"Mediunidade e análise das comunicações", com Eric Pacheco e apresentação de Adriano Máscimo
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เฮ Pai, Deus protetor, aqui me ponho aos seus pés para lhe falar: Pai, pequeno eu sou, mas seu amor me deu a chance de poder recomeçar. Por isso peço em oração que ilumine meu caminho de cristão. Que eu jamais esqueço o que eu tenho nas mãos. A doutrina da consolação. Pai meu criador, bênção maior, tesouro igual, neste lugar não há. Pai, ó meu Senhor, com gratidão lhe peço forças para fazer multiplicar no lar, na casa de oração, numa rua onde houver algum irmão, levarei com toda a minha Minha devoção, a doutrina do meu coração. Oh. Pai meu criador, bênção maior, tesouro igual neste lugar não há. Pai, ó meu Senhor, com gratidão lhe peço forças para fazer multiplicar no lar, na casa de oração, numa rua onde houver algum irmão. Levarei com toda a minha devoção a doutrina do meu coração. Ah. Olá, sejam todos muito bem-vindos a mais uma live aqui do Iges, aqui no programa Igando de Espiritismo. Nós estamos recebendo vocês aqui neste dia 14 de abril de 2025 para mais uma noite então de estudos de um tema relacionado à doutrina dos espíritos. E na noite de hoje eu trago aqui o meu amigo Eric Pacheco. Seja bem-vindo, meu irmão. Tudo tranquilo? Tranquilo. É um prazer estar aqui. Muito obrigado pelo convite. Então vamos falar de mediunidade, né? É isso aí. Prazer é todo nosso. Muitíssimo obrigado por atender aí ao convite, né, de estar aqui eh no canal do IG, Instituto Goian estudos Espíritas e no programa Falando Espiritismo. E hoje para falar de mediunidade e análise das comunicações, que é um tema muito importante que eu tenho certeza que todo mundo que acompanhar vai gostar. Pessoal, para quem não conhece o Eric, o Eric está lá no Rio de Janeiro, né? está falando lá da capital do Rio, ele que é trabalhador do Centro Espírita Luz e Verdade e dono do canal Espiritismo em Kardec, que já fica aqui recomendado para todo mundo, né? E co-autor da obra História Geral do Espiritismo, que ele escreveu junto com um amigo nosso, Lucas Berlanza, né? Eh, o livro então foi é de autoria do Eric e
fica aqui recomendado para todo mundo, né? E co-autor da obra História Geral do Espiritismo, que ele escreveu junto com um amigo nosso, Lucas Berlanza, né? Eh, o livro então foi é de autoria do Eric e do Lucas Berlanza, a quem a gente deixa aqui um abraço também. fala um pouquinho pra gente, Eric, por favor, acerca desse desses dois trabalhos, né, do canal Espiritismo em Kardec, que é um canal que tem um trabalho muito bacana. Eu tenho certeza que todo mundo que der uma passadinha lá vai gostar. Eu eu vou destacar aqui o trabalho que você faz, né, e e fez em relação a ao espiritismo no exterior, né? enfim, como é que se dá o movimento espírita em diversos países. Eu acho um trabalho interessantíssimo. E também tem a obra História Geral do Espiritismo. Fala um pouquinho, por favor, aí desses dois trabalhos. Exatamente, né? Eh, tem um canal Espiritinho Kardec que eu criei no final de 2018 e eu entrevisto pesquisadores do Brasil, do exterior e tenho o programa com o João Gonçalves, que é de Portugal, que a gente une Portugal, Brasil e Espanha, né? E tem os estudos das obras de Kardec, né, a revista espírita, a as outras obras, né? A gente gosta de divulgar as obras de Kardec, né? Então, a obra, o que é o Espiritismo, outras espiritismo na sua mais simples expressão. E tem o livro, né, que a gente lançou, o primeiro eu lancei foi o Espiritismo perante seus inimigos e desafios contemporâneos, que foi com Lucas e com Artur. E agora esse história geral, né, com Lucas pela CCDPE, nãoé? E tem também na Amazon em ebook. Então, nesse livro a gente é mais uma apresentação ã a a no estilo acadêmico, vamos colocar assim, do espiritismo na sua totalidade, né, fazendo um geral, né? Já o primeiro era um livro mais de doutrina. Já o segundo era eh agora o História Geral é mais pisando a apresentação histórica de toda de todos os ah essas informações que estavam esparsas, né, em vários livros, enfim. Bacana demais. É isso aí, pessoal. Antes de mais nada, vamos fazer a nossa preste abertura. Então, eu vou pedir que todos
dos os ah essas informações que estavam esparsas, né, em vários livros, enfim. Bacana demais. É isso aí, pessoal. Antes de mais nada, vamos fazer a nossa preste abertura. Então, eu vou pedir que todos possam fechar os olhos. Vamos elevar os nossos pensamentos a Jesus, pedir que o divino amigo esteja conosco neste momento, nos amparando e nos intuindo. Nós que te pedimos, Senhor, a realização do tratamento espiritual que todos nós necessitamos. Que o Senhor permita que uma cachoeira de águas cristalinas possa nos banhar neste momento, retirando de nós todas as energias pesadas e deletérias que porvetura estejam nos envolvendo, tudo aquilo que nos traz sensação de cansaço, de tristeza, de amargura, de agonia. Que tudo possa ser dissipado por tua bondade. Realizada essa limpeza, nós te pedimos que o Senhor nos forneça as energias que nós necessitamos para o enfrentamento do dia a dia da vida terrena. aquilo que nos traz sensação de tranquilidade, paz, harmonia e, ao mesmo tempo de ânimo, de vigor, de coragem, para que nós possamos superar todas as nossas dificuldades. Te pedimos que o Senhor possa estar atendendo eh em extensão os nossos lares, todos aqueles que convivem conosco no nosso ambiente doméstico, os nossos parentes, amigos, vizinhos, companheiros de estudo e de trabalho, companheiros de casa espírita, de movimento espírita e principalmente, Senhor, os mais pequeninos, aqueles que neste momento sofrem e que passam por todo tipo de privação, seja no campo espiritual, emocional, seja no campo físico. Muito obrigado por tudo. Graças te damos. Que assim seja. Graças a Deus. Deixa eu mandar aqui um grande abraço para os amigos que estão nos acompanhando aqui, que se manifestaram através dos chats. Eu falo dos chats porque o programa está sendo retransmitido por vários canais, né? Já mandando aqui um grande abraço. Além do canal do IGES, Instituto Goiano Instituto Espíritas, o programa está sendo retransmitido pelo Grupo Espírita Fonte Viva, TV Secal, TV Goiás Espírita,
is, né? Já mandando aqui um grande abraço. Além do canal do IGES, Instituto Goiano Instituto Espíritas, o programa está sendo retransmitido pelo Grupo Espírita Fonte Viva, TV Secal, TV Goiás Espírita, Web Rádio Fraternidade, Rede Amigo Espírita e nós já mandamos aqui um grande abraço a todas essas equipes, né, os canais parceiros. Muitíssimo obrigado. Eh, e nós pedimos que vocês que estão nos acompanhando, que vocês possam se inscrever aqui no canal do Igzi. Se inscrevam, ativem as notificações, curtam e compartilhem os vídeos, inclusive este que você está assistindo. Isso é muito importante para que o nosso conteúdo seja reconhecido aí pela plataforma e possa ser indicado a mais pessoas e consequentemente chegar a mais lares. Nos acompanhem também nas nossas redes sociais, Instagram, Facebook, por meio dos nossos perfis você vai acompanhar a nossa programação. E essa divulgação fica estendida aí a todos os nossos parceiros também, que todos possam prestigiar os nossos parceiros. Então, mandando abraço aqui pra Vera Sambate, que está conosco, deixou o seu boa noite e diz que conhece aqui o trabalho do Eric. Ah, deixa eu ver quem mais está conosco aqui. Francisco Júnior, meu amigo Francisco Júnior. Ele é que é do que é do Conselho de Administração aqui, companheiro do Conselho de Administração da Federação Espírita do Estado de Goiás. Muito obrigado, Francisco. Valeu demais. A nossa amiga Flávia Teodoro. Que bom, Flávia, contar com a sua audiência aqui também. Eh, ela que é de Vitória, Espírito Santo, né? Deixou o seu boa noite também. Valeu demais. Obrigado. Ah, Suzi Prudente, a Suzi do Lar de Jesus, casa importante aqui eh de Goiânia. Valeu demais, Suzi. Obrigado por estar conosco. Ela deixou uma mensagem aqui, entender mediunidade sobre a luz do estudo e da verdade. É isso aí, Suz. Valeu demais. Obrigado. Robson Reis, meu amigo Robson, ele que é do Segal, casa também muito importante aqui de Goiânia. Valeu demais, Robson. Obrigado por estar acompanhando. E o Marcos Bergame que está conosco, Marcos
ado. Robson Reis, meu amigo Robson, ele que é do Segal, casa também muito importante aqui de Goiânia. Valeu demais, Robson. Obrigado por estar acompanhando. E o Marcos Bergame que está conosco, Marcos que é do Rio aí, Eric. Ele que é do Meer do Rio de Janeiro, está nos acompanhando. Valeu demais, Marcos. Obrigado, Marcos. Eu tô, eu tô precisando fazer o convite para ele para marcar aqui uma live com ele. Eh, não me deixa esquecer não, viu, Marcos? Se eu esquecer de entrar em contato contigo ainda hoje, me manda uma mensagem. Cabecinha tá muito cheia, às vezes eu eu, né, me perco aqui, mas eu vou vou combinar contigo a sua live, viu? Uma data aqui para você, para estar aqui no Igo. Falando de espiritismo, Eric. Então, sem mais delongas, vamos ao tema da noite. É, você vai falar com a gente então acerca desse tema que é tão importante, né, acerca da mediunidade, eh, e em tempos que a gente precisa tomar muito cuidado, né, a a acerca aí das mensagens mediúnicas que surgem aí de todo lado, eh, e que a gente precisa ter muito critério acerca aí de da da nossa crença, né, eh, na nas mensagens que chegam, eh, se são mensagens e eh eh enfim confiáveis ou não. Eh, então, o tema da noite, mediunidade e análise das comunicações. Eu gostaria que você então fizesse uma introdução acerca desse tema aí, quando eu te fiz o convite, né? Por que que você escolheu esse tema, enfim, que você falasse um pouquinho pra gente. Então, eh, muito obrigado e exatamente por isso, né? Porque a gente tá na época da internet, não é? Ah, e por a gente tá nessa época, muitos a mensagens são colocadas, né? E às vezes a algumas comunicações com teor político, né? Porque a pessoa ela ela quer botar uma autoridade naquilo que ela tá falando, então ela coloca como uma fonte espiritual às vezes mensagens com teor político. Então, tenho visto isso bastante acontecendo e como a gente, eu, eu costumo falar aqui contra essa politização do espiritismo, né, que Kardecendava, que o espiritismo não se alinhasse a qualquer tipo de ideologia,
visto isso bastante acontecendo e como a gente, eu, eu costumo falar aqui contra essa politização do espiritismo, né, que Kardecendava, que o espiritismo não se alinhasse a qualquer tipo de ideologia, então eu resolvi falar isso exatamente por isso, né? Eu tenho visto, por exemplo, algumas alguns canais mais alinhados com pensamento materialista, assim, vamos dizer assim, colocando, por exemplo, quando algum alguém alguém de direita desencarna, a pessoa vai e faz uma psiografia dessa dessa pessoa de direita, eh, sofrendo, arrependida, né? Então, isso tem acontecido. Então, é importante ter uma análise e saber como Kardec fazia isso, né? análise das comunicações, né? Então, ah, falando desse tema, Kardec, ele definiu a mediunidade em dois sentidos na sua obra, o sentido lato e do sentido estrito. Então, ele fala: "Todos somos médiuns, mas quando ele fala todos somos médiuns, ele tá usando um sentido do lato que é o quê?" A a inspiração, né? Todos temos inspiração. Acho que todo mundo aqui que tá assistindo eh já teve uma intuição mais forte, uma inspiração de algo que deveria fazer, né? Pediu conselhos ao São Anjo da Guarda e teve uma inspiração. Então, nesse sentido, todos nós temos essas inspirações, essas intuições às vezes um pouco mais forte. Ah, mas Kardec no livro dos médos, ele foca na mediunidade no sentido estrito do termo, que é um que se que ele diz se manifesta por efeitos patentes, né? Ele coloca isso no item 159 do livro dos médiuns, que é aquela mediunidade que se manifesta por efeitos mais ostensivos. Então aí ele aqui recebe um nome, né? Psografia e psicofonia. Então, o foco do livro dos médiuns é nesse é nesse tipo de mediunidade, né? Então a gente já fica claro que a mediunidade nesse sentido estrito, Kardec vai dizer é orgânica, ou seja, radicada no organismo, porque independe da moral, porque Kardec havia médiuns que que eram que tinham um caráter, né, eram de bom caráter, mas tinha outros médiuns que se desviavam, então independia da moral, ou
organismo, porque independe da moral, porque Kardec havia médiuns que que eram que tinham um caráter, né, eram de bom caráter, mas tinha outros médiuns que se desviavam, então independia da moral, ou seja, o Kardec viu já que dependia do organismo, ele fala é é radicado no organismo. existe alguma tendência orgânica que ele não chega a explicar, ele não entra nessa questão biológica, né? Hoje em dia tem tentativas de explicar. Ah, a teve um estudo recente falando de genética, no movimento espírita brasileiro se fala muito da glândula pineal, né? Mas não existe uma confirmação, ele não especifica, ele só diz, só diz tem alguma diferença genológica, né? que é radicado no organismo. Aí a partir disso, você pode desenvolver a mediunidade se você tiver aquela predisposição, né? Então a pessoa só pode desenvolver a partir de uma predisposição que existe. E aí Kardec e analisando as comunicações que ele recebeu, ele percebeu que eram espíritos de vários graus de evolução que se comunicavam intelectual e moral. Tanto que daí vem a escala espírita, né? Então ele precisava de um método para ver o que que eh se os espíritos dizem uma coisa, outros dizem outra. O que que ah qual tá dizendo a verdade, né? Como como ver se a se a mediunidade realmente, porque muitas vezes o médium ele recebe algo que tá errado, mas não é culpa do médium, porque o médium é como se fosse assim um carteiro, né? tem uma influência do médium, mas ele o conteúdo em si não é dele e ele não consegue provocar aquela mediunidade de vontade. Até por isso Kardec falava para não cobrar a mediunidade. Por quê? Por exatamente pelo conteúdo não ser dele e ele não poder controlar aquilo, né? Mas então, por ele perceber que as comunicações tinham vinham de diferentes fontes, ele precisava de um método. Então, lá na introdução do Evangelho Segundo Espiritismo, Kardec vai falar do controle universal do ensino dos espíritos, que ele falava, ele passava tudo que ele recebia pelo crio da razão e pelo consenso universal,
rodução do Evangelho Segundo Espiritismo, Kardec vai falar do controle universal do ensino dos espíritos, que ele falava, ele passava tudo que ele recebia pelo crio da razão e pelo consenso universal, né? Ou seja, primeiro pelo crio da razão. Pend essa comunicação, ela tem lógica, não é? Ela segue uma linha uma linha de raciocínio lógico, ela tá de acordo com os fatos e depois ele via aquilo tinha uma concordância, né? Ou seja, vários médiuns desconhecidos entre si falavam a mesma coisa. Então ele vi isso aqui tem uma tem uma uma concordância, né? Tem uma garantia maior, né? E aí no próprio livro dos médios, Kardec vai falar sobre a questão que eu falei no início da identidade dos espíritos. Tem um capítulo no livro dos médiuns que é justamente sobre isso, que é da identidade dos espíritos. E Kardec vai falar, né, como reconhecer a identidade de um espírito. Aí Kardec vai dividir em dois grupos, né? Ele vai falar dos espíritos recentes e dos espíritos antigos, né? Então, suponhamos que um falecido, alguém da minha família desencarna e eu tenha que reconhecer, né, como é que eu vou fazer isso. que fala, eu conhecendo aquele aquele aquele familiar, né, pode haver certas tendências, certos ah certas coisas que só eu sabia sobre aquele parente, o méd não sabia, né, certos vícios que aquele que aquela pessoa tinha. Então vai ter uma uma identidade mais constatável, né? um espírito recente que eu conheço, que a família conhece. Agora ele vai falar dos espíritos antigos. Se se, por exemplo, vier uma comunicação assinada Platão, não sei, alguma figura antiga, aí Kardec vai falar: "É mais difícil nesse caso por motivos óbvios, né?" Ah, a não ser que ele fale algo pouco conhecido da história daquele daquele personagem, a garantia que a gente tem é a linguagem e o conteúdo. Então, por exemplo, se vier uma uma mensagem do de Agostinho, que é um espírito que se comunicou nas obras de Kardec, nas obras fundamentais, a gente sabe que é um espírito superior e que não daria uma comunicação que tivesse algum conteúdo
agem do de Agostinho, que é um espírito que se comunicou nas obras de Kardec, nas obras fundamentais, a gente sabe que é um espírito superior e que não daria uma comunicação que tivesse algum conteúdo nocivo, alguma coisa lógica. Então, já é um critério, né, a linguagem. Mas aí Kardec vai fal vai dizer, pros espíritos mais antigos, o que importa é o conteúdo mais do que a assinatura, né? Tem pessoas que se preocupam muito com a assinatura, mas pro Kardec o importante mais é o conteúdo. Tanto que Kardec vai dizer no livro dos espíritos que o nosso anjo da guarda pode tomar o nome de um espírito conhecido para se formar de familiar pra gente e a gente pode chamar ele também de porque os espíritos superiores não tm essa rivalidade entre eles, né? então ou uma vaidade, enfim. Então, caso for feita, né, uma ou uma comunicação espontânea ou uma evocação, como tá no capítulo 25, né, e como diz lá o sub título do livro dos médiuns, né, guia dos dos médiuns e dos evocadores, a gente pode fazer essa análise pelo cri da razão e pela e pelo consenso, né, da universalidade dos espíritos. Então, os princípios que Kardecou foram todos dados a partir desse dessa questão, né? eram eh ensin os dados coletivamente. E por isso que a obra do Kardec teve tanta uma repercussão tão rápida, porque aqueles ensinos já eram dados em outras localidades e quando eles viam a obra, na obra de Kardec, aquilo tudo concatenado, né, analisado pela razão do do do Kardec, então eles viam logo que era que era aquilo mesmo, né? Kardec diz na revista espírita, né, que das várias comunicações que ele recebia apenas 100, né, ele recebia milhares, né, apenas 100 eram para publicidade. Então, hoje em dia tem uma uma com a internet se facilitou a publicação e tem uma a publicação sem o filtro, né, de quem publica e também da análise das pessoas que estão vendo aquilo. E aí algumas pessoas se aproveitam disso para politizar pros diversos interesses que essa pessoa pode ter, né? E aí muitas comunicações de origem ah que a pessoa coloca como
as que estão vendo aquilo. E aí algumas pessoas se aproveitam disso para politizar pros diversos interesses que essa pessoa pode ter, né? E aí muitas comunicações de origem ah que a pessoa coloca como espiritual ou pode até ser espiritual, mas eh é não é um espírito sério, com certeza se comunicando ali do espírito colocando sua ideologia política, né? Por quê? Como a pessoa ela quer dar autoridade, aquela comunicação, ela tem que atribuir origem espiritual, porque ainda existe muito aquela mentalidade dos espíritos serem infalíveis, né? E a gente sabe que um espírito desencarnado não se torna santo por ser desencarnado. Ele pode ainda continuar com seus vieses, ah, principalmente se for um espírito da terceira ordem, né? Como coloca a escala espírita a partir da questão 100 do livro dos espíritos. Então é importante ter esse cuidado e analisar a as comunicações que nos são chegadas, né? Seja seja nos grupos particulares, nos centros ou as comunicações que a gente que nós vemos ah publicadas em romances, livros ou na internet, ter esse cuidado e ter essa noção, né? Kardec coloca lá no livro dos médiuns, não existe médium perfeito na Terra. Então, todo médium você tem que analisar e submeter ao crio da análise de todas as comunicações. E aí, justamente por isso que eu trouxe esse tema, né, por porque a gente tem visto esse esse uso, né, voltado a para essa questão da mistificação e pra questão da politização, que é um tema que eu já falei aqui, né, a gente fala recorrentemente da recomendação de Kardecurar Espiritismo com ideologias políticas, justamente porque Kardec tinha uma preocupação de não gerar sismas, né? Ele cria um movimento unido em sentimentos e e na caridade, né? Não, as pessoas não concordavam 100%, mas tinham um sentimento de caridade que unia essas pessoas. Tanto que é nesse sentido que Kardec vai usar o termo religião na revista espírita, não sentido usual dos dogmas, né? Mas ele fala religião filosófica no sentido da união de pensamentos, sentimentos. Então aí
e é nesse sentido que Kardec vai usar o termo religião na revista espírita, não sentido usual dos dogmas, né? Mas ele fala religião filosófica no sentido da união de pensamentos, sentimentos. Então aí ele ele vai ver, né, questões de política, de economia social, de dogma são questões eh principalmente política hoje em dia, né, que é uma coisa que tá causando muita divisões, é algo que causa cismas, né, que causa rompimentos. Então, por um movimento como o espiritismo, que ainda não é um movimento dos maiores, né? Isso é muito preocupante. Essa essa essas brigas internas podem acontecer por causa da política. E a mediunidade é um dos meios que se que se tem utilizado para isso, não é? a a mediade usado como um instrumento de propagação de ideologias políticas, né, materialistas diversos escopos. Então isso isso é uma é uma das questões que a gente a gente deve dar atento, né? Ah, Kardec diz no livro dos médiuns, no capítulo das perguntas que você pode fazer aos espíritos, que o espiritismo ele tem um objeto de estudo, que é os espíritos, como tá lá na no prebulo do que é o espiritismo. O espiritismo estuda a natureza, o destino dos espíritos, bem como suas relações com o mundo corporal. Então, Kardec coloca, o objetivo do espiritismo não é falar de economia, de política. né? É falar e ele tá falando ali da mediunidade, né, nesse capítulo, não é perguntar os espíritos qual ideologia política tá certa, se é a esquerda, à direita, se é o a o modernismo, pós-modernismo, se é não sei o quê. O objetivo da mediunidade é lidar com a o estudo em relação aos espíritos. né? Então, perguntas de cunho científico, né? Não faria sentido os espíritos, por exemplo, nos darem a sem esforço uma resposta científica que nós mesmos temos que alcançar pelo nosso próprio esforço. Isso é uma dúvida recorrente, né? Pergunto, né? Por que que não se os espíritos se se comunicam, por que que não evocam Einstein? Ele dá uma nova teoria da física, né? O o Kardec vai colocar, né? Se os espíritos
dúvida recorrente, né? Pergunto, né? Por que que não se os espíritos se se comunicam, por que que não evocam Einstein? Ele dá uma nova teoria da física, né? O o Kardec vai colocar, né? Se os espíritos viessem nos e nos dassem tudo pronto, não haveria mérito de pesquisar do homem, pesquisar, concluir. Então, é a mesma coisa paraa política, pra economia, enfim, para qualquer área que não seja o foco do espiritismo. ah, ou para qualquer outras questões materiais que não seja o foco realmente do espiritismo, que é estudo da natureza, origem e destino dos espíritos, enquanto ciência e filosofia de consequências morais. Então, a gente não deve usar a mediunidade para se desviar desse objetivo, né, que seria justamente esse estudo, não é? Ah, e aí, né, eu queria reforçar mais uma vez a questão, nessa questão da análise, a questão do estudo da escala espírita, que vocês podem ir na a partir da questão 100 de o livro dos espíritos, que vai começar a partir da terceira ordem, né? São três ordens. A terceira ordem dos espíritos perfeitos, a segunda ordem dos bons espíritos e a primeira ordem dos espíritos puros, né? Os espíritos puros, Kardec vai falar, são raros de se comunicar, né? Mas a terceira e a segunda ordem você distingue pela análise ah do conteúdo e da linguagem. E aí a nessa segunda, né, a primeira ordem só tem uma classe e a segunda é terceira Kardec divide em classes que aí vai ter os neutros, pseudosábios, os levianos, aí a classe vai ter os superiores, os bons, né? Então, cada uma dessa classe nos ajuda, né? O espírito ele pode ter características que daqui vai dizer de mais de uma classe, mas nos ajudam a perceber com com qual espírito a gente pode estar lidando. Tem muitas vezes o espírito se comunica, mas pode ser um espírito eh mistificador, né? Se passando por outro, usando nomes venerados, enfim. E aí, ah, se utilizando aquilo para colocar os sistemas dele. E hoje em dia o que tá na moda é esse debate político. Então, tanto pode ser um espírito que se aproveite daquilo para impor seus
, enfim. E aí, ah, se utilizando aquilo para colocar os sistemas dele. E hoje em dia o que tá na moda é esse debate político. Então, tanto pode ser um espírito que se aproveite daquilo para impor seus sistemas políticos, quanto pode ser algo influenciado ali, como diz no movimento espírita, o animismo, né, que Kardec falava da influência na comunicação, eh, colocando uma certa tendência, né, para um lado, para um outro, né, que é algo que a gente tem que tomar cuidado, porque é algo que todos nós podemos estar suscetíveis às vezes, né? A gente puxa para um lado, puxa pro outro e a doutrina, o espiritismo, ele ele é o que as obras fundamentais, como tá lá no catálogo racional, são as as 22 obras fundamentais que o Kardec List tá lá, né? A revista espírita, o o livro dos espíritos, o livro dos médiuns, o que é o espiritismo, enfim. Então a gente não pode colocar simplesmente nossa opinião. A gente tem que se basear nesse nesse nosso crio, né, que é a nossa pedra de toque, que é Kardec, que são as obras que vieram através da colaboração, né? Como diz lá no capítulo um da Gênese, o espiritismo é uma revelação ao mesmo tempo que científica, é uma revelação divina. Por quê? Porque parte dos espíritos, mas cabe a elaboração dos homens, né? Então, Kardec, ele ele ele criou essa doutrina junto com os espíritos, mas cobe a elaboração dele, né? Ele tinha que passar pelo crio da razão, né? Analisar, comentar. Então, esse trabalho foi feito e a gente vê isso muito na revista, o Kardec atuante, né? Porque eu tô falando isso porque muitas vezes se coloca Kardec num num estado muito de passividade. Ele era bem mais ativo quando a gente vê estud história, né? Como foi o proceder dele, né? É difícil diferenciar o que que é Kardec, o que que são os espíritos. É uma coisa que que ficou misturado ali na obra, que é uma obra coletiva de Kardecos espíritos. Mas então por que que eu tô falando isso? Porque que a gente não a gente não pode ter um caráter passivo em relação à mediunidade de
sturado ali na obra, que é uma obra coletiva de Kardecos espíritos. Mas então por que que eu tô falando isso? Porque que a gente não a gente não pode ter um caráter passivo em relação à mediunidade de aceitar tudo que vem pelos espíritos sem ter um crio? Tanto que eh quando Kardec vai comparar a terceira revelação, que é o que é o consolador prometido, espiritismo, com as revelações anteriores, Kardec vai falar qual o diferencial da dessa revelação, a terceira, é justamente não estar pautado numa individualidade que se coloca como autoridade. Porque a a primeira revelação de Moisés foi dado uma revelação mosaica, né? A autoridade de Moisés, a Jesus também. O espiritismo não é pautado simplesmente numa num critério de autoridade, mas sim num estudo científico que pode ser feito por qualquer um. Todo mundo pode passar pelo cri da razão e e ler as obras de Kardec e e entender a razão daquilo, né? Você não precisa mais aceitar cegamente, né? Então é a é a fé raciocinada, não é? Então, eh, é importante a gente a gente compreender isso. E então, por isso que eu quis trazer esse tema, aproveitando essa questão que a gente sempre fala aqui da não politização, porque eu vi isso está acontecendo bastante de, por exemplo, desencarna uma figura da direita, então vem uma comunicação dessa pessoa arrependida no mundo espiritual, né? Ah, eu não vou citar nomes, né? Mas vocês podem ver aí então as pessoas usando isso, né, como um instrumento para mostrar, não, a olha como aquela pessoa tá no mundo espiritual. Então, algo o que ela pensava é falho, é é mal, né? Então é uma estratégia de de colocar dessa forma, né? se a pessoa tá no mundo espiritual e muitas vezes a pessoa realmente pode estar numa condição ruim no mundo espiritual, vamos dizer assim, né? Mas não necessariamente isso tem a ver com alguma questão política que por ser de esquerda, a pessoa vai estar numa posição melhor no mundo espiritual ou qualquer coisa desse tipo que que se queira colocar, né? que é o que seria uma uma coisa absurda,
uestão política que por ser de esquerda, a pessoa vai estar numa posição melhor no mundo espiritual ou qualquer coisa desse tipo que que se queira colocar, né? que é o que seria uma uma coisa absurda, dado que o próprio Kardec diz que não é o não é o objetivo do espiritismo de fazer essa divisão política ou dizer que pessoas de direita são melhores ou pessoas de esquerda são melhores, né? Ou colocar o espiritismo como de direita ou de esquerda. O espiritismo deve ser partidário e sem essas influências. Então é muito cuidado quando vocês observarem comunicações que são publicadas, seja em livros ou na internet, um teor tentando te influenciar para um lado político ou outro, porque não é esse o objetivo do espiritismo. próprio Kardec e os espíritos. Não é esse o objetivo, não é, não é para isso que o espiritismo se propõe, porque se fosse apenas uma uma doutrina para versar sobre o mundo material, sobre como deve ser a organização do mundo material, isso já existia, né? Aí não precisa do espiritismo, você pode, a pessoa pode criar um outro canal de política para falar desses temas separado do canal espírito. É uma ideia, né? Não precisaria do spiritismo para isso. Já tem eh canais de política, já tem já tinha na época de Kardec doutrinas políticas das mais variadas. Então a pessoa ela quer ocupar o espaço espírita para falar daquela ideologia muitas vezes materialista e colocando, atribuindo ainda uma fonte espiritual para dar autoridade para aquela comunicação. Tanto a normalmente as comunicações falando mal de de pessoas de direita desencarnadas ou colocando comunicações de pessoas de esquerda como se fossem santos no mundo espiritual, né? Então é uma é um é um uso muito ruim da da mediunidade que não era o que era recomendado por Kardec usar sua medidade com esse fito, né? E por outro lado também a questão de eh eh enaltecer determinadas personalidades políticas, né? que fulano é reencarnação de não sei quem, enfim, tudo com tudo visando eh eh fazer com que aquela
, né? E por outro lado também a questão de eh eh enaltecer determinadas personalidades políticas, né? que fulano é reencarnação de não sei quem, enfim, tudo com tudo visando eh eh fazer com que aquela aquele personagem da política nacional seja, enfim, melhor que isto. Tem tem também esse tipo de situação, né? Tá vendo de tudo na internet, né? Exatamente. Para dar uma para é o mesmo princípio da mediunidade, né? Para dar autoridade para aquela figura, né? Então você recebe uma comunicação espiritual, você fala que era a reencarnação de fulano, de eh de belano ou uma reencarnação de um espírito muito evoluído ou algo do tipo para dar autoridade para essa pessoa e falar: "Não, se a pessoa reencarnação, logo tudo que ela falar tá certo". Então você vai justificar as ideias daquela pessoa dando um simples argumento de autoridade, né? É uma falácia. E o espiritismo, como qualquer ciência, não se baseia em apelo à autoridade, se baseia nos fatos, na razão, os argumentos. Então você não pode se utilizar desse raciocínio, né? Falar não, o indivíduo, a gente não tem nem como saber disso, né? Kardec, nesse capítulo do livro dos Médium, sobre ah perguntas que se podem fazer os espíritos lá no livro dos médos, ele fala, a gente pode perguntar sobre vidas passadas, ele fala, eh, isso você vai acabar caindo em mistificação, né? E ele fala que a melhor garantia para isso seria vários espíritos espontaneamente virem e falarem alguma coisa sobre sobre a vida passada de alguém. Mas normalmente não é isso que acontece. é uma única fonte, né, que a gente não conhece direito e fala que fulano é reencarnação de de determinado espírito, que a gente não tem como averiguar, não tem ah e nem averiguar a identidade daquele espírito que tá falando, que tá dando naquela comunicação, né? Mas isso é realmente é outra estratégia que se utiliza de dar autoridade para uma pessoa falar que ela é reencarnação de um espírito que é evoluído ou considerado evoluído no nos meios espíritos ou no meio em geral, né? é um apelo à
ratégia que se utiliza de dar autoridade para uma pessoa falar que ela é reencarnação de um espírito que é evoluído ou considerado evoluído no nos meios espíritos ou no meio em geral, né? é um apelo à autoridade, enfim, que, como eu falei, em qualquer ciência você não você não se se pauta em argumento de autoridade. Você tem que se voltar em argumentos lógicos, nos fatos, né? A ciência ela é o quê? Ela é o misto da observação e da e do uso da razão. Então, você observa o mundo e faz conclusões, deduções, né? Então você tem que se basear isso, não num mero apelo a à autoridade, né, para justificar determinada ideologia ou uma alguma filosofia pessoal que você tenha, porque como eu falei, né, o espiritismo o objetivo dele é ah dos dois espíritos, não tratar de outros temas ou eh justificar determinado pensamento que que não seja o próprio espiritismo, né? cada ciência com ela própria e não não justifica outra, né, nesse sentido. É, e aí a gente vê que eh nós temos muitas incoerências, né, aí no no meio espírita, principalmente aí na internet, eh, e você acaba não entendendo o que que determinadas pessoas que se dizem espíritas estão buscando com a divulgação de ideias assim das mais eh eh contraditórias e até mesmo estapafúdias, né? eh eh e querendo colocar o espiritismo em em em caixinhas que que não tem nada a ver com, né, com a doutrina. Eh, então a gente tem que tomar muito cuidado, muito cuidado mesmo, eh, com a origem, né, da da de mensagens, enfim, eh, porque nós estamos vivendo um momento bastante conturbado, né, no no movimento espírita e, eh, com advento aí da da facilidade de comunicação pela internet, eh, e que eu acho que e eh tem que haver a liberdade, né, de comunicação, as pessoas pessoas tem que ter a liberdade de se expressarem. Eh, cabe a nós, eh, se a gente seguir a doutrina espírita, né, que a gente já vai fazer o nosso papel, que é o quê? Passar tudo pelo crio da razão. Se eu recebi uma mensagem, se eu recebi uma notícia, enfim, qual que é a primeira
e seguir a doutrina espírita, né, que a gente já vai fazer o nosso papel, que é o quê? Passar tudo pelo crio da razão. Se eu recebi uma mensagem, se eu recebi uma notícia, enfim, qual que é a primeira coisa que eu tenho que fazer? Checar se aquilo é verdadeiro, né? É exatamente, né? O que tá lá no livro dos espíritos sobre a lei de liberdade, né? liberdade de consciência que Kardec falava, ele atribuí a liberdade até por as doutrinas materialistas, mas ele falava, né? Tem que ter ah, claro, um tem que ter a liberdade, mas você tem que ter o ser hã crítico, né, no sentido eh positivo do termo, né, de analisar, né, de de ver se aquilo tem uma coerência ou não, não é? E como você falou, ainda mais no nos tempos atuais, né, de polarização e de de vieses, de pessoas atribuindo preconceito a tudo, né, ao espiritismo, a Kardec, enfim, a gente tem que ter ã muito cuidado com essas com essas muitas vezes, né, mentiras que acabam surgindo e que tem um objetivo às vezes político, né? né? Ah, esse, por exemplo, esses grupos que colocam essas ideias materialistas tem atribuído diversas vezes preconceito, né, ao espiritismo, a Kardec e a gente sabe que isso são fake news que eles espalham, né, que como se diz atualmente, né, com objetivos políticos, né, que a gente sabe que Kardec falou, né, todos são iguais pela a própria ideia de reencarnação acaba com os preconceitos, porque o mesmo espírito reencarna em diferentes etnias, em diferentes etnias, eh, em diferentes nações, né? Ora encarna como homem, ora em casa como mulher. Então, a reencarnação torna um preconceito algo sem sentido. E aí, além do do simples discurso, agora você tem usado a mediunidade também como essa ferramenta de propaganda, né, para para corrigir o que outros espíritos disseram ou para colocar coisas novas, né? Então, eh, é realmente algo que a gente precisa ter cuidado, né? Inclusive, às vezes, eh, já, já, já teve comunicações desse tipo que se viu que foi usado inteligência artificial, né, que agora tem isso, a inteligência artificial, que
gente precisa ter cuidado, né? Inclusive, às vezes, eh, já, já, já teve comunicações desse tipo que se viu que foi usado inteligência artificial, né, que agora tem isso, a inteligência artificial, que é algo que pode ser usado de maneira positiva, mas também de negativo, né, que a pessoa pede lá paraa inteligência artificial, faz um faz uma comunicação desse tipo, aí a inteligência artificial vai fazer, né? Aí tem como como ainda, né? Tem como saber se é ou não, mas é algo que precisa ter realmente cuidado, né? E Kardec sempre falava, independente da fonte, o importante se o conteúdo, se um conteúdo for incoerente ou falar de algo que o espiritismo não toca, né, você já sabe que não, independente da fonte, aquilo não pode ter vindo de um de uma fonte boa, né, pela pela pelos frutos com essa árvore, né, pelos efeitos com essa causa. Então, independente da origem, se foi o sea, feito pro IA, se foi na cabeça do médium, se foi o espírito mistificador, você se tem um conteúdo ruim, você já sabe que não pode ter vindo de uma boa fonte, pelo menos aquela comunicação específica ali. Então, eh, você tem que ter essa essa essa análise. Eu particularmente vejo que tudo é positivo, eh, todo ganho intelectual, tecnológico, ele ele é bem-vindo e faz parte do processo de aprendizado. Eu vejo que ter que passar pelo crio da razão, tudo que chega à gente, é é instrumento de evolução, né? Porque, poxa, se eu tenho que parar para pensar, né, raciocinar, avaliar aquilo ali, se aquilo é verdadeiro, se aquilo tem sentido, quer dizer, e eh isso tá tá me fazendo pensar, né, tá me fazendo sair do lugar comum. Então, tudo tem um lado positivo e um lado negativo, né? Eu tenho que eu tenho que ver como é que eu vou utilizar aquilo. A energia nuclear pode ser usada pro bem ou pro mal. A energia elétrica pode ser usada pro bem ou pro mal. A água pode ser usada pro bou pro mal, né? Então assim, eu tenho que avaliar eh como como utilizar aquela informação, né? Então isso é isso é bacana, isso faz a gente crescer, né?
pro bem ou pro mal. A água pode ser usada pro bou pro mal, né? Então assim, eu tenho que avaliar eh como como utilizar aquela informação, né? Então isso é isso é bacana, isso faz a gente crescer, né? Exatamente. Exatamente. É aquilo, né? Como, como eu falei da, da questão da lei de liberdade, né? a liberdade tem que existir, mas você tem que ter um crio para analisar o como utilizar essa essa liberdade e a nossa liberdade de de consciência de de pensamento de uma maneira eh racional, né? Sede mansos como os pombos, mas prudentes como as serpentes, né? Ó, deixa eu mandar abraço aqui para o perfil Opinião eh navegante, deixou o seu Boa noite. Valeu demais. Obrigado. Nelite Fernandes também deixou o seu boa noite. Valeu demais. Mônica Yosimura, valeu demais, Mônica. Obrigado por estarm nos acompanhando. Eh, deixa eu ver quem mais aqui. Neusa Maria Polato também está conosco, deixou o seu boa noite. Valeu demais. H aqui, ó, tem que algumas colocações aqui. Deixa eu buscar aqui. O Robson fez a seguinte colocação aqui, Eric, devemos ter muito cuidado com essas mensagens. Depois ele complementa aqui, já presenciei mensagem de Maria de Nazaré, Bezerra de Menezes, segundo a médium. Que que a gente pode estar falando aqui para o Robson, Eric? Então, é como diz lá no capítulo da identidade dos espíritos, que é o capítulo que justamente vai tratar essa questão, né? Aí, como eu falei, Kardec diferencia os espíritos eh antigos, vamos colocar assim, dos espíritos conhecidos recentes, né? Porque se for um familiar que se comunicou, né, o meu avô, por exemplo, quem vai poder identificar a identidade sou eu. Se falou ali alguma coisa na na comunicação que só eu sabia e o médico não sabia, por exemplo. Agora, se for um espírito Maria de Nazaré, como é que você vai analisar a identidade se é realmente aquele espírito ou se é um um espírito mitificador se passando, por exemplo? Ah, aí Kardec fala, nesse caso, não tem como ter garantia, mas você pode analisar a linguagem, né? Então, por exemplo, ah, se vem uma uma
o ou se é um um espírito mitificador se passando, por exemplo? Ah, aí Kardec fala, nesse caso, não tem como ter garantia, mas você pode analisar a linguagem, né? Então, por exemplo, ah, se vem uma uma mensagem, uma comunicação de Bezerra de Menezes, embora você não, mesmo que você não tenha uma uma aderência 100%, você pode ver assim, Bezerra de Menezes era um médico, era uma pessoa séria, então ele ele não estaria, por exemplo, uma comunicação com uma linguagem leviana, então você já descartaria a identidade, nesse caso, né? mesma coisa em relação a a outros nomes, né? Porque realmente existe existe a possibilidade de que não é nem o médium tá inventando, mas ser um espírito realmente, mas um espírito mistificador ali, né? Kardec falava que tem espíritos brincalhões, mistificadores que se passam, eles tomam nome de venerados, né? e colocam ali suas ideias, porque ele, o espírito sabe que com aquele nome ele vai conseguir melhor impor a ideia dele. Aí você tem que analisar, nesse caso, como você não é um espírito recente, você tem que analisar a linguagem e o conteúdo para ver, né, se realmente é ou ou não, né? Kardec falava que os espíritos da segunda ordem se comunicavam, né? Ele falava dos espíritos puros que eram raros. Os espíritos da segunda ordem se comunicavam bastante na época, Agostinho, mas aí era sempre uma análise rigorosa de Kardec para determinar, né? Então a gente não a gente não deve também ter medo da mediunidade, mas entender que a gente deve analisar com prudência, né? Eric, a Suzi faz algumas colocações aqui. Eh, além da politização a um mediunismo sem freios, né? Eh, ela também fala que a casa espírita não tem partido político. E, ã, deixa eu ver que mais. Ela ela fala aqui, ó, eu colocaria as curas do corpo no mesmo viés. Eh, muitos trabalhos aí realmente, né, de ditos de cura, enfim. E a gente tem algumas experiências aí que que foram feitas em utilizando a bandeira da do espiritismo, que que realmente não de espiritismo não tinha nada, né?
realmente, né, de ditos de cura, enfim. E a gente tem algumas experiências aí que que foram feitas em utilizando a bandeira da do espiritismo, que que realmente não de espiritismo não tinha nada, né? É, o o realmente o objetivo do espiritismo não é a cura do corpo físico, é a cura, é, vamos dizer assim, nesse sentido, né? O melhoramento moral, a cura moral, né? Eh, Kardec falava do magnetismo e da mediunidade pura. Ah, às vezes ele usava em sentidos diferentes, né? Mas, eh, realmente o objetivo não deve ser apenas a cura material sem um a cura de doenças, sem a questão da moral, né? Porque a gente sabe que se a gente tá passando por determinada enfermidade, é uma prova, uma expiação, é uma prova pra gente evoluir, né? Então a gente tem que tirar um proveito moral daquilo, né? Então a preocupação principal tem que ser essa realmente do dos sensos da sociedade dos espíritas, né? Ah, eh, a preocupação principal, né? Não se preocupar, claro, você pode ter trabalho de cura, né? de magnetismo, nesse sentido de algum médium de cura, mas o a a preocupação antes também com o melhoramento moral, né? Falar da do melhoramento moral, que é importante, né? Porque é justamente por isso que estamos aqui, senão a gente nem encarnaria se não fosse para progredir. Não adianta a a cura do corpo físico, do exterior, sem o melhoramento da das qualidades íntimas, né? É isso aí. A Vera Sambate, ela eh ressaltou aqui a questão da idolatria, né? Eh, que a gente comentou. É isso aí, Vera. Obrigado pelo comentário. A Neusa Maria Psolato, ela fala que a da cautela, né, que que Kardec adotava sempre, eh, em relação à avaliação das comunicações. Ã, outra coisa aqui que foi colocado pela Mônica Yosimura, hoje até para criticar isso está complicado, porque levam tudo para o lado pessoal. Eh, o médium ele ele tem que estar preparado, né, Eric, para, vamos dizer assim, para receber críticas. E quando a gente fala crítica aqui, a gente tá falando no sentido não eh eh eh de ataque, mas crítica mesmo, no sentido
m que estar preparado, né, Eric, para, vamos dizer assim, para receber críticas. E quando a gente fala crítica aqui, a gente tá falando no sentido não eh eh eh de ataque, mas crítica mesmo, no sentido construtivo e e e racional. Eh, o médium tem que estar preparado para suportar eh eh críticas no sentido de avaliação da da do seu trabalho, das suas comunicações, né? Porque se ele está embuído ali de um bom propósito, tranquilo, né? É, exatamente, né? Tem que eh se ele se coloca publicamente, né? ele tem que estar eh disposto a também receber críticas e e como ah disse aí, né, não levar pro lado pessoal, dado que se a pessoa é realmente médium, ela sabe que aquela que aquele conteúdo não é não é dela, né? Veio de um ah de um espírito. Então o médium não não pode ser culpado se vier uma mensagem ruim, por exemplo, porque a gente sabe que não há médium perfeito na terra, né? todo médium tá suscetível a isso. Então, eh, você não pode colocar um médium como um infalível, né? Então, ele ele tem que tá, se ele se colocou publicamente, ele tem que estar disposto também a como é uma ciência, né? A ciência é é feita assim de críticas, de não pode levar pro lado pessoal, realmente é uma análise da comunicação, não é? Tanto que na obra de Kardec as eh na maioria dos casos não aparecia o nome dos médiuns, né? Porque Kardec não queria levar para esse lado de exaltar a vaidade e de acabar nessa questão de de de personalismo, né? Então, a maioria das comunicações a gente vê, a gente sabe hoje os nomes por um estudo mais profundo, né? Mas a maioria das comunicações não tem lá o nome do médium, né? Eh, o a gente sabe hoje, a gente sabe que o Dbell era o médium do Erasto, né? A gente vê as comunicações de Erasto lá na obra do Kardec Dbell ali. Kardec não queria ter essa essa exaltação da da vaidade dos médiuns e acabar nisso em personalismo, né? Até por isso Kardec ele ele ele tinha uma noção de mediunidade eh dos grupos particulares, né? Ele não Kardec não fazia exceções públicas pela influência do pensamento,
abar nisso em personalismo, né? Até por isso Kardec ele ele ele tinha uma noção de mediunidade eh dos grupos particulares, né? Ele não Kardec não fazia exceções públicas pela influência do pensamento, né, que poderia ter justamente para não ter esse exaltamento da vaidade do médium que poderia acontecer e aí acabar em personalismo, né, em disputa de de pessoas ao invés de da troca de ideias, né? É isso aí. É isso aí, meu irmão. Estamos então na reta final do programa de hoje. Eh, eu gostaria de novamente agradecer imensamente sua participação aqui no Ig falando de espiritismo. Valeu demais. Obrigado pela parceria. Conte sempre conosco. Eh, eu vou devolver a palavra para você, eh, para que você possa fazer as suas considerações finais e te pedir para você novamente divulgar as obras, né, os livros. Eh, e o canal Espiritismo em Kardec. Então, por favor, divulgue novamente aí pra gente. Então, ah, eu tenho um canal espiritismo em Kardec, né, que a gente faz lives eh esporádicas com pesquisadores e também as lives do estudo das obras de Kardec, das 22 obras fundamentais, a revista espírita, enfim. E tem os livros, né, que a gente a gente publicou, ah, que são livros mais voltados assim à história do espiritismo, né, de pesquisa, com o o Lucas Berlanda, né, e o Artur. Primeiro, o Espiritismo perante seus inimigos e desafios contemporâneos. E o segundo, o história geral do Espiritismo pelo CCDPE, que a gente lançou junto com o Lucas Berlanza, né, que é um estudo, um estudo historiográfico, né, que é uma pesquisa que eu e o Lucas a gente fez sobre a questão da história do espiritismo, ah, compilando essa história que tava esparsa em diversos autores, né? Então, a gente quis fazer essa compilação e esse aprofundamento na história. Então, são esses os trabalhos e queria agradecer a Adriano, muito obrigado e agradecer a todos também pelos comentários, pelas perguntas. Muito obrigado mesmo. Valeu demais. Ó, tá vendo? Eu já amarrei o Marcos Bergame aqui, ó. Peguei ele aqui na live ao vivo. Teve
o obrigado e agradecer a todos também pelos comentários, pelas perguntas. Muito obrigado mesmo. Valeu demais. Ó, tá vendo? Eu já amarrei o Marcos Bergame aqui, ó. Peguei ele aqui na live ao vivo. Teve como correr não, né, Marcos? Mandei uma mensagem para ele aqui. 2 de maio, ele fechado, deu deu deu o joinha. O joinha eu entendi que tá fechado, viu, Marcos? Então ele já tá vai já tá fechado com ele aí. Ele vai estar conosco, então, no dia 2 de maio. Eh, aí eu vou aguardar só o tema, viu, Marcos? Você é quem vai definir e aí você manda para mim, por favor, o tema que nós vamos abordar aí no dia 12 de maio, que vai dar nossa segunda-feira, né, às 19 horas. Valeu demais. Mandar um grande abraço aqui para todo mundo que esteve nos acompanhando, principalmente pessoal aqui que se manifestou através do dos chats. Valeu demais, beijo nos corações. A gente agradece muito aí a audiência de todos vocês. E para finalizar, então, eu gostaria de te pedir, que a sua, que você possa fazer pra gente, por favor, a prece de encerramento. É, te agradecendo novamente. Então, deixa eu só reforçar Espiritismo em Kardec no YouTube, canal no YouTube Espiritismo em Kardec, você vai encontrar um conteúdo de qualidade no canal Espiritismo em Kardec. Não deixe de prestigiar, se inscreva lá no canal. Tenho certeza que o Eric vai agradecer, né, Eric? E o intuito é divulgar o espiritismo, divulgar a doutrina espírita. E acredito que da mesma forma como né, Eric, o intuito do canal também é proteger o espiritismo contra os seus inimigos contemporâneos, né, e que são muitos e que muitos deles estão na própria doutrina espírita, no próprio movimento espírita. A gente tem visto aí cada coisa que eh não não dá nem para nominar, mas enfim, eh tanto aqui no GES quanto lá no Espiritismo em Kardec e vários outros canais de parceiros aí. O trabalho é no sentido de de mostrar paraas pessoas, né, eh que a gente tem que tomar muito cuidado eh com com o que tem aí na na internet, enfim, no meio espírita, ideias que nada tem a ver com
aí. O trabalho é no sentido de de mostrar paraas pessoas, né, eh que a gente tem que tomar muito cuidado eh com com o que tem aí na na internet, enfim, no meio espírita, ideias que nada tem a ver com espiritismo e que as pessoas ficam tentando encaixar na doutrina espírita, aliás, mais que isso, ficam tentando encaixar a doutrina espírita em outras coisas que não são espiritismo, né? Então, parabéns aí, Eric, pelo trabalho lá do canal Espiritismo em Kardec. Valeu demais. Tá aí, eu vou te pedir então, por favor, a nossa preste de encerramento. Então, mais uma vez obrigado e vamos à prece. Deus, nosso pai de infinito amor e bondade, envie para nos auxiliar hoje e sempre os bons espíritos. Que os bons espíritos, espíritos superiores possam nos intuir, nos auxiliar, que possamos ter a força, a fé e a resignação para enfrentarmos as vicitudes da existência material e que possamos pôr em prática a caridade tal qual o Cristo nos ensinou, da benevolência, da indulgência, do perdão das ofensas. E que possamos ficar em paz essa noite. Que Jesus esteja conosco hoje, agora e sempre. Assim seja. Graças a Deus. Assim seja. Graças a Deus. Eric, beijo no coração, meu irmão. Obrigado, viu? Obrigado pela presença. Obrigado pela parceria e eu espero contar contigo aqui n mais oportunidades, tá? Valeu demais. Obrigado. Eh, lembrando que todo esse trabalho é feito com muito amor, com muito carinho para vocês, por vocês, tá bom? Beijos, até a próxima segunda-feira, se Deus quiser. Aliás, deixa eu tô falando da próxima segunda-feira aqui. Nós vamos ter um recesso na próxima segunda-feira, tá? Então, nós vamos retornar no dia 28 de abril. 28 de abril. Então, dia 21 de abril, nós não teremos o programa Egés falando de Espiritismo. Vamos retornar no dia 28 e eu duvido que o Eric vá saber quem será o meu convidado, Gon Alan de Espiritismo no dia 28. O Eric não sabe, tenho certeza absoluta. Lucas Berlza, viu, Eric? Lucas vai estar com a gente aqui no dia 28 de abril. já está fechado aí eh com o tema
eu convidado, Gon Alan de Espiritismo no dia 28. O Eric não sabe, tenho certeza absoluta. Lucas Berlza, viu, Eric? Lucas vai estar com a gente aqui no dia 28 de abril. já está fechado aí eh com o tema ser definido, mas eu vou vou falar direitinho com ele aqui. Mas o nosso convidado então do próximo programa, que não será na próxima segunda, mas na outra, dia 28 de abril, nós vamos estar com Lucas Berles. Então, no dia 21, próxima segunda-feira, não teremos e G falando de espiritismo, tá bom? Então é isso aí, beijos corações e até dia 28 de abril, tá bom? Fiquem com Deus. Ciao. Ciao.
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