Mediunidade - privilégio ou compromisso? Palestra com Juliano Fagundes

TV Goiás Espírita 23/06/2025 (há 10 meses) 46:11 14 visualizações

Mediunidade - privilégio ou compromisso? Palestra com Juliano Fagundes

Transcrição

E é um grande prazer que vocês todos estão aqui conosco e possam aprender um pouco mais da nossa doutrina. Vamos fechar os nossos olhos, acomodarmos mais sentados para fazermos a nossa prece, para que a espiritualidade maior esteja presente, trazendo a cada um de nós a paz, a esperança, para que possamos juntos aqui nesta reunião sairmos daqui melhores do que chegamos. Que as bênçãos divinas recaiam sobre todos nós, para que possamos cada vez mais fortalecermos a nossa fé, para que possamos seguir a nossa jornada. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje, Senhor. Perdoa as nossas dívidas, assim como nós devemos perdoar os nossos devedores. E não nos deixes, Senhor, entregue as tentações, mas livra-nos de todo o mal. Porque vós sois o reino, o poder e a glória para todo sempre. Que assim seja. Bem, hoje vamos ter aqui conosco Juliano Fagundes, que grande trabalhador aí do Cristo. Ele é lá da Casa dos Estudantes do Evangelho, está aqui conosco para falar um pouco aqui sobre mediunidade, privilégio ou ou compromisso. e ele vai trazer uma boa explicação para nós, uma reflexão muito boa. Pode falar, Juliano, com uma boa noite a todos. É uma satisfação muito grande estar aqui de retorno na lar de Jesus, essa casa espírita que nos recebe tão bem sempre que viemos aqui, casa espírita em que trabalhei com muito amor e que mora aqui no meu coração, como moro no de vocês também. e sobretudo hoje tratar da mediunidade, dos aspectos da mediunidade que para nós se configuram como uma bênção, um dom divino e também dos aspectos da mediunidade que se configuram também para nós, desafios a serem superados e aprendizado para as nossas existências. Possivelmente esse é um dos temas que eu mais gosto de falar, que eu mais tenho afinidade de falar. A mediunidade ela faz parte da minha existência de maneira tão intrínseca que eu mal consigo separar o Juliano

nte esse é um dos temas que eu mais gosto de falar, que eu mais tenho afinidade de falar. A mediunidade ela faz parte da minha existência de maneira tão intrínseca que eu mal consigo separar o Juliano médium do Juliano, não é? Pessoa comum, desprovida de faculdades. O quanto é que é complicado essa história, não é? Nasci médium. Aprendi desde criança a ter que conviver com essa faculdade. De forma que ainda hoje quando eu busco me recordar da minha infância, tenho lembranças tão confusas quanto estranhas. Parte da minha infância parece que aconteceu só aqui dentro, no mundo mediúnico junto dos amigos espirituais, situações que eu mal consigo compreender. minhas lembranças de infância começam a clarear um pouco mais a partir ali, mais ou menos dos 12 anos de idade, quando eu senti a mediunidade ela esfriar um pouco mais, assim que veio a adolescência. E durante alguns anos convivi com essa compreensão um pouco pacificada, porque a mediunidade ela não me parecia ostensiva durante esse período, até após meu casamento com a minha esposa, que me apresentou à doutrina espírita. E assim ingressando em grupos de estudo da mediunidade, as minhas faculdades voltam com muita força, com muita intensidade, não é? Atualmente eu possuo três obras espíritas psicografadas publicadas, uma pela Federação Espírita do Estado de Goiás e outras duas pela editora Vida e Consciência lá da família Gaspareto, três obras. E trabalho mediunicamente duas vezes por semana lá na nossa casa espírita e estudante do evangelho, não é? Segunda-feira dirijo um grupo mediúnico e as terças-feiras trabalho com psicografia e psicofonia lá na nossa casa. Não foi fácil. atualmente estudou o livro dos médiuns em dois grupos de estudo do livro dos médiuns. Há 14 anos ininterruptamente tenha estudado o livro dos médiuns para tentar compreender não apenas o que eu vivo, mas para também buscar auxiliar aqueles que nos procuram e que precisam lidar com essa faculdade, com essa percepção extraordinária que ela faz parte da existência humana.

er não apenas o que eu vivo, mas para também buscar auxiliar aqueles que nos procuram e que precisam lidar com essa faculdade, com essa percepção extraordinária que ela faz parte da existência humana. Mas tratando do tema específico da nossa da nossa noite, desse nosso encontro de hoje, é claro que mediunidade não é uma temática do espiritismo propriamente si, não é uma faculdade do espírita. Ao longo de toda todas as eras, ao tempo de todas as épocas da humanidade, é, a mediunidade sempre fez parte da nossa vida íntima, das sociedades mais primitivas, das antigas tribos até na atualidade das grandes cidades. O médium sempre existiu e sempre irá existir, porque o médium é um ser humano. Enquanto existirem seres humanos, existirão médiuns. É claro que no passado os médiuns eram identificados de formas muito diferentes do que na atualidade. Antigamente os médiuns já foram chamados de sacerdotes, já foram chamados de chamãs nas tribos indígenas de Pargés, inclusive na Grécia antiga, os oráculos e tantas outras denominações que vieram ao longo do tempo, seria impossível impossível talvez denominá-las todas, mas sempre houve essas pessoas com uma sensibilidade extra, uma sensibilidade a mais para poder identificar esses esses panoramas espirituais que nos cercam. Ainda hoje nós temos muitos médiuns em várias religiões espalhadas pelo mundo. Quando nós, por exemplo, observamos uma uma fé distinta da nossa, por exemplo, dos nossos irmãos protestantes, evangélicos, há muita mediunidade se manifestando nesses ambientes religiosos. Há aqueles que profetizam, há aqueles que falam em línguas, há todo tipo de médium em em todas as religiões. Muitos dos santos que a Igreja Católica acabou cultuando como espíritos excepcionais, grande maioria deles eram médiuns. Médiuns de cura, médiuns capaz de vidências eh impressionantes, não é? Olha o caso de Jon Dark, por exemplo. Só com Allan Kardec no século XIX é que houve sim um estudo sistemático a respeito dessa faculdade, um aspecto

diuns capaz de vidências eh impressionantes, não é? Olha o caso de Jon Dark, por exemplo. Só com Allan Kardec no século XIX é que houve sim um estudo sistemático a respeito dessa faculdade, um aspecto humano que fez muita parte dos experimentos de Allan Kardec para conhecer o mundo espiritual. Ora, ao passo que Allan Kardec passou a investigar os fenômenos de além túmulo, passou a investigar tudo aquilo que acontecia, que era algo que era considerado sobrenatural, misterioso, e as pessoas não sabiam que tipo de fenômeno que era e não sabiam se era algum tipo de psicossinese, algum tipo de telepatia ou se eram forças magnéticas operando. Allan Kardec com muito cuidado. Na época ainda que se chamava Hipolite Leon, aquele professor, ele foi então buscar entender qual a origem desses fenômenos, que não eram fenômenos simplesmente fenômenos aleatórios, aconteciam em locais determinados, em horários determinados em que pessoas se reuniam para que aquele fenômeno acontecesse. E Kardec foi observando a inteligência que havia por trás daqueles fenômenos. até compreender que sim, inteligências estavam operando ali, inteligências invisíveis, inteligências extradimensionais de uma outra dimensão, a dimensão espiritual, estavam convivendo ao nosso lado, conosco, e não conseguíamos vê-los ou senti-los. E as mesas flutuavam, as cadeiras flutuavam, móveis giravam, pessoas flutuavam e voam como se fossem super esses superheróis de filme. E de onde vinha tudo isso? Ah, sim, claro. Eram os espíritos que promoviam esses fenômenos. Mas como promoviam esses fenômenos? Através do médium. Através do médium. E esse nome diz muito sobre isso, médium, o mediador realmente é esse que está unindo os dois planos como elo de uma corrente. É a corrente que de um lado o elo material e de outro lado o elo imaterial, o elo espiritual. E assim somos nós. Cada um de nós pode ser um elo muito importante nessa corrente, nessa cadeia. Mas como? Quem são os médiuns? Será que sou médium e não sei como se manifesta

erial, o elo espiritual. E assim somos nós. Cada um de nós pode ser um elo muito importante nessa corrente, nessa cadeia. Mas como? Quem são os médiuns? Será que sou médium e não sei como se manifesta essa mediunidade? Muito interessante essa pergunta, porque ora, sentavam-se então aquelas pessoas em torno de uma grande mesa de madeira de lei, madeira pesada, toda trabalhada, esculpida. E as pessoas se reunam em torno dessa mesa e aquela mesa flutuava e ia até o teto das mansões. Mas nenhum deles ali dizia assim: "Olha, estou sentindo algo diferente, tô tendo uma percepção diferente, os meus sentidos estão embaralhados." Não havia esse, mas havia um médium ali, ou um, ou três, ou vários outros médiuns ali, que não sabiam que era médiuns e que Kardec foi desconfiado em sua mediunidade porque eram mediunidades que promoviam efeitos físicos, capazes de fazer não apenas móveis flutuarem, mas armários abrirem suas portas, talheres voarem, roupas se rasgarem, coisas se inflamarem. os mais diversos sons e objetos que apareciam sem nenhum motivo de ser, mas não sabiam que eram médiuns. Ora, médium potencial todos nós podemos ser, talvez até o sejamos. Recentemente, em um curso de passe que eu tive o prazer de ministrar em nossa casa espírita, uma lá de nossas eh alunas, ela diz o seguinte: "Olha, tenho gostado muito desse conhecimento espírita porque ao meu redor, a minha vida toda, vários fenômenos aconteciam e eu não entendia o porquê. Lâmpadas que estouravam, eletrodomésticos que queimavam." Eu não entendia porque que a minha casa era uma casa tão difícil de termos aparelhos eletrônicos, porque não duravam nada. E durante anos imaginávamos que eram as correntes elétricas do nosso apartamento ou da nossa casa que estava com problemas. Até então que eu descobri que era eu o problema. Minhas energias descontroladas, uma mediunidade mal compreendida, fazia com que eu causasse curto circuito na casa toda. Médium de efeitos físicos. e com a presença espiritual causava tramitações na rede elétrica.

as descontroladas, uma mediunidade mal compreendida, fazia com que eu causasse curto circuito na casa toda. Médium de efeitos físicos. e com a presença espiritual causava tramitações na rede elétrica. O mesmo fenômeno que fazia com que as mesas giravam, aprendendo a lidar com essa quantidade de energia, se tornou excelente passista da nossa casa. Aquele tipo de pessoa que se trabalhar continuamente com dedicação, com disciplina, com conhecimento, pode se tornar excelente médium de cura. Olha aí. E onde identificou eletrodomésticos queimando. Será que nós temos potencial mediúnico e às vezes não estamos sabendo lidá-lo? Conseguimos acalmar uma pessoa só com o nosso olhar ou conseguimos irritar uma pessoa só com a nossa presença? Qual o potencial que está encerrado dentro de nós que os espíritos podem se utilizar para modificar tudo que nos cerca? A época de Allan Kardec, nosso codificador, ele expressava a mediunidade como um grande dom, como uma faculdade excepcional, uma faculdade de ouro especialíssima, que nós deveríamos cuidar como um grande tesouro precioso. valorizava aqueles que, compreendendo que poderiam ser médiunos ou eram médiuns em potencial, se dedicavam a compreender melhor essa essa mediunidade, compreender melhor esse potencial para tornar essa faculdade útil aos outros, a si mesmo, claro, e útil aos outros. Ana Kardec valorizou muito quando nós observamos o livro dos médiuns e nós vamos observar tipos de mediunidade, tipos que se complementam e que vão agregando percepções ao ser, nós começamos a contabilizar a quantidade de percepções mediúnicas que Allan Kardec listou para nós. Vamos encontrar lá mais de 80 tipos de mediunidade. É muita mediunidade, percepções mínimas que às vezes a pessoa tem, uma intuição, uma capacidade de perceber alguma coisa fora da matéria, uma ideia que a pessoa tem que surge percepções mínimas. Aan Kardec pontuou as inúmeras conexões que nós podemos estar tendo com o mundo espiritual e às vezes não percebemos, não percebemos.

matéria, uma ideia que a pessoa tem que surge percepções mínimas. Aan Kardec pontuou as inúmeras conexões que nós podemos estar tendo com o mundo espiritual e às vezes não percebemos, não percebemos. É claro que Allan Kardec ele se utilizou de uma expressão que ainda hoje ela é muito famosa. Allan Kardec disse: "Todos somos médiuns." Ponto. Todos somos. No entanto, nem todos nós temos essa capacidade de perceber o mundo espiritual, mesmo sendo médiuns. Nem todos temos. Por isso ele iria tratar em toda a codificação espírita como médium apenas aquele que fosse o ostensivo. Ostensivo é o que percebe, é o que sente, esse é o que sabe. O médium que vai se sentar para ele dizer: "Vou psicografar aqui". e percebe essa conexão para escrever, ele é ostensivo. Alguém que consegue visualizar os espíritos de alguma maneira ouve e diz: "Olha, alguém me diz algo aqui diferente". É ostensividade. É disso que Allen Kardec diz quando considera que iria tratar de médiuns apenas esses. Porque enquanto nós sejamos médiuns inconscientes, Kardec disse: "Se for inconsciente, não chamarei de médium porque não está utilizando essa dessa faculdade para nada. pelo contrário, às vezes está servindo de instrumento para os espíritos, não percebe. Ora, e é simples de se verificar isso porque se, afinal de contas, ninguém fosse médium, não existiria obsessão na humanidade. Sem mediunidade não tem obsessão. Sem mediunidade também não tem inspiração divina e não tem a inspiração dos benfeitores amigos. É só a mediunidade que nos garante essa conexão para que um amigo espiritual possa nos inspirar com uma boa ideia ou que um inimigo espiritual possa nos prejudicar com más intenções, plantando em nós maus sentimentos e vícios incontroláveis. E a mediunidade que nos garante isso. Mas dizemos que médiuns são apenas aqueles que conseguem perceber isso e consegu mais do que perceber, trabalhar isso em prol do bem. As reuniões mediúnicas de toda casa espírita, inclusive aqui também do nosso lar de Jesus, são reuniões mediúnicas

onseguem perceber isso e consegu mais do que perceber, trabalhar isso em prol do bem. As reuniões mediúnicas de toda casa espírita, inclusive aqui também do nosso lar de Jesus, são reuniões mediúnicas próprias para isso, para essa maturação da da percepção mediúnica, para essa maturidade ela poder acontecer, para que a gente possa utilizar essa faculdade a favor de nós e de todas as pessoas que nos cercam. é tentar normalizar essa questão para não tratá-lo como algo místico, sobrenatural, além da realidade, que não é uma coisa simples. Tá aí a importância, por exemplo, de cursos como a mediunidade estudo e prática, o MEP, que é para isso, para que a gente possa compreender como utilizar esse recurso de maneira produtiva, de maneira positiva, de maneira saudável na nossa existência, porque é algo que diz respeito não apenas aos médiuns, diz respeito a todos nós. Porque pode não pode, por exemplo, eu não ser um médium, mas meu filho pode ser médium. Como lidar com essa criança? O MEP é um local próprio para tratar dessas questões. Como lidar com a mediunidade em todos os âmbitos. E talvez eu não sendo médium ostensivo, possa trabalhar numa reunião mediúnica, auxiliando os outros médiuns, dialogando com os espíritos. Allan Kardec tinha esse sonho, um sonho muito, muito, muito forte. E ele fala desse sonho na introdução de O Evangelho Segundo o Espiritismo, que era o sonho de que todos nós pudéssemos conversar com qualquer um de nossos amigos e familiares desencarnados através de um bom médium. Olha o que Kardec nos fala. Para isso é a mediunidade. É para isso nós estamos lutando. Não é mediunidade pra gente ficar trancado no escuro, numa sala mediúnica, conversando com os espíritos sem ninguém ver. Não é isso. É para que a gente exercitando a nossa mediunidade num ambiente controlado, no ambiente religioso, no ambiente disciplinado, no ambiente cristão e amoroso, nós possamos amadurecer as nossas percepções, os nossos sentimentos, para que a gente possa viver melhor com essa mediunidade,

iente religioso, no ambiente disciplinado, no ambiente cristão e amoroso, nós possamos amadurecer as nossas percepções, os nossos sentimentos, para que a gente possa viver melhor com essa mediunidade, para que quando a gente veja uma situação, nós sintamos a intuição espiritual para dizer: "Não, não, não, isso não é bom". ou disseram: "Não, não, aqui é melhor, aqui é melhor ou não vou fazer isso, ou, aliás, vou fazer de uma outra forma." E nós possamos criar essa conexão com esses espíritos que nos amam tanto. Falamos tanto em anjo da guarda, não é verdade? É uma expressão que seis usamos tanto. O anjo da guarda, o espírito protetor, ele está aqui. O espírito protetor tá com a gente, amigão ou amigona da gente. Tá assim, ó. torcendo por nós. Quantas vezes nós conseguimos perceber essa amizade? Quantas vezes conseguimos perceber essas inspirações, esses conselhos que os amigos nos dão? Quantas vezes será que nós percebemos? Tantas vezes nós dizemos: "Nossa, tive uma grande ideia". Será que nós tivemos uma grande ideia mesmo? Será que fui eu que tive uma grande ideia mesmo? Ou então a gente fala: "Nossa, não devia ter isso. Nem imaginei que fosse dar errado". Ou será que alguém nos nos deu uma dica errada pra gente errar de propósito e a gente achou que aquilo ia dar certo? Às vezes somos controlados e nem imaginamos. Ai, eu tô com um problema sério aqui, tô imaginando uma coisa, tô pensando que isso não vai dar certo. Como interpretar esse tipo de sinal espiritual que nós recebemos? Para isso o estudo da mediunidade, para isso o MEP, para isso o livro dos médiuns. Allan Kardec, ele na introdução do livro dos médiuns, diz que ele lia um manual, ele chama de manual de médiuns e evocadores, nos ensinando como é que nós entramos em contato com o mundo espiritual. Kardec não diz que aquele aquele livro dos médiuns é para grupos mediúnicos serem construídos e as pessoas iriam praticar mediunidade no centro espírita. Não, ele é manual para o médium ou para quem não sabe que é médium, de

e aquele livro dos médiuns é para grupos mediúnicos serem construídos e as pessoas iriam praticar mediunidade no centro espírita. Não, ele é manual para o médium ou para quem não sabe que é médium, de repente descobre que é médium. Que o Kardec descobriu lá nas suas pesquisas. De repente uma pessoa de idade com seus 60 anos ou mais brota aquela percepção mediúnica, ostensiva, excepcional. Não existe idade para mediunidade. Nós ficamos assim até admirados quando nós vemos os médiuns que trabalharam com Allan Kardec na codificação espírita. As irmãs Bodã, por exemplo, né? Tão jovens, jovens que ele trabalhou garotas de 14 anos, 16 anos de idade, 20 anos de idade. Rute Jafé tinha 20 e poucos anos de idade. Não era uma coisa assim, Humberto? Acho que era, né? jovem. Hoje nós olhamos para os jovens e dizemos assim: "Não, não, não pode, não pode, não pode estar aqui, tá muito jovem." Perder que não, não olhava muito pela idade, mas mais pela maturidade. Era maduro, era madura para poder empreender um trabalho, como o trabalho dos livros dos médiuns, do livro dos espíritos, que é um livro que tem muitas mensagens dos espíritos, esses dois livros. E eram adolescentes que psicografava aquelas mensagens. Mas o que ele fazia? Ele não simplesmente pegava aquela mensagem e acreditava não. Alan Kardec, ele a garota psicografava uma resposta que é Deus. Inteligência suprema, causa primária de todas as coisas e psicografava. Ele pegava aquela resposta em outro médium, em outro lugar, em outra cidade. Perguntava a mesma coisa, que é Deus? Enfim, a mesma resposta. Ele dizia: "Olha só, deve ser verdade, porque a resposta é idêntica. Esses médiuns não se conhecem. E assim virava a questão do livro dos espíritos. E foram 1019 questões feitas dessa forma. Ora, Allan Kardec nos trouxe essa visão das bênçãos que a mediunidade pode trazer para o médium. E é claro, os cuidados que nós devemos ter com a nossa vida moral, com a nossa vida íntima, para que nós possamos ter ao nosso lado apenas espíritos que nos amam

mediunidade pode trazer para o médium. E é claro, os cuidados que nós devemos ter com a nossa vida moral, com a nossa vida íntima, para que nós possamos ter ao nosso lado apenas espíritos que nos amam e querem que nós progridamos na nossa faculdade, no trabalho espírita. Posteriormente é que veio através de Emanuel outras noções de onde vinha a mediunidade, qual o seu papel na nossa vida. Allan Kardec, ele não buscou tentar entender o seguinte, qual que é o motivo da reencarnatório que faz uma pessoa ser médium? Alan Kardec não se aprofundou nessas questões porque para ele independia. Por quê? Porque a pessoa que era portadora da mediunidade deveria sim aprender a utilizá-la de maneira cristã, de maneira correta, disciplinada e prol do bem. E assim, qualquer tipo de motivo pelo qual essa pessoa veio com a mediunidade seria mitigado, porque a prática do bem transformaria aquela mediunidade no que ela deveria ser realmente, não é? Uma faculdade para a pessoa utilizar para o para o melhoramento dela e dos outros, né? Emano, ele veio trazer um pouco mais de luz nessas questões. Obras, como, por exemplo, Seara dos Médiuns, vem nos falar um pouquinho a respeito dos débitos reencarnatórios que muitos dos médiuns têm. Porque às vezes a pessoa, ela numa vida, abusou de suas faculdades, cometeu os mais diversos crimes, mas tendo consciência disso, tendo consciência da doutrina espírita e da sua vontade de melhorar, essa pessoa vem então numa condição de médium, não para todos aqueles que erraram numa vida anterior, mas para aqueles que têm uma consciência. E a mediunidade era uma porta de entrada paraa pessoa poder se equilibrar nessa existência e trabalhar em prol do bem. Ora, porque o médium tem que se equilibrar. médiuns que são, não é, alcólatras, são viciados em drogas, médiuns que não tem uma moral muito bem e estruturada, são médiuns intermitentes, que t uma mediunidade que mais os atrapalha do que os ajuda. Conhecemos ao longo da vida muitos médiuns que se tornaram doentes

ue não tem uma moral muito bem e estruturada, são médiuns intermitentes, que t uma mediunidade que mais os atrapalha do que os ajuda. Conhecemos ao longo da vida muitos médiuns que se tornaram doentes pela mediunidade, extremamente obsediados, dando dando ouvido a qualquer tipo de de comunicação, ouvindo concílios estapafúrdios, se desequilibrando facilmente, não é? Assumindo temores em suas vidas e medos que os desequilibravam eh eh profundamente e que passaram a ter que utilizar de medicamentos psiquiátricos para poder sobreviver. Conhecemos alguns assim ao longo da vida, mas a faculdade não é para isso. E a faculdade mal utilizada, mal desenvolvida, a moral mal instruída, que vem gerando essas pessoas que sofrem de mediunidade, sofrem através de uma faculdade que poderia lhe servir muito bem para muita coisa boa em sua existência. Então, a a Allan Kardec, não, Emanuel, vem nos chamar a a a essa observância, né? Entender assim que o médium, nesse sentido da reencarnação recebeu esse convite a um tipo de disciplina diferente. O médium não terá, não é, sobre o ponto de vista da doutrina espírita, não terá uma vida tão comum quanto as outras pessoas. é uma vida de um sacerdócio, é uma vida de uma pessoa que ela tá sendo convidada a levar uma vida santa e a utilizar essa faculdade de santamente. Por isso, talvez muitas pessoas acreditem que a mediunidade seja um problema muito grande ou um fardo, não é? e dizem: "Ah, mas é muita disciplina, é muito difícil, mas é o convite à mudança." Muitas pessoas são convidadas a mudança através de uma doença, uma dor na perna, a pessoa tem dificuldade de andar e a pessoa precisa parar um pouco, uma dor nas costas, um outro tipo de enfermidade, coloca a pessoa na cama um tempo, a a dificulta se alimentar de certa forma ou de outra, mas vem a mediunidade um convite harmônico, um convite bom e misericordioso para que a gente possa se disciplinar, abandonar as bebidas alcólicas, procurar ambientes mais tranquilos, um convite ao estudo, a introspecção, a se

convite harmônico, um convite bom e misericordioso para que a gente possa se disciplinar, abandonar as bebidas alcólicas, procurar ambientes mais tranquilos, um convite ao estudo, a introspecção, a se conhecer, saber quando é que essa pessoa pode ser afetada ou não, não é? Eu tenho problemas sérios. Por exemplo, quando eu me desequilibro, quando eu fico nervoso. Eu tenho problemas sérios quando eu fico nervoso. Dias que eu me me desequilibro por algum motivo e fico muito nervoso. No outro dia, uma dor de cabeça terrível se apoim. Me sensibiliza o corpo todo o nervosismo. E eu sinto que também quando eu fico nervoso, eu atraio espíritos que não são nada bons, nada agradáveis, que pioram meu nervosismo muito mais. Isso é muito comum. Muitos de nós passa por isso. Às vezes tentamos mudar hábitos e às vezes é difícil. Existem irmãos que não querem que nós mudemos de vida e vão lutar para que a gente não mude. O ideal é que nós continuemos estudando o evangelho, continuemos estudando essa doutrina para que ela nos guie no melhor caminho, a gente dê mais ouvidos à razão, mais ouvidos a Jesus do que ouvidos aos nossos próprios desejos. Eu pessoalmente penso que o médium só tem a ganhar. Eu não enxergo a minhaunidade como um problema muito sério. Muito pelo contrário, é uma faculdade que ela é impressionante e nos ajuda muito a compreender melhor o mundo espiritual. O bom médium que aprende a lidar com as suas faculdades será presenteado constantemente com situações impressionantes. Vou contar um caso que aconteceu comigo, apenas um que é ligado à mediunidade, que me deixou impressionado e até hoje eu me impressiono. Certa vez acordei em casa, percebi um espírito me aguardava acordar. E ele então me perguntou assim, quando eu me levantei, Juliano, você tem vontade de de escrever um livro e publicá-lo pela editora Vida e Consciência? Eu falei, era uma editora muito grande. Eu disse: "Bom, se houver oportunidade, por não, né?" Começamos a trabalhar nessa obra psicografada por por um motivo que eu acho que esse

a Vida e Consciência? Eu falei, era uma editora muito grande. Eu disse: "Bom, se houver oportunidade, por não, né?" Começamos a trabalhar nessa obra psicografada por por um motivo que eu acho que esse espírito conhecia, mas eu não. Começou a trabalhar na empresa que eu que eu estava na época, uma gerente, descobri que ela era irmã de uma pessoa muito importante da editora. Olha que mais interessante. Era uma pessoa espiritualista. demorei vários meses para compreender, ligar o nome dela com o nome dessa outra pessoa. Eles tinham o mesmo sobrenome e eu vi ela conversando com ele, chamando pelo telefone, fulano, você, você. E eu pensei, gente, parece que ela tá conversando com o fulano lá, é o mesmo nome. Interpelei ela, perguntei: "Ei, cá, você que é irmã do do fulano". E ela disse: "Sou, sou assim." Eu tô com a obra psicografada prontinha. Será que ele não tinha interesse em conhecer essa obra, não, em ler? Ela disse: "Ah, eu ligo para ele agora." E ele responde aqui, ligou para ele, ele falou, manda o e-mail com a obra. Em seis meses essa obra tava publicada. Luiz Gaspareto pessoalmente revisou essa obra, olhou, falou: "Essa obra é muito boa." Lançou essa obra. Hoje ela tá publicada. O nome é Símbolo da Felicidade. Pessoas que às vezes ficavam dois 5 anos esperando. E eu falei: "Rapaz, esse espírito é o Aires. Tava certo, não é que eu tava certo? Olha, danadinho, sabia o que ia acontecer. me provando o poder que os espíritos podem ter na nossa vida quando eles têm vontade de moldar as coisas. E esses irmãos estão do nosso lado, estão aqui o tempo todo lutando para que nós tenhamos esse merecimento ou tenhamos essa vontade, tenhamos essa força, essa visão para que a gente possa mudar de vida, transformar um pouco a nossa existência. São tantas as histórias que nós eh ajuntamos durante todos esses anos, eu não tenho dúvida com relação aí ao potencial mediúnico e ao potencial de intervenção dos benfeitores da nossa vida. É algo impressionante. Cabe a nós, se não acreditamos, estudar

todos esses anos, eu não tenho dúvida com relação aí ao potencial mediúnico e ao potencial de intervenção dos benfeitores da nossa vida. É algo impressionante. Cabe a nós, se não acreditamos, estudar para compreender as possibilidades, para que assim a nossa fé possa ser ampliada, para que nós olhemos para a mediunidade com um olhar um pouco mais carinhoso, um olhar um pouco mais consciente e busquemos compreender o quanto isso pode ser bom para as nossas existências, quanto isso pode ser bom paraa nossa vida, porque não é uma faculdade que vem para nos atrapalhar muito pelo contrário. Allan Kardec, ele, uma das descobertas que ele fez a respeito da mediunidade é que ela é orgânica, não é uma coisa espiritual. O corpo nosso é corpo mediúnico. Olha que coisa interessante. Allan Kardec sobre isso fala várias vezes no livro dos dos médiuns sobre o nosso corpo, a capacidade que o nosso corpo tem e que na verdade parece uma coisa muito óbvia, né? Por quem é que manda no nosso corpo? Não é o nosso próprio espírito. O nosso espírito tá mandando no nosso corpo. Quem tá que eu tô levantando a mão aqui porque meu espírito tá ordenando que a mão levante. O corpo é mediúnico, tá obedecendo ao espírito. E aí é que Allan Kardec vem dizer que é a porta aberta para que outro espírito possa nos controlar também. Se o nosso corpo é mediúnico, um um terceiro pode nos controlar também. Por isso que nós sofremos tanto com obsessão. Outro espírito nos controla quando nós deixamos, quando nós perdemos essa conexão conosco mesmo, quando nós às vezes temos essa dificuldade de compreender ali o que é o certo e o que é errado. Olha que que raciocínio simples, básico, mas o quanto que ele é profundo pra nossa existência. O corpo mediúnico obedece ao espírito, primeiramente ao nosso. Não quer dizer que outro não possa nos influenciar. Por isso psicografa, porque outro espírito tá controlando minha mão. Por isso o médium psicofônico fala e transmite recados do mundo espiritual, porque outro também

ue outro não possa nos influenciar. Por isso psicografa, porque outro espírito tá controlando minha mão. Por isso o médium psicofônico fala e transmite recados do mundo espiritual, porque outro também pode ocupar esse espaço. É claro que uns mais do que outros, e aí está novamente a gente volta na questão da ostensividade, né? Alguns estão preparados para transformar isso numa tarefa útil, numa tarefa proveitosa, numa tarefa própria para ser utilizado aqui nesse ambiente que é a casa espírita, né? aqui onde nós temos essas reuniões tão maravilhosas, onde tantos desencarnados vem nos trazer notícias, não é? A na nossa reunião de segunda-feira lá na nossa casa espírita, tivemos o prazer de receber vários amigos desencarnados, minha mãe, meu pai, meus avós, todos já passaram na reunião mediúnica para nos dar notícia do mundo espiritual. Não é uma bênção muito grande? Como dizer que isso aí é uma coisa que é uma coisa terrível, um problema na nossa existência? é saber usar as ferramentas que Deus nos dá. Minha mãe, poucos meses após desencarnar já estava lá nos dando notícias do mundo espiritual, narrando as suas tristezas e as suas alegrias do mundo espiritual, o que a surpreendeu de maneira negativa, o que ela achava que era e não era, e que a surpreendeu de forma positiva, a sua restauração física, uma nova vida, o reencontro com a mãe, com o pai, com o marido que estava lá no mundo espiritual. E mas isso não é, não deveria ser um privilégio do médium. Só que tá na reunião mediúnica lá, deveria ser algo que todos nós pudéssemos usufruir de alguma forma. Por isso tantos estudos, por isso MEP, por isso obra básica, por isso Livro dos Médiuns, por isso não é de EAD, pra gente aprender a lidar com isso, com naturalidade, para que a gente possa ter essas percepções, para que a gente possa entrar numa reunião mediúnica com consciência, formar um outro grupo mediúnico ampliar e esse trabalho na casa espírita para que todos possamos ter acesso em algum momento a esse tipo de comunicação, esse

ar numa reunião mediúnica com consciência, formar um outro grupo mediúnico ampliar e esse trabalho na casa espírita para que todos possamos ter acesso em algum momento a esse tipo de comunicação, esse tipo de contato. A gente fala aqui que a morte não existe, vamos na reunião mediúnica e aqueles que a gente achava que estão mortos vão lá bater papo com a gente e vão lá nos contar. Então é para isso que a mediunidade vem, para nos auxiliar nesse contato. Por isso tem tantos estudos e tem as reuniões tão sérias, né, Humberto? Reuniões tão sérias assim, né? É para que a gente possa fazer tudo da melhor maneira possível. Recomendo. Não fez o MEP, vá fazer. Nunca foi numa reunião mediúnica, se prepare para ir. se prepare para que todos nós possamos, não é, dar as mãos pros nossos amigos desencarnados, conhecer quem que é o nosso anjo da guarda, conhecer quem que é o nosso mentor, minha mãe, cadê ela? E lá descobrir, cadê, sabe? É claro que é um processo, né, que demanda esforço, estudo, tempo, mas vale a pena, gente. O espiritismo está aqui para isso, surgiu a partir disso, para que todos nós pudéssemos usufruir dessa faculdade em prol do bem. de forma santa, de forma cristã, de forma disciplinada, de posse de conhecimento e vontade no bem. Tudo isso é possível. Tudo isso é possível. Tantas casas espíritas em Goiânia, inclusive essa daqui, são ambientes propícios para que isso aconteça da melhor forma possível, da maneira mais equilibrada para todos nós. Gente, finaliza aqui a minha exposição de hoje. É uma temática fantástica, incrível. Tem uma temática também muito longa, infelizmente não dá paraa gente aqui, né, falar horas sobre isso nesse dia de hoje. Mas eu convido todos assim, gente, vamos estudar, vamos estudar, vamos conhecer essa doutrina que vai valer muito a pena, gente. Vale muito a pena hoje e sempre, viu? Muito obrigado. Queremos aqui agradecer as palavras do Juliano, que disseram uma reflexão muito grande sobre a mediunidade, que realmente nós, como espíritas

nte. Vale muito a pena hoje e sempre, viu? Muito obrigado. Queremos aqui agradecer as palavras do Juliano, que disseram uma reflexão muito grande sobre a mediunidade, que realmente nós, como espíritas sabemos que a mediunidade realmente é um uma dádiva divina que necessitamos utilizá-la para o bem. E ela está, igual ele disse, né, acesso a todos, todos que queiram conhecer, aprender, que é uma uma metodologia muito interessante, mas que necessita de muita disciplina, conhecer muito para estudar, igual ele disse, vamos estudar o o espiritismo para nós entendermos mais a mediunidade que faz parte de toda a nossa eh doutrina. Eh, e é muito importante que as pessoas entendam e conheçam, tá bom? Vamos, antes do encerramento aqui, temos um recadinho aqui do pessoal da evangelização e da mocidade. Tudo bem? Boa noite. Tudo bem? Eu tô aqui hoje representando a evangelização infantil do Lar de Jesus, que chama Tiabel, e o Heitor, representando a Mocidade, né, Mocidade Espírita do Lar de Jesus. Eh, no próximo domingo nós vamos fazer em conjunto o encerramento tanto da evangelização infantil quanto da mocidade pra gente poder entrar de férias. E nós vamos ter um encerramento diferente. Eh, a gente aprendeu muita coisa na teoria, né, esse semestre e no domingo que vem a gente vai aplicar na prática. Nós vamos ter uma aula prática de caridade. Vamos levar as crianças e os jovens para visitar um abrigo de idosos e lá nós vamos levar alegria para eles, uma tarde gostosa de conversa, de música e também vamos levar um lanche junino para alegrar a tarde deles. Uma coisa assim, coisas que eles quase não comem lá e a gente quer levar junto com as crianças e os jovens. E para vocês nos ajudarem a fazer esse encerramento com chave de ouro, a gente vai precisar do dinheiro para comprar esse lanche para levar. Por isso, hoje a gente tá vendendo eh um lanche aí especial no final, eh pra gente poder arrecadar o dinheiro dessa venda. E além desse lanche, a gente tá vendendo uma rifa também de uma bolsa de

var. Por isso, hoje a gente tá vendendo eh um lanche aí especial no final, eh pra gente poder arrecadar o dinheiro dessa venda. E além desse lanche, a gente tá vendendo uma rifa também de uma bolsa de crochê pra gente conseguir eh levar esse lanche gostoso no próximo domingo, tá bom? Então, estão todos convidados a nos ajudar e se alguém de vocês quiserem também nos acompanhar, estão convidados, é só nos procurar que a gente fala direitinho onde é o horário certinho, tá bom? Vai ser mais cedo, né? Não vai ser no horário do lar de Jesus, porque os idosos comem mais cedo, mas a gente vai estar informando para quem quiser nos procure, tá bom? Obrigada. Eh, também aproveitar para convidar, eu já falei no domingo passado da festa das mocidades. É um festa com várias mocidades do estado de Goiás, da região metropolitana de Goiânia. E a mocidade vai ter uma barraquinha de pamonha. Então, quem quiser participar, a gente tá vendendo os ingressos aqui por R$ 10. E quem quiser fazer alguma doação para ajudar a gente a comprar e conseguir juntar mais dinheiro para as nossas atividades também vai ser muito bom. Além disso, pode passar. Eu vou falar do curso de colorimetria. A gente tá tendo vários cursos aqui no Lar de Jesus durante a semana e junto com isso a gente ganhou a oportunidade de fazer o curso de colorimetria, onde vocês podem ser modelos aí do nosso pessoal que tá aprendendo. Então a gente pode vir aqui no lar fazer coloração raiz, mechas ou correção de cor por esse valor simbólico que nos ajudam a comprar o material pro para as atividades e a manter os cursos. É só entrar em contato com o nosso WhatsApp que vocês vão fazer o agendamento de segunda, quarta, quinta e sexta das 14 às 16:30. Muito obrigado. Bom, gente, agora vamos passar o nosso encerramento. Queria que Humberto fizesse a prece de agradecimento e encerramento e após a prece nós vamos ter o nosso passe. As pessoas que estão em tratamento fiquem sentados do lado esquerdo que serão chamados por ordem de senha e as outras

prece de agradecimento e encerramento e após a prece nós vamos ter o nosso passe. As pessoas que estão em tratamento fiquem sentados do lado esquerdo que serão chamados por ordem de senha e as outras pessoas podem aguardar sentados, serão encaminhados à sala de passe do lado direito aqui. Tá? Então vamos, queridos irmãos e irmãs, elevar os nossos sentimentos, nosso pensamento ao nosso mestre querido, agradecer por mais esta noite, onde todos estamos sendo beneficiados pela espiritualidade amiga que aqui se encontra com tanto amor, com tanto carinho. a nos ajudar em nossas dificuldades, em nossas lutas, que possamos, Senhor, através da palestra de hoje, refletir sobre a sua misericórdia infinita para conosco, por todo esse amparo que nunca nos falta, por esses irmãos espirituais queridos que nos acompanham com desvelo, com carinho. Muito obrigado, Senhor, por podermos sentir a tua presença entre nós e que possamos, Senhor, apenas cultivar em nós bons sentimentos, bons pensamentos, para que a nossa esfera espiritual possa se aprimorar a cada dia, que busquemos o conhecimento e o amor ao próximo como instrumentos devidos e amorosos para a nossa evolução. Que a tua paz, que o teu amor nos acompanhe retorno aos nossos lares. Se conosco, mestre querido, hoje, agora e sempre. Que assim seja. Prezadas irmãs, prezados irmãos, iniciamos agora o passe e o tratamento. Vamos acalmar nossas mentes, encher nossos corações de vibrações amorosas, elevando nosso pensamento a Jesus, nosso mestre de amor. Sinta a sua presença irradiando luz, amor, paz e a cura que tanto necessitamos. Jesus amado, neste momento, rogamos a tua proteção, a tua misericórdia e as tuas bênçãos a todos que dela necessitam. os sofridos e abandonados, os desesperados, os aflitos, os doentes que estão nos hospitais ou em casa, os profissionais de saúde que se dedicam dia outurnamente ao cuidado dos pacientes e a todos os que estão nas listas de tratamento das casas espíritas, aos lares e famílias que sofrem com a

u em casa, os profissionais de saúde que se dedicam dia outurnamente ao cuidado dos pacientes e a todos os que estão nas listas de tratamento das casas espíritas, aos lares e famílias que sofrem com a partida de seus familiares e aos que partem, rogamos proteção, amparo e tratamento pro mundo espiritual. para que possa entender a sua atual condição, que as energias curadoras de Jesus e seus auxiliares cheguem a cada um, envolvendo em paz, acalentando, trazendo o alívio, a cura. Pedimos agora a fluidificação das águas apresentadas, que cada molécula seja portadora das benéces bemfazas que possam contribuir para o restabelecimento e equilíbrio de que tanto precisamos. Passa a nossa prece íntima. Assim, envolvidos nessas boas vibrações, fortalecidos na fé, pedimos ainda bênção para a humanidade, para que cada dia Jesus esteja nos corações de todos, trazendo amor, esperança e paz. Encerramos nossos trabalhos dessa noite com imensa gratidão. Obrigada, Pai.

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