos uma tábula rasa não tivéssemos né tipo de conteúdo e um de percebeu que não era assim ao nascermos já trazíamos os conteúdos do inconsciente coletivo essas marcas primordiais que sim que significa o nosso acabolso psicológico e dão uma constituição em comum a cada um de nós era por isso que ele percebia nos mitos nas lendas essas narrativas no entanto como faltava hein ung o elemento espiritual para perceber porque trazemos informações do passado ficou somente na ideia inicial no projeto de aprofundar sem que tenha efetivamente chegado as
o entanto como faltava hein ung o elemento espiritual para perceber porque trazemos informações do passado ficou somente na ideia inicial no projeto de aprofundar sem que tenha efetivamente chegado as causas as raízes de trazermos do passado nosso comportamento e por que não poderíamos ter não temos estrutura para tal para ter informações de todos os períodos da humanidade vivenciados por todas as pessoas o nosso inconsciente por mais por mais grandioso que seja não teria capacidade de ter todas essas informações será que não se tratariam das informações das nossas próprias vidas da nossa própria vivência enquanto espíritos imortais e somos e fomos gravando a pouco e pouco essas informações que se traduzem em arquétipos é o de certa forma que traz joanna de ângelis trazendo esse arcabouço inicial ela disse que de certa forma saindo do pensamento divino somos criação divina esse impulso inicial da div e é pra que cada um de nós se torne pleno que exerçamos a plenitude das nossas características por isso mesmo temos um primeiro arquétipo um arquétipo primordial que é o self que nos impulsiona a individuação então quando verificarmos na literatura de joanna de ângelis falar do arquétipo do self esse selfie ao mesmo tempo que ele é a totalidade dos e ele é um impulso para a nossa plenitude não vemos isso no livro dos espíritos nos tornarmos almas puras espíritos perfeitos caminhar para a plenitude é o impulso inicial do self que vai cumprindo a cada etapa a sua jornada e arquivando no inconsciente forças que dão impulso para que a nossa jornada cif a jung irá dizer seus arquétipos são padrões herdados de comportamento assim como a nossa função biológico fisiológica obedece a um padrão e aí ele está falando nesse primeiro momento de instinto porque o instituto está ligado o corpo o arquétipo dirá yang é uma ordem biológica do nosso funcionamento mental então não é igual ao instinto porque o instinto é orgânico e o arquétipo é psíquico funciona como uma energia impulsionadora o instinto
po dirá yang é uma ordem biológica do nosso funcionamento mental então não é igual ao instinto porque o instinto é orgânico e o arquétipo é psíquico funciona como uma energia impulsionadora o instinto funciona tal qual uma fatalidade nos primeiros níveis da nossa evolução os arquétipos são tendências é uma prontidão para atuar em determinado os temas da vida é às vezes nós vemos em jornais e nos chama atenção relatos de pessoas o que acharam crianças abandonadas recentemente foi divulgado um caso desses onde o rapaz achou uma criança deixada no lixo qual é o nosso primeiro impulso ao escutar essas essa história e o que nós sentimos quando ouvimos esses relatos e se fossemos nós que achássemos uma criança abandonada o que nós faríamos normalmente as pessoas ficam muito sensibilizados querem imediatamente a colher aquela criança dá guarida dar alimento e até mesmo muitas pessoas são tocadas e querem adotar essas crianças eptc instante entra em ação o arquétipo materno um dos arquétipos mais fortes da criatura humana esse impulso a maternidade ao acolhimento que faz parte não somente das mulheres porque enquanto o espíritos não somos homem e mulher somos espíritos mas temos essa tendência ao acolhimento logicamente quando encarnados na constituição feminina esse aspecto muitas vezes o nado trata-se da energia do arquétipo que impulsiona ao acolhimento amorosidade alimentação a nutrição a dar guarida aquele que necessita de cuidados por isso que uma uma criança inspira tanta magia às vezes e é curioso às vezes notar quando saímos no shopping e verificamos quando se aproxima uma criança as pessoas fazem aquelas caras de bobos de abestalhados um pouco no bom sentido e dão risadas de um sorriso se tornam ingênua as trazem à tona que faz parte da natureza humana mas que está escondido muitas vezes por trás da persona e damos sorriso te amamos de meu benzinho apertamos a bochecha da criança muitas vezes motivados por esse impulso alimento da alma da alma humana e não nos dão
condido muitas vezes por trás da persona e damos sorriso te amamos de meu benzinho apertamos a bochecha da criança muitas vezes motivados por esse impulso alimento da alma da alma humana e não nos dão a luta que a força do arquétipo nos impulsionando mas o arquétipo ele não traz uma vivência específica para cada pessoa é ele traz uma tendência as vivências vão se tornando experiências que ficam arquivadas inicialmente em nosso inconsciente pessoal e ficam muitas vezes no campo dos complexos mas como vimos os complexos estão atreladas ligados aos arquétipos e é nisso que a nossa vivência muitas vezes entra em conflito quando determinados temas da vida são acionados no campo da consciência se eu não tenho ego estruturado para tal vivo uma vida conflituosos quantas pessoas têm conflitos ou porque não podem ser mães biológicas ou porque exercem isso então intensidade na vida que aquele ar quente a ser um único e não sei se você já viram aquelas pessoas que ser que querem ser mãe de todos é a grande mãe a mãe zona mas podemos funcionar movidos apenas por uma energia da vida e não nosso processo de desenvolvimento deve ser desenvolver todas as partes por isso que temos que vivenciar também essas forças ar que típicas de forma equilibrada em nossa natureza e joanna de ângelis vem complementa o processo de reencarnação explica a presença dos arquétipos no ser humano porque ele é ribeiro das suas próprias realizações através dos tempos adquirindo em cada etapa valores e conhecimentos que permanecem armazenados nos refolhos do ser eterno que é bom então logicamente quando estávamos tratando da questão da maternidade eu viverei a maternidade impulsionado pela força ar que típica que traz consigo as experiências do passado traz consigo as minhas próprias experiências espirituais conectadas nesse campo por isso que nós podemos nos conhecer e devemos e impulsionar o autoconhecimento a partir desse processo como eu vivencio essas forças arquetípicas iniciais como eu reverencio a força da paternidade e da
isso que nós podemos nos conhecer e devemos e impulsionar o autoconhecimento a partir desse processo como eu vivencio essas forças arquetípicas iniciais como eu reverencio a força da paternidade e da maternidade como lindo com meu processo de individuação com a minha jornada eroica a jornada na qual devo proceder a busca da minha própria identidade ou seja como as forças arquetípicas encontram um campo da consciência preparado ou a jornada eu vivo conflitos nesse eixo entre o self que a totalidade e o ego que é o campo da consciência ou as forças da minha própria natureza espiritual fluem de maneira tranquila de maneira serena é a partir dos conflitos que nós podemos verificar a onde esses impulsos vai encontrando resistência e trabalhar nessa resistência para perceber que isso faz parte da minha própria bagagem isso heung não conseguia perceber porque ele não tinha consigo a percepção da reencarnação o que esclarece por que determinados temas da vida vão ficando mais densos vão ficando mais complexos por conta de não termos liberado no passado por conta de não termos entrado em sintonia com equilibrio no passado e a nossa vida chama atenção para determinados temas e é interessante como a própria questão aqui típica vai sendo trabalhada nos contos infantis hoje eu estava olhando alguns desses contos e percebi elementos em comum sem alguns deles por exemplo se trouxermos à tona a história da branca de neve da cinderela da gata borralheira e de alguns desses contos como verificamos ali o tema da jornada feminino feminina onde aparece a madrasta má e onde aparece a bruxa onde aparece o sono você vê que branca de neve e também a outra que agora não me recordo se recordarem por favor tragam a bela adormecida muito bem a branca de neve ea bela adormecida passam por esse processo como se fosse a consciência de sono e são dispersas pelo beijo do príncipe olha que coisa mais romântica profunda e hoje as mulheres saem atrás do príncipe encantado e dizem que só encontram sapos
sso como se fosse a consciência de sono e são dispersas pelo beijo do príncipe olha que coisa mais romântica profunda e hoje as mulheres saem atrás do príncipe encantado e dizem que só encontram sapos como disse uma amiga minha uma uma uma conhecida ela disse olha eu acho que esses arquétipos estão ao contrário porque antes a princesa ela beijava o sapo e ele virava príncipe hoje a gente beija o príncipe daqui uns momentos ele vira sapo e o pior que nós nos casamos com sapo ficamos com sapo com sapo a vida inteira eu ia chamava atenção depois de sorrir lógico falava talvez não seja os arquétipos que estejam ao contrário é porque nós não costumamos elaborar os nossos sapos as nossas dificuldades os nossos conflitos e queremos uma coisa pronta queremos um outro mágico que surja e resolva toda a situação da nossa vida mas como o outro mágico não aparece não passe de mágicas cada um tem que cumprir a sua própria jornada cada um tem que sair do estado de sono olha a bela adormecida e a branca de neve em sono cada um tem que ser desperto e olha o símbolo do beijo o beijo é a união o beijo é a comunhão que eu faço com outro aspecto no caso traz o exemplo da polaridade masculino e feminino que se unem como se fossem opostos consciente e e tem união que trazem o processo do despertar e nós vemos que as crianças começam desde muito cedo a participar dessas tendências ar que típicas mas conto teria graça se não aparecesse a bruxa se não aparecer esse lobo mal se não aparecer se esses elementos que personificam a sombra densa é a parte que a criança mais gosta quando fala do lobo mau do bicho-papão e nós vemos que até canções infantis trazem esse retrato e às vezes ficamos até espantados nossa cantam isso para as crianças é que o bicho papão que o dobro mal vai aparecer é uma forma também da criança aprender a lidar com a própria sombra com sua sombra densa e você vê como isso aparece constantemente esse arquétipo representativo do desconhecido que nós chamamos de mal não pensa não é mal é uma energia
der a lidar com a própria sombra com sua sombra densa e você vê como isso aparece constantemente esse arquétipo representativo do desconhecido que nós chamamos de mal não pensa não é mal é uma energia enquanto o energia deve ser canalizada para o nosso processo de crescimento a distorção na consciência é que transforma as coisas e mais eu vivenciar uma questão de forma destrutiva é que essa questão passa a ser sombria não a sua energia em si mesma mas é a força da consciência que não se encontra ainda devidamente estruturada para lidar com essas tendências arquetípicas e foi sendo escrita no selfie através da longa jornada molecular enviada pelo psiquismo superior nela existentes em forma de princípio espiritual toda a trajetória a percorrer com infinitas possibilidades de crescimento e transcendência bom e quando joana traz esse conceito ela fala um pouco dessa centelha divina em nós que nos impulsiona a auto-descoberta isso vai sendo insculpido no self como se nesse ser bruto que somos existisse uma força que traz também o próprio divino a ser desenvolvido certa feita é um estudioso depois de se maravilhar com uma escultura de michelangelo chegou a ele perguntou depois de ver a obra davi e ficar abismado com a beleza de davi ele perguntou mais como é que você conseguiu fazer isso como é que você conseguiu transformar essa pedra bruta nessa beleza de arte e michelangelo olhou para ele disse mais engraçado é porque quando eu olhei para para pedra eu vi que ali já existia davi só fiz cheirar e aí e de certa forma é o que acontece em nossa natureza existe também a força ea beleza de um davi de uma escultura belíssima mas porque muitas vezes nos negamos ao trabalho de tirar da pedra bruta esses acessos que fazem parte da nossa natureza achamos que talvez a obra não seja tão bela assim talvez a minha natureza não seja efetivamente divina e não reconhecemos esse arquétipo divino em nós um dos nomes que um que vai chamar o self que é o arquétipo da totalidade ele chama de imago dei a
talvez a minha natureza não seja efetivamente divina e não reconhecemos esse arquétipo divino em nós um dos nomes que um que vai chamar o self que é o arquétipo da totalidade ele chama de imago dei a palavra que quer dizer uma imagem de deus nós temos uma imagem divina uma imagem de deus dentro de nós e de certa forma de uma forma simbólica a própria bíblia trás isso somos o reflexo de deus é de deus criados a sua semelhança é certo que não somos o deus em sua totalidade isso seria impossível mas temos um deus interno que nos impulsiona também é essa perfeição relativa e esse impulso é direcionado através do self que em toda a sua jornada vai esculpindo trabalhando esses caracteres para trazer a tona também a beleza da obra que nós somos e muitas vezes esses arquétipos surgem nos sonhos como imagens pré-existentes liberando-se do inconsciente no entanto nem todos os símbolos são procedentes dos arquétipos porque podem ter origem na própria energia do indivíduo nas suas atuais fixações conflitos o arquétipo ele traz a tendência o e muitas vezes no sonho aparecem conteúdos e as chamadas imagens arquetípicas mas nem todas as imagens que aparecem nos sonhos representam esses arquétipos como é muito natural às vezes vamos dormir com uma preocupação imensa indeterminado os temas da vida humana e isso permeia também o nosso estado onírico os sonhos trazem à tona conteúdos o nosso inconsciente pessoal conteúdos que estão muito próximos ao campo da consciência e algumas vezes também conteúdos arquetípicos se a minha vida é uma imensa preocupação se eu ando numa carga de ansiedade tremenda se eu não lido de forma saudável com os desejos com os impulsos e canalizo de forma puramente instintiva é natural que esses elementos permeiem predominantemente os meus sonhos é mas à medida que eu entro em contato com forças profundas da minha natureza certos elementos arquétipos vão sendo liberados e eu posso trabalhar esses temas também então é comum no consultório terapêutico verificarmos
eu entro em contato com forças profundas da minha natureza certos elementos arquétipos vão sendo liberados e eu posso trabalhar esses temas também então é comum no consultório terapêutico verificarmos sonhos mitológicos as pessoas sonham às vezes como aconteceu com uma paciente que sonhou que estava sendo sugada pela terra olha eu me via no campo e de repente a terra se abria e eu era sugada para dentro da terra e quando olhamos o mito de deméter perséfone é assim que acontece com a própria perséfone porque ela sai para os campos para pegar pegar a flor de narciso e de repente a terra se abre e ela é levada por hades o rei dos campos dos mortos da do da terra dos mortos ela e para ficar lá com ele no inconsciente profundo de maneira simbólica porque a profundeza da terra simboliza o inconsciente então esse sonhos que alguns pacientes retratam tratam trazem intermarket pico que é o mergulho no inconsciente ou então as pessoas sonham adentrando-se numa piscina às vezes uma piscina muito tumultuado um rio e de certa forma também significa um mergulho no inconsciente profundo quando lidamos com as águas turvas as correntezas fortes da nossa própria natureza ali ao encontro com a sombra um encontro com desconhecido que cada um de nós tem que fazer é a jornada de encontro consigo mesmo e em joana de angelis ela ela dá um exemplo ela disse uma indivíduo tem um sonho com o demônio não significaria necessariamente que estivesse em contato com ele mas com arquétipos símbolo do mal que existe no inconsciente de todos os povos desde a sua origem e permanece através dos milênios olha um símbolo forte também que joanna de ângelis apresenta que é sonhar com forças demoníacas e a pessoa diz e fica assustada de ter sonhado com assombração de ter tido um pesadelo e acha que seria talvez uma entidade espiritual ou próprio demônio você acredita nessa força do mal não se trata necessariamente disso se trata às vezes dessas desse impulso arquetípico para o mal que aparece como força na
z uma entidade espiritual ou próprio demônio você acredita nessa força do mal não se trata necessariamente disso se trata às vezes dessas desse impulso arquetípico para o mal que aparece como força na consciência oi e aí eu tenho que questionar como estou lidando com o mal que existe em mim é porque costumamos identificar muito fácil o mal que existe no outro o mal que existe ao lado o mal que existe no governo o mal que existe na sociedade mas como esse mal que existe fora existe porque cada um de nós não trabalhou a própria natureza eu preciso me questionar sobre esse encontro arquetípico com as forças do mal que habitam ainda em mim quando dizemos mal não é que a força em si mesma seja mal mal é porque o seu direcionamento está sendo destrutivo para mim para as pessoas que me cercam para a sociedade como um todo e eu preciso estruturar essa força para que ela se situe no campo da individuação no campo do bem no sentido de construir no sentido de agregar então não se assustem quando sonharem com essas forças denominadas as forças do mal me perguntem a vocês perguntemos a nós mesmos o que ainda existe de mal em mim e que tipo de energia destrutiva eu tenho que trabalhar em mim para que se transformem num bem é dessa forma que nós fazemos a ponte com o nosso inconsciente profundo e vamos trabalhando todas essas tendências que fazem parte do nosso psiquismo profundo a e na condição de psicoterapeuta excepcional jesus utilizou-se dos símbolos nobres arquétipos da época a fim de imortalizar as suas propostas de saúde e bem-estar porque será que hoje passados dois mil dois mil anos as propostas de jesus continuam válidas e como é que será que alguém consegue como ele conseguiu entender a natureza humana tão a fundo a ponto de nós mesmos hoje páginas ensinamentos do evangelho e ali encontramos respostas para os nossos próprios conflitos somente alguém que conhecesse a fundo os arquétipos humanos somente alguém que conhecesse e conhece para alma humana como se estivesse
lho e ali encontramos respostas para os nossos próprios conflitos somente alguém que conhecesse a fundo os arquétipos humanos somente alguém que conhecesse e conhece para alma humana como se estivesse revelada a própria luz da consciência e conhecedor da alma humana porque já havia cumprido o próprio trajeto de individuação a trajetória eroica ele sabia como ninguém desvelar o comportamento humano e há dois mil anos já ser um texto de papa a conflito que nós a conflitos que nós continuamos vivendo e por que andais de provas quanto ao que comer ao que vestir e aí trazia adiante um comportamento da criatura humana de se comportar de forma ciosa eu falava do direcionamento dos tesouros internos que deveria buscar o reino dos céus em primeiro lugar e não os tesouros aplicação nos tesouros que as traças corroem e que os ladrões podem roubar e mais a fundo ainda de maneira simbólica utilizou-se das parábolas falando de maneira simbólica jesus se equiparava a linguagem do inconsciente porque o inconsciente também fala de forma simbólica quantas vezes nós não entendemos nossos sonhos meu deus que que será que esse sonho quis dizer como chegam às vezes pacientes no consultório aí hoje eu tenho hoje eu sonhei mas meu sonho não tem nem pé nem cabeça e eu gosto desses esses que são bons porque aí a gente tenta buscar onde é que tá o pé onde é que tá a cabeça e mesmo não entendendo por completo porque é difícil esgotar a força de um símbolo à medida que nós nós temos um olhar atento o ego vai-se apercebendo de determinadas questões que o auxiliam na jornada o simples fato às vezes de lembrar de um sonho pode me fazer prestar atenção qual é o padrão arquetípico que eu estou repetindo que está vindo para próximo da consciência e eu não estou me dando conta mesmo que não perceba o sonho por completo qual é a mensagem de uma forma geral que esse sonho quer me trazer e se estivermos atentos vamos percebendo determinados temas muitas vezes repetidos o inconsciente que a chamar a atenção o
r completo qual é a mensagem de uma forma geral que esse sonho quer me trazer e se estivermos atentos vamos percebendo determinados temas muitas vezes repetidos o inconsciente que a chamar a atenção o self que a chamar a atenção mas precisamos estar atentos vigiais já dizia jesus vigiar é perceber o que acontece nesse campo da consciência para que entre cada vez mais em sintonia com o inconsciente e na parábola do filho pródigo os arquétipos do bem e do mal da sombra densa e suave do ego e do self conflitam se enfrentando se jesus ao narrar a parábola aqui que ficou conhecida como a parábola do filho pródigo não falava somente da ingratidão dos filhos que abandonam os pais mas falava de uma jornada necessária a cada um de nós quer conquistar a nossa própria essência partir para um país distante muitas vezes significa enfrentar os desafios da vida a recolher aquela energia divina e começar a participar também dos embates existenciais e nós vemos quanta dificuldade tem as pessoas hoje em dia de proceder a própria jornada quantos filhos que não conseguem sair de casa porque estão presos nessa jornada que típica e vão passando o tempo muitas vezes encontram desculpas é porque eu tenho que cuidar do meu pai tem que cuidar da minha mãe mas vem cá você não tem que cumprir também a sua tarefa isso não significa abandonar o pai ou a mãe no sentido de amá-los menos mais de fazer a tarefa que a cada um cumpre que é sair da dependência que se torna algo doentil e construir a própria autonomia e hoje nós vemos como isso é necessário eu atendo jovens e percebo a dificuldade às vezes deles perceberem o momento de empreender essa de nada a utilizarem os próprios recursos e vejo também quantos pais e mães têm dificuldade libertar seus filhos e aí ficam preso como se fosse uma simbiose uma simbiose emocional e psíquica que nós chamamos de amor chamamos de cuidado mas que na maioria das vezes se tratam de conflitos dificuldades íntimas de lidar com essa jornada erótica de partir para um país distante porque todos nós
que nós chamamos de amor chamamos de cuidado mas que na maioria das vezes se tratam de conflitos dificuldades íntimas de lidar com essa jornada erótica de partir para um país distante porque todos nós temos que partir não é mudar de país sair do brasil e morar em outro lugar mas sair daquele conteúdo do coletivo e muitas vezes a família funciona como esse coletivo que aprisiona para criarem entrar em contato com a minha individualidade com a minha identidade o que é diferente de ser individualista nós não falamos de egoísmo falamos de altruísmo no sentido mais pleno falamos de busca da identidade profunda para que eu possa ser eu mesmo com os meus valores com as minhas com as minhas questões com a minha identidade profunda que pro porciona participar dessa jornada de uma forma saudável a viagem para longe prossegue joanna de ângelis é uma buscar que típica do heroísmo de conquista do desconhecido de infinito e já diria cal gustav jung o homem deve conectar-se a uma questão infinita que significa nada para nada mesmo menos que o infinito de si mesmo que são as inúmeras potencialidades que se encontram adormecidas mas que por falta de um impulso na jornada nós ficamos presos quais são as o que me prendem ainda são as questões do trabalho são as questões sociais são as questões do relacionamento onde a minha jornada deve-se iniciar saindo do coletivo encontrando a individualidade em mim mesmo encontrando divino que eu sou para poder lidar com essa com essa jornada de forma responsável mesmo que advenham conflitos como veio para o filho pródigo porque ele viveu a crise o país onde ele se encontrava começou a ter carência e ele se recordou do pai dele é só que essa jornada de retorno já era sobre uma nova condição porque já havia consciência a e é isso que nós devemos buscar a força da consciência desenvolvimento da consciência é isso que esses impulsos arquetípicos querem nos trazer de mensagem de missão conhecer cada vez mais os conteúdos que fazem parte da natureza humana as forças que fazem
desenvolvimento da consciência é isso que esses impulsos arquetípicos querem nos trazer de mensagem de missão conhecer cada vez mais os conteúdos que fazem parte da natureza humana as forças que fazem parte de cada um de nós mas conhecer também mais a fundo a minha individualidade certo todos nós temos tendências ar que típicas que nos identificam mas onde se encontra a minha identidade nisso tudo e eu tenho que desenvolver o arquétipo da maternidade e da paternidade mas isso significa simplesmente ser pai ou mãe biológico eu tenho que desenvolver o arquétipo do herói em mim mas a minha jornada vai ser igual a jornada de outra pessoa a cada um tem as suas próprias experiências cada um através das encarnações vai trazendo no arcabouço psicológico és herança que deve ser trabalhada que deve ser sincronizada que deve ser harmonizado em si mesmo as roupas limpas e novas o novilho nutrido para festa são formidáveis arquétipos que se encontram em todos os mitos particularmente no panteão grego quando os deuses comungavam com os homens e banqueteavam ser olha a sabedoria de jesus ao propor esses arquétipos trazendo o conteúdo os conhecidos como esse banquete dos deuses no mito de prometeu encontramos também os deuses se banqueteando com os humanos escolhendo as partes do alimento as quais iriam se servir e esse encontro entre os deuses e o homem não significa o politeísmo existência de muitos deuses mas quem nosso próprio inconsciente na condição de arquétipo encontramos essas tendências esses arquétipos desejam sintonizar-se com o campo da consciência e no final dessa parábola o pai promove o que o encontro entre o filho que ficou que pode simbolizar de alguma forma sombra aquele que não faz a jornada aquela parte nossa esquecida não vivida reprimida e o filho que prosseguiu a jornada que foi ao país distante e que tem que se encontrar com seu irmão eu e o pai simbolizaria esse todo a força que típica primordial o self de que forma lidamos com as nossas impulsos de que forma lidamos com as nossas
distante e que tem que se encontrar com seu irmão eu e o pai simbolizaria esse todo a força que típica primordial o self de que forma lidamos com as nossas impulsos de que forma lidamos com as nossas tendências ar que típicas quando vivemos determinados temas comuns da vida de que forma eles nos influenciam vivenciando isso poderemos nos encontrar um pouco mais a fundo com chamados arquétipos que são tendências é difícil às vezes compreendermos a totalidade do alcance psicológico do arquétipo por que só vemos os arquétipos através dos símbolos não vemos o arquétipo impresso em totalidade vemos parte é mas quando formos juntando as partes como um grande espelho que se quebra aos poucos vamos juntando a nossa própria natureza e lidando com esse tema tão trabalhado na filosofia e que platão já chamava a atenção através do mundo das idéias onde trazia a concepção original esse arquétipo primeira marca nós temos que trazer à tona que o primeiro arquétipo é o arquétipo divino em nós o selfie e quando conseguirmos sintonizar a nossa natureza a nossa consciência a esse arquétipo divino estaremos empreendendo a nossa jornada eroica que nos impulsiona ao alto encontro ao encontro de si mesmo então hoje ficamos por aqui nas nossas reflexões aguardando até o nosso próximo encontro em
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