LIVE | Divaldo Franco - TOLERÂNCIA E SOCIEDADE ATUAL (ROTEIRO EUROPA ONLINE 2020 - HOLANDA)
LIVE | Divaldo Franco - ESPERANÇAS E REALIZAÇÕES (ROTEIRO EUROPA ONLINE 2020 - FINLÂNDIA) Essa é uma transmissão em parceria com a TV Mansão do Caminho. TV Comunhão - Inscreva-se no nosso canal, deixe seu like e ative as notificações para ficar por dentro de tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília. Canais de Mídias e Redes Sociais da Comunhão Espírita de Brasília: HomePage: http://www.comunhaoespirita.org.br Rádio Comunhão: http://www.radiocomunhao.com.br TV Comunhão: http://www.tvcomunhao.com.br Facebook: http://www.facebook.com/comunhaoespirita Instagram: http://www.instragram.com/comunhaoespirita Twitter: http://twitter.com/ComunhaoOficial COMUNHÃO ESPÍRITA DE BRASÍLIA Missão: Promover o Ser Humano, facilitando-lhe o acesso ao Conhecimento da Doutrina Espírita, amparando-o e ofertando-lhe os meios para vivência cristã. Visão do Futuro: Ser uma Casa Espírita de excelência na sua organização, na geração de conhecimento, na educação, na difusão doutrinária, na assistência espiritual e social , com estímulo a vivência cristã. ESPIRITISMO O termo "Espiritismo" é sinônimo de Doutrina Espírita, porém, frequentemente, é utilizado erroneamente para designar qualquer prática do mediunismo (comunicação com os Espíritos), ou confundido com cultos afro-brasileiros (Umbanda, Candomblé, entre outros). O Espiritismo é uma doutrina que trata da natureza, da origem e do destino dos Espíritos e de suas relações com a vida material. Traz em si três faces: filosofia, ciência e religião (moral). Os adeptos da Doutrina Espírita são os espíritas e suas práticas se baseiam no estudo das obras básicas da Codificação e na assistência material e espiritual aos necessitados. Quando Surgiu? Foi revelada por Espíritos Superiores e codificada (organizada) em 1857 por um professor francês conhecido como Allan Kardec. Surgiu, pois, na França, há mais de um século. Porque estudá-lo? Em João 8:32, Jesus disse: "E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará ." Para sermos, verdadeiramente, espíritas – porque é impossível compreender e viver uma Doutrina tão complexa e abrangente sem dominar seus conhecimentos básicos.
เ Jamais abandono. No solidão Fortúnio, [música] Deus permanece contigo. Ele é o fulcro gerador [música] de poder, em torno do qual tudo e todos gravitam. Dele a linguagem positiva, atuando à distância no equilíbrio cósmico, na força de atração das moléculas. Magneticamente a ele atraídos. Estamos associados uns com os [música] outros na grande obra de regeneração. Sua ação se expande [música] produz efeitos que se devem realizar através dos fenômenos vivos da [música] natureza. Quando as circunstâncias se apresentam à fomentando sombras e amarguras, quando as enfermidades predominam, diminuindo [música] as resistências. Quando as necessidades se multiplicam em turbilhão [música] de quietudes, quando os apodos invistam sem piedade e todos se tío, Deus permanece [música] contigo. Quando o homem cai, há um distúrbio no equilíbrio universal. Quando ele se regeue e avança, a harmonia sederal se reorganiza. Tu és [música] um cosmo no universo e as leis que te regem o destino impõe em ti [música] a gravitação harmônica em torno do astro rei. Deus aí permanece. Condutores orientam o passo. Mestres conduzem o ensino. Leis governam a vida. [música] A tua vida escreve páginas que irão influenciar outras vidas, nelas permanecendo como exemplos, estímulos ou derrotas. Deus permanece sempre guiando-te e fortalecendo-te para o fanal feliz. Não o duvides, nem o desconsideres. Descobre-o, pois que ele permanece [música] contigo. Boa noite a todos. Sejam bem-vindos à conferência sobre a tolerância à sociedade atual com o professor Divaldo Pereira Franco e a participação especial do Dr. Juan Danilo. Boa noite, Divaldo. Boa noite, Juan. Gratos pela possibilidade desse evento online em substituição à conferência que aconteceria na Holanda. De coração, agradecemos todo o suporte fraternal que você, Edivaldo, tem dado ao movimento espírita holandês ao longo das últimas décadas. Gostaria de lembrar que Divaldo Franco é humanista, médium e educador excepcional. Mesmo aos 93 anos de idade, o professor
ivaldo, tem dado ao movimento espírita holandês ao longo das últimas décadas. Gostaria de lembrar que Divaldo Franco é humanista, médium e educador excepcional. Mesmo aos 93 anos de idade, o professor Divaldo Franco continua trabalhando incansavelmente para promover a educação, a inclusão social e a paz no mundo. Coloca sua mediunidade em favor desses ideais através das suas palestras e seminários em várias partes do mundo e produzindo uma extensa obra literária. Seus livros analisam o sentido real da vida com objetivo de promover o crescimento interior e a valorização do ser humano. Como médium, Divaldo Franco escreveu 285 livros, dos quais 104 foram traduzidos para 17 idiomas. Seu livro mais recente, Vidas Vzias, foi lançado no último dia 5 de maio. Os direitos autorais de todos os livros foram doados oficialmente à mansão do caminho e graças a isso é possível apoiar essa obra social fundada em 1952. Creio que ainda não temos consciência da dimensão que Divaldo Pereira Franco significa para todos nós, seus contemporâneos. Seu legado de amor ao próximo é uma fonte de inspiração para todos nós. Permitam-me falar algumas palavras para os nossos amigos holandeses. Van heart welcome days laingvaldo franco over tolerance and the hard summer living on 11 introducero franco como tal salvador da bahia brasilia med spiritist breaker and filanthrope zenberg cret brenny so in bras F universit in Brasil and in Canadádo Pereira Franco de titor causa leval franco werken de sociale inclusive en het beferen van Fredr in de wereld dormid van Book en lesen skrev via automatisch script Bu war in le versch autor a man cam for en vard fin h bron for educative proek dat 192 werd opgrift Franco central Pereira de Souza Manchesting pausa activit caming for website em seguida, apresentaremos um pequeno vídeo do movimento espírita holandês com imagens de alguns eventos com Divaldo Franco. Vamos ao vídeo. Prosseguindo, damos as boas-vindas ao Dr. Juan Danilo, colaborador abnegado da Mansão do
pequeno vídeo do movimento espírita holandês com imagens de alguns eventos com Divaldo Franco. Vamos ao vídeo. Prosseguindo, damos as boas-vindas ao Dr. Juan Danilo, colaborador abnegado da Mansão do Caminho. Juan Danilo é médico, psicólogo, autor da terapia holística aliana, escritor e músico. é natural do Equador, atualmente mora e trabalha na mansão do Caminho, onde desenvolve, entre outras atividades, um trabalho inclusivo para as crianças portadoras de autismo. Hoje, Juan vai nos brindar com uma bela música de sua autoria. Bem-vindo, Juan. Boa noite, um abraço fraternal e carinhoso para todos vocês. que respirou na terra [música] criança tão cheia de graça. Beijo te no beijo amoroso de um beijo flor. [música] Sinto-te junto a mim. que no sofrimento estás aquiilando [música] as aristas. Qual artista delicado fazendo entrar a luz pelas pequenas prestas [música] vontade abri tua voz não te [música] vejo. Sinto-te junto a mim. [música] Estás en todo e no entanto, [música] mi alma te adivinar. na lua plateada, [música] nos lirios, rosas, nas horas tempestosas, siento [música] se [música] sufrimento estás aqui. aristas artista delicado entrar [música] a luz pelas pequenas prestas que a boa vontade abriu. Pou [música] tua voz no te vejo. Junto a mim, junto a moovin. Não, junto a mim. [música] Muito obrigado. Obrigada, Juan. Prosseguindo, que Jesus envolva a todos nós em sua paz, especialmente a você, Divaldo, que vai trazer algumas reflexões sobre tolerância e a sociedade atual. A palavra é sua, senhoras, senhores, queridas irmãs, queridos irmãos e aqueles que nos ouvem, nos vem até da web TV Mansão do Caminho, nossos votos de muita paz. Na história universal vamos encontrar a nossa própria vida. É necessário recordarmos que os fatos obedecem a um encadeamento de natureza histórica, nos quais surge a filosofia existencial. A tolerância é uma mensagem basilar para o bom entendimento entre as criaturas e consequentemente entre as nações. Não poucas vezes deixamos-nos arrebatar
ica, nos quais surge a filosofia existencial. A tolerância é uma mensagem basilar para o bom entendimento entre as criaturas e consequentemente entre as nações. Não poucas vezes deixamos-nos arrebatar pelos nossos sentimentos de natureza inferior, tornando-nos intolerantes, sem nos darmos conta que a tolerância pode ser considerada a árvore que a todos nos alberga nos difíceis dias de sol e nos grandes dias de tempestade, porque sempre passa. Afinal, somos nós que passamos pelo tempo, porque o tempo é infinito, é o mesmo, e nós somos viandantes das horas. Colocamos o oborno das necessidades sobre as costas e vadiamos o rio das conquistas interiores. Porque havia falado sobre a história universal, recordei-me de uma página das mais belas, entre aquelas que constituem o falusto e a grandeza do pensamento europeu. Desejo referir-me a uma das mais belas nações do mundo. do território da querida Turquia, principalmente nas terras da Anatólia atual. Ali houve um povo e este povo fantástico está vivendo a sua última geração. Estamos por volta de 526 antes de Cristo. E esse povo é imensamente feliz porque o seu rei é o homem mais poderoso da terra. Fascinado pelos aires terrestres, ele conseguiu amealhar, segundo o Heródoto de Alicarnasso, o historiador grego de mais respeitabilidade que a humanidade conhece, a mealhar, uma fortuna colossal, indimensional, por um fenômeno fortuito da natureza. Porque sendo a capital da Lidia, a cidade de Sardes, esta, foi construída as margens de um grande rio, o rio Paquetolo, que desce das montanhas, faz um grande vale e ali então as suas águas transparentes trazem pepitas de ouro até hoje, diamantes, pedras preciosas que dormem ou que dormiam ao abandono nas suas margens. Com a grande conquista daquela terra, no século VI antes de Jesus, todo patrimônio pertenceu ao estado e governava um homem probo, amante da cultura, foi talvez o maior representante da sua dinastia. E esses são os momentos finais da história da Lídia. A Lídia destacava-se,
trimônio pertenceu ao estado e governava um homem probo, amante da cultura, foi talvez o maior representante da sua dinastia. E esses são os momentos finais da história da Lídia. A Lídia destacava-se, portanto, nesse universo das nações, no século VI antes de Jesus, como sendo a coroa de um rei colocada na cabeça do tempo passageiro. E o seu grande rei vivia no esplendor, na grandeza, mas a Terra é um planeta especial. Falamos sobre felicidade, felicidade relativa, porque com todo esse poder, Creso era pai de dois filhos. Um deles, um rapaz portador de debilidades orgânicas, era surdo, mudo e jamais poderia ocupar o trono. E o outro, o jovem sonhador, estava sob a prevenção da espada de Damoclis. que oscilava na sua cabeça uma fatídica informação. Naquela oportunidade, os deuses governavam a terra e naturalmente na Grécia, o templo glorioso representado pelo deus Apolo, brilhava em Delfos. E Deus de Delfos mandou informar ao rei que o seu filho não reinaria, o outro, aquele que era saudável, porque deveria morrer. Morrer graças a uma lança. Era uma advertência, mas era uma advertência da fatalidade. muito preocupado porque acreditava nos deusas e nas comunicações do além túmulo, mandou construir o palácio em uma área na qual não houvesse a mais mínima possibilidade de acontecer uma tragédia dessa natureza. Não se usava no exército qualquer flecha, usava-se um outro tipo de arco, mas numa flecha convencional. E a vida continuava e o rei Creso era infinitamente feliz. Narra que certo dia estava visitando a cidade o maior filósofo grego de todos os tempos. Naquele momento, ele estava tomando conhecimento do que se passava na Terra. De alguma modo, de algum modo, a Anatória o país estavam ligados à Grécia. o berço da cultura, da sabedoria. E então Creso mandou convidar um grande sábio para passar um dia em sua companhia. Na verdade, o que ele desejava era uma informação da filosofia desse homem notável e conseguiu fazer um banquete incomum. Notou, porém, que o sábio não saía do
bio para passar um dia em sua companhia. Na verdade, o que ele desejava era uma informação da filosofia desse homem notável e conseguiu fazer um banquete incomum. Notou, porém, que o sábio não saía do seu crisol de meditação. Aquele semblante severo era meigo, mas um pouco triste, e desfilar os arpípes mais gloriosos, que ele se utilizava com um sorriso de gratidão. Mais ou menos ao terminar o almoço depois de várias horas, ele convidou o sábio para que fosse conhecer os seus tesouros. que ficavam nas caixas fortes subterrâneas do próprio palácio. Foram abertas as grandes salas cobertas de aço, tendo lá dentro uma das maiores fortunas acumuladas que o mundo jamais viu. Dizia-se que Salomão havia atingido a grandeza. Mais historiadores dizem que Creso superou o notável judeu, porque acima de tudo ele começou a cunhar moedas, moedas de ouro. Coincidentemente, há alguns poucos anos, o Museu de História Natural de Nova York conseguiu encontrar 200 moedas e as adquiriu por uma fortuna para poder demonstrar a grandeza daquele império que logo mais iria desaparecer. Então ele recebeu sábio com todas as homenagens e desceu a corte acompanhando o sábio para visitar as diversas construções especialmente realizadas para servirem de museu para as peças famosas. Estátuas em ouro maciço, com os olhos nas pedras de esmeraldas com braceletes e colares das mais finas pérolas. Mas o sábio não se entusiasmou tanto quanto o rei. E o rei dizia: "Senhor, pode examinar, por exemplo, todo esse trabalho de aniversaria. Nós somos os melhores do mundo." E eu sabe olhava, meneava a cabeça e não se entusiasmava. Depois de algumas horas, o rei não aguentou e disse: "Noto que tudo isso não lhe faz feliz". E ele redargui de fato, porque a felicidade para mim não consiste em ter. Bom, se não consiste em ter, o que é a felicidade para o Senhor? Um estado de espírito, ser. Porque o que somos nunca desaparece, mas o que temos perdemos. Ah, sim. que eu concordo, mas gostaria de perguntar-lhe se nas suas excursões maravilhosas, por
ara o Senhor? Um estado de espírito, ser. Porque o que somos nunca desaparece, mas o que temos perdemos. Ah, sim. que eu concordo, mas gostaria de perguntar-lhe se nas suas excursões maravilhosas, por acaso, há encontrado um homem mais feliz do que eu, ou melhor, diga-me qual foi o homem mais feliz que o senhor conheceu? O filósofo olhou ternamente. Ele falou: "Me recordo que em Atenas eu conheci um jovem, ele era órfão e desde quando se lhe desenhou a orfandade, ele se dedicou, depois dos deveres para com a mãe a atender a beleza de Atenas, a dialogar com os deuses no Parten atender as pessoas, mostrando a grandeza de Atenas e a perpetuidade da filosofia. Esse jovem nunca se irritava, nunca experimentou melancolia nem tristeza. Considero a pessoa mais feliz que eu conheci. E era rico. Não, não, não. Ele praticamente não tinha nada, mas era sábio. O rei mordiscou o lábio com um pouco de intolerância. Imagina comparar o pobre orfo miserável com ele que era possuidor do maior tesouro que o mundo conheceu antes e jamais depois dele. Bem, não se dando por vencido, ele sorriu, acarinhou o filósofo e perguntou-lhe: "Salon, e diga-me se tem alguém que ele mereceu o primeiro lugar, por acaso. Em segundo lugar, qual seria a pessoa mais rica, mais feliz do mundo? Colocou a palavra rica para insinuar. E o filósofo olhou e disse: "Bem, também Atenas, eu conheci dois jovens que se amavam. Havia entre eles uma corrente invisível de sentimentos profundos e eles dedicaram a vida a defender Atenas das agressões de Esparta. E por isso eram dois jovens insuperáveis, felizes. O rei demonstrou no semblante a sua intolerância e a sua forma de não saber entender o valor dos outros. E claro, o sábio percebeu. E a partir deste momento, ele não deu tanto valor ao sábio, porque era um homem que, afinal de contas, não havia reconhecido nele o homem do tesouro, o homem feliz. e o tratou com certo desprezo. Na hora da despedida, ele foi muito gentil e até quis oferecer ao sábio alguns valores em moedas e ele dis não
havia reconhecido nele o homem do tesouro, o homem feliz. e o tratou com certo desprezo. Na hora da despedida, ele foi muito gentil e até quis oferecer ao sábio alguns valores em moedas e ele dis não precisa. Eu sou alguém que não precisa de nada porque o mais indispensável para a minha vida, eu tenho o saber. Sei que a minha vida é temporária. Sei que deixarem o legado a sabedoria. Mas eu gostaria de dizer ao rei alguma coisa. Vós me perguntastes duas vezes qual era o homem mais feliz que o havia conhecido. E eu lamento ter que dizer-vos, uma pessoa só pode ser considerada feliz depois da sua morte, porque enquanto a morte não se dá, podem acontecer coisas muito lamentáveis. O rei olhou com certo desprezo e abandonou. Abandonou. Passaram seus tempos e ele soube o rei que Midas aquele que tudo quanto tocava. A mitologia dizia que virava ouro tinha tido uma briga muito séria com o herdeiro do trono seu filho e mandou o filho para o exílio. Quando o rei da Lídia soube, mandou buscar o rapaz, porque seria um excelente companheiro para seu filho, já que o surdudo era uma peça desprezada em palácio. E o jovem, encontrando este amigo dele, fez o seu verdadeiro irmão. avam entre 18 e 20 anos, eram imensamente felizes. E o recém-chegado certo dia, perguntou ao seu colega: "Você tem hábito de caçar ou não? Eu não tenho ideia, porque o nosso palácio tem de tudo. Não necessitamos de caçar. Na floresta do outro lado da montanha, do outro lado das muralhas, é que se fazem caçadas. E o jovem da mídia disse: "Mas nós poderíamos, nós poderíamos fugir para ir caçar, mas eu não poderei porque há sobre mim uma profecia fatídica que morrerei de uma lancetada. Mas como isto poderá ser? Vamos encontrar um meio da muralha, talvez uma brecha e iremos caçar. Será uma experiência fantástica. Eu sou um excelente atirador. E os jovens em uma manhã em que a guarda não estava em vigilância, desapareceram da floresta. Desapareceram e depois de andarem alguns quilômetros encontraram uma vara que
u sou um excelente atirador. E os jovens em uma manhã em que a guarda não estava em vigilância, desapareceram da floresta. Desapareceram e depois de andarem alguns quilômetros encontraram uma vara que passeava. Os pórcos passeavam, eram porcos selvagens. E então o jovem príncipe da Lídia ficou fascinado por um porco que saiu a correr e ele saiu atrás com uma lança na mão. O outro foi para o lado oposto e de repente o seu visitante percebeu que alguns arbustos se mexiam e teve a impressão que fosse talvez o animal fugidil. ergueu a lança e quando a atirou do arbusto levantou-se. O príncipe perderam e a lança o atravessou e ele caiu morto. O madeireiro que passava viu toda a cena, toda a tragédia. O cadáver foi removido. É o cadáver grego, a história da tragédia greca. E o rapaz, o descendente de Mimos, foi tomado de uma angústia muito grande. E no momento do velório, quando as cortes convidadas choravam morto e o pai de joelhos lamentava, o jovem visitante tomou-lhe o punhal, tirou do cinto, cravejado de brilhantes, e cravou tombando sobre o cadáver. Era a maneira que ele podia achar para justificar ter assassinado o seu amigo. O Remidas tomou ódio a Creso, achou que ele era o responsável pela desgraça, não do próprio filho apenas, mas de ambos rapazes. E o rei entrou numa melancolia profunda. Nesse momento chegaram notícias que um grande conquistador peça a semelhança de formigas ou gafanhotos vinha devorando as nações. A Babilônia ali no Levante foi a primeira a ser devorada, totalmente destruída e avançava Ciro I na direção do Bósforo. a passagem entre a Ásia e a Europa na direção da Mídia, mas o rei apavorou-se e pediu ajuda aos egípcios. Pediu ajuda à Veneza e fez o exército. Mas antes ele mandou saber do Deus Apolo se deveria fazer a guerra. E o Deus, que sempre falava através de um poemo, mandou dizer-lhe: "Avise ao rei que um grande império cairá." E ele compreendeu naturalmente que o grande império seria a Pérsia, porque estava destruindo tudo e foi para a batalha. Cometeu um erro de estratégia
r-lhe: "Avise ao rei que um grande império cairá." E ele compreendeu naturalmente que o grande império seria a Pérsia, porque estava destruindo tudo e foi para a batalha. Cometeu um erro de estratégia militar. Todo aquele que lança a ponte para a conquista corre o perigo de perder. O ideal, especialmente na época, era esperar que o estrangeiro viesse, porque já chegaria cansado, com a tropa meio vencida, pedo esforço e era fácil de vencê-la. E na batalha que esse travou terrível, o rei perdeu e voltou. Os soldados demandaram e os persas perseguiram nó com os restantes sobreviventes até a capital. A capital foi cercada e ele fugiu na direção do Palácio Santuoso. Subiu à escadaria, foi para a janela do segundo piso e percebeu que Sardes, a cidade dourada, estava sendo totalmente destruída. O casarinho incendiado, jardins e florestas em Lavaredas. Ele, a esposa e o filho Act, que era sur do mudo, refugiaram-se no andar. O filho escondeu-se atrás do reposteiro de Viludo, de onde ele podia ver a porta de entrada da sala, e o seu pai de costas chorando, vendo a desgraça sobre o seu país. Os mercenários invadindo os jardins, entrando nos subterrâneos e saindo com ouro e jogando embriagados. Neste momento, actes viu chegar um persa com a lança. Preparou a lança para tirar do rei que estava de costas. E diz a história que o estupor foi tão grande que ele gritou: "Oh, não atire, não mate, ele é o rei". Então o rei moveu-se. A lança se cravou na janela de madeira. E a vida do rei foi salva. Os soldados prenderam o nosso e levaram para a praça pública para poder matá-los. Prepararam uma fogueira e o rei Cres foi amarrado a ela. Colocaram leia. O crepúsculo descia sobre a cidade. Descia a cidade dominada pelas chamas e pelo fumo. A embriaguez dos sentidos, a tropa, esforçando-se da batalha, destruindo tudo, o horror dos gritos dos que eram assassinados, das mulheres estupradas. E o rei lembrou-se de ósolo e começou a chorar. Neste momento ele não aguentou e gritou: "Ó solo, como tu tinhas razão!
do tudo, o horror dos gritos dos que eram assassinados, das mulheres estupradas. E o rei lembrou-se de ósolo e começou a chorar. Neste momento ele não aguentou e gritou: "Ó solo, como tu tinhas razão! Neste momento, num cavalo passa o conquistador, que era discípulo filosófico de Solomon. E ouvindo falar o nome do mestre em grego, ele parou o animal e perguntou: "Por que te referes a Solomon? Tu conhece Soló?" O rei olhou e reconheceu nele Ciro. Ciro I e disse: "Meu rei, eu recebi um dia em palácio. E contou que dizia que somente se poderia afirmar que alguém foi feliz depois da sua morte. Então, Cro foi tomado de uma angústia. Subiu ao cenário onde estava erguida a fogueira, que não estava ainda acesa, e mandou que os clarinhos suassem. A tropa desarranjada parou e ele gritou: "Soltem-no! Desamarrem o rei! Eu também sou rei, mas eu não sei se um dia alguém mais audacioso do que eu me vencerá numa guerra e me mandará matar. Eu te desejo que escrevo na história e que só saiba que eu em sua homenagem perdoo este homem. Porque se algum dia eu for vencido, eu espero que o meu vencedor faça comigo o que estou falando, fazendo com ele, é da filosofia. E libertou. Então, Creso e a família real curvaram-se e Cés lhe disse em grego: "Senhor, eu sou um rei vencido. Já que me poupaste a vida, que sei eu serei vosso escravo. Levai-me para a Pérsia, pelo menos para que eu tome conta do meu tesouro que agora vos pertencerá. E Creso aceitou, levou os tesouros e levou creso, mas não na condição de escravo, na condição de um servidor. E quando morreu o grande rei, considerado dos maiores da humanidade, o seu filho Camisas, que estava lutando nas chamadas guerras médicas, as guerras entre a Pérsia e a grandiosa Grécia, 30 anos de guerras. Camisas foi educado por Creso, que ele ensinou estratégia militar e camisas conseguiu invadir Atenas por causa de um traidor. Porque só havia a passagem do Peloponeso. A história da conta até hoje os 300 do Peloponeso. Mas o homem rendeu-se a camisas e revelou uma estrada
sas conseguiu invadir Atenas por causa de um traidor. Porque só havia a passagem do Peloponeso. A história da conta até hoje os 300 do Peloponeso. Mas o homem rendeu-se a camisas e revelou uma estrada pelos pastores que saiu muitas vezes de Atenas. E Atenas foi destruída pelas peças. E ele passou a história Creso do homem que, graças à intolerância, tolerância pela compaixão, veio reabilitar-se. E a história irá escolpir nos tesouros inefáveis da sabedoria, que a tolerância é uma gema preciosa que deveremos colocar no cofre do coração para possuirmos o tesouro da paz, fazendo o confronto entre aquela e a atual sociedade. 27 séculos depois, percebemos que os tesouros que a criatura humana ama e disputa são os tesouros perecíveis, não são os tesouros dos deuses da virtude, como das sete batalhas de Hércules atrás da sabedoria e da vitória, não com uma grande vitória de Tesu sobre o monstro do labirinto. Não. E então a tolerância que vai fazer parte do pensamento grego, ético, é ensinado por nosso Senhor Jesus Cristo, ensinada como sendo o grande instrumento de desfrutar a paz. E vivemos hoje o período de uma guerra em que o inimigo é invisível, em que o inimigo é astuto, e que o inimigo é letal. A época do corona, do vírus terrível, avaçalador, que vem tomando conta das pessoas inadvertidas e intolerantes, incapazes de obedecer as leis, incapazes de obedecer as leis da vida, que são o respeito à própria vida. A nossa cultura degenerou. A nossa sabedoria não ética, é tecnológica. Reconhecemos. Neste momento falamos à querida Holanda, o país da tecnologia, os países baixos, abaixo do nível do mar, com as mais belas tradições da arte, desde os antigos caminhos da Índia. e todo o seu poder na história da humanidade, as suas guerras agora, depois da rainha Beatente, transformadas em cultura, em sabedoria, em direitos humanos, mas com o toque do exagero, da desconfiança e dos prejuízos éticomorais que falam que trabalham em favor dos tesouros materiais, principalmente da
rmadas em cultura, em sabedoria, em direitos humanos, mas com o toque do exagero, da desconfiança e dos prejuízos éticomorais que falam que trabalham em favor dos tesouros materiais, principalmente da luxúria, da perversão e da transitoriedade do pensamento do mundo. Essa mesma Holanda que nos deu Rambra e os grandes poetas mágicos que resistiu ao nazismo, embora sufocada, vive hoje, como todos nós, sob o látago, o látago cruel do materialismo, da indiferença, olvidando o mais notável pensador da história que foi Jesus Cristo. e pondo à margem a filosofia da beleza, da imortalidade, que Creso consultou o fenômeno mediúnico através de Apolo, o Deus de Delfos, mas não viveu a experiência da imortalidade da alma. Embora sabendo que os seres que viajam na condição de deuses ou deimoniones de demônios, voltamos todos à Terra pela nossa vida imortal. E estamos hoje numa guerra no mundo, ainda no Brasil e em muitos países, preocupados com os tesouros que dariam felicidade aos haveres, não com a nossa transformação éticoal. E o vírus devorador como fantasma, levando pavor, o trastorno emocional e preparando esta geração para, nos dias do porvir apresentar distúrbios mentais, como prevém os nobres psiquiatras, transtornos de natureza emocional, como previem os psicoterapeutas, e desajustes e crimes, como prevém os psicólogos e os filósofos. É necessário que nos preparemos para viver em tolerância, para dar ao outro direito de ser e compreendermos a sua iniquidade, a sua perversão. E ao invés de erguermos o látigo contra de estendermos a mão generosa para o erguer do caos e proporcionar-lhe a alegria de viver por intermédio da solidariedade humana. Eu me recordo de um grande olonês, pastor presbiteriano, o Dr. Pierre Vanassen, legou à posteridade uma obra incomum holandes talvez não tenham lido estes dias tumultuosos é que nos fala do após guerra 1945 e seguintes. E nós falaremos em breve. Este breve pode ter qualquer duração, porque o breve no tempo varia do tempo do breve.
não tenham lido estes dias tumultuosos é que nos fala do após guerra 1945 e seguintes. E nós falaremos em breve. Este breve pode ter qualquer duração, porque o breve no tempo varia do tempo do breve. Falaremos desse tempo do coronavírus, dos distúrbios da família, da convivência no lar, da ausência de tolerância com os filhos, da ausência de tolerância com os cônjuges, com os pais idosos e cansados. E a nossa irritação por nos encontrarmos aprisionados no lar. prisão voluntária para não sermos dizimados pela peste que um dia no passado matou três quartas partes da velha Europa. Então é necessário que hoje, graças às luzes da filosofia espírita, abramos os braços em uma sociedade moderna que teremos justa, afável, uma sociedade gentil, uma sociedade idealista, que saiba cantar o hino da solidariedade humana, que saiba derrubar fronteiras, das fronteiras geográficas, as fonteiras emocionais entre mim e ti, entre tu e mim, são essas fronteiras as mais difíceis. E a nossa canção ser uma canção de ternura, de afilidade e de amor. Se o grande pensador de Alicardo estivesse hoje entre nós, poderia repetir a mesma frase: "Só se pode saber que o homem é feliz depois da sua morte." E até hoje recordamos Jesus depois da morte dele, o homem ressuscitado. A semelhança de Sirsa, que renascia das cinzas de duas traves de madeira vergonhosa. Ele voa na direção do infinito e abre as mãos para nos repetir. párvolos venire adme. Ó vós que sofreis, vinde a mim. E completando o pensamento, tomai sobre vós o meu fardo, o meu julgo, e aprendei comigo que sou manso e humilde de coração, porque meu fardo é o fardo da consciência, é suave e o meu julgo é leve, é o julgo do perdão e da tolerância. Esta é a nossa mensagem, queridas irmãs, queridos irmãos espíritas, damas e cavaleiros que nos honram, acompanhando-nos até aqui. Muita paz. Ter, tirou, tiro. Que volta? Fala, fala, fala. Obrigada, Adivaldo, por tão profundas considerações sobre esse tema tão atual e necessário nos dias de hoje.
onram, acompanhando-nos até aqui. Muita paz. Ter, tirou, tiro. Que volta? Fala, fala, fala. Obrigada, Adivaldo, por tão profundas considerações sobre esse tema tão atual e necessário nos dias de hoje. Dando continuidade à nossa programação, vamos assistir um vídeo que traz uma pequena mostra do trabalho inclusivo que a Mansão do Caminho desenvolve desde 1952, quando foi fundada por Divaldo Franco e seu fiel amigo Nilson Pereira de Souza, o saudoso tio Nilson. Após o vídeo, teremos a sessão de perguntas e respostas. Se você quiser colaborar com esse projeto de amor, fazendo sua doação para que mais crianças carentes possam ser atendidos pelas mansão, pela mansão do caminho, basta direcionar seu telefone para o código QR para receber todas as informações necessárias para fazer sua doação. Vamos ao vídeo. [música] Acredito que quando nós nascemos já nos encontramos dentro de uma programação elaborada no mundo espiritual. O grande desafio [música] é utilizar do livre arbítrio para seguir o objetivo que nos pode levar à plenitude espiritual. Então, ouvi uma voz que me diz: "Isto é o que farás da tua vida. [música] Serás educador de almas. Nós pensamos em fazer um lugar onde todos encontrassem [música] albergue, oportunidade de amar, mas sobretudo [música] fossem amparados e tivessem as suas dores diminuídas. O nosso objetivo era promover [música] essas famílias para que mais tarde cada qual pudesse viver por conta própria, dignificando-as, fazendo [música] as cidadança do mundo. E temos conseguido. Hoje com as técnicas modernas [música] da educação, a mansão do caminho deixou de ser um edifício, porque adquirimos [música] uma área muito grande de 80.000 met qu nos arredores da cidade de Salvador. E aí implantamos [música] o nosso ideal, iniciamos o sistema de casas lares por volta de 1956 para atender a criança dando-lhe uma família. [música] Fomos pioneiros nesse gênero na América do Sul. Essa comunidade é aberta. Nós criamos vários setores, serviços médicos, [música]
or volta de 1956 para atender a criança dando-lhe uma família. [música] Fomos pioneiros nesse gênero na América do Sul. Essa comunidade é aberta. Nós criamos vários setores, serviços médicos, [música] uma casa de parto, uma creche, depois um jardim, uma escola fundamental, profissionalizando as crianças. diversas escolas [música] e agora estamos empenhados no [música] curso médio para que daqui possam diretamente ir para a universidade. Nesse íim eu percebi que a mediunidade era uma porta de iluminação, porque dando certeza da sobrevivência da alma, da sua imortalidade, anunciava-me que [música] todo e qualquer empenho do bem era um passo dado na plenitude que nós desfrutaremos um [música] dia. Porque um corpo físico, por mais seja duradouro, esse tempo é sempre breve. em relação [música] ao período chamado eternidade. Desse modo, compreendi que através [música] desta visão poderia atender a muito maior número de pessoas, porque a grande [música] miséria não é a socioeconômica, é a moral. E essa está no espírito do indivíduo, explicar-lhes, despertá-los [música] para uma vida saudável, não necessariamente religiosa, porque o que vale é a conduta do indivíduo. A religião [música] é a metodologia para que ele possa atingir a meta que ela lhe propõe. Depois de mais de [música] 10 milhões de livros vendidos, os direitos autorais foram cedidos à instituição e graças a isso temos uma boa fatia de socorro para levar adiante a obra. A vida é um espelho. Tem o lado que reflete e o lado morto. Saia do lado morto e reflita-se nesse espelho. Você vai ver que [música] possui valores que muita gente não os tem ficar contente com [música] você mesmo. esses valores ao próximo, porque eles serão vitalizados pela recompensa [música] do amor que você vai colocar no solo de outros corações. Não se [música] importe se não for amado, mas importe-se em amar. [música] Na vida física, na sociedade, todos nós temos [música] inimigos. Não é significativo. Não seja você inimigo de ninguém. Se alguém não o ama, o problema não é
or amado, mas importe-se em amar. [música] Na vida física, na sociedade, todos nós temos [música] inimigos. Não é significativo. Não seja você inimigo de ninguém. Se alguém não o ama, o problema não é seu, é do outro. Mas seja você quem ama em qualquer circunstância. Seja você quem doa, quem desculpa, [música] quem é feliz. Porque o perdão é o primeiro caminho [música] da plenitude. เ Chegou a revista Presença Espírita em Formato Digital. Adquira [música] a sua acessando www.livrarialeal.com.br. Clique no menu [música] Revista. Depois em digital, escolha [música] a edição desejada e clique no botão comprar.
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