MARCAS - Carla Daniela [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 06/05/2025 (há 11 meses) 1:05:59 454 visualizações

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Transcrição

Meus irmãos, boa noite. Aqueles que aqui vêm pela primeira vez, sejam bem-vindos. E aqueles que nos prestigiam sempre com a sua presença, receba também o nosso abraço fraterno. Pedimos que aqueles que têm celular que o desliguem ou mantenha no modo silêncio, por favor. Saudamos também aqueles que nos assistem e nos ouvem pela TV Rádio Web Comunhão. O livro A vida por linhas certas. Não espere. Não espere um sorriso para ser gentil. Não espere ser amado para amar. Não espere ficar sozinho para reconhecer o valor de um amigo. Não espere ficar de luto para reconhecer quem hoje é importante em sua vida. Não espere o melhor emprego para começar a trabalhar. Não espere a queda para lembrar-se do conselho. Não espere a enfermidade para reconhecer quão frágil é a vida. Não espere a perfeit a pessoa perfeita para então apaixonar-se. Não espere a mágoa para pedir perdão. Não espere a separação para buscar a reconciliação. Não espere elogios para acreditar em si mesmo. Não espere ter tempo para servir. Não espere que o outro tome iniciativa. Se você foi oculado. Não espere ter dinheiro aos montes para então contribuir. Não espere o dia de dar a Deus sem antes contar que amava. Não espere chegar à morte para só então perceber que sobreviveu sem desfrutar a sobrevivência. Nós aproveitamos um instante para pedir a Deus, o criador universal de todas as coisas, pedir a Jesus, o tutor das nossas almas, e pedir a esses abnegados amigos espirituais, especialmente os nossos anjos guardiães, ao mentor espiritual desta casa, o Dr. Bezerra de Menezes para que nos abençoe. Abençoe também, Senhor, aqueles que estão na nossa tela mental, aqueles que estão pelas ruas, muitas vezes tão somente em busca do pão material. que possamos levares o lenitivo da prece, dizendo: Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade aqui na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje, Senhor. Perdoa as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem

o nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade aqui na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje, Senhor. Perdoa as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixes cair em tentação, mas livra de todo mal. E que assim seja. Meus irmãos, vamos passar a palavra paraa nossa irmã Carla Daniela, que vai nos brindar hoje com marcas. Boa noite a todos. Sejam muitos bem-vindos, assim como nosso amigo João Abadio já falou, aqueles que estão aqui, aqueles que nos acompanham pelas redes sociais e que nos dão alegria de participar desse momento de estudo e reflexão sobre o evangelho de Jesus à luz da doutrina espírita. Nosso tema de hoje é marcas e a gente parte de uma passagem do livro Vinha de Luz e que traz, né, como Emanuel sempre coloca, uma mensagem do Evangelho, dos Atos dos Apóstolos ou do cartas de Paulo. E nesse caso ele pega um trecho da carta de Paulo aos Gálatas, capítulo 6, versículo 17, em que ele diz: "Desde agora, ninguém me moleste, porque eu trago no corpo as marcas do Senhor Jesus." E ele faz reflexões muito interessantes, muito profundas sobre esse tema das marcas. Ele nos faz pensar, né? Todos nós adotamos marcas, temos marcas, utilizamos marcas, percebemos marcas que existem aí, né? Então, aderimos a determinadas marcas. A gente utiliza, muitas vezes, procura, utiliza marcas que são referências, grifes para nosso vestuário, para nossos produtos que utilizamos em casa, para aquilo que utilizamos ou ostentamos. Buscamos essas marcas em virtude da qualidade que já é conhecida ou mesmo do para nos distinguir por meio dessas marcas de outras pessoas que utilizam marcas que consideramos diferentes ou inferiores. Nós ostentamos essas marcas, colocamos signos, utilizamos marcas físicas também, tatuagens e outros tipos de marcas que nós procuramos utilizar para nos distinguir e para nos fazer reconhecidos. Então, colocamos essa marca em nosso corpo, em nossas vestes, em nossa maneira. também artistas, autores, cientistas e

as que nós procuramos utilizar para nos distinguir e para nos fazer reconhecidos. Então, colocamos essa marca em nosso corpo, em nossas vestes, em nossa maneira. também artistas, autores, cientistas e pessoas que eh se distinguem, gostam também de deixar suas marcas, sua assinatura, sua autoria ou algo que os reconheça. É muito comum a gente dizer que um determinado artista, um determinado pintor, tem uma marca, um escritor que faz com que seus textos sejam reconhecidos por alguma determinada característica ou, né, um um determinado estilista, um confeiteiro, um um chefe de cozinha, tem determinadas características que são consideradas sua marca, que aqueles que entendem, que conhecem do Basta ler, basta ver, basta ouvir uma música, por exemplo, que já percebem de quem vem, né? Pelo pela obra se conhece o autor, então essas marcas estão impressas. E aí Emanuel nos faz pensar nisso em seu em múltiplos aspectos. Em primeiro lugar, né, quais são aquelas marcas que eu busco, né? O que com o que eu procuro me alinhar, né? com a com o que que eu busco ter. Será que eu estou muito preocupada com as marcas das convenções sociais, as marcas das grifes que eu quero ostentar? As marcas daquilo que eu pretendo pertencer ou daquilo que eu quero buscar? Será que eu procuro essa ter e ostentar essas marcas? Eu me guio por essas marcas? Então, por que eu tenho guiado a minha vida? O que eu tenho buscado? Que pontos eu tenho procurado ostentar. Aqui Paulo diz que ele traz a marca do Cristo, a marca do Senhor Jesus e diz que a partir de agora nada nem ninguém o molesta, porque ele tem as marcas do Cristo. Paulo, na verdade, teve muitas marcas em sua vida. Ele teve uma vida muito difícil e muito eh cheia de trabalho e de sacrifícios. Ele vem, né, conhecemos a história de Paulo, era Saulo, o doutor da lei, que já desde o início de sua vida buscava seguir a Deus por meio dos ensinamentos de Moisés. tinha como marcas da sua personalidade o espírito aguerrido, o a busca do conhecimento e também

tor da lei, que já desde o início de sua vida buscava seguir a Deus por meio dos ensinamentos de Moisés. tinha como marcas da sua personalidade o espírito aguerrido, o a busca do conhecimento e também a a uma forte crença e uma forte convicção naquilo que ele tinha como verdade, que ele colocava muitas vezes na forma de agressividade que chegava até mesmo a uma violência. Por isso, quando ele sentiu a fé em Moisés, a fé em Deus por meio das leis de Moisés, ameaçada por aquele que ele acreditava ser um obscuro profeta, que vinha ganhando cada vez mais seguidores e cada vez mais proeminência na na sua época, ele passou a persegui-lo em defesa da daquilo que ele acreditava ser a obra divina. Então ele passou com as suas características de personalidade a buscar a defesa de Deus de forma aguerrida, de forma enfática e de forma até mesmo violenta. Com isso, ele travava grandes debates de ideias, mas também buscava fisicamente fazer as suas ideias prevalecerem, perseguindo mesmo e chegando a agredir e até mesmo atentar contra a vida dos seguidores do Cristo. Assim foi com Pedro, Tiago e João, que foram recolhidos à prisão, e chegou ao extremo com Estevão e também outros seguidores do Cristo. Então ele trouxe essas marcas e imprimiu essas marcas nesse momento da sua vida, até que ele seguindo em seu caminho e seguindo nas suas na sua maneira de ser, teve a oportunidade de se encontrar com ele, com o Cristo. E foi um encontro muito marcante pra vida de Paulo. Ele que, como eu disse, acreditava que aquele homem era um usurpador, alguém que vinha para dar-se a si esse nome que não lhe pertencia, essa característica divina, que a ele não cabia, violando as próprias leis de Deus, no seu entender. Mas quando ele encontrou o Cristo, ele viu e o Cristo apareceu para ele em toda a sua majestade, já não como o humilde carpinteiro, já não como aquele homem simples ali da Galileia, da cidade de Nazaré, como ele era conhecido, mas como aquele que em sua majestade, como governador do planeta, aquele que tem a

o humilde carpinteiro, já não como aquele homem simples ali da Galileia, da cidade de Nazaré, como ele era conhecido, mas como aquele que em sua majestade, como governador do planeta, aquele que tem a herança divina e que ostenta as características da do seu do seu governo sobre a terra. Então, Paulo, Saulo, naquele momento ainda viu o Cristo em sua glória, em seu esplendor, em seu brilho, em sua luz que ele já possuía. E aí ele percebeu que não se tratava de um usurpador como ele pensava, mas se tratava sim daquele que veio em nome de Deus, do Messias prometido e tão aguardado pelo seu povo e por ele mesmo. Aí então ele caiu em si, percebendo que ele tava perseguindo o verdadeiro Messias, tão esperado, tão buscado, tão ansiado pelo seu povo. E aí ele percebendo o seu erro, imediatamente voltou atrás, imediatamente acolheu aquele Cristo que até então ele vinha perseguindo e colocou-se à sua disposição. Mas esse fato e tudo o que aconteceu deixou uma marca profunda em Saulo, uma marca que orientou a sua vida desde que ele se transformou e se mudou a assinatura do seu nome para distinguir-se daquele quem ele era, né? Alterando os sinais e as marcas que ele utilizava, ele trouxe essa vivência e isso orientou toda a sua vida. E e Paulo em todo o seu caminho foi marcado inúmeras vezes. O pessoal brincava, né, que Paulo não era uma boa companhia, apesar de ser um discípulo fiel do Cristo e um dos seus grandes propagadores. Mas porque ele não era uma boa companhia, que eu digo de brincadeira, porque onde quer que Paulo chegasse, ele era perseguido, era ultrajado, era preso, seu navio naufragava, sempre acontecia muitas coisas com ele que ele que lhe marcavam profundamente, mas nem por isso ele deixava de ser aquele fiel seguidor e de mostrar essa alegria, porque, como ele diz, nada o molestava mais na medida em que ele já trazia no seu coração a marca do Cristo. E ele escreveu uma das suas cartas, a carta aos Filipenses, já quando ele estava preso aguardando a execução da sua

da o molestava mais na medida em que ele já trazia no seu coração a marca do Cristo. E ele escreveu uma das suas cartas, a carta aos Filipenses, já quando ele estava preso aguardando a execução da sua sentença de morte. E essa carta é conhecida como a carta da alegria, em que ele fala da alegria, da esperança e dos bons sentimentos que ele tinha por seguir o Cristo e por se ter conseguido na sua vida se encontrar com Cristo, em que ele diz que travou o bom combate e que diz que eu vivo, mas já não sou eu quem vivo, é o Cristo que vive em mim. Porque ele já tinha tal identidade com o Cristo, tal identidade com as ideias e com a forma de ser do Cristo, que ele já sentia que ele era próximo. Ele e o Cristo eram um em ideias, em ideais, em forma de viver. Então, ele já trazia em si as marcas do Cristo. E quais são as marcas do Cristo, né? Quais são essas marcas do Cristo que se transformaram também nas marcas de Paulo? A marca do serviço, a marca da entrega, a marca do da vida em prol das outras pessoas. Essas marcas que nos fazem reconhecidos e que nos eh distinguem em relação aos outros. Tem um episódio na vida de Paulo que mostra muito bem como essas marcas e esse reconhecimento se dá. Um dia em que Paulo estava indo nas suas andanças e ali encontra alguém que dizia-se um profeta, dizia ser alguém que falava em nome de Deus e que expulsava demônios, retirava os espíritos sofredores em nome de Deus e ali ele se propagava. E aquele homem, quando Paulo chegou estava vivendo um pequeno escândalo, um pequeno de sabor ali naquele momento, pequeno, grande de sabor. haviam apresentado a ele um jovem que trazia em si a marca do que se chamavam endemoniado, trazia a marca de um processo obsessivo, de uma sintonia com o espírito que lhe desejava o mal e que prejudicava sua vida. E pediram a ele que atuasse no sentido de retirar e livrar aquele jovem daquela má influência. E quando ele foi, eh, ele dizia, já conhecendo a a história de Paulo, que atuava em nome de de Paulo. E aí o espírito então diz a

sse no sentido de retirar e livrar aquele jovem daquela má influência. E quando ele foi, eh, ele dizia, já conhecendo a a história de Paulo, que atuava em nome de de Paulo. E aí o espírito então diz a ele, né, que Paulo atuava em nome de Jesus e ele se proclamou isso também. E aí o discípulo disse, o espírito sofredor, tido como endemoniado, diz a ele: "Eu conheço Jesus e eu conheço Paulo, mas você quem é?" Então Paulo e Jesus deixaram suas marcas, deixaram seu legado, deixaram o seu amor e a sua capacidade de agir em nome do bem. Mas e aquele homem? Que legado ele deixava? O que ele tinha que falasse de si mesmo? Qual era a obra? Qual era o bem? Qual era a característica que ele pela qual ele era reconhecido? Aquele espírito não deu àquele homem a autoridade, não reconheceu nele a autoridade moral sobre ele, que ele reconheceu aqueles dois, a Jesus e a Paulo, pelas marcas que eles já tinham construído ao longo da vida, por aquilo que os distinguia, que era também o que é reconhecido como virtude. Jesus nos trouxe como marca o amor, nos trouxe como marca a empatia, as curas, o desejo de alterar, né, as lições que ele nos traz, mas também todo o seu proceder. E muitos, assim como Paulo, trazem as marcas do Cristo na sua história, no seu legado. Francisco de Assis trouxe e pediu também, assim como Paulo, ele começou a sua vida como um jovem rico, cheio de dinheiro, cheio de poder ali na cidade que ele vivia de Assis. Mas ele, o seu pai queria mais para ele, né? Ele tinha, era o homem mais rico e mais poderoso de Assis, mas tinha algo que ele não tinha, que era um título de nobreza. E isso ele desejava pro seu filho. Por isso, quando soube que a cidade de Assis estava em guerra, eh, declarando guerra à Peruja, ele comemorou, porque da guerra ele conseguiria aquilo que ele mais ambicionava, porque na guerra aqueles jovens que se distinguiam eram eram convidados a ser cavaleiros do rei. E os cavaleiros do rei recebiam o título de nobreza. E recebendo o título de nobreza, Francisco teria o que para ele

rra aqueles jovens que se distinguiam eram eram convidados a ser cavaleiros do rei. E os cavaleiros do rei recebiam o título de nobreza. E recebendo o título de nobreza, Francisco teria o que para ele significava do kit completo, teria aquilo que lhe faltava. Então, quando ele soube do anúncio da guerra, ele comprou para Francisco a a armadura mais brilhante e mais poderosa que o dinheiro podia comprar naquela época. O melhor cavalo, os melhores equipamentos e lançou Francisco. E foi ele montado naquele cavalo com aquela armadura brilhante paraa guerra. Nós não sabemos o que aconteceu na guerra, mas sabemos que Francisco voltou um tempo depois como um desertor, como alguém que não conseguiu viver aquela situação de guerra, que se descobriu bastante diferente do que o que a guerra provocava. Aquela guerra deixou marcas profundas nele. Depois que ele retornou a Assis, ele retornou completamente diferente. Ele já não vivia mais de acordo com o que ele vivia. Aquele jovem que gostava de festas, que gostava daquelas coisas que atentavam os sentidos, ele se tornou mais reflexivo, buscava a natureza fora dos muros da cidade, conheceu mais profundamente Clara de Assissio o seu trabalho e foi abrindo mão de tudo o que ele tinha até o momento em que deixou até mesmo suas vestes e saiu da cidade para viver a vida do pai verdadeiro. E ele recebeu uma mensagem espiritual por meio de um sonho de que ele reconstruiria a igreja que estava desmoronando. E ele interpretou isso como a igreja de São Damião, uma pequena capela que existia ali fora dos muros de Assis. E ele começou a construir aquela capela, a reconstruir, buscando pedras ali numa pedreira que havia do lado de fora, trazendo e construindo. E ele conseguiu reconstruir, trazendo amigos no meio dos animais, que também eram seus amigos, e foi reconstruindo. E ali foi o que era para ele, a sua tarefa começou a ser apenas o primeiro passo do que era uma tarefa muito maior. Ele junto com aqueles amigos começou a pedir que ele tinha

gos, e foi reconstruindo. E ali foi o que era para ele, a sua tarefa começou a ser apenas o primeiro passo do que era uma tarefa muito maior. Ele junto com aqueles amigos começou a pedir que ele tinha apenas um único desejo, viver o evangelho de Jesus na sua inteira pureza, o mais próximo que ele podia do que Jesus havia pregoado. E aquilo era a vida dele. Aquilo passou a ser a marca de Francisco, aquele que se casou com a com a irmã pobreza e que vivia sua vida integralmente devotado aos irmãos necessitados e ao evangelho de Jesus. Ele conseguiu, por meio de da intercessão de um amigo, ir até o Papa e formular perante ele esse pedido de viver integralmente a vida de Jesus, de ter como Jesus uma unidade, assim como Paulo havia proclamado. E ao conhecer o pontífice e praticamente ser expulso de sua presença, o Papa então lembrou de um sonho que ele tinha tido muito similar, aquele que Francisco também tinha tido, de que haveria um homem com afeição de um mendigo, de pobre, extremamente pobre, que seguraria as ruínas ali da basílica de São Pedro, que era a igreja que o Papa conhecia e que ele vivia, né, e que ele realmente impediria essa igreja de cair. Então, era o mesmo sonho, a mesma mensagem dada de formas diferentes aqueles dois homens. E aí ele compreendeu quem era aquele homem que vinha lhe falar e deu a Francisco a autorização que ele havia pedido de trazer a a integridade do evangelho de Jesus, que era já então a sua marca. E Francisco também, assim como Paulo, se identificou tanto, tanto, tanto com Jesus, que ele trouxe pro seu próprio corpo as marcas do Cristo. Ele carregou os estigmas do Cristo, aqueles que ele trouxe na sua cruz. Então ele em um determinado momento trouxe pro seu próprio corpo as marcas que Jesus teve na crucificação. De tão integrado, de tão marcado pelo Cristo que ele tava, ele trouxe essas marcas até pro seu próprio corpo. E até hoje nós conhecemos Francisco como uma das almas que mais se identificou. O nosso nome também é a nossa marca. A gente tá começando agora

tava, ele trouxe essas marcas até pro seu próprio corpo. E até hoje nós conhecemos Francisco como uma das almas que mais se identificou. O nosso nome também é a nossa marca. A gente tá começando agora essa semana o concílio, né? né? A Igreja Católica começa o concílio que vai eh eleger o novo papa, o novo líder da igreja. E uma das marcas que os papas trazem é o seu nome, né? Eles têm essa simbologia que nem sempre foi assim, mas que hoje tem sido uma tradição, né? aquele, aquele sumo representante da Igreja Católica abre mão do seu próprio nome e passa adotar um nome que ele entende, que simboliza aquilo que ele representa, aquilo que ele quer ser e aquilo que é a sua marca, que marca a sua tradição, que marcará o seu pontificado. O último Papa que nos deixou agora recentemente, ele escolheu o nome de Francisco. foi o primeiro dos papas que escolheu esse nome. Muitos outros já foram escolhidos e a gente pode dizer que ele realmente foi marcado pela presença de Francisco de Assis, que ele escolheu definitivamente algo e se guiou por essa marca que ele mesmo escolheu. A marca de Francisco estava presente em diversas ações, tanto na defesa da natureza, como na defesa de todas as criaturas, como na defesa da simplicidade, que era a característica do Francisco e que ele trouxe como a marca do próprio Cristo, aquele que quis viver a simplicidade do Cristo na sua essência. E ele rompeu com muitas das tradições de riqueza e de ostentação e trouxe a simplicidade, seja por meio do seu sapato simples, da sua cadeira e de tudo o que ele escolheu fazer com essa simplicidade. Então, nós trazemos as nossas marcas e escolhemos as marcas que nós queremos ostentar. Paulo, Francisco escolheram as marcas do Cristo. E é muito importante que a gente pense quais são as nossas marcas. a marca que eu quero usar, as marcas que eu quero ostentar, as marcas pelas quais eu quero ser reconhecido na minha vida. E é importante a gente pensar também que nós acumulamos ao longo da nossa vida marcas. marcas que muitas

as marcas que eu quero ostentar, as marcas pelas quais eu quero ser reconhecido na minha vida. E é importante a gente pensar também que nós acumulamos ao longo da nossa vida marcas. marcas que muitas vezes nos trazem como verdadeiras cicatrizes, marcas que muitas vezes nos trazem dor, que nos eh trazem lembranças daquilo que nós passamos, que nós vivemos e que significaram tanto pra gente, né? Eu mesma trago no meu corpo impressas muitas marcas. Certamente daí não dá para ver, mas eu já quebrei os meus pulsos, já precisei fazer eh cirurgias e essas cirurgias deixaram em mim cicatrizes. Outras cicatrizes também eu ostento pelo meu corpo de quedas que eu tive, do dia que eu caí de bicicleta, do dia que eu, enfim, me machuquei, do dia que e eu subi numa moto e queimei a minha perna no enfim, todas essas são marcas que a gente acaba acumulando, né, as nossas cicatrizes. E a gente tem uma tendência de achar que as cicatrizes nos diminuem, nos dificultam a vida, que são marcas que trazem dores, mas na verdade essas marcas elas nos distinguem e nos tornem nos tornam únicos diante da nossa história. Então, cada marca que nós temos é um significado. cada queda que nós tivemos, cada, enfim, circunstância que nós tivemos na vida que deixou uma marca profunda. Existe uma tradição oriental em que, por exemplo, quando se quebra um objeto de valor, um objeto de uso e que as pessoas eh costumam ter em sua casa como algo querido ou de valor, eles não jogam fora e não eh descartam aquele objeto por ele ter se partido. Pelo contrário, eles consideram que ao invés de estar agora perdido, de estar inútil, de estar desperdiçado, aquele objeto se tornou ainda mais valioso. Então eles recolhem os cacos daquele objeto e juntam esses cacos e fazem uma nova obra de arte. Muitas vezes preenchem aqueles espaços que ficam com pó de ouro ou com ouro líquido mesmo, né? E aí aquele objeto que antes eh tinha um determinado valor, agora passa a ter ainda mais valor, né, por se estar preenchido. E esse pó de ouro,

que ficam com pó de ouro ou com ouro líquido mesmo, né? E aí aquele objeto que antes eh tinha um determinado valor, agora passa a ter ainda mais valor, né, por se estar preenchido. E esse pó de ouro, esse esse preenchimento mostra que as nossas cicatrizes não são em nós eh marcas que nos desmerecem, mas marcas que nos tornam ainda melhores, que nos capacitam ainda mais para o que nós somos, né? Todos os espíritos que hoje são bons, diz o Evangelho Segundo o Espiritismo, e diz também o o livro dos espíritos numa resposta que os espíritos deram a Kardec, né? Na questão 894, os espíritos, Kardec pergunta aos espíritos, né, se existem espíritos que eh fazem já o bem sem precisar de esforço e como é isso, né, que esses espíritos conseguem fazer o bem sem precisar de esforço? E aí os espíritos respondem a Kardecinte, que aqueles que hoje fazem o bem sem esforço algum são aqueles que já erraram, que já caíram e que conseguiram pelo seu eh pelas suas quedas aprender e hoje conseguem estar com o bem. Então, nossas cicatrizes, muitas vezes, nossa história é aquela que nos faz acertar. Os nossos erros é que nos ajudam a acertar. E Emanuel sabe muito bem disso, porque ele já contou para nós a sua história, história de um espírito que muito errou, que passou por dificuldades, que cometeu inúmeros erros, mas que a partir desses erros conseguiu construir e reconstruir a sua história. No livro Há 2000 anos, Emanuel conta um pouco de quem ele já foi no passado, né? Ele, a introdução desse livro é muito interessante. Ele fala que ali ele tá revisitando um passado, um passado que lhe traz dor de lembrar daquilo que ele já fez, mas ao mesmo tempo traz a alegria da esperança de mostrar as pessoas que mesmo aqueles espíritos que um dia erraram e erraram gravemente conseguem ressignificar a sua vida, transformar e melhorar. Então ele naquela narra a existência em que ele foi o senador Públo Lentulus, um senador romano muito vaidoso, muito orgulhoso, cioso de suas características e de sua

sua vida, transformar e melhorar. Então ele naquela narra a existência em que ele foi o senador Públo Lentulus, um senador romano muito vaidoso, muito orgulhoso, cioso de suas características e de sua importância. Viveu na época de Jesus, né? Então, ele era o homem mais poderoso da Palestina naquele momento, porque ele veio como emissário de Roma. E assim, ele tinha poder até mesmo sobre o governador que estava na Palestina naquela época, que era Pôcio Pilatos. Ele tinha uma autoridade maior do que a do próprio governador, mas o que levou ele à Palestina foi justamente uma marca de dor. Era a enfermidade da sua filha Flávia, que era uma enfermidade tida como incurável. Mas por conselho de um de seus amigos, ele mudou-se para Palestina, que tinha um clima mais favorável, tinha condições em que sua filha poderia se restabelecer daquela doença. E de fato isso aconteceu. ao se mudar pra Palestina, ela teve uma melhora muito grande. Mas depois de um tempo, aquela menina que era marcada desde vidas anteriores por uma por essa enfermidade que já veio com seu perespírito marcado, era programada para ter uma vida mais curta e de expiação por meio da enfermidade. Mas a fé não do senador, mas de sua esposa Lívia, um espírito altamente iluminado, que conheceu o Cristo e acreditou nele. acreditou no seu poder de cura e pediu ao senador Públolentos que procurasse a Jesus pedindo a cura dela. E por essa intercessão de Lívia, Jesus curou Flavinha. Mas no livro há 2000 anos narra esse encontro do senador Públulentos com Jesus, o senador que foi procurar aquele que também, como Saulo, acreditava que era um profeta obscuro, alguém de quem ele havia ouvido falar, mas em quem ele não definitivamente acreditava. Então ele foi atendendo o pedido de sua esposa, mas sem ter a fé e sem abrir mão do seu orgulho. Ele procurou Jesus à noite no crepúsculo, porque Jesus no finalzinho do dia sempre se recolhia junto à natureza para orar a Deus. E Lívia conhecia os hábitos de Jesus, então indicou que ele fosse até

Ele procurou Jesus à noite no crepúsculo, porque Jesus no finalzinho do dia sempre se recolhia junto à natureza para orar a Deus. E Lívia conhecia os hábitos de Jesus, então indicou que ele fosse até lá. E ele foi na calada da noite atrás de Jesus pedindo e teve um uma conversa sem palavras com Jesus naquele momento em que Jesus disse que neste momento soa para o seu espírito a oportunidade de mudar de vida, que se ele mudasse naquele momento, o seu destino também seria mudado. E as sentenças que ele havia lavrado contra si mesmo e que havia deixado marcas no seu perespírito poderia ser transformada naquele momento e ele poderia pelo bem resgatar aquelas marcas que ele havia deixado no passado e então transformar a sua vida a partir de então. E aí Jesus disse que se ele aceitasse, ele poderia transformar não apenas a vida dele, mas a vida de muitas pessoas a partir daquele encontro com Jesus. Mas se ele não, naquele momento ainda não tivesse preparado e adiasse esse encontro consigo mesmo, aí ele seguiria com aquelas marcas e sofreria o que ele já havia imposto a si mesmo pelos seus procedimentos passados. E foi essa a escolha do senador naquele momento, infelizmente, de não acreditar, de não aceitar. Então, em virtude da intercessão de sua esposa, a sua filha foi curada, mas a cura do senador foi adiada. Naquele momento ele ainda não estava preparado, não estava pronto e seguiu com sua vida, com suas marcas e adquiriu para si mesmo outras marcas ainda. Foi apenas um adiamento, como é para todos nós. Os sofrimentos que ele viveu naquela vida transformaram aquelas marcas, aquelas cicatrizes que ele viveu, se transformaram em luz, se transformaram em ouro. é outro ponto da filosofia oriental. Eles dizem que um objeto sólido não consegue receber a luz, mas as cicatrizes que a gente tem, essa sim, as rachaduras que a gente tem quando se quebra, permitem que a luz entre e que a gente finalmente se transforme. E foi o que aconteceu com o senador Públolentulos, aquelas

s que a gente tem, essa sim, as rachaduras que a gente tem quando se quebra, permitem que a luz entre e que a gente finalmente se transforme. E foi o que aconteceu com o senador Públolentulos, aquelas rachaduras que a dor provocou nele, dores profundas, dores intensas. que eu não vou revelar agora para vocês poderem ler o livro. Eu espero que todos leiam o livro há 2000 anos e os que se seguirem dele também, né? Vale a pena. Recomendo com todas as minhas forças, mas aquelas dores, aquelas cicatrizes profundas permitiram que aquela luz entrasse. E aí sim eu vou dar um spoiler. Ele a partir dessas dores, aí sim ele conseguiu avançar no seu processo de transformação. E aí os livros seguintes mostram outras existências desse mesmo senador, como Nestório, como padre Damiano, como outros, né, que que outras vidas em que ele já consegue avançar. E mais adiante ele se transformou nesse grande espírito que foi o mentor de Chico Xavier, que participou do da equipe do espírito de verdade, que trouxe o Evangelho Segundo o Espiritismo para nós, que trouxe a doutrina espírita. E ali no Evangelho Segundo o Espiritismo, se a gente procurar o capítulo 11, item 11, a gente encontra uma mensagem atribuída ao próprio Emanuel, que em que que é intitulada o egoísmo, em que ele fala de tudo que ele havia vivido, né, de ele traz lições, ele não fala da sua própria experiência ali, mas com certeza aquelas mensagens foram trazidas por ele a partir de tudo que ele viveu, a partir do que ele aprendeu, em que ele compreendeu que o egoísmo que ele já trazia como uma chaga da sua alma não era um bom procedimento e nos conclama a abandonar essa prática em prol do bem e da prática do evangelho de Jesus. E aí vem uma outra lição, né, que a partir dessas cicatrizes que poderiam ser essas marcas que nós temos, os nossos erros, eles não são as nossas fraquezas, mas eles são a nossa força. Cung, ele nos fala dos curadores feridos e ele fala a partir de um de um exemplo de um mito que vem lá desde a Grécia, né, que é o mito de

eles não são as nossas fraquezas, mas eles são a nossa força. Cung, ele nos fala dos curadores feridos e ele fala a partir de um de um exemplo de um mito que vem lá desde a Grécia, né, que é o mito de Kiron, que era um centauro que era um um animal mitológico muito poderoso, né? O centauro é um animal que ele é formado na sua parte de baixo de cavalo e na parte de cima de humano, mostrando o predomínio. Kardec usa uma uma alegoria muito parecida com isso também, né? Falando do cavaleiro e do cavalo, que é o espírito que doma o animal homem, né? E o centauro é uma alegoria que fala da mesma coisa. É o nosso humano prevalecendo sobre o animal. Então, o nosso espírito, a nossa humanidade prevalecendo sobre aquilo que ainda existe de instinto em nós, que é o contrário de um outro animal mitológico, que é o minotauro. O minotauro que ele tem a parte de baixo de humano e a parte de cima de touro, né, mostrando o que é o instinto e a nossa animalidade dominando aquilo que existe de humano em nós. E quando a gente vê o centauro, é um animal que está em evolução, né? Enquanto que o minotauro em quem o instinto domina a humanidade não passa de um monstro. Então o nosso caminho de ascendência é o domínio da nossa humanidade sobre os nossos instintos, sobre aquilo que nós ainda temos de animalidade, né? E o Kiron, ele trazia um outro elemento que todos nós trazemos também. Ele era filho de Zeus. Então ele além do elemento humano, ele tinha também o elemento da divindade. Então ele era também um Deus, assim como todos nós somos. Ele tinha todas essas características. Então era um dos centauros, ele era o mais evoluído. Ele tinha em si talentos múltiplos. Ele tinha talentos paraa música, paraas artes, era um grande músico e também era um grande médico. Ele se interessava pelas artes da cura. Além disso, ele foi o treinador de muitos dos heróis, inclusive do próprio Hércules de Perseu e de tantos heróis que haviam na Grécia, pelos seus múltiplos talentos e dons que ele alimentava interessado em buscar o

e foi o treinador de muitos dos heróis, inclusive do próprio Hércules de Perseu e de tantos heróis que haviam na Grécia, pelos seus múltiplos talentos e dons que ele alimentava interessado em buscar o que existia de melhor. Como um Deus, ele era imortal. Mas teve um determinado momento em que ele encontrou com Hércules. Hércules já tinha passado pela maioria dos seus trabalhos, né, dos seus 12 trabalhos que ele fez. No segundo trabalho de Hércules, ele enfrenta a Hidra de Lerna, que era um animal que tinha um um sangue, corria um veneno muito forte pelas suas veias. E após derrotar a Hidra, Hércules tinha o hábito, né, de incorporar na sua jornada do herói determinadas características daqueles que ele vencia. Então, ele passou depois de vencer a Hidra de Lerna a embeber suas flechas nesse fluido venenoso, tornando-as ainda mais mortais. E nesse dia ele estava com essas flechas e enquanto ele conversava com seu amigo e professor Kiron, houve uma confusão generalizada em que começou uma briga daquelas que todo mundo, de todo mundo contra todo mundo. E evidentemente Hércules não ia brigar contra o seu mestre, mas ele lançou diversas flechas e no meio da confusão, uma dessas flechas atingiu Kiron em sua coxa. E aí ficou aquele dilema, né? Ele era imortal e, portanto, não podia morrer. Mas ele foi ferido por uma flecha absolutamente letal que provocava uma ferida incurável nele. Essa ferida jamais era curável. Então, ele não morria, mas sofria terrivelmente com essa ferida incurável. E a partir dessa dor e dessa ferida que não curava, ele aprimorou ainda mais as suas capacidades de cura. Ele procurou incansavelmente uma cura, provocou, procurou incansavelmente um alívio pra dor. E com isso ele aprimorou muito e muito e muito as suas capacidades e com isso ele ajudou muitas pessoas também. Até que ele não suportando mais essa vida de dor, nesse eu vou dar o spoiler, né? Ele trocou de posição, comprometeu aquele que havia dado o fogo aos seres humanos e que tava passando pela pena de

ém. Até que ele não suportando mais essa vida de dor, nesse eu vou dar o spoiler, né? Ele trocou de posição, comprometeu aquele que havia dado o fogo aos seres humanos e que tava passando pela pena de se ter o seu fígado devorado por um abutre todos os dias. Então ele libertou, prometeu e pela bondade, por todos os serviços que estavam, ele teve a permissão de deixar a vida e de, enfim, encontrar a paz definitiva no Monte Olimpo em virtude de todos os seus serviços prestados. Então, depois dessa história, Kau Jung resgatou esse mito e criou a a história dos curadores feridos, aqueles que a partir das suas dores, a partir das suas cicatrizes, encontram o caminho paraa sua melhora. Então, Kau Jung diz que nós não melhoramos, não crescemos apesar das nossas marcas, das nossas cicatrizes, mas que nós crescemos a partir das nossas dores, a partir das nossas cicatrizes. Então, a gente vê espíritos como diz Kardec, como Emmanuel e como tantos outros que cresceram a partir das suas dores, a partir das suas experiências e que a partir dos seus sofrimentos conseguiram se modificar e se transformar em bons espíritos. E aí a gente vê a experiência de grandes espíritos conhecidos nossos, que na verdade não nasceram como espíritos bons, porque todos nós nascemos simples e ignorantes e vamos a partir da nossa história, a partir do nosso caminho, constituindo o nosso caminho de evolução, em que todos nós necessariamente nos tornaremos felizes e perfeitos, nos tornaremos espíritos bons e comungaremos com o Cristo da bondade e da convivência do Pai que está no céu. Nos tornaremos um com Deus, assim como Jesus também falou, eu e o Pai somos um. E aí eu lembro do exemplo do nosso mentor aqui da casa, Bezerra de Menezes, né? Já nos foi revelado que Bezerra de Menezes é o mesmo espírito que Zaqueu, que conviveu também com o Cristo naquela época em que o Cristo esteve aqui, que foi um cobrador de impostos que com a presença do Cristo, ao contrário de Emanuel, que naquele momento não conseguiu aproveitar aquela presença,

o Cristo naquela época em que o Cristo esteve aqui, que foi um cobrador de impostos que com a presença do Cristo, ao contrário de Emanuel, que naquele momento não conseguiu aproveitar aquela presença, ele sim aproveitou muito bem a presença do Cristo. Ele já arrependido e já doído por tudo aquilo que ele vivia, soube que o Cristo vinha passar. Ele que era um homem de baixa estatura e como cobrador de impostos, profundamente discriminado por todas as pessoas, né? Os cobradores de impostos eram aqueles que amando dos romanos, né, servindo aos romanos, cobravam do seu próprio povo e tiravam deles. Os judeus não gostavam nem um pouco de ser dominados e não gostavam nem um pouco também de ter que pagar tributos aos seus dominadores. Então, aqueles que cobravam os tributos eram tidos como usurpadores e como traidores do seu povo. por isso não eram aceitos de forma alguma. Então, onde quer que tivesse um cobrador de impostos, ele era alvo de reprimendas e não era bem-vindo. Então, quando ele soube que Jesus passaria, ele procurou um lugar onde ele ficaria protegido. Chegou antes de todo mundo, subiu numa árvore e esperou Jesus passar também como uma forma de se elevar, de suprir a sua baixa estatura e conseguir estar próximo do Cristo. E quando Jesus passou, notou aquele homem, percebeu o seu coração e ali e viu que ali tinha a semente da mudança. E aí Jesus fala, dirigiu-se a ele e disse que naquele momento iria pra casa dele e comungaria com ele naquele momento do seu lar. Emocionado e tocado com essa visita do Cristo, Zaqueu prometeu que ele devolveria as pessoas tudo que ele havia usurpado, ainda muito mais em quádruplo e que a partir de então devotaria sua vida ao bem. E essa foi uma promessa que ele não cumpriu apenas naquele momento da sua existência. Bezerra de Menezes foi conhecido como médico dos pobres, alguém que teve, nasceu em uma família abastada, teve uma carreira como político e como médico também, mas que dedicou a sua vida à prática do bem e clinicou até mesmo de graça para

médico dos pobres, alguém que teve, nasceu em uma família abastada, teve uma carreira como político e como médico também, mas que dedicou a sua vida à prática do bem e clinicou até mesmo de graça para aqueles que que precisavam. a episódios da vida de Bezerra de Menezes, em que ele doa até mesmo o seu anel de formatura a uma pessoa que não tinha condições de comprar o alimento e de comprar os remédios que ele havia prescrito um determinado dia, né, o último dia da vida de Bezerra de Menezes, depois de muito trabalhar e muito doar, ele que morreu sem nada, sem ter eh a eh abrindo, tendo aberto mão de toda a fortuna que ele tinha. tinha em prol do auxílio aos outros. E aí naquele último dia da sua vida foi avisado a ele, né? Ele, esses espíritos que têm mérito, tem essas vantagens, né? Que não são vantagens dadas por acaso, mas por serviços, né? Em prol do serviço. E aí foi dito que aquele seria o último dia da sua vida. E aí, Bezerra de Menezes disse que tinha apenas um pedido para fazer, que ele concordaria, claro, que iria de bom grado para o outro lado da vida no qual ele acreditava. Ele era espírita já e foi um dos grandes nomes da febre, um dos grandes implantadores da doutrina espírita aqui no no Brasil. E ele disse que o único pedido que ele tinha naquele último dia da sua vida era que ele pudesse atender todas as pessoas que ele procuravam. O consultório dele era procurado por muitas pessoas, formava longas filas todos os dias e ele atendia todos com todos os recursos que ele possuía. E ele disse que ele não queria que nenhuma pessoa voltasse para casa sem ser atendido. E o pedido foi concedido a ele. Ele naquele dia atendeu todas as pessoas que estavam ali. Ninguém deixou de ser atendido. Então ele sentou e foi levado à pátria espiritual. Então ele cumpriu a sua tarefa e até hoje continua cumprindo. É dito que Bezerra de Menezes teve a oportunidade, depois de desencarnar, de ascender as esferas celestes, as esferas mais altas. foi oferecida a essa a ele essa oportunidade e ele pediu para

mprindo. É dito que Bezerra de Menezes teve a oportunidade, depois de desencarnar, de ascender as esferas celestes, as esferas mais altas. foi oferecida a essa a ele essa oportunidade e ele pediu para permanecer aqui na crosta terrestre, permanecer na psicosfera da Terra ajudando o mais que ele pudesse. Ele ainda se sentia vinculado a essa terra e pretendia continuar ajudando como até hoje ele ajuda, né? Até hoje nós temos aqui na nossa casa inúmeros grupos em que ele atua como médico de almas, médico dos perespíritos e continua nos ajudando e ajudando a todos aqueles que precisam de auxílio dessa casa e de tantos outros lugares. Então ele se comprometeu e essa marca que ele trouxe auxiliou na sua evolução. Tantos outros espíritos que a gente conhece, né? Eh, Humberto de Campos, o nosso jornalista do mundo espiritual, diz que o espírito de Vicente de Paulo, também um santo conhecido da Igreja Católica, nada mais é do que o mesmo espírito que Herodes, aquele rei que mandou assassinar as crianças com por medo de que, como os Reis Magos, né, os pastores haviam lhe dito, aquela nascesse ali entre aquelas crianças. um rei que lhe usurpasse o trono sem compreender o alcance da mensagem de que o rei vinha reinar não sobre o mundo material, mas vinha instaurar o reino de Deus na terra. Aquele homem que muito errou teve a oportunidade também de melhorar e a partir das feridas que ele trouxe na sua alma, ele conseguiu melhorar. São Vicente de Paulo é conhecido como um espírito que ajudou muitas crianças, que teve um longo e profundo trabalho em prol da infância e que resgatou muitas almas evitando que se perdessem. E com certeza nós sabemos que muitos daqueles espíritos que foram direcionados para eles, entre eles também tinham aquelas crianças que ele havia feito perecer. Então, nenhum de nós deixará de ter a oportunidade de reparar pelo bem aquilo que nós fizemos de mal em algum momento. Nós faremos das nossas cicatrizes, dos nossos erros, a nossa força. Nós nos constituiremos a partir da dos nossos

ter a oportunidade de reparar pelo bem aquilo que nós fizemos de mal em algum momento. Nós faremos das nossas cicatrizes, dos nossos erros, a nossa força. Nós nos constituiremos a partir da dos nossos erros, a partir das nossas fragilidades, a partir das nossas cicatrizes. Elas são o nosso ponto de luz. São aqueles pontos de rachadura em que nós permitimos que a luz entre. A nossa dor se transforma em fortaleza. O nosso caminho é tocado e aquelas cicatrizes são preenchidas pelo ouro do bom espírito, o ouro verdadeiro, não aquele que a traça roi e que o ladrão rouba, mas o ouro imperecível, os valores que nos tocam do reino de Deus. Então, se nós hoje temos dores, se nós hoje temos erros, é a partir dessas dores, desses erros muitas vezes que nos marcam, que nós também constituiremos as nossas forças. Eu não consigo compreender a dor do meu irmão se eu não sinto em mim essa dor. Eu não consigo compreender o sofrimento se eu já não o sentir. Eu não consigo ter a empatia se eu não consigo ter em mim também essas marcas. E aí, retomando, porque o meu tempo já começa a principiar, eu quero lembrar de uma mensagem que tá ali. Um dia eu li do livro Gotas de Esperança, que é um dos nossos livros que nos orienta aqui, em que ele fala das marcas também. Ele diz assim: "Você marca a sua vida. Tudo o que você faz ou diz traz a marca de sua personalidade. Em todo lugar você está dando um recado pessoal. Somente você pode fazer como faz. Ninguém mais. Sai de você uma vibração inconfundível. Deus o vê assim. Para ele você é único em todo o universo. Sua marca é conhecida por ele. Seu rastro é diferente de todos os demais. Deus tem como você uma ligação também única. Ama-o de maneira própria. Você e Deus formam uma unidade de profunda beleza. O amor de Deus lhe flui de uma forma que só você sabe sentir. Foi o amor de Deus que lhe fez inconfundível. Então, cada um de nós é uma característica do nosso perespírito, do nosso espírito. É a unidade. Cada um de nós tem um perespírito único, um

sabe sentir. Foi o amor de Deus que lhe fez inconfundível. Então, cada um de nós é uma característica do nosso perespírito, do nosso espírito. É a unidade. Cada um de nós tem um perespírito único, um espírito único que é formado a partir das nossas vivências, das nossas memórias, da nossa trajetória, da nossa história. Então, todos nós seremos pessoas de bem, todos nós seremos felizes, todos nós seremos perfeitos, mas cada um de nós será feliz e perfeito a partir da sua própria história, da sua própria trajetória. É por isso que a gente vê inúmeros espíritos de bem, mas a gente vê que cada espírito de bem é um espírito diferente. Você vê que Paulo de Tarso, Maria Madalena, Pedro, João, Tiago, Bezerra de Menezes, Vicente de Paulo, Francisco e tantos outros, todos são espíritos de bem, mas cada um do seu jeito. Entre Paulo de Tarso e Francisco existem diferenças muito grandes. E onde estão essas diferenças? Estão na trajetória de cada um. Então, cada um de nós será perfeito, será bom. Mas cada um de nós será perfeito do seu jeito, a partir da sua própria história, que é formada pelas marcas, pelas cicatrizes, pelas virtudes, pela construção de cada um. Então, não existirão dois espíritos iguais, não existirão dois homens de bem iguais, não existirão dois espíritos puros iguais. Então, cada um de nós se constituirá a partir das próprias marcas, das próprias histórias. E é preciso pensar também em que marca nós deixaremos no mundo. O que que dessas cicatrizes, das mesmas cicatrizes por ontem de entra a luz, também sai a luz que nós temos dentro de nós. Então, o que que nós estamos deixando vazar de nós? Que marca nós estamos não apenas recebendo da vida, mas que marca nós estamos deixando na vida, né? Jesus nos ensinou a ser luz do mundo, sal, a deixar nossa marca onde quer que nós passamos. E essa marca vaza de nós. A luz que existe dentro de nós trespassa por meio dessas nossas mesmas cicatrizes e chega ao mundo lá fora. Então, que marca que eu estou deixando? O que que eu estou deixando vazar de

ca vaza de nós. A luz que existe dentro de nós trespassa por meio dessas nossas mesmas cicatrizes e chega ao mundo lá fora. Então, que marca que eu estou deixando? O que que eu estou deixando vazar de mim? Essa luz que eu devo colocar sobre o alqueire, sobre a candeia e que deve iluminar. Emanuel, numa outra mensagem diz que se nós recebemos a luz, nós devemos nos tornar embaixadores dela. Então é aqui que Paulo, retomando a mensagem de Paulo, né? Paulo diz que traz a marca do Cristo. E qual é a marca que nós trazemos? Qual é a marca que nós levamos? E qual é a marca que nós deixamos? Francisco quis levar a marca do Cristo também quis que a sua vida fosse a mais próxima possível daquilo que que o Cristo havia deixado, né? Como eu falei, o Papa o que nos deixou escolheu o nome de Francisco, porque ele queria deixar aquele legado também de Francisco. E ele deixou, ele se aproximou dessa mensagem do Francisco, que por sua vez se aproximou enormemente da mensagem do próprio Cristo. E nós, que marcas que nós trazemos, que marca que nós deixamos, que nomes nós empregamos? Que exemplos nós vivemos? Quais são as marcas que nós ostentamos e aquelas que deixamos passar, que queremos deixar no mundo? Que legado nós deixamos? Quais são as impressões, as luzes, as marcas que nós deixamos por onde quer que passamos? Então essa é a reflexão que eu deixo. Quais são as marcas que trazemos, mas sobretudo no que essas marcas nos transformam e quais são as marcas que nós deixamos como aquele vaso que tendo eh se rachado, eh faz com que da sua água que ele vai deixando no caminho nasçam muitas flores, que a gente deixe vazar de nós essa água e que essa água ilumine sementes, que ela traga luz, que ela traga o terreno fértil para que muitas flores nasçam e que no nosso caminho seja cheio de luz e que nós tragamos a marca do Cristo e com a marca do Cristo também as nossas marcas de luz que nós emprestemos a vida. Muito obrigada a todos e que Jesus esteja conosco hoje e sempre. Meus irmãos, nós temos um novo horário de

do Cristo e com a marca do Cristo também as nossas marcas de luz que nós emprestemos a vida. Muito obrigada a todos e que Jesus esteja conosco hoje e sempre. Meus irmãos, nós temos um novo horário de passe presencial. As quartas-feiras, o passe presencial também será oferecido nas cabines das 12:30 às 14 horas. Participe deste momento de acolhimento e renovação espiritual. fazer a nossa prece. Nós aproveitamos o instante para agradecer, agradecer a Deus, agradecer a Jesus e agradecer esses abnegados amigos espirituais que aqui estão ou estiveram conosco nessa noite. Agradecer, Senhor, pela roupa que nos aquece o corpo. agradecer pelo prato de comida que nos foi ofertado à mesa no dia de hoje. Agradecer pela família que temos, agradecer, Senhor, pelo dia de ontem, pelo dia de hoje e antecipadamente pelo dia de amanhã. Mas que amanhã possamos ser melhores do que hoje e que assim seja. Aqueles que vão fazer uso do passo, por favor, pode aguardar sentados que já vão ser chamados. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos

sericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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