Marta Caldas | A CÓLERA (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 24/04/2025 (há 11 meses) 43:16 301 visualizações

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Transcrição

ser de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor, vibrando luz, buscando. Boa tarde. Boa tarde. Sejam todos bem-vindos e bem-vindas. nesse 24 de abril. Nosso tema hoje é a cólera. Mas para darmos início a essa reflexão sobre o Evangelho Segundo o Espiritismo, eu vos convido primeiro a elevarmos o nosso pensamento ao nosso Pai Criador. Aqueles que se sentirem à vontade podem fechar seus olhos e me acompanharem nesta oração. Pai querido, mestre Jesus, cá estamos reunidos em teu nome e vos agradecemos, Pai, por mais esta oportunidade de estarmos aqui refletindo sobre quem somos, como somos e como podemos ser. Pedimos, Pai, as suas bênçãos sobre nós, sobre a nossa família, sobre a nossa casa, o nosso local de trabalho, sobre os nossos entes queridos, encarnados e desencarnados. E pedimos também, Pai, ajuda-nos a abrir a nossa mente e o nosso coração para olharmos amorosamente para quem somos, para nos fortalecermos e para estarmos sempre em sintonia contigo. Sim, pai querido, mestre Jesus, envolvidos e gratos pela sua presença, pedimos permissão para dar início a este encontro, dizendo: "Sos pai, hoje e sempre". e aqueles que nos acompanham pela rádio, pela TV Comunião, uma ótima tarde. E o tema de hoje, como disse, é a cólera. Eu vou me basear aqui na sugestão do Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 9. Bem-aventurados que são brandos e pacíficos. E exatamente nesse capítulo, aonde Kardec traz pra gente sobre a bem-aventurança de mantermos brando e pacífico os nossos corações, é que nós vamos refletir sobre a cólera. E o que que é isso, né? Que que é a cólera? Nós já sabemos hoje que fomos criados simples ignorantes, todos iguais nessa ignorância de não saber, de construindo a nossa autonomia, o nosso aprendizado nas idas emas neste planeta

que é a cólera? Nós já sabemos hoje que fomos criados simples ignorantes, todos iguais nessa ignorância de não saber, de construindo a nossa autonomia, o nosso aprendizado nas idas emas neste planeta ou que sarem outros. E quando fomos feitos, fomos criados à imagem e semelhança do criador. Mas é algo que pra gente ainda é um mistério entender o que é essa semelhança com o criador. E ao mesmo tempo a gente traz em nós todas as leis divinas gravadas em nossa consciência. Então, somos seres humanos. Estamos aqui para nos tornarmos pessoas melhores. Se há um determinismo, esse determinismo é o nosso processo evolutivo. Nós estamos sempre progredindo, criados, ignorantes, mas hoje não mais. Hoje nós somos seres que sentimos e sabemos o que sentimos. E se a nossa consciência ainda não está tão eh, como eu posso dizer, tão tão presente no aqui e agora, muitas vezes deixamos passar aquilo que vivemos e aquilo que sentimos. principalmente por não estarmos conectados conosco na nossa vida aqui e agora. Nessa passagem, Kardec traz pra gente essa reflexão sobre a cólera, que hoje nós já temos conhecimento para saber que é parte da nossa emoção. Mas mesmo ela sendo uma emoção intensa e que muitas vezes nós a manifestamos com uma certa ira ou até com fúria diante de situações que nós percebemos como injustas. Quando o mestre Jesus aqui teve, ele disse pra gente não julgar, porque à medida que a gente julga, essa mesma medida que julgamos o outro, nós usamos para nos julgar, mesmo que seja inconsciente. Nós fazemos isso o tempo todo. Mas à medida que a gente vai se conscientizando dessas ações, a gente vai aprendendo a evitá-las. E por quê? Porque a gente começa a se perceber, a se perceber no momento de raiva, a se perceber no momento de fúria, porque está presente em nós o orgulho. O orgulho é algo que nos faz sentir ofendido. Todas as vezes que a gente se sente ofendido, que a gente se sente injustiçado por mil razões, porque cada um tem um olhar, cada um tem uma percepção. E não é uma questão de estar

faz sentir ofendido. Todas as vezes que a gente se sente ofendido, que a gente se sente injustiçado por mil razões, porque cada um tem um olhar, cada um tem uma percepção. E não é uma questão de estar certo ou errado, é perceber diferente. Nós percebemos diferente. cada um de acordo com a sua história, com a sua experiência, com a sua vida. Tentar convencer o outro é algo que ainda nos remete a essa ignorância do não saber, do não saber que somos diferentes, do não saber que o que eu considero certo ou errado, nem sempre é o que o outro considera certo ou errado. Eu acho que se vocês refletirem na vida de vocês, vocês vão trazer situações em que vocês tinham certeza que estavam certo em determinada situação, mas alguém discordava de você e vice-versa, alguém que trazia uma certeza e você discordava dessa certeza porque cada um traz o seu olhar. Mas quando a gente ainda tá nesse lugar de se sentir ofendido, injustiçado, aí a gente vai para esse para essa emoção muitas vezes da raiva e nem se percebe nesse lugar, mas a gente sente, o nosso corpo sente. Eu sempre que aqui venho gosto de lembrar, estamos aqui numa casa espírita. E nós sabemos que somos espíritos, mas somos espíritos encarnados. Então, nós estamos aqui com esse corpo que nos traz a vida, que nos faz caminhar, que nos faz ser o que somos e ele registra tudo. E é aqui que a gente sente essa cólera e essa raiva. E o que que essa cólera e essa raiva, que é tudo a mesma coisa, né, fazem com a gente. Quando ela é uma emoção, ela é mantida ou refletida ao longo de um tempo. Ela é rápida. A ciência já nos diz que uma emoção, ela dura segundos quando ela vem, sabe? Mas muitas vezes a gente vai alimentando essa emoção, quaisquer que seja ela, alegria, tristeza, raiva. Quando a gente alimenta muito isso, ela deixa de ser só essa emoção e passa a ser um sentimento. Nossa, essa pessoa vive com raiva. Ninguém em sã consciência vive com raiva, porque a raiva é uma emoção que passa assim, ó. Você sente, ela veio, você na hora que

emoção e passa a ser um sentimento. Nossa, essa pessoa vive com raiva. Ninguém em sã consciência vive com raiva, porque a raiva é uma emoção que passa assim, ó. Você sente, ela veio, você na hora que se sentiu contrariado, você percebeu. Agora vai depender de você manter esta emoção, transformá-la nesse sentimento e ficar sentindo, sentindo, sentindo ou deixá-la ir. E ela se apresentou pra gente num primeiro momento como um instinto. Nós precisamos sim da raiva. Tudo que há em nós foi criado pelo nosso pai criador perfeito. E ele nos fez essa imagem e semelhança porque nós trazemos essa centelha divina em nós. Então nós trazemos tudo isso que é para nos ajudar nessa caminhada. Houve um momento lá atrás que nós usamos muito mais esta emoção para nos defendermos, para sobrevivermos. É necessário, é assim que a gente vai aprendendo. Mas à medida que a gente se conscientiza de quem somos, do que sentimos, a gente vai aprendendo a estar atento às nossas emoções, a percebê-las, a senti-las, mas não se deixar levar por elas, mesmo pela alegria, porque ela também quando é exagerada, a gente diz: "Ih, olha, já tá o tempo inteiro alegre". Tem alguma coisa errada, não é? Talvez até nem tenha, talvez até essa pessoa tenha alcançado esse estado de alegria verdadeiro, mas dentro da nossa realidade ainda somos poucos que chegamos a esse ponto. E a cólera ela faz com que a gente sinta no nosso corpo ativações, né, que estimulam a nossa frequência cardíaca, aumenta os nossos olhos, né? Sabe aquela expressão de quando você tá com o olho abre mais, a pupila dilata? A nossa respiração acelera o nosso sangue, a gente sente, tem gente que fica vermelho, tá vermelho de raiva. A gente sente isso. E se a gente não sente, comece a ficar atenta a tudo isso que eu tô dizendo. Coração acelerado, você tem que estar atento o que que eu tô sentindo? Da onde veio essa taquicardia? Agora a gente sente os músculos, a gente percebe o nosso rosto, às vezes a sobrancelha fica franzida, às vezes a gente cerra a

que estar atento o que que eu tô sentindo? Da onde veio essa taquicardia? Agora a gente sente os músculos, a gente percebe o nosso rosto, às vezes a sobrancelha fica franzida, às vezes a gente cerra a boca. Geralmente a gente aumenta o tom de voz quando está irado, quando está colérico. Não é assim? A gente vê uma pessoa nesse estado, em geral, a gente quer se afastar porque isso impacta a gente. Mas imagina se somos nós fazendo tudo isso com a gente. A mesma atitude que o outro tem, que a gente tem quando vê o outro, o outro tem quando nos vê assim. E aí vamos lá ao nosso evangelho para falar sobre a cólera. Como eu disse, e Kardec começa assim: "O orgulho vos induz a julgar-vos mais do que os outros, mais do que sois, a não suportardes uma comparação, principalmente quando ela possa vos rebaixar, tão acima dos vossos irmãos, quer em espírito, quer em posição, social, quer mesmo em vantagens pessoais, que o menor paralelo vos irrita e aborrece. Estejamos atento a isso, a quando alguém nos comparar, como é que a gente reage, o que que a gente sente. Geralmente, quem ainda não está consciente do que sente e de como é, se deixa levar e se entrega à cólera. Pesquisai a origem desses acessos de demência passageira. que vos assemelham ao bruto, fazendo-vos perder o sangue frio e a razão. Pesquisai quase sempre, depareis com o orgulho ferido. E ele vai trazendo sempre a questão do orgulho, porque na medida ou à medida que nos conhecemos, nós vamos perceber o nosso orgulho, consequentemente o nosso egoísmo. E ao percebermos isso, é parte da gente. Não é pra gente negar que é orgulhoso, não é pra gente negar que tem raiva, porque como eu disse no início, tudo isso faz parte da natureza humana. Em algum momento nos foi útil. Contudo, o evangelho vem sempre nos alertando para esta questão do orgulho enquanto arrogância, enquanto querer ser melhor, melhor na condição social, melhor na cor da pele, melhor na inteligência, melhor em tudo. Nós todos fomos criados do mesmo jeito. Eu hoje vi um diálogo do Papa

arrogância, enquanto querer ser melhor, melhor na condição social, melhor na cor da pele, melhor na inteligência, melhor em tudo. Nós todos fomos criados do mesmo jeito. Eu hoje vi um diálogo do Papa Francisco com uma jovem que se diz binária e ela pergunta ao Papa se ele sabe o que é isso. Mas eu tô trazendo esse trechinho, tá aí nas redes sociais agora que ele partiu. a gente tá vendo muitas das falas dele, né? Eh, quem não é católico, muitas pessoas compartilhando eh a beleza deste homem que é que teve, porque ele representa, representou a humildade. E ele, ao responder a essa jovem, ele fala, ela pergunta se na igreja tem lugar para pessoas como ela. E ele diz que o nosso pai criou-nos a todos iguais. Ele traz essa lembrança de novo de que todos somos iguais. Ah, mas isso não é pra gente eh tirar a história de cada um, não. São duas coisas diferentes. Uma é: fomos criados à imagem semelhança, todos simples ignorantes. E cada um vai fazendo a sua história, vai experienciando o que tem que experienciar para aprender a história de alguns. às vezes são muito mais difíceis que de outros. Imagina você não só enfrentar a si mesmo, mas ter que lidar com a sociedade todos os dias tentando se reafirmar. Não deve ser fácil, né? Imagina o quanto de emoções a gente não tá ali envolvido para poder se manter brando e pacífico. Que é que vos faz repelir coléricos os mais ponderados conselhos senão o orgulho ferido por uma contradição? Até mesmo as impaciências que se originam de contrariedades muitas vezes poeris decorrem da importância que cada um liga à sua personalidade diante da qual entende que todos se devem dobrar. Quando o orgulho tá aqui, ó, você não aceita não. E ai daquele que queira te enfrentar. Provavelmente ele vai conhecer a sua cólera. Se o seu orgulho ainda está muito aqui, você se sente o melhor de todos. Em seu frenesi, o homem colérico a tudo se atira, à natureza bruta, aos objetos inanimados, quebrando-os porque eles não obedecem. Eh, às vezes você taca uma coisa que num

se sente o melhor de todos. Em seu frenesi, o homem colérico a tudo se atira, à natureza bruta, aos objetos inanimados, quebrando-os porque eles não obedecem. Eh, às vezes você taca uma coisa que num momento de tranquilidade você jamais tacaria fora, jamais jogaria. Mas no momento em que você está com raiva, você pega o controle da televisão, por exemplo, e taca na televisão. Por quê? Porque não tá funcionando como você gostaria, como se isso fosse resolver. É a atitude da criança agindo como criança. A criança ela faz isso, ela pega as coisas e mesmo os brinquedos e joga quando ela está com raiva. Não é assim? Já viram uma criança com raiva quando ela joga fora aquilo que ela mais gosta que ela se desfaz ou quebra aquilo e depois ela chora porque ela quebrou aquilo que ela gostava. O adulto faz isso, mas não era para fazer não mais, não enquanto adulto, maduro, mas quando você se deixa levar por esta emoção, é como diz aqui, você perde a racionalidade. É como se você tivesse uma demência passageira, o adulto, não a criança. A criança está em processo de desenvolvimento. Ela pode est cá, ela está aprendendo a se a gente chama se regular, a se conter. E nós adultos precisamos ajudá-las e às vezes precisamos ajudar outros adultos que também não sabem se regular. E é no coletivo que a gente vai se regulando, um ajudando o outro. Se nesses momentos pudesse ele observar-se a sangue frio, ou teria medo de si próprio, ou bem ridículo se acharia. Imagine ele por aí que impressão produziria nos outros. Santo Agostinho no livro dos espíritos, na questão 919, ele traz uma lição maravilhosa que a gente precisa ler todo dia ou toda semana, mas precisa ler, que é passar o nosso dia em revista, é a gente se observar, é como se a gente se colocasse diante do espelho e observasse o que a gente faz. Imagina a gente numa cena dessa com muita ira, com muita raiva, gritando com as pessoas, tratando o outro com toda essa arrogância. Se olha no espelho, provavelmente teríamos medo de nós mesmos, né? Não

agina a gente numa cena dessa com muita ira, com muita raiva, gritando com as pessoas, tratando o outro com toda essa arrogância. Se olha no espelho, provavelmente teríamos medo de nós mesmos, né? Não teríamos? Ou vocês gostam de ver alguém gritando com você: "A natureza humana não gosta. Quando estamos em equilíbrio, ninguém gosta de ser tratado, de ser destratado. Ninguém gosta. Se alguém diz que não liga dos dois, um ou realmente já está num patamar evolutivo, que não se ofende porque percebe a criança no outro, a criança que está em dor, a criança que está sofrendo mesmo sendo adulta. ou ainda não se o suficiente. Porque quando a gente se ama, a gente se cuida. E do mesmo jeito que a gente busca não gritar com ninguém, a gente também não quer que gritem com a gente. É natural. Esse processo se chama respeito e autorrespeito. É preciso que a gente esteja atento aos nossos sentimentos e emoções. Então, a gente se olhando provavelmente produziria uma impressão muito ruim nos outros, né? quando não fosse pelo respeito que deve a si mesmo, cumpri-lhe esforçar-se por vencer um pendor que o torna objeto de piedade. Se ponderasse que a cólera a nada remedeia, que lhe altera a saúde e compromete até a vida, reconheceria ser ele próprio a sua primeira vítima. Outra consideração, sobretudo deverá contê-lo de que torna infelizes todos que o cercam. Imagina um lar onde aqueles que são os adultos responsáveis pelos outros que estão nesse lar, tragam esse comportamento rotineiro na sua personalidade. Pessoas arrogantes, que gritam, que distratam, que não aceitam ser contrariadas. Imaginem o clima energético desse lar. Acho que todos nós conseguimos imaginar isso, né? Não é um clima gostoso, não é um clima leve. E isso em qualquer lugar, no seu local de trabalho, na escola, né? Sempre que tem alguém com um tom mais alto e encolerizado, não com assertividade, mas com raiva, com fúria, a gente percebe, a gente entende isso. Uma. A cólera, ela não exclui certas qualidades do coração, mas ela impede se faça muito

is alto e encolerizado, não com assertividade, mas com raiva, com fúria, a gente percebe, a gente entende isso. Uma. A cólera, ela não exclui certas qualidades do coração, mas ela impede se faça muito bem e pode levar à prática de muito mal. Isto deve se bastar para induzir o homem a esforçar-se para dominá-la. O espírita demais é conintado a isso por outro motivo, o de que a cólera é contrária à caridade e à humildade cristã. Um espírito protetor bordou 1863. Nosso mestre Jesus aqui esteve para mostrar o que é ser brando e pacífico. Ele foi a mansuetude em pessoa, a humildade em pessoa, mesmo sendo o ser que nós conhecemos mais evoluído, que aqui já pisou. Ele para nós espírita, ele é esse exemplo desse ser evoluído. Ele trouxe com ele essa virtude da humildade, porque ele sabia da nossa pequenez. Ele sabe. E nós nós sabemos disso. Não sei se vocês já viram, mas tem um vídeo aí na internet. Tudo hoje a gente pode recorrer à internet. a inteligência artificial e outros, né, em que mostra a gente aqui no planeta, mostra, vai lá na gente mesmo e depois vai se afastando, afastando, afastando. Quem já viu esse vídeo, levanta aí a mão e aí depois mostra o planeta Terra. Aí depois mostra o planeta Terra em relação com outros planetas. E depois mostra esses nossos planetas na galáxia. E depois mostra essa galáxia no meio de outras galáxias. Já viram isso? É surreal, né? Quando a gente vê hoje, a gente pode perceber isso. Nós somos mesmo uma formiguinha nesse universo, sabe? Contudo, mesmo sendo essa formiguinha, esta formiguinha traz a centelha divina. Então, nós somos capazes de cultivar em nós a brandura, a mansuetude, a humildade, porque somos filhos e filhas desse pai criador. Então, nós somos capazes. Mas quando nós não nos percebemos, não nos conhecemos, a gente vai às vezes para esse lugar de demência. passageira, porque é uma demência quando a gente se deixa tomar pelas emoções. E aí não é só pela cólera que nós estamos falando dela hoje, mas imagina quando você sente a

para esse lugar de demência. passageira, porque é uma demência quando a gente se deixa tomar pelas emoções. E aí não é só pela cólera que nós estamos falando dela hoje, mas imagina quando você sente a tristeza, sabe que é parte deste processo de vida, porque a gente fica triste mesmo. E que bom que a gente fica triste, porque a gente percebe a injustiça do mundo. A gente percebe a dor alheia, a gente sente a nossa dor e isso nos traz a tristeza, mas ela é, ó, passageira, não é pra gente ficar cultivando. Quando a gente tá muito nesse estado de, opa, já não é mais só a tristeza, a gente tem que estar alerta antes de adoecer. Porque qual é a doença que tem chegado para muitos na atualidade? A depressão. Ah, depressão não é tristeza, não é somente, mas se essa tristeza perdura, quem sabe não pode nos levar a esta depressão. E a gente nem percebe. A gente nem se percebe triste todo dia, faltando algo. A gente não se percebe colérico, porque a tristeza dá uma baixa na energia, né? A gente quer se recolher, quer ficar quieto, quer ficar calado, quer ficar na nossa a cólera, a gente fica vermelho gritando, quer ser visto, quer dar ordem ser obedecido. Não é assim? Mas tudo é preciso que a gente perceba. Tudo é preciso que a gente se olhe. Não é olhar o outro, é olhar a si mesmo. E aí Kardec ele continua ainda trazendo pra gente aqui, segundo a ideia falsíssima de que lhe não é possível reformar a sua própria natureza o homem, a mulher, o ser humano. julga dispensado de empregar esforços para se corrigir dos defeitos que de boa vontade se comprais. Ah, não, Marta, ninguém se compraz em ter defeito. Será que não? Porque dá trabalho mudar, dá trabalho a gente se perceber, requer vontade, requer esforço pessoal, requer disciplina e é da gente com a gente. E aí é hora da gente se conectar com a divindade para pedir a ajuda, pra gente dar conta da gente. É assim que, por exemplo, o indivíduo, propenso a encolerizar-se, quase sempre se desculpa de seu temperamento. Em vez de se confessar

com a divindade para pedir a ajuda, pra gente dar conta da gente. É assim que, por exemplo, o indivíduo, propenso a encolerizar-se, quase sempre se desculpa de seu temperamento. Em vez de se confessar culpado, lança culpa ao seu organismo, acusando a Deus dessa forma de suas próprias faltas. Nós não fomos criados por Deus, nós não trazemos essa centelha divina. é ainda uma consequência do orgulho que se encontra de permeio a todas as nossas imperfeições. Então, é por isso que a gente precisa ter um espelhinho para se observar. O corpo não dá cólera àele que não tem, do mesmo modo que não dá os outros vícios. Todas as virtudes, todos os vícios são inerentes ao espírito, a não ser assim, onde estaria o mérito e a responsabilidade de cada um de nós? Então, meus queridos irmãos e irmãs, o homem se conserva, o ser humano se conserva vicioso, senão porque quer permanecer vicioso. Quando a gente quer mudar, e é possível, porque senão não seríamos regido por essa lei de progresso. Lembram que eu comecei dizendo que se há um determinismo é a lei de progresso? Estamos aqui para evoluir. Podemos estacionar, mas estamos aqui para evoluir, para progredir. Contudo, se isso não acontece, é porque cada um tem um tempo. Mas se a gente quer de fato mudar, é só a gente entrar em conexão através da oração, pedir ao Pai ajuda para sermos seres humanos melhores e estarmos atento às nossas emoções e ao nosso corpo, porque ele nos mostra o que sentimos. OK? Gratidão pela presença e pela atenção de cada um de vocês. E para encerrarmos este encontro que falamos um pouco sobre a cólera e sobre quem somos, vamos elevar o nosso pensamento novamente ao nosso pai criador para agradecermos este momento. Pai querido, mestre Jesus, espiritualidade amiga que aqui se faz presente, agradecemos este encontro, esta oportunidade, a vida, Pai. Agradecemos a consciência que nos destes. Agradecemos a oportunidade de nos vermos nos outros e nos conhecermos. Porque quando estamos ansiosos para sermos melhores, nós nos

oportunidade, a vida, Pai. Agradecemos a consciência que nos destes. Agradecemos a oportunidade de nos vermos nos outros e nos conhecermos. Porque quando estamos ansiosos para sermos melhores, nós nos percebemos e sabemos que não estamos sozinhos. E essa espiritualidade amiga, os nossos mentores e mentoras nos acompanham para nos auxiliar nessa caminhada. possamos perceber o nosso orgulho, o nosso egoísmo, a nossa arrogância e trabalharmos em nós a caridade, a humildade, nos responsabilizando pelo que é nosso. Quando cada um cuidar de si, o mundo será melhor. Sim, pai querido, te agradecemos por tanto amor, pela tua presença em nossas vidas, que possamos sair daqui cheios de força de vontade para olharmos para nós mesmos e nos tornarmos pessoas melhores. Gratidão, pai querido. Gratidão, mestre Jesus. Que assim seja. Uma ótima tarde a todos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos

ça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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