Manoel da Nóbrega - O Apóstolo do Brasil - Márcia Ramos

Grupo Espírita Mensageiros da Luz - GEML 24/03/2026 (há 2 meses) 37:43 153 visualizações

Manoel da Nóbrega - O Apóstolo do Brasil - Márcia Ramos

Transcrição

Deus, tu me [canto][música] legaste à vidada. >> Paz [canto] me deste ao coração. Quando [música][canto] penso está perdida, tu [música][canto] me estende tua mão. Senhor, [canto] eu sei que tu me sondas. Senhor, [música][canto] eu sei que tu me amas. Eu [música] sei [canto] que estás sempre comigo, Senhor. [canto] És meu [música] melhor amigo. [música] Lara lara lara. Eu sei [canto] que está sempre comigo, Senhor. [canto][música] Meu melhor amigo. Olhe [música][canto] os cristalinos azuis da [canto] cor do céu. Barba [música] tão [canto] branquinha qual [música] Papai Noel [canto] [música] ilumina. Se os [canto] irmãos [música] da terra no sofrer, no sorrir, no chorar. [música] Olhos [canto] cristalinos [música] azuis da [canto] cor. do céu. [música] O [canto] Papai Noel ilumina seus [música] irmãos na terra no sofrer, no [música][canto] sorrir, no chorar. >> Bezerra te meneces. [canto] Apóstolo do vem, [música][canto] receba as nossas preces [música][canto] e o coração também. Bezerrar te menes, apóstolo da luz, [canto][música] depõe as nossas dores aos pés. [canto] de Jesus. Sintonizados com Dr. Bezerra de Menezes, que estamos evocando por meio da música. Vamos, por intermédio dele, glorificar a Deus, louvar o seu nome e agradecer pelas bênçãos que temos recebido, pela bendita oportunidade da vida, da reencarnação, do conhecimento da doutrina espírita, a bênção do grupo espírita mensageiros da luz nas nossas vidas, [música] por este instante de oração, por todos que nos encontramos reunidos. Agradeçamos [música] pela pátria, família, amigos, companheiros da Ideal, trabalho que nos dignifica a vida, saúde [música] às vezes relativa o dia de hoje. E ao lado do louvor e do agradecimento, com muita humildade, continuemos buscando a presença amorável de Dr. Bezerra de [música] Menezes para suplicar a ele que por acréscimo de misericórdia interceda por nós junto [música] ao nosso mestre Jesus, para que ele nos fortaleça na sabedoria, na humildade, na fé. concedendo-nos saúde e paz, os

ra suplicar a ele que por acréscimo de misericórdia interceda por nós junto [música] ao nosso mestre Jesus, para que ele nos fortaleça na sabedoria, na humildade, na fé. concedendo-nos saúde e paz, os fazendo espíritas, divulgadores da doutrina [música] pela nossa ação, pelo amor que tivermos dos nossos corações. Bços pedimos para os aflitos da terra pelas [música] condições climáticas, por toda a violência, para os enfermos, os que não conseguiram atendimento médico, medicamento, outros que, embora [música] socorridos, passam por grandes agonias, aflições e dores para os trabalhadores da área da saúde, mas vamos irradiar também [música] para o Brasil, para o povo brasileiro, que somos todos nós, pedindo a Ismael que nos conceda [música] a esperança, a dignidade da vida através do trabalho, da alimentação, da habitação. da segurança, da educação [música] dignas. Que as nossas autoridades se fortaleçam na sabedoria, na humildade, na [música] compaixão para com a população, o respeito às leis, a responsabilidade administrativa, a importância de darem [música] bons exemplos. Mas vamos pedir também para o movimento espírita que as nossas lideranças [música] se fortaleçam na sabedoria, na humildade, no sentimento de união e unificação do movimento. abençoando [música] cada dirigente, trabalhador, frequentador de casa espírita nesse nosso imenso Brasil, as nossas federativas, a Federação Espírita Brasileira, o Conselho Espírita Internacional, a Federação Espírita do [música] Estado de Goiás, a sua diretoria executiva, nosso grupo espírita Mensageiros da Luz, com todas as nossas unidades e frentes de trabalho. [música] Nós vamos irradiar também para os nossos lares, lares enutados com pessoas enfermas, hospitalizadas, [canto] cirurgiadas, aguardando para se submeterem à cirurgias para aquelas pessoas vitimadas pela depressão, pânico, obsessão, fascinação, droga de são, alcoolismo, vícios morais, encarcerados, desempregados, [música] endividados, qualquer que seja a aflição

ias para aquelas pessoas vitimadas pela depressão, pânico, obsessão, fascinação, droga de são, alcoolismo, vícios morais, encarcerados, desempregados, [música] endividados, qualquer que seja a aflição da nossa casa, nós estamos pedindo misericórdia. Bçãos [música] pedimos também para os nossas crianças e jovens. conceda a todos eles amor à vida, preservando [música] as suas vidas com dignidade através do estudo, do trabalho, da religião, livrando dos vícios, da [música] preguiça, das ciladas, fazendo desses jovens servidores da sociedade, espíritos aflitos, enfermos, entristecidos, que estiverem [música] nossos lares, levando desassossego, sentimento de solidão. que aqui vieram, [música] em qualquer lugar que estiverem, que todos também sejam acolhidos, esclarecidos e encaminhados às colônias espirituais. [música] Aquela pessoa que você está se lembrando dela, que Deus a abençoe, envolva em muita paz, mas que nos abençoe também concedendo [música] saúde, sabedoria, equilíbrio, paz. E você que nos honra com a presença assistindo dos nas redes sociais, que Deus te abençoe, [música] te envolva [canto] também muita paz. Nós estamos transmitindo na sede do grupo Espírita Mensageiros [música] da Luz. Que as bênçãos de Deus estejam conosco hoje e sempre. [música] Que assim seja. E aí nós nos lembramos do século XI. Existia um rei em Portugal, Dom Afonso I, e ele tinha uma preocupação enorme com uma questão que estava assoreando a o território português. Ah, era o mar muito bravio e aquilo ali as ondas vinham. Até hoje ainda existe em Portugal aquela região que se chama Nazaré. O mar é muito bravo, mas nessa região onde o mar é bravinho, existem muitas rochas, portanto não compromete a estrutura do do país. Mas nessa região que ele iria e tava sendo muito assoreada. Então esse rei Afonso I ele planejou e executou a plantação dos pinheirais. São os pinheirais de Leiria. E depois o filho dele, Dom Dinis, aumenta essa plantação, essa floresta de Pinheirais. Leiria é uma cidade onde já

so I ele planejou e executou a plantação dos pinheirais. São os pinheirais de Leiria. E depois o filho dele, Dom Dinis, aumenta essa plantação, essa floresta de Pinheirais. Leiria é uma cidade onde já se produziu a pomada Vovô Pedro. A coisa de 10, 15 anos foi produzida duas vezes. Foram produzidas a pomada Vovô Pedro lá em Leiria, em Portugal. E don Diniz é o esposo de Isabel de Aragão, a rainha santa de Portugal, Espanha, que trouxe mensagens através de Francisco Cândido Xavier. É a ministra veneranda, trazida por André Luiz na obra Nosso Lar. Ela na época da obra Nosso Lar, 1943, ela tinha 1 milhão de bônus horas, era esposa de Dom Dinis. O donisa então aumentou essa plantação de pinheiros e esses pinheirais depois eles serviram para Portugal começar o trabalho da navegação. E dentro desse processo de navegação, eles vieram para o Brasil, como todos nós sabemos, mas foram espieirais 200 anos antes, cerca de 200 anos antes, é que já foram plantados a espiritualidade trabalhando para que tivéssemos as condições do descobrimento do Brasil. E quando ele foi descoberto, e aí todos nós que já passamos pelo grupo escolar sabemos disso, o primeiro nome foi Ilha de Veracruz, depois Terra de Santa Cruz, portanto duas vezes o nome Cruz e Santa nos na denominação do Brasil e por último vem Brasil. E aí vem Humberto de Campos pela psicografia iluminada de Francisco Cândido Xavier nos trazendo o livro Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho. Mas em 1549 vem a primeira expedição dos governadores gerais para o Brasil. Foram três os governadores gerais. E dentre nessa primeira excursão, nesses primeiros governadores gerais, veio um padre. o padre Manuel da Nóbrega. E quando a gente vê a biografia do Manuel da Nóbrega, ele, primeiramente ele era muito preparado. A minha mãe sempre dizia assim, minha mãe também tinha um estudo muito bom e ela sempre dizia assim, quando você quer saber se uma pessoa sabe muita coisa, você pergunta se ela sabe direito canônico, viu, Dr. João? direito canônico. E o padre era

ém tinha um estudo muito bom e ela sempre dizia assim, quando você quer saber se uma pessoa sabe muita coisa, você pergunta se ela sabe direito canônico, viu, Dr. João? direito canônico. E o padre era formado em direito canônico que não poderia ser diferente porque ele era padre, ele era jesuíta. E a companhia de Jesus aconteceram alguns equívocos, mas a civilização todos nós devemos muito a companhia de Jesus porque eles trouxeram muitos e muitos ensinamentos, eram muito preparados, muitas e muitas escolas, universidades foram trazidas através da companhia de Jesus. E esse Manuel da Nóbrega, ele era formado em direito canônico e também em filosofia, que também é um outro curso bem difícil da gente seguir. E era de uma família de muita tradição. Aliás, todos os os clérigos da época era uma honra, uma situação de muito destaque ter filhos, padres, filhas freiras. Então, as famílias nobres, as pessoas mais distintas, elas sempre tinham algumas pessoas que eram clérigos ou freiras. E ele era então padre e se preparando para lecionar, serlente da Universidade de Coimbra. Ele havia estudado em Salamanca, na Espanha, mas ele tinha um problema, ele não tinha uma adicção muito boa no que naquela época dizia-se que era uma pessoa gaga. Então ele não poderia ser lente da universidade professor da Universidade de Coimbra. E nesse período em que o rei já havia determinado que esse governador geral viria para o Brasil, Tomé de Souza, ele determinou que o chefe dos jesuítas viessem para o Brasil nessa caravana. Só que havia um processo judicial lá e esse padre, essa autoridade lá precisava participar dessa dessa audiência lá em Portugal. Aí lembraram que havia um padre que estava muito distante, muito um local muito distante ali da região do Tejo, onde os barcos saíam e que poderia poderia vir. E assim eles fizeram. Aí a gente fica imaginando que mandou um cavalo, uma carroça para avisar que era para ele chegar até lá na no porto para embarcar pro Brasil. Um mês, dois meses, ele

poderia vir. E assim eles fizeram. Aí a gente fica imaginando que mandou um cavalo, uma carroça para avisar que era para ele chegar até lá na no porto para embarcar pro Brasil. Um mês, dois meses, ele esperando esse padre chegar, ele era mandarío, andava a pé mesmo e esperando esse padre chegar para vir para o Brasil. e realmente ele embarca nessa nessa comitiva do primeiro governador geral e chega ao Brasil. E nós vamos ver aqui como é que foi essa chegada, porque assim como a gente disse sobre os Pinheirais, vamos ver lá no plano espiritual, antes dele encarnar esse livro, é um livro belíssimo, chama Amor e Sabedoria de Emanuel, do Cloves Tavares, que está conosco, tá desde 1994, já lemos e relemos várias vezes esse livro e lá no plano plano espiritual. Então diz assim: "Via a floresta a perder-se de vista e o patrimônio extenso entregue ao desperdício, exigindo o retorno, exigindo o retorno à humanidade civilizada e entendendo as dificuldades do Silvicula, porque ele foi um grande defensor dos silviculos, dos nativos que aqui estavam, inclusive o primeiro batizado de um nativo foi feito por ele. Existem documentos cartas dele, do Manuel da Nobre que se chama cartas do Brasil que ele conta. Isso não é uma obra espírita, são documentos mesmo que ele mandava para Portugal falando da como é que era a estrutura do país, o que o cotidiano da vida dos silviculas e também dos dos portugueses que aqui estavam. as dificuldades do silviculas relegados à própria sorte e ele veio para ajudar bastante mesmo nos azares e aventuras da terra da Divosa, que parecia sem fim. Então eu tá falando que a terra é muito daivosa. Aceitei a sotaina, quer dizer a batina de novo. E por padre Nóbriga conheci de perto as angústias dos simples e as aflições dos degredados, porque também aqui estavam os degredados naquela época. intentava o sacrifício pessoal. Quer dizer, ele veio no sacrifício mesmo. Ele ficou tuberculoso aqui no Brasil. Ele ficou no Brasil 21 anos. E aí ele aqui nesse livro conta o sofrimento

naquela época. intentava o sacrifício pessoal. Quer dizer, ele veio no sacrifício mesmo. Ele ficou tuberculoso aqui no Brasil. Ele ficou no Brasil 21 anos. E aí ele aqui nesse livro conta o sofrimento dele. Hoje um tuberculoso já é difícil. Imaginemos naquela época que não tinha remédio. E aí ele conta nas cartas dizendo que vomitou sangue, que aí eles diziam que ele tava era com febre, tava com isso, com aquilo, mas que ele sabia que ele já estava no fim. E ele ficou muito tempo ainda com essa enfermidade, porque precisava ficar aqui nesse período. Intentava o sacrifício pessoal para esquecer o fastígio mundano e o desencanto de mim mesmo. Todavia, quis o Senhor que desde então o serviço americano e muito particularmente o serviço do Brasil não me saísse do coração. Não me saísse do coração. Então vamos ver quem que é esse padre Manuel da Nóbrega. Há pouco o Júnior, o Dr. Aíto, tocava uma música e a gente dizia assim: "Presta atenção nessa música porque o autor dela é o padre Manuel da Nóbrega". Só que há 2000 anos, e aí a gente vai no romance de Emmanuel, que se chama 2000 anos, o romance começa assim: vamos imaginar uma autoridade do Império Romano conversando com outro senador e dizendo assim: "Eu sonhei". E depois Kardec vai nos dizer que essa é uma mediunidade onírica, a mediunidade do sonho, porque muitas vezes a gente acha que sonhou, mas na verdade a gente teve um aviso, a gente conversou com o mentor espiritual e depois retorna e lembra de tudo isso e Kardec vai trazer muitas e muitas informações sobre essa mediunidade onírica, sobretudo na revista espírita de Paris. E aí ele vai dizer para o senador que estava com ele, eles percorrendo uma galeria enorme de muitas fotos, de muita tradição do dos dos senadores romanos. E ele diz assim: "Eu sonhei que eu era o meu bisavô e o meu bisavô." E aí as pessoas ligadas à área da história vão se lembrar da revolução do Catilina, que foi uma tragédia que aconteceu, né, em Roma cerca de 60 anos antes da era cristã. E

meu bisavô e o meu bisavô." E aí as pessoas ligadas à área da história vão se lembrar da revolução do Catilina, que foi uma tragédia que aconteceu, né, em Roma cerca de 60 anos antes da era cristã. E aí ele disse: "Eu sonhei que eu era meu avô, meu bisavô e eu fiz muitas maldades, inclusive eu furava o olho das pessoas. E eu fiquei ele falando, eu fiquei horrorizado com tudo isso que aconteceu. E o senador, o outro senador falou: "Não, mas isso deve ser porque você tá cansado" e tal. E desanuviaram as aquela conversa. E aí a gente sabe o que acontece com esse senador. Ele vai para Israel, a Judeia, lá ele conversa com Jesus, ele se ajoelha aos pés de Jesus. Vamos pensar. Vamos imaginar a cena, um senador romano ajoelhado aos pés de Jesus chorando. Ele mesmo não se perdoaria depois ter feito uma situação dessa. O certo é que naquele momento ele participa, ele estava no palácio de Pôcio Pilatos, onde Jesus foi sentenciado e depois crucificado. estava ali naquele instante, volta para Roma e depois volta para Israel novamente. E ali, naquele momento em que o templo de Jerusalém foi destruído no ano 60, 70 da era cristã, ele estava dentro do templo e o foi teve os olhos queimados, portanto, vamos lembrar lá do públolento Sura. teve os olhos queimados. Ele volta para Roma e na sequência, algum tempo depois, ele é morto naquele naquele aquele momento em que houve o Vesúvia, erupção do Vesúvia, Herculan, Pompeia, aquela coisa toda que também é registrado pela história. Esse senador Públo Lentolos, 50 anos depois ele já retorna como escravo. Aí a gente tem que pôr na cabeça uma pessoa que é um senador, retornar como escravo. Mas ele teve a grande bênção de já ser cristão, porque quando lá na no momento em Pompeia, que era a cidade de Pompeia, e no final ele já reconhecia o cristianismo, já reconhecia Jesus como guia e modelo da humanidade lá, né, nesse momento em Roma, ele é martirizado no circo de Roma 50 anos depois. aconteceram outras encarnações. E aí a gente tá vendo aqui pelo texto

econhecia Jesus como guia e modelo da humanidade lá, né, nesse momento em Roma, ele é martirizado no circo de Roma 50 anos depois. aconteceram outras encarnações. E aí a gente tá vendo aqui pelo texto que é que a gente leu há pouco, ele já no plano espiritual pedindo para reencarnar no Brasil, porque o coração dele estava aqui na pátria do Cruzeiro. Encarna Manuel da Nóbrega, juntamente com a Chieta, eles ajudam a fundar a cidade de Salvador, fundam a cidade de São Paulo e ele dá o nome de São Paulo, a cidade em homenagem ao apóstolo Paulo. E aqui também está o encontro dele com o apóstolo Paulo na Viapia em Roma como senador ainda. e depois ajuda também na expulsão dos franceses da baia da Guanabara e a instalação da cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro. Portanto, é uma pessoa que está altamente ligada à história do Brasil. Desde antes ele já estava envolvido nos processos da formação do Brasil. Mas ele também, vamos lembrar que em 1931, Chico Xavier, começando o trabalho dele, ele se apresenta ao Chico, ele se apresenta ao Chico e logo depois ele se manifesta dizendo quem ele era. Ele se identifica como aquele senador, como aquele escravo, como o padre Manuel da Nóbrega, como o padre Damiano, que tá no livro Renúncia. e se manifesta como Emanuel, o nosso grande Emanuel, que a gente sempre diz que Emanuel ele desdobra a obra da codificação da doutrina espírita. Allan Kardec teve muito pouco tempo, mas na codificação ele já se manifesta. Aqui no capítulo 11 do Evangelho Segundo o Espiritismo, item 11, é a única mensagem que ele traz. Emanuel Paris 1861. E ele vai a mensagem que ele traz amar ao próximo como a si mesmo. Ele em determinados momentos ele não teve essa condição de amar as pessoas e nem a própria esposa, porque teve aconteceram muitas dificuldades. E ele vem então nesse capítulo eh conclamando-nos a amar ao próximo como a nós mesmos. E ele começa essa mensagem. É uma mensagem de três parágrafos, tão somente, mas a gente vai ler somente um parágrafo e sugerimos que leiam capítulo

conclamando-nos a amar ao próximo como a nós mesmos. E ele começa essa mensagem. É uma mensagem de três parágrafos, tão somente, mas a gente vai ler somente um parágrafo e sugerimos que leiam capítulo 11 e tem 11 do Evangelho Segundo o Espiritismo, onde ele vai falar sobre o egoísmo. Porque todas as aflições, dificuldades que a gente tem no mundo, ela é originária do egoísmo. Quando a gente tem o o egoísmo, a gente se torna soberbo, vaidoso, invejoso e por aí vai. E ele diz assim: "O egoísmo, esta chaga da humanidade, tem que desaparecer da terra, pois retarda o seu progresso moral. E é ao Espiritismo que está reservada a tarefa de fazê-la nas ordens dos mundos." Quer dizer, elevar a terra às ordens do mundo. Por que que ele diz isso? Exatamente, porque quando a gente tem o conhecimento da doutrina espírita, o estudo da doutrina espírita, a gente torna-se pessoas, modifica totalmente a maneira da gente pensar. E ele diz assim: "Sem a sabedoria, porque quanto mais a gente estuda a doutrina espírita, mais sabedoria a gente vai adquirindo." E ele diz assim: "Sem sabedoria não há caminho." Vamos lembrar lá do Salomão, lá do da primeira revelação, quando ele pede o Senhor, a única coisa que ele pede ao Senhor numa oração foi a sabedoria. Tá lá em livro de Reis. E o Senhor vai dizer a ele, vou te dar a sabedoria, mas também vou te dar o poder, vou te dar a glória, porque você foi humilde nas suas colocações. Quando a gente tem a sabedoria, muitas e muitas aflições pelas quais a gente passa deixam de existir, porque a gente vai entender que o outro tá naquela dificuldade, porque ele ou ele é invejoso, ou ele é maledicente. Tudo isso vai chegar na na ignorância, porque se a pessoa tivesse, quando a gente fala ignorância, nós não estamos falando na ignorância no sentido intelectual, científico, não é isso, porque pode ter até muita instrução intelectual ou científica e ser ignorante também. E nós estamos falando do conhecimento de vida mesmo. E esse conhecimento de vida, quando a gente lê Emanuel, a gente

rque pode ter até muita instrução intelectual ou científica e ser ignorante também. E nós estamos falando do conhecimento de vida mesmo. E esse conhecimento de vida, quando a gente lê Emanuel, a gente adquire esse conhecimento de vida. Quando a gente pega as obras desdobradas, as as quando ele comenta todos, interpreta todos os evangelistas, Mateus, Marcos, Lucas e João, quando ele vê, traz também Atos dos Apóstolos, quando ele traz as comentários sobre as cartas de Paulo, foram 14 as cartas de Paulo. E ele vai comentar essas cartas, mas também os romances. E os romances são romances históricos. E se as pessoas começarem a estudar os historiadores, começarem a observar, a as colocações que são trazidas nos livros dele, do Emmanuel, são com condizentes com as orientações trazidas pela própria história. Por exemplo, lá no 2000 anos de novo, quando fala lá que o escravo tinha um gorro vermelho na cabeça e tinha um chesso no pé. Aí a pessoa fica assim, por que será que tem um gorro vermelho na cabeça e um gesso no pé? tem que ter um motivo, porque senão ele, Emmanuel, não ia colocar essas essas esses detalhes na obra dele. Aí os historiadores vêm e dizem assim: "O gorro quando era para ser vendido o escravo lá em Roma, naquelas naquelas naquelas feiras que existiam ali para vender as os escravos, o gorro era para dizer que era um escravo revoltado, rebelde, e o gesso era para dizer que ele poderia ser fujão." E a gente sempre brinca e diz assim, era o código do consumidor deles, porque naquela época, claro, que não existia, mas eles já estava falando assim, ó, depois você não vai chegar e falar assim, ó, eu fui enganado desse escravo. Então, era dessa maneira. Ele coloca isso no livro há 2000 anos. Mas o importante da obra de Emanuel é que além dele, do próprio Emmanuel, ele traz e quando ele apresenta a doutrina espírita para o mundo, ele traz através de poesias. E a poesia é o gênero literário mais difícil que existe, porque ele precisa de rima, de métrica e de estilo.

traz e quando ele apresenta a doutrina espírita para o mundo, ele traz através de poesias. E a poesia é o gênero literário mais difícil que existe, porque ele precisa de rima, de métrica e de estilo. E quando o primeiro livro Parnaso de Aleitumo surgiu, ele veio um livro de poesia. Parnaso tá falando dos poetas parnasianos lá da Grécia, a habitação das Musas, é uma escola literária. Então, quando ele fala do no Parnaso e foi esse livro foi pesquisado, analisado na Academia Brasileira de Letras. Entre os que participaram dessa análise estava Humberto de Campos ainda encarnado. E ele dá um parecer dizendo só pode ser os espíritos mesmo. Quer dizer, ele não era espírita, mas ele só pode ser os espíritos. Então esse cidadão que era uma túto lá de Minas Gerais é um gênio mesmo. E podem observar, chegando em casa, vem, vejam os as poesias Barnaso de Alei Túmulo, Antologia dos Imortais e tem mais um outro também que é só de poesias. São três as obras tão somente de poesias, mas existem outras tantas poesias, eh, Carmen Dolores e outros tantos Carmen Sinira e outros tantos que estão trazendo também as poesias. Mas ele apresenta ainda André Luiz e o André Luiz era um grande cientista brasileiro e ele não chegou lá e falou assim: "Agora vamos escrever". Não, ele ficou 2 anos. Olha o comprometimento, a seriedade, a responsabilidade do trabalho que eh foi trazido por Emanuel. Ele ficou 2 anos e muitos dizem que André Luiz é uma falange e a gente acredita que seja mesmo. Ele ficou dois anos próximo ao Chico para que o Chico tivesse as percepções necessárias para escrever aqueles 13 livros que é chamada a coleção nosso lar. Por quê? Porque tem muitos termos científicos. Evolução em dois mundos, mecanismo da mediunidade. Se não for uma uma pessoa da área da ciência, vai sofrer bastante para entender os livros. E o Chico também não tinha essa formação intelectual naquele momento. Então ele apresenta Emanuel André Luiz com toda essa condição de trazer o aspecto científico para a

tante para entender os livros. E o Chico também não tinha essa formação intelectual naquele momento. Então ele apresenta Emanuel André Luiz com toda essa condição de trazer o aspecto científico para a doutrina espírita. Lembrando que ela tem um tríplice aspecto, ela é ciência, ela é filosofia, ela é religião. E depois ele traz também Humberto Campos. Se a gente pegar a obra de Humberto Campos encarnada e a obra do Humberto Campos desencarnado, a gente fica na dúvida qual que será que é espírito, qual que será que tava encarnado? porque o estilo é o mesmo e as convocações que ele traz, porque o Humberto Campos era muito preparado, embora tivesse feito o grupo escolar lá no norte do país, mas era muito preparado. Eh, a gente fica imaginando, mas naquela época não tinha nenhuma maneira do Chico pesquisar nada disso. Como é que ele conseguiu trazer todas essas informações através da sua psicografia iluminada? Tudo isso, trabalho realizado pelo espírito Emanuel, esse mesmo que a gente começou falando, que é o Manuel da Nóbriga, o apóstolo ou evangelizador do Brasil, juntamente com o José de Anchieta, que a gente falou do padre Damiano, que tá no livro Renúncia do escravo Nestório, portanto é a o mesmo espírito, é o senador Públulentos, é o senador também Públulentos Sura, que é avô, o mesmo mesmo espírito. E aí a gente vê no processo da evolução espiritual, todos nós caminhando para a luz. Mas certa feita perguntar ao Chico aonde Emanuel era mais exigente, o que que ele era mais exigente e chegava junto mesmo. E ele diz assim no trato para com as pessoas. Portanto, se nós queremos ter assim espíritos mais iluminados próximos de nós, porque a gente nem imagina pedir o Emanuel ou o André Luiz ou o Dr. Bezerra, Dr. Bezerra a gente pede porque é o patrono do movimento espírita no Brasil e por consequência no mundo. Por isso é que a gente tem sempre evoca Dr. Bezerra de Menezes. É uma história muito linda também que ele unifica o movimento espírita no Rio de Janeiro, na Federação

asil e por consequência no mundo. Por isso é que a gente tem sempre evoca Dr. Bezerra de Menezes. É uma história muito linda também que ele unifica o movimento espírita no Rio de Janeiro, na Federação Espírita Brasileira, quando ele foi se tornou presidente da Federação Espírita Brasileira. Mas nós não temos a ousadia de imaginar que Emanu esteja próximo de nós. Precisamos de muitas encarnações ainda, mas nós podemos atrair sem bons espíritos através das nossas ações. E Chico dizia: "Onde é que Emanuel é mais exigente?" Vamos repetir, no trato para com as pessoas, o trato com a família, o trato com os amigos, com os colegas, o trato na casa espírita, na sociedade de um modo geral, porque quando nós procedemos assim, nós estamos realmente praticando o amor ao próximo, como é o capítulo 11 do Evangelho Segundo o Espiritismo, como a ti mesmo e eliminando de nós o egoísmo, que foi a mensagem trazida por Emanu no capítulo, nesse mesmo capítulo 11, item 11 do Evangelho Segundo o Espiritismo. Que Jesus os abençoe, nos envolva a todos em muita paz. Nós estamos convidando os nossos companheiros médios em condições de transmitir o passe para se posicionarem. Lembrando que o passe é uma transmissão de energias. Todos estamos recebendo. Você que nos assiste pelas redes sociais também estará recebendo o passe nesse instante. É importante que descruzemos braços e pernas para que essas energias fluam melhor. Que Deus nos abençoe. Muita paz. >> Face emanação [canto] de luz. >> Bênçãos de nosso Jesus, gesto [canto] tão [música] puro de amor de nossas mãos [canto] para outras mãos. Em nome [canto][música] de nosso Senhor. Fortalece [música] no caminho ameniza [canto] curar alma. alivia [música][canto] e reconforta como [canto][música] bsamo naador, paz emanação de luz, [canto] de nosso Jesus, gesto [canto] tão puro de amor de nossas mãos [música] para outra As mãos em nome [canto] de nosso Senhor. Fortalece [música] no caminho. >> Cura a alma, alivia [música] [canto] e reconforta como bálsamador. [música]

o puro de amor de nossas mãos [música] para outra As mãos em nome [canto] de nosso Senhor. Fortalece [música] no caminho. >> Cura a alma, alivia [música] [canto] e reconforta como bálsamador. [música] Fortalece [música][canto] no caminho, ameniza cura [canto] a alma. [música] alivia e reconforta [canto] como bamonador. Jesus abençoe, [música] nos envolve.

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