Módulo 04 - Aula 02 - Conhecendo os Complexos

Mansão do Caminho 05/07/2020 (há 5 anos) 41:32 15,253 visualizações 1,316 curtidas

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Transcrição

e aí e aí e aí e aí e hoje nós vamos conversar sobre um termo que é muito comum na verdade já caiu no popular então hoje é muito comum nós ouvirmos a palavra complexo quando não até dizemos aos nossos amigos ouvimos as pessoas dizerem fulano é complexado fulano é complexada mas esse termo apesar de da maioria das vezes nós não conhecemos a sua origem ele surgiu por volta de mil novecentos e 1.900 um e foi cal gustav jung que de fato trouxe esse termo parapsíquica psicologia e para a psiquiatria através de um estudo que ele fazia no hospital em que trabalhava ele construiu um teste chamado teste de associação de palavras e nesse teste de associação de palavras ele faze e a lista com palavras aleatórias chamava o paciente e ele dizia aquela palavra por exemplo verde e ele com detectores de batimentos cardíacos o monitoramento com relógio ele ia registrando o tempo de resposta daquela pessoa a intenção do teste era associa essa palavra que você ouve a qualquer outra palavra então ele ia no decorrer daquele teste com aquelas palavras sem 200 palavras ele ia o tempo todo contando o tempo de resposta daquela palavra e esse teste e a sendo repetido por algumas semanas e depois ele fazia a comparação do tempo de resposta o que ninguém vai perceber com isso é que algumas palavras geravam na pessoa uma resposta demorada um tempo de resposta e a pessoa depois de terminada a palavra ela ficava tão alterado emocionalmente que ela não conseguia mais manter o seu tempo de resposta e com isso e um que começa a perceber que o caminho para o inconsciente não era o que freud chamava na e dizia que eram sonhos mas sim os complexos então é a partir de mais ou menos 1901 que vai se dedicar ao estudo dos complexos é a partir desse nó psíquico que ele vai desvendando todo o processo inconsciente então ele vai dizer os complexos são os caminhos que nos permitem enxergar ao inconsciente até então até esse momento o caminho para o inconsciente era feito a partir dos sonhos então o paciente eu levava o

ele vai dizer os complexos são os caminhos que nos permitem enxergar ao inconsciente até então até esse momento o caminho para o inconsciente era feito a partir dos sonhos então o paciente eu levava o sonho e o terapeuta analisando os sonhos têm a trindade e perceber quais são quais eram os elementos do inconsciente mas foi a partir da descoberta dos complexos que esse inconsciente consegue ser percebidos de forma mais profunda principalmente porque no núcleo de cada complexo existe um arquétipo então ela parte da constelação desse complexo que era possível chegar ao inconsciente profundo a inconsciente coletivo porque lá reside dia o núcleo daquele complexo o continuado com yang os complexos são agrupamentos de conteúdos psíquicos carregados de emoções quanto maiores são a emoção e o campo de associação mais forte é o complexo os complexos contém o poder impulsionador da vida psíquica quando yuri chama a atenção que os complexos são agrupamentos carregados de emoções o que ele tá dizendo é que o complexo é composto de emoção de afeto os complexos começam a se formar na infância então a partir das experiências que nós vamos vivendo no decorrer da nossa vida esses conteúdos são colocados vamos imaginar em bolsas então eu tenho uma bolsa que vai acumular todas as experiências que eu tive com a minha mãe uma outra bolsa o olá todas as experiências que eu tive com meu pai a outra bolsa que acumula as experiências que eu tive de perda e assim por diante porque não há um número exato de complexos vão existir tantos complexos quanto arquétipos e como arquétipos são as minhas tendências a viver as experiências então nós temos muitos complexos então a partir desse ponto toda minha experiência a partir do meu nascimento no sentido psicológico mas no sentido do espírito todas as minhas experiências já vividas vão compondo essas bolsas conforme os temas por isso que ele vai dizer que ele é carregado de emoções o complexo em si é neutro então ele nem é positivo ele nem é negativo ele só vai acumular as

vidas vão compondo essas bolsas conforme os temas por isso que ele vai dizer que ele é carregado de emoções o complexo em si é neutro então ele nem é positivo ele nem é negativo ele só vai acumular as experiências que eu tive e aí ele continua que quanto maior quanto os maiores são a emoção é vivida pela experiência e o campo de associação mais forte é o complexo como o complexo forma um núcleo energético imagine o campo de força então imaginando que uma pessoa muito cedo na sua existência começa a ter experiências com a perda e aí a sua sacola de perdas acumula muitas emoções muitos afetos quanto mais experiências eu tenho naquele tema maior é o campo de atuação do meu complexo de perda de abandonar então como um campo de força como um campo magnético toda experiência que eu vivo é atraída para a sacola daquele complexo então a gente termina tendo uma reação na consciência conforme o meu complexo que tem um campo de força maior por isso ele vai chamar atenção que quanto maior esse campo a morte é o complexo e os complexos contente então o poder impulsionador da vida psíquica marie-luise von franz diz que se nós não tivéssemos complexos nós estaríamos mortos o complexo por seu uma quantidade muito grande de energia psíquica e um que vai dizer que ele é o impulsionador justamente porque quando nós começamos a trabalhar o complexo essa energia que está acumulada ela é liberada para o nosso processo de individuação então o processo de individuação muitas vezes ele não flui e não acontece naturalmente justamente porque nossa vida está toda ela geracional nada para um complexo e continuando com yang todo mundo tem complexo então a partir de hoje não podemos mais xingar ninguém chamando de complexado porque todo mundo é complexado todos nós temos complexo né eles são pontos focais ou no dagem da vida psíquica que não devem faltar pois de outra maneira atividade psíquica chegaria uma paralisação fatal por isso a neutralidade do complexo então cê complexado não é uma coisa ruim ser

no dagem da vida psíquica que não devem faltar pois de outra maneira atividade psíquica chegaria uma paralisação fatal por isso a neutralidade do complexo então cê complexado não é uma coisa ruim ser complexado significa que nós temos atividade psíquica acontecendo todo tempo eles tornam-se patológico patológicos apenas quando pensamos não possuir os porque então que eles nos possui então não adianta achar que não têm complexo c e um que vai chamar muito atenção disso porque a partir do momento e que eu me ajudar que não tem um complexo esse complexo passa a viver a minha vida isso pode parecer complexo porque complexo é complexo né mas para vocês entenderem o complexo ele tem uma vida autônoma é né então ele tem uma força e por conta de todo o conteúdo que ele acumula durante toda nossa existência ele age independente da nossa vontade então quando eu começo ou eu mostro que tô negligente com a pessoa que sou quando eu não cuido dos meus inconsciente quando eu não observa a minha sombra quando eu não me me proponha um trabalho de autoconhecimento é muito provável que em vez de mim sejam os meus complexos que estejam fazendo as escolhas na minha vida justamente o por conta da minha negligência então voltando aquele exemplo que eu de do tema da perda né do abandono então se a pessoa passa uma vida inteira né e não percebe que o seu complexo já abandono é grande é gigantesco é muito provável que essa pessoa ou seja que o complexo a possua imaginando trazer uma forma figurada vamos pensar que nós e sendo o porteiro não é aquele que vai guardar e eleger quais são os conteúdos que vão entrar e sair da nossa consciência ele é um ego franzino mirradinho pequenininho e aí nós estamos dando uma festa nossa consciência e aí os conteúdos que foram convidados estão todos e lá chegando né trajado devidamente para nossa festa e o nosso ego franzino está lá na porta verificando o crachá verificando os nomes e de repente chega um conteúdo de dois metros de altura por dois de largura muito musculoso olha para o

ra nossa festa e o nosso ego franzino está lá na porta verificando o crachá verificando os nomes e de repente chega um conteúdo de dois metros de altura por dois de largura muito musculoso olha para o nosso ego e assim eu vou entrar e o ego mirradinho pequenininho vai deixar ele passar porque senão ele não dá conta daquele conteúdo imenso que chegou e esse conteúdo imenso é o complexo por isso que o complexo tem vida boa porque dependendo da sua força dependendo do seu conteúdo ele faz com que o ego se sinta muito pequeno então o ego não dá conta disso por isso que ele costela e é isso que yang vai chamar atenção porque se eu penso não possuiu complexo eu tô correndo um grande risco de que o complexo me possua em vez das minhas escolhas serem autuados pela minha consciência elas acontecem a partir das escolhas do meu complexo então uma pessoa que tem um complexo já abandono e não cuida não percebe o seu complexo não percebe a força do seu complexo pode muitas vezes direcionar toda a sua vida para o tema do abandono então todas as suas relações vão ser pautadas na possibilidade de ser abandonada então a gente começa a imaginar que todas as escolhas dessa pessoa vão acontecer sempre tentando av e o abandono e como a pessoa vai fazendo com que sua vida toda gira em torno do seu medo de ser abandonada o seu processo de individuação fica interrompido porque energia psíquica demais sendo colocada em um único tema então se a pessoa não consegue caminhar com fluidez no seu processo e um que vai dizer que os complexos interferem nas intenções de vontade e perturbam a performance consciente eles aparecem e desaparecem de acordo com suas próprias leis numa palavra os complexos se comportam como seres independentes tá vendo como eles são terríveis esses complexos o complexo interfere e eu vou dar um exemplo que todo mundo aqui com certeza já viveu essa experiência ato falho e o ato falho é sinal de um complexo que construí-lo naquele momento você vai dizer uma coisa e sai uma outra coisa o

dar um exemplo que todo mundo aqui com certeza já viveu essa experiência ato falho e o ato falho é sinal de um complexo que construí-lo naquele momento você vai dizer uma coisa e sai uma outra coisa o famoso branco de repente você não consegue lembrar o que você vai dizer não consegue lembrar o nome de uma pessoa muitas vezes é um complexo que costela naquele momento e rouba a consciência e você fica atordoada não é um tema que você vai falar uma situação que você vai vivenciar e que você fica atrapalhado fala coisas que não queria falar é muito comum às vezes os apaixonados dizerem isso que quando tá no momento que vai falar em saia e tanto em casa mas na hora h não consegue dizer absolutamente nada porque o complexo toma conta e aí vem com aquela sensação que falou um monte de bobagem né é o complexo também que atua então quando eu que fazia o teste de associação de palavras o que ele percebia que muitas vezes em algumas palavras desencadeavam uma reação emocional na pessoa e se a pessoa mantinha por exemplo um tempo de 15 segundos entre a palavra ea sua resposta ela passava às vezes um minuto para colocar uma outra palavra e depois dessa palavra todo o seu tempo de resposta ficava alterado porque era o tempo exato que o complexo ainda está vale atuando na psique então é isso que ele chama vai perturbar a performance quantas vezes nós estamos vivendo algumas situações e você tem uma resposta que você paris assim não fui eu estava fora de mim e não é isso tem uma reação exageradamente agressiva ou emotiva vocês não não é possível não era eu naquele momento né é o complexo então complexo entra em ação e a pessoa responde né a partir daquele complexo então não é surpresa às vezes conhecido os nossos por exemplo que são calmos são tranquilos e de repente uma situação simples e a pessoa tem uma reação que você olha assim não é possível e aí nós inspira e espíritas vamos dizer o que era o obsessor né o obsessor tomou e a pessoa agiu pela ação do professor e na verdade obsessor se chama complexa né o

que você olha assim não é possível e aí nós inspira e espíritas vamos dizer o que era o obsessor né o obsessor tomou e a pessoa agiu pela ação do professor e na verdade obsessor se chama complexa né o complexo vem à tona seu não cuida disso se eu tô desprevenida ele vai tomar a atitude e é claro que isso e quem vai abrir campo para um uma influência espiritual mas atuação é desse complexo por isso que me chamar atenção que isso vai perturbar até forma se consciente porque consciente porque o complexo ele normalmente é contrário a minha atitude consciente então você na minha atitude consciente muitas vezes eu tenho uma ação de muita calma é possível que dependendo do meu complexo ele venha com uma atitude que eu jamais teria na minha consciência né e aí ele chama atenção como eu falei anteriormente para essa lei própria que o complexo a tua né é muito comum a gente ver no toque por exemplo né no transtorno obsessivo-compulsivo os complexos atuam de forma gritante no que a gente chama do pensamento ego distônico então a pessoa invadida por um pensamento que parece a ser dela que na verdade muitas vezes ele vem com o conteúdo do complexo atuando ali ó é bem então joana vai chamando atenção e trazendo para nós né o olhar do espírito com relação aos complexos então ela vai dizer que nas personalidades instáveis normalmente os complexos psicológicos assumem as responsabilidades pelas ocorrências problematizante né então todo o nosso desequilíbrio emocional toda a nossa instabilidade emocional é da corrente do processo dos complexos como eu falei anteriormente não dá para numerar a quantidade de complexos mas nós sabemos principalmente na terapia que existe complexos que eles aparecem com mais frequência eles costelão com mais frequência quais são eles complexo materno complexo paterno porque todo mundo tem pai todo mundo tem mãe né então complexo materno complexo paterno complexo de poder o complexo de inferioridade e de superioridade esses são os complexos mais comuns esses aparecem com muita

mundo tem pai todo mundo tem mãe né então complexo materno complexo paterno complexo de poder o complexo de inferioridade e de superioridade esses são os complexos mais comuns esses aparecem com muita frequência e uma hora ou outra todos nós já custa lamos esses complexos em nossa vida né naquele momento em que eu sou tomada pelo poder e quero controlar a vida de todo mundo quero controlar o mundo aquele momento onde eu sou eu quero ser mãe de todo mundo eu quero que todo mundo seja a minha mãe então a gente vai percebendo a atuação desses complexos na nossa vida como ele é neutro a experiência que eu vivi é que vai dar a tonalidade desse complexo para dar um exemplo o complexo materno por exemplo imaginando o que uma criança ela nasce em um ambiente extremamente é saudável onde tem um encontra uma mãe muito bondosa carinhosa e essa criança vai crescendo em um ambiente onde ela é muito bem é a cor e pela mãe o pai está ali presente sempre mas essa mãe é aquela mãe extremamente dedicada e essa criança na sua experiência com materno começa então a desenvolver o seu complexo a partir dessa primeira experiência com a mãe de forma positiva e essa criança nasce vai cresce 2 3 5 6 anos e essa criança agora começa a sua vida escolar né ela precisa sair de casa ela vai enfrentar a escola ela vai para o mundo uma outra sociedade encontrar a professora os coleguinhas essa saída de casa da criança é um sofrimento inicial para ela mas supondo que eu chegar na escola ela encontra uma professora extremamente bondosa e acolhedora então essa criança continua tendo o seu o seu contato com o materno de forma positiva e ela cresce e agora é uma adolescente e o seu primeiro desafio na vida é escolher qual a profissão vai fazer no vestibular né qual vai ser a sua escolha no vestibular e essa criança que agora é uma adolescente se mostra extremamente inseguro quem não sabe o que fazer né e essa mãe que está ali o tempo todo tentando ajudar essa criança e essa criança que agora é uma adolescente na dúvida do que

a adolescente se mostra extremamente inseguro quem não sabe o que fazer né e essa mãe que está ali o tempo todo tentando ajudar essa criança e essa criança que agora é uma adolescente na dúvida do que fazer faz um vestibular não porque era sua escolha profissional mas porque era o melhor porque a família escolheu ou seja qual foi a opção e começa a partir de então a mostrar dificuldades nos seus relacionamentos afetivos essa mãe começa agora mostrar que tem dificuldade imensa de deixar que esse filho essa filha namore conheça pessoas viagem saia só então aquele complexo materno positivo agora na adolescência vai começar a ser um complexo materno negativo o que aquele é certo ou recebido na infância agora é um excesso na adolescência e como teve uma esse o complexo materno é muito provável que tenha ocorrido uma ausência do paterno porque a função do paterno na psique é justamente tirar a criança do paraíso materno e jogar essa criança para as experiências do mundo as terras esse essa mãe ela mãe super protetora que a gente chama de mãe povo né porque segura de todo jeito e esse pai não conseguiu chegar ou não quis chegar essa criança agora que tinha toda uma experiência positiva do complexo na fase adulta da vida vai se mostrar inseguro ou insegura vai mostrar a dificuldade nos afetos se for homem principalmente porque as mulheres vão precisar ter um lugar dessa mãe né essa mãe arquetípica e todo uma dificuldade de emprego de concluir as coisas começa e não termina né e aí a gente vai ver no que o complexo é neutro por isso né então ele vai começar a positivo na vida de uma pessoa é mas pode terminar de forma negativa dependendo é claro da personalidade da pessoa mas a gente vai perceber na neutralidade do complexo nesse sentido então quantos jonas vai chamar atenção que é justamente essa personalidade estável que vai fazer com que toda a minha vida às vezes seja e gira em torno dos problemas a gente também vai percebendo o que quantas vezes nós ficamos na queixa né e aí por isso ela

a personalidade estável que vai fazer com que toda a minha vida às vezes seja e gira em torno dos problemas a gente também vai percebendo o que quantas vezes nós ficamos na queixa né e aí por isso ela chama tanta atenção para a queixa então muita muitas vezes o que shozo queixa-se sempre da mesma coisa e aí já é uma pista para a gente descobrir os complexos qual é a minha queixa persistente né a partir dessa queixa persistente já começa a perceber que esse pode ser o tema do meu complexo ea joana chama atenção né assim preenchimento de ascensão inevitável o cedo é para si com as construções o seu passado nele esculpidas que se inferiorizam amiúde afligindo limitando e aí nós começamos a pensar bem os complexos ficam no inconsciente pessoal então porque joana vai chamar atenção para o passado o núcleo do complexo é um arquétipo e o arquétipo está no inconsciente coletivo estão no inconsciente coletivo ele registra todas as nossas experiências então é possível que nesta vida eu trago à tona uma emoção ou eu reagir a determinadas situações não só com base na minha experiência dessa vida mas também com base nas experiências passadas sim justamente porque nós somos herdeiros de nós mesmos então a história que eu já construí passada a refletir nessa vida então a partir do momento que essa criança nasce e ela recebe todo o seu conteúdo de educação de amor desses pais é possível por exemplo às vezes nós ouvimos a pessoa que nunca viveu uma experiência por exemplo de vou continuar com tema do abandono e ter sempre uma sensação de abandono então a experiência vivida em uma outra existência que tenha sido muito tão má tica pode fazer com que o arquétipo né do abandono ainda é vamos dizer alimente um complexo que não tem atuação tão forte mas pode ser sim que isso apareça ainda por conta das experiências de vidas não só experiências provocadas por outras pessoas mas também por aquelas experiências vividas por mim então às vezes a gente pode justificar uma uma mulher é uma mãe que tem um complexo

ncias de vidas não só experiências provocadas por outras pessoas mas também por aquelas experiências vividas por mim então às vezes a gente pode justificar uma uma mulher é uma mãe que tem um complexo materno exacerbado ela teve vida a vida ela até abandonado os filhos então é possível que nessa ela venha exacerbada no seu papel de mãe né exista isso com muita intensidade o seu complexo é tocado reagimos de modo exageradamente emocional demonstramos uma super reação porque não reagimos apenas a situação atual mas sim a todas as situações semelhantes que tivemos no decorrer da vida eu sempre quando falo disso eu gosto de dar o exemplo até porque se isso não acontece é um exemplo aleatório né mulher principalmente não faz isso também assistir o final da novela que chora horrores né chora assistir o filme já com lençol do lado porque aí vai derramar todas a zonas e aí as vezes a principalmente a novela que todo mundo já sabe como é o final o e aquelas lágrimas muitas vezes não dizem respeito ao tema mas se são as minhas lágrimas não chorar essas são as minhas questões que não foram vivenciadas ou que foram vivenciadas de forma sombria que naquele momento que meu meu meu complexo costela eu aproveito sem saber que estou aproveitando para viver a emoção o afeto que aquele complexo mentais então toda vez que o meu complexo é tocado eu vou ter uma reação exagerada para a situação por isso que a gente vai dizer assim mas foi a gota d'água né então assim você foi aguentando aguentando aguentando normalmente a gota d'água com quem com a pessoa que fez menos então você acumula acumula acumula alguém olha para você com a cara estranha e aí sai a onça o hipopótamo tudo de dentro de você atropela a pessoa né por causa do bom então toda vez que eu perceber que eu estou tendo uma reação exagerada a uma situação pode parar na hora e dizer complexo muito prazer prazer né e vai se apresente a ele porque é ele que tá chegando na sua consciência nem importante a gente pensa nisso porque

o exagerada a uma situação pode parar na hora e dizer complexo muito prazer prazer né e vai se apresente a ele porque é ele que tá chegando na sua consciência nem importante a gente pensa nisso porque isso vai acontecendo no nosso dia se você observar é muito provável que no nosso dia da hora que acordamos a hora que vamos dormir dois três ou até mais complexos costela em na nossa vida eu lembro muito de uma experiência que tive com uma uma paciente e ela é extremamente racional né uma pessoa da área da lógica então tudo muito metódico tudo muito arrumado e chegou um dia ela chegou no consultório e ela tava alteradissima né falando alto agitada que não era o comum o e olhando pai terapeuta tem isso né então a gente olha isso aconteceu alguma coisa da hora que ela saiu de casa até chegar aqui aí eu pego um mês eu perguntar você veio como veio sozinha hoje como é que ela morava só ensina ela não brigou com ninguém dentro de casa não sei que seja o cúmulo da rebelde ela brigou com ela no espelho né então não era esse o caso ele começou a perguntar comecei a perguntar e aí ela chegou para mim fez assim não não tava cheguei aqui cheguei um pouco atrasada porque tava engarrafado e se foi você se irritou por causa engarrafamento na me irrita aí não é isso não você não tá irritado né e aí ela claro né falou bem alto que não estava irritada e eu disse qual o carro que estava na sua frente o que eu tinha que achar que era causa mas não era um ônibus era um ônibus esse é um ônibus ônibus como um ônibus né da empresa nos comum falar com aquela aquela propaganda ela propaganda de panela e aí quando ela falou propaganda de panela os olhos encheram de lágrimas e ligou para a panela né aí você propaganda de panela a que interessante panela panelas como assim de de aço de nox panela panela aquelas propagandas que não fazem sentido aquela família feliz com panelas e ela não resistiu às lágrimas começaram a descer e ali a gente percebia o complexo constelado né e aí podemos trabalhar a

la aquelas propagandas que não fazem sentido aquela família feliz com panelas e ela não resistiu às lágrimas começaram a descer e ali a gente percebia o complexo constelado né e aí podemos trabalhar a partir das panelas podemos perceber o complexo afetivo que estava por detrás então a pessoa que o que é uma racionalidade que dizia que não queria casar que família não era importante que tinha saído abandonada à própria família para ter uma vida independente na verdade tinha um grande complexo porque ela tinha muito medo de não casar de não ser mãe e a ele naquele momento a propaganda de panelas faz com que se complexo costela né então é esse excesso esse exagero de reação que vai apontar né onde está o meu complexo é uma próxima vez que você chorar em com a novela já sabe né começa a pensar qual é o meu complexo e por que eu estou chorando mesmo bem então joana atrás que esses conflitos que permaneciam adormecidos assumir o comando da personalidade produzindo dificuldade no paciente para conseguir um edificante relacionamento entre o ego eo self a prejuízo dos anelos superiores do bom então imaginando essa pessoa que eu trouxe o exemplo que a panela faça o que o seu complexo constelle quando ela não aceita quando ela não percebe quando ela não assumir de fato o que está por detrás daquela seu excesso de racionalidade o que vai acontecendo com ela que ela vai se distanciando cada vez mais da essência que ela é então a relação ego-self vai ficando cada vez mais distante e o processo de individuação o processo de crescimento da pessoa fica totalmente comprometido então muitas vezes a gente pode racionalmente ajustar um ego racionalmente acreditar que estamos bem estamos equilibrados mas se o complexo continua atuando na minha vida essa sombra continua densa e a minha energia psíquica tá ali paradinha acumulada na a cola que tem um campo de atuação ainda é muito grande isso a gente presta bem atenção até a nossa fala é pautada nisso os nossos medos os nossos amores tudo na

psíquica tá ali paradinha acumulada na a cola que tem um campo de atuação ainda é muito grande isso a gente presta bem atenção até a nossa fala é pautada nisso os nossos medos os nossos amores tudo na nossa vida é pautado sempre com o mesmo tema é interessante às vezes principalmente quando a gente fala do complexo materno né como algumas pessoas direção toda a sua vida e ela vai é interessante porque ela é mãe de todo mundo ela é mãe dos filhos mãe do marido mãe da mãe mãe do vizinho mãe do chefe então ela mãe e todo o tempo ela atua na vida como mãe e aí quando você às vezes observa uma pessoa que tem esse complexo no caso uma mulher mas pode ser um homem também essa pessoa tem uma dificuldade imensa de ser acolhida de ser ajudada nunca pede ajuda e aí a gente vai para sabendo que se essa pessoa não trabalha se complexo e percebe que ela é mãe dos filhos dela e os filhos já cresceram agora ela precisa deixar aqui o ninho fique vazio essa pessoa todo o tempo vai ficar presa nesse processo né então ela entra muitas vezes no processo de vitimização ela entra muitas vezes nesse processo de sempre está substituindo os filhos né então em vez dela cuidar da própria vida ela tá sempre cuidando de alguém e aí o seu crescimento psíquico fica interrompido não evolui como joana vai chamando atenção porque os nossos pensamentos as nossas atitudes o nosso comportamento todo ele é recheado pelo tema do complexo ou dos complexos também bom então toda essa energia de que é portador inconsciente pode ser canalizada para a edificação de si mesmo superação dos medos e perturbações dos fantasmas do cotidiano que rompem pela insegurança e pelo desequilíbrio emocional do indivíduo como aquela frase logo do início que yang traz essa energia que está contida no inconsciente ela tem que ser usada e canalizada para nossa edificação para o nosso crescimento então essa energia psíquica que está ali eu vou trazer um exemplo quantas vezes nós estamos vivendo uma dificuldade né e aquela dificuldade que

analizada para nossa edificação para o nosso crescimento então essa energia psíquica que está ali eu vou trazer um exemplo quantas vezes nós estamos vivendo uma dificuldade né e aquela dificuldade que você dorme acorda e aquela situação não sai da sua cabeça então quando nós conseguimos superar essa situação a uma sensação interna de que nós podemos agora enfrentar muito mais do que isso é exatamente essa e agora posso enfrentar mais que essa energia psíquica que fica disponível então aquela energia que tá ali contida naquele tema o tempo todo quando eu conheço esse tema ela agora tá disponível para o meu processo de crescimento aí vocês podem me perguntar sim mas como é que eu faço para trabalhar um complexo né porque é tão complexo complexo como é que eu faço para trabalhar o complexo a gente costuma dizer que a gente precisa amarrar o complexo ao ego como é que se amarram complexo ao ego o primeiro passo é conhecer o complexo eu preciso perceber por isso que o processo de auto conhecimento é importante então eu tenho que estar atenta as minhas a minha vida as minhas atitudes a minha fala o meu comportamento então se eu começo por exemplo a perceber que toda pessoa que para mim né acessar a mente a pessoa não tem que ser né que a gente tem que lembrar que a gente projeta e as nossas questões no outro que para mim aquela pessoa passa uma imagem de autoridade por exemplo e quando aquela pessoa se aproxima eu já me sinto menor do que uma formiga é muito provável que eu tenho algum complexo ou de superioridade ou de inferioridade por exemplo então as imagens de autoridade e vão ser sempre complicadas para mim no meu dia a dia aí eu tenho que perceber o que como é que eu reajo quando essa pessoa ou essas pessoas ou situações aparecem na minha vida eu enfrento pensa enfrentar é possível que seja superioridade ou eu me submeto que se eu sumir se eu estou me submetendo é possível que seja de inferioridade então imaginando que eu percebo que eu me submeto o que é importante da gente

vel que seja superioridade ou eu me submeto que se eu sumir se eu estou me submetendo é possível que seja de inferioridade então imaginando que eu percebo que eu me submeto o que é importante da gente observar é que às vezes a outra pessoa nem autoritária mas por algum motivo eu posso ter associado aquela pessoa a imagem de autoridade supondo que o meu pai é uma pessoa muito autoritária e que tem um tom de voz muito grave é muito provável que todas as pessoas com voz grave eu acredite ser e autoritárias e aí eu já me submeto a pessoa mesmo que a pessoa não peça então nesse exercício que eu faço e percebo que eu me submeto o que é que eu faço toda toda vez que eu estiver que encontrar com aquela pessoa que provoca a sensação de inferioridade ou eu percebo que aquela pessoa me passa um ar de autoridade eu automaticamente preciso e aí entra minha consciência pensar bem e ele está vindo eu vou encontrar com fulano eu não preciso me submeter porque assim que a gente vai trabalhar no complexo a única forma de trabalhar um complexo é enfrentando o complexo é como a gente imaginar voltando por nosso porteiro me errado né o porteiro é mirrado o complexo tem dois metros de altura por dois de largura o que é que eu comprar que você tem que fazer musculação tem que fazer musculação para poder se preparar para o complexo né não precisa correr do complexo ele já ele não tem dois de la altura por dois de largura mas pelo menos tem um e-mail e-mail né então eu tenho que me preparar até o momento que eu perceba que o grandalhão que chega está de salto alto e de roupa de enchimento e que não é tão grande assim então o complexo sempre vai existir mas a força de atuação dele diminui a partir do momento que o ego que é o centro da consciência e essa tomar posse começa a tomar consciência se torna consciente de que aquele ponto era para mim um ponto de dificuldade bom então grande desafio da existência humana está na capacidade de explorar esse mundo desconhecido dele retirando todos os potenciais que possam produzir

e ponto era para mim um ponto de dificuldade bom então grande desafio da existência humana está na capacidade de explorar esse mundo desconhecido dele retirando todos os potenciais que possam produzir felicidade e auto-realização é essa é a proposta do processo de individuação essa é a proposta que a mentora atrás na sua obra quando ela vai chamar atenção para o autodescobrimento é para o autoconhecimento então é esse o nosso desafio não adianta a gente ficar simplesmente estacionado se queixando da vida porque um dia foi abandonado porque um dia ninguém acreditou em mim por isso e por aqui não é porque se a gente ficar preso no tema a gente vai conversando energia ali aquela energia de certa forma para lisa então ela vai fazer com que a minha potencialidade para o crescimento não se realiza e voltando para o quinho lhe chama atenção bem se o complexo é uma condição e um caminho para o meu inconsciente isso com certeza vai proporcionar é um autoconhecimento uma possibilidade maior de ampliação da minha consciência da pessoa que sou então em vez de estacionar diante do complexo e correr eu preciso aprender a enfrentar eu preciso aprender a conhecê-lo no início é difícil você vai ter reação física até sudorese palpitação sensação vontade de sair correndo vontade de desmaiar náuseas tudo isso a gente sente quando o complexo chega uma situação traz um complexo mas se eu for persistente no meu trabalho na minha no meu experimentar a atitude ea situação com o tempo eu começo a perceber que isso já não vai mais aparecer na minha vida para fechar eu vou trazer um exemplo que é muito comum medo de falar em público né muita gente apresenta o medo de falar em público e não maioria das vezes quando você vai examinando a situação tem ali complexos fortíssimos não é porque a p o sujeito a críticas sujeitas ao julgamento às vezes a pessoa tem um complexo de superioridade muito grande pode parecer essa inferioridade mas as vezes é superioridade então ela não admite errar ela não admite ser julgada

ujeitas ao julgamento às vezes a pessoa tem um complexo de superioridade muito grande pode parecer essa inferioridade mas as vezes é superioridade então ela não admite errar ela não admite ser julgada a ser criticada então qual é a única forma de vencer isso falando falando errando gaguejando esquecendo a palavra lendo no papel tremendo que enquanto não fizer isso não vai conhecer a potencialidade do seu complexo vai sempre achar que é um outro motivo e é nesse experimentar da situação que eu começo a perceber bem na verdade eu tenho medo quando alguém me olha eu acho que tá me julgando quando alguém não presta atenção e eu quero que preste atenção e assim que a gente vai se conhecendo então como a mentora coloca na sua frase esse é o nosso grande desafio então a partir de agora que sejamos complexadas e felizes muito e até a próxima aula 1 e aí

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