Mediunidade em crianças: um olhar amoroso e esclarecedor
Com Cynthia Arruda
Som. Alô, som do teste. Só me dá um feedback aí. Como é que tá no fundo? Tá tranquilo? O som do violão tá beleza? Obrigado. A melhor oração é o amor. A melhor oração é o amor. Tu precisas orar, mas tu deves lembrar que a melhor oração é o amor. Caridade é também oração, gentileza, auxílio e perdão são as preces sublimes do teu coração. Gente, auxílio e perdão. A melhor oração é o amor. A melhor oração é o amor. Tu precisas orar, mas tu deves lembrar que a melhor oração é o amor. Caridade é também oração, gentileza, auxílio e perdão. São as preces, São as preces sublimes do teu coração, gentileza, auxílio e perdão. Deus está aqui. Aleluia. Tão certo como a que eu respiro. Aleluia. Tão certo como o amanhã que se levanta. Tão certo como eu te falo e tu podes me ouvir. Jesus está aqui. Tão certo como alma minha que se leva. Como eu te falo e tu podes me ouvir. A segunda não funcionou, gente. O amor, o amor está aqui. Aleluia. Tão certo como ar que eu respiro. Aleluia. Tão certo como a manhã que se levanta. Tão certo como eu te falo e tu podes me ouvir. Vamos fazer o Jesus de novo, que a gente não pode errar na vez de Jesus. Jesus Jesus está aqui. Aleluia. Tão certo como ar que eu respiro. Aleluia. Tão certo como a manhã que se levanta, tão certo como eu te falo e tu podes me ouvir. O amor, o amor está aqui. Aleluia. Tão certo como a que eu respiro. Aleluia. Tão certo como a manhã que se levanta, tão certo como eu te falo e tu podes me ouvir. Sunda-me, Senhor, e me conhece. Quebranta o meu coração. Transforma-me conforme a tua palavra e enche-me até que em mim se ache só a ti então. Usa-me, Senhor. Usa-me como um farol que brilha à noite, como ponte sobre as águas como abrigo num deserto como flecha que acerto quero ser usado da maneira que te agrada em qualquer hora, em qualquer lugar. Eis aqui a minha vida. Usa-me, Senhor. Como um farol que brilha à noite, como ponte sobre as águas como abrigo num deserto como flecha que acerto ao quero ser usado da maneira que te agrada em qualquer hora e em
minha vida. Usa-me, Senhor. Como um farol que brilha à noite, como ponte sobre as águas como abrigo num deserto como flecha que acerto ao quero ser usado da maneira que te agrada em qualquer hora e em qualquer lugar. Eis aqui a minha vida. Usa-me, Senhor. Sonda-me, quebranta-me, transforma-me, enche-me. Mais uma vez, sonda-me. quebranta-me, transforma-me, enche-me e usa-me, Senhor. Coração e pensamento para falar com Deus. Para falar com Deus. Tem que rezar para falar com Deus. Tem que rezar. Feche os olhos com carinho. Imagine o céu e Jesus dizer: "Eu amo você". Jesus dizer, eu amo você. Coração e pensamento para falar com Deus. Para falar com Deus. Tem que rezar para falar com Deus. Tem que rezar. Feche os olhos com carinho. Imagine o céu e Jesus dizer: "Eu amo você". E Jesus dizer: "Eu amo você". Feche os olhos com carinho. Imagine o céu e Jesus dizer: "Eu amo você". E Jesus dizer: "Eu amo você". E Jesus dizer: "Eu amo você". Jesus dizer: "Eu amo você. Sorrir quando a dor te torturar e a saudade a atormentar os teus dias trist. Sonhos vazios. Sorri quando tudo terminar, quando nada mais restar do teu sonho encantador. Sorrir. Sorrir. Quando o sol perderá luz e sentires uma cruz. Nos teus ombros cansados, doridos, sorrir. Vai mentindo a tua dor. E ao notar que tu sorris, todo mundo irá supor que és feliz. Sorrir. Vai mentindo a tua dor. E ao notar que tu sorris, todo mundo irá supor que és feliz. Mesmo sem entender, mesmo sem entender, eu confio em ti. Mesmo sem entender, eu sei que é o melhor para mim, mesmo sem entender. Deus, mesmo que eu não consiga entender e queira tudo do meu jeito, eu até chorou e às vezes até chego a dizer: "Por que é que tem que ser tão difícil para mim? Parece que é difícil só para mim. Eu sei, seus pensamentos são mais altos. que os meus. O teu caminho é melhor do que o meu. Tua visão vai além do que eu vejo. O Senhor sabe exatamente o que é melhor para mim. Mesmo que eu não entenda o teu caminho, eu confio. E Deus, porque sou tão pequenino assim,
o é melhor do que o meu. Tua visão vai além do que eu vejo. O Senhor sabe exatamente o que é melhor para mim. Mesmo que eu não entenda o teu caminho, eu confio. E Deus, porque sou tão pequenino assim, vou ficar quietinho aqui no teu colo, esperando o tempo certo de tudo, porque o que eu sei que vais, cuida de mim. Im o teu melhor está por vir. Eu sei que é o melhor para mim. Mesmo sem entender. Mesmo sem entender. Mesmo sem entender. Eu confio em ti, mesmo sem entender. Eu sei que é o melhor para mim. mesmo sem entender. Ah, eu quero te amar, tocar o teu coração e me derramar aos teus pés. Mais perto eu quero estar, Senhor, e te adorar com tudo o que sou. e te render. Glória. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Quando lutas vierem me derrombar, firmado em ti eu estarei, pois tu és meu refúgio, ó Deus. E não importa E não importa onde estiver, no vale ou no monte adorarei. A ti eu canto glória, aleluia. Vamos juntos. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Senhor, eu preciso do teu olhar, ouvir as batidas do teu coração, me esconder em teus braços, ó pai, toda a minha alma, toda a minha alma deseja-te junto com os anjos. Cantarei. Tu és santo, exaltado. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Tô achando vocês mais tímidos hoje. Vou dar outro boa noite. Boa noite. Boa noite. Boa noite pros encarnados também. Boa noite. Boa noite. Essa música chama Eu cuido de ti. É uma um momento em que a pessoa faz uma prece e Deus vai responder para ela essa oração. Vou confessar que é uma das minhas favoritas. pedir para vocês cantarem ela para mim hoje. Quando todos os meus medos já não cabem mais em mim, quando o céu está de bronze, parece que é o fim. Quando o vento está evoluta e o mar não quer se acalmar, quando as horas do relógio se demoram a passar, muitas vezes não consigo os teus planos compreender, mas prefiro confiar sem entender. Eu creio em ti. Eu creio em ti. Olho para ti e espero em ti. E Deus responde assim essa oração. Quando você sente medo do teu lado eu
sigo os teus planos compreender, mas prefiro confiar sem entender. Eu creio em ti. Eu creio em ti. Olho para ti e espero em ti. E Deus responde assim essa oração. Quando você sente medo do teu lado eu estou. E é bom que você saiba que eu sinto a sua dor. Nunca, nunca se esqueça que o mal posso acalmar e que eu sei o tempo certo da vitória te entregar. Este tempo é necessário para te amadurecer e depois tem novidades para você. Eu cuido de ti. Eu cuido de ti. Descansça em mim. Comece a sorrir. O que eu tenho é bem melhor, pois só eu sei do amanhã. Então recebe o abraço meu, pois da tua vida cuido eu. Eu cuido de ti. Eu cuido de ti. Descansa em mim. Comece a sorrir. Boa noite, meus irmãos, minhas irmãs. Eu quero dar as boas-vindas a todos, a todas que estão presentes aqui no Auditório Bezerra de Menezes, na nossa casa espírita estudantes do Evangelho. Boa noite também aos internautas que acompanham a nossa reunião pública através do canal do YouTube. E hoje nós vamos começar dando um recadinho. O bazar Armário de Luz está funcionando e por esse motivo a liberação hoje da palestra vai acontecer aqui do lado direito pelas portas de madeira apenas, tá bom? A leitura de harmonização de hoje é uma mensagem de Emanuel do livro Vinha de Luz, o item 137, psicografia de Francisco Cândido Xavier, intitulada O teu Dom. Em todos os setores de reorganização da fé cristã, nos quadros do Espiritismo contemporâneo, há sempre companheiros dominados por nocivas inquietações. O problema da mediunidade, principalmente é dos mais ventilados, esquecendo se não raro o impositivo essencial do serviço. Aquisições psíquicas não constituem realizações mecânicas. É indispensável aplicar nobremente as bênçãos já recebidas, a fim de que possamos solicitar concessões novas. Em toda parte há insoptável ansiedade por recolher dons do céu, sem nenhuma disposição sincera de espalhá-los a benefício de todos em nome do divino doador. Entretanto, o campo de lutas e experiências terrestres é a obra extensa
ansiedade por recolher dons do céu, sem nenhuma disposição sincera de espalhá-los a benefício de todos em nome do divino doador. Entretanto, o campo de lutas e experiências terrestres é a obra extensa do Cristo, dentro da qual a cada trabalhador se impõe certa particularidade de serviço. Diariamente haverá a mais farta distribuição de luz espiritual em favor de quanto se utilizam da luz que já lhes foi concedida no engrandecimento e na paz da comunidade. Não é razoável, porém, conferir instrumentos novos a mãos ociosas que entregam enchadas à ferrugem. Recorda, pois, meu amigo, que pode ser o intermediário do mestre em qualquer parte. Basta que compreendas a obrigação fundamental no trabalho do bem e atendas a vontade do Senhor, agindo incessantemente na concretização dos celestes desígnios. Não te aflijas, portanto, se ainda não recebeste a credencial para o intercâmbio direto com o plano invisível. Sob o ponto de vista fenomênico. Se suspiras pela comunicação franca com os espíritos desencarnados, lembra-te de que também és um espírito imortal temporariamente na terra, com o dever de aplicar o sublime dom de servir que há em ti mesmo. fechar os nossos olhos, aquiietar a nossa mente, visualizar a imagem do Mestre Jesus e nesse momento agradecer por estarmos aqui nesta casa de oração. Agradecer pelos ensinamentos que viemos aqui buscar e que chegarão até nós através das palavras da nossa querida palestrante. que nós possamos receber desta casa dos mentores espirituais toda a energia, toda esperança, toda cura que viemos buscar. E que nessa noite todos os espíritos encarnados e desencarnados que aqui estão presentes sejam abençoados, Senhor, com a tua paz, com a tua alegria e com a tua força. Que assim seja. Nós convidamos então para estar conosco a palestrante dessa noite. A palestrante é a nossa querida Ctia Arruda de Castro. Ela trará para nós o tema Mediunidade em crianças, um olhar amoroso e esclarecedor. CINT é coordenadora da área da mediunidade, palestrante, facilitadora
rante é a nossa querida Ctia Arruda de Castro. Ela trará para nós o tema Mediunidade em crianças, um olhar amoroso e esclarecedor. CINT é coordenadora da área da mediunidade, palestrante, facilitadora de cursos da nossa casa e também faz parte da diretoria da nossa casa espírita. Obrigada, Cíntia. Boa noite a todos. Acho que vocês já vão cansar de tanto me ver aqui, né? Aqui em cima no domingo, né? Outro dia eu tava aqui, aí vi mais uma vez, outra vez, mas é que são assuntos que interessantes e pertinentes pro momento em que a gente vive agora. Falamos da velícia há 15 dias atrás. Hoje nós vamos falar da infância, né? Então, eh, essa mediunidade em crianças, ela sempre aconteceu, mas atualmente os casos que a gente tem recebido na casa espírita ou que a gente ouve falar ou que a gente procura orientar as pessoas tem sido assim um número muito maior. Assim como chegam os adultos com mediunidades muito atormentadas ou com processos até obsessivos em decorrência da mediunidade, assim, também temos recebido muitas, muitos casos de crianças que já em idade eh bem terra ainda tem apresentado esses fenômenos. E vou iniciar aqui contando um caso para vocês, porque vocês sabem que eu eu sou de eu sou não, eu vim para cá de Brasília, morei 40 anos lá, trabalhei 40 anos na comunhão espírita e vim para Goiânia, estou aqui há 13 anos. E e esse casal, eh, a Diana e o Ricardo, eles tinham t um filho chamado Roberto. E certo dia Diana tava na casa da mãe dela colocando o pequeno Roberto para dormir no colo, porque ele tava muito agitado, numa saleta assim, bem bem reservada e cantando para ele, ele olhando pra parede, aí de repente ele apontou uma foto que tava na parede já bem assim, daquelas fotos bem antigas, né? e falou: "Vovó, ele tinha do anos apenas nessa época". E a a Diana achou aquilo incrível, porque nem ela havia conhecido a avó dela e era bisavó dele. E falou assim: "Ai, Roberto, como é que você sabe que é a vovó?" Ela é a vovó da mamãe e ela é sua bisavó. Como é que
chou aquilo incrível, porque nem ela havia conhecido a avó dela e era bisavó dele. E falou assim: "Ai, Roberto, como é que você sabe que é a vovó?" Ela é a vovó da mamãe e ela é sua bisavó. Como é que você sabe que ela é a vovó? E ele não falou nada, apenas estendeu a mãozinha, ela se aproximou da foto e ele passou a mãozinha dele assim no colo da foto e falou: "Dodói". Não, na foto não havia nenhum sinal de algum machucado, de alguma coisa. E eh a mãe ficou muito surpresa porque a avó a avó dela havia morrido de câncer de mama e ele não sabia nada. Ele não sabia nem que era a avó dele, que era a bisavó dele. Bom, e esses fatos continuaram a acontecer ao longo da vida do Roberto, que hoje já é um rapaz. Ele ele aos 4 anos de idade ele já conversava com os espíritos familiares. Ele, a bisavó dele, que ele chamava de vovó, estava sempre ali cuidando da família, cuidando das pessoas. e outros espíritos que já haviam desencarnado, que ele já sequer eh houvera conhecido, mas que eram familiares. Eh, e ele falava da presença dessas desses espíritos ali. Até que um dia ele disse que pro pai dele, né, que esse aí já era o pai do pai dele, o o avô dele, que vovô morreu porque tinha muita fumaça no peito dele. E a disseram mesmo que ele, o avô dele havia desencarnado por um enfisema pulmonar, porque fumava demais. Ele tinha 4 anos só. E ele dizia que essa bisavó dele dava conselhos e dizia que as pessoas viviam na terra e que depois que elas morriam, elas viravam anjinhos e depois de um tempo viravam bebês. E por aí a hoje já um rapaz, ele já tem uma familiaridade muito grande com isso, mas eles procuraram ajuda, procuraram conhecer o que que tava acontecendo com o filho, que eles não sabiam o que era, que tava, o que que era aquele fenômeno, como é que aquele filho sabia de tanta coisa, né? e que ninguém havia contado esses episódios para ele numa idade tão pequena ainda e ele já sabia que era muita fumaça no peito do avô ou que a bisavó havia morrido de câncer de mama, coisas dessa natureza. E aí nós vamos
contado esses episódios para ele numa idade tão pequena ainda e ele já sabia que era muita fumaça no peito do avô ou que a bisavó havia morrido de câncer de mama, coisas dessa natureza. E aí nós vamos recorrer a Allan Kardec lá. Tá, tá congelado aqui. Deixa eu fazer de outra forma. Pronto, nós vamos recorrer a Allan Kardec no livro dos médiuns, lá na questão 159, que diz, é uma questão grande, bem descritiva, né? E lá ele diz que todo mundo, toda pessoa que sente num grau qualquer a influência dos espíritos, é por esse fato médio. Então, todos nós que estamos aqui, que temos intuições, que sentimos muitas vezes a presença eh de alguém que a gente não tá vendo, a aproximação de pessoas que estão em desequilíbrio, a gente sente o mesmo desequilíbrio da pessoa. Então, nós somos médiuns por causa disso, porque somos espíritos imortais. E como espíritos, mesmo que não tenhamos uma mediunidade ostensiva, nós estamos sujeitos às ondas mentais nas quais estamos mergulhados. Da mesma forma que nós eh emitimos essas ondas mentais, nós também recebemos. Então essa faculdade ela é inerente ao homem, não constitui, portanto, um privilégio exclusivo. Ele inclusive diz que raras são as pessoas que não possuam alguns rudimentos dessa desse desse domade mais ou menos ostensivamente. Então, por causa disso, lá no livro dos espíritos, ele diz que todos nós somos mais ou menos médiuns, menos aqueles que não têm ostensividade, mais aqueles que são ostensivos. Porém, existe uma observação lá que nós costumamos, né, usualmente nós qualificamos como médiuns aqueles em quem a faculdade mediúnica se mostra bem caracterizada. Aquele ali é um médio de psicofonia, o outro é de psicografia. Um é vidente, outro é clarividente, um é audiente, o outro é médium de efeitos físicos, desdobra. Então aquelas faculdades bem definidas são a daquelas pessoas que nós classificamos exatamente como médiuns, que são aqueles que nós conhecemos e damos o nome de médiuns, né? Tem gente que diz assim: "Ah, eu sou
as faculdades bem definidas são a daquelas pessoas que nós classificamos exatamente como médiuns, que são aqueles que nós conhecemos e damos o nome de médiuns, né? Tem gente que diz assim: "Ah, eu sou uma porta, não ouço, não escuto, não faço nada". Mas dentro de um grupo mediúnico, essa pessoa sentada ali, ela dá uma fonte de sustentação para o grupo. O esclarecedor está ouvindo e conversando com os espíritos. O psicofônico está emprestando a sua voz, os seus recursos físicos para o espírito que quer se comunicar. E aquela porta que tá ali sentada em oração é que está oferecendo energias para magnetizar o ambiente, manter a sintonia do grupo equilibrado o suficiente para que o trabalho possa se desenvolver, né? Esse esse é o caso de muitas das pessoas que se dizem portas e que não tem mediunidade nenhuma, tá? Mas a doação de fluidos ou a sensibilidade ou a intuição, ela é inerente a todas as pessoas. Voltamos ainda ao livro dos médiuns, na questão 226. Eh, Kardec pergunta aos espíritos se o desenvolvimento da mediunidade guarda relação com o desenvolvimento moral dos médiuns. E aqui nós podemos colocar nesse desenvolvimento moral o intelectual, cultural, cognitivo, que as pessoas vão adquirindo à medida que vão crescendo e amadurecendo. Nascemos bebês, como disse a bisavó do Roberto, né? e vamos nos desenvolvendo. E os espíritos respondem a Kardec que não, que a faculdade propriamente dita se radica no organismo independente do moral, ou seja, no nosso planejamento reencarnatório ficou acertado que reencarnaríamos com mediunidade. Então, nós fazemos todo um tratamento, toda uma preparação no perespírito para que aquela faculdade seja inerente ao nosso organismo físico. Porque senão não adianta a comunicação do espírito comigo, ela não vai ser ostensiva, porque o meu corpo físico, aquele que foi preparado ao longo de 9 meses no corpo da minha mãe, ele não tem as condições necessárias para que na correspondência com o perespírito e na sensibilidade de captação da da mente do
co, aquele que foi preparado ao longo de 9 meses no corpo da minha mãe, ele não tem as condições necessárias para que na correspondência com o perespírito e na sensibilidade de captação da da mente do do desencarnado transmita aquela eh comunicação que o espírito quer dar. Então, uma vez preparados para ser médiuns, nunca mais deixaremos de ser, porque toda aquela preparação que foi feita vai continuar conosco ao longo das nossas existências. Ela pode ser refreada um pouco, pode ser dilatada um pouco, mas sempre seremos médiuns a partir daquele momento em que nos dispusemos a renascer como médiuns ostensivos. Muito bem. Está lá no livro dos médiuns, na questão 226. Mas por que que a gente trouxe isso aqui? para mostrar que aquela criança que tá na nossa casa, ela é um espírito imortal igual a gente. Tirando a roupagem física que ela está usando naquela, naquela fase da sua encarnação, ela é um espírito como qualquer outro. Ela vai se desenvolver, vai crescer, vai ficar adulta e vai continuar sendo um espírito imortal. Então é um espírito imortal, como diz a Sueli Caldas Schubert, desde que nasceu, desde sempre, desde que existe. Em vidas sucessivas, ela vai usando uma roupagem diferente, mas não deixa de ser, né, eh, uma uma um espírito que vai e vem e só para onde quer, como nos diz o Evangelho. Então, haverá inconvenientes em desenvolver a mediunidade nas crianças? Tá lá no livro dos médiuns, que é o item seguinte. A gente leu ali o anterior, né? A gente leu a sétima, estamos lendo a sexta agora. A gente andou daqui de trás paraa frente para ficar mais claro. Há inconveniente nisso? pegar uma criança na primeira fase da vida dela e já levar num centro, desenvolver a mediunidade dela. E os espíritos dizem que certamente, porque isso é muito perigoso, porque a gente não sabe se aquela criança que está fazendo uma comunicação naquela fase da primeira infância, ela tem uma mediunidade ostensiva ou não. E mesmo depois que passe aquela fase, ela está ainda, pelo menos até os 14 anos, numa
ança que está fazendo uma comunicação naquela fase da primeira infância, ela tem uma mediunidade ostensiva ou não. E mesmo depois que passe aquela fase, ela está ainda, pelo menos até os 14 anos, numa etapa de consolidação de sua encarnação. Existe uma primeira etapa em que ela vive mais o mundo espiritual do que o físico, que é essa etapa até os 7 anos. E lá o livro Consolador eh de Emanuel, não é? nos assevera isso nessa parte, nesse capítulo. E à medida que ela vai interagindo mais, um adolescente naquele momento da explosão dos hormônios e naquela eh inconstância que quem que eu sou sou criança, sou adulto, não sou a fase de adaptação, de transformação daquele ser exatamente num cidadão daquela vida encarnada, num indivíduo encarnado ali, tomando consciência dos seus deveres, dos seus direitos, das suas obrigações e seus compromissos. é uma fase conflituosa justamente porque ele vem como espírito que está em fase de processo reencarnatório se adaptando a essa nova condição. Olha só que maravilha. Jesus Deus não nos jogou aqui na terra e como aquele que joga a criança na água e faz assim: "Aprende a nadar". É uma judiação, né? Você tá lá num rio, meu pai aprendeu a nadar assim. Meu avô é uma pessoa boníssima, mas uma pessoa muito rude. Nasceu e viveu na no interior, na roça, né? E ele achava que era assim que ensinava o filho a ser homem. Então ele chegou na beira de um rio, ficou lá em cima na correnteza e o meu tio, que já era o mais velho, já era grande, lá embaixo, jogou meu pai na água e falou: "Aprende a nadar". E meu pai saiu batendo em pedra, dando cambalhote dentro da água e meu tio agarrou ele lá embaixo para ele não se afogar. Mas deve ter sido um susto muito grande. E a partir daí, então, ele por conta própria foi dando as suas braçadas, né? Mas é assim, Deus não faz isso com a gente não. Ele manda a gente aqui paraa terra e nos dá um tempo de adaptação essa vida. Tem gente por causa da índole, por causa da personalidade, que que essa adaptação demora muito mais
z isso com a gente não. Ele manda a gente aqui paraa terra e nos dá um tempo de adaptação essa vida. Tem gente por causa da índole, por causa da personalidade, que que essa adaptação demora muito mais do que os 14 anos da primeira infância e da dessa fase de infância, adolescência ainda, né? Então, eh, vocês vejam o Cristo, né, durante 30 anos, ele passou aqui na Terra convivendo com sua família, se preparando, apesar de que ele tinha o conhecimento, ele vivia o mundo espiritual, mas ele se preparou durante esses 30 anos, aguardando que a humanidade estivesse pronta para durante 3 anos deixar a sua mensagem entre nós. Então, a a natureza não atropela nada, nem ninguém. Ela tem seu tempo certo para tudo. Por isso aqui no livro dos no livro dos médiuns, os espíritos nos dizem que é muito perigoso, porque os organismos são débeis ainda e podem sofrer abalos. A a imaginação da criança, ela é muito grande, muito excessiva. Por quê? Porque justamente ela ainda está mediando entre dois mundos, né? E para ela tudo é muito natural, a não ser que alguém chegue para ela e diz: "Você tá louco? Isso é coisa da sua imaginação". E nós vamos ver daqui a pouco como nós devemos proceder nessas situações. Então essa imaginação muito grande pode ficar sobrecitada e isso pode causar traumas e dificuldades nessas crianças que estão ainda em teridade e se desenvolvendo e se adaptando. Muito bem. Então, os pais prudentes devem afastar essas ideias, né, de desenvolver uma mediunidade ainda numa fase muito eh anterior e nem na juventude assim até os 14 anos, 15 anos, a não ser que seja uma mediunidade muito ostensiva e que precise de tratamento, que nós vamos ver mais adiante, né? E e só falar nesse assunto, então, com as crianças, quando elas perguntarem algumas coisas e sempre buscar no linguajar infantil destacar as consequências morais das situações que ela está vivendo. Porque muitas vezes ela está vendo o mundo espiritual, ela vê como um vidente ou um clarividente o que é bom, mas vê o que não é bom também
as consequências morais das situações que ela está vivendo. Porque muitas vezes ela está vendo o mundo espiritual, ela vê como um vidente ou um clarividente o que é bom, mas vê o que não é bom também depende da casa, do ambiente onde ela está. Então, é sempre importante que a gente desenvolva essa criança nesse sentido moral. Muito bem. E esse amigo invisível que é tão famoso e que a maioria das crianças t e que às vezes passa despercebida até pros pais, porque a criança vivendo entre dois mundos, elas elas vem o mundo espiritual com muita facilidade e essas manifestações começam a acontecer na fase em que elas têm 2 anos. 2 anos e meio, 3 anos, que é a fase que começa a linguagem a falar, que ela sabe se manifestar melhor. Então, a maioria das crianças, tá, ah, elas têm essa condição de interagir com o mundo espiritual, que é o que nós chamamos de amigo invisível. Eh, e aí o que que Emanuel nos fala no Consolador sobre isso? que até os 7 anos o espírito ainda se encontra numa fase de adaptação que a gente tava falando aqui para essa nova existência que lhe compete no mundo que tá começando ali, né? Então, nessa idade ainda não existe uma integração perfeita entre a matéria com entre ele e espírito com a matéria orgânica que ele está vestindo naquela existência. Então, suas recordações do plano espiritual são, por isso mesmo, muito frequentes, muito vivas, tornando-se esse essa criança suscetível de renovar o caráter e estabelecer novo caminho. Ela vai lembrar das coisas boas e coisas ruins. Eh, o meu filho Caçula, ele desencarnou na Primeira Grande Guerra. Então, o espaço de tempo entre a desencarnação e a encarnação dele foi relativamente curto, porque ele morreu num bombardeio e ele era muito traumatizado por isso. Então, e como ele tem mediunidade, na primeira infância dele, às vezes ele acordava à noite e saía correndo pelo corredor da casa, dizendo que tava caindo um monte de avião na cabeça dele. E aí a gente tinha que acalmar, sentar com ele. Foi um tratamento de 7 anos
vezes ele acordava à noite e saía correndo pelo corredor da casa, dizendo que tava caindo um monte de avião na cabeça dele. E aí a gente tinha que acalmar, sentar com ele. Foi um tratamento de 7 anos para que ele estabilizasse, né, exatamente o período da primeira infância para que ele estabilizasse aquelas emoções que ele tinha, aquelas lembranças que ele tinha. Isso é tão forte nele que ele queria seguir a carreira militar, só não pôde porque ele sofreu um acidente, tem três parafusos no joelho, não passaria no teste eh de saúde. E para isso ele precisava operar de novo para tirar os parafusos. Ele não quis, mas ele é policial, quer dizer, ele tá tá ali na área, né? É tão forte essa essa ligação dele com essa área que ele tá ali sendo policial. Tá? Então, eh, nós vamos encontrar naqueles pais preocupados, responsáveis, né? Eh, legítimos representantes de uma família, aqueles que vão conduzir aquele espírito de forma adequada, responsável, para que ele não se desestabilize com aqueles fenômenos, tá? Ah, quais são as ocorrências mais perceptíveis, né? porque ela começa a falar com 2, 3 anos e aí as coisas começam a acontecer. Quais serão? São visões e audições, são manifestações mais corriqueiras, podendo ocorrer as duas ao mesmo tempo, ou só uma ou só a outra. Nós temos exemplos de médiuns conhecidos que passaram por tudo isso. Na infância, via de regra, as interações costumam ser positivas, que é o amigo invisível, que é o familiar desencarnado que tá cuidando dele, que é o seu anjo da guarda, como a gente costuma dizer, ou seu espírito guardião, ele está sempre ali por perto, né? São outros espíritos que estão se preparando para reencarnar e que estão eh se colocam numa forma infantil. Porque o espírito ele não é uma criança, mas ele às vezes se coloca numa forma infantil para poder interagir com aquela criança, poder brincar com ela, né? Eh, o que comumente essas crianças veem? Amigos de vidas passadas, companheiros deles mesmos de outras existências, tá? No caso do meu filho, por exemplo, o
aquela criança, poder brincar com ela, né? Eh, o que comumente essas crianças veem? Amigos de vidas passadas, companheiros deles mesmos de outras existências, tá? No caso do meu filho, por exemplo, o rapaz que desencarnou junto com ele nesse bombardeio, na época em que o meu filho passava por isso, ainda não tinha encarnado, tá? E ele perguntava, né, por que que o amigo dele, o avião não caía na cabeça do amigo dele? Por que que o amigo dele ficava rindo e pedindo para ele ficar calmo, tá? Ele tava entre 3 anos e meio e 4 anos, tá? Familiares já falecidos, espíritos protetores e espíritos da casa. a partir dos 7 anos, essas se não há uma mediunidade ostensiva ali, se ele é mais ou menos médio, então se ele é menos médio, né, nessa classificação dos espíritos, a partir dos 7 anos começam a rarear até desaparecer, certo? Segundo as estatísticas, né, olha só como como é interessante isso aqui. Três em cada 10 crianças apresentam amigos invisíveis. Isso na época que fizeram essa estatística. Hoje é muito mais, tá? Muito mais esses fatos acontecem, que é algo encarado com a naturalidade pela psicologia, que inclusive acha que o amigo invisível é o importante para a o desenvolvimento da criança, até da fala da criança, né? que ela tem alguém para brincar ou que ela é uma criança sozinha, um filho único, ou os pais trabalham muito, não estão em casa, então ele aproveita aquele amigo invisível para ser o companheiro de brincadeiras, principalmente hoje em dia, que a gente morre de medo de deixar os nossos filhos fora de casa, né? Antigamente a gente brincava na rua, aquela meninada toda saía, a gente brincava na rua, pai e mãe vinham chamar a gente para tomar banho, jantar, né? E a gente ficava ali e não acontecia nada com a gente. Hoje em dia a gente morre de medo. Até os parquinhos são cercados. Se não for acompanhado de um adulto, a criança não sai de casa, não é assim? Então, eh eh ela, mais do que nunca ela precisa dessa interação. Mas como é que a gente vai fazer então a diferença
rcados. Se não for acompanhado de um adulto, a criança não sai de casa, não é assim? Então, eh eh ela, mais do que nunca ela precisa dessa interação. Mas como é que a gente vai fazer então a diferença entre um evento mediúnico de uma comunicação com um amigo invisível, né? Nós vamos ver aqui ao longo da nossa explicação. Então, ocorre que essa convivência com o mundo espiritual pode não ser muito tranquila, tá? Por quê? Espíritos que não conseguem desapegar da vida encarnada. Se aquela criança, ela ela naquela fase até os 7 anos, ela tem interação com o mundo espiritual, espíritos ligados àquela família, seja por parentesco por amizade, que desencarnam e não conseguem desapegar. Casos que a gente conhece, né, de famílias que mudam para uma casa onde uma pessoa viveu, morreu lá dentro daquela casa e a criança começa a ver aquele espírito lá e fica apavorado, né? Então são casos que acontecem assim. Desculpe. Então, outra situação por não se darem conta da desencarnação, e isso acontece, pessoas que eh têm acidentes morrem bruscamente e não sabem que morreu, morreram ou pessoas que tiveram uma doença de longo curso, ficaram em coma sobam e não sabem que morreram e outros casos muitos, tá? Eh, ou então são aqueles que não aceitam a desencarnação, tá? A gente recebe muito nos grupos mediúnicos, hoje em dia, numa situação bem complexa, jovens que desencarnaram por overdoses de uso de drogas e eles não aceitam de jeito nenhum a desencarnação. Choram muito, sofrem muito, acham que são muito jovens, que ainda tinham muita coisa para viver. E aí a gente aquele trabalho de conscientizá-los de que aquilo aconteceu por livre escolha deles, que preferiram levar aquela vida e por um uso excessivo da daqueles elementos, eles acabaram desencarnando. É muito difícil para eles. Eles sofrem muito e a gente junto com eles, tá? Assombrações, que são as obsessões, né, são mais raras nessa fase da vida do um aos 7 anos. Mas depois disso, o que que acontece? Espíritos sofredores que coabitam a mesma casa, às vezes nem
eles, tá? Assombrações, que são as obsessões, né, são mais raras nessa fase da vida do um aos 7 anos. Mas depois disso, o que que acontece? Espíritos sofredores que coabitam a mesma casa, às vezes nem sempre querem fazer mal, mas assustam. Por quê? Porque são espíritos que estão muito doentes ou que estão eh em estado de sofrimento por por obsessões no plano espiritual, por revolta, por ódio, por qualquer coisa. e que as crianças na primeira, segunda infância, na juventude, por serem médiuns, às vezes vêm, né, e se assustam. A minha filha mais velha é outro caso, né, ela às vezes não dormia e e a gente, ela usou chupeta que muita gente diz que é errado dá, né, mas eu dei assim que ela acalmava. Só que ela largou muito cedo. Por quê? Porque ela ficava sentada no berço vendo uma pessoa num num formato de de palhaço. Aí depois de palhaço mudava para outra forma. E ela ficava vendo no canto do berço, morria de medo. Chorava às vezes, às vezes não chorava. Não sei o que que o espírito falava com ela. E ela ficava mordendo a chupetinha dela. Ela rasgou a chupetinha de tanto morder e depois disso ela nunca mais quis. Tá? Então são fáceis. Na minha a minha família tem muito caso assim, tá? Não é à toa que a gente trabalha na mediunidade. Então, eh, aos poucos a gente foi acalmando, fazendo culto no lar, dando passe e ela foi se acalmando, tá? E hoje em dia ela tem uma sensibilidade bem apurada, tá bom? às vezes aquele espírito ali naquela casa porque é um perseguidor, um credor de alguém da família que tá causando algum embaraço, alguma coisa e a criança vê quantos casos aqui chegam assim no atendimento fraterno. E aí a gente encaminha para os passes, para o tratamento espiritual, aconselha diversas coisas para que a a aquela criança possa ser assistida. Mas os agentes mais importantes disso tudo aí são os pais ou são os responsáveis que estão cuidando daquela criança, tá? Aí numa outra pergunta aqui do livro dos médiuns também na 221 e item 7, há, no entanto, crianças que são médiuns
sso tudo aí são os pais ou são os responsáveis que estão cuidando daquela criança, tá? Aí numa outra pergunta aqui do livro dos médiuns também na 221 e item 7, há, no entanto, crianças que são médiuns naturalmente, quer de efeitos físicos, quer de escrita e visões. Apresenta isso o mesmo inconveniente, lembra da primeira pergunta lá se a gente deve desenvolver a mediunidade em crianças? E os espíritos disseram que não, mas em outras crianças, olha, vou botei o exemplo aqui do Chico, né? eh, precisa desenvolver essa mediunidade. Primeiro que o termo correto não é esse. Não se desenvolve uma mediunidade porque ela já nasce com a pessoa. Então, vai desenvolver o quê? O que que a gente faz? Educa essa mediunidade. Como é que a gente educa essa mediunidade? através dos tratamentos, através do estudo, muito importante. O, vamos dizer assim, que o médium é igual um advogado, um médico, um professor, qualquer profissional responsável que estuda sempre a vida inteira para ser um bom profissional. Não é diferente com o médium, apesar do médium não ser um profissional, mas ele é um agente entre o mundo encarnado e o mundo desencarnado. Então ele precisa estudar sempre, porque o estudo, o conhecimento da doutrina, o conhecimento desses mecanismos é que abre a cabeça das pessoas para um entendimento maior, certo? Então tem o mesmo inconveniente o que que os espíritos responderam para Kardec? Não, quando uma cri quando numa criança a faculdade se mostra espontânea, é que é está na sua natureza, que é o compromisso dela naquela existência e que sua constituição se presta a isso. Ou seja, o seu organismo foi preparado para aquilo, não foi isso que nós falamos aqui inicialmente. O mesmo não acontece quando é provocada e sobreecitada, que a gente respondeu naquela outra pergunta. Note que a criança que tem visões geralmente não se impressiona com elas, que eles parecem coisa naturalíssima, que dá muito pouca atenção e quase sempre esquece. Mais tarde, esse fato lhe volta à memória e
ue a criança que tem visões geralmente não se impressiona com elas, que eles parecem coisa naturalíssima, que dá muito pouca atenção e quase sempre esquece. Mais tarde, esse fato lhe volta à memória e ela explica facilmente se conhece o espiritismo. Olha aí a importância. Evangelização, escola da família, né? Estamos mergulhados numa num num número sem fim de alternativas para ajudar esse espírito nessa nova trajetória dele aqui conosco. Então, ficou claro aqui pra gente como que a gente vai diferenciar do um aos 7 anos. Normalmente essas visões são agradáveis, essas visões são tranquilas, é só um amiguinho que tá brincando, a maioria das vezes, tá? Mas quando não é assim, se se mostra uma coisa mais complicada, um processo mais eh difícil, doloroso, aí nós estamos na na diante de um evento mediúnico. E se isso passar dos sete, dos 14 anos e continuar da mesma forma, continuamos de e de de frente com um fenômeno, um evento mediúnico para o qual a gente tem que dar muita atenção para ajudar aquela pessoa que tá aqui entre nós. que nós vamos fazer então? Que que nós vamos, quais os recursos dos quais nós dispomos para ajudar? Então, vamos lá. Muitos pais ficam, né, realmente muito angustiados quando vem seus filhos assim e apresentando esses sintomas e que eles não sabem o que fazer. Isso foge a sua capacidade de compreensão. Então, que por quê? Porque nós já dissemos aqui, há crianças que vem espíritos, que que ouvem, que falam do futuro. A literatura hoje, as revistas de estudos científicos, elas estão repletas de caso. Vocês querem conhecer muita coisa, leiam a revista espírita com calma, como se fosse um jornal, desde a primeira em 1858 até a última em 1869, tá? Eh, são muitos relatos, muitos casos, histórias interessantíssimas de depoimentos, relatos que Kardec recebia de pessoas que moravam ali na França, que moravam em outros países, cartas que ele recebia e lia todas, né, e que ele publicava com autorização da pessoa na revista espírita e ali ele explicava o
ebia de pessoas que moravam ali na França, que moravam em outros países, cartas que ele recebia e lia todas, né, e que ele publicava com autorização da pessoa na revista espírita e ali ele explicava o que aquilo que estava acontecendo ou às vezes traziam aquelas pessoas para tratamento na sociedade eh parisiense. de estudos espíritas, onde eles tinham um grupo mediúnico para atendimento das pessoas com essas necessidades, tá? Então vamos lá. Chegando numa casa espírita pelo atendimento fraterno, né? Eh, como que esse atendimento vai orientar essas pessoas? Vai orientar os pais para fazerem simultaneamente todas essas coisas que nós vamos listar aqui? Primeiro, encaminhar a criança a um tratamento de passes para dispersar as energias menos boas. A criança não vai sozinha. Então os pais têm que fazer o tratamento junto com elas. Eu fiz tratamento com todos os meus filhos junto com eles. Me tratei também e foi muito bom, foi muito importante. Segundo, ensinar a família a fazer o culto no evangelho no lar. Hum. Olha, isso aqui a gente devia grifar de vermelho, letras garrafais. Quando você faz o culto do evangelho no lar, o que que você tá fazendo? Primeiro você está eh trazendo para dentro de sua casa uma sintonia melhor com a espiritualidade. Você está trazendo para dentro de sua casa espíritos bons, espíritos que vão ajudar o ambiente da sua casa, que vão atender e acolher aqueles espíritos em sofrimentos ou aqueles espíritos familiares que ainda estão ligados ali, que desencarnaram e não sabem ou que desencarnaram e não querem se desvincular da vida material. Então, esses espíritos vão estar protegendo a nossa casa, porque a gente faz uma prece, lê o evangelho, tem tanto livrinho hoje em dia acessível pra gente fazer o culto do evangelho no lar com crianças. Então, vamos fazer o culto, vamos escolher um dia. Aquele dia é fixo, aquele horário é fixo. Se temos crianças, vamos fazer um horário mais cedo. Se somos adultos, para que aquele horário não fique atrapalhado, ah, hoje
o culto, vamos escolher um dia. Aquele dia é fixo, aquele horário é fixo. Se temos crianças, vamos fazer um horário mais cedo. Se somos adultos, para que aquele horário não fique atrapalhado, ah, hoje eu não posso porque eu vou chegar mais tarde. Ah, amanhã não posso que eu Vamos marcar aquele horário mais importante é fazer o culto do evangelho no lar. nos livros de André Luiz. E a gente viu até nos filmes aqui, as famílias que fazem o culto do evangelho no lar fazem uma ponte entre a vida material e a vida espiritual. E conforme a vida daquela família e a conexão que ela faz com a espiritualidade, ela faz de sua casa um pouso para os espíritos que vêm trabalhar na terra. E aqueles espíritos que estão ali, ó, naquela rua, tem uma casa que faz o evangelho no larvo. Foi pedido um socorro para pro vizinho dele de frente, mas aquela casa lá ela é equilibrada, ela tem luz, a gente pode ficar ali. Então nós vamos ficar ali morando por um tempo ali naquela casa para ajudar a família da frente. Vocês imaginam seu hotel de espírito superior, gente? Que coisa mais maravilhosa é essa? Então, vamos trabalhar para que a gente possa realmente eh fazer eh com que a nossa casa seja um posto de luz. Inclusive, na imagem do filme eh apareciam aquelas luzinhas subindo assim, né, no no no na imagem do do céu ou da do mundo espiritual, que eram justamente as casas que faziam culto no lar. Que mais? Encaminhar pais e crianças para os grupos de evangelização infantil e família. Isso aqui também devia tá bem destacado, porque na evangelização a criança vai ter um contato, né, com a sua primeira noção de Deus, da família, de atitudes e hábitos cristãos. Aos poucos, a medida que a idade vai aumentando, ela vai tendo contato com a doutrina espírita, vai conhecendo, sabendo e vai falar assim: "Ah, então é isso que acontece comigo". Enquanto isso, os pais estão no grupo da família sendo evangelizados também. Vocês sabem porê? Eh, eu vou colocar isso daqui, depois eu vou dizer por quê. Consultar um
tão é isso que acontece comigo". Enquanto isso, os pais estão no grupo da família sendo evangelizados também. Vocês sabem porê? Eh, eu vou colocar isso daqui, depois eu vou dizer por quê. Consultar um especialista que seja médico e preferencialmente espírita ou espiritualista. E só que isso aqui fica a critério dos pais, tá? Mas eu consultei, tá? Meus filhos todos fizeram terapia com psicólogos espíritas para que aquela sensação não ficasse eh difícil para eles de trauma. Agora, muito importante, se os pais não participarem desse processo que nós podemos chamar de cura, nada será atingido, porque ali é também um processo educativo para os pais. Os pais estão sendo evangelizados ali. Aquilo ali é uma oportunidade ímpar para que aquele adulto tome conhecimento daquilo, daqueles conhecimentos e ajude a sua própria família. E então eles deverão conhecer a doutrina e se dispor estabelecer no lar um clima vibratório de harmonia e paz. Como a gente faz isso? Na casa espíritos. Vocês viram aqui passando nos slides. Nós temos muitos grupos de estudo. Estudos do Evangelho no domingo de 9:30 às 10:30, estudos das obras de André Luiz. Eh, esses são presenciais, tá? De de 19:30 às 21 horas nas segundas-feiras. Aqui nós temos o EAD, nós temos o grupo de introdução ao estudo do espiritismo, o estudo de obra espírita, nós temos muitos estudos na casa e aí se a gente vai escolher um e vai se encaixar naquele estudo para aprender sobre a doutrina espírita. E à medida que a nossa cabeça vai abrindo, que nós vamos conhecendo, a gente não para mais de estudar, porque é um mundo novo que se discordina. É como se houvesse um horizonte brilhando na nossa frente, muitas respostas para as nossas dúvidas e os nossos questionamentos, nos tornando também mais aptos ao trabalho de esclarecimento daqueles que dependem de nós. sugestões, tentar encarar os relatos com naturalidade, evitar incutir medo, porque o o medo tem péssimas consequências, geram muitos traumas e pode já começar a criar naquela criança
dependem de nós. sugestões, tentar encarar os relatos com naturalidade, evitar incutir medo, porque o o medo tem péssimas consequências, geram muitos traumas e pode já começar a criar naquela criança uma índole, uma tendência nada boa de esquizofrenia. E a gente tem que ter muito cuidado com isso, ou bipolaridade ou muitas outras. É importante achar um equilíbrio entre o quê? Se os adultos acusarem a criança de mentir, ela pode começar um processo de negação e vai fazer mal para ela, porque ela vai começar a se esconder das coisas que estão acontecendo, não vai falar, não vai pedir ajuda. E se incentivar demais a habilidade, ela pode perder o interesse pelo mundo físico, já que ela tem esse contato maior, e sentir-se forçada a forjar relatos de contatos apenas para agradar o adulto. E aí a gente vai est incentivando a criança a mente só para ela ser muito querida e desejada, né? E aí nessas sugestões oportunas vem novamente aquelas eh aqueles passos que a gente tem que dar, né? Quem tiver aberta a sugestão procurar o apoio no Centro Espírita, que desenvolve trabalhos voltados para crianças e que explicam em linguagem apropriada a definição de conceitos como mediunidade e vida após a morte. aplicação de passes já é suficiente para diminuir a frequência do fenômeno e o culto no lar vai corroborar isso daí outra opção é recorrer a um terapeuta profissional, como a gente já falou, e normalmente a criança tende a abandonar esses processos a partir dos 7 anos, a não ser que seja uma mediunidade a ser desenvolvida e que precise da constante presença e auxílio. do adulto ao seu lado. Tá bom? Eu tinha mais coisas aqui para dizer para vocês, mas eu já fui acima do tempo, já extrapolei. Mas eu quero agradecer a todos vocês pelo acolhimento e por por estarem aqui e entrarem em contato com esse assunto que é tão importante, porque essas crianças que estão renascendo, elas fazem parte de um processo muito sério da regeneração da nossa terra. Por isso vem com tanto compromisso, com mediunidade,
ssunto que é tão importante, porque essas crianças que estão renascendo, elas fazem parte de um processo muito sério da regeneração da nossa terra. Por isso vem com tanto compromisso, com mediunidade, para que possam trabalhar por aqueles espíritos que estão em um processo de sofrimento e desequilíbrio muito grande, que precisam ser encaminhados e regenerados ou transferidos para um outro mundo, já que não vão se adequar mais ao nosso mundo aqui na Terra. Tá bom, gente? Muito obrigada a todos. Uma excelente semana para todos nós. Pode fechar aqui. Pode fechar. Nós expressamos a nossa imensa gratidão a nossa querida Cíntia pela palestra. Tenho certeza que foram ensinamentos muito esclarecedores que nos trouxeram muita, muita clareza, né, para um tema que é tão importante e tão interessante. Agora nós vamos passar, gente, pro sorteio dos livros, né? Nós temos sempre sorteado os livros aqui nesse momento. São dois sorteios. Hoje nós vamos sortear dois livros para cada. Eh, Estrelas da Noite. Esse livro tá vendo na nossa livraria. e uma obra básica também. Então, nós vamos sortear dois números, cada um vai ganhar dois livros. Aí na cadeira de vocês, do lado direito, eh, tem um número. Então, se atentem para esse número e aí nós já vamos chamar os dois que foram sorteados. Foi 97 183. Os dois estão aí. Ah, que bom. Ah. microfone. Pessoal, vocês me desculpem a quebra de protocolo, mas eu pedi para pegarem esses dois livros lá na livraria e Mediunidade e Obsessão em Crianças e nosso de Sueli Caldas Schubert e nossos filhos são espíritos de Hermínio Miranda, porque quem quer conhecer mais acerca desse processo da mediunidade em criança, esses dois livros são uma Bíblia, tá? E eu esqueci de falar, falei tanto e esqueci de falar dos livros, né? Então vocês me desculpem, tá aqui a indicação, tá bom? Obrigada. Um dos livros é esse que tá aqui no telão, gente. Lembrando então que ele tá de promoção na nossa livraria. E aproveitar para avisar que na livraria também tá à venda, já estão à venda os
m? Obrigada. Um dos livros é esse que tá aqui no telão, gente. Lembrando então que ele tá de promoção na nossa livraria. E aproveitar para avisar que na livraria também tá à venda, já estão à venda os ingressos para o nosso congresso de 2026. E é interessante porque o preço agora é um preço promocional, né, de venda antecipada. As cadeiras vão ser numeradas, então é interessante também para garantir um lugar melhor. E na nossa livraria então já tá acontecendo a venda. Então todos convidados. A palestra da semana que vem já vamos anunciar também vai ser com o nosso irmão Alexandre Talebe. Bem-aventurados os misericordiosos porque alcançarão misericórdia. Esperamos todos aqui no próximo domingo. E agora passando então paraa segunda etapa da nossa reunião pública, vamos passar pro momento do passe. Convido os nossos irmãos médiuns paraa sala de harmonização. Vamos seguir então com os nossos pensamentos elevados para esse momento, a fim de que possamos receber do nosso Pai Celestial, através dos seus mensageiros, as bênçãos e as energias luminosas e curativas necessárias ao nosso refazimento psíquico e espiritual. que nós possamos sair daqui, então, levando conosco essa paz interior que buscamos, né, cultivando em nossos corações o amor, o perdão e a paciência e a serenidade também paraa resolução dos nossos problemas e provações. Que tenhamos todos uma ótima semana, que a esperança e a fé em dias melhores permaneçam sempre latentes em nossos corações. Muito obrigada. Boa noite, Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz. Onde houver ódio, que eu leve o amor. Onde houver ofensas, que eu leve o perdão. Um discódia que eu leve a união. Onde houver dúvida que eu leve a fé. Onde houver eu que eu leve a verdade onde houver. desistes que eu leve a esperança. Quando houver tristeza, que eu leve alegria. Vertremos que eu leve a luz. Ó mestre, fazei que eu procure mais consolar que ser consolado. ser compreendido amar que ser amado. Pois é dando que se recebe, é perdoando o que se é perdoado.
alegria. Vertremos que eu leve a luz. Ó mestre, fazei que eu procure mais consolar que ser consolado. ser compreendido amar que ser amado. Pois é dando que se recebe, é perdoando o que se é perdoado. que é morrendo, que se vive para vida eterna. Ó mestre, fazei que eu procure mais consolar que ser consolado. que ser compreendido amar que ser amado, pois é dano que se recebe, é perdoando que se é perdoad e é morrendo que se vive para vida eterna. Irmãos, vamos então acalmar os corações, nossas mentes, respirando fundo e trazendo para dentro de nós o amor, a paz, a luz de Jesus que habite em nossos corações. Agradecemos, Senhor, por mais essa oportunidade de estar aqui sobre o teu olhar, Senhor, de amor, de cura, de perdão para todos nós. Que o Senhor possa iluminar nesse instante cada célula do nosso corpo físico, espiritual, nos fortalecendo, trazendo energia a cada instante para todos nós. Todos esses irmãos que estão aqui, Senhor, encarnados e desencarnados, que sofrem, que necessitam de ajuda nesse instante ou estão no leito de dor, que possam receber também essa dádiva celeste. Obrigado, Senhor. Muito obrigada pela nossa saúde perfeita, pelo ar que respiramos, pelo sol que nos ilumina, pela água que nos descedenta. Muito obrigada, Senhor, pelo nosso Brasil, nosso planeta, por estarmos aqui nesta terra de provas e expiações a caminho da regeneração. Muito obrigada, Senhor, por essa oportunidade. Onde houver, Senhor, alguém necessitado nesse instante em toda a humanidade, que o Senhor possa amparar, estar com ele e mostrar-lhe o caminho a seguir, cheio de luz e paz e misericórdia. E agradecendi Senhor, nós te vivemos que é maravilhoso meus braços perfeitos quando há tantos mutilados. Meus olhos perfeitos quando tantos não têm luz. Minha voz canta quando outras emudecem. Minhas mãos trabalham quando tantas mendigam. Que é maravilhoso, Senhor, voltar para casa quando tantos não têm para onde voltar. É bom sonhar, sorrir, amar e viver quanto tantos não têm o lenitivo de uma
as mãos trabalham quando tantas mendigam. Que é maravilhoso, Senhor, voltar para casa quando tantos não têm para onde voltar. É bom sonhar, sorrir, amar e viver quanto tantos não têm o lenitivo de uma crença. É maravilhoso, Senhor, ter tão pouco a pedir e tanto agradecer. Que assim seja. Graças a Deus e a Jesus. Vamos em paz. Lindo, lindo, lindo és. Glória, glória eu te dou, Jesus. Jesus lindo, lindo, lindo és. Glória, glória, eu te dou, Jesus. Jesus, só quero, só quero ver você. Só quero, só quero ver você. Só quero, só quero ver você. Só quero, só quero ver você. Só quero, só quero ver você. Só quero, só quero ver você. O que é que os anjos vêm que os fazem se prostrar? O que é que os anjos vêm que os fazem cantar santo? O que é que os anjos vem e os fazem se prostrar? O que é que os anjos vem que os fazem cantar santo? Quando eu te vejo, eu percebo algo diferente em mim. Quando eu te contemplo, eu me torno cada vez mais semelhante a ti. Quando eu te vejo, eu percebo algo diferente em mim. Quando eu te contemplo, eu me torno cada vez mais semelhante a ti, Jesus. Só quero, só quero ver você. Só quero, só quero ver você. Só quero, só quero ver você. Só quero, só quero ver você. Eu só quero, só quero ver você. Só quero, só quero ver você. Jesus. Jesus.
Vídeos relacionados
Mediunidade em crianças: um olhar amoroso e esclarecedor
Estudantes do Evangelho TV · Cynthia Arruda
Mediunidade com Jesus - Cynthia Arruda
FEEGO · Cynthia Arruda
SEMINÁRIO 2024 - Abertura
Estudantes do Evangelho TV · Cynthia Arruda
Bloco 2 - IV CONGRESSO AME BH | MEDIUNIDADE NA INFÂNCIA E JUVENTUDE com Jorge Elarrat
TV Goiás Espírita · Jorge Elarrat
Mediunidade com Jesus - Cynthia Arruda
Estudantes do Evangelho TV · Cynthia Arruda
IGESE Falando de Espiritismo - Mediunidade em crianças- Rosana Silva
TV Goiás Espírita · Rosana Silva, Adriano Máscimo
#06 - O Livro dos Médiuns - Comece pelo Começo 2ª temporada
TV Goiás Espírita · Antônio César, Otaciro Rangel, Mariza Borges, Rômulo Marques
Mediunidade e obsessão na infância
TV Goiás Espírita