Luto e a Doutrina Espírita com Leila Magre

Estudantes do Evangelho TV 29/01/2025 (há 1 ano) 1:47:13 189 visualizações

Este conteúdo compõe o ciclo de estudos do Atendimento Espiritual, realizado em 2024 para os trabalhadores da Casa Espírita Estudantes do Evangelho. Em vista da relevância do assunto e pela rica abordagem, optou-se por disponibilizar publicamente este conteúdo. Para mais informações sobre a Casa Espírita Estudantes do Evangelho acesse o site: www.estudantesdoevangelho.com.br Instagram: @casaestudantesdoevangelho Facebook: @casaestudantesdoevangelho

Transcrição

a mensagem da obra Palavras da Vida Eterna confiemos servindo assim também a fé se não tiver obras está morta em si mesmo Tiago Capítulo 2 Versículo 17 ass seguras o mérito da semente valorizando as qualidades mas se alguém foge de plantá-la todo teu esforço verbal terá sido vão gaba de Possuir primorosos talentos artísticos no entanto Se Não trabalhas por expressá-los descerá fatalmente ao ridículo diante dos que te ouvem esboç valioso projeto para o levantamento de Largo Edifício entretanto se não promoves a construção os teus planos por mais belos estarão relegados ao mofo confias plenamente no credor que te emprestou recursos determinados todavia se não pagas a dívidas serás levado a insolvência a pregou as vantagens de certa máquina mas se ninguém e experimenta os mecanismos na atividade o engenho por mais precioso acabará esquecido por traste inútil assim também nos assuntos da alma em verdade reverenciamos a providência divina depositados em Cristo a nossa esperança adist admiramos a virtude e acreditamos na força do bem contudo se nada realizarmos na Esfera das boas obras a nossa fé pode ser vigorosa e resplendente mas não adianta Deus nosso pai em nome de Jesus e da espiritualidade amiga presente entre nós nós agradecemos esta oportunidade de crescimento de melhoria e de poder aplicar a nossa vontade de trabalhar em sua Seara mais preparados e também comus ensinamentos nos tornando pessoas melhores nós rogamos mestre Jesus que nos fortaleça fortaleça todo o grupo de trabalhadores na nossa casa espírita para que possamos trabalhar em sua Seara honrando os seus ensinamentos e os trabalhos que são nos designados gratidão mestre Jesus gratidão amigos que aqui estão conosco e assim nós pedimos permissão para iniciar os estudos desta noite assim seja Eu quero apresentar a todos vocês a a Dra Leila magre muitas pessoas já conhecem a Dra Leila mas eu acho que dentro do nosso grupo não são todos que conhecem o belo trabalho que ela faz nesta área que hoje ela vai colocar para nós Do Luto o

a Leila magre muitas pessoas já conhecem a Dra Leila mas eu acho que dentro do nosso grupo não são todos que conhecem o belo trabalho que ela faz nesta área que hoje ela vai colocar para nós Do Luto o luto e a doutrina espírita a Doutora Leila magre ela está na fego há aproximadamente 9 anos ela já é prep muito preparada fez o ESD eh E desde Essa época ela está no geaf participando de seminários estudos das obras e atualmente fazendo o mep e também eh integrante do grupo de atendimento fraterno profissionalmente ela atende em lutad e familiares por meio da terapia com abordagem arte terapêutica em cuidados paliativos e grupos de acolhimento na casa Espírita ela pratica o diálogo fraterno com enlutados é médica pela UFG pediatra com residência médica pelo HG HG e Hospital Geral de Goiânia bacharel em artes visuais pela Universidade Federal de Goiás tem pós--graduação em design estratégico pelo Instituto europeu de design é arte terapêutica pela alquimia Art e faz o acolhimento e acompanhamento terapeutico de enlutados né com abordagem arte terapêutica individual em grupos faz acolhimento e acompanhamento de pacientes pacientes e familiares em cuidados paliativos e também ela faz o atendimento parte terapêutico de crianças adolescentes e adultos é um prazer Doutora Leila magre ter a senhora aqui conosco hoje abrindo esse assunto nos fortalecendo para que nós possamos estar a cada dia mais preparados e também nós esperamos estar com a senhora mais vezes para que possamos nos aprofundar mais nesse assunto contamos com a senhora temos a nossa gratidão que Deus te abençoe e neste momento aqui entre nós e sempre obrigada obrigada pelas palavras Bárbara mas aqui eu sou aprendiz né estamos aí todos juntos na no atendimento e aprendo todos os dias com os meus colegas de trabalho aprendo com vocês no grupo ali o tempo todo então sou tô seguindo aí o caminho do do estudo da evolução do do trabalho né Estamos todos aqui na mesma jornada viu bom eu vou eu agradeço né o acolhimento todo de vocês eu vou começar

o tempo todo então sou tô seguindo aí o caminho do do estudo da evolução do do trabalho né Estamos todos aqui na mesma jornada viu bom eu vou eu agradeço né o acolhimento todo de vocês eu vou começar a compartilhar a minha tela ver se vamos ver esse tema a gente até conversou muito entre o grupo lá da da quarta-feira né eu a cene a gissar o Nelson que desde o início a gente tem percebido e agora nesse momento que a gente tá vivendo após a pandemia a gente tá vivendo muita busca pelo luto infelizmente estamos aí convivendo também com muitos casos de suicídio e as pessoas familiares os Sobreviventes né tem nos procurado bastante no atendimento então eu acho que esse assunto a gente conversando entre o grupo e com a Zezé a gente viu a importância da gente trocar algumas palavras da gente conversar um pouquinho sobre esse assunto dada necessidade né porque a gente sabe que o sofrimento é muito grande e é muito importante que a gente auxilie até para uma forma de prevenção a doenças psiquiátricas a transtornos e até mesmo a até o o suicídio mediante tamanho sofrimento né bom eh começar a falar sobre luto falar sobre morte é trabalhar numa em algo muito profundo em sentimento em raigad Em relacionamentos em crenças é como adentrar num quarto escuro que a gente vai ter que devagar todos os objetos todos os móveis para que a gente se situa e para que a gente possa atingir o objetivo eh de auxiliar então é é uma digamos assim é uma uma Seara né Muito difícil mas é uma oportunidade muito Sublime porque a gente pede licença e adent pra intimidade do sentimento dessas pessoas e a gente tem uma oportunidade de crescimento também muito grande então eu acho que é uma abordagem que nos faz crescer muito no dia a dia também como ser humano como profissionais quem trabalha na área enfim é muito aprendizado e e acho que há uma contrapartida do amor que a gente a gente prega tanto e é a base da nossa doutrina e acho que é o exercício do amor que nos chama a trabalhar aí com os enlutados né antes da gente começar a

que há uma contrapartida do amor que a gente a gente prega tanto e é a base da nossa doutrina e acho que é o exercício do amor que nos chama a trabalhar aí com os enlutados né antes da gente começar a falar sobre alguma coisa eu vou dividir mais ou menos aqui esse essa conversa nossa em alguns conceitos alguma coisa da base do do luto muito superficialmente mas pra gente ter uma ideia eh que ao abordar essas pessoas que a gente compreenda as fases compreenda todo o histórico pra gente saber como acolher essas pessoas e depois a gente vai falar sobre a doutrina em si como que ela lança luz né nesse apoio nesse acolhimento mas antes da gente começar eu queria contar três coisas que são muito atuais né que vou compartilhar com vocês assim três grandes novidades que acho que a a a população mundial não sabe né primeiro que apesar de todas as vantagens da ciência 100% das pessoas ainda morrem Isso deve ser novidade né gente porque ninguém pensa na morte ninguém todo mundo tem dificuldade em falar sobre morte em falar sobre luto Então tá aí a novidade todo mundo morre né a segunda nenhuma família é perfeita e ninguém é imune à perda quer dizer em algum momento algum dia nós vamos conviver com luto de alguma maneira de acordo com algum Elo e a terceira é que não será a primeira vez que a gente vai morrer então a gente nem outra pessoa então eu fico perguntando se não é a primeira vez se a gente sabe que isso que nós caminhamos para isso por que que a gente não fala sobre a morte por que que a gente não se prepara para esse momento por que a gente tem tanta dificuldade para lidar com essas pessoas que estão sofrendo por um luto e aí quando a gente fala de morte vem todo conceito teórico né o primeiro que eu quero apresent tá aqui é da Elizabeth cluber Ross a Elizabeth ela foi uma psiquiatra austríaca que trabalhou nos Estados Unidos e ela começou a trabalhar com a morte ela é autora de vários livros entre eles eh sobre eh a morte né que ela abordou todo ela como psiquiatra

uma psiquiatra austríaca que trabalhou nos Estados Unidos e ela começou a trabalhar com a morte ela é autora de vários livros entre eles eh sobre eh a morte né que ela abordou todo ela como psiquiatra Ela conclamava ali o grupo de residentes para fazer seminários com as pessoas em Fase Terminal Então ela chamava aqueles pacientes chamava Os estudantes e conversavam ali e ela dizia o seguinte que o Mestre dela era o paciente era aquela pessoa que estava em Fase Terminal Estava eh à beira da morte porque ela queria aprender com ele né como lidar com a morte com o luto então ela falou vou aprender com quem está vivendo esse luto essa eh essa perda digamos assim né Então ela foi escrevendo foi discutindo tudo isso e ela percebeu o seguinte que para ela depois de tanto seminário de tantas discussões sobre o tema de tanta abordagem que ela teve e ela tinha uma sensibilidade muito grande ela ouvia bastante essas pessoas ela concluiu que a morte do corpo é como uma borboleta que deixa um casulo né ela dizia que a morte é só uma transição para uma outra fase para uma outra etapa quer dizer nós podemos deixar uma vestimenta né passar por um período de transição fazer uma passagem para um Estado de consciência Mais amplo Então ela acreditava que realmente nós iríamos nos libertar para uma nova consciência que a gente deixava aquele casulo e emancipavam que era como guardar um casaco de frio quando chega a primavera quer dizer eu não preciso mais eu tenho outras coisas para viver Então ela definiu a morte como sendo esse estádio essa passagem essa transição E aí eh quando a gente pensa nesse voo quando a gente pensa nesse voo da borboleta nessa viagem nessa passagem a gente tem uma noção muito plena muito Ampla muito suave da Morte mas quando a gente vai viver isso a gente não espera por nem nada pesado nada tempestade até que isso nos acometa então eu comparo o nosso estágio a nossa o nosso dia a dia a nossa vida como uma praia uma praia Serena uma praia calma bonita colorida onde o céu

nada pesado nada tempestade até que isso nos acometa então eu comparo o nosso estágio a nossa o nosso dia a dia a nossa vida como uma praia uma praia Serena uma praia calma bonita colorida onde o céu tá limpo e aquelas ondas vão se formando vão batendo como o nosso dia a-d percorrendo a nossa rotina até que de repente o tempo se fecha então quando a morte nos visita quando a gente está diante de um alguma proposta da morte o tempo se fecha a gente começa a lidar com algo mais denso mais difícil a gente já começa a elaborar uma possível perda alguma dificuldade e a gente já começa a se preparar quando esse tempo muda porque com aquela praia bonita eu nem penso na morte mas quando as coisas nos acometem quando elas aproximam de nós a gente já começa a se preparar se você está numa praia tranquila com sol a praia tá calma você não se preocupa você curte aquele momento mas quando você vê um temporal se fazendo se formando você tem que se preparar ou você corre ou você pega um guarda-chuva ou você vai se abrigar você toma alguma Providência então sempre quando a gente eh recebe uma notícia de uma possibilidade da morte ou quando a gente entra em contato com algo que nos ameaça que nos desafia chama atenção e a gente entra meio que num estado de alerta né então a morte pode chegar qual qualquer momento é como um temporal que se forma e a gente vai ter que lidar com isso só que aí isso cresce isso complica a gente entra num caos não tem como fugir ela vem forma uma onda muito grande muito forte e a gente se sente como esse Barquinho tá aí como esse Barquinho frágil que tá aí a deriva que ele não sabe nem para onde ir nem como ele vai sair desse movimento todo dessa onda dessa força que tá levando ele para um outro lado que ele não imaginava que ele precisasse ir eu tivesse que ir enfim é algo que ele não tem controle e a sensação de quem lida com esse estágio com a morte com o luto é exatamente essa a gente não tem controle aliás Isso é uma outra novidade também que a gente

ir enfim é algo que ele não tem controle e a sensação de quem lida com esse estágio com a morte com o luto é exatamente essa a gente não tem controle aliás Isso é uma outra novidade também que a gente pode colocar ali numa daquelas três a gente não controla nada né então eh a gente acha que tem controle sobre alguma coisa mas a vida nos coloca em Provas em desafios em situações que a gente não imaginava e que a gente não se preparou para isso mas que a gente vai ter que lidar com elas a qualquer momento e aí vem o luto né a morte chegou veio luto e eu estou à Deriva eu não sei como lidar com isso eu só sei que eu não sei nada que eu não sei dizer o que eu estou sentindo porque na vida tem momentos Tem situações que a gente não consegue nem expressar com palavras o que a gente sente a morte o luto é uma dessas situações se você perguntar para quem tá em lutado se você pergunta para quem está a beira da morte o que que você tá sentindo é é uma onda grande de sentimentos é é tanto sentir que a gente não encontra palavras para traduzir aquilo que nós estamos sentindo que aquela pessoa sente naquele momento então o tempo de morrer é um desses momentos que a gente não consegue expressar muito com palavras mas o sofrimento está lá né e o indizível segundo a Ana Cláudia Quintana é isso é a melhor expressão para traduzir a vivência da morte do luto e se a gente for avaliar a humanidade a história do do ser humano a gente vê que a morte é comparável um pior golpe né ou um dos piores golpes que o espírito humano pode enfrentar então a perda de alguém próximo a perda de alguém que a gente estabelece um vínculo que a gente ama que faz parte do nosso convívio é realmente uma dor por vezes insuportável e a gente tem que compreender esse primeiro ponto a dor é muito forte a dor ela existe el ela está ali presente ela é intensa e ela golpeia a ponto de deixar as pessoas como aquele Barquinho ali muito a deriva mas e essa dor de onde ela vem o que que ela quer dizer com pra gente o que que ela traz

ali presente ela é intensa e ela golpeia a ponto de deixar as pessoas como aquele Barquinho ali muito a deriva mas e essa dor de onde ela vem o que que ela quer dizer com pra gente o que que ela traz com ela é uma dor todo mundo se você pergunta alguém tá em luto Tá doendo Tá doendo Tá doendo Tá doendo tudo tá doendo fundo não tem um lugar não tem uma intensidade mais ou menos ou tá doendo só aqui não tá doendo lá dói tudo dói profundo dói bastante né E aí a partir dessa dor a gente começa a se questionar tá doendo demais por quê mas Deus não é justo comigo eu não fiz nada para merecer isso por qu né A vida não é boa então tá acontecendo isso comigo e isso não é bom isso não Então você começa a questionar vida a questionar Deus a trazer 1000 questões para buscar respostas né parx é um autor é um psicólogo psiquiatra também que estudou muito luto ele faleceu inclusive esse ano no mês de janeiro ele tem um livro que é uma a base né do estudo do luto em então que chama amor e perda e ele diz o seguinte que a dor do luto é parte da vida tanto quanto alegria de viver Então por que é que a gente estranha tanto já que a gente não estranha alegria né quando a gente tá num momento feliz da vida quando a gente tá curtindo as coisas boas né que a gente eh atinge os nossos objetivos tá realizando nossos sonhos a gente vive aquilo com uma Plenitude tão grande e acha que a vida é boa mas quando a gente vai viver esse outro lado que faz parte da vida também ela desorganiza totalmente a gente né E aí ele diz o seguinte que o preço da dor né Do Luto é o preço do amor é o preço do compromisso se eu não gosto se eu não amo a perda não vai me impactar a perda não vai me fazer sofrer e quanto mais gosto mais eu convivo mais eu estabeleço um vínculo mais eu tenho afeto por aquela pessoa maior a dor maior o meu sofrimento mediante a perda que depois a gente vai ver que talvez esse termo né perda não seja mais adequado mas eu vou mencionar porque é é dessa maneira que muitas pessoas vão chegar até nós né eu perdi

imento mediante a perda que depois a gente vai ver que talvez esse termo né perda não seja mais adequado mas eu vou mencionar porque é é dessa maneira que muitas pessoas vão chegar até nós né eu perdi alguém eu perdi Então a gente vai relacionar isso também a uma uma situação que as pessoas colocam né para depois a gente ter o entendimento maior que a doutrina nos esclarece a respeito disso né E aí é o seguinte aí tem um um outro um psicólogo que diz o seguinte que se há um propósito na vida se a dor faz parte da vida então tem que ter um propósito né então dói todo mundo fala todo mundo tem até uma uma historinha né Eh que eh que é contada por exemplo Bate na Porta de uma casa e pede eh algum favor para alguém que nunca perdeu ninguém para alguma família que nunca perdeu um ente querido né você não vai encontrar porque todo mundo vai encontrar alguém que em algum momento morreu E aí a gente fica se perguntando Então se mor morrer dói se a dor faz parte da vida então tem que H um sentido tem que ter um sentido nessa dor porque senão por que que ela tá presente na nossa existência na nossa experiência na nossa vida então cabe a cada um de nós descobrir com responsabilidade Qual é o sentido da vida e desse sofrimento então e às vezes o sentido que eu encontro não é o mesmo que você encontra os sentidos são muito de uma pessoa Varia muito de uma pessoa para outra então mas tem um propósito nisso e a gente tem que ir atrás Então nesse terreno árido da morte do luto tem que brotar alguma coisa a gente tem que tentar identificar algo que vai nascer ali algo que vai crescer que vai fazer com que eu me torne uma pessoa melhor Tem que haver um sentido né então às vezes isso requer tempo às vezes não é imediato né a gente passa por muitas outras dores na vida que não luto e que a gente também às vezes demora a encontrar sentido né Tem dificuldades tem obstáculos tem Desafios que a gente enfrenta que na hora a gente fala fala como Aquela Senhorinha ali Deus não é justo por que que eu tô

bém às vezes demora a encontrar sentido né Tem dificuldades tem obstáculos tem Desafios que a gente enfrenta que na hora a gente fala fala como Aquela Senhorinha ali Deus não é justo por que que eu tô passando por isso e depois a gente vai entender que a vida é sim muito sábia né A Lucia Helena Galvão fala isso que a vida vai trazendo pra gente as coisas que a gente precisa para crescer então todos os obstáculos todos os desafios todas as dores que nós enfrentamos ou que nós vivenciamos são dores necessárias paraa Nossa evolução então talvez no momento que eu esteja vivendo aquilo eu não consigo enxergar nada eu não consigo ver nada mas com o tempo eu posso encontrar um significado para aquela situação para aquela dor que eu estou enfrentando né portanto se a vida tem um sentido o sofrimento também tem E aí aparece a doutrina espírita né para dizer alguma coisa pra gente Porque se o luto é um quarto escuro é um túnel escuro que a gente entra sem ser sem ter vontade de entrar de repente você é jogado ali dentro a doutrina espírita ela é uma luz no final desse túnel ela vai trazer pra gente os argumentos o consolo o entendimento que nós precisamos para trazer um significado para essa dor e aí a gente começa com essa passagem do evangelho que diz que Deus criou os homens iguais frente a dor agora por quê Porque Deus é cruel que ele criou a dor não porque ele quer nos ensinar algo com essa dor e começa pra gente entender que se a dor é algo muito da gente enfrentar nós não deveríamos também causar dor nas outras pessoas então seria um sentido um um ponto de partida para que a gente entendesse esse o porquê dessa dor mas é algo muito maior muito mais amplo muito mais significados eu vou encontrar nessa dor causada pelo luto mas isso nos diz que nós todos estamos expostos à dor nós todos somos vulneráveis à dor a gente fala que o principal legado que a pandemia nos trouxe foi exatamente esse foi na condição de igualdade e de vulnerabilidade nós somos todos iguais e todos vulneráveis então nós somos todos

dor a gente fala que o principal legado que a pandemia nos trouxe foi exatamente esse foi na condição de igualdade e de vulnerabilidade nós somos todos iguais e todos vulneráveis então nós somos todos Igualmente vulneráveis e reativos à dor e a dor tem que ter um significado e a l de Serqueira diz o seguinte que a dor é necessária a condição evolutiva do ser humano e ela funciona como aquela professora brava né que mostra pra gente que a gente tem que tem que mudar que a gente tem que né E se a gente for pensar dessa maneira até em relação à pandemia a gente consegue entender também que a pandemia pode ter sido aquela mãe brava né aquela mestra que colocou pra gente uma necessidade uma severidade mas pra gente aprender alguma coisa com ela e aí às vezes eu me pergunto será que a gente aprendeu alguma coisa será que a gente conseguiu extrair alguma lição de tudo isso né de tudo que essa humanidade passou de tudo que estamos passando nessa transição né que nós temos que entrar em contato e o luto é uma de crescimento o luto é uma condição de dor que nos remete a uma condição evolutiva também então não é uma dor em vão a doutrina também ela reforça isso que existe um porquê para nós enfrentarmos isso e que enquanto condição de mundo de provas e expiações nós temos que passar por esse processo Então isso é comum da nossa condição pro nosso nível evolutivo porque em mundos que tem são mais evoluídos né em que a matéria diferente em que toda a evolução espiritual ela é mais avançada não há esse sofrimento tão grande como ainda há na nossa condição então há uma explicação há uma sequência evolutiva nisso então nos mundos evoluídos né o evangelho mostra isso que na morte nada tem dos Horrores que tem a para nós aqui a deterioração da matéria né Eh todo esse processo que envolve o luto essa dor essa esses questionamentos isso é próprio da nossa condição isso é próprio do nosso nível evolutivo então nós temos que nós precisamos disso para crescer para nos mostrar alguma coisa que nós precisamos

sa esses questionamentos isso é próprio da nossa condição isso é próprio do nosso nível evolutivo então nós temos que nós precisamos disso para crescer para nos mostrar alguma coisa que nós precisamos aprender não é em vão e aí Os questionamentos Eles continuam quem está vivendo luto é cheio de questões é cheio de perguntas né e uma dessas o que que tá acontecendo comigo eu não sou mais a mesma eu não consigo levantar da cama e eu coloquei essa imagem aí do quebra-cabeça que foi exatamente a tradução que uma paciente minha falou né ela ficou eh viu e ela falou para mim tá faltando a sensação que eu tenho é que o meu quebra-cabeça que estava montado ele agora pegaram a peça principal sumiram com ela e ele se desorganizou e eu não consigo mais encaixar peça com peça foi essa a metáfora que ela usou para dizer para mim o que que ela tava sentindo então é uma tempestade mesmo É aquela imagem é um tsunami é uma onda imensa que acomete a gente que desorganiza totalmente né então o luto o que que é o luto é um processo ele é um processo eh Então não é não é uma fase é um processo porque fase tem começo meio e fim mas o luta é um processo de mudança de adaptação quer dizer você tinha um relacionamento você tinha você estabeleceu um vínculo com uma pessoa você sentia amor por dela e de repente aquele vínculo se ele ele se quebra ele se rompe aquela pessoa não está mais ao seu alcance físico e você não consegue entender o que que tá acontecendo com a sua vida porque você também é modificado com esse processo então nós somos seres humanos que estabelecemos e temos necessidade de vincular uns aos outros desde a nossa infância desde bebê o bebezinho faz o primeiro vínculo com a mãe e aí a partir daí a gente vai estabelecendo outros vínculos então de repente você tem que romper Aquilo é rompido de alguma maneira né E você se perde você procura aonde que eu estou nisso e quando a gente fala em luto nós estamos falando em luto por perda de um ente querido por morte Mas pode acontecer por uma a morte

uma maneira né E você se perde você procura aonde que eu estou nisso e quando a gente fala em luto nós estamos falando em luto por perda de um ente querido por morte Mas pode acontecer por uma a morte de um animal pode acontecer por uma mudança eh por uma uma mudança de trabalho por questões muito que às vezes não são reconhecidas mas o luta é um processo que se instala em qualquer rompimento de vínculo em qualquer eh mudança né na sua relação no do seu mundo presumido ali o que pode te desorganizar então o luto não é só sentir a falta da pessoa e ficar triste o luta é uma desorganização É uma sensação de insegurança de desamparo de ameaça de falta de reconhecimento de si próprio né A gente vai ver que existem muitas mudanças que acontecem no organismo da gente no nosso emocional no cognitivo então é como se o nosso corpo e a nossa mente tivesse indignado tivesse protestando contra aquela dor que aconteceu que ela chegou sem pedir licença e ela tá por conta né e o luto pode começar antes dessa perda quando a gente tá vivendo um processo né isso a gente vê muito quando a gente tem um uma um familiar ali que está em fase terminal que está em processo de um adoecimento grave a gente já começa elaborar um luto antecipatório a gente consegue a gente e eh começa a ter toda mudança ali do nosso comportamento sentimentos mudanças físicas mudanças às vezes na própria dinâmica familiar né Então olha quem organizava tudo aqui era a Maria agora A Maria tá ali a camada e e gravemente enferma eh com grande chance para evoluir a óbito e agora como que a gente fica já começa a mudar aquela dinâmica familiar já começa às vezes se aquela pessoa é provedor ou se você eh acaba tendo muitos gastos muita despesa em relação a aquelas doenças há também uma instabilidade uma dificuldade financeira enfim são mudanças Mult múltiplas que acontecem então a gente tá falando do âmbito emocional do âmbito eh do sentimento né da de como a pessoa se coloca emocionalmente mas existem outras eh estruturas que são também

ças Mult múltiplas que acontecem então a gente tá falando do âmbito emocional do âmbito eh do sentimento né da de como a pessoa se coloca emocionalmente mas existem outras eh estruturas que são também afetadas e que contribuem para essa desorganização para essa dor ou para essas perdas né funcionais alterações físicas enfim por muitas coisas e aí a gente vai ver que o luto ele manifesta então não só com a tristeza com choro causa alterações cognitivas falta de concentração uma negação a pessoa fica meio desorientada confusa no na questão emocional você sente raiva ao mesmo tempo que sente culpa isso é muito comum né as pessoas que sofrem luta Ah será que eu fiz o suficiente eu devia ter feito isso eu devia ter ido para tal lugar ou não devia ter saído de perto tem muitas questões que são também levantadas nesse momento tristeza ansiedade confusão medo né Eh no aspecto físico muda o sono dá aquela angústia taquicardia falta de ar né muda eh cefaleia tem muita dores de cabeça eh sociocultural a pessoa tende a se isolar ela não quer relacionar com muitas pessoas ela não sente vontade de sair de casa então tem muitas outras e o o o foco nosso essencial aqui que seria o espiritual que também é afetado né então a pessoa vai chegar e vai contar que sonhou com a pessoa Eh que que faleceu vai ter raiva de Deus vai iar a fé vai mudar a a a a percepção que ela tem da religião ou da do da divindade dela né do divino que ela às vezes cultuou a vida inteira nesse momento ela se questiona ela se coloca né numa posição de questionar de eh de se rebelar então não é incomum que por exemplo lá no nosso atendimento a gente receba pessoas que são de de religiões né católica evangélica e que nesse momento do luto eles questionam porque eles estão buscando alguma coisa que faça sentido né a gente não tá buscando um sentido para essa dor um significado para esse processo então eles começam abordando essa questão espiritual né Pera aí Deus não tá sendo legal comigo aquilo que eu acreditava que eu fazia

buscando um sentido para essa dor um significado para esse processo então eles começam abordando essa questão espiritual né Pera aí Deus não tá sendo legal comigo aquilo que eu acreditava que eu fazia questão de cultuar parece que de repente foi por água abaixo agora eu já não tenho mais essa certeza porque eu tô sofrendo né Eu sempre segui tudo sempre fui uma pessoa eh relativamente boa sempre eh sou religiosa Por que que isso tá me acontecendo Então a pessoa começa a questionar a própria fé questionar a própria religião e muitas vezes elas procuram a doutrina espírita nos Procura lá no centro espírita exatamente para isso para que a gente dê um significado para que a gente dê um sentido para aquela dor para aquele processo para que eles se sintam também acolhidos né em muitas situações as outras religiões não conseguem acolher determinados lutos né E então eles vão em busca de onde eles vão ser acolhidos vão ser ouvidos né Então tudo isso é importante agora como que isso acontece por que que dói tanto né como eu disse para vocês o vínculo ele faz parte da nossa história né Se a gente for acompanhar todo o nosso processo de desenvolvimento desde a época de bebê e crescendo a gente vai relacionando a gente começa com a mãe espande pro pai depois vai para outras pessoas da família vai pra escola e a gente vai cada vez mais expandindo os nossos vínculos os nossos grupos de contato e a gente vai dentro desses vínculos a gente faz esse vínculo de amor as pessoas que a gente gosta as pessoas que a gente identifica que a gente estabelece um laço só que par estabelece essa comparação que ele diz o seguinte que o AM e a perda eles são faces de uma mesma moeda se eu tenho dor na perda né Eu tenho dor porque eu amo e se eu tenho aquela pessoa se ela existe é a possibilidade de que um dia eu vou perder mas há um elo há um laço que liga entre eu há um vínculo e essa pessoa né que é o elemento dessa perda e as coisas elas estão ali eu tenho essas Duas Faces se eu amo e perco eu

ue um dia eu vou perder mas há um elo há um laço que liga entre eu há um vínculo e essa pessoa né que é o elemento dessa perda e as coisas elas estão ali eu tenho essas Duas Faces se eu amo e perco eu tenho dor proporcional a esse amor então são fais de uma mesma moeda a gente que ama a gente corre o risco de ter muita dor porque um dia a gente pode perder então é mais ou menos né uma conscia da nossa existência a gente não pode escolher só amar tá eu vou só amar mas quando você tiver Para Morrer você me avisa que eu vou desamar né eu não vou gostar mais de você porque aí eu não vou sofrer não tem como né porque se isso fosse possível talvez a gente não sofresse tanto com a perda mas a gente sofre porque é o preço que se paga pelo amor e essa questão do vínculo ela é muito ia né porque eu posso estabelecer um entendimento por exemplo de uma senhora de 90 anos né que faleça e eu compreender dizendo o seguinte mas é o processo natural né ela já tá idosa ela ia falecer mesmo né já estava mais ou menos esperado mas o vínculo que eu estabeleci a vida inteira com essa pessoa né ou se não foi a vida inteira Como foi esse vínculo porque às vezes o tempo também não quer dizer nada como é no caso de uma gestante né ela às vezes tá gestante tá grávida ali de poucos meses poucas semanas e ela perde e ela sente profundamente e aí a gente pergunta mas foi tão pouco foi tão pouco tempo mas é o vínculo que se estabelece é esse vínculo que é a chave da nossa dor que é a explicação de tanto apego que a gente passa a ter a essa perda a essa pessoa que seria o elemento principal né Do Luto é exatamente isso então o Rodrigo luz ele diz o seguinte que luto é uma outra palavra para falar de amor então eu só vou sentir a dor do luto Se eu amar se eu não amar não vai ter muita repercussão eu posso até lamentar eu posso até naquele momento manifestar alguma coisa mas aquilo não vai mudar não vai me desorganizar não vai ter aquele impacto como tem quando a gente se distancia de uma pessoa que a

o até lamentar eu posso até naquele momento manifestar alguma coisa mas aquilo não vai mudar não vai me desorganizar não vai ter aquele impacto como tem quando a gente se distancia de uma pessoa que a gente ama né uma outra explicação também uma outra visão uma facee que a gente tem que ter Do Luto é o seguinte nós todos temos o nosso mundo presumido nós temos a nossa rotina nós temos a nossa família nós temos o nosso trabalho nós temos as nossas relações e por pior ou que sejam ou se a gente não tiver totalmente satisfeito com isso mas ele é o nosso mundo é aquilo que eu conto é a minha vida né é a minha organização se eu perco esse mundo presumido né que é a minha fonte de segurança que é a minha organização Isso é Um Desafio muito grande eu perco meio que o eixo ali né e a morte é o luto ele representa uma perda também do mundo presumido se eu tenho um vínculo com uma pessoa se eu tenho um apego a ela se eu estou com ela se eu tenho sinto a amor ela faz parte do meu mundo presumido ela faz parte daquilo que eu sou de como eu sou e de repente se eu perco aquilo eu me desorganizou então eu sinto a falta eu sinto a perda eu sinto a ausência Mas eu sinto também o impacto daquela ausência no meu dia dia na minha vida na minha rotina na do modo que eu sigo né o meu novo caminhar então isso também me provoca uma crise uma crise que pode ser agravada de acordo com a minha vulnerabilidade então se eu sou uma pessoa mais sensível eu vou me impactar mais com essa perda com esse luto a relação que eu tenho com essa pessoa então se a pessoa que faleceu era uma pessoa era um fil era um pai ou era um vizinho mas que eu tinha grande estima que era a relação que você estabelece com aquela pessoa também é determinante né eventos e circunstâncias que levaram à morte então se a morte foi uma morte violenta foi uma morte súbita abrupta tudo isso é importante né E pode agravar essa minha crise essa minha desorganização e também aonde diz respeito também ao nosso atendimento o apoio social é muito importante essa

morte súbita abrupta tudo isso é importante né E pode agravar essa minha crise essa minha desorganização e também aonde diz respeito também ao nosso atendimento o apoio social é muito importante essa pessoa tem que ter uma rede de apoio quando ela perde essa pessoa e não tem uma rede de apoio ela não tem um Amparo para que ela seja segura naquele período naquela etapa tão importante da vida ela se desorganiza muito mais e muito se acontece em termos de distúrbios psiquiátricos entes a lutos que foram mal conduzidos lutos mais intensos né ou patológicos Enfim então o luto ele tem que receber um aporte ele tem que receber um apoio as pessoas que estão em lutadas Elas têm que ter uma rede de apoio ou amigos família ou um grupo religioso enfim ela tem que poder contar com alguém ela tem que poder contar com pessoas que vão estar com elas atravessando essa crise atravessando essa fase esse esse esse túnel né tão frio e tão difícil e Elizabeth cluber Ross né nesse estudo que ela fez sobre a morte ou Morrer ela levantou aqui as fases do luto mas essas fases do luto a gente tem que compreender que são momentos em que o luto se manifesta mas que não é nessa ordem cronológica não tem que Obrigatoriamente seguir esse esse ciclo seguir essa ordem né então às vezes você tem uma pessoa que tá sofrendo um luto que está numa fase de raiva mas que ela consegue se organizar mas depois ela volta paraa depressão em algum momento ela pode negar de novo então é um período de organização que acontece por etapas por fases mas não no sentido cronológico Tá certo então você pode ter uma fase de negação e você não isso não está acontecendo Eu vou me proteger e isso pode acontecer desde aquela fase lá onde o céu começa a ficar escuro que você começa a perceber que corre o risco de você perder aquela pessoa que que você ama você já começa a negação dali não isso não vai acontecer isso não pode acontecer isso não acontece né E às vezes a gente vê essa negação até do próprio profissional de saúde que tá

oa que que você ama você já começa a negação dali não isso não vai acontecer isso não pode acontecer isso não acontece né E às vezes a gente vê essa negação até do próprio profissional de saúde que tá cuidando daquela pessoa Às vezes ele tá sofrendo o impacto daquilo e fala assim não não vai morrer comigo ninguém morre né Como assim faz parte do processo né então não vai acontecer comigo eu tô bem ou então morreu el são aquelas pessoas que você vai no velório ela tá lá cumprimentando todo mundo conversando tá firme e contando da vida dela tem fase de negação ela ainda como a gente costuma dizer não caiu a ficha ainda né ela pode estar sentindo raiva muita raiva né ela tem raiva de quem foi ela tem raiva de Deus ela tem raiva dela porque ela não fez aquilo que ela acha que ela deveria fazer enfim tem esse sentimento que predomina né a depressão que aí você encontra mesmo ali no fundo e fala nossa agora já deu não sai disso aqui mais né barganha ela começa a negociar com Deus Olha eu vou ser uma pessoa muito bacana a partir de agora eu vou mudar e eu vou melhorar isso vai passar não vai acontecer nada então ela começa a negociar negociar com ela mesma negociar com Deus né né e depois ela entra numa fase de aceitação que ela entra numa organização ela começa a encontrar alguns significados ela começa a compreender o processo a absorver tudo isso e BB que também estudou muito luto Ele propôs quatro etapas essas fases se a gente for analisar bem elas são muito semelhantes então tanto a classificação de um quanto de outro é para nos auxiliar no entendimento daquela pessoa que chega até nós né para que a gente compreenda que aquilo que ela tá sentindo faz parte do processo Então existe a fase de torpor que pode ser também Aquela fase que a pessoa não tá aceitando que ela Tá negando e que ela tá ainda é muito comum as pessoas Às vezes o próprio familiar falar aí minha mãe tá em estado de choque depois que tal pessoa faleceu quer ela não consegue reagir ainda ela não consegue expressar

ela tá ainda é muito comum as pessoas Às vezes o próprio familiar falar aí minha mãe tá em estado de choque depois que tal pessoa faleceu quer ela não consegue reagir ainda ela não consegue expressar ela não consegue elaborar nenhum pensamento sobre o que aconteceu né a busca a busca da pessoa então isso é muito comum eu ainda espero o telefone tocar aquela pessoa vai falar comigo tá na hora dela chegar do trabalho ela vai abrir aquela porta vai entrar aqui né vai chegar ali o domingo nós vamos alçar juntos então ela começa realmente a a entender e a imaginar que aquilo vai acontecer e que eu estou buscando aquela pessoa o desespero que aí a ficha bate bate com força e eu entro em desespero não consigo aceitar não consigo entender tô sentindo a falta né e depois a fase de reorganização que é uma fase de aceitação também então como vocês podem ver são eh são muito semelhantes as duas classifica ações e isso só tem uma importância para nós o reconhecimento da pessoa que nos procura no luto para que você identifique que ela está atravessando esse processo de luto agora isso pode ir e vir conforme o tempo né E como que isso evolui né a gente tá vendo essas fases mas o que que faz com que essas pessoas vão aceitando algumas vão desapegando um pouquinho mais vão conseguindo elaborar encontrar um significado o que que acontece internamente na verdade né a gente tem duas teorias que foi muito bem estudada por parx sobre a elaboração Do Luto então uma que é o apego é o vínculo né que bob Falou então é aquela relação que eu tenho de apego com aquela pessoa é a minha relação com ela a falta da a perda daquela relação me faz sofrer sofrer em grande intensidade me desorganizar chorar deprimir enfim viver tudo aquilo que a gente viu ali e existe uma outra vertente né um outro lado dessa história dessa desse processo do luto que a gente chama de transição psicossocial é aquela sensação que no início toda a pessoa a fala né quando você perde alguém na manhã seguinte você olha paraa cidade você olha pela janela

esso do luto que a gente chama de transição psicossocial é aquela sensação que no início toda a pessoa a fala né quando você perde alguém na manhã seguinte você olha paraa cidade você olha pela janela a vida continuou as pessoas estão indo trabalhar o sol nasceu tá tudo normal tá todo mundo indo pra escola enfim eu não tô legal mas o mundo ele tá girando as coisas estão acontecendo Então há um processo social que acontece E aí o fato disso estar acontecendo e o que está acontecendo em relação a o meu apego a minha perda de vínculo faz com que eu repense em alguma mudança interna também então esses dois movimentos é o que vai eh moldar essa esse luto são esses dois movimentos do Apego da perda e também dessa transição psicossocial que não é só social é psicológica também eu vou ter que aos poucos me preparando para lidar com essa nova situação então é é uma uma necessidade uma exigência que vai me acometendo e vai fazendo com que eu me movimente internamente né então a gente diz que a gente tem duas orientações o processo do luto é chamado de um processo ele funciona como um processo Dual eu me movimento para perda e eu me movimento para restauração Então são esses dois movimentos a gente costuma dizer que o luto vem em ondas Exatamente porque eu estou movimentando essas duas forças Então vem a orientação da perda quando eu me lembro daquela pessoa quando eu sofro a perda dela quando eu intensifico o meu sentimento em relação a isso mas tem um movimento de restauração que eu vou me organizando eu vou sentindo a necessidade de me moldando de modificando essa esse meu psicológico em em função também do Social desse movimento que eu vou fazendo não sei se deu para entender nesse sentido é mais ou menos isso essa imagem ela esclarece pra gente você tem esse movimento esse processo e você oscila nesses dois movimentos então por hora desculpa eu nego eu fico eu sofro né Aí eu quero ver fotografia tem paciente que fala assim hoje eu tirei o dia para sofrer hoje eu vou ligar eu vou

e você oscila nesses dois movimentos então por hora desculpa eu nego eu fico eu sofro né Aí eu quero ver fotografia tem paciente que fala assim hoje eu tirei o dia para sofrer hoje eu vou ligar eu vou ouvir todas as músicas que me faz lembrar daquela pessoa eu quero ver as fotos eu não vou sair de casa ela tá vivendo qual ela tá vivendo a fase a orientação da perda ela vai cultuar aquilo ela tá vivendo aquilo só que amanhã ela já pode estar vivendo o outro lado ou às vezes no mesmo dia ela movimenta isso instantaneamente então de ver fotografia falar sobre a pessoa que foi eh o a necessidade dela por perto a vontade que de dela chegar né em casa então eles chamam isso até de um processo de ruminação quer dizer eu fico ali digerindo aquela perda aquela necessidade minha de ver de ter aquela pessoa fisicamente de estar com ela de abraçar de enfim né a ausência dela me faz sentir esse Impacto ao mesmo tempo que eu tenho que responder às mudanças da reorganiza ação da vida por exemplo né uma mulher que perde o marido ela vai ter que reorganizar a vida dela por quê Porque ela vai ter que pagar as contas dela ela vai ter que cuidar dos filhos ela vai ter que algum momento voltar pro trabalho então ele precisa assumir as tarefas que ela já assumia ou ele assumia anteriormente então é um movimento é um chamado que ela recebe ali para restauração Então ela tem que ir nesse movimento também E aí também cabe nesse processo a nova identidade né então Aquele filho que perdeu o pai ou a mãe ele aquela orfandade tem que ser trabalhada aquela mulher que até então era casada agora ela se tornou viúva enfim é uma nova identidade que você busca nesse processo também então é um processo dinâmico Então a gente tem que entender também que esse processo não é retrocesso isso é importante que a gente fala isso fale isso Explique isso pra pessoa pro enlutado porque às vezes ele vai chegar ele chega até nós e fala assim Nossa eu agora tô voltando eu tava achando que eu tava seguindo que eu tava

ente fala isso fale isso Explique isso pra pessoa pro enlutado porque às vezes ele vai chegar ele chega até nós e fala assim Nossa eu agora tô voltando eu tava achando que eu tava seguindo que eu tava no rumo certo que as coisas estavam caminhando mas eu tô sentindo que eu Ret tô retrocedendo Nossa olha essa semana eu tive um dia muito ruim ou então vai mencionar pra gente datas né Eh Natal aniversário é porque hoje completou tanto tempo e essas datas movem muito paraa orientação da perda né Elas não ajudam muito nessa restauração só com o tempo com a busca de um outro significado que as pessoas vão buscando essa restauração mas é importante você dizer para ela não você não está retrocedendo Isso faz parte do processo hoje você viveu isso ou ontem ou agora mas lembra que você vai chegar do outro lado é como esses bonequinhos aí né Você vai lá baixo Mas amanhã você tá lá em cima então é importante você entender esse movimento até para você acolher esse momento então ah ele está no momento que ele tá mais orientado para perda ele tá mais ali vivenciando essa fase Então a gente vai acolher vai entender e vai aguardar e vai trabalhar esse acolhimento para que auxilie nessa orientação para essa organização para essa restauração tá então eh o parx fala que o luto é o custo do amor e a única maneira de evitar essa dor é não amar só que ninguém tá fazendo isso ninguém faz e ninguém vai fazer né né quer dizer eu vou deixar de amar com medo de perder essa pessoa um dia ninguém faz isso é inerente a nós amarmos né vincularmos as pessoas eh expandirmos cada vez mais as nossas redes de contato então é um custo que nós vamos ter que arcar com ele digamos assim né e Os questionamentos continuam e a doutrina vai nos esclarecer de muita coisa então muitos question os são feitos Principalmente quando a gente tem morte né de pessoas jovens de criança né nossa morreu tão jovem morreu antes da hora tinha tanto o que fazer né Isso é muito comum e o próprio evangelho já eh o segundo o espiritismo no item 21 ele

em morte né de pessoas jovens de criança né nossa morreu tão jovem morreu antes da hora tinha tanto o que fazer né Isso é muito comum e o próprio evangelho já eh o segundo o espiritismo no item 21 ele fala né que quando a morte vem ceifar nossas famílias levando jovens ou velhos muitas vezes a gente diz Deus não é justo porque ele levou as pessoas antes da hora né enquanto podia levar uma pessoa mais velha levou um jovem e a gente começa a a brincar aí de de Deus e começar a questionar isso né só que a gente sabe através da doutrina que os espíritos eles não são crianças né os espíritos são espíritos aí que já estão encarnando reencarnando e que tem uma a necessidade dessa reencarnação dessa desse rompimento dessa interrupção então no item 21 o evangelho esclarece né aí a necessidade de nós nos elevarmos né para compreender que a gente tem que ver ali o bem aonde a gente imagina que está acontecendo o mal ou o errado né então a morte prematura o evangelho esclarece muitas vezes é um grande de benefício que Deus concede aquele que parte porque está preservando aquela aquele espírito aquela pessoa né alguma situação de dificuldade alguma dor né E aquele que morre a flor da idade não é vítima de Fatalidade mas Deus julga ser útil não permanecer aquela pessoa não tem eh eh não é necessário que ela permaneça a terra então isso aqui nos esclarece nos auxilia em muitos aspectos porque muita gente fica questionando coitado né morreu uma criança e as pessoas realmente né é natural na nossa condição humana que a gente sinta isso de uma maneira mais intensa que isso impacta mais né na no nossos sentimentos mas a gente tem que ter esse entendimento eh esclarecido pela doutrina né pelo evangelho outro questionamento né perdeu morreu acabou é o fim né acabou acabou não existe mais será que é assim a gente sabe que não é né tde da Gênese ali a gente sabe que o espírito ele encarna e reencarna é uma consequência da lei do Progresso a reencarnação então no intervalo dessas existências ele vai

ssim a gente sabe que não é né tde da Gênese ali a gente sabe que o espírito ele encarna e reencarna é uma consequência da lei do Progresso a reencarnação então no intervalo dessas existências ele vai para acidade ele vive no mundo espiritual mas ele se prepara para novos Nascimentos novas encarnações né e no Livro dos Espíritos o eh a Kardec pergunta né os espíritos constituem um mundo à parte sim um mundo dos espíritos ou das inteligências incorpóreas né Mas qual dos dois mundos o espiritual o corpóreo qual que é o principal o mundo Espírita ele preexiste e sobrevive a tudo então acabou não existe mais não há uma transição há uma passagem há uma mudança e aonde que eles estão eles estão por toda parte né povoando esses espaços infinitos que a gente sabe que de acordo com o grau evolutivo com o merecimento eles vão habitar mundos inferiores ou não né E esses laços são rompidos Eu nunca mais vou ver Acabou acabou e pronto não né os laços de familha não são destruídos pela reencarnação então eles fortificam estreitam e a gente só separa na Encarnação momentaneamente Então a gente tem essa aproximação a gente estabelece esse vínculo então afetivo esse eh esse apego né essa relação que eu estabeleço de amor com aquela pessoa ela acaba rompe e Pronto né ele vai pro mundo dos espíritos e acabou não nós fazemos parte ainda de uma outra família espiritual nós temos ainda a permanência desses laços de semelhança de afetividade que vão nos acompanhar em várias encarnações e reencarnações né então Então isso é importante para que a gente console porque aquela sensação que a pessoa que tá vivenciando o luto de que nunca mais ela é horrível ela é opressora Ela é muito dolorosa Então a gente tem a doutrina ela é consoladora ela nos esclarece ela nos acalma quanto a isso não é momentâneo essa separação está acontecendo agora mas isso vai vai ter um dia um momento que isso vai acontecer esse encontro né Essa os laços de afeto de simpatia de amor vai nos unir por outros encontros

ntâneo essa separação está acontecendo agora mas isso vai vai ter um dia um momento que isso vai acontecer esse encontro né Essa os laços de afeto de simpatia de amor vai nos unir por outros encontros por outras vivências por outras encarnações e isso acalma o coração então muitas pessoas que não são espíritas elas buscam a doutrina espírita porque ela Traz esse consolo ela Traz essa ilumina ação para aquela pessoa que não consegue ver nada Ela tá no Obu Total Então ela consegue caminhar com um pouquinho daquela luz e a partir do momento que ela vai caminhando que ela vai se aproximando mais do conhecimento da doutrina ela vai se iluminando também e ela vai conseguindo seguir de maneira mais firme ela caminha mais paraa restauração mais paraa organização outro iamento que fazem bastante né Será que aquela pessoa que foi está bem né E aí principalmente mães que perdem filhos que perdem crianças aquela sensação porque o desejo de todo pai de toda mãe é de proteger é de cuidar é um instinto é um uma uma necessidade que os pais tê também não só uma função mas também uma necessidade E aí essa esse questionamento ele surge né Será que eles estão bem Como é que pode né Essas Eh meu filho ou essas crianças estarem aí ou esse jovem mas o evangelho também é consolador né nós sabemos que a alma vive melhor desembaraçada do sonho voltri corporal mães sabeis que vossos filhos bem-amados estão perto de vós Sim estão todos por perto seus corpos fluídicos cercam vos seus pensamentos protegemos vossa lembrança embriaga os de alegria mas também vossas dores despropositadas os afligem porque denotam uma falta de fé Isso é muito importante a gente colocar isso pro enlutado por quê Porque as vibrações ali naquele momento de dor muitas vezes não são boas vibrações são vibrações de dor de revolta de questionamento então e isso de alguma maneira pode a gente sabe né pela física quântica pelo que a doutrina nos mostra que a gente pode de alguma maneira né Eh atingir aquele ente querido da gente

de questionamento então e isso de alguma maneira pode a gente sabe né pela física quântica pelo que a doutrina nos mostra que a gente pode de alguma maneira né Eh atingir aquele ente querido da gente com a nossa dor com a nossa sintonia com a nossa vibração então é importante que a gente coloque isso também para essas pessoas o quanto é importante as preces Quanto é importante as vibrações As Memórias boas né viver a a não é não chorar o choro ele é permitido digamos assim né o choro é até necessário mas é aquele choro da ausência choro da Saudade choro da memó da vontade de estar perto e não aquele choro de revolta aquele choro de raiva de protesto então há uma diferença a gente sabe que os sentimentos as emoções que a gente emana que a gente sente no coração formam ondas né ondas aí de energia que podem atingir grandes distâncias então e que podem atingir os nossos entes queridos tamb bem nessa distância toda ou nessa proximidade enfim Eles são passíveis de receber essas nossas vibrações Então tomara que sejam boas vibrações vibrações de saudade de amor de lembrança de carinho né para que eles se sintam bem E é isso que a gente falou agora quer dizer eh tudo que a gente sente na pulsa das nossas preces nas vibrações das nossas orações né tudo isso a gente consegue auxiliar aquela pessoa que também está no mundo espiritual e que precisa seguir também o caminho evolutivo porque se nós estamos vivendo também a nossa transição aqui do luto esse esse processo todo eh Com certeza né aquele ser que desencarnou aquele espírito ele tamb tamb está numa fase de transição ele também eh vai ser beneficiado com boas vibrações com as nossas orações com as nossas lembranças nós temos várias obras né espíritas vários livros que abordam isso que eh que os espíritos eles falam sobre essas vibrações recebidas de amor o quanto da importância dessas vibrações pro acol deles também no mundo espiritual então é importante que a gente tenha esse conhecimento e que a gente passe isso para as pessoas para que elas tenham

o quanto da importância dessas vibrações pro acol deles também no mundo espiritual então é importante que a gente tenha esse conhecimento e que a gente passe isso para as pessoas para que elas tenham essa ferramenta consoladora né ali tão fácil né que pode auxiliar porque às vezes a gente fica pensando né O que que eu posso fazer por aquela pessoa que foi há muito que ser feito o que ser vibrado o que ser pensado eh aquele amor ele pode ser Manifesto não com coisas materiais com situações do mundo físico mas ele pode também eh se mantar né dessas vibrações de amorosidade de proteção de carinho Então esse ser espiritual ele também pode receber esse amor em forma de vibrações e no capítulo 5 no item 22 né também fala sobre essa libertação dessas almas que foram né então considera o corpo físico como sendo uma prisão então ficar cientes por a verdadeira Liberdade está no rompimento né desses hames do corpo e que enquanto estiveres na terra estáis em cativeiro Então a gente tem que entender que há realmente a libertação daquela Borboleta né ela tá ali no casulo se preparando e depois ela voa ela se liberta então isso também reforça a ideia de que eh eles estão bem e qual que é o sentido disso tudo né de passar por esse processo de entender tudo isso e como que eu vou encontrar um significado como que isso vai fazer com que eu cresça e evolua como que isso vai me iluminar como que isso vai contribuir com a minha evolução espiritual então tem esse poeta o tagore né escritor que diz o seguinte que a vida ela caminha assim e que ele compara a morte com e a vida com os nossos passos quer dizer a gente precisa acompanhar esse processo evolutivo por hora na morte por hora vivendo e esse é o processo da evolução então se eu preciso passar por esse processo se eu tenho esse entendimento é porque isso vai contribuir pro meu processo evolutivo e a morte nada mais é do que uma curva na estrada eu vou né perder de vista aquela pessoa eu não vou conseguir ver mais como um barco né que vai indo

que isso vai contribuir pro meu processo evolutivo e a morte nada mais é do que uma curva na estrada eu vou né perder de vista aquela pessoa eu não vou conseguir ver mais como um barco né que vai indo pro horizonte vai ficando cada vez menor até que eu perca ele de vista mas ele existe ele está longe do meu alcance mas ele está ele existe em algum lugar então esse processo todo que nos faz enxergar essa continuidade da vida essa existência né após esse período da morte faz com que a gente cresça na nossa consciência aquilo que elizabe falou lá no início né que a gente sai desse Plano A gente sai desse casulo para expandir a nossa consciência né então a morte essa expansão de consciência mas o nosso entendimento da Morte também nos expande também nos faz evoluir e crescer então Eh é uma necessidade que nós precisamos viver o luto é uma importante que nós precisamos viver e não dá para adiar então não dá para deixar para depois o luto aparece ele acontece e a gente não tem como recuar não tem como a gente dizer não eu não vou viver eu não quero não não tem jeito você pode ficar numa fase de negação mas em algum momento você vai entrar naquela roda você vai viver Todas aquelas fases porque é um processo que tem que ser vivido ele tem que ser eh a gente não supera o luto o luto não é algo que se supera ou pula ou deixa de viver a gente faz com que aquilo não exista não tem jeito a gente tem que transpor a gente tem que passar por isso né Eu tenho uma paciente que ela ficou ela perdeu o marido e ela falou para mim assim né logo nos dias que ela deu ela falou assim Nossa que vontade de eu tá daqui 5 anos de eu dormir e acordada daqui 5 anos com uma outra visão com uma outra consciência com uma sensação diferente né E esse tempo se passou e ela hoje Fala meu Deus esse caminho que eu percorri é tão rico como eu aprendi como eu vivi como eu consegui perceber coisas que eu não teria percebido se não fosse pelo luto se não fosse através do luto então ele é um processo que nos faz

eu percorri é tão rico como eu aprendi como eu vivi como eu consegui perceber coisas que eu não teria percebido se não fosse pelo luto se não fosse através do luto então ele é um processo que nos faz crescer de alguma maneira e a karima né ela Ela estuda muito luto dos Sobreviventes a suicídio então de familiares enlutados por suicídio E ela diz que o acolhimento funciona com como você fazer brotar flores em pedras né então a gente tem que através do nosso amor Ali no nosso atendimento na assistência do nosso acolhimento a gente tem que fazer essa rede de apoio tem que estabelecer esse acolhimento de forma que a gente legitime todos os sentimentos sem julgar porque como a gente viu Existem várias manifesta ações do luto e são todas permissíveis né a gente tem que permitir a pessoa sentir Então a gente vai ver a partir da acho que do próximo slide algumas frases que machucam tanto algumas situações que a gente às vezes fala com o intuito de ajudar mas a gente Acaba atrapalhando então é importante Se você não souber o que dizer acolha acolha entenda e não substime aquela dor legitime aquilo que aquela pessoa tá tentando te dizer está expressando aquela dor você tem que receber sem julgamento sem achar sem indignação sem questionamentos a gente tem só que formar uma rede de amor que cubra aquela pessoa e que ela se sinta protegida amada acolhida rece via por nós aí nós vamos ver através desse carinho dessa proteção nós vamos nos surpreender com quantas flores a gente vai ver brotando em pedras É um mecanismo que sempre dá certo se você souber acolher né e aqui eu vou deixar algumas recomendações né e reforçando o que eu disse anteriormente acolha mas deixa doer a gente não impede a gente não fala para dor né não tem como nós não temos essa capacidade nós não temos esse essa magia né para dizer assim não olha a partir de meia dúzia de palavras que eu disser aqui para você ou do meu abraço eu vou fazer com que pare de doer não talvez o meu abraço ajude a diminuir essa dor nem que seja no auxílio de uma

olha a partir de meia dúzia de palavras que eu disser aqui para você ou do meu abraço eu vou fazer com que pare de doer não talvez o meu abraço ajude a diminuir essa dor nem que seja no auxílio de uma elaboração de uma restauração mas a gente tem que deixar doer porque a gente tem que deixar esse processo acontecer a gente só tem que estar ali ali resguardando amparando acolhendo aceitando dando amor protegendo Mas a gente não pode fazer nada para impedir que a pessoa sinta aquela dor ou manifeste aquilo que ela tá sentindo então a morte é uma morte quanto mais a gente evitar dor mais ela vai doer e vale falar da dor tem que falar da dor tem que criar um espaço para essa dor acontecer e para que ela se manifeste também porque se eu impedir ela vai vir muito mais forte ela vai ser mais intensa ela vai destruir ela vai trazer transtornos outros então a gente tem que saber conduzir essa dor e como que a gente vai conduzir ali no atendimento fraterno né com aquilo que é ensinado para nós amar ao próximo como ao mesmo então a gente vai ter empatia pelo outro então eu vou me colocar no lugar do outro mas eu não vou conseguir sentir o que o outro tá sentindo e também eu tenho que ter o cuidado de ir lá mas não ficar lá eu tenho que voltar para mim a empatia é um movimento nesse sentido eu vou entender eu vou aceitar eu vou acolher aquilo que aquela pessoa está sentindo eu vou estar com ela mas eu não vou ficar lá eu vou ficar aqui mas eu estou com ela já compaixão já é um sentimento que abrange que cresce que traz ação então a compaixão vai fazer com que a gente aja de forma auxiliar a ir ao encontro da necessidade do outro então eu tinha uma uma paciente em lutado uma vez que falava para mim assim as pessoas entravam na minha casa me faziam companhia iam embora elas ficavam me abraçavam e depois iam embora e sabe o que que eu queria naquele momento olha só eu queria que ela entrasse aqui e me ajudasse nas tarefas de casa porque eu não tô conseguindo eu não tenho energia

me abraçavam e depois iam embora e sabe o que que eu queria naquele momento olha só eu queria que ela entrasse aqui e me ajudasse nas tarefas de casa porque eu não tô conseguindo eu não tenho energia eu não tenho força eu não tenho disposição e ficar aqui desse jeito com essa casa desse jeito tá me trazendo um mal-estar também tá me acometendo tá ampliando esse processo meu como eu queria receber uma ajuda aqui então a compaixão vai fazer você perguntar para essa pessoa o que que você quer que eu faça por você então essa ação não é só paralisada não é só hipoativa não é passiva ela também é comp eu vou buscar esse sentimento eu vou buscar ajuda eu vou contribuir para aquele bem-estar mas eu vou entender que a dor é dela a dor é ela que está sentindo mas eu estou aqui com ela isso é que é importante é esse o amor e evitar frases né a gente acha que quem tá em lutado tem que ser um superhi para começar a gente fala pra pessoa assim não chora não você tem que ter forte você tem que ser forte Você tem filhos você tem outras pessoas você tem sua mãe você tem não sei o que você tem que ser forte é justo isso você tá sentindo uma dor do tamanho do mundo e a pessoa fala você tem que ser forte é difícil né É muito difícil isso você é jovem pode se casar de novo tem sentido você ainda pode ter mais filhos como se um substituísse o outro mas ele tava velhinho Olha que frase mais estúpida né era só um cachorro você tá chorando desse tanto sofrendo desse tanto por causa de um cachorro né mas já fazem três meses da morte do seu pai você ainda tá falando nele você ainda tá falando nisso seu marido morreu um mês e você já vai sair você já tá is se aprontando passando um batom eu sei o que você tá sentindo não sabe não sabe eu posso até imaginar digamos assim projetar aquela situação em mim ou porque eu já vivi ou porque eu tenho um conhecimento quer dizer eu também Vivi um luto é essa frase eu também senti uma dor mas não é a mesma a dor que ela tá sentindo porque a relação dela com a pessoa que faleceu

ivi ou porque eu tenho um conhecimento quer dizer eu também Vivi um luto é essa frase eu também senti uma dor mas não é a mesma a dor que ela tá sentindo porque a relação dela com a pessoa que faleceu é uma relação única então luto é individual não tem como você dizer Ai amiga eu sei muito a dor que você tá sentindo não você não sabe você não sou eu você não tinha a mesma relação com a mesma pessoa como eu tenho você não tem os mesmos sentimentos os mesmos valores as mesmas enfim experiências vivências então cada luto é único então a gente não não vale dizer isso tá você deve livrar das coisas mais rápido possível tem gente que nem só fala isso mas faz antecipa a pessoa tá lá no velório aí manda um amigo ir lá na casa esvaziar os armários vazar as roupas encher uma caixa colocar lá na garagem despachar para quando a pessoa volta do veló não ó não tem nada que vai ficar mais fácil para ela às vezes a pessoa faz isso até com boa intenção mas isso Isso é uma invasão isso é desrespeitoso a gente não faz isso o enlutado vai ter o tempo para desfazer dessas coisas da maneira que ele quiser quando ele quiser e tiver essa tiver pronto tiver essa necessidade Então são situações que a gente tem que esperar Ah mas eu fiz isso e para mim foi muito bom porque logo que eu cheguei em casa eu já esvaziei tudo e foi muito bom para mim foi bom para você foi você que fez mas para aquela pessoa pode não ser pode ser agressivo pode ser doloroso eu mesmo tive um luto na minha família que a mãe falou isso ela relatou Quando eu cheguei em casa as gavetas estavam vazias meu coração estava vazio e as gavetas também me doeu muito mais então vamos ter cuidado com isso também né E aquela que eu falei para vocês você tem que ter ser forte que isso aí pelo amor de Deus né outra coisa né Eu já falei aqui de eu sei como você está sentindo e eu sei como é não não sabe o luto tem uma manifestação singular o meu luto é o meu luto não é igual o de ninguém e não tem tempo não tem tempo certo Olha o luto

qui de eu sei como você está sentindo e eu sei como é não não sabe o luto tem uma manifestação singular o meu luto é o meu luto não é igual o de ninguém e não tem tempo não tem tempo certo Olha o luto normal é 3 meses passar de 3 meses não isso não existe isso não existe o tempo é o tempo de cada um cada um tem um processo tem aqueles movimentos que a gente falou tem a ressignificação conta com determinados fatores que amenizam que auxiliam ou que agravam enfim cada um tem o seu tempo de sentir de evolução dentro desse processo de luto Ok buscar rede de apoio é importante né buscar pessoas buscar grupos eh enfim situações pessoas que podem auxiliar nesse momento que é um momento de vulnerabilidade é um momento de fragilidade é um momento de desorganização de crise Então a gente tem que buscar ajuda sim e como que a gente pode mostrar essa ajuda né se mostrar disponível se mostrar humano acolhedor dizer eu estou aqui né você tem alguém aqui com você para atravessar essa crise né e uma coisa que quase ninguém tem paciência e acaba atropelando e fala assim já deu Nossa Senhora olha encontrar fulana dá preguiça porque a gente quer sair para divertir a gente quer fazer as coisas ela fica só falando no marido que faleceu tempo todo falando se se você é amigo se você quer acolher se você quer ajudar ouça ouça uma duas 50 500 1000 Quantas vezes o seu amigo a sua família ou quem quer que seja precise falar para você contar o mesmo sonho contar Reinventar toda aquela situação reorganizar o momento que aquela pessoa faleceu enfim ela vai se organizar muitas vezes verbalmente ela vai falar pra gente ela vai contar aquilo muitas vezes e no nosso atendimento muitas pessoas vão nos procurar ali para ter um espaço para falar porque em casa as pessoas já tcem o nariz no trabalho ninguém aguenta mais na família ah não Nossa Senhora a gente começa a melhorar quando a fulana vem começa a contar de novo aí eu fico ruim de novo é rede é rede de apoio que é uma outra coisa que é importante também a família

amília ah não Nossa Senhora a gente começa a melhorar quando a fulana vem começa a contar de novo aí eu fico ruim de novo é rede é rede de apoio que é uma outra coisa que é importante também a família ela pode viver lutos jos junos junos juntos olher uns aos outros sem par de silêncio agora é proibido falar sobre aquela pessoa sobre a morte dele ou sobre o luto não é uns ajudando os outros é um grupo de apoio é uma rede importante também então deixar a pessoa falar falar bastante deixa falar deixa resgatar As Memórias deixa chorar é esse o acolhimento que você tem que fazer é ouvir é receber e é mostrar ali eu estou com você não é só corpo presente não tá não é ficar ali com a pessoa olhando para outro lado e desenhando mexendo na mesa não é olha é olho é ali é o acolhimento eu estou aqui com você ali na assistência é muito importante quando a gente senta ali naquela mesa a gente olhar pro outro e falar eu estou aqui o que que você quer O que que você precisa O que que você veio buscar eu estou aqui para você isso é muito importante se mostrar disponível né e e aquilo que nós conversamos né Sempre quando alguém vai falar sobre alguém que morreu ou sobre a morte não não vamos falar de coisa triste ou às vezes a pessoa quer falar sobre a morte em si né Eh Às vezes o enlutado não tem oportunidade é o que eu disse às vezes a pessoa procura a gente lá no atendimento porque ela não tem espaço em casa para falar ela não tem com quem dizer então ali é o lugar que ela se sente Segura que ela se sente bem que ela se sente acolhida Então a gente vai ouvir essa pessoa a gente vai estar com ela né a melhor saída para enfrentar o luto é falar sobre ele e entender como eu disse daqueles movimentos né do movimento para perda do movimento de restauração um dia a pessoa tá mais para perda ela tá um pouco mais raivosa depressiva angustiada outro dia ela já está movimentando melhor no sentido das necessidades da vida do movimento restaurativo então o luto não é uma linha reta Então o luto ele vem em ondas

is raivosa depressiva angustiada outro dia ela já está movimentando melhor no sentido das necessidades da vida do movimento restaurativo então o luto não é uma linha reta Então o luto ele vem em ondas em altos e baixos e a gente tem que entender isso acolher e dizer tá tudo certo tem problema nenhum hoje tá assim amanhã não vai estar né e entender que datas especiais datas comemorativas finais de ano sempre vai acometer essas pessoas de uma maneira diferente e aí a gente pode sugerir né que seja uma oportunidade para ela prestar uma homenagem para ela fazer uma visita ou para ela eh Celebrar aquela data de uma forma que ela se sinta bem que ela se sinta confortável e que consiga às vezes homenagear ou se sentir mais próximo da cele ente que que faleceu então isso também é importante né E como eu disse colocar sempre à disposição Tá bom então luto luto não à vezes a gente vai pedir aquela pessoa para procurar um médico para procurar um profissional né de saúde um psicólogo para que ajude auxilie naquela uma terapia naquele processo né então é importante que a gente ouça que acolha e que também esteja disponível mas que compreenda esse processo para que a gente consiga ampliar também essa rede de apoio e essa rede de ajuda né Então tudo isso é bom é importante a Lia mas ali para nós no nosso atendimento e a gente sabe também né humanos e em evolução que estamos aqui da importância do conhecimento da doutrina para nosso para esse esclarecimento para esse processo do luto né para nos ajudar eh eu acho que o a doutrina ela nos acolhe de uma maneira que nenhum outro processo é capaz de acolher então eu falo que às vezes quando eu tô lidando com o luto de uma pessoa que tem uma outra religião e tudo eu fico às vezes internamente lamentando porque do quanto ele poderia ser beneficiado se ele conseguisse compreender ou conseguisse apreender o conhecimento da doutrina porque ela é consoladora ela consegue através de um raciocínio de um entendimento ela consegue nos colocar

eneficiado se ele conseguisse compreender ou conseguisse apreender o conhecimento da doutrina porque ela é consoladora ela consegue através de um raciocínio de um entendimento ela consegue nos colocar numa situação de conforto de alívio de acolhimento de esperança porque é uma coisa que o enlutado precisa muito também é de sentir Esperança porque ele tá ali num processo muito turbulento muito agressivo e ele precisa de algo que traga acolhimento Esperança cal Uma tranquilidade uma luz né que a gente sabe que a doutrina nos oferece e além da doutrina o tempo né o tempo vai fazendo com que a gente viva esse processo e que a gente consiga se expandir expandir o nosso entendimento a nossa consciência e aí a gente costuma dizer que cada um vive esse tempo de maneira distinta também então o tempo é o tempo necessário é o tempo que cada um vai precisar para ressignificar para amenizar para ter algum entendimento para conseguir ter um pouquinho de calma e acolhimento no coração né para enfrentar toda essa jornada e aí a gente pode às vezes pensar o seguinte que com o tempo essa dor vai diminuir já sei essa dor que eu tô sentindo agora essa coisa ruim aqui dentro Com o tempo ela vai diminuir mas sabe o que que acontece é que essa dor ela não diminui a dor da perda a dor que eu sinto da ausência física daquela pessoa ela vai estar comigo não tem como ela ser retirada de mim mas sabe o que que vai acontecer ela vai continuar do mesmo tamanho só que eu vou crescer em torno dela eu vou expandir o meu entendimento eu vou conseguir evoluir nesse processo eu vou conseguir me conhecer melhor eu vou estudar mais eu vou expandir a minha consciência a respeito desse processo E aí é essa comparação é como se fosse uma bolinha de ping-pong num frasquinho né que essa bolinha ela movimenta com dificuldade eu achei essa comparação excelente tá do e do de um grupo infinito que é um grupo de acolhimento a luto eu achei perfeito isso porque quando você coloca essa bolinha num frasco um tamanho que ela esteja lá

hei essa comparação excelente tá do e do de um grupo infinito que é um grupo de acolhimento a luto eu achei perfeito isso porque quando você coloca essa bolinha num frasco um tamanho que ela esteja lá movimentando com dificuldade ela representa o luto tá ruim tá apertado tá doendo Mal consigo mexer nessa dor mas quando à medida que o tempo passa eu vou conseguindo ressignificar essa esse momento dá um novo significado paraa minha dor eu vou conseguindo expandir esse espaço ao redor dessa dor e aí essa bolinha que representa dor ela vai movimentando melhor Então apesar dela permanecer comigo ela ela movimenta ela transita melhor eu convivo melhor com essa dor internamente eu consigo compreender melhor esse processo e entender o significado de eu viver esse processo E aí Nós aprendemos né nós ganhamos novos olhos e cicatrizes Transform armadores eu acho isso perfeito Então a gente vai ao longo do tempo criando essas cicatrizes que nos transformam e nos fazem crescer né evoluir e Parks também diz que a espiritualidade a religião são recursos muito importantes no enfrentamento do luto e isso reforça a importância do nosso acolhimento ali né nessa assistência Então ela permite um melhor ajustamento um melhor entendimento né e Maria Helena Franco diz no livro dela o seguinte que a crença que nós temos que todos nós temos possibilita a construção ou adoção de um significado então a presença dos rituais dentro de cada religião ou de cada Divino que cada um traz em si né dão a em lutado ferramenta para que ele lide melhor com essa situação e a experiência de pertencimento a um grupo religioso também faz promove uma Integração Social e forma uma rede de apoio o enlutado ele passa a se sentir pertencendo a um grupo Isso é uma rede de apoio importante também então uma comunidade religiosa um grupo religioso né uma instituição Pode ser aí a a que a pessoa frequenta ou dentro ali da nossa casa Espírita A gente pode formar uma rede de apoio que vai contribuir vai criar ferramentas e elementos que são

igioso né uma instituição Pode ser aí a a que a pessoa frequenta ou dentro ali da nossa casa Espírita A gente pode formar uma rede de apoio que vai contribuir vai criar ferramentas e elementos que são importantes para esse crescimento E aí tem a Tânia a Tânia ela tem um núcleo assistencial em São Paulo um Centro Espírita que ela fala que na experiência dela eu já estou terminando tá pessoal eh muitas pessoas né descontentes com explicações de outras religiões de outras eh casas né religiosas procuram a casa espírita para solução dessas questões internas e a gente sabe que isso acontece muito né no nosso no nosso atendimento né Então pessoal assim já partindo né para encerrar a experiência do luto ela é individual ela é única eu vou ter que viver isso eu comigo com a minha dor com o meu processo e com as ferramentas que eu tiver para lidar com essa situação mas contar com o outro contar com uma rede de apoio contar com o espaço Seguro me faz ter mais forças mais sustentação para para enfrentar esse processo meu da minha dor do meu enfrentamento ao luto e essa frase eu gosto muito há pensamentos que são orações momentos em que a gente sente e que como se fossem orações de joelho daí a importância de do como a gente tem que pensar tem que manar os nossos pensamentos de bom sentimentos de boas vibrações para que a gente consiga atingir o nosso ente né querido que nos deixou e a Ana Cláudia diz o seguinte que a vida é breve precisa de valor e precisa de sentido e significado porque a morte é uma ponte pra vida então não tem como a gente não pensar na morte se a gente está nessa vida né se a gente tá vivo Então a gente tem que estabelecer essa ponte a gente tem que pensar tem que atribuir significados pros nossos pras nossas dores pra nossa vida pros nossos enfrentamentos certo e aqui só para finalizar tem essa poesia achei muito bonito né Se eu soubesse que seria a última vez sobraria um minuto para parar e dizer eu te amo invés de supor que você soubesse o quanto te amo Se eu

qui só para finalizar tem essa poesia achei muito bonito né Se eu soubesse que seria a última vez sobraria um minuto para parar e dizer eu te amo invés de supor que você soubesse o quanto te amo Se eu soubesse que seria a última vez estaria presente para compartilhar o seu dia Ninguém tem a vida garantida nem os jovens nem os velhos e Talvez hoje seja a nossa última oportunidade de abraçar com força quem amamos de modo que se você espera até amanhã por que não fazê-lo hoje porque se amanhã nunca chegar você certamente lamentará o dia que você não teve tempo para sorrir abraçar ou beijar e estava ocupado demais para dar a alguém o que seria seu último desejo e se o amanhã nunca chegar você nunca lamentará o que fez hoje sigamos com Jesus na certeza que a vida não cessa essa certeza nós temos né é isso pessoal

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