MEDICAMENTOS DIVINOS - Roberta Assis [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 27/11/2025 (há 4 meses) 47:45 681 visualizações

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Transcrição

Senhor, estou aqui [música] para agradecer de coração a paz [música] dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza [música] de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, mesmo tão longe [música] de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o [música] valor. dessa missão. [música] Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor Estou aqui para agradecer [música] de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. >> Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, [música] doando amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. >> Senhor, mesmo [música] tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual [música] o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi [música] toda. >> Um bom dia a todos e todas. Bom dia, quem nos acompanha pelas pelas mídias da comunhão. Eh, vou convidar todos para que a gente possa fazer uma pequena oração pra gente iniciar esse nosso momento. Então, eu convido vocês a fecharem os olhos. Quem ficar confortável, quem preferir pode mantê-los abertos. E vamos respirar profundamente e solicitar o amparo do nosso querido amigo Jesus, da espiritualidade que nesse momento pode se aproximar de nós, trazendo boas vibrações, boas energias, nos fortalecendo, a alma nos esclarecendo, nos trazendo energias amorosas que favorecem a nossa paz interior. Pedimos, Jesus, que consigamos abrir os nossos corações e mentes e nos deixarmos envolver por este amor que agora é colocado à disposição de cada um de nós. Que essas energias possam renovar o nosso ânimo, a nossa força, a nossa alegria e a nossa fé. Ser conosco, Jesus hoje e sempre. Graças a Deus. Bom, bom dia novamente a todos. Hoje a nossa reflexão, ela tá lá no livro eh Bilhetes Fraternais, é uma mensagem de do espírito France Schuarz, eh, e ela tem o título assim: Medicamentos divinos, a parentela expiatória.

nte a todos. Hoje a nossa reflexão, ela tá lá no livro eh Bilhetes Fraternais, é uma mensagem de do espírito France Schuarz, eh, e ela tem o título assim: Medicamentos divinos, a parentela expiatória. Então, só já no título a gente já vai ter notícia que a gente vai conversar um pouco sobre os nossos vínculos familiares. E mais do que conversar sobre os nossos vínculos familiares, nós vamos conversar sobre ele sobre uma perspectiva de tratamento, porque o título começa com medicamentos divinos. Então, a gente já vai refletindo, antes de mais nada que todos os problemas que nos afligem, eles podem ser ah refletidos, percebidos sobre diferentes maneiras, diferentes óticas. Hoje a mensagem vai nos chamar uma reflexão sobre as nossas relações familiares do ponto de vista de um tratamento, de uma medicação. Isso fará com que a gente consiga manejar novos comportamentos, uma nova compreensão dessa dinâmica, favorecendo a que a gente possa ter um repertório de atitudes maior, favorecendo a que a gente possa eh dar cumprimento na nossa vida aquela orientação de Jesus que diz, né, que se te ofenderem, reaja oferecendo outra face. Não no sentido da gente se subjugar a violência, permitir que todas as violências sejam continuadas. Não é isso. O que Jesus nos chama é oferecer uma reação de entendimento, uma reação equilibrada, de encontrar nas nossas possibilidades de resposta, de comportamento, atitudes que não reflitam a mesma violência. Porque responder violência com violência não resolve nenhum conflito, só faz com que ele permaneça se agravando ao longo do tempo. Isso vale para relações interpessoais e vale também para relações eh entre povos, não é mesmo? Então, a o chamado é para que a gente procure ter mais equilíbrio nas nossas respostas. Mas para que a gente possa ter ferramentas para fazer isso, é preciso que a gente também consiga olhar a esses conflitos de outro lugar, que não só o de que o do sofrimento e da mágoa que a gente fica quando a gente recebe uma agressão ou uma resposta que não era que

so que a gente também consiga olhar a esses conflitos de outro lugar, que não só o de que o do sofrimento e da mágoa que a gente fica quando a gente recebe uma agressão ou uma resposta que não era que a gente esperava, ou mesmo respostas de ingratidão e de incompreensão. Isso magoa bastante a gente. Mas é preciso que a gente consiga. E o chamado dessa é reflexão de hoje é para que a gente consiga olhar para essas relações e para essas atitudes que nos magoam de um outro lugar, sob uma outra perspectiva, para que a gente possa ter forças o suficiente para termos respostas mais equilibradas que não simplesmente o revide ou que não simplesmente ficarmos acumulando mágoa dentro do nosso coração, dentro do nosso corpo. corpo espiritual, o que fará com que ao longo do tempo o nosso próprio organismo, nosso veículo orgânico adoeça também, porque a mágoa ela vai acumulando dentro da gente. Por mais que ela possa ser justificada, por mais que as minhas dores, as minhas mágoas que eu carreguem numa uma análise mais imediata de curto prazo, talvez elas sejam justificadas, né? Nós sofremos agressões. No entanto, é preciso que a gente entenda que quem carrega a mágoa somos nós. O mecanismo do perdão, ele vem favorecer não aquele que nos ofendeu, muito embora num primeiro momento possa parecer assim, mas o mecanismo do perdão favorece muito mais ou talvez até unicamente a nós mesmos, a fazer essa liberação do nosso campo emocional, desse sentimento tão pesado que é a mágoa, que vai é como que um mofo que vai contaminando tudo na nossa vida e acaba por contaminar a nossa própria saúde orgânica. Então, a gente liberar essa mágua através do perdão é buscar caminhos de entendimento e entender que nós não temos condições de mudar o outro, mas nós temos condições de libertar a nós mesmos. eh desistir de nos vingarmos em primeiro lugar, sabendo que isso não trará lenitivo, isso não trará o alívio que a gente precisa. eh perceber que nós temos forças para seguir adiante. Eh, tentar compreender os mecanismos

ingarmos em primeiro lugar, sabendo que isso não trará lenitivo, isso não trará o alívio que a gente precisa. eh perceber que nós temos forças para seguir adiante. Eh, tentar compreender os mecanismos dessa relação que fazem com que essas agressões sigam se repetindo. Será que não tem algo que a gente mesmo possa fazer, responder diferente, agir diferente para que esse ciclo se modifique? Será que a gente não pode também perceber a nossa parcela de responsabilidade nessa dinâmica e assim alterar o nosso comportamento e fazer acessar esse ciclo de dores? Então, o perdão vai nos convidar a esse processo de cura, favorecendo a nós mesmos, favorecendo a que a gente possa olhar para essas situações que nos machucaram tanto e não sentirmos mais dor. Vai ser o momento que a gente vai ter superado, não sentirmos mais vontade de nos vingar. Vai ser o momento que a gente se estruturou, que a gente integrou aquilo que aconteceu e superou. É esse o convite do perdão. E é a partir deste lugar de conversa com a gente mesmo que a mensagem de hoje vai propor que a gente entenda as relações familiares difíceis, não a partir do outro que me constrange, que me desafia, que é para mim um problema, mas a partir da nossa própria necessidade, da do nosso próprio universo interior. E para fazer isso, ele começa fazendo uma citação do Leon Deni. Leon Deni, ele é contemporâneo de Kardec. Ele tem várias obras, né, muito eh bonitas e muito significativas, entre elas o problema do ser, do destino e da dor, de onde eh vem essa citação aqui falando sobre eh a quem somos nós, espíritos. e falando aos espíritos encarnados e a nossa destinação. E Leandeni fala assim, ó: "O fim da alma ou o propósito da alma em sua evolução é atingir e realizar em si e ao seu redor, através dos tempos e das estações ascendentes do universo, pelo desabrochar das potências que possui em germem. A noção do belo e do bom que exprime a ideia de Deus, a própria ideia da perfeição. Leão Deni, então, tá dizendo aqui pra gente o quê? Que a destinação

desabrochar das potências que possui em germem. A noção do belo e do bom que exprime a ideia de Deus, a própria ideia da perfeição. Leão Deni, então, tá dizendo aqui pra gente o quê? Que a destinação da gente é realizar em nós Deus. É a perfeição, mas a perfeição divina, não a perfeição que a gente acha eh equivocadamente hoje, né, no nosso estágio evolutivo, que perfeição seria não cometer erros. Perfeição não é isso. Perfeição é o amor na sua integralidade. Perfeição é compreensão do todo e do micro, do macro e do micro. Perfeição é está completamente integrado às leis amorosas que regem o universo. Grande parte delas a gente ainda ignora. Então, é por isso que Leondi vai chamar aqui nessa nesse trechinho a atenção que essa realização do bem completo em nós e ao redor de nós vai levar tempo. A gente vai realizar isso através do tempo e das estações ascendentes do universo, né? uma maneira bastante poética para nos dizer que vai levar tempo esse trabalho de realizar em nós a completa harmonização com o amor integral que rege as vidas e os universos. Leva tempo. É através do tempo que a gente vai realizar isso. Vai levar bastante tempo em várias estações do universo, várias reencarnações. Mas Leon Denise também diz que nós f o como nós faremos isso, né? O quando, através dessa jornada que hoje nos parece infinita, né? Não sabemos quanto tempo isso vai levar na nossa noção e percepção de tempo que nós temos, especialmente quando estamos encarnados. É muito difícil pra gente entender a eternidade. Então, basta a gente saber que a gente não precisa ter pressa, que vai levar muito tempo. A gente não precisa ter pressa, um tempo que a gente não sabe nem contar. Então, é preciso que a gente consiga respirar e falar: "Olha, não é nada para hoje. O o a realização da perfeição não é para hoje. É processo que se constrói dia a dia. Para hoje, para hoje é permanecer realizando o que a gente consegue no dia de hoje. A integração total da perfeição a seu tempo. A gente pode concentrar no dia de hoje.

esso que se constrói dia a dia. Para hoje, para hoje é permanecer realizando o que a gente consegue no dia de hoje. A integração total da perfeição a seu tempo. A gente pode concentrar no dia de hoje. A gente não precisa ter pressa, porque não dá para contar quando é que isso vai acontecer para cada um de nós. Mas o como isso vai acontecer, Leon Denrochar das potências que a alma nós possuímos em germe. Então, o tempo e as circunstâncias estão a favorecer o quê? O nosso trabalho. Que trabalho? De despertar as nossas potências, as potências da nossa alma. a conseguirmos despertar e utilizar esse ferramental que toda a alma tem na realização do bem em si e ao seu redor, cada dia mais. Mas quais são essas potências que a todos nós temos, a alma de cada um de nós tem? Bom, Leon vai dizer que são a vontade, a consciência, o livre arbítrio, o pensamento e o amor. Nesse livro, o problema do ser do destino da dor, se alguém tiver a curiosidade, Leonani vai desenvolver com bastante detalhe cada uma, o significado de cada uma dessas potências, mas a vontade, a vontade como esse foco principal do espírito, o nosso desejo de realizar aquilo que a gente mais deseja. É dessa vontade que Leonir tá dizendo. E é essa vontade que a gente precisa orientar a nosso favor. Primeiro de tudo, é preciso que a gente reflita um pouco o que que é que eu quero mais profundamente, porque essa resposta é importante, porque onde está o nosso o a nossa vontade, aí tá o nosso coração, aonde tá o desejo da nossa alma, aí tá orientada a nossa vida. E talvez a gente precise fazer alguns ajustes, não é? Nossa, eu quero muito ter paz, eu quero muito ser capaz de amar, eu quero muito paz na minha família. Ótimo, né? Já que a gente tá conversando sobre a família hoje, ótimo. Mas eu tô, eu quanto eu quero isso? Porque se eu tô deixando que a vontade de estar certo, prevalecer, por exemplo, que todos se submetam ao que eu acho que é correto, a vontade de realizar a paz na minha família não vai ficar muito possível de

e eu tô deixando que a vontade de estar certo, prevalecer, por exemplo, que todos se submetam ao que eu acho que é correto, a vontade de realizar a paz na minha família não vai ficar muito possível de orientar todo, todas as minhas atitudes, correto? É aquela história, né, gente, de da sabedoria popular. Você quer tá certo ou você quer ser feliz? E isso eh guarda uma verdade muito grande. Porque quando a gente tem a necessidade de ficar provando para todo mundo que a gente tá certo, nosso ponto de vista que é o correto, a gente está dando vez, muitas vezes bem intencionadamente até, mas ao orgulho, a não respeitar o outro na forma de se orientar, de agir como ele acha que deve ser, ainda que a gente ache que esteja completamente equivocado, às vezes nem tá, viu? a exemplos, né, da vida cotidiana, do nosso dia a dia, né, coisas que eu aprendi eh em acompanhando, fazendo tarefa com a minha filha, né, tarefa de casa, ajudando minha filha a fazer tarefa de casa quando eu ainda podia ajudar. Hoje não consigo mais, ela já tá bem adiantada. tarefas de matemática. E eu já contei esse caso algumas vezes. A minha filha, ela tem muita facilidade com isatas. Eu nem tanto, eu sou da das humanas. Mas então a nossa forma de resolver um problema matemático é muito diferente. Eu preciso traduzir aquilo, aquele problema em linguagem para eu entender o que que eu preciso fazer e depois eu traduzo de volta em números para encontrar a resposta. Minha filha não é assim. Ela vai lá nos números numa forma de raciocinar que é estranha e diferente da minha. Chegou um momento que a gente começou a brigar porque eu falava: "Faz assim". Ela falou: "Mas eu não tô entendendo o que você tá falando. Faz assim". Aí eu falava: "Mas eu não tô entendendo o que você tá falando". Até que a gente chegou num acordo, eh, que era assim: "Você faz do seu jeito, vou fazer do meu. Vamos pegar aqui a questão, você faz do seu jeito, eu faço do meu." E aí a gente confere a resposta. Pode ser? Pode ser. E aí a gente começou a fazer assim, a gente

faz do seu jeito, vou fazer do meu. Vamos pegar aqui a questão, você faz do seu jeito, eu faço do meu." E aí a gente confere a resposta. Pode ser? Pode ser. E aí a gente começou a fazer assim, a gente parou de brigar. Quando deu o seu? Tanto aí, o meu também deu. Ai, massa. Vamos ver se é essa a resposta. É. A, beleza. Aí a gente comemorava juntas. Meu deu tanto. Não, o meu deu tanto. Ixe, vamos ver a resposta. Nossa, não é nem a sua, nem a minha. Vamos ver aqui onde é que foi que a gente errou. E aí a gente começava a pesquisar, encontrar o caminho para encontrar a resposta. O que que isso ensina, gente? O que que isso me ensinou? E o que que eu tô tentando dizer? que existem muitas maneiras de se resolver uma mesma situação e a partir de abordagens diferentes, a gente pode chegar ao resultado esperado. É preciso que a gente tenha respeito com espaço do outro e com o nosso próprio também, porque também não vai adiantar eu tentar fazer a coisa de uma maneira que eu não dou conta de fazer. Eu tenho que fazer da minha maneira e respeitar que o outro faça da maneira dele e irmos dialogando e nos ajudando quando a gente não tá encontrando a resposta. é sobre a gente querer a paz de verdade. Então, orientar essa vontade, o despertamento da nossa consciência, outra potência do nosso espírito que é nas circunstâncias, é a partir do amadurecimento que a gente vai expandindo a nossa compreensão sobre o mundo e sobretudo as nossas escolhas. Quando a gente fala que as escolhas são uma parte é importante das potências do espírito, o processo de aprendizado, livre arbítrio, gente, implica em que nós vamos cometer erros. O erro faz parte da jornada, tanto nosso quanto dos outros. Não é um problema errar. Um problema. A gente acha que é um problema errar quando a gente tá adoecido de orgulho. O orgulhoso é que acha que tem que fazer tudo certo até aquilo que ele não sabe fazer. E o orgulhoso acaba não conseguindo fazer nada por medo de errar. Ah, mas o que que os outros vão falar?

orgulho. O orgulhoso é que acha que tem que fazer tudo certo até aquilo que ele não sabe fazer. E o orgulhoso acaba não conseguindo fazer nada por medo de errar. Ah, mas o que que os outros vão falar? Possivelmente nada. Quem tá falando é você mesmo. Aquela história de que com a medida que eu julgo, eu serei julgado. Se eu sou extremamente crítico das pessoas quando elas erram, quando é a minha vez, a minha própria consciência não vai me dar ssego. Então, é preciso que a gente entre em acordo com o livre arbítrio, entendendo que o processo de despertamento da consciência ao longo do tempo, aí como Deni vai falando pra gente, ele vai ter erros e acertos. Aliás, a gente só aprende a acertar errando. A gente erra, aí a gente para, vai fazer ali uma avaliação do que que foi que a gente errou, o que que é que a gente precisa mudar e segue adiante. Se eu fiz parte do problema, farei parte da solução vida que segue. Aí a gente para de fazer tanto drama quando a gente erra e para de atormentar os outros ao nosso redor quando as pessoas erram. A gente vai parar de ser aquele, nossa, mas eu te disse, nossa, mas para você tá realmente, mas vamos adiante. Para de chorar, tá tudo certo. Vamos consertar. Erros acontecem, a vida fica mais leve, melhor. O nosso pensamento, que também é uma potência da nossa alma, a ser despertada e orientada, porque o nosso pensamento é criador. Tudo o que existe foi pensado, foi um pensamento que foi potencializado pela nossa vontade. banco que vocês estão sentados. Foi um projeto, um pensamento de alguém. E houve várias vontades que foram se orientando até que ele fosse produzido, o projeto fosse feito, ele chegasse numa fábrica, chegassem os materiais, as pessoas trabalhassem, esse banco ficasse pronto, o transporte eu trouxesse até aqui colocado nessa sala e vocês sentassem em cada um desses bancos que vocês estão aqui. percebe que a realidade, antes mais nada, é um pensamento estruturado que vai se utilizar da vontade nossa e de vários ao nosso redor para se

s sentassem em cada um desses bancos que vocês estão aqui. percebe que a realidade, antes mais nada, é um pensamento estruturado que vai se utilizar da vontade nossa e de vários ao nosso redor para se concretizar. Mas antes de mais nada, eu preciso orientar o meu pensamento de acordo com essa vontade. E a maior potência de todas a ser despertada, o amor, essa noção, essa integração do amor no nosso cotidiano, nas nossas ações, nas nossas palavras. E aí, eh, o nosso autor da nossa mensagem de hoje, ele faz todo esse preâmbulo para nos dizer que a nossa família é este lugar de desenho especial para favorecer este amadurecimento do nosso ser. esse amadurecimento dessas potências da nossa alma. Então, tudo o que nos parece difícil ou eh desafiador e especialmente no nosso campo familiar, que nos parece às vezes até incompreensível, faz parte de um desenho circunstancial a favorecer a nossa transformação, o nosso despertamento, a que a gente possa dinamizar as nossas potências cada vez mais irmos nos integrando, irmos sarando, nos integrando ao amor de Deus, curando a nossa alma. Do quê? Daquilo que nos causa dor, daquilo que nos causa lágrimas, da raiz. E a raiz está no orgulho e no egoísmo. O orgulho que diz: "Do meu jeito e só do meu jeito". E o egoísmo que diz só para mim e para os meus. E tudo que está fundado nesse tipo de eh escolhas semeia sementes adoecidas que vão trazer dores cada uma ao seu tempo. O chamado é para que a gente substitua essas colunas ou essas sementes amargas pelas da caridade e da humildade. A humildade que reconhece o seu próprio valor, que sabe quem se é, que realiza a sua própria autenticidade, mas que também permite a todos ao redor serem igualmente quem são, que entende que não é capaz de tudo ou de muito pouco sozinho. Sozinho nós somos capazes de pouquíssimo. Precisamos nos integrar com os semelhantes e também com os diferentes. É a humildade que vai fazer isso capaz. E a fraternidade que faz com que o pouco vire muito. É a fraternidade. Aquele chamado de

Precisamos nos integrar com os semelhantes e também com os diferentes. É a humildade que vai fazer isso capaz. E a fraternidade que faz com que o pouco vire muito. É a fraternidade. Aquele chamado de Jesus quando faz a multiplicação de pães e peixes com a multidão para comer. Ele pergunta aos discípulos: "Quem trouxe o pão e o peixe? Não foi Jesus, foram os discípulos. E disseram: "São poucos os pães e peixes que nós temos". E Jesus pergunta: "É tudo que vocês têm?" Eles dizem: "Sim, é tudo que nós temos". E aí a fraternidade expressada ali, a caridade expressada ali em que traz o pouco que tem, correndo risco de ficar até sem nada, não vai dar, é muita gente para comer, mas entrega num ato de fé para compartilhar. E aí a misericórdia divina multiplica onde falta e todos se alimentam. Naquele dia houve alimentos para todos. Jesus transformou do pouco que os discípulos trouxeram. A fraternidade é a gente aprender isso, aprender a compartilhar o muito e o pouco. Quando tem muito, a gente compartilha muito. Quando tem pouco, a gente compartilha o pouco, mas a gente compartilha sempre. Porque é isso que vai nos libertar e nos curar e nos sarma. Mas o nosso desenho familiar está eh eh estruturado de maneira a que esses exercícios sejam constantes. O chamado para esse exercício seja constante. E aí a mensagem diz assim: Recordemos o Mestre Jesus alertando-nos sobre os doentes que precisam de médicos. E a reencarnação é o caminho abençoado para a cura verdadeira dos nossos males. Recarna reencarnação, gente, é sobretudo processo de tratamento, de cura. É a nossa possibilidade de ir em etapas, realizando e consolidando progressos em etapas. O planejamento bendito da nossa reencarnação prevê, de modo pormenorizado, os diferentes aspectos que a alma necessita receber e encontrar no plano físico. Não há aleatoriedade no nosso planejamento reencarnatório. Ele é desenhado para nos favorecer. E talvez você me pergunta: "Poxa vida, mas se é isso que tá me favorecendo, eu não quero saber nem o que queria me

eatoriedade no nosso planejamento reencarnatório. Ele é desenhado para nos favorecer. E talvez você me pergunta: "Poxa vida, mas se é isso que tá me favorecendo, eu não quero saber nem o que queria me prejudicar, porque pelo amor de Deus, tá difícil demais. Mas do ponto de vista do espírito, é a luta que favorece. Do ponto de vista da nossa alma, é justamente no limite da nossa possibilidade que tá desenhada a oportunidade da encarnação. Não era oportunidade, ó, senão não ia nem valer a pena. Tanta, tanto dispêndio de energia de tanta gente para favorecer este processo da encarnação, de uma vida orgânica. Então, tudo é desenhado com cuidado. Dentre esses aspectos pensados com muito cuidado, está a nossa família, que é o espaço consagrado ao nosso crescimento espiritual mais intenso. Os remédios que precisamos tomar nas nossas enfermidades nem sempre são saborosos, mas são eficientes. E a nossa parentela se incede se insere nesse contexto. Quando vislumbres o parente que te desafia no cotidiano, Antev, a misericórdia divina que te oferece um professor particular e exclusivo, que saberá todas as suas debilidades, criando as melhores condições para superá-las e favorecendo seu crescimento e superação. É importante que a gente compreenda que toda vez, né, que o espelho é colocado diante da gente, muitas vezes são os nossos parentes que não vão ter a menor piedade em colocar um espelho bem cru na nossa frente de das nossas debilidades, daquilo que a gente precisa melhorar. Se a gente conseguir superar a raiva, se a gente conseguir superar muitas vezes a forma como esses lembretes sobre as nossas fraquezas nos são dados, se a gente conseguir separar ali, né? Não, tudo bem, não falou do melhor jeito, tudo bem, a pessoa também é cheia de defeitos, mas o que que nos cerne dessa relação eu preciso mudar em mim para que tudo isso mude? É esse o chamado. São essas pessoas que vão nos lembrar com constância aquilo que a gente precisa olhar dentro da gente e não fosse esse lembrete

lação eu preciso mudar em mim para que tudo isso mude? É esse o chamado. São essas pessoas que vão nos lembrar com constância aquilo que a gente precisa olhar dentro da gente e não fosse esse lembrete constante, talvez a gente preferisse olhar para outro lado ou para outra coisa ou para outra situação, porque realmente dá muito trabalho nós corrigirmos a nós mesmos. Então, a gente vai utilizar isso com autoexame, como autoexame. No que que há razão no que está sendo dito e no que que nós não estamos nos transformando também no drama do outro? Porque nós não somos também, gente, flores perfumadas o tempo todo, não. Talvez esse parente que para nós é um desafio, nós para eles somos desafios semelhantes. Já pararam para pensar nisso? Para eles também é difícil nos compreender. A grande questão é como nós vamos estruturar relacionamentos respeitosos neste ambiente. Como que eu vou mudar? Porque o outro eu não posso mudar. O outro vai ser quem ele é e vai continuar sendo quem ele é até que ele deseje queira mudar ou não. Isso não é isso não tá no meu na minha condição de escolher ou operar. está na minha condição de escolher ou operar como eu vou lidar com essa situação? O que de repente que tá sendo dito de uma maneira bem esquisita é verdade às vezes, mas que guarda alguma razão e que eu posso mudar. Como eu vou estabelecer limites nessa relação para que a gente possa continuar interagindo respeitosamente? Porque a gente não, né, nem sempre vai poder se afastar das pessoas. Então, como que eu vou estabelecer limites respeitosos para que essa relação continue acontecendo sem violência, sem mágoa, sem agravar algo que já tá ruim? Isso tudo é autoeducação e não depende do outro. Mas isso tudo é processo de despertamento do nosso campo emocional, de amadurecimento da nossa alma, de conquista sobre nós mesmos. E no final das contas, passado esse período, porque é só um período, né, gente, que nós estamos juntos. Passado esse período em da encarnação, que os espíritos, os

alma, de conquista sobre nós mesmos. E no final das contas, passado esse período, porque é só um período, né, gente, que nós estamos juntos. Passado esse período em da encarnação, que os espíritos, os mentores nos dizem que é bem breve, muito embora para nós no momento pareça uma eternidade. Passado esse momento e a gente conseguindo fazer esse ganho de respeitabilidade nessa relação, esse processo de autoeducação da nossa própria emoção, essa intimidade com o processo do perdão, nós vamos conseguir agradecer, agradecer esse maremoto que favoreceu justamente o que a gente queria, o nosso amadurecimento. É no contato com o irmão que nos exige reflexão, paciência e humildade, que nos prepararemos para o venturoso encontro com nossa família maior, a humanidade inteira. Vai chegar o dia que, como Cristo, nós conseguiremos amar integralmente a humanidade inteira. Mas esse trabalho se faz cotidianamente, gota a gota. Mas a vida ainda nas dificuldades, procura nos favorecer e não nos prejudicar, mas favorecer o nosso crescimento, o nosso amadurecimento. Certa a vida com certeza de que nós somos capazes. nossos mentores nos auxiliarão, mas eles têm certeza que nós somos capazes que a gente também seja, acredite, escolha acreditar na nossa capacidade de sermos equilibrados e respeitosos, especialmente em situações em que o respeito não nos é ofertado. Lembrando que esse esses são os momentos em que a gente tá transformando a gente mesmo para melhor, construindo muralhas de paz interior. Uma boa manhã para todos nós. Eu vou convidar vocês para que a gente possa fazer uma prece de encerramento e na sequência vocês possam se encaminhar para o passe. Querido mestre e amigo Jesus, abraça os nossos corações e nos ensina o equilíbrio e a alegria, a compreensão, o discernimento. Mas mantém em nossos corações, Jesus acesa a esperança e banha a nossa alma com o mais puro amor de Deus. Ser conosco hoje e sempre. Graças a Deus. Uma boa manhã para todos, pessoal. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe

ações, Jesus acesa a esperança e banha a nossa alma com o mais puro amor de Deus. Ser conosco hoje e sempre. Graças a Deus. Uma boa manhã para todos, pessoal. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. [música] O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, [música] mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos [música] sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e [música] amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, permita [música] que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Trai, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a [música] caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada [música] um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos

trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada [música] um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para [música] continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim [música] na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que [música] nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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