Marta Caldas | A MALEDICÊNCIA (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 20/11/2024 (há 1 ano) 43:20 480 visualizações

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Transcrição

valor [música] dessa todos e todas. Eu sou Marta Caldas e não estava previsto aqui hoje, mas cá estou. O tema será o mesmo que já está no nossa programação, a maledicência, baseado na obra de Emanuel e Chico Xavier Fonte Viva. Mas antes de começarmos, eu vou trazer aqui a agenda cristã pelo espírito de André Luiz pra gente começar a entrar no clima deste do encontro desta tarde. Medicamentos evangélicos. Ajude sempre. Não tema. Jamais desespere. Aprenda incessantemente. Pense muito. Medite mais. Fale pouco. Retifique amando. Trabalhe feliz. Dirija equilibrado. Obedeça contente. Não se queixe. Siga adiante. Repare além. Veja longe. Discuta serenemente. Faça luz. Semeia a paz. Espale bênçãos. Lute elevando. Seja alegre. Viva desassombrado. Demonstre coragem. Revele calma. Respeite tudo. Ore confiante. Vigie benevolente. Caminhe. melhorando. Sirva hoje, espere o amanhã. São medicamentos evangélicos, são palavras que eu creio que todos aqui já ouviram e que muitos acreditam, né? que se a gente fizesse um pouquinho do que tá sendo aqui sugerido, a gente já teria em nós valiosos medicamentos. Assim, queridos irmãos e irmãs, para darmos início a este encontro desta tarde de 19 de novembro, eu vos convido a elevarmos o nosso pensamento ao pai criador, a mãe criadora, para que a gente nesse momento se conecte com o que é sagrado, traga a sua tela mental a imagem que te conecta a Deus. Aqueles que se sentirem à vontade, podem fechar seus olhos. Querido pai, amado mestre Jesus, cá estamos, Pai, reunidos em Teu nome para refletirmos sobre a maledicência. Acredito que saibamos do que se trata, mas ajuda-nos, Pai, a abrir a nossa mente e o nosso coração para as palavras de Emanuel através de Chico neste livro e que possamos refletir à luz do evangelho de Jesus. que tragamos esses conhecimentos para nossa vida no dia a dia. Inspira-nos, Pai, e abençoa-nos. E que essas bênçãos cheguem a cada membro que aqui se encontra encarnado, desencarnado, à distância e chegue também aos nossos lares, aos

para nossa vida no dia a dia. Inspira-nos, Pai, e abençoa-nos. E que essas bênçãos cheguem a cada membro que aqui se encontra encarnado, desencarnado, à distância e chegue também aos nossos lares, aos nossos familiares e entes queridos, aonde quer que se encontrem, que eles possam receber esse refrigério, Pai, das tuas bênçãos. em cada um de nós. Assim damos por iniciado o trabalho desta tarde, dizendo: "Sos Pai, hoje e sempre". E agora desse livro lindo, Fonte Viva, capítulo 151. Acredito que todos aqui saibam e já ouviram falar sobre a maledicência. O nome já diz, né? Maledicência. O significado da palavra é o ato ou o hábito de falar mal de outras pessoas, espalhando comentários negativos, críticas ou boatos, geralmente com a intenção de prejudicar a reputação alheia. Muitas vezes num bate-papo a gente comenta, né? Eu digo a gente porque eu venho me vigiando para não fazer mais isso, mas acontece. E quando a gente tá aqui à frente falando, a gente, a maioria de nós, tem consciência que os ouvidos mais próximos da nossa boca são os nossos, para que a gente seja coerente com o que a gente veio aqui fazer. Então eu falo para mim também em primeiro lugar. E muitas vezes quando a gente comenta de alguém que não está presente no diálogo, na conversação, ah, mas não foi por maldade. Ah, mas eu tava só comentando como é que tá a vida, deixando a outra pessoa me perguntou se eu tô vendo, se eu deixei de ver fulano, ciclano. E eu tô aqui comentando. Às vezes a gente não fala isso, mas tá aqui na mente passando, né? Porque você já sabe que está falando de alguém que não está ali presente. Todo mundo sabe. Quem é adulto emocionalmente também sabe. Sabe que está falando de alguém que não está ali. Mesmo que seja coisas boas. A intenção só Deus sabe mesmo, né? sua de quem tá ouvindo. Todos temos ciúme, todos temos inveja e tudo é energia. Pensamento é energia. E se ele se concretiza na fala, já está saindo de mim. Então é preciso ter cuidado. E o grande ensinamento, um dos, né, do Mestre

emos ciúme, todos temos inveja e tudo é energia. Pensamento é energia. E se ele se concretiza na fala, já está saindo de mim. Então é preciso ter cuidado. E o grande ensinamento, um dos, né, do Mestre Jesus, que cabe muito com esses medicamentos evangélicos, é o orai e vigiai. E aqui André Luiz fala sobre isso, sobre essa vigilância, né? Mas não é uma vigilância do outro, é uma vigilância dos seus pensamentos. Vigie benevolente, benevolente com você mesmo, mas vigie. Preste atenção no que você está pensando, no que você está falando. E o significado de uma lei de ciência continua. Ainda diz assim: "A palavra está associada a fofoca. É o termo mais comum, né? difamação e falta de ética no discurso. Então, se a gente fala de alguém que não está presente, a gente pode estar incorrendo nesta questão da fofoca ou da maledicência, que são as mesmas, é a mesma coisa. dar aviso, dar orientação, dar um recado é diferente. E aí Emanuel começa trazendo pra gente uma passagem de Tiago na Bíblia, capítulo 4, versículo 11. Irmãos, não faleis maus, mal uns dos outros. Quem fala mal de um irmão, de uma irmã, e julga a seu irmão, a sua irmã, fala mal da lei e julga a lei. E se tu julgas a lei, já não és observador da lei, mas juiz. E Jesus também nos ensinou, tá lá no seu evangelho dizendo também, não julgueis. É um ensinamento do mestre. E quando a gente fala do outro, quer queiramos, quer não, já estamos ali demonstrando quem somos e o que pensamos. Quando a gente fala do outro, a gente demonstra se o quem está nos ouvindo estiver atento, vigilante, saberá que estamos mostrando uma faceta nossa. E aí, se estamos falando mal do outro, como não. Não é isso mesmo? A gente precisa ser coerente com a vida, com a nossa escolha aqui e agora. Porque não basta você é não, mas eu não falei nada, eu só escutei. Mas porque o outro continue falando é preciso que tenha alguém ouvindo. Então é importante que a gente também diga: "Não, vamos mudar de assunto. É importante amorosamente, respeitosamente, vamos falar de outra

o outro continue falando é preciso que tenha alguém ouvindo. Então é importante que a gente também diga: "Não, vamos mudar de assunto. É importante amorosamente, respeitosamente, vamos falar de outra coisa. Essa pessoa não tá aqui. A gente pode dizer e deve. Mas a curiosidade humana também é muito grande. E muitas vezes você quer ouvir sobre o outro, sobre a outra, como é que tá a vida do outro e da outra e não vai mudar nada na sua vida. Não vai mudar nada. Se a gente tivesse um pouco mais dessa clareza, desse conhecimento, talvez, talvez as redes sociais, né, algumas pessoas não fizessem tanto sucesso, porque elas estão ali mostrando a sua parcela da sua vida e outras estão assistindo. E o que muda para você? Você vai comentar: "Ai, mas isso é legal? Ah, mas isso não é legal. Ah, mas que que Emanuel continua nos dizendo? Ele começa falando desse alerta que Tiago, gente, a Bíblia é o livro aí um dos mais lidos, né? Se não é o mais lido, mas pouco aprendido, né? Porque não basta ler, é preciso que a gente assimile verdadeiramente o conteúdo desta leitura. E aí, Emanuel começa dizendo: "Nem todas as horas são adequadas ao ramo da ternura na esfera das conversações leais. Nem sempre a gente tá numa conversação verdadeiramente terno presente com lealdade. A palestra de esclarecimento reclama por vezes a energia serena em afirmativa sem decisões. Entretanto, é indispensável grande cuidado no que concerne aos comentários posteriores. A gente ouve muita coisa, inclusive aqui e agora. O que a gente vai fazer com o que a gente tá ouvindo aqui e agora? Quais serão os comentários que nós vamos tecer quando sairmos daqui? A gente vai pegar essas palavras e guardá-las para refletir ou a gente já sai apresentando um juízo de valor? Claro que é nosso. Todo juízo que a gente faz, ele passa pela forma que a gente tem de ver a vida, pela maneira como a gente foi educado, pela sociedade que a gente faz parte, pela cultura que nós temos. Tudo isso sai de nós no momento que a gente manifesta um julgamento.

a gente tem de ver a vida, pela maneira como a gente foi educado, pela sociedade que a gente faz parte, pela cultura que nós temos. Tudo isso sai de nós no momento que a gente manifesta um julgamento. E também quando a gente fala do outro ou da outra, a maledicência espera sinceridade para tuvar-lhe as águas e inutilizar-lhe esforços justos. a gente pegar a vida de Jesus, né? Nós hoje, 2024, sabemos que grande homem foi Jesus e é enquanto espírito. Ele está vivo entre nós. Mas quanto tempo levou para que nós o reconhecêssêsemos assim? Quanta maledicência não era dita naquela época mesmo. E eu acredito que vocês também saibam, né, que onde tem muita gente junta, reunida, trabalhando, é só vocês irem aos locais de trabalhos de vocês, aos locais de estudo e até mesmo nas famílias, aonde nós temos um aglomerado de pessoas convivendo diariamente. E se a gente não cuida da gente para saber quem somos, novamente aqui na agenda cristã, a questão do autoconhecimento. Se a gente não se conhece, a gente transfere, projeta, fala do outro, mas é tudo o que a gente tem. Aquele outro provérbio que diz: "O coração, a boca fala do que o coração está cheio, não é? Vocês estão tão sérios me olhando. A tarde de hoje é maledicência e não é um assunto muito agradável, né? Mas a gente tá mergulhada nisso no dia a dia, na família, no trabalho. É preciso refletir sobre isso. É preciso de fato, a gente fazer as leituras e trazer pra gente, não é pro outro. Como é que eu lido com isso? Eu já consigo policiar meus pensamentos? Estou atenta ao que eu digo e ao que eu escuto? Como eu? E como eu dizia, se em locais de trabalho, se em família a gente ainda faz isso, os discípulos de Jesus não eram diferentes. Eles se tornaram santos muito tempo depois. Isso não quer dizer que eles não reencarnaram. Nós sabemos que vários voltaram porque não eram perfeitos. Então, pra gente chegar à perfeição, a gente vai e volta centenas e milhares, quantas vezes forem necessárias para que a gente seja melhor. Por isso que é importante também a gente

não eram perfeitos. Então, pra gente chegar à perfeição, a gente vai e volta centenas e milhares, quantas vezes forem necessárias para que a gente seja melhor. Por isso que é importante também a gente lembrar que hoje somos a nossa melhor versão. Somos a nossa melhor versão. Pode até ser que em outras vidas a gente possa até ter tido uma vida financeiramente, socialmente melhor, mas isso não quer dizer que intelectualmente, emocionalmente soubéssemos tanto quanto sabemos hoje. É muito diferente. Hoje a gente já pode falar sobre isso. Eu tô aqui falando e vou continuar mais 15 minutos pelo menos. E vocês estão aí escutando. E houve um tempo e dependendo do lugar que a gente tá, ninguém ouve ninguém. O Natal tá chegando, as festas aí de final de ano, as famílias se reúnem. Será que a gente tira um tempo para se ouvir coletivamente em família? Será que a gente reflete sobre a questão da maledicência entre nós que nos amamos, que nos respeitamos? Como a gente ensina os mais novos sobre isso? O mal não merece a coroa das observações sérias. Atribuir-lhe grande importância nas atividades verbais é dilatar-lhe a esfera de ação. Por isso mesmo, o conselho de Thago reveste-se de santificada sabedoria. Quando surge o problema de solução difícil entre um e outro aprendiz, é razoável. Procure a companhia do mestre. Aqui Emanuel tá trazendo exatamente a vivência entre aqueles que acompanharam Jesus, o Mestre, né? Então, quando surgiu um problema de solução difícil, a orientação é: vamos conversar com Jesus ao invés de solucionando a claridade da sua luz, mas que nunca se instalem na sombra à distância um do outro para comentários maliciosos da situação, agravando a dor das feridas abertas. Se a gente pegasse só essa passagem e pensasse na família, no trabalho, quando surgisse um problema difícil e que geralmente remete as relações mesmo no trabalho. Se a gente focasse no projeto, no que temos em comum, talvez os ambientes fossem menos hustis. Se a gente colaborasse mais, ao invés de

a difícil e que geralmente remete as relações mesmo no trabalho. Se a gente focasse no projeto, no que temos em comum, talvez os ambientes fossem menos hustis. Se a gente colaborasse mais, ao invés de competir tanto, talvez os ambientes fossem mais leves. E na família é assim também. Natal é tempo da gente refletir e é quando planeta inteiro tá mais revestido dessa energia de caridade, de amor. Não é? Porque pensem, a gente tá relembrando a chegada do mestre na terra. Porque o aniversariante é ele e a gente se presenteia, a gente presenteia as crianças, né? Então é um momento que o coração tá ali querendo doar, querendo se dar e também querendo receber. Essa energia é contagiante. Muitas pessoas doem doam alimentos, brinquedos, roupas, muito mais nessa época do ano. Então, é momento da gente aproveitar para fazer isso, como os discípulos buscavam fazer, ao invés de deixar que a sombra aumentasse a distância entre eles, buscar o mestre para que esses comentários não criassem força, não se espalhassem, contagiando mais e mais. Se a gente fizer isso no nosso meio, com os nossos familiares, com os aqueles com quem convivemos, é fato que a gente vai criar ambientes mais saudáveis e vai ensinar isso também aqueles que são mais novos a poderem se olhar com lealdade, respeito. Falar mal na legítima significação será render homenagens aos instintos inferiores e todos nós ainda os temos. Todo ser humano encarnado neste planeta de provas e expiações, que não é um missionário ainda, porque a gente reconhece aqueles que são missionários, ainda muitas vezes são regidos pelos seus instintos inferiores. Por isso, orai e vigiai. dia a dia, se a gente se observar, a gente pode cair na tentação de fofocar, pode, é da natureza. Mas nós já temos consciência disso. Nós já somos adultos e maduros o suficiente para perceber que estamos falando de alguém que não está presente. E o que estamos dizendo sobre esse alguém que não está presente? A vida do outro é do outro. Não nos cabe comunicar

uros o suficiente para perceber que estamos falando de alguém que não está presente. E o que estamos dizendo sobre esse alguém que não está presente? A vida do outro é do outro. Não nos cabe comunicar a vida do outro a ninguém. A ninguém. Cada um tem que cuidar de si. Quando cada um cuida de si, eu gosto muito, quando eu tô aqui, de trazer também Gand, Gand deixou aí uma frase linda que diz: "Seja a mudança que deseja haver no mundo. Seja você, faz, você, cuida de você. Você quer um mundo de paz? Cultiva essa paz. eterna. Você quer um mundo de mais amor? Ame quer um mundo de mais verdades, não fofoque, não fale do outro, não seja maledicente. Cuide das suas palavras. A boca fala do que o coração está cheio. Vamos cultivar no coração o verdadeiro amor, a verdadeira lealdade, o respeito, a solidariedade, a colaboração. Como observamos, a maledicência é um tóxico sutil que pode conduzir o discípulo a imensos disparates. Pode conduzir qualquer um de nós a imensos disparates. A gente não pode mudar, né, o que já passou. A gente sabe disso, mas daqui paraa frente a gente pode agir diferente, pensar diferente. A gente começa num pensamento. Se a gente ainda não consegue controlar a língua e já saiu, mas aí você pensa, opa, já deixei, fiz, mas já tomei consciência. A gente faz a segunda, faz a terceira, às vezes chega até a décima vez, tem gente que não, mas daí paraa frente começa a não fazer mais. Se todo mundo começar a cuidar disso, eu creio que o mundo será melhor. Imagina a gente não ter esse tóxico sutil saindo da nossa boca, envenenando a história ou a vida de alguém para outras pessoas. Se for para sair elogios, se for para sair algo que contribua para o bem, faça. É bom, faz bem pro ego também. Mas quando o ego tá maduro, ele não tem mais necessidade nem disso. Não precisa. Quem sorva semelhante veneno é, acima de tudo, servo da toice. Mas sabemos igualmente que muitos desses tolos estão a um passo de grandes desventuras íntimas, porque quando a ficha cai, vem o arrependimento, né?

semelhante veneno é, acima de tudo, servo da toice. Mas sabemos igualmente que muitos desses tolos estão a um passo de grandes desventuras íntimas, porque quando a ficha cai, vem o arrependimento, né? Se você algum dia falou mal de alguém nessa existência, porque nessa existência a gente tá melhor. Então pode até ser que a gente não tenha contribuído com isso, né? Pode ser que você esteja no degrauzinho a mais acima de muitos da humanidade presente. Pode ser. Só você sabe e só a você interessa saber. Isso não é egoísmo. A gente aqui tá falando de autoamor. Tem uma historinha que fala sobre o veneno, né, que a gente, esse veneno, esse tóxico sutil que a gente solta muitas vezes e não percebe. Conta a lenda. Isso, essa historinha ela é tirada dos povos orientais lá na cultura deles. Quando um jovem casa, ele não vai morar fora, ele traz a esposa para dentro da casa. Sabiam disso? Eles têm muito esse hábito na China, no Japão e alguns outros lugares. E isso também é uma história antiga, né? As coisas vêm mudando, mas é da cultura trazer. E aí a Nora novinha quando chega na casa, ela quer cozinhar, quer cuidar da casa, mas lá eles honram e respeitam muito os mais velhos, os mais antigos. E aí tinha a dona da casa, que como nós na nossa cultura chamamos, né? a dona da caça. Mas lá é o respeito àele que é mais antigo, que veio primeiro. Essa é uma ordem hierárquica que vale para todos nós. Se nós ensinarmos as nossas crianças a respeitar os mais velhos, estamos ensinando o respeito aos nossos antepassados, a nossa hereditariedade, né? quem veio antes. Então, ela queria fazer as coisas, mas tava ali aquela senhora que precisava, claro, de ajuda. Contudo, ela começou a reclamar pro marido, sua mãe não deixa eu fazer nada. Eu vou cozinhar, ela já cozinhou, eu quero limpar, ela já limpou. E o tempo foi passando e ela foi ficando mais chateada com a sogra. e reclamando dessa sogra para todo mundo que ela podia. Aí chega um dia, ela sai de casa e vai buscar o mestre, o mestre daquela comunidade.

o foi passando e ela foi ficando mais chateada com a sogra. e reclamando dessa sogra para todo mundo que ela podia. Aí chega um dia, ela sai de casa e vai buscar o mestre, o mestre daquela comunidade. Ela já tava, ó, acima do limite. E ela chega com o mestre e ela fala: "Mestre, eu tô com problema. O senhor sabe que eu casei há pouco tempo? Eu tentei me dar bem com a minha sogra, mas ela reclama de todas as coisas que eu faço, quero fazer, ela já fez. Não dá mais. A gente vive brigando. Eu preciso que o Senhor me ajude. E as intenções dela não eram boas. Ela queria de fato que aquela velhinha morresse. E ela falou isso pro mestre e ele olhou para ela, pensou, falou assim: "Bom, isso não pode acontecer de uma hora para outra, porque todo mundo sabe que você não gosta dela, que você tá reclamando dela para todo mundo. E a vida de vocês, como é que anda? Tá um inferno, mestre. Lá dentro de casa o clima tá ruim, ninguém se entende com ninguém. Ele falou: "Então, vamos fazer o seguinte. Eu vou te dar aqui essas ervas e você a partir de hoje vai voltar paraa sua casa, vai preparar você, vai fazer um chazinho para ela e vai colocar essa erva dentro. Você pede para servi-lo e coloca também. E você assim vai fazendo. Daqui a um tempo você volta aqui para me dizer como é que ela tá, como é que vocês estão. E assim ela volta para casa crente que isso vai resolver as questões. Mas ele dá um alerta. Você vai me prometer que você vai ficar de boca fechada. Você vai fazer tudo, tudo, tudo que ela pedir para você. Se ela pedir para você ajudar ela a limpar, você limpa. Se ela pedir para você cozinhar, você cozinha. Se ela disser para você ir tecer, você vai tecer. Se ela disser para você ficar sentada, você não vai retrucar e mais você vai tratá-la bem, que é para ninguém desconfiar de você. E assim ela foi fazendo, começou a fazer o chazinho e colocava as ervas lá no café na hora das refeições e a sogra pedia as coisas e ela fazia. E o tempo foi passando e o clima na casa mudou

de você. E assim ela foi fazendo, começou a fazer o chazinho e colocava as ervas lá no café na hora das refeições e a sogra pedia as coisas e ela fazia. E o tempo foi passando e o clima na casa mudou completamente. Mudou tanto que elas já conversavam, que elas já sentavam para fazer as coisas juntas, que elas já estavam dividindo tudo. E aí ela se o deu conta um dia que ela tava preparando o chá e colocando a erva. Parece que a ficha dela caiu, os olhos se abriram e ela largou tudo, saiu correndo e foi atrás do mestre. Mestre, mestre, me ajuda, mestre. Eu não quero mais que minha sogra morra, mestre. Ela agora é uma segunda mãe para mim. A gente se dá tão bem, tá tudo tão bem, mestre. Ele olhou para ela, falou: "Calma, filha, calma, mestre. Agora como é que eu vou fazer se eu tô envenenando ela todo esse tempo?" Ele olhou para ela, falou: "Quem disse que era veneno?" "Eu não lhe dei veneno. Eu lhe deu umas ervas. Essas ervas são proteínas, são vitaminas, fazem bem a ela. O mal não tava nela. Você mudou, você percebeu? E a ficha dela caiu de novo. E ela agradeceu ao mestre por ele ter feito isso. E ela pôde voltar para casa aliviada e feliz, porque a sogra dela tava bem, ela não tava matando o que matava. Vocês sabem, né? Era as palavras, é o sentimento que se emana no momento, é a maledicência. Esse é o veneno tóxico sutil. Assim, queridos irmãos e irmãs, eu espero que vocês levem isso para refletir, que depende de nós, que esse mundo verdadeiramente seja melhor e ele começa dentro da nossa casa. com os nossos familiares no nosso local de trabalho. E eu agradeço a oportunidade de estar aqui mais uma vez com vocês. E nesse momento quero que a gente eleve o pensamento novamente ao nosso pai criador para agradecer a esse encontro por estarmos aqui nesta terça-feira já entrando nesse clima natalino. Vamos lembrar desse mestre que aqui veio para ensinar amor, paz e a saúde que é interna, emocional. Mente sã e corpo são. Querido pai, mestre Jesus, espiritualidade amiga aqui presente,

lima natalino. Vamos lembrar desse mestre que aqui veio para ensinar amor, paz e a saúde que é interna, emocional. Mente sã e corpo são. Querido pai, mestre Jesus, espiritualidade amiga aqui presente, agradecemos por este momento. Agradecemos, Pai, por estarmos aqui abrindo a nossa mente e o nosso coração para nos acolhermos, para olharmos pros nossos instintos inferiores e domá-los. Conhecer-nos é o caminho para evitarmos a manifestação do que não é bom nem para nós, nem para aqueles que convivem conosco. Ajuda-nos, Pai, a sermos melhores todos os dias, aproveitando a oportunidade de acordar com saúde, com alegria nessa existência. Assim, Pai querido, agradecemos a esses mentores e mentoras que nos guiam todos os dias. Pedimos permissão para dar por encerrado este encontro, dizendo: "Sos Pai, hoje e sempre. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou [música] até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre [música] e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre [música] nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons

, rogamos que nesse momento desça sobre [música] nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para [música] continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais [música] de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita [música] a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos [música] hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando [música] ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus [música] e assim seja.

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