MEDIUNIDADE E COMPROMISSO - Ricardo Honório [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 28/10/2025 (há 5 meses) 45:30 503 visualizações

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Transcrição

Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor, [música] estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim que [música] encontrei na comunhão. Foi [música] nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando [música] a ti, Senhor. Boa tarde a todos. Sejam todos bem-vindos à comunhão espírita de Brasília aqui presencialmente e os que nos ouvem através dos nossos canais, não esqueçam de ativar as notificações, seguir a nossa página, compartilhar e se inscrever, porque aí vocês podem fazer o comentário lá no chat para que possamos continuar levando o evangelho à luz da doutrina espírita a todos os cantos. Estamos aqui com o nosso irmão, mais uma vez a segunda-feira, o Ricardo Honório, que vai nos trazer o tema hoje sobre a mediunidade e que possamos tirar aquilo que é para nós, nosso entendimento dentro do nosso conhecimento. Vamos fazer uma leitura de harmonização e passar a palavra para o nosso irmão. Usamos esse livrinho Conselhos úteis, que é psicografado por Hilda Alonso, ditado pelo espírito Hilda Pereira Magalhães. Aqui é uma história entre mãe e filhas, em que ela, a mãe, passou mensagem para a filha e foi transformado em livro essas mensagens que é confeccionado pelo pela editora da comunhão espírita. Sim, nós temos nossa editora, no qual já temos publicados alguns bons livros que temos na nossa livraria. E aqui vamos pro a mensagem ânimo. Ontem eu te observava e verifiquei o quanto te dedicas à leitura e à meditação. Lê bastante, reflete sobre aquilo que lês. Chega até te comover com a beleza da literatura evangélica. E muitas vezes te propões a seguir novas diretrizes, mudar tuas reações, melhorar teu comportamento. Mas eis que de repente, em meio aos teus melhores propósitos, ao menor incidente, te deixa surpreender pela impaciência, pela intolerância, pelo descontroles e esqueces aquilo que tanto te emocionara e te fizera traçar um novo rumo à vida. É então que te sentes sem ânimo, lamentando tuas próprias fraquezas.

impaciência, pela intolerância, pelo descontroles e esqueces aquilo que tanto te emocionara e te fizera traçar um novo rumo à vida. É então que te sentes sem ânimo, lamentando tuas próprias fraquezas. E eu te digo, não percas o ânimo. Ainda és humilde mortal em processo de burilamento. Não alcançastes ainda superioridade alguma que caracteriza os anjos. Os iluminados vemos que lutas incansavelmente à procura de uma pequena centelha de esclarecimento. Terá muitas oportunidades. Aproveita-as quando chegar chegares chegarem. faz com que o erro, a vacilação de agora seja a experiência proveitosa da próxima vez. Ainda precisas de erro para aprender, mas vê que ele não se repita indefinitivamente, para que não retardes demasiado teu progresso, teu crescimento interior enquanto precisares, estareis contigo, abençoando e incentivando-te na prática do bem. Me lembra muito uma passagem de Joana de Angeles com Divaldo, em que ele estava com todos esses questionamentos e já tava trabalhando no espiritismo, já tava trabalhando na na sua mediunidade, servindo ao próximo e muito empolgado ainda, mas ele via muito travadas. E Joana disse para ele: "Divaldo, meu filho, as pessoas, o mundo e os problemas nunca foram como tu os via. foram colocado diante de ti para que evolua como espírito. Então isso aqui tá dentro muito da palavra do nosso da nossa irmã e dentro do que o nosso irmão vai nos trazer hoje, essa mediunidade nossa de cada dia. que possamos fechar nossos olhos, nos colocar aqui presentes, dizendo: "Pai amado, mestre Jesus, querida Maria de Nazaré, Dr. Bezerra de Menezes, diretor espiritual dessa casa e a a equipe espiritual que conduz esses trabalhos nesse horário. Que possamos ter sempre o bom ânimo de aprender e colocar em prática os seus ensinamentos, Jesus. Que não fique só nos ensinamentos, mas possam ser a presença viva em nossa vida. Assim, mestre amado, pedimos permissão para dar início a mais uma oportunidade, que o nosso irmão Ricardo Honório receba as inspirações do alto dentro daquilo

possam ser a presença viva em nossa vida. Assim, mestre amado, pedimos permissão para dar início a mais uma oportunidade, que o nosso irmão Ricardo Honório receba as inspirações do alto dentro daquilo que ele se preparou, que possa nos trazer sempre com a sua clareza nas palavras, como sempre faz em seus programas, em suas palestras, nos trazendo a orientação do teu evangelho. e dos teus ensinamentos para podermos colocar em prática no nosso dia a dia. Assim seja. Boa palestra, meu irmão. Que bons espíritos lhe inspirem. >> Boa noite a todos. Sejam todos bem-vindos mais uma vez ao Salezerra de Menezes da Comunão Espírita de Brasília para mais um momento de reflexão, de instrução, de aprendizado para todos nós. Cumprindo a programação da casa, trazendo para hoje o tema mediunidade e compromisso. A leitura introdutória que o Wagner acabou de fazer já nos convida para uma reflexão no sentido de identificarmos as razões que nos trazem a esta existência. A mensagem da Hilda Alonso já nos faz pensar sobre o porquê daquilo que acontece com cada um de nós e que costumeiramente denominamos de problemas, de obstáculos, de desafios e que eu acredito Tudo não passa de oportunidades para provarmos para nós mesmos a nossa capacidade de continuar em frente, apesar deles. a nossa capacidade e a e a nossa obstinação de continuar a nossa busca pelo nosso melhoramento, apesar desses tais obstáculos que parecem desejarem impedir a nossa caminhada. Eu não tenho dúvidas, estou convencido de que cada um de nós, quando aportamos neste planeta, nesta encarnação, trouxemos todos as ferramentas, os instrumentos de que precisamos para concluir esta etapa da nossa vida espiritual com sucesso. E a mediunidade é uma dessas ferramentas que muitas vezes nos parecem, em função da nossa ignorância sobre o fato, nos parecem um escolho, nos parecem um problema a mais. E a doutrina espírita vem nos explicar de que a doutrina espírita, ao contrário desses pensamentos, é um instrumento de trabalho, mas um instrumento que exige o nosso

, nos parecem um problema a mais. E a doutrina espírita vem nos explicar de que a doutrina espírita, ao contrário desses pensamentos, é um instrumento de trabalho, mas um instrumento que exige o nosso compromisso diante da sua realidade. exige o nosso comprometimento com a causa, apesar desses pretensos obstáculos que vemos no nosso dia a dia. Lembro que certa vez falando isso num grupo de estudos, um colega presente levantou a mão, pediu a palavra e fez o seguinte comentário: Considerando que eu não tenho nenhuma mediunidade ostensiva, isso significa que eu não tenho nenhuma ferramenta de trabalho? Significa que se eu não tenho mediunidade ostensiva, é porque eu não tenho nada a reparar que precise da mediunidade para fazê-lo. E eu lhe respondi: "Não é bem assim. A mediunidade é um instrumento que a natureza nos faculta quando nós, antes da encarnação, obviamente, aceitamos o compromisso de recebê-la. E contei naquele momento uma historinha para tentar facilitar a compreensão do processo mediúnico em cada um de nós. Falei o seguinte: todos nós somos correntistas de um banco chamado justiça divina. Todos nós, ao longo das nossas experiências reencarnatórias, fomos fazendo empréstimos, fizemos empréstimos nesse banco e que nem sempre conseguimos resgatar essas faturas oportunamente. Com o passar do tempo, o gerente desse banco nos procura e nos faz uma proposta da seguinte forma. Meu amigo, estou vendo aqui a sua ficha no banco e percebi que você tem alguns empréstimos atrasados, muitas faturas atrasadas. Estou entendendo que você não está conseguindo cumprir com os seus compromissos diante das da sua dívida. E eu quero lhe fazer uma proposta. E a proposta é a seguinte. O banco te oferece alguns instrumentos para que você possa prestar serviços e ir saldando a sua dívida com essa prestação de serviços ao banco e a outros correntistas. E naquele momento nós dissemos assim: "Mas que serviço eu posso prestar para esse banco? o que que eu posso fazer? E o gerente disse: "Não se preocupe com isso. Nós

s ao banco e a outros correntistas. E naquele momento nós dissemos assim: "Mas que serviço eu posso prestar para esse banco? o que que eu posso fazer? E o gerente disse: "Não se preocupe com isso. Nós vamos lhe oferecer algumas ferramentas, alguns instrumentos e nós vamos te dar as condições de aprender a operar esses instrumentos para que você possa utilizá-lo durante esses serviços extras que você fará". E nós certamente dissemos assim: "Mas eu já tenho as minhas atividades diárias, já tenho os meus compromissos familiares, já tenho os meus compromissos profissionais. Como é que eu vou assumir ainda uma tarefa dessa natureza?" E o gerente disse: "Não se preocupe com isso. Essa prestação de serviços que você vai oferecer para o banco não vai exigir que você saia das suas atividades profissionais, muito menos que você abandone a sua família. Você vai poder construir, você vai poder contribuir depois do seu horário de trabalho, nos finais de semana, depois de cumprida as suas tarefas profissionais obrigatórias. E naquele momento, conscientes do tamanho da nossa dívida e já conscientes também da necessidade de resgatarmos essas faturas atrasadas, nós aceitamos a proposta e com isso nós reencarnamos e trouxemos nos nas no nosso condicionamento físico a ferramenta de trabalho. denominada mediunidade. chegado o momento aprasado, a média unidade desabrocha e ela desabrocha das mais diversas maneiras e muitos casos de forma dolorosa, por intermédio de afecções, doentias, muitas vezes por intermédio de um desvirtuamento comportamental apenas para chamar a nossa atenção para o fato de que existe algo em comum em nós que precisa ser tratado. E quando isso acontece e devidamente orientados procuramos uma casa espíritas espírita, somos orientados a conhecer a doutrina e a estudar a mediunidade. Então o colega perguntou: "Então a mediunidade serve para que nós trabalhemos para outrem? A mediunidade serve para que nós trabalhemos em benefício desse banco da espiritualidade e de outros correntistas."

o colega perguntou: "Então a mediunidade serve para que nós trabalhemos para outrem? A mediunidade serve para que nós trabalhemos em benefício desse banco da espiritualidade e de outros correntistas." E eu disse num segundo momento, sim, mas num primeiro momento o principal papel da mediunidade é trabalhar a nossa própria evolução espiritual. A mediunidade é esse instrumento que nos auxilia, que nos ajuda a resgatar as faturas atrasadas que temos com o banco da justiça divina. É uma forma de nós fazermos um pouco a mais do que faríamos se não tivéssemos a tal da mediunidade. Sem ela, dificilmente utilizaríamos as nossas horas vagas, os finais de semana, as os períodos noturnos para nos dedicarmos ao benefício de outrem. Sem a mediunidade, muito provavelmente nos dedicaríamos nesses horários a nos locarmos de outros benefícios, de outros prazeres para nós mesmos. Mas a mediunidade nos chama ao trabalho. É por intermédio da mediunidade que nós aprimoramos os nossos conhecimentos da espiritualidade, porque a mediunidade nos exige estudo sistemático. A mediunidade nos exige refletirmos sobre o porquê dela existir em nós. E ao refletirmos sobre isso, vamos identificar que em eras passadas maltratamos, desobedecemos, infringimos sofrimentos a outrem e que nesta encarnação recebemos a oportunidade de resgatarmos esses equívocos do passado, nos dedicando ao bem do outro. E alguém pode perguntar: "Mas como vou saber a quem foi que eu maltratei no passado para que eu possa me redimir diante dele?" Isso não é importante, porque quando nós fazemos mal a alguém, a espiritualidade não personifica, não individualiza o mal feito. Porque na verdade quando nós fazemos mal para um irmão, nós estamos infringindo as leis divinas. E a mediunidade nos convida para o reajustamento com essas leis e não especificamente com aquele, com aquela a quem infringimos algum mal. Então, não é preocupação nossa identificar a quem foi que eu maltratei para que eu possa me redimir. Não é preocupação nossa.

e não especificamente com aquele, com aquela a quem infringimos algum mal. Então, não é preocupação nossa identificar a quem foi que eu maltratei para que eu possa me redimir. Não é preocupação nossa. Devemos hoje fazer o bem sem olhar a quem. Os responsáveis pela condução da justiça divina estão nos encaminhando para esse confronto individual, se for o caso, para que o resgate haja, aconteça uns com os outros. Mas repito, o importante é nos resgatarmos diante da lei. Então, a mediunidade é esse instrumento que nos convida a trabalharmos em benefício do próximo, sem necessariamente identificarmos naquele próximo alguém que em algum momento eu tenha infringido algum mal. Então o colega tendo essa resposta, ele disse: "Então eu que não tenho mediunidade ostensiva nenhuma, quer dizer que eu estou kit, é porque eu não devo nada." E eu disse: "Não, talvez você seja um daqueles correntistas do banco que, tendo sido chamado pelo gerente para ter aquela conversa que eu já descrevi, não aceitou trabalhar depois do expediente. Talvez no momento daquela oferta que o gerente te fez, você disse: "Não, muito obrigado. Eu já vou trabalhar de 7 da manhã às 18 horas. Eu não quero mais nenhum compromisso para depois disso. E os meus finais de semana serão dedicados apenas ao divertimento e ao descanso. Como o gerente do banco também respeita o nosso livre arbítrio, disse: "Tudo bem, segue o teu caminho". E aí você reencarnou sem mediunidade nenhuma. Não porque você não tenha faturas atrasadas, mas talvez você não tenha aceitado a oportunidade de assumir esse compromisso diante da lei e diante da própria consciência. Mas aí diante dessa resposta, ele ficou preocupado. Será que eu fiz isso? Será que eu fiz essa besteira de não ter aceitado essa proposta? E eu disse: "Não sei, mas também não se preocupe, porque talvez as suas faturas estejam em dia. Talvez você não tenha reencarnado com nenhuma mediunidade ostensiva, porque você está cumprindo resgatar as suas faturas regularmente. Então, aqueles que porventura não tenham

faturas estejam em dia. Talvez você não tenha reencarnado com nenhuma mediunidade ostensiva, porque você está cumprindo resgatar as suas faturas regularmente. Então, aqueles que porventura não tenham nenhuma mediunidade ostensiva, não cometam esses dois equívocos. interpretativos. Primeiro, não se considerem tão quites com a lei que não precisam fazer nada, mas que também não sofram por não ter nascido com nenhuma mediunidade ostensiva, porque talvez o teu compromisso no cumprimento da lei seja em outro campo da atividade humana. E aí eu costumo citar alguns exemplos. Nossos irmãos e nossas irmãs médicos, por exemplo, médicos, enfermeiros, nossos irmãos da área da segurança pública, da limpeza pública, nossos irmãos psicólogos, nossas irmãs mães que se dedicam 24 horas por dia na manutenção. dos seus lares, na construção de novos seres humanos orientados, educados. São de irmãos encarnados que talvez o efeito de uma mediunidade ostensiva já estejam implícitos em suas atividades profissionais, desde que cumpram fielmente com o juramento que fizeram quando assumiram essas atividades de dedicação ao próximo. Então, quando nós trazemos para a nossa reflexão a temática da mediunidade e do compromisso, não pensemos que a mediunidade é o único caminho de cumprirmos as nossas responsabilidades diante das leis naturais. Uma das leis naturais descritas pelo Kardec em o livro dos espíritos é a lei do trabalho. Então, qualquer que seja a sua atividade profissional, considere-a uma forma de resgate dos seus débitos diante das leis divinas e quem sabe até uma oportunidade de depósito. Porque não devemos pensar que somos apenas devedores. Também temos nossos créditos e as nossas atividades humanas são formas múltiplas de construirmos créditos diante do banco da justiça divina. Tendo falado isso, ele se aquiietou, ficou mais tranquilo. E é essa tranquilidade que eu quero trazer para todos nós hoje. Tranquilidade decorrente da nossa conscientização do papel de cada um. Não é uma

do falado isso, ele se aquiietou, ficou mais tranquilo. E é essa tranquilidade que eu quero trazer para todos nós hoje. Tranquilidade decorrente da nossa conscientização do papel de cada um. Não é uma tranquilidade irresponsável, não é uma tranquilidade descomprometida com o papel de cada um, mas uma tranquilidade, repito, decorrente do nosso nível de consciência e compromisso para com o papel assumido nesta existência. Então, a doutrina espírita nos convoca a todos por intermédio da sua filosofia, da sua forma de ver o mundo, nos convida a refletirmos sobre isso. Quando trazemos no bojo dos ensinamentos espíritas, ensinamentos milenares, como aquele que nos pede, que nos orienta, que nos diz para nos conhecermos a nós mesmos. São ensinamentos milenares contidos no espiritismo atualíssimos, que nos diz: "Sem autoconhecimento, sem o mínimo de autoconhecimento, dificilmente caminharemos no sentido da luz, da luz que nos ilumina os caminhos a serem percorridos." Então, façamos essa paradazinha, essa paradinha estratégica no processo da nossa existência e nos questionemos sobre o nosso papel na sociedade. Qual é o meu papel? Será que eu estou contribuindo para a construção dessa paz que eu tanto desejo? Será que eu estou contribuindo para a espiritualização da sociedade e da humanidade do jeito que eu gostaria que fosse? Uma forma de responder essa pergunta é observando o nosso comportamento diante dessa mesma sociedade. É observando o nosso comprometimento na execução das atividades que nos foram confiadas diante dessa sociedade. Como pai, eu estou cumprindo bem esse papel. Eu estou sendo um organizador familiar, um mantenedor da harmonia familiar. Eu estou construindo indivíduos, seres humanos, homens e mulheres capacitados para construir uma humanidade melhor no futuro. Eu estou cumprindo o papel de transformar as minhas crianças em adultos conscientes e responsáveis dos seus papéis na sociedade que habitarão em breve como adultos. Como profissionais, eu estou sendo justo, honesto, no

o papel de transformar as minhas crianças em adultos conscientes e responsáveis dos seus papéis na sociedade que habitarão em breve como adultos. Como profissionais, eu estou sendo justo, honesto, no cumprimento das minhas atividades. Eu estou sendo atencioso, eu estou sendo educado, eu estou cumprindo bem o papel que a sociedade espera dentro daquilo que se espera da minha profissão, qualquer que seja ela. Se a gente fizer esse exercício de autoconhecimento, nós vamos perceber que a mediunidade ela vem exatamente como aquele instrumento extra para nos ajudar a atingir as metas previstas para essa encarnação. Então eu repito, se você é portador de uma mediunidade ostensiva, que seja a psicofonia, a psicometria, a mediunidade de cura, utilize bem essa ferramenta que a natureza que Deus em última instância te confiou. Lembre-se da parábola dos talentos. Porque a mediunidade é um talento que Deus te confiou. Não enterre esse talento como o personagem da parábola. saiba fazer bom uso e que esse talento possa redundar em benefício para você mesmo e para tantos outros quantos você pode atingir na utilização dessa ferramenta. Mas repito, se você não tem nenhuma mediunidade ostensiva, mas tem consciência do teu papel na sociedade, compra bem o papel que te toca nas atividades que competem a você desempenhar junto aos seus irmãos, aos seus companheiros de reencarnação. E nesse sentido, não existe profissão melhor, não existe atividade superior, todas são igualmente importantes. médicos, advogados, engenheiros, psicólogos, pedreiros, serventes, carpinteiros e por aí vão. Seja qual for a sua atividade, perceba essa atividade como a ferramenta que você recebeu para construir um mundo melhor. Perceba o instrumento, o talento que Deus te deu como o que você precisa para contribuir para o mundo melhor. Todos nós pensássemos assim e cumpríssemos bem os papéis que nos cabem no mundo, certamente já teríamos transformado esse mundo em algo muito superior. E esse é um dos papéis da doutrina

mundo melhor. Todos nós pensássemos assim e cumpríssemos bem os papéis que nos cabem no mundo, certamente já teríamos transformado esse mundo em algo muito superior. E esse é um dos papéis da doutrina espírita, fazermos fazer-nos refletir sobre isso. Por isso que eu digo sempre, o espiritismo não é apenas mais uma religião que a gente vem aqui e faz meia dúia de oração e vai embora com a consciência do dever cumprido. Não. O nosso dever é cumprido não é aqui na casa espírita. O nosso dever é cumprido é lá fora, no dia a dia, nas 23 horas restantes do dia. Já que a gente fica uma hora aqui na palestra. As 23 horas restantes é onde nós cumprimos o nosso papel. Aqui a gente vem apenas se reabastecer. Então é lá fora, é no nosso dia a dia, é nossa, é nas nossas atividades profissionais, é nossos relacionamentos familiares, onde estar a nossa maior contribuição para um mundo melhor e e para que nos tornemos pessoas melhores. Eu espero que esta mensagem tenha tocado coração e mente de cada um de nós. Pensemos sobre isso. Reflitamos sobre o papel da doutrina espírita na nossa vida para que depois não venhamos a nos arrepender. Meu Deus, que é que eu fiz? Eu perdi mais uma oportunidade, conforme mensagem do Dr. Bezerra de Menezes, salvo engano meu, disse ele que um dos maiores sofrimentos do espírito, quando volta à espiritualidade pelo desencarne, é a consciência do tempo perdido. Não sejamos nós a sofrer pela consciência do tempo perdido. Saibamos utilizar bem o tempo que nos é oferecido e saibamos utilizar bem as ferramentas que nos foram oferecidas, para que no final dessa jornada possamos nos olhar como alguém que venceu a si mesmo no processo de crescimento e de aprimoramento espiritual. E feita essa reflexão, volvamos nossos pensamentos ao criador, a Jesus, o nosso mestre, aos nossos mentores, aos nossos anjos de guarda, a todos aqueles irmãos que desencarnados que nos acompanham, bem como aqueles encarnados que cumprem papel de verdadeiros anjos ao nosso lado e agradeçamos a Deus.

entores, aos nossos anjos de guarda, a todos aqueles irmãos que desencarnados que nos acompanham, bem como aqueles encarnados que cumprem papel de verdadeiros anjos ao nosso lado e agradeçamos a Deus. por tudo que temos recebido nesta encarnação, que tenhamos a sabedoria de aproveitar bem todas essas benéces na certeza de que Deus não nos desampara nunca e que Jesus está sempre ao nosso lado, nos conduzindo para o melhor destino que possamos construir. Que a paz de Jesus permaneça no coração e na mente de cada um de nós. e as reflexões do nosso irmão, a gente possa tirar aquilo que é para nós, entrar em nosso coração, nas reflexões dessa mediunidade com Jesus da nossa caminhada aqui. O exemplo de Jesus, Jesus amou e trabalhou sem esperar retribuição. O verdadeiro cristão deve seguir o exemplo do mestre. servir com humildade e renúncia. Que possamos sempre buscar no exemplo do nosso Jesus de Nazaré, nosso guia e modelo, não só o exemplo, mas vivenciar o teu evangelho para buscarmos no nosso caminho esse julgo leve, não o julgo pesado, como nós colocamos em nossas costas. Nosso irmão vai chamar para o passe. Eh, peço que todos permaneçam com os celulares desligado ou no modo avião ou do silencioso para que não possa haver interferência durante o passe aqueles que forem tomar o passe. Aqueles que não forem, eu peço que levantem-se com silêncio para que nossos irmãos continuem continuem nas suas reflexões e orações. Lembrando sempre que estamos numa casa de oração e possamos nos manter o silêncio. Eh, uma boa semana a todos. Obrigado ao nosso irmão Ricardo Honório pelas palavras, pelas reflexões, pela clareza nas suas palavras e nos na sua transmissão do evangelho do Cristo. Nos encontramos mês que vem, se Deus quiser, aqui nessa casa de oração. A todos que nos ouvem pelos canais, continue nos seguindo, curta a nossa página, de deixe o seu like, que é o seu aplauso, e não esqueçam de ativar as notificações. E uma boa noite. Que a paz do Cristo esteja em vossos corações.

canais, continue nos seguindo, curta a nossa página, de deixe o seu like, que é o seu aplauso, e não esqueçam de ativar as notificações. E uma boa noite. Que a paz do Cristo esteja em vossos corações. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita [música] de Brasília. O passe tem como [música] finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo [música] melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira [música] tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com [música] o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais [música] dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor [música] meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura [música] para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a [música] cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e [música] que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações.

visitar os nossos lares, abençoando a [música] cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e [música] que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa [música] estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos [música] do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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