LONGEVIDADE E ESPIRITISMO - Mário Augusto [PALESTRA ESPÍRITA]
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Obrigado a comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe. >> Olá, pessoal. Boa noite. Estamos iniciando aqui mais uma reunião pública nessa casa espírita que amanhã completa aniversário para tentarmos propor reflexões à luz do evangelho com ensinamentos do espírito imortal que nos proporciona uma reflexão sobre quem somos e para onde estamos indo. Então, para um primeiro momento, vamos fazer uma prece inicial, que para quem quiser pode fechar os olhos, pode ficar com os olhos abertos, fique à vontade. Particularmente, eu estou com olhos fechados, contemplando a beleza da obra de Deus que se dá na natureza, que se dá na família, que se dá no amor e principalmente na fé, na fé em si, na fé no Cristo. e sobretudo na fé por dias melhores. Amado Mestre Jesus, que eu possa me permitir a vivenciar o teu evangelho, que tanto me traz reflexões sobre recomeços, que tanto me traz reflexões sobre ponderação e, principalmente sobre reconciliação. reconciliação comigo, reconciliação com o próximo e também reconciliação com a tua própria obra, porque é no teu amor que eu me encontro, é no teu amor que eu me fortaleço. E é no teu amor que eu consigo compreender a intimidade do amor de Deus. Assim, com essa prece, damos por iniciados os trabalhos da noite de hoje. Deixa me ver aqui se porventura tem alguém no YouTube nos assistindo. Agora tem Gisaura lá de Minas Gerais, Antônio Guerra, Larissa de Belém, Conceição e André aqui de Brasília. Vocês poderiam ter vido pessoalmente, né? Eliana, que frequenta aqui a casa, Leandro e Eda lá do Rio Grande do Sul. Quando eu cheguei aqui hoje à noite, eu senti algo diferente e não sabia o que era. Eu não fiquei incomodada. Eu fiquei tentando refletir o que é que tinha que diferente aqui. E foi só quando eu me levantei, me levantei para vir a tribuna, que eu percebi que não tinha
abia o que era. Eu não fiquei incomodada. Eu fiquei tentando refletir o que é que tinha que diferente aqui. E foi só quando eu me levantei, me levantei para vir a tribuna, que eu percebi que não tinha música. Para quem vem aqui pela primeira vez, antes da palestra toca uma música, uma música instrumental, uma música clássica, uma música para nos harmonizar. E era isso que eu tava estranhando. Por que eu tô dizendo isso? Porque a neurociência nos ensina que às vezes a gente cria um padrão de pensamento, que é o pensamento medular, que são parâmetros que a gente vai criando. E às vezes quando a gente se depara em uma situação que aqueles parâmetros que a gente cria, eles não se plasmam, eles não se concretizam, eles não estão no nosso na nossa rotina, no nosso dia a dia, a gente um pouco estranha. E a proposta paraa noite de hoje é pensarmos sobre os nossos padrões, sobre o que é que estamos fazendo da grande oportunidade, da grande oportunidade que é a reencarnação. A proposta da noite de hoje se chama longevidade e espiritismo. Tava conversando com um amigo de Natal, Roberto, que eu descobri que o pai dele, seu Manuel, assiste palestras espíritas e eu tive a felicidade dele cair no algoritmo do YouTube da comunhão espírita. E para além disso, eu descobri que seu Manel assiste as palestras que eu faço. Aí, conversando com o Roberto, seu Manel acho que já tá com mais de 80 anos, a gente tava conversando sobre a vida, relembrando nossas infâncias. E quando ele falou disse: "Vou fazer uma palestra pro seu pai. Qual a demanda dele?" Não, Mário, meu pai tá pensando muito na atual fase da vida, na idade que ele passa. E a gente foi ali estabelecendo algumas lembranças afetivas da construção da nossa vida. E aí o tema longevidade e espiritismo se destina muito além do contexto de seu Manel. Porque quando eu fui estudar para fazer a palestra, eu fui perceber um uma perspectiva lógica sobre a vida, que a longevidade ela é decorrente de duas coisas. Primeiro, de uma bênção divina
seu Manel. Porque quando eu fui estudar para fazer a palestra, eu fui perceber um uma perspectiva lógica sobre a vida, que a longevidade ela é decorrente de duas coisas. Primeiro, de uma bênção divina que eventualmente nos proporcione uma qualidade de vida e segundo pela nossa própria construção, a nossa própria construção da vida. E a longevidade, o espiritismo tem a perspectiva reencarnatória, que é mais micro, e tem a de todos nós, que é o espírito imortal, que nós somos aí eternos. Não nos preocupemos com a idade. Já tem aí até uma música de um grupo chamado chamada Olhar 43. Para você eu deixo agora meu olhar 43. E durante muito tempo pensava, como será esse olhar 43? Até que eu cheguei à idade do olhar 43 e não tem nada demais, é a mesma coisa. Porque o que muda o olhar da pessoa é o que nós queremos da vida. E o próprio Cristo nos ensina isso quando ele vem falar que se o nosso coração estiver sombras, é natural que vejamos sombras. Porém, se no nosso coração tiver um pouco, um pouco da claridade do amor de Deus, nós veremos luzes. E as luzes que o Cristo se propõe que nós vejamos é a luz do amor, é a luz da compreensão, é a luz da socialização, no sentido de nós vivenciarmos a máxima que somos uma família de Deus. independente do contexto de idade, independente do contexto de vida, que o digam, por exemplo, as pessoas que a gente vai conhecendo ao longo da nossa caminhada. Algumas ficam, outras não, por circunstâncias da vida, por escolhas que às vezes nós fazemos e escolhas que às vezes os outros fazem de seguir com a vida. E a depender do nosso contexto e provavelmente pela faixa etária que temos aqui, salvo duas crianças, três crianças, provavelmente a gente já se deparou com reencontro de uma pessoa que a gente conviveu em determinada época da vida e depois a gente encontrou novamente, sobretudo nessa época de redes sociais que a gente procura aí nas redes sociais, que às vezes a gente dá um ou que a gente se depara ao longo da vida. E temos que ter em mente que a vida é uma bênção de
bretudo nessa época de redes sociais que a gente procura aí nas redes sociais, que às vezes a gente dá um ou que a gente se depara ao longo da vida. E temos que ter em mente que a vida é uma bênção de Deus. Nós, no nosso projeto de planejamento reencarnatório, quando a gente tá voltando, a divindade nos dá parâmetros. Ela pinta uma aquarela pra gente se aproveitar. Ela pinta, ela traz, ela projeta, ela desenha, ela escritura. Um planejamento pontual. Cada um de nós tem o próprio planejamento. E às vezes, quando a gente é neófito no espiritismo, quando a gente é novato no espiritismo, a gente tem a ideia de trabalhar o conceito de karma ou um conceito de sofrimento. Não, eu tô pagando aqui o que eu fiz na outra reencarnação. Então, eu tô pagando um pedágio no mundo de provas, expiações que a má a máxima é sofrer. O espiritismo ensina que eu preciso sofrer para me depurar. Essa não é a proposta espírita, é um viés de interpretação. A proposta espírita somos nós aprendermos com os próprios erros. E nessa ideia de karma a gente pensa, não, realmente tinha que ser assim. é o destino. A gente começa a estudar o espiritismo, a gente se depara com o conceito de provas e expiações lá no ESD, no estudo sistematizado da doutrina espírita, que toda casa espírita séria oferece. A comunhão, por ser muito séria, oferece inclusive de uma maneira virtual. Então, se você aí tá de casa, não tem centro espírita onde você frequenta, se você tem vergonha de outro crédito religioso, tem vergonha de eventual preconceito que você sofre em casa, a gente tem um estudo também online. É só acessar o nosso site, as nossas redes sociais, as matrículas, inclusive vão abrir agora pra gente se estruturar aí em relação ao conhecimento. a gente vai aprendendo provas e expiações. E a primeiro momento pode ser que a gente veja como algo como se fosse um céu bem nebuloso, cheio de raios. Porque a depender da interpretação que a gente faz, a gente associa provas, expiações como algo difícil, algo ergúo,
e ser que a gente veja como algo como se fosse um céu bem nebuloso, cheio de raios. Porque a depender da interpretação que a gente faz, a gente associa provas, expiações como algo difícil, algo ergúo, algo um Deus assim draconiano se vingando da gente. Aí vem o espírito de Emanuel no livro Consolador, que é um livro de questões. É bem legal o livro Consolador. Fazer a diferença entre provas e expiações. Provas é mais ou menos assim. A gente volta, quando a gente volta à matéria, a gente tem um viés de se experimentar. Será que eu posso? Será que realmente eu consigo? Será que eu estou testado? Aí vem uma prova, uma prova de resiliência, por exemplo, eu vou nascer num berço um pouco escasso para através da lei do trabalho, que é uma lei natural, que tá lá na terceira parte do livro dos espíritos, adquirindo um desenvolvimento e superando ali a minha escassez. Já a expiação é diferente. A expiação é quando a gente comete uma falta muito muito grande em outra encarnação. E por estarmos em um planeta de segunda categoria, muitos de nós vivenciam expiação. E a expiação às vezes não é algo como se fosse absoluto, como se fosse uma prisão que nós não conseguimos nos libertar. Não, porque Deus nos proporciona uma lei natural, que é a lei de liberdade, que faz com que nós escolhamos o nosso destino. Então, a gente vem com o processo de planejamento reencarnatório, passa por algumas dificuldades, mas depois a gente vai aprendendo um processo de autoconstrução, um processo de autorregulação, um processo em que a gente comece a construir o nosso efetivo protagonismo de adulto. Até a fase da adolescência, a gente tem para algumas pessoas o apoio dos pais, o apoio dos avós, uma estrutura familiar nos indicando um padrão de comportamento que nós devemos ter, como por exemplo estudar, como por exemplo a grande lição que nós tínhamos como criança, escovar os dentes. São lições básicas que hoje a gente falando, às vezes escutando, a gente ri, mas na época alguém teve que nos ensinar. Alguém mais experimentado,
ição que nós tínhamos como criança, escovar os dentes. São lições básicas que hoje a gente falando, às vezes escutando, a gente ri, mas na época alguém teve que nos ensinar. Alguém mais experimentado, alguém mais vivenciado, alguém com conhecimento de causa para dizer se você não escovar os dentes, atenção para as crianças que estão aqui, tá? Se você não escovar os dentes, você bota uma car. Às vezes a criança não sabe o que é care. A gente utiliza uma figura metafórica. Se você não escovar os dentes, a baratinha vai visitar sua boca de noite. Mamãe, cadê a pasta? Então, a gente tem essa perspectiva na fase de criança, a depender da construção familiar, uma moldura que vai ali estabelecendo padrões. Se a gente, por exemplo, não tiver essa estrutura, nós temos o nosso próprio anjo da guarda que nos acompanha em todos os momentos. Eu ia falar em números, mas em todos os momentos. Aí a gente vai passando pela fase da adolescência. Na fase da adolescência, aquela fase mais chata do ser, espiritismo, ele vem explicar no livro dos espíritos que é quando o espírito reencarnado começa a ter consciência de si. Kardec questiona qual é, como se dá, como o espiritismo explica, na verdade, como espiritismo não, como os espíritos explicavam a mudança de comportamento na fase da adolescência. É que a gente vai começando a ter consciência de si. E aí quando a gente começa a ter consciência de si, nós passamos a ser senhores do nosso destino. Vamos escolhendo, por exemplo, nossas companhias, os nossos hábitos, a nossa própria construção de conduta. Chega uma fase da vida, por exemplo, que a gente pode ver que a vida dos nossos pais, ou a vida de quem nos cria, ou a vida que de quem nos ajuda a nos criar, não é a vida que a gente quer. A gente pode estabelecer uma ruptura em relação ao padrão. Por outro lado, nós podemos validar, nem que seja no inconsciente, aquela estrutura e permanecer, sermos aí um pouco de fotocópias da nossa ascendência. Mas a proposta do espiritismo é desenvolvermos, por intermédio da lei de
os validar, nem que seja no inconsciente, aquela estrutura e permanecer, sermos aí um pouco de fotocópias da nossa ascendência. Mas a proposta do espiritismo é desenvolvermos, por intermédio da lei de liberdade três camadas. O espírito ele se desenvolve cognitivamente por intermédio de três camadas: liberdade de pensar, liberdade de consciência e livre arbítrio. Cada um no seu quadrado e cada um no seu contexto. A liberdade de pensamento, por exemplo, registrada na questão 83 de o livro dos espíritos, vem nos dizer que é no nosso pensamento que nós somos mais livres. Mais livres. E aqui eu vou citar um exemplo de um colega de movimento espírita que já desencarnou chamado Jerônimo Mendonça, que ele trabalhou no movimento espírita mineiro, especificamente na cidade chamada Ituutaba. Gerando Mendonça era bem grandão e ele se acometeu de uma doença que ele teve que ficar acamado. E mesmo assim, mesmo assim, gerando Mendonça, não perdeu a sua fé, talvez pela consciência do pensamento espírita. E a espiritualidade, segundo registra uma palestra de Aroldo Dutr Dias, fez o alerta, porque Gerando Mendoça por ser grande, um pouco másculo, tinha um apelido de Tarzã. Aí uma vez estava uma palestra pública e o trabalhador espírita percebeu uma sintonia espiritual para dar um recado a Tarzão, que chegariam ventos difíceis. E a depender do médium, quando chega uma comunicação espiritual, a gente tem um pouco de um sistema de checagem. E o mérito, o médium ficou titubeiando e a espiritualidade insistindo. E o médium não achava sentido nenhum para aquilo. Aí ele foi e disse: "Olhe, o que eu vou falar não tem sentido nenhum para mim, mas se tiver sentido para vocês, lá vai o recado. Estão avisando aqui para Tarzão que ele se segure no Cipó, porque virão tempos difíceis". Logo depois, Jerônimo Mendonça é acometido por uma doença que ele ficava deitado em um colchão e mesmo assim ele ia fazendo as palestras, indo dando continuidade à sua vontade. Porque quando a gente tem vontade, mesmo
nimo Mendonça é acometido por uma doença que ele ficava deitado em um colchão e mesmo assim ele ia fazendo as palestras, indo dando continuidade à sua vontade. Porque quando a gente tem vontade, mesmo com a a limitação física, nós temos pelo pensamento um viés de liberdade. que certa vez, certa vez, numa conversa perguntaram a Jerônimo Mendonça, Jerônimo, o que é que te deixa feliz? O que é que me deixa feliz? Ele farou para pensar, pensar e disse: "O que me deixa feliz sou eu conseguir alcançar minhas costas e coçar". Às vezes, paraa gente que aparentemente tem uma mobilidade ideal, a gente escuta esse exemplo e dá vontade de rir. A gente escuta esse exemplo e não tem a dimensão, a dimensão do que era aquele estado de felicidade para aquele espírito reencarnado. O que é que se quer dizer com isso? que todos nós aqui para hoje, 15 de janeiro de 2026, temos o nosso próprio conceito de felicidade. Estamos aí à procura de uma perspectiva plena, mas devemos ter em mente que a vida ela não para, ela não acaba nesta atual, atual temporada. reencarnatória. Aí vem uma lição linda que dá para ler até o final do ano, linda. No capítulo 5 de O Evangelho Segundo o Espiritismo. Item 26, o verdadeiro silício, que é uma comunicação de um espírito intitulado Anjo Guardião. A depender da edição, dá umas três páginas. Se for uma edição voltada paraa longividade, quando a gente começa a ter uma dificuldade em relação a visão, que a letra é maior, pode ser mais páginas. Aí tem um recorte que o espírito faz o seguinte alerta: "Olhe, nós já viemos de fábrica com muitas provas e expiações. Tenhamos cuidado, tenhamos ponderação com o que a gente escolhe no nosso dia a dia para nós não ampliarmos todo esse nosso processo de construção imortal. a gente para, olha, o que é que ele quer dizer com isso? Ele quer dizer com isso que nós devemos ter autocuidado. Se eu passo, por exemplo, da idade dos 60 anos, eu preciso ter um autocuidado com os meus exames. atual geração de hoje, a cardiologia, a
isso? Ele quer dizer com isso que nós devemos ter autocuidado. Se eu passo, por exemplo, da idade dos 60 anos, eu preciso ter um autocuidado com os meus exames. atual geração de hoje, a cardiologia, a cardiologia ensina ensina que a partir dos 40 nós já devemos ter o nosso, a nossa revisão anual, que é o teste da esteira, por exemplo, porque o corpo ele funciona como se fosse uma máquina. O corpo ele tem uma perspectiva automática, automática em relação a alguns órgãos, como por exemplo o coração que pulsa, como por exemplo o ato de respirar, que durante muito tempo da minha infância, muito tempo da minha infância, assistindo os trapalhões, eu tentava, pelo exemplo de Didi, e prender a respiração por muito tempo. Aí eu fazia uma competição com Manuela, minha irmã, quem é que ficava mais tempo sem respirar. Às vezes ela ganhava, às vezes eu ganhava. Até que um belo dia a gente teve a incrível ideia, uma ideia de gênio com J. Vamos parar de respirar até morrer. E o que é que a gente vai dizer paraa mainha? Não sei, mas vamos tentar. Vamos. Aí começa ela, começa eu. E a gente parando de respirar e o corpo começa a contorcer porque ele demanda oxigênio. Aí chega um ponto que a gente teve uma descoberta científica que a gente não conseguiria morrer de parar de respirar. Mas ali era em um ambiente normal como esse. Por outro lado, por outro lado, se a gente vivencia um ambiente que pegue fogo, mesmo respirando tudo que temos, vamos inalar fumaça e muito provavelmente desencarnaremos. O que é que se quer dizer com isso? O que é que se quer dizer com isso? É que a utilização do corpo vai gerar longevidade ao espírito. E aqui um pouco de um registro da Fiocruz. Deixa eu colar aqui porque nos anos 1900, lá na na girada do século XIX pro século XX, a expectativa de vida eram 32 anos, 1900. 100 anos depois, 100 anos depois, nos anos 2000, dobra 66,3 anos. 2019, 72,6 anos e 2024, que foi o o censo de BGE, saiu a notícia, 76,6 anos. Então, a gente tem aqui em 124 anos um boom de 40 anos a mais, é
s depois, 100 anos depois, nos anos 2000, dobra 66,3 anos. 2019, 72,6 anos e 2024, que foi o o censo de BGE, saiu a notícia, 76,6 anos. Então, a gente tem aqui em 124 anos um boom de 40 anos a mais, é mais do que o dobro. Aí vem a contextualização em relação ao espiritismo, que nós estamos vivenciando uma fase de transição que sai lá do planete de provas expiações e vai pro mundo de regeneração, que a fase de transição, às vezes a gente quer contar quando é que começa, quando é que vai ser. A depender do raciocínio, a gente pensa que a fase de transição vai ser uma nave da Xuxa que vai aterriçar aqui, a gente vai entrar e vai subir pro mundo de provas, pro mundo de regeneração. Mas na fase de transição, Allan Kardec dá uma grande dica no último capítulo, no último capítulo do livro A Gênese. São chegados os tempos. A fase de transição, ela começa a partir do século X7. E se pudéssemos ter um marco, mas nós não temos, seria 18 de abril de 1857, com a publicação da primeira edição de O Livro dos Espíritos. Porque a transição, embora seja planetária, também é uma transição psíquica. A transição também é uma transição do ser que vive em um século o dobro do que vivia no século passado. Sabe o que é isso? Moratória divina. Pra gente se encontrar conosco perante a obra do Cristo. É como se Deus dissesse assim: "Olhe, deixa eu te falar uma coisa. A humanidade é tão difícil, ela precisa se melhorar tanto, se melhorar tanto que eu vou utilizar aqui no meu sin salabim, é o sin salabim de Deus na construção do mundo. Eu vou utilizar aqui no meu sin salabim pela lei do progresso, uma manipulação não no sentido pejorativo, mas uma criação no sentido de impulsionar a qualidade de vida. E a qualidade de vida que a gente tem hoje decorre da ciência. O Espiritismo nos ensina que o progresso ele se dá em duas perspectivas. Primeiro no científico e depois no moral. Questão 780 de livro dos espíritos. Então a gente progride cientificamente, temos acesso quem tem, porventura quem consiga também
se dá em duas perspectivas. Primeiro no científico e depois no moral. Questão 780 de livro dos espíritos. Então a gente progride cientificamente, temos acesso quem tem, porventura quem consiga também ter acesso a saneamento básico, a água potável, a alimentação saudável, a um ciclo vacinal, a poder estudar para ler, para conseguir interpretar e efetivamente interpretar. Porque nós temos pessoas com diplomas que não sabem eventualmente interpretar uma carta de amor que recebem. Nós temos pessoas com diploma que eventualmente não sabem descrever, escrever, na verdade o que sentem. São dentro da estrutura da pedagogia os analfabetos funcionais. Por outro lado, tem gente com diploma de nível médio, tem gente com diploma universitário, com especialização, com mestrado, doutorado, que não consegue ainda modular as suas emoções. A gente vai para outro viés da inteligência, que é a inteligência emocional. Em termos de tecnologia, nós temos outra inteligência chamada da quarta revolução, que é a inteligência artificial. É Deus dizendo: "Olhe, eu vou proporcionar aqui um avanço tecnológico, um avanço científico para depois, com o conhecimento, nós, todos nós, progredirmos moralmente." O que a gente tá falando aqui demanda séculos. é porque a gente não percebe, mas nós estamos imersos em um todo que é a obra de Deus. E nós temos todo esse cardápio de conhecimento para amadurecer a conjugação do verbo amar. Porque às vezes a gente não aproveita as oportunidades e vem o arrependimento, que muitas vezes vem coladinho, coladinho com a vergonha. E quando o arrependimento vier coladinho com a vergonha, coladinho com a vergonha, é porque a gente sabe dentro de si que nós poderíamos ter feito diferente, que nós poderíamos ter feito melhor. Muito cuidado para no nosso processo de vida a gente não recitar um estrofe da música e pitáfilo. Devia ter amado mais, me importado menos. com problemas pequenos, ter morrido de amor. Aí ele vai lá, devia ter aceitado a vida como ela é. Ponto. E aqui uma observação sobre isso,
música e pitáfilo. Devia ter amado mais, me importado menos. com problemas pequenos, ter morrido de amor. Aí ele vai lá, devia ter aceitado a vida como ela é. Ponto. E aqui uma observação sobre isso, porque a vida é como ela é. A vida não é, não é como nós queremos que seja, porque em muitas situações da vida, em muitas situações da vida, a gente não tem um controle e a gente quer ter. Aí vem as nossas frustração. E no âmbito das nossas frustrações, nós temos um tipo de pensamento que é um pensamento como se fosse um pensamento ruim, que é um pensamento colérico. Um pensamento colérico adivindo da raiva, adivindo da irritabilidade. E o pensamento colérico, o pensamento raivoso, ele vai ser verbalizado, quando é verbalizado com agressão, com palavras duras. Mas a depender do nosso processo de desequilíbrio, a gente ultrapassa, a gente suprime a fase da verbalização e já vai paraa efetiva agressão. Aí, como é que a gente aprende? a regular os nossos pensamentos coléricos. Primeiro, saibamos o porquis regular os pensamentos coléricos. André Luiz fala que quando a gente tem um acesso de raiva, as nossas células se destróem. Quando eu li isso, eu não acreditei. Aí eu comecei a pensar, mas como é que pode a célula se destruir? Aí eu comecei a me observar quando eu tenho raiva, mas aquela raiva viseral mesmo que o dragão acorda. E dá para perceber nos pensamentos coléricos, nos pensamentos raivosos, que o corpo ele se desestrutura. Ele se desestrutura. Aí eu comecei a perceber, como diria um amigo meu, a fita que André Luiz passa. Aí eu comecei a mudar. Não, então pera aí. Se quando eu tenho raiva, as minhas células morrem, eu preciso aprender a controlar essa raiva, porque eu preciso preservar as minhas células, porque preservando as minhas células, eu vou ter mais longevidade. naquela época. Hoje eu sei, eu vou dar uma dica trazida pelo L dos Espíritos, como a gente consegue tentar neutralizar uma raiva, mas naquela época eu não sabia. Aí eu fazia só uma estratégia. Hoje em dia estratégia mais completa.
vou dar uma dica trazida pelo L dos Espíritos, como a gente consegue tentar neutralizar uma raiva, mas naquela época eu não sabia. Aí eu fazia só uma estratégia. Hoje em dia estratégia mais completa. Ensina a questão 895 de livro dos espíritos que o interesse pessoal, o interesse pessoal é a grande reflexão que nós temos que ter no nosso processo de desequilíbrio. Então, se eu tô com raiva, eu preciso entender para aquele contexto qual foi o interesse pessoal que foi atingido. que uma estratégia depois que observar qual foi o interesse pessoal atingido para modular raiva é o desprendimento, a resignação, que é muito difícil. Se vocês souberem, por gentileza, quando acabar a palestra, podem me dizer aqui que eu tento imaginar por intermédio da obra do Cristo, como eu posso regular os meus pensamentos coléricos. A resposta eu sei, mas ainda não consigo praticar, que é no nascedor, que é lá no interesse pessoal. Aí quando eu tenho um pensamento colérico, eu parto primeiro para essa questão. É um termômetro. Qual é o meu interesse pessoal que tá sendo atingido? Aí eu sei isso aí eu sei. Às vezes eu não consigo neutralizar, mas eu sei. O processo de autoconhecimento é diário e milenar. é paraa frente. Aí uma segunda estratégia que eu tenho baseado no texto de André Luiz é conversar com as minhas células, mentalizando certamente. Ô minha amiga, me desculpe, mais um trabalho para vocês, porque conversando conosco, nós temos uma oportunidade de nos observar. Nós temos uma incrível oportunidade de nos conhecer e nós temos a incrível capacidade de ampliar, de ampliar a nossa longevidade e também e também a do outro. Quantas pessoas se matam por uma discussão de trânsito no ano? Não se tem um catálogo, mas se tem notícias. Muitas vezes, porque eventualmente eu leve uma fechada, seja trancado na rua, eu vá querer ali ter uma agressão mesmo, mesmo não sabendo o contexto do outro. que pode estar passando mal, pode estar com a pessoa hospitalizada, pode estar atrasado para vir pro centro
cado na rua, eu vá querer ali ter uma agressão mesmo, mesmo não sabendo o contexto do outro. que pode estar passando mal, pode estar com a pessoa hospitalizada, pode estar atrasado para vir pro centro espírita e espírito imperfeito corte o sinal amarelo. Pro espírito imperfeito, o sinal amarelo às vezes é como se fosse um verde incandescente. Mais quando a gente começa a ter em mente em relação ao trânsito que o outro não é responsável pelo nosso atraso, no lugar da nossa buzinada habitual, nós temos uma oportunidade de respirar fundo. Aí vem a fé e fazer uma prece. Meu irmão, acelere ou então sai da frente. A longevidade proposta a noite de hoje, ela tem um pouco a ver também com a qualidade de vida que nós procuramos. E o Conselho Federal de Medicina no ano passado, no finalzinho do ano passado, no último trimestre, salvo me engano, ele percebendo, tô falando de ciência do Conselho Federal de Medicina, que é aqui no final da rua, ele percebendo a importância da espiritualização do pensamento, não tô falando de religião, a importância da espiritualização do pensamento, ele criou uma comissão, comissão de medicina e espiritualidade. E lá foi um dia de atividade no primeiro evento, primeira palestra, palestra magna, digamos assim, um médico americano trazendo estudos randomizados, significa estudos testados por uma dupla vista, não a dupla vista do estado de emancipação da alma, que é um assunto específico do livro dos espíritos, mas uma dupla vista em relação ao conhecimento. Aí vem o recorte estatístico. Estatístico. Quem frequenta templo religioso, e a gente não tá falando de espiritismo, tá? Quem frequenta templo religioso, quem tem uma religião, por acreditar que a vida vai além, consegue desenvolver pensamentos resilientes. Mesmo evento falou um psiquiatra, falou um cardiologista, falou um médico de família e comunidade. E fechando a manhã, foi uma palestra de um psicólogo chamado Rossandro Cling, que por coincidência é espírito, mas não falou nada de espiritismo, falou sobre a
falou um médico de família e comunidade. E fechando a manhã, foi uma palestra de um psicólogo chamado Rossandro Cling, que por coincidência é espírito, mas não falou nada de espiritismo, falou sobre a força do perdão. E o interessante daquela atividade que o discurso foi unísono de quatro especialistas diferentes no sentido de como a espiritualização do pensamento nos dá longevidade à vida. E no recorte trazido pelo cardiologista, ele trouxe um estudo do quanto a espiritualização do pensamento nos dá uma sobrevida, por exemplo, em relação ao infarto. Por quê? Por quando a gente sabe que a vida vai muito além, muito além do que essas agonias que a gente passa hoje, a gente sabe, pelo menos intimamente que a máxima bem-aventurados os aflitos porque serão consolados, ela vai fazer sentido um dia. O tempo de Deus não é o meu tempo. O tempo de Deus não é o seu tempo, porque Deus vê algo muito mais panorâmico. E Deus sabe que a reencarnação não é fácil e nos proporciona inúmeros espíritos para nos ajudarem e inúmeros. E a comunicabilidade com a lei também tem um efeito reverso. E aqui um recado pros espíritos que estão aqui. Não tenho mediunidade da da vidência, mas a minha fé e uma fofoca que eu li me fazem dizer isso. Aí vai para quem tá desencarnado aqui na palestra espírita. A fé é do lado daí e do lado de cá, porque a fé é um componente espiritual. Tem uma colega aqui da comunhão chamada Elivânia Monte. Ela passou por a gente, por mim na turma do Esdo. Aí ela comentou em uma palestra, não lembro qual foi a palestra, no canal do YouTube dizendo que ela tem medo da da vidência. é dizendo, não, que às vezes dá palestra, os espíritos estão aqui assistindo, eles lhe agradecem muito. Tudo bem, diga que sejam bem-vindos. Aí eu esqueci de dizer no comentário, eu vou dizer, vou dizer aqui pros espíritos e para também quem quiser em termos de uma pessoa que já voltou à pátria espiritual fazer encaminhamento. Casa tem reunião mediúnica todo dia. Reunião que eu participo, por exemplo, é
i pros espíritos e para também quem quiser em termos de uma pessoa que já voltou à pátria espiritual fazer encaminhamento. Casa tem reunião mediúnica todo dia. Reunião que eu participo, por exemplo, é na sexta, 7:30 da manhã. Então, a longevidade da vida vai muito além da decomposição do corpo, porque a decomposição do corpo é um mero processo de mitose e meiose, que é um processo aí de reprodução e de morte celular. A longevidade da vida, por exemplo, vai nos nossos processos de perdão, em que a gente observa o outro como alguém a nossa semelhança. A longevidade da vida vai na máxima que Jesus nos ensina de honrar o pai e a mãe. A longevidade da vida vai no viés de que nós quando estivermos com 90, porque nós chegaremos, a pessoa que vai desencarnar com 150 anos já nasceu. Tem um estudo aí de 4 meses que registra isso. E eu espero que seja eu, né? Então assim, quando a gente tiver mais lá pra frente, pela contagem da qualidade de vida, mais do lado de lá do que daqui, não percamos a esperança. Não tenhamos medo de sermos abandonados, de perdermos a liderança que a vitalidade da vida outrora nos oferecia. Porque lá na frente nós, todos nós, seremos reconhecidos pelo que nós fizemos. Conforme João de Angângeles fala, o patrimônio do espírito é o que ele fez, não é o que ele tem. E Jesus nos ensina que reconhece-se a árvore pelos frutos. Se a gente tá encaminhando aí pela lei da sociedade, a gente já é terceira idade a partir dos 60 anos lá no Estatuto do Idoso. Saibamos enquanto enquanto nós estivermos habitando o nosso corpo e tentemos, não que vá conseguirmos, não que vá conseguirmos, mas que tentemos aproveitar as oportunidades que nós temos para vivenciar o amor. E o amor vai a construção de cada um de nós. Por outro lado, por outro lado, tentemos nos libertar da mágoa, do rancor. Porque a mágoa e o rancor não nos leva a nada. A mágoa e o rancor são miragens, são veneninhos, ervas daninhas derivadas do orgulho, porque nós fomos criados para nos amarmos. Então, se a gente tem uma dificuldade
a e o rancor não nos leva a nada. A mágoa e o rancor são miragens, são veneninhos, ervas daninhas derivadas do orgulho, porque nós fomos criados para nos amarmos. Então, se a gente tem uma dificuldade com a pessoa, tentemos entender o porquê. Porque um distanciamento, uma mágoa, um rancor, ele é contra o fluxo da vida. Aí precisamos reajustar a rota, não no sentido de dizermos assim: "Não, realmente eu perdoo e vamos lá". Porque o perdão, meu amigo, o perdão, minha amiga, não é da boca para fora, não é da boca para fora. E a gente se engana muito. A gente se engana muito quando pensa que perdoa alguém, porque o perdão diz da gente. E um pensamento um pouco paradoxal, o perdão fala muito, fala muito da nossa capacidade de amar. O perdão fala muito, fala muito do grande potencial que nós temos. É um pensamento um pouco poliano. Então, se eu tô muito magoado, tô muito magoado, tô magoado com Mário, não vai demorar três reencarnações de 150 anos. Aí a gente pode observar o quanto nós temos de potencial de crescimento para praticar o evangelho. Porque praticar evangelho não é falar não. O evangelho é uma experimentação social. E ao final e ao cabo, nós somos criaturas divinas temporariamente num corpo. Tem um livro lindo chamado Céu e o Inferno. É muito pouco lido no movimento espírito. É o quarto da codificação. Aí Kardec ele divide em duas partes. A primeira ele faz uma construção teórica sobre o que é o conceito de céu, o que é o conceito de inferno. Aí na segunda ele categoriza os capítulos pela categoria de espíritos. Aí tem lá um capítulo intitulado espíritos felizes. Aí tem a história de Sanson. Sanson era um companheiro de movimento espírita que trabalhava na sociedade parisiense de estudos espíritas. Aí lá nas mediúnicas, Sanson se questionava muito. Será que é isso mesmo? Será que a gente aqui não tá doido falando sozinho, delirando? Será que existe mesmo esse negócio de espírito? Aí não, Sanson, isso daqui as comunicações. Aí, Sanson, vamos fazer um negócio.
so mesmo? Será que a gente aqui não tá doido falando sozinho, delirando? Será que existe mesmo esse negócio de espírito? Aí não, Sanson, isso daqui as comunicações. Aí, Sanson, vamos fazer um negócio. Quem desencarnar primeiro volta. para relatar se é isso mesmo ou se é papo furado. Beleza? Beleza. Aí chega a vez de Sanson. Da mesma forma como vai chegar a nossa de novo. Graças a Deus todos morreremos. Aí chega a vez de Sanson. Aí Sanson dá uma comunicação do necrotério. Ele desencarna. Aí aparece puf na reunião mediúnica. Aí todo mundo, Samson, pai, sou eu. Sou eu. E eu tô dizendo aqui um negócio. É muito verdade que esse negócio de vida depois da vida existe. E eu tenho um registro. Qual Samson? O registro é que nós, conforme esse povo dizia aí, vamos muito além da matéria. E tem uma coisa que eu sabia na vida, era que eu gostava de vocês pros colegas de reunião mediúnica, mas sem a matéria eu consigo perceber o quanto a gente se conecta. E Sansão continua. Olhe, até a gente conviver, eu me via como Sanson, mas agora do lado de cá eu me vejo, abre aspas, cidadão do universo. Fecha aspas. Porque o espírito ele não tem naturalidade, ele não tem nacionalidade, ele não tem um idioma para se expressar. O espírito, ele se expressa pelo pensamento. E tem um registro em o livro dos espíritos que as dores do espírito são as dores morais. E tem aqui essa casa todo dia com relatos de espíritos em reunião mediúnica a respeito de arrependimento. E às vezes pergunta: "Meu Deus, e se eu tivesse mais uma chance? Será que eu faria diferente? Só queria mais uma. Mais uma. E Deus é tão bom, tão bom, que nos proporciona inúmeros. A chance não vai ser com a situação igual, porque aí a gente não aprenderia, porque seria muito cômodo a gente entrar no carro de George de McFly e voltar pro passado. Seria muito cômodo. Deus nos dá outras oportunidades por situações semelhantes pra gente reconhecer, não, aqui é o meu termômetro do desequilíbrio e agora eu tenho a oportunidade de fazer diferente.
. Seria muito cômodo. Deus nos dá outras oportunidades por situações semelhantes pra gente reconhecer, não, aqui é o meu termômetro do desequilíbrio e agora eu tenho a oportunidade de fazer diferente. Deixa me ver se tem alguma pergunta aqui no canal do YouTube. Estamos encerrando. Rosana lá de Serrambi, Pernambuco, Lidiane de Ribeirão Preto, Laía Rodrigues, Renata Vilela, Gisaura tá fazendo um registro aqui. Janeiro branco pela saúde mental e emocional. Nana Drica Conceição, Flores Bela. A longevidade a gente tenta observar muitas vezes numa perspectiva mais micro pela contagem dos anos. Mas a longevidade e o espiritismo vem provocar uma reflexão a respeito da imortalidade. Às vezes a gente fala: "A idade pesa". Não pesa. A gente poder, como exemplo aqui, está na fase de criança, está na fase da adolescência, está na fase da juventude, está na fase mais adulta, está na fase da terceira idade, da quarta idade, da quinta idade. Toda hora é hora de aprender, é hora de amar, é hora de se reinventar. E quando a gente tiver eventualmente numa posição de limitação, de desesperança, do que quer que seja, lembremos que a principal, o principal atributo do espírito é a capacidade de pensar. Tem uma música linda, linda, linda, de um conjunto chamado J Quest. Aqui a gente finaliza. O nome da música é para quando você lembrar de mim. Aí em uma das estrofes ele fala: "Quando você lembra de mim, saiba que eu estou sempre aqui perto do sol para quando você se lembrar de mim". Porque o amor é disponível e pode, a depender do nosso processo, ser disponibilizado. E o amor não depende da idade. Independente da idade que nós tenhamos, é hora sempre de estalar os dedos para o amor. Porque conforme registra Paulo na carta aos Coríntios, o amor tudo sofre, tudo crê. Tudo suporta e tudo espera. 10, 20, 30, 40, 50. Eu ia falar até 150 anos, mas o tempo acabou e vamos ter respeito com vocês e com a equipe de Passos que vai chamar. Então era isso que tínhamos para falar. Muito obrigado e sigamos firmes com Jesus, independente
até 150 anos, mas o tempo acabou e vamos ter respeito com vocês e com a equipe de Passos que vai chamar. Então era isso que tínhamos para falar. Muito obrigado e sigamos firmes com Jesus, independente da faixa etária que nós estamos, porque a construção conceitual da faixa etária é algo da carne. A César, o que é de César, e a Deus o que é de Deus. Vamos agora paraa nossa prece final, que tentemos mentalizar a esperança nos nossos corações com a pequena brisa que bate em nosso rosto e que vai aumentando e se expandindo para todo o nosso corpo com vento um pouco mais forte, como se fosse um abraço de Deus, dizendo Deixe-me te oxigenar quando você estiver sem fôlego. Deixe-me te pegar no colo quando você se sentir sozinho e desamparado. Deixe-me me fazer presente quando você estiver passando por um processo de desilusão. Assim, com essa prece, damos por finalizados os trabalhos da noite de hoje. Muito obrigado. A gente fica sentadinho, quem quiser tomar o passe e vamos junto. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos
sericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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