MERECIMENTO MAIOR - João Rabelo [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 25/08/2025 (há 7 meses) 1:03:41 907 visualizações

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Transcrição

de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Tenham todos um bom final de tarde, um ótimo começo de noite. Que Jesus nos abençoe e as energias de paz e de amor que aqui se manifestam nos envolva pacificando as nossas mentes e os nossos corações. E com certeza essas mesmas energias chegam aos nossos irmãos e irmãs que nos assistem através das mídias sociais. Hoje nós temos o grande prazer de receber nosso irmão João Rabelo, diretor da Federação Espírita Brasileira, que veio com muita amor, com muita dedicação nos oferecer um tema que é muito importante, né? Todos os temas são importantes, né, que nos trazem aqui para nosso conhecimento, o nosso alimento espiritual e principalmente para nós absorvermos esses ensinamentos e colocá-los em prática no nosso dia a dia. Ele nos desenvolverá o tema que está contido neste livro, Justiça Divina, que é ditado pelo benfeitor Emanuel e psicografia do nosso querido Chico Xavier. e tem por título merecimento maior. E como sempre fazemos uma pequena leitura a prece para depois nós passarmos a palavra para o nosso irmão. Então a mensagem que eu vou ler está contida neste livro Caminho, Verdade e Vida, e também é ditado pelo benfeitor Emanuel e psicografia do nosso querido Chico Xavier. e tem por título Prática do Bem. E faz uma citação da primeira carta de Pedro, capítulo 2, versículo 15. Porque assim é a vontade de Deus, que fazendo bem tapeis a boca à ignorância dos homens loucos. E vejamos a mensagem do Emmanuel. À medida que o espírito a volta em conhecimento, mais compreende o valor do tempo e das oportunidades que a vida maior lhe proporciona, reconhecendo, por fim, a imprudência de gastar recursos preciosos em discussões estéreis e caprichosas. O apóstolo Pedro recomenda, seja lembrado,

e das oportunidades que a vida maior lhe proporciona, reconhecendo, por fim, a imprudência de gastar recursos preciosos em discussões estéreis e caprichosas. O apóstolo Pedro recomenda, seja lembrado, que é da vontade de Deus se faça o bem, impondo silêncio à ignorância e à loucura dos homens. Uma contenda pode perdurar por muitos anos com graves desastres para as forças em litígio. Todavia, basta uma expressão de renúncia para que a concórdia se estabeleça um dia. No serviço divino, é aconselhável não disputar, a não ser quando o esclarecimento e a energia traduzam caridade. Nesse caminho, a prática do bem é a bússola do ensino. Antecedendo qualquer disputa, convém dar algo de nós mesmos. Isso é útil e convincente. O bem mais humilde é semente sagrada. Convocado a discutir, Jesus imolou-se por se haver transformado ele próprio em divina luz. dominou-nos a treva da ignorância humana. Não parlamentou conosco, ao invés disso, converteu-nos. Não reclamou compreensão, entendeu a nossa loucura, localizou-nos a cegueira e amparou-nos ainda mais. E assim, queridos irmãos e irmãs, lembrando deste momento que nos encontramos aqui buscando o alimento espiritual e lembrando principalmente que este momento é dedicado aos nossos irmãos suicidas, tão necessitados de oração, de energias de amor, de compreensão, de acolhimento e todos nós aqui somos também assistidos. E assim pedimos ao mestre Jesus, nosso irmão querido, pastor das nossas almas, que nos conduza nos caminhos da vida para que busquemos exercitar sempre o bem, sendo fraternos, solidários, acolhedores com os nossos irmãos mais necessitados. Mestre Jesus, só temos a dizer gratidão pela tua presença em nossas vidas e neste momento pedimos a Dr. Bezerra de Menezes, mentor desta casa, a nossa mãe amantíssima Maria, que envolva o nosso irmão João Rabelo na energia da paz e do amor, o inspirando e o intuindo. Graças a Deus, graças a Jesus. Damos a palavra ao seu João. Seja bem-vindo. Muito boa noite, muita paz para todos.

lva o nosso irmão João Rabelo na energia da paz e do amor, o inspirando e o intuindo. Graças a Deus, graças a Jesus. Damos a palavra ao seu João. Seja bem-vindo. Muito boa noite, muita paz para todos. Que Jesus nos abençoe. Eh, como a nossa irmã já anunciou, nós estamos estudando o livro Justiça Divina. de Chico e Emuel. E nós temos aqui por incubência nesse livro. É um livro que todos aí na biblioteca nossa a livre deve ter. Quem deseja ler, é uma coleção de obras muito bonitas que o nosso Emânio nas reuniões de um mês de agosto lá em Pedro Leopoldo e depois Beraba, foi transformando em lições preciosas, porque a base central tá sendo o livro Céu e Inferno. Céu e Inferno, nós sabemos que uma das obras de Allan Kardec e constitui o Petateuco da doutrina espírita. o o céu e inferno. Eh, os espíritos me lembro bem que quando Francisco de Assis estava fazendo 800 anos, houve uma grande festa em Assis. Para quem conhece, é uma cidade medieval, pequena, de pedras. As casas são de pedra. a casa de Francisco, que até hoje está lá, onde morava ele, o seu pai, sua mãe. E Francisco é um é é o espírito que é é adorado pelos católicos, pelos espíritas, pelos evangélicos, por todas as pessoas. Certamente um dos a pessoa mostra do Cristo é o deve ser o mais eh consegue atrair mais interesse, intimidade, etc. E visitar Assisia é sempre alguma coisa diferente, porque ali sente-se a impregnação da presença dele. Esse livro, portanto, eh que nós estamos lendo, que é a justiça divina, ele foi feito de uma coleção de livros, que é uma sequência dessa parte do céu e inferno. Perguntarmos o que é o céu, que é o inferno. Alguém perguntou a da Lailama, o professor, o Frei Leonardo Bof de Petrópolis, da Igreja Católica em Roma, quando eh estava vendo uma festa em homenagem a Francisco de Assis e gendo o mundo inteiro. Francisco que consegue de algum modo essa maneira bonita de ser querida e amada por todas as pessoas. E foi, segundo informações dos benfeitores, a encarnação de João, o evangelista, o discípulo amado. Então,

o que consegue de algum modo essa maneira bonita de ser querida e amada por todas as pessoas. E foi, segundo informações dos benfeitores, a encarnação de João, o evangelista, o discípulo amado. Então, essa obra que nós estamos usando, na verdade, ela faz parte de um grupo que foi realizado, foi produzido por esses benfeitores para que a gente possa tirar o maior proveito que aqueles que desejam estudar o tema. Então, nesse contexto é que nós vamos ver que neles estão, por exemplo, a religião dos espíritos faz parte do contexto livro para estudo, para meditação, para o final de tarde, na hora de dormir, na hora de acordar, na hora de fazer o culto evangélico no lar. E o livro e o espírito de verdade, ele é uma coleção de mensagens no contexto que foi escrito por vários espíritos, assinado no prefácio por doutorador Pezerra de Menezes Cavalcante. Esse salão aqui da comunhão é homenagem a ele, chama-se Bezerra, esse mesmo salão aqui chama-se Bezerra de Menezes e também assinado por eh André Luiz, que todos nós conhecemos. suas 14 obras que fala sobre a vida no mundo espiritual por Caibachute, ó, que é lá nosso companheiro de Matão, que é chamado Bandeirante do Espiritismo, eh, Euríp de Bassanufo, que deixou uma contribuição enorme aqui na cidade de Sacramento. Sacramento fica ali próximo de Beraba, pouco mais de 100 km. E ali tem uma escola fundada por ele. Eh, Bastanuco deixou a marca muito importante e nós sabemos que ele foi o precursor de Chico Xavier. Esses espíritos nobres quando vem à terra, os missionários, sempre vem alguém ligado do seu grupo que vem preparar o ambiente. Assim como Jesus antes de vir, vieram os profetas, os colaboradores, aqueles queriam facilitar o seu trabalho. Ele deixou uma revista importante, um museu muito belo na cidade de Matão em São Paulo, e ele deixou uma revista internacional de espiritismo que é ditada, é uma revista muitíssimo interessante. O Orianufo aqui em Sacramento, ele segundo se sabe ele reencarnou duas vezes aqui no no aqui em Minas Gerais. A primeira

ternacional de espiritismo que é ditada, é uma revista muitíssimo interessante. O Orianufo aqui em Sacramento, ele segundo se sabe ele reencarnou duas vezes aqui no no aqui em Minas Gerais. A primeira vez quando ele sabia que vinha antes do Chico preparar um ambiente, ele veio e reencarnou ali para conhecer a ambiência, conhecer a cultura local, conhecer ele era médico autodidata, como é que as pessoas se medicavam. A cultura da época era a cultura do índio, folhas, raiz, coisa dessa natureza. E isso acontece também na África. Então ele desencarnou para dominar língua, não tinha conhecimento, nunca tinha tido reencarnado em país de língua portuguesa. Desencarnou e voltou novamente já a condomínio e preparou a chegada de Chico Xavier. Na época era muito comum haver debate entre as religiões e Eu se prestou esse esforço à Igreja Católica tinha alguma dificuldade com a doutrina e Ori Banufo conseguiu promover lá em Sacramento aos final de tarde ele e um padre de debatendo temas evangélicos. Ele era muito comum. Eh, naquela época não tinha microfone, não tinha altofalante. E ele fazia as 18 horas lá lá em Sacramento, fazia, lia o o Evangelho, falava, tocava Maria, fazia suas palestras. Curiosamente, a cidade de Sacramento, que ainda hoje é pequena, mas na época era menor ainda, e ele toda a cidade ouvia. Pode parecer estranho, mas ele falava lá de o seu espaço, a cidade de Sacramento tá nos Anais, todos ouviram. Esses acontecimentos ocorrem quando o mundo espiritual tem interesse em promover esses fenômenos. Divaldo Franco, certa feita, ele tinha um grande desejo de fazer uma pregação lá, onde Jesus falou sobre eh os 10 mandamentos e depois falou sobre a programação do Cristo para aqueles momentos da terra. Então ele foi lá, subi ao mesmo monte que Jesus fez a pregação das bem-aventuranças. E quando chegou lá, ele perguntou: "Joan, aqui o que é que eu vou falar?" fala em português, mas essa gente tem gente de vários tipos idiomas diferentes, não tem problema. E ele fez

bem-aventuranças. E quando chegou lá, ele perguntou: "Joan, aqui o que é que eu vou falar?" fala em português, mas essa gente tem gente de vários tipos idiomas diferentes, não tem problema. E ele fez a, segundo ele, fez a maior e a mais importante, a mais sentida palestra da sua história. Chorou muito, porque é a emoção muito forte. Joana chegou perto dele e ele fez a sua palestra ali e aquela multidão de pessoas, cada uma ouvindo no seu idioma. Tinha árabes, tinha europeus, tinham brasileiros. tinham cheio de vários idiomas e Divaldo fez uma palestra meio ímpar no contexto que nós conhecemos. Então, esse livro é editado por esses espíritos todos, além de Huro Silva, que é um letrista com as suas mensagens muito bonitas, além de Anara Franco, que criou no Brasil primeira escola de meninas aqui em São Paulo e deixou obras como poetisa, obras belíssimas do seu trabalho. Temos Mei, que nós sabemos que o trabalho de Meimei é exatamente no mundo espiritual. Ela cuida de crianças, teve seis filhos, aborto espontâneo, todos os seis. e desencarnou com essa frustração de não poder ter sido mãe. Então, Mei hoje um espírito amoroso, muito amigo do Chico e foi lá no centro espírito Meimei que Chico fundou primeiros reuniões mediúnicas lá em Pedro Leopoldo. E finalmente o nosso Emmanuel que é o mentor de Chico Xavier. A gente vê que todo esse esforço dos espíritos é para nos instruir. O desejo de Emânio e outros, a gente fica eh com dificuldade de entender como é que Emanuel consegue tanta grandeza. A sua literatura é um português absolutamente escorreito. O português de Emano é purista na sua linguagem de entendimento da língua. E tudo aquilo que ela escreve é de uma beleza singular. H já visto os romances, os cinco romances de Amana que estão aí para ser produzido em filmes a pelos entendimentos que a Federação Espírita Brasileira está promovendo. Então esses essas entidades que é abrir o livro eh esse livro que nós estamos estudando é cinado por todos eles e vale a pena estudar para o nosso melhor

Federação Espírita Brasileira está promovendo. Então esses essas entidades que é abrir o livro eh esse livro que nós estamos estudando é cinado por todos eles e vale a pena estudar para o nosso melhor crescimento e entendimento. E nos fala sobre o merecimento maior. O que é que seria o merecimento maior? Como é que que levaria o mundo espiritual a preferenir ou dar ou conceder alguém essa sensação de uma beleza me singular, de um atendimento especial? O Dr. Bezerra de Menezes que nós estamos falando, Bezerra de Menezes é chamado Kardec brasileiro, é um homem nobre, gentilíssimo, é o paisão do movimento espírita. Hoje você vai à África, os centros espíritas, quase todo língua portuguesa, quase todo aqueles países, Angola, Moçambique, Santo Toméo, Príncipe e outros ali todos tem inúmeros centros espíritas Bezerra de Menezes. Você vai no centro de Umbanda, tem lá Dr. Bezerra de Menezes. A gente vai no centro de Candomblé, tá lá o Dr. Bezerra de Menezes. É muito comum acontecer esses fenômenos com ele. Teve um cidadão que foi presidente da FEB, na época não era, mas ele estava passando por alguns problemas e chegou num poste de gás do Nino no Rio de Janeiro e a pessoa, o bombeiro que eu atendia, atendeu lá, abasteceu o carro e falou com ele: "Olha, o senhor tá me dizendo que um senhor velhinho de barbas largas dizendo que o senhor precisa aí o centro espírito." Ele na época era teu, não entendeu nada, ouviu aquilo, não deu importância. Depois ele voltou lá, daí um mês, algo parecido, e o bombeiro falou a mesma coisa, olha o preto velho disse, se o se eu não for, vai ter problemas. Ele não deu importância, mas ficou curioso. Na terceira vez ele foi e o e o bombeiro falou: "Olha, se o senhor não for, o senhor vai ter problemas". Então ele foi, procurou saber onde era e era um centro de Ubanda, nada contra a maneira de ser. E ele foi, chegou lá, teve a oportunidade de conversar com sendo de Ubanda. Daí as pessoas conversa às vezes com o benfeitor e o espírito orientou para que ele ficasse ali para

ontra a maneira de ser. E ele foi, chegou lá, teve a oportunidade de conversar com sendo de Ubanda. Daí as pessoas conversa às vezes com o benfeitor e o espírito orientou para que ele ficasse ali para os conhecimentos iniciais. E quando fal depois de três ou 4 anos, o próprio espírito falou com ele: "O seu lugar é na avenida Passo número 30, que é onde fica a Federação Espírita Brasileira no Rio de Janeiro." Foi para lá, trabalhou muitíssimo, foi um presidente mais tarde, evoluiu muitíssimo e deixou as suas marcas. Nesse mês de agosto é o mês singular para a doutrina, porque nós temos muitíssimas pessoas que contribuíram fortemente para o movimento espírita e nasceram ou desencarnaram no mês de agosto. No dia 13 de agosto de 1865, estava sendo lançado esse livro Céu e Inferno. O Frei Leonardo Bolf no aeroporto de Roma, quando ia visitar Francisco na homenagem de 800 anos, ele encontrou com com o comandante, o papa lá do pessoal budista e ele perguntou, disse o qual o entendimento dos budistas sobre o céu e inferno? Ele disse, olhou, porque as criaturas sábias não são apressadas em dar resposta. meditam, fala com segurança aquilo que convém falar e diz: "Olha, o céu é uma consciência de paz e o inferno é uma consciência de culpa". Os espíritos têm repetido isso ao longo do tempo e nós sabemos que muitos de nós vamos depois de desencarnar passar por alguma experiência que poderia ser algo parecido com que se supõe seja o céu ou que se supõe seu inferno. O nosso André Luiz, no livro inicial dele, que é Nosso lar, que já varou, já produziu dois filmes e vê um terceiro agora, esse ano ainda, vamos ver que ele fala muito sobre essa vivência no mundo espiritual, como é que ele desencarnou, como é que ele foi recebido, qual foram as suas emoções, quais foram os seus sofrimentos, quem é que o apoiou? Então essas os espíritos estão nos trazendo essas informações todas para que nós nos situemos no contexto da nossa mensagem, do nosso trabalho, do nosso compromisso. Então o céu e inferno é essa história

ão essas os espíritos estão nos trazendo essas informações todas para que nós nos situemos no contexto da nossa mensagem, do nosso trabalho, do nosso compromisso. Então o céu e inferno é essa história para esclarecer e nós espíritas nos nos preparar para quando chegar o momento não temos nenhuma pressa. Mas na que chegar o momento é bom que a gente saiba como proceder. na lá na mansão do Caminho, quem conhece a mansão do Caminho, que é obra do Divaldo, é uma obra grande, tem 88.000 m² de obras. A gigante é como se fosse uma pequena fazenda. Ali tem, pelas informações da casa, aproximadamente 5.000 pessoas passam ali todos os dias. Crianças, começa 6:30 da manhã, aquelas mulheres que vão trabalhar fora, não tem com que deixar os seus filhos, deixa os seus pequenos lá. Na mansão do caminho, tem a creche, tem um médico que recebe as crianças, o enfermeiro, um técnico, examina. As crianças são todas examinadas pelo médico para evitar que alguma criança chegue com alguma dificuldade, toma banho, veste a roupa da instituição e a roupinha que ela veio de casa à vez não muito limpa, aquilo é lavado e na volta ela vê essa roupa que trouxe e leva normalmente junto a mamadeira da noite, os medicamentos, se for o caso, e geralmente o pão. Antigamente a manção dava cada criança um pãozinho para levar para casa pro lanche da noite, mas depois teve que mudar porque a família muito pobre ali em volta. O pau da Lima é um bairro muito pobre Salvador onde está situada a mansão e as pessoas só tinha aquilo que tem dividir o pão com a criança. Hoje a mansão dá um pão para cada um da família e nos fins de semana 15 a sexta básica. O trabalho da mação é algo realmente extraordinário. E o Divaldo desencarnou e levou esse mérito, ele e o Nilson, do grandioso trabalho da mansão do caminho. Eu posso imaginar como é que é nobre o espírito como Divaldo e não vai pro céu nem pro inferno, mas leva uma consciência do dever cumprido. No dia que o Edival desencarnou, nós estávamos lá acompanhando o presidente

ar como é que é nobre o espírito como Divaldo e não vai pro céu nem pro inferno, mas leva uma consciência do dever cumprido. No dia que o Edival desencarnou, nós estávamos lá acompanhando o presidente da Federação Espírita Brasileira e eu estava sentado assim perto lá do da urna do caixão, muitíssimas pessoas. Tinha tanta gente que desorganizou a vida do cemitério, não tinha onde pisar de tanta gente. Então, mas eu estava sentado ali orando e eu vi chegar Nilson de Souza Pereira. Nilson foi o primo do Divaldo que com ele fundou a mansão do caminho. Eu vi uma mão colocada no meu ombro. Eu senti fisicamente a mão e olhei para quando eu olhei era o Nilson que já desencarnou 15 anos atrás, algo assim. Eu perguntei: "Nilson, e agora? Cabelo mais trabalho?" Então, esses espíritos são tão comprometidos com a causa da humanidade que a vida deles é sempre trabalho. Todos eles, espíritos nobres, lamentam não ter feito mais, não ter produzido mais, não ter crescido mais, não ter produzido mais, doasse mais. Todos queixam que não aproveitaram convenientemente o tempo, trabalhando, estudando, ajudando a vida. Então o Nilson estava lá com Adivaldo e Joana de Ângela, sua benfeitora, mãe dos dois. Os dois foram irmãos no tempo de Jesus e a sua mãe era e Joana Decusa. Está um livro aí na aqui na nossa livraria chamado Boa Nova. E Joana Decusa é a penúltima mensagem, muito bela e a última é Maria de Nazaré. Me recordo que a primeira vez que eu li essa mensagem eu chorei porque é de uma beleza que emociona o livro repetir boa nova. É a primeira vez que Chico assinou como irmão X. Sempre os livros anteriores ele escrevia o nome completo Humberto de Campos. Mas aí a sua família entrou com ação judicial contra FEB porque achava que tinha direito aos recursos autorais da obra. E teve problema dos tribunais, lamentavelmente, e ele ficou 10 anos sem escrever. Quando voltou a escrever, ao Chico, ele disse: "Agora vou assinar irmão X, porque tenho ainda familiares que estão por aí e para evitar constrangimento,

entavelmente, e ele ficou 10 anos sem escrever. Quando voltou a escrever, ao Chico, ele disse: "Agora vou assinar irmão X, porque tenho ainda familiares que estão por aí e para evitar constrangimento, eu já não assinarei mais como Humberto de Campos e apenas como irmão X." Então esse livro Boa Nova que eu tô falando que é uma beleza de livro, foi a primeira vez que o Humberto de Campos assinou Irmão X e daí paraa frente todas as suas obras foram sempre de irmão X. Então no mês de agosto nós tivemos no dia 6 de agosto de 1990 o Dr. Taser estava desencarnando, foi o presidente da FEB durante 12 anos e ele que trouxe a Federação do Rio para Brasília por orientação do anjo Ismael. O Anesma é o mentor do Brasil e ele disse: "Tá na hora de levar fé paraa Brasília". Na época não tinha recursos, tinha um barraco. Tudo começa com barraco, né? Sem espírita sempre começa com pequeno barraco. E começou ali a Federação Espírita Brasileira que está na ASA Norte, na L2 Norte, exatamente como está aqui. Aqui 603 lá 603 norte e sul. E nós tivemos no mês ainda, no dia 22 de agosto de 1926, Amélia Rodrigues. Tem uma coleção de livros ditado por por ela, Adivaldo Franco, que são belíssimos os livros. era poetisa, teatróloga e foi convidada por Joana de Ângeles para constituir o grupo dos trabalhadores que iam produzir na mansão do caminho. Então, Méia Rodrigues, a sua obra é de uma beleza singular que nós sugerimos, quem gostar de ler, teríamos muito a ganhar. No dia 22 de agosto de 1957 estava desencarnando Leopoldo Machado. Leopoldo Machado foi um dos diretores da mansão e ligaram ao trabalho da juventude. Entendia ele que os nossos jovens precisaria aprofundar no conhecimento da doutrina e alegria, porque os jovens é que serão os homens de amanhã, são os dirigentes do futuro das nossas casas. Então, Leopoldo Machado, na hora que teve a chamada caravana da fraternidade, que é um globo de pessoas espíritas de Brasília, do Rio, São Paulo, eh Rio de Janeiro, Minas Gerais e outros estados, saíram pelo Brasil inteiro.

, na hora que teve a chamada caravana da fraternidade, que é um globo de pessoas espíritas de Brasília, do Rio, São Paulo, eh Rio de Janeiro, Minas Gerais e outros estados, saíram pelo Brasil inteiro. Naquele tempo o transporte era navios, aqueles navios gaiola, e foram fundando em cada capital uma federação para organizar o movimento espírita em cada estado brasileiro. E ele era um homem muito alegre, deixou uma música e todos os espíritas que frequentaram Boa Cidade devem lembrar: "Somos companheiros, amigos e irmãos que vivem alegres pensando no bem". A nossa alegria é de bons cristãos não ofendem a Jesus nem fere a ninguém. Deve conhecer. É linda a música que ele fez e ainda hoje nos encontra de mocidade ele costuma vir como espírito cantando essa música. Dia 26 de agosto de 1850, Charles Richer, que era presidente da Escola de Ciências Aplicadas de Paris, foi a ao rei dizer, a rainha na época. foi dizer que o espiritismo era uma realidade, que os espíritos eram uma presença permanente na vida das pessoas. E nós tivemos no dia 27/08/1959 dos encarnos Maria Doloures, outra poetisa nobre, belíssima e tem obras maravilhosas através de Chico Xavier. E tivemos ainda no dia 29 de de agosto de 1831 desencarde de Dr. Adolfo Bezerra de Benes Calvacan. Dr. Bezerra é o espírito mais demandado do que a gente tem conhecimento. É rara a casa espírita que não ora falando em Bezerra e Menez. Ele quando fez, quando desencarnou, tava tão pobre, era médico, foi militar, foi oficial do exército na época da do império, mas nasceu na cidade de Riacho do Sangue, que mudou o nome não tem muito tempo, e foi paraa Fortaleza fazer os cursos, que hoje seria equivalente aos cursos secundários. como desejava o Fometo, foi para o Rio, porque na época o Rio só tinha faculdade de medicina, era o único do Brasil e ele estudou com muitas dificuldades, teve que duas vezes desistir do curso por falta de condições e os espíritos foram sempre estimulando para que ele não desistisse. Então, Dr. Bezerra, chamado médico dos pobres, lá

muitas dificuldades, teve que duas vezes desistir do curso por falta de condições e os espíritos foram sempre estimulando para que ele não desistisse. Então, Dr. Bezerra, chamado médico dos pobres, lá na FEB, ele criou um programa chamado atendimento aos necessitados. Há muita pobreza no Rio de Janeiro, como Brasília, muita gente pobre. Ele atendia todos eles de graça, sobretudo através da homeopatia. Quando alguém lhe deu de presente o livro dos espíritos, ele foi de bonde naquele tempo tinha bonde no rio e ele morava na Tijuca. que Julga era muito longe da época, andando a cavalo, eh, não podia ser perto. Então, ele disse que quando foi lendo o livro e quando terminou de ler, ele sabia que já sabia. significa dizer que ele já veio do mundo espiritual com conhecimento ou ele fazia parte da equipe de Allan Kardec, certamente. Então, Dr. o Dr. de Menezes, no carnaval do Rio de Janeiro, na Praça Tiradentes. A Praça Tiradentes é a mesma praça da Lampadosa, onde Tiradentes foi degolado e morto lá por ordem dona Maria I, a mãe de Dom João VI, na época das causas libertárias, né, preparando para a inconfidência mineira. Então, na hora que estavam ali o padre Manuel da Nóbrega, ou melhor, o padre Rolim, Cláudio Manuel da Costa, Tomás Antônio Gonzaga e outros cidadãos que desejavam ver o Brasil liberto do seu colonizador, então eles se reuniram para contribuir com a independência do Brasil. Foram descoberto. Os um dos companheiros, o Visconde Barbacena, entregou pra rainha. foram presos no Rio de Janeiro, ficaram 3 anos presos e estava esperando a assinatura da rainha para serem todos mortos. Na época, o Brasil tinha entre as penas a pena de morte. Então, mas depois de 3 anos, todos eles jovens, muito sofridos, desmoralizados, que a prisão e o medo da morte, poucos estão preparados, eles começaram a temer. E Tiradent fez uma carta à rainha dizendo: "O culpado sou eu, eles são apenas meus companheiros". Pediu que apenas ele fosse sacrificado. Olha como é que o mundo espiritual manda esses seres que

emer. E Tiradent fez uma carta à rainha dizendo: "O culpado sou eu, eles são apenas meus companheiros". Pediu que apenas ele fosse sacrificado. Olha como é que o mundo espiritual manda esses seres que estão acima do padrão comum. E o que diz é que lá na Praça da Lampadosa, que hoje a Praça Tira Dentes, ali tem a igreja da Lampadosa, onde eles oravam e reuniu escondido junto com o padre Rolim. E ali então na hora que tira dentro subiu ao palco lá para ser degolada, a ordem era essa, cortar a cabeça, o anjo Ismael, ao que nós sabemos. E quem tiver interessado ler o livro Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho, nós vamos ver que na hora que ele subiu o palco, o anjo Ismael apareceu. O anjo Ismael é o mentor do Brasil e o retirou do corpo. Então Tiradent, segundo os espíritos e segundo Humberto de Campos, ele não sentiu a dor da morte, foi esquartejado, uma coisa brutal, mas ele foi retirado do corpo antes pelo mérito, pelo valor. O anjo Ismael lhe concedeu essa homenagem, vamos dizer assim. Então essa esses acontecimentos marcantes fizeram o Dr. Bezerra, esse trabalhador que está sempre presente lá na praia dentro do carnaval, normalmente ele monta ali no carnaval um hospital para atender as pessoas que estão cometendo excessos e ao longo da avenida onde tem os desfiles, ele monta postos para atender as pessoas que estão se comprometendo diante dos excessos que o carnaval propiciona. Tem até uma historinha linda do dos livros dele, que uma menina que ajudava uma senhora pobre, estava por ali, eh, todo dia ela ia lá dar banho de uma senhora humilde, que não tinha ninguém, fazia comida e voltava. Como a avenida estava cheia de gente para casa do carnaval, ela buscou uma rua ao lado que lhe parecia ser mais tranquila. Na hora que ela ia passando por ali sozinha, eh, alguns cidadãos mal intencionados vira mocinha e se preparava para lhe causar alguns problemas. A polícia, segundo a a história dos espíritos, a polícia estava por ali do carnaval e um deles diz: "Olha, vamos aproveitar, dar uma

nados vira mocinha e se preparava para lhe causar alguns problemas. A polícia, segundo a a história dos espíritos, a polícia estava por ali do carnaval e um deles diz: "Olha, vamos aproveitar, dar uma voltinha aqui nessa outra rua". Quando chegar, exatamente, a mocinha estava lá sendo de certo modo aprisionada por aqueles cidadãos e ela foi salva. Então, fazer o bem é sempre alguma coisa que nos muda para melhor e nos atrai a presença dos benfeitores. Então, como o nosso tema é um merecimento maior por pelo mé pelo trabalho dela, os espíritos foram e vão lá para ajudar nessas situações. O Dr. erra quando ele fez 50 anos de desencarnado, ele trabalhou tanto aqui na terra, doou tanto que doou-se e foi esvaindo-se, esvaindo-se. E consta aqui, pobre, porque ele doava tudo, simplesmente doava tudo, não cobrava nada. as pessoas pobres eu buscar lá na febre onde ele atendia. E ele pagava o remédio ali em frente a vida Passos, onde está a febre no rio. Ali tinha três farmácias homeopáticas que viviam praticamente dessas receitas. A febre emitia ali, mais ou menos pelos registros estatísticos, aproximadamente 5.000 por mês receitas que os espíritos traçaram. Então o Dr. Bezerra desencarnou. Quando ele chegou no mundo espiritual, continuou trabalhando, mas estava tão exausto de doar, não dormir, trabalhar, trabalhar, que ele foi tava dormindo ainda. Quando nós desencarnamos, e Kardec explica muito bem isso no livro Cé Inferno, nós desencarnamos alguns exaustos. Quem que trabalhou muito? Alguns doentes ou com a sensação de enfermidade? Alguns felizes, alguns que desencarnam já estão prontos, já estão do outro lado. Outros às vezes por necessidades ou por questão das enfermidades, a pessoa tem esse mérito, esse merecimento maior e vem as criaturas iluminadas recebê-lo. Então, na hora que o Dr. de Menezes. Ele estava dormindo ainda lá no no hospital, no mundo espiritual. Ele viu que alguém chegou, sentou na sua cama. Era Celina. Celina é a mensageira de Maria Santíssima. Então,

ora que o Dr. de Menezes. Ele estava dormindo ainda lá no no hospital, no mundo espiritual. Ele viu que alguém chegou, sentou na sua cama. Era Celina. Celina é a mensageira de Maria Santíssima. Então, toda vez que Dr. Bezerro vai estar presente, Celina vem na frente. Ao que se sabe, Celina, ela foi filha de Bezerra em Reencarnações Interiores. Todos os livros dele são ótimos. Tem um dele pequenino que está virando o filme, chama-se A história de um sonho. É um livrinho pequeno, mas uma delícia para se ler. Aqui na livraria provavelmente nós devemos ter. Quando Bera fez 50 anos desencarnado, houve uma homenagem a ele no mundo espiritual e ali estava os espíritos do mais alto nível para homenagear Dr. Bezer, uma multidão de cerca de, segundo o nosso benfeitor, cerca de 5.000 1 entidades iluminadas estavam ali para homenagear Bezéra de Menes e ele que foi sempre muitíssimo modesto, ele vinha dizendo: "Eu não mereço, eu não mereço". Quando ele chegou no palco, lá estava na Purioma Bonaparte com as suas tropas, com aquela postura e dizendo a que estava de prontidão para ajudar o Dr. Bezerra nas tarefas no mundo espiritual inferior para ajudar os suicidas. Olha bem, era visão de Bonaparte, era partir paraa luta. Ele foi um general de guerra sempre e ele ofereceu o Bezerra para colaborar com ele. Lá estava grandes nomes que nós conhecemos da Igreja Católica, do Espiritismo, da bondade, as pessoas que fazem o bem. E ele olhou aquela multidão de pessoas, ficou tão tão aqui, tô sentindo, meu Deus, eu não mereço isso tudo. Essas criaturas nunca acham que mereçam tanto. Então, naquela hora materializou-se. Espiritual também os espíritos se materializam de acordo com o nível. Materializou Celina. Celina, a mensageira de Maria Santíssima, e falou: "Doutor Bezerra, a mãe de Jesus manda te dizer que ela ela recebeu de Jesus a incubência de lhe dizer para o senhor escolher onde pretende reencarnar. Você pode eleger o planeta que desejar no sistema ou fora do sistema para completar a sua purificação."

ela recebeu de Jesus a incubência de lhe dizer para o senhor escolher onde pretende reencarnar. Você pode eleger o planeta que desejar no sistema ou fora do sistema para completar a sua purificação." Dr. Bezerra olhou para Celina, olha os azuis que ele tinha muito vivos. começou a chorar e diz: "Minha filha, eu não mereço." Diga à mãe de Jesus que eu não mereço. Mas se ela quer me dar alguma coisa, diga a ela que eu não tenho direito de sorrir enquanto houver uma lágrima na terra verde amarela. Diga, Maria Santíssima, eu sou servo do mestre. Estou aqui para ajudar no que for necessário, mas eu não desejo e nem quero nem homenagem e não quero sair das terras brasileiras enquanto houver dor no meu país. Então Celina diz: "Eu vou levar a mensagem para Maria Santíssima". Desligou-se e desmaterializou-se e daí a pouco ela voltou. voltou e escreveu nos céus com aquelas canetas antigas que colocava no tinteiro. Doutora Adolfo Bezerra de Menes Calvocante, a mãe de Jesus manda te dizer que ficarás na terra mais 50 anos. Jesus concedeu que você eleja na terras brasileiras ou de qualquer parte do do planeta, onde deseja e onde deseja ficar. Aí, Dr. Bezerra agradeceu e nós sabemos que Dr. Bezerra jamais parou de trabalhar. Quando quando eu estive na cidade de Moçambique, lá na África, no país lá Moçambique, tinha um centro espírito, desculpa, que vinha aqui na comunhão buscar com certificado, remédios, porque lá quase não tem médico. Maoria são raiz, casca, folha, é muito pobreza na África. E o Dr. Bezerra tava lá ajudando na hora do passe, a gente lá conversando com aquela gente e Dr. Bezerra presente. É lindo observar essa dedicação desses espíritos iluminados. Essa casa Comunhão Espírita de Brasília aqui homenageou Bezerra, naturalmente pelos muitos trabalhos que aqui se realiza, ele a casa elegeu e batizou esse espaço aqui como espaço, sala Bezerra de Menezes. Então o Bezerra de Menezes completou os outros 50 anos. Eu próprio perguntei de Valdo, Divaldo, por que é que o Dr. Bezerra, o que que

e batizou esse espaço aqui como espaço, sala Bezerra de Menezes. Então o Bezerra de Menezes completou os outros 50 anos. Eu próprio perguntei de Valdo, Divaldo, por que é que o Dr. Bezerra, o que que ele fez depois disso? Ele pediu mais 100 anos para continuar trabalhando na terra brasileira. Então o movimento espírita deve muitíssimo esse homem comum chamado Adolfo Bezerra de Menes Cavocante, que recebeu o merecimento maior dessa bênção dos céus para dirigir, escolher a programação que ele cabia fazer. Desse modo, nós convidamos os nossos irmãos para que tenha o cuidado ou procure criar a cultura, dar alguma coisa para o seu crescimento, habituar a uma leitura positiva. Nós sempre gostamos de ouvir notícias na televisão de coisas negativas. Infelizmente a imprensa use utiliza muito a notícia ruim, as más notícias, as más informações, até parece que fica na porta da delegacia, né, para colher só acidente, coisas graves, em vez de falar de coisas nobres. Mas esses espíritos iluminadas estão aí trabalhando nesses dias da transição. A mensagem do nosso livro de hoje, o tema que é o merecimento maior, nos diz que o mundo está vivendo nesse momento da transição, que a gente até parece que o mundo tá de perna pro ar. Nós estamos vendo que em todas as partes estamos com duas grandes guerras, com a matança louca e absolutamente irresponsável por quatro países importantes brigando, uma matança maluca. Quanto dinheiro que poderia ajudar a pobreza, quanta arma sofisticadíssima que podia estar produzindo o bem-estar da humanidade na área da saúde, no bem-estar. Estou ainda sendo gasto apenas pelo poder da vaidade de alguns dirigentes ou do egoísmo de outro ou da maldade de alguns. Sempre foi assim, na medida em que nós vamos aprendendo que tudo isso passa. O poder é uma coisa profundamente perigosa. Até num time de futebol da esquina tem alguém lá como presidente, a pessoa acha que nunca vai acabar e comete os requisivos que nós compreendemos. Então, nesses dias de dissidência, esses dias

rigosa. Até num time de futebol da esquina tem alguém lá como presidente, a pessoa acha que nunca vai acabar e comete os requisivos que nós compreendemos. Então, nesses dias de dissidência, esses dias de transição, tinha uma coleção que vale a pena ler do espírito Manuel Filomeno de Miranda, eh, no rumo do planeta de regeneração, deve ter aqui na nossa livraria, Emanuel Filomeno, ele é algo parecido com André Luiz e nos traz eh informações sobre o que é que o mundo espiritual está programando para esses dias na Terra. guerra. A gente le vê a imprensa, vê os jornais, as notícias são sempre negativas ou quase sempre. Mas a ciência nunca deu passos tão largos e a bondade nunca foi tão extraordinária no mundo inteiro. Há pessoas, mulheres e homens trabalhando pelo bem. é que a bondade, como diz Maria Doloures, ela anda de sandálias de veludo para não despertar a maldade e ajuda sem buscar reconhecimento. Me recordo que quando a fé promoveu em Brasília o homenagem pelo centenário de Chico Xavier lá no centro de convenções, nós estávamos lá e houve um momento em que a Ivone Pereira, Ivone do Amaral Pereira escreveu um livro famoso chamado Memórias de um suicida, já que o tema aqui é o suicídio, estia aqui na livraria e além de outros livros, ela conta a obra da sua experiência mediúnica também. E ela, o seu caminho, o seu trabalho é ajudar os suicidas no mundo espiritual, tá sempre trabalhando. E eu me lembro que nesse dia Dr. Bezerra dizia que ela estava no dia que estava encerrando o congresso, o centenário, ela estava ali e aí Dr. Bezerra estava emocionada porque naquele dia tinha um grupo de espíritos maldosos que estava estimulando uma guerra ao vício, aos erros e Ivone Pereira que trabalha com o grupo de pessoas porque existe no mundo espiritual legionária de Maria, que Maria Santíssima é a mãe generosa dos suicidas, ajuda todos eles e tem a equipe de pessoas que trabalham em benefício dessa gente. Vân faz parte de um desses grupos. E ela chegou num no mundo dos umbrais. Umbrais é como se

ãe generosa dos suicidas, ajuda todos eles e tem a equipe de pessoas que trabalham em benefício dessa gente. Vân faz parte de um desses grupos. E ela chegou num no mundo dos umbrais. Umbrais é como se fosse um inferno, como diz os católicos. Ela estava lá trabalhando e de repente ela foi cercada por um grupo de entidades pesadas, ma ma humor do crime efetivamente. São chamados os os criaturas dos umbrais, os os gigantes do mal. Criatura que levou a encarnações inúmeras, tem chance de reencarnar, se compromete muitas vezes. Entrou em pânico, foi cercada naquele momento ali e estava a a turma entrou em pânico. Aqueles espíritos maldosos que chegaram, cercaram o grupo ameaçando. E ela então fez um apelo ao Dr. Bezerra. Bezerra, peço a Jesus para nos ajudar. Curiosamente, foi um dia que o Brasil ganhou a Copa do Mundo e a Globo, eu me lembro que tava em casa e a televisão dizia: "Olha, alegria, buzinaço, muita cerveja". E a televisão falou: "Morreu o médio Chico Xavier." E Chico Xavier desencarnou dizendo que gostaria de morrer um dia em que o Brasil estivesse muito feliz. Curiosamente ele estava lá. E nesse dia Dr. Bezerra chegou e os espíritos começaram a gritar no mundo espiritual. Chico voltou, Chico voltou, Chico voltou. Aquela palavra, ora, ora, a, a grandeza da palavra Chico Xavier, só se falar nele já cria uma ambiência psíquica nobre. E naquele ambiente, então, Dr. Bezerra chega gritando: "Chico Xavier voltou". Eu tive o privilégio, eu pessoalmente, de acompanhar o presidente da FEB, é, no seamento de Chico. Ele pediu para um apoio e eu fui com ele para lá. Chegamos em Uberaba, já foi mais ou menos perto do meio-dia de carro e chegava lá tinha tanta gente, tantas caravanas, carros e ônibus chegando de várias partes do Brasil, muitos atores e atrizes da televisão e homenageando o Chico. O cardeal de da Igreja Católica lá de Uberaba publicou na primeira página uma homenagem a Chico Xavier. Eu fiquei ali olhando aquela multidão de gente, segundo os bombeiros, aproximadamente

o o Chico. O cardeal de da Igreja Católica lá de Uberaba publicou na primeira página uma homenagem a Chico Xavier. Eu fiquei ali olhando aquela multidão de gente, segundo os bombeiros, aproximadamente 5.000 pessoas o tempo todo na fila, três dias, quase quatro dias. E eles orientando para que as pessoas pudessem ver e sair. Mas todo mundo queria chegar. Os católicos chegavam fazer o sinal da cruz, como é hábito deles. Os evangélicos levantavam as mãos. Os espíritas beijavam as mãos do Chico. Eu fiquei ali olhando para ver reações das pessoas. e emocionado, procurando olhar. Eles caracterizaram, colocaram aquele bonezinho do Chico, colocaram os óculos e olhei para aquele homem incomum ali. Na hora que chegou o carro de bombeiro, eram 3 horas, havia uma expectativa que às 5 horas nós estaríamos sepultando o Chico. Mas as pessoas pediram para não carregar um pouco, que os bombeiros não colocassem em cima o caixão do Chico. Cada um queria carregar o pouco. Deixa o carro ir andando devagar. E eu me recordo de uma senhora muito modesta, muito humilde, chinelinho no pé, gasto, uma roupinha assim muito modesta, de cabelos desgreado, e pediu lá ao grupo, será que eu posso pegar? Pelo menos um minuto ela pegou naquele caixão. E eu fiquei, olhei aquilo com tanta emoção, porque ela pegou naquilo e começou a chorar. Deus te abençoe, Chico Xavier. aquele clima de emoção, as pessoas cantando, alguns hinos espíritas e só chegamos no cemitério às 9 da noite, imagine. E hora que o beraba não é tão grande, porque todo mundo queria carregar um pouco e as aquelas ruas por onde passava o sepultamento do Chico, então Chico teve esse grande mérito do prêmio extraordinário. É o merecimento maior. Na hora que ele ia passando todas as casas, um lenço branco, uma toalha, um pano. Deus te abençoe, Chico Xavier. A gente pode imaginar o quanto é nobre para o espírito gratificante receber essas vibrações de gratidão que chegava até o nosso companheiro. Chegamos ao cemitério às 9 da noite, desde as 3 da

Xavier. A gente pode imaginar o quanto é nobre para o espírito gratificante receber essas vibrações de gratidão que chegava até o nosso companheiro. Chegamos ao cemitério às 9 da noite, desde as 3 da tarde e o Dr. e o a prefeitura providenciou umas umas lâmpadas lá para poder entender. É o cemitério São João Batista, que é o mais antigo de Uberaba. E na hora que nós chegamos lá aparece Chico. É fantástico isso, né? Chico, fora do corpo, espírito, ajoelhou ali naquela terra poerenta do cemitério, segundo ele, para agradecer a Deus a oportunidade do trabalho e para agradecer o corpo a oportunidade da missão. Então ali naquela hora apareceu Emanuel, Maria João de Deus, a mãe de Chico, a segunda mãe dele, Sidália Batista, estavam todos ali, André Luiz, Sheila, André Luiz, Meimei, Maria Dolores, todos os espíritos que escreveram pelas suas mãos foram chegando e se ouviu uma voz que parecia vir de todos os lugares. Eram seres angelicais cantando para o Chico. Então é lindo observar essa gratificação merecida desses seres incomuns que passam aqui como homenagem dos céus ao homem, ao ao merecimento maior. Então Chico estava ali e as pessoas no cemitério olhando para um lado e para outro para saber de onde vinha as vozes. Vinha de todos os lugares e todo mundo queria identificar que era os cantores no coral de anjos que cantavam e viam e ouviam não apenas os espíritas midentes, mas as pessoas que lá estavam. Segundo deâ na numa mensagem que publicou-se no reformador em julho do mesmo ano, ela diz que na hora que Chico colocar o corpo lá embaixo, ele começou a levar-se do cemitério da direção das estrelas. E ali lá os espíritos foram mil e alguma coisa de espírito que escreveram pelas suas mãos. Estavam todos fazendo uma escada de luz do cemitério às estrelas lá no final. Lá estava nossa mãe, mãe santíssima Maria de Nazaré. Chico, Jesus me encubiu de lhe receber. Imagina que coisa extraordinária. E todo o colégio apostólico, Pedro, Tiago Maior, Tiago Menor, os espíritos que estavam ali,

e, mãe santíssima Maria de Nazaré. Chico, Jesus me encubiu de lhe receber. Imagina que coisa extraordinária. E todo o colégio apostólico, Pedro, Tiago Maior, Tiago Menor, os espíritos que estavam ali, colaborador de Jesus, estavam ali para receber Chico Xavier. lá na frente uma voz que parecia vir de todos os tempos dizia: "Vê, meu filho, descansar um pouco para depois voltar." Segundo Joana era Jesus. Confesso que eu fiquei tão emocionado que eu de mim para comigo, eu dei um grito lá dentro. Quem é você, Chico Xavier? Não sei, não tive resposta, mas Chico foi essa grandeza toda. E quando nós fizemos aqui um evento aqui na FEB, aqui no centro de convenções para homenagear 100 anos de Chico, de repente tava tão emocionante porque lá no auditório os dragões da independência tocando o hino nacional brasileiro e pareceu tira dentes e os inconfidentes, Cláudio Manuel da Costa, Tomás Antônio Gonzaga, Padre Rolim e outros, todos ali emocionando o ambiente, todos nós chorando. E de repente eu perguntei: "Meu Deus, por que eu vi que o Divaldo tava chorando?" Eu digo, "Divot, o que que está acontecendo?" "Olha pra frente, rabel". E eu vi que lá em cima da cabeça das pessoas aparecia Dom Bosco, que sonhou Brasília, Jcelino Cubicheque de Oliveira, que construiu Brasília, Francisco de Assiso, apóstolo amado. Então a gente fica pensando nesses espíritos iluminados que a divindade nos permite respirar conosco o ar das nossas imperfeições para nos ajudar. E então eu estava lá, teve hora que eu tava tão abafado que eu comecei a chorar e saí do ambiente, fui lá para fora um pouco nos corredores e eu vi o Chico novamente, as pessoas comprando o livro, saindo por ali e ele apareceu, abraçava um, beijava outro, chegou perto de mim e falou: "Rabelo, eu pedi que não me homenageasse, que homenageasse Jesus". Eu falei: "Chico, mas não temos como falar de Jesus como com você. Leve você, ou seja você, a palavra de todos nós, de gratidão ao Cristo de Deus. Ele disse: "Tudo bem, mas eu vou deixar um beijo

us". Eu falei: "Chico, mas não temos como falar de Jesus como com você. Leve você, ou seja você, a palavra de todos nós, de gratidão ao Cristo de Deus. Ele disse: "Tudo bem, mas eu vou deixar um beijo para todos os meus irmãos que estão aqui e me deu um beijo aqui na Careca. Tô transmitindo aos senhores ainda hoje que me emociona falar até esse momento. Então esse merecimento extraordinário, incomum se faz daqueles que conseguiram sobrepor-se à suas limitações. A terra não é terra de não é um ambiente apenas de sofrimento. É uma escola de preparação para que nós alcancemos os céus. Começa pelo céu da nossa consciência, pela nossa consciência em paz e pelo nosso dever cumprido. Que Deus nos abençoe nesse domingo, esteja conosco e nos dê a sua paz. Agradecemos o nosso irmão V Rabelo por tanto conhecimento que nos ofereceu aqui em relação aos nossos irmãos superiores que aqui vieram em missão para nos auxiliar, passar tantos ensinamentos. E assim, mestre Jesus, agradecidos por esses irmãos que nos trouxeram tantos ensinamentos e que pautemos as nossas vidas, Senhor, no exemplo desses irmãos, buscando cada vez mais sermos instrumentos do vosso amor, sendo fraternos, solidários, buscando exercer o amor renúncia, o amor indulgência, o amor compreensão, exercitando perdão. E assim, Senhor, vamos nessa trajetória para que um dia possamos chegar à situação do apóstolo Paulo, que disse: "Não sou eu mais que vivo em mim, mas o Cristo e assim, Jesus, agradecemos por este momento ímpar de estarmos aqui reunidos em vosso nome, que unamos os nossos sentimentos de amor fraterno, direcionando aos nossos irmãos suicídios. Que Maria, nossa mãe amantíssima, com seus anjos tutelares, envolva-os em vibração de consolo dilenitivo. E neste momento, Senhor, abraça a cada um aqui presente, encarnados e desencarnados, e que essa energia de amor e de paz sejam direcionadas a toda a humanidade, para todos aqueles que estão em sofrimento, em desequilíbrio, nossos irmãos que estão em conflitos e

rnados e desencarnados, e que essa energia de amor e de paz sejam direcionadas a toda a humanidade, para todos aqueles que estão em sofrimento, em desequilíbrio, nossos irmãos que estão em conflitos e principalmente, Senhor, aqueles que ainda se comprazem no mal. São nossos irmãos extremamente necessitados de oração. Ser conosco, Senhor, hoje e sempre. Graças a Deus e graças a Jesus. Que assim seja. Meus irmãos e irmãs, aguardem, por favor, a chamada para o passe e as orientações que o nosso irmão dará. Fique em paz. Uma ótima semana. Boa noite a todos. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam

amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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