Live da Esperança - Bloco 2: Morte e Renovação

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 25/12/2020 (há 5 anos) 1:33:27 112 visualizações

✨ Neste dia 25, vamos passar o Natal juntos. ✨ Este é um convite inadiável. Venha refletir sobre as momentâneas adversidades, para em esperança aquecermos com luz, o nosso coração. 💖 ✨ Uma maratona de esclarecimentos à luz da Doutrina Espírita para o enfrentamento da dor e do medo. 💫 Neste bloco: ⭐ Espiritualidade e Morte - Florêncio Anton ⭐ Morte, luto e renovação - Rossandro Klinjey ⭐ Debate com os expositores ⭐ Apresentações artísticas ⭐ Mensagens de esperança 25/12/2020 - 15h45min ✨ Plantão de atendimento fraterno ao longo de todo o evento em http://www.espiritismo.net 💖

Transcrição

E aí E aí E aí E aí E aí E aí O opa pranchinha e o Olá meus amigos minhas irmãs meus irmãos Boa tarde para nós vamos dar continuidade é Lúcio estão nos ouvindo bem o Ok então vamos lá vamos dar continuidade ao bloco dois na verdade começaram o bloco 2 da continuidade às reflexões dessa tarde né e o bloco 2 tem como tema central morte e renovação a nós teremos a presença Generosa e amiga do Companheiro Florêncio Anton lá da Bahia e da nossa amiga Ana Tereza Camasmie né aqui do rio mas antes disso a um recadinho que um amigo nos enviou então Geraldo campetti vice-presidente da Federação Espírita brasileira da área de divulgação e comunicação né ele então vamos ouvi-lo você pode colocar meu amigo Olá amigos queridos do coração nós chegamos numa data muito especial dia vinte e cinco de dezembro e comemoramos o nascimento de Jesus nesses tempos em que nos sentimos assim tanto quanto mais sensibilizadas pela boa vontade pelo interesse em fazer o bem é preciso que reflitamos sobre verdadeiro significado do Natal O que é o Natal em Essência gostaria de trazer essa reflexão como sendo Natal todo dia todo dia é dia de Natal porque se nesse período nós nos sentimos mais envolvidos mais assim próximos de Deus reconhecendo-o como o pai reconhecendo Jesus como nosso irmão e o nosso próximo como aquele que e da nossa chuta nós vamos nos tornando cada vez mais abertos para ajudar como instrumentos do Cristo A fraternidade a solidariedade eo Amor Universal é um momento muito especial em que nos tocamos profundamente nas fibras mais íntimas do nosso coração em que as nossas mentes são de espertas para uma reflexão mais aprofundada não só no sentido de conhecer as de meditar sobre a importância dos ensinos Morais do Cristo que nos enfocam a humildade EA caridade como as principais virtudes que precisamos conquistar e colocar em prática no nosso dia-a-dia por intermédio da abnegação a renúncia de nós mesmos e do devotamento à nossa verificação ao semelhante é por isso que e tem esse significado especial de

uistar e colocar em prática no nosso dia-a-dia por intermédio da abnegação a renúncia de nós mesmos e do devotamento à nossa verificação ao semelhante é por isso que e tem esse significado especial de nascimento o que é é o processo de renascimento em cada dia de renovação de reinvenção o Natal significa amor altruísmo alteridade assertividade porque nos tornamos mais receptivos olhamos para o outro reconhecendo que existe que ele tem também os seus direitos e que merece ser respeitado e o natal é tolerância esse exercício do entendimento da indulgência em que criamos pontes para a compreensão e não muros que nos separam no rancor no ódio no desentendimento das Guerras mas é a busca da paz Por isso essa tolerância um mês e no mundo hodierno nós precisamos considerar exatamente a necessidade de amar o próximo e respeitar as diferenças de trabalhar o processo da inclusão sem preconceitos daí Natal também trazer essa ideia desse altruísmo desse amor em ação que é a própria caridade na empatia quando nos colocamos no lugar do outro e aprendemos com ensinamento de Jesus que devemos amar a Deus sobre todas as coisas de todo o nosso entendimento de todo o nosso coração de toda a nossa alma e amar o próximo como a nós mesmos e se tivéssemos qualquer dúvida O próprio Cristo nos instrui que nos amemos uns aos outros como Ele nos amou porque é o nosso mestre que nos ensina e é o nosso senhor que dá o testemunho da lição na vivência a dica então testemunhando ali o próprio exemplo natal é libertação libertação das amarras pretéritas dos erros dos equívocos e a busca de um entendimento que nos leve Não só a compreensão cognitiva e intelectual mas a reflexão a meditação o sentimento e o esforço de nós fica esse ar mos a lição do mestre no nosso dia-a-dia por isso nesse período em que evocamos a lembrança de Jesus do seu nascimento e do Nascimento e Renascimento do Cristo no nosso coração que nós possamos Abrir assim as portas do nosso coração para essa visita fraterna sempre bem-vinda a nos

lembrança de Jesus do seu nascimento e do Nascimento e Renascimento do Cristo no nosso coração que nós possamos Abrir assim as portas do nosso coração para essa visita fraterna sempre bem-vinda a nos acompanhar nos orientar nos con é mas que também com segurança mestre conta conosco como se fossemos seus auxiliares instrumentos que precisamos estar afinadas no mesmo diapasão da sintonia do amor do bom daqueles que procuramos ser úteis na relação com semelhante Natal merece ser repetido em cada dia da nossa vida que nós possamos aproveitar esse momento e vocativo para nos sensibilizarmos e assim estamos pré-dispostos a viver o Natal não só no dia vinte e cinco de dezembro mas em cada dia da nossa vida um abraço fraternal a todos vocês amigos e amigas queridas do coração é muito bem amigos bom então depois das palavras gentis e amorosas né do nosso querido compete agora vamos chamar o nosso queridíssimo amigo Florêncio Anton né é que atendeu gentilmente o convite para estar conosco de alugando sobre espiritualidade e morte tudo bem floresta muito quente por aí em Salvador bem Thiago queridos amigos que estamos assistindo um grande abraço e o meu Muitíssimo obrigado por esse por esse convite no dia de Natal falar de algo que é tão importante sobretudo nesses dias em que as circunstâncias às contingências da mulher anos em feitos fraquejar diante da esperança não é então eu quero agradecer a oportunidade de estar é uma temática que nenê para que a questão da espiritualidade associada aos estudos sobre os processos de morte e morrer muito bem Florêncio bom agradecer novamente desejamos aí não só a você a sua família mas todos os amigos irmãos do grupo espírita Irmã Sheila um Feliz Natal muita paz muita luz e a palavra é só meu amigo os próximos 20 minutos aí Queremos te ouvir as reflexões ponderações sempre muito ajustada e e eu eu espero eu espero ser obediente ao tempo viu Tiago é até uma brincadeirinha no WhatsApp perguntando se eu faço em cinco minutinhos eu iria

ouvir as reflexões ponderações sempre muito ajustada e e eu eu espero eu espero ser obediente ao tempo viu Tiago é até uma brincadeirinha no WhatsApp perguntando se eu faço em cinco minutinhos eu iria ser punido então foi só uma brincadeira eu queria Tiago nesse momento Inicial e apresentar um um vídeo que de certa forma me mobiliza emocionalmente é um vídeo que fala sobre digamos US os dilemas que nós enfrentamos diante dos processos de morte sobretudo aqueles que dizem respeito à questão das nossas dúvidas mais à tarde fica se continuaremos vivendo após a morte se enfim se tornaremos a a reviver em um outro cenário e o a fim de podermos enfrentar enfeitar algum processo o e capriles foi perdido na Encarnação anterior de maneira eu não sei se vocês vão conseguir passar e a partir desse vídeo nós estaremos tentando construir alguma raciocínio que Aproxime a nossa experiência de vida Obviamente você já sabem que eu gosto muito de associar as experiências de vida e nosso processo de aprendizado com alguma algum Resgate teórico que nós somos nós fomos recortando para poder te encaixar nessa matemática de hoje então eu não sei se vocês vão conseguir transmitir esse vídeo não e os vídeos é free A turma vai jovem mulher errar Universal tchau ficar Neves era lá ok não é E aí E aí o vizinho ar observa ímã mais querer ir a opção 1 E aí E aí o que coisa interessante né esse esse vídeo é me mobiliza sobre a maneira Oi e me faz pensar que o e os processos reflexivos em torno da Morte e do morrer em si que nós estamos trazendo aqui não trata de oferecer simples receita de como enfrentar a morte seja sob a perspectiva religiosa seja sobre a perspectiva filosófico-científica ou estética a nossa proposta é a de reinserir a morte como parte do ciclo vital O que foi perdida por conta de uma é de uma ótica eu diria extremamente a do nista materialista É reducionista perdi uma de uma sociedade que se a habituou a viver das aparências e se esqueceu de cultivar valores sólidos da virtude e são extremamente

eu diria extremamente a do nista materialista É reducionista perdi uma de uma sociedade que se a habituou a viver das aparências e se esqueceu de cultivar valores sólidos da virtude e são extremamente transformadores Então a nossa proposta é a de abrir espaço para reflexão e discussão para nós utilizamos disponibilidades de troca e de partilha de experiências do extremamente impactantes no campo da perda dos nossos antes dos nossos entes queridos e e a partir daí também pensar na nossa própria finitude a nossa proposta de mobilização para o reconhecimento dos sentimentos e reflexão sobre os mesmos em torno de algo que é permanente e talvez seja a única certeza de que a criatura humana dispõe ou sobre a terra a primeira é do Nascimento certo para todos nós como espíritas mas sabemos que os processos reencarnatórios são uma das leis de divinas a experiência extremamente necessária para os nossos aprendizados dentro de um curso de tempo que nós chamaríamos vida biológica e quê sessa com o óbito é o que nos impõe uma necessidade cada vez mais premente Bom dia observar mos de refletirmos o o nosso trânsito pela vida os nossos valores EA partir deles as nossas relações e a fim de que esse momento permanente Tá certo possa se estabelecer dentro dos é mais absolutos se pudesse conhecer a um dos mais absolutos momentos de tranquilidade e de esperança e de conforto e de qualidade a fim de que nós possamos chegar no plano espiritual e com menos de perturbação possível a falar da morte para mim não é uma coisa muito fácil e em função de praticamente todas as experiências que eu já vivi na vida tô vendo a morte como é um dos seus personagens principais Olá seja pela questão da mediunidade que me revelou a morte como sendo o momento de passagem e para uma outra realidade da existência Olá seja pelas questões que diziam respeito à esfera familiar é uma vez que a minha mãe e tendo em Dores para enfermagem era constantemente chamada para arrumar os cadáveres e isso gerava em mim uma

a Olá seja pelas questões que diziam respeito à esfera familiar é uma vez que a minha mãe e tendo em Dores para enfermagem era constantemente chamada para arrumar os cadáveres e isso gerava em mim uma curiosidade tremenda Olá seja pelos aspectos profissionais por quanto nós Na graduação de enfermagem e notamos uma grande dificuldade dos profissionais enfermeiros e depois dos nossos estudos se ampliaram para outras áreas de saúde em trazerem a morte como parte integrante da sua prática oi e ela não trazerem a morte como parte integrante da sua prática eu observava uma um certo tipo de obstinação terapêutica ou seja de insistência na vida biológica despeito do sofrimento do paciente que no fundo escondia um certo Um Certo narcisismo ou uma certame é um é uma certa necessidade de narcisista de luta digamos assim contra a morte por quanto Os Profissionais de Saúde seriam aqueles guardadores da vida da gente deveriam devemos salvar vidas e não preparar os pacientes para este grande momento é importante dizer aqui que eu não estou falando de eutanásia eu estou falando de obstinação terapêutica bom então nós vamos estar trabalhando aqui a partir das histórias de vida da minha própria história de vida obviamente trazendo algumas reflexões teóricas bom e na minha perspectiva são é extremamente importante como primeira reflexão teórica eu trago um uma argumentação de Graziela didioli no livro O Pequeno médico é exatamente para ratificar a morte Como essa grande certeza da criatura humana Oi Graziela de óleo vai nos dizer que a morte é plácida é calma é segura é incansável sobretudo a morte é democrática com a sua vontade imperiosa e retilínea não fazendo nenhuma negociação com nada nem com ninguém ela convive com todos nós sem nenhuma exigência de idade Credo asta ou condição Econômica além disso a morte é a exceção que confirma a regra de que toda regra tem a sua exceção e a morte não foi exceção na minha vida relacional eu perdi entre aspas a minha mãe quando tinha apenas 18 anos de idade

so a morte é a exceção que confirma a regra de que toda regra tem a sua exceção e a morte não foi exceção na minha vida relacional eu perdi entre aspas a minha mãe quando tinha apenas 18 anos de idade minha mãe foi a óbito por conta de uma bala perdida na cidade de Foz do Iguaçu Oi e essa experiência com quanto eu já fosse espírita e trouxe-me impactos emocionais extremamente significativos e eu já estava afastado do relacionamento com meu pai algum bom tempo e a minha mãe era a única referência de afeto de cuidado o e obviamente essa experiência significativamente dolorosa minhas Pois uma necessidade tremenda de busca de apego de resgate de dois processos de religiosidade que me levaram a refletir sobre a transcendência no âmbito espírita o que de certa forma me trouxe um grande alento sobretudo quando passados alguns tempos a minha mãe teve a oportunidade pela via mediúnica de se comunicar comigo e não por meu intermédio eu tinha apenas 19 anos 67 anos de exercício mediúnico orientado pelos princípios espíritas ainda imaturo conquanto os fenômenos mediúnicos fossem bem precisas mais imaturo emocionalmente e talvez por esse motivo os espíritos superiores entenderam que deveriam desvelar é a vida para Além da Vida daquela que foi a maior referência afetiva para mim através de uma outra pessoa E então em uma tarde muito quente do mês de novembro muito próximo do meu aniversário eu recebi o telefonema de uma médium chamada dona delza da cidade de Feira de Santana do grupo espírita Auta de Souza eu e dona delza perguntou é Florêncio quem que está falando e eu disse sim senhora é forense quem está falando olha você não me conhece Olá eu sou dona delza e tenho aqui do meu lado a sua mãe sua mãe se chamava Vera não é meu filho Aí eu disse assim minha mãe se chamava Vera Pois é meu filho sua mãe está aqui e Foi ela que me deu o seu telefone e me pediu para me dizer que hoje ela sabe um e eu fiquei profundamente intrigado E porquê aquela mensagem era a resposta de que eu precisava para saber que a

aqui e Foi ela que me deu o seu telefone e me pediu para me dizer que hoje ela sabe um e eu fiquei profundamente intrigado E porquê aquela mensagem era a resposta de que eu precisava para saber que a minha mãe prosseguir vivendo É porque no dia anterior eu tiver alguma experiência com ela sente a sua aproximação e disse para ela mentalmente hoje minha mãe a senhora sabe o que é que eu fiz isso porque quando eu era muito jovem aos 8 anos precisamente os fenômenos mediúnicos e romperam na minha trajetória existencial e eu não tive o suporte emocional necessário dessas duas figuras tanto do meu pai quando que o dia minha mãe quem tem um dia o que aquele fenômenos que aconteciam em nossa casa e dos quais eu era verdadeiramente o centro e é se originavam da faculdade mediúnica que roupinha em uma criança é como é como um fenômeno de mediunidade natural e eles atribuíam que aquilo tudo acontecia porque nossa casa estava em uma Encruzilhada então eles não tinham nenhuma relação digamos assim de maior cuidado com a faculdade mediúnica de que eu era portador felizmente a minha avó supriu todas essas essas dificuldades e oferecendo o caminho seguro para a estruturação de garante de um arcabouço de espiritualidade na minha vida Oi e essa experiência foi marcante com a minha mãe Solid ficou em mim a certeza da imortalidade da Alma Mas é bom que se diga que nós não estamos aqui para Romantizar a morte nem trazê-la para o campo da poesia na condição de uma solução para todos os problemas nós estamos falando da morte como um fenômeno sociológico antropológico biológico que precisa ser revisto e precisa ser estudado e precisa ser refletido como parte integrante do nosso ciclo vital uma vez que llegar ou não conversar com a sobre a morte e não a retarda ou evita pelo contrário gera ainda mais dúvidas mais incertezas e grande sociedade com o passar do tempo me ofereceu Uma Outra experiência não ele significativa há um ano de 2006 o meu pai apresentou uma um diagnóstico de câncer de próstata

dúvidas mais incertezas e grande sociedade com o passar do tempo me ofereceu Uma Outra experiência não ele significativa há um ano de 2006 o meu pai apresentou uma um diagnóstico de câncer de próstata eu e Thiago já está me falando que eu só tenho só tenho mais um minuto né é isso e eu só concluir essa história viu Tiago Claro lá eu então o meu pai o meu pai recebeu um diagnóstico de câncer de próstata em nós o acompanhamos durante todos os processos em uma determinada ocasião o meu pai é depois depois de dividir do hospital me perguntou o seguinte meu filho você já conversou com ele meu pai não era crente não não tinha nenhuma religião Aí eu disse eles têm meu filho eles têm meu pai e aí ele disse ele eu perguntei ele sim aí ele disse espírito Você já conversou com os espíritos a meu respeito Aí eu disse já meu pai já conversei a respeito do senhor a respeito do seu estado agora é uma coisa me intriga é que o senhor está me perguntando sobre os espíritos que se o não acredita na escrito ali a mortalidade da Alma aí ele me disse o seguinte meu filho no estado em que eu me encontro prestes a morrer uma crença religiosa ou uma crença em alguma coisa faz toda a diferença e a partir de então com esse espaço que o meu pai ofereceu para estruturação da espiritualidade na vida dele nós começamos a trabalhar essas questões de maneira que meu pai teve uma desencarnação é relativamente tranquila e assistida é por mim à distância através do telefone sobre Esse aspecto e a título de conclusão eu gostaria de trazer a reflexão de Sócrates que antes de tomar cicuta NOS disse tem a convicção de que eu vou me encontrar primeiramente junto de outros Deuses sábios e bons e depois de homens mortos que valem mais do que os daqui eu comi um grande erro não me irritando contra a morte a serenidade de Sócrates portanto era produto de um processo educacional e para a finitude e pouco sim nós trazemos o soneto de John donne e foi um poeta inglês e de certa forma aproximou a poesia das reflexões metafísicas e

portanto era produto de um processo educacional e para a finitude e pouco sim nós trazemos o soneto de John donne e foi um poeta inglês e de certa forma aproximou a poesia das reflexões metafísicas e João Antônio dizer o seguinte morte não te orgulhes embora alguns se provem poderosa tem nível pois não és assim problema morte não poderás matar-me a mim e eu fiquei presume-se que derrubaste não morrem se tuas imagens tome repouso nos podem dar prazer Quem sabe mais nos dará Sem Fim descansar corpos liberar almas é ruim e por isso cê dos melhores homens de escolhi essa escrava do fado dos Reis dos Suicidas com guerra veneno doenças as de conviver próprios e mágicas também tem teu poder de fazer dormir e te inpla sem vai decida após curto sono Acorda eterno que já e a morte já não é morte tu morrerás e na transcendência da Morte que morreu um convite se faz a todos nós religiosos espíritas espiritualistas e de qualquer Matiz é imperioso nesses dias aproximar mos o discurso da ação e a melhor ação do indivíduo conectado uma força superior da vida é sem sombra de dúvidas a ação da amorosidade Muito obrigado a todos vocês e Florêncio meu amigo muito obrigado pelas reflexões né Já estamos anciosos para o momento é do nosso debate para ouvir o mais né e agora nós passaremos para o momento de ar a nossa companheira amiga kkk Rezende mandou é duas músicas todas elas muito delas para que possamos ouvi-la enfim apreciá-la e também que certa forma nos encantarmos através da arte o natal é tempo de praticar a caridade o segundo entendia Jesus é e qual o verdadeiro sentido da palavra caridade segundo a entendia Jesus nos espíritos respondem benevolência indulgência E perdão benevolência E aí e eu faço bem eu abraço a Jesus um abraço que eu faço com alguém e que eu a chuva assim que a gente tira por nosso pequenino a importância de ser benevolente e e eu faço velho agora eu acho que é a lâmpada nível 1 o que eu benevolência é caridade a indulgência também a capacidade de olhar o outro jeito um jeito diferente

no a importância de ser benevolente e e eu faço velho agora eu acho que é a lâmpada nível 1 o que eu benevolência é caridade a indulgência também a capacidade de olhar o outro jeito um jeito diferente acalmando julgamentos afrouxando é rigidez pensando que Jesus tão Generoso conosco com os nossos momentos de vacilações pensam pela misericórdia divina que nos dá tantas chances quantas forem necessária que saibamos ser indulgente se acalma mensagem tua mente e um jeito diferente como é e hoje qual é o verdadeiro sentido da palavra caridade segundo entendia Jesus benevolência indulgência E perdão essas Três Palavrinhas vamos refletir em torno do Perdão através da canção tem uma proposta de exercício também de perdão sabe meus amigos aquele momento em que a gente está com sentimento muito forte de raiva de Ira às vezes um desejo até dir Vingança bom nesse exato momento e respira Respira fundo faz uma oração e pede a Jesus porque ele irmão que eles conhecem a lei de ação e reação à proposta da canção é fazer a caridade é mostrar A Outra Face a Face do entendimento a face do perdão e eu vejo neném borra uma boa vibração 1 eu falei tá fazendo meu uma casa emagrece e E aí E aí o Olá meus amigos muito bem depois vou ver a nossa kkk né um tamanha delicadeza Beleza dá um só da voz mas também da mensagem vamos chamar Nossa amiga Ana Tereza Camasmie né que a trabalhadora que do movimento espírita do Rio de Janeiro gentilmente atendeu o nosso convites Nossa Ana Teresa você não faz ideia o quanto eu agradeci muito bem bom o tema da natureza é morte luto e renovação Seja bem vindo a Anna muita paz Feliz Natal Penteado Muito obrigado obrigado pelo convite mas tem uns 20 minutos está certo bom então isso sejam todos bem-vindos sintam-se todos abraçados nessa tarde de Natal nesse momento desafiantes que está vivendo em que a gente tá aprendendo a lidar com afeto né de outras maneiras que a gente ainda não tinha se apropriado né aqui estamos nós no à tarde chuvosa aqui na Rio de Janeiro

esafiantes que está vivendo em que a gente tá aprendendo a lidar com afeto né de outras maneiras que a gente ainda não tinha se apropriado né aqui estamos nós no à tarde chuvosa aqui na Rio de Janeiro mais calorosa de intenção calorosa de proteção de conexão de ligação dos laços de fraternidade que nos une a todos todos mesmo né espíritas ou não estamos todos aqui de braços abertos para você Nessa proposta né amorosa que Cristo deixou para gente né que os que todos nós nos amassemos de tal maneira e onde quer que a gente e a gente seria reconhecido né então vamos dar hoje o nosso sistema nesse tempinho que nós temos aí para conversar é sobre morte luto renascimento que tá falando de 15 né Isso tudo é o ciclo da vida morte não é contrário de vida morte faz parte da vida bom e é justamente nessa compreensão que o espiritismo vai alargar um pouquinho a visão para a gente entender o lugar do luto EA possibilidade do renascimento então assim para doutrina espírita né Para Quem já quem já conhece a doutrina hoje para quem tá chegando principalmente é um espírito reencarnante ele é um espírito Imortal mas ele tá vivendo uma vida infinita bom Então significa que nascer reencarnar tomar o corpo durante um tempo é ao mesmo tempo já ter a morte junto de ser significa que a morte não tá Lara num dia xyz porque a qualquer momento a gente pode desencanar Nós não sabemos Qual é o dia da nossa morte nem sabemos como a gente vai morrer mas a gente abstrair isso a gente nem olha mais para isso e a gente vai vivendo a vida como se a vida fosse permanentemente segura então quando a gente fala de morte em oposto a vida a gente tá nessa perspectiva ingênua e nós somos Mortais também somos Imortais enquanto espírito mas o nosso corpo essa vida esse tempo que a gente tá junto aqui esse tempo é finito Ele termina então a gente a imortal imortal ao mesmo tempo então essa dupla condição para nós ainda é uma questão não é tão simples para nós isso nos sabermos Imortais Ou seja a vida continua para

ito Ele termina então a gente a imortal imortal ao mesmo tempo então essa dupla condição para nós ainda é uma questão não é tão simples para nós isso nos sabermos Imortais Ou seja a vida continua para além dessa vida corpórea a gente continua vida espiritual e nós já reencarnando muitas vezes e vamos reencarnar tantas outras vezes mas ao mesmo tempo que a gente tem isso a gente também tem o fim dessa vida significa que esse é sim que a gente tem é muito importante ele tá na nossa consciência o que justamente porque a nossa vida tem fim que a gente se dirige para fazer as coisas na nossa vida se a gente não tivesse e a gente não precisaria fazer escolha nenhuma né do que se fossemos eternos a gente não teria que fazer escolhas nessa vida né podia escolher tudo depois de colher de novo tipo de outras coisas não precisaria a gente correr para coisa burro mas na medida em que essa vida corpórea termina nós somos obrigados a fazer escolhas então não dá para dizer todas as profissões não dá para a gente ter todas as relações não dá para a gente ter filhos indefinidamente né nós chega o momento que o nosso corpo ele declina ele precisa de descanso precisa de repouso é como se fosse uma roupa que chega uma hora que fica gasta E aí a gente tem que deixar essa roupa vamos para vida espiritual Voltamos para ganhar uma roupa nova e recomeçar uma nova história Então a gente tem um tempo de vida corpóreo que impede da gente escolhas ou seja decisões a frequente responsabilidade sobre as ações então a gente a gente semeia e a gente colhe o que a gente semeia no tempo que é definido para gente então a morte né você se ficou com a nisso a morte do não é algo na morte está sempre junto porque a cada decisão que a gente toma na vida da gente a gente precisa tomar essa decisão porque a gente sabe que a vida tem fim esse essa essa questão essa fácil da vida é a condição pela corre Encarnação e dado para nós tudo espírito reencarnante nasce nesta condição Olha você vai viver durante um

ente sabe que a vida tem fim esse essa essa questão essa fácil da vida é a condição pela corre Encarnação e dado para nós tudo espírito reencarnante nasce nesta condição Olha você vai viver durante um tempo e esse tempo termina é muito importante a gente lidar com isso porque isso que vai nortear a questão do grupo então morte para a visão espiritual não é algo que acontece lá na frente a morte da sempre junto ela que dá sentido para nossa vida ser um espírito Imortal Vivendo uma vida infinita faz com que a nossa vida infinita tenha sentido e é justamente esse sentido da vida que vai nos guiar sempre a gente precisa ter clareza de ir para onde a gente tá indo por quê Porque a gente é responsável por esse tempo de vida que a gente tem porque ele não se repete então a gente faz se dirigir para se viver com alegria com entusiasmo ao mesmo tempo que a gente sabe que a qualquer momento ele pode deixar desistir então a gente pode olhar para nossa vida então como sendo uma grande oportunidade uma oportunidade de Recomeço uma oportunidade de fazer ajustes em relação ao passado uma oportunidade de poder plantar coisas novas para gente colher frutos mais doces e maduros para frente a viver mesmo nesta condição que para nós parece meio estranho quando a gente pensa como é que pode dar sentido isso é justamente assim tudo aqui em previsível tudo aqui em permanente à vida humana é assim de manhã a gente pode estar vivendo um grande dia de sol e de tarde vir uma chuva grande e de noite temos um sol uma um céu todo estrelado né e eu vi até cigarro de cantar para o dia seguinte nasce uma manhã ensolarada então a nossa é a nossa vida ele exatamente assim o Extra em permanência o essa imprevisibilidade então se a gente aprende a amar mais um amor adulto a gente começa a entender que tem que incluir essa percepção amarrar adulta mente entender aqui a gente ama e está junto dos entes queridos durante o tempo que nos o chip não somos nós que determinamos a presença física dos nossos entes

e incluir essa percepção amarrar adulta mente entender aqui a gente ama e está junto dos entes queridos durante o tempo que nos o chip não somos nós que determinamos a presença física dos nossos entes queridos de outro ponto a nossa a gente vai viver o melhor que a gente puder no tempo que a gente tempo que o tempo oportunidade né agora é Nós não sabemos quanto tempo vamos ficar junto manda a gente tem um amor infantil a gente pensa assim Bom já que qualquer momento a gente pode morrer já que a qualquer momento qualquer pessoa que eu amo pode morrer então eu não vou me entregar então eu não vou amar intensa pensa essa pergunta que eu tô chamando aqui já uma pergunta uma forma infantil de entender o amor é tanto Leão Denir como Kardec fizeram menções a essa maneira de entender o aula se a gente entende que eu só posso amar com a segurança máxima e com certeza que essas pessoas não vão desaparecer da minha frente e é uma maneira infantil porque a vida não é assim então eu posso fazer de conta que a vida não é assim e quando a morte vem eu me sinto traído que é isso eu tava amando tanto gostando tanto como assim a pessoa desaparece da minha vida e é como se a vida dissesse para você assim ué mas é assim que a condição humana tudo que foi te dado por empréstimo seus amores e seus seu status financeiro tudo que você tem seus bens materiais e foi dado como algo temporário Você lembra que a temporário ou cê esqueceu e tornou para sempre então quando a morte vem concretamente e ela arruma e com essa nossa ilusão é de que tudo era para sempre a morte nos lembra que nunca foi para sempre e sempre foi por enquanto e o que quando a gente se dedicou por enquanto isso nos obrigam a entrega naquilo que é provisório isso exige de nós um lugar muito adulto né então eu olhei uma questão para vocês do Livro dos Espíritos esclarece muito bem que a questão 938 que Kardec pergunta na questão a que o fato da gente se decepcionar o fato da gente sofrer com os nossos entes queridos não faria com

vocês do Livro dos Espíritos esclarece muito bem que a questão 938 que Kardec pergunta na questão a que o fato da gente se decepcionar o fato da gente sofrer com os nossos entes queridos não faria com que o nosso coração se fechasse a conta da gente não querer mais amar Olha aí o amor de criança né Ah então já que as pessoas nos ferem Já que as pessoas vão embora já que as pessoas morrem também a gente não Amarante me entregar o nosso coração né aí os espíritos a inclusive katecna perdoa não era melhor que o nosso coração fosse menos sensível era melhor que a gente não sentisse nada será que isso não ajudaria mais a gente pelos espíritos responde se você quiser preferir felicidade de um E olha que bonito isso né Isso é uma triste felicidade e aí Leon Deni vai dizer lá no capítulo sobre a dor no livro o problema do ser do destino e da dor né é que quando a gente é olha para dor a dor faz parte do nosso sistema de sensibilidade dor e Prazer constitui a nossa capacidade de sentir bom então essa ideia de que era melhor não sentir nada porque eu não gosto de sentir dor então é o Deni tá lembrando se você recortador também tá recortando a possibilidade sentir fazer prazer e dor são possibilidade que a nossa capacidade sensitiva permite né então gente aqui nesse tempinho curtir que eu tenho para conversar com vocês eu queria deixar isso claro a morte faz parte da vida a morte não é Olá ela constitui todos os nossos decisões é porque existe a morte que a gente tem sentido para viver ou seja É porque tem tempo que a gente age que a gente ia se organiza no sentido de dar direção a nossa vida mas se a gente tomar uma postura infantil de ar já que vai acabar então ou eu vou viver consequentemente ou então não vou me entregar para a vida são duas posturas e maduras que a postura adulta que a doutrina espírita nos convida é já que a vida fenda e já que é eu sou responsável por tudo que acontece eu nós Pela minha parte né em que eu coloco as mãos e tomamos decisões né que eu faço as melhores

outrina espírita nos convida é já que a vida fenda e já que é eu sou responsável por tudo que acontece eu nós Pela minha parte né em que eu coloco as mãos e tomamos decisões né que eu faço as melhores decisões no tempo que eu tenho e aí veio muito né o luto é um processo natural de toda a morte que acontece na vida da gente aí não só a morte física gente queridos mas morte de sonhos nossos morte de relacionamentos morte de projeto qualquer tipo de morte então luta esse processo que acontece assim que se rompe o que era tão familiar na vida da gente que vem nos ajudar confiar de novo na vida porque quando Ron se algo que era tão natural para mim tudo junto com aquela pessoa querida ou a minha vida que era de um jeito e deixou de ser a gente retira no metrô e na mente todo nosso afeto da vida como se fosse assim a nossa que susto eu o que a vida tinha fim eu me esqueci que tudo era temporário eu me esqueci que tudo era emprestado então gente o muito é o momento para a gente sair desse ilusões EA ilusão mais forte que a gente tem é que tudo é para sempre então o luto é o momento em que a gente lembra e começa a compreender que a gente pode amar sem ser para sempre que a gente pode estar junto daquela pessoa querida e amarra profundamente durante o tempo que a gente tá junto aqui na terra porque depois que termina a vida física a gente continua na vida espiritual mesmo que em tempo diferente mesmo que a gente não consiga perceber a presença dessa pessoa fisicamente Mas ela está presente na sua vida pelo menos em forma de memória de lembrança de afeto de saudade né então a gente vai aprender a lidar com a ausência física conseguindo nos conectar com a presença o espiritual luta o processo de despedida mesmo tempo de aprendizado mas o chamaria o grupo um processo de desilusão né Eu luto a gente aprende Nossa o meu valioso tempo que a gente não tá junto Que a qualquer momento a gente pode não mais estar o luto também nos mostra o quanto que as relações que a gente ainda tem a presença física a

prende Nossa o meu valioso tempo que a gente não tá junto Que a qualquer momento a gente pode não mais estar o luto também nos mostra o quanto que as relações que a gente ainda tem a presença física a gente pode olhar as de um lugar mais valioso e mais valoroso né porque é consciente lembrar sopa estamos aqui durante um tempo eu preciso poder estar mais presente de uma maneira melhor nessas relações né então a gente vai aprendendo modos de poder estar junto com os outros atravessando esse processo de confiar de novo na vida luta esse processo de O TC de novo a confiança mas não mais aquela confiança infantil do para sempre né a gente começar a tecer o laço da confiança aqui é possível amar nem permanente sim mês e saiba quanto tempo tenho junto dessa pessoa mas eu vou estar o mais presente possível nessa relação aberto transparente profundamente Enquanto Deus permitir que a gente esteja junto fisicamente porque não fisicamente a gente está junto mesmo mas de modo que os nossos olhos possam ver E durante um tempo que a gente pode que a gente pode ficar que a gente tá aqui na chance de poder recomeçar E aí vem essa chance do recomeçar que é maravilhosa para gente né que bom que a gente pode recomeçar todo dia momento da gente recomeçar todo dia né aí para poder que ainda tem mais dois minutinhos para poder terminar eu peguei um poema Zinho pequeno de uma escritora italiana chamada Eliana Bernabé e ela fala uma coisa muito bonita aqui assim pra gente poder lidar com essa questão do fim das coisas a gente sabe iniciar mas é tão difícil para e a gente gostaria que as coisas não terminasse nunca mas nós precisamos que as coisas terminem a gente poder dar um salto e é ontem me diz que esse tipo de dor e a dor que amadurece ele mostra o que a gente fez Capítulo da dura uns quatro tipos de dor sabe ele diz que tenha a dor que protege a gente dos excessos ele disse para gente que tem a dor que liberta quando a gente tá passando aquelas dores de resgate do passado né tem também aquelas dores que

e ele diz que tenha a dor que protege a gente dos excessos ele disse para gente que tem a dor que liberta quando a gente tá passando aquelas dores de resgate do passado né tem também aquelas dores que aceleram que só que elas que a gente escolheu para acelerar nossa vida e tem a dor de luto que a dor que amadurece Vale lembrar que quando a gente tá de luta a gente chora e esse choro é esse choro é muito importante sabe só a água faz a terra ficar mais avançada para que uma semente possa aprofundar e deitar suas raízes né então assim como a terra precisa de água porque semente possa na escuridão a produzir suas raízes né e crescer uma árvore boa nós também a terra do nosso coração Preciso das nossas lágrimas para se aprofundassem então peguei Um textinho da Eliana e que ela faz uma um diálogo com a vó fictícia né então na diz assim vovó nós terminamos a relação é um tipo de luto também quando termina uma relação afetiva né E agora o que que eu faço com a minha vida é a vovó disse para ela pega os cacos menino e crie um altar esse é o momento mais fértil para te olhar para dentro e ver tudo que alimenta e o que não alimenta a tua alma sente-se diante do seu altar e mergulho na sua dor faça da sua dor música Oração meditação Oi e o sueco que não vai carregar chegar até você as rupturas da vida são curvas bruscas que te obrigam a virar hemorrágico curve-se sempre o que se rompe Pense um pintinho que para nascer é forçado a quebrar seu amado o ovo e sem me sentir sozinha sem o seu amor a minha querida Solidão vem para te dar uma grande lição de vida te leva a viajar dentro de você descobrir lugares desconhecidos sem nenhum companheiro de viagem para te distrair eu te levar sempre para o mesmo lugar você então é livre para tocar terras desconhecidas e logo aí você descobrirá que o amor não é um pano que remendo o vazio mas é o entrosamento de fios da vida que se confundem para criar uma criação harmônica então sua função e cuidar desse fio simples macio e fluido Confie

rá que o amor não é um pano que remendo o vazio mas é o entrosamento de fios da vida que se confundem para criar uma criação harmônica então sua função e cuidar desse fio simples macio e fluido Confie na mão de Deus que está acontecendo ele está criando na sua vida através de rupturas e entrelaços continuamos essa mão conhece o amor melhor do que nós e está abordando bem em você muito obrigada hoje a Anna Nossa muito difícil obrigado pelas reflexões tocantes né ainda mais fechando com esse poema que fala fundo do coração bom daqui a pouquinho nós teremos novamente a ano Florêncio para um pequeno debate mas eu gostaria de dar dois avisos primeiro que a equipe do atendimento fraterno do espiritismo.net está online na quem quiser tem uma conversa amiga trocar uma ideia sobre alguma questão uma dúvida alguma dor né a equipe está lá de prontidão é Alguns irmãos perguntaram sobre o livro do nosso querido Florêncio deixa eu pegar e o livro ele está disposição deixa eu pegar só o leitinho que saiu aqui da minha tela no site da no site Editora Editora Comenius. Com.br é só procurar lá o nome do livro é é partiste-me memória narrativa educação para a vida EA morte tá bom é esses são os dois en Formes bom agora então nós teremos um momento de ar né generosamente os nossos amigos do coral Vida e Luz lá da irradiação Espírita Cristã de Goiás é eles produziram o material e e gentilmente cedido para nós então agora vamos acompanhar o E aí eu ir logo para casa pensamento do dia E aí E aí E aí E aí E aí O que é E aí E aí E aí E aí E aí E aí E aí E aí E aí E aí E aí E aí E aí E aí é muito bem emocionante isso né meus amigos emocionante bom tem dois avisos Na verdade o primeiro é um pedido de desculpas porque eu esqueci de comunicar os nossos internautas momento que antecedeu o início da nossa Live né de que o nosso companheiro rossandro ele enfim não estará conosco né inclusive assim de maneira muito gentil a Ana Teresa hoje é eu acho que lá por volta de 11 horas ela aceitou o convite é o

Live né de que o nosso companheiro rossandro ele enfim não estará conosco né inclusive assim de maneira muito gentil a Ana Teresa hoje é eu acho que lá por volta de 11 horas ela aceitou o convite é o Sandro infelizmente está com a questão com problema né e gentilmente a natureza aceitou o convite Então meus amigos discutem eu esqueci de avisar eu não tenho digamos assim habilidades para essas questões né então é isso bom bom reforçar que depois que tem lá esse bloco né no canal que você está acompanhando o seja seja febre TV espiritismo.net egesi a TV ceerj a rádio a Rede Amigo Espírita a web rádio Fraternidade em vai aparecer um outro vídeo como ao vivo que vai ser a continuidade né o evento ou seja o bloco 3 Tá bom então só para esclarecer também essa questão Bom agora vamos chamar a Ana Teresa o Florêncio para batermos um papo um o Olá meus amigos que bom estar com vocês temos aqui algumas questões não é um tema que de fato revela muito das necessidades da nossa existência né a morte o luto a preparação e o acompanhamento de alguém que está enfim em vias né de Deus encarnar que isso pede nós assim como sempre muita delicadeza mas eu gostaria de de trazer uma reflexão porque eu me recordo na época da Mocidade Espírita não faz muito tempo não tá gente dizia o assim olha é espírita não chora por conta da Morte né a gente não precisa chorar porque afinal de contas sabemos que a morte não existe Florêncio para Tereza É isso mesmo escrita é meio que em diante da morte eu acho que Espírita pra passeia sabe o fato da gente ser no espírito imortal não exclui de geito algum Ainda bem que não há possibilidade da gente se emocionar de chorar as perdas naturais da vida né Quatro que você natural de fazer parte porque dizer que a gente não sinta e Que bom que a gente pode chorar porque se a gente não chora virar sintoma né e quantas vezes a gente não consegue juntar que esse sintoma que a gente atenção Chorus não choradas né então chorem muito chora em bastante é bom chorar agora a choro de

te não chora virar sintoma né e quantas vezes a gente não consegue juntar que esse sintoma que a gente atenção Chorus não choradas né então chorem muito chora em bastante é bom chorar agora a choro de choro uma coisa é um choro de revolta de não aceitação né Outra coisa eu choro de saudade eu sou de Nilda é um show de dizer valeu a pena ela tem muitos tipos de choro aqui o que te ajuda aquele choro que te dá um salto que te ajuda a fazer movimento eu choro muito bem vindo Agora seja desenrolar o choro de revolta ante tudo bem isso passa também a gente também algumas coisas voltada a vida toda né as vezes a gente fica revoltado porque a gente tá perdendo uma ilusão é a morte é perda de Ilusões muitas ilusões então às vezes a gente tem dificuldade de concordar com essa Despedir das razões naturais desistir E aí a gente resistir uma garantia existe a gente ficar fazendo birra batendo o pé um monte de coisas isso isso não traz a pessoa que ter de volta né mas quando você desistir de fazer em era um choro que vem do seu coração Esse é um choro que Jesus diz que é bem-aventurados os aflitos a produção que o Haroldo fez dessa palavra sinto é bem-aventurados os resultados porque serão consolados Floresta nosso aqui e bonito isso né a pedir desculpas aqui nos assistiu eu não sou muito bom de calcular tempo o Eu achei que o meu roteiro conseguiria diga não se encaixar nos 20 minutos que nos ofereceram de fato não se encaixou muita coisa ficou por ser dita Então pessoal eu vou lenço eu peço desculpas pela fragmentação bom quem vive no mundo das ideias como nós os filósofos digamos assim não é tem uma grande dificuldade de se encaixar as normas então eu peço desculpas a todos os que os que nos assistiram e assim essa expressão essa expressão do bem-aventurados os enlutados que serão porque serão consolados ela ela calou fundo da minha alma viu Ana só é ser só agora o pé dele através do céu que coisa que coisa interessante isso minha Voca também a palavra enlutado a palavra luto choro

ue serão consolados ela ela calou fundo da minha alma viu Ana só é ser só agora o pé dele através do céu que coisa que coisa interessante isso minha Voca também a palavra enlutado a palavra luto choro minha vó que há uma consideração eu acho importante o Mike e que pode pode nos trazer alguma clareza nessa nesse nosso momento reflexivo é de cola impactos Colin parkes e um grande estudioso sobre os processos de perda é sobre processo de luto e cola em parques nos diz o seguinte que o luto é o preço que nós pagamos por muito termos amado e essa é uma expressão essa é uma expressão é é muito muito forte e sem sombra de dúvidas todos nós que estamos e lotados sob a perspectiva da espiritualidade sobre a perspectiva da transcendência quando nós introjetamos de fato a a ideia da perenidade da vida e quando eu falo aqui perenidade da vida eu estou falando da vida espiritual sem sombra de dúvidas em algum outro momento esse investimento de amor que nós fizemos aqui na terra nas as relações é retornará centuplicado em um outro em um outro momento existencial quando eu quando eu tive a experiência eu gosto de usar experiência de perda porque existem existem alguns discursos que são discursos muito falaciosos no nosso modo noite Espírita gente precisei desconstruindo essas coisas aos poucos o que a gente diz assim que não perde ninguém não a gente perde sim limpada relação a gente perde a referência física entre outros entre outros fenômenos da morte da corrente então quando eu te enviar a minha penúltima experiência de perda com que se estabeleceu com o Sidney da Silva Rocha o companheiro com quem eu convivi o 22 anos e com quem eu construir o grupo espírita Sheila ele teve um câncer de pâncreas já no estado muito avançado e não ficou muito tempo do diagnóstico até o processo de morte dele é eu eu entrei no processo de luto é muito doloroso é porque tudo o que eu via é internos hospitais e diga-se de passagem a o grupo espírita Sheila é o meu maior sentido de resistência tinha a marca É

é eu eu entrei no processo de luto é muito doloroso é porque tudo o que eu via é internos hospitais e diga-se de passagem a o grupo espírita Sheila é o meu maior sentido de resistência tinha a marca É como tem a marca do desse desse querido deste querido companheiro então foi inevitável sentir a dor é em que Pese o fato de ser médium de ter uma característica de mediunidade positiva de sentir os espíritos como como eu sinto a falta da referência física foi extremamente assustadora e abriu de fato uma solução de continuidade mas nos necessidades emocionais e eu fiquei é muito muito entristecido e Obviamente as lágrimas se fizeram acompanhar por longos e longos dias Elizabeth kubler-ross que é uma grande estudiosa de processo de morte e morrer hein e da S10 digamos das referências que nós está na tô lojista nos utilizamos né sobretudo nesse nesse nesse nesses últimos 50 anos ela ela faz um cisne que existem fases é pelas quais um indivíduo atravessa até chegar um processo de aceitação é repetida da finitude em via de regra por conta de todos esses valores que nós que são valores superficiais que nós alimentamos nas nossas na nossa sociedade como lentes é através das páginas temos o mundo nós vemos Oliver nós dizemos a nós mesmos nós temos as relações tem nos peito estagiar em nos degraus nos níveis talvez mais Dolorosos desse caminho que não me fale não me falhe a memória apresenta cinco etapas é de ordinário na perspectiva de Elizabeth kubler-ross e eu concordo com isso por conta dos estudos que nós vamos fazendo diante de processos de finitude é diante de antes da do processo de aceitação da perda de alguém normalmente novos Sargentos navegação na raiva e na barba Na barbearia na depressão na depressão e na barganha melhor dizendo então ficamos nessas quatro partes de na grande maioria das vezes nós vacilamos nessa fase o que gera no psiquismo Uma demanda é é afetiva extremamente significativa é colocando o expondo o organismo a um estado de contingência de ansiedade é extremamente doloroso E aí é

acilamos nessa fase o que gera no psiquismo Uma demanda é é afetiva extremamente significativa é colocando o expondo o organismo a um estado de contingência de ansiedade é extremamente doloroso E aí é que entra a espiritualidade como uma estratégia de enfrentamento dos processos decorrentes de processos Dolorosos decorrentes da finitude a espiritualidade trás tá na e se esse aporte de segurança e o espiritismo Leite sentido nos ajuda em que Pese a dor que é real nos ajuda a pensar no futuro como como digamos uma realidade plena de esperança onde a vida existe um da vida é é processo e para além do fenômeno biológico da Morte que é uma realidade mas que significa apenas uma passagem nos conferindo aquele aquele sentido de um e eu vou usar novamente a esperança aquele sentido de real esperança de um encontro novo com aqueles que nos antecederam e para com para concluir eu utilizei muito no meu trabalho de luto da escrita Eu já conversei em outras em outras e outras Labs sobre essa metodologia que é conhecida como como método autobiográfico e o método autobiográfico me revelou também ser um grande instrumento terapêutico aliás diga-se de passagem em todos os nossos processos cinco terapêuticos a autobiografia ou as narrativas de vida das histórias orais de vida elas estão presentes e favorecendo aos terapeutas em seus processos de disputa materiais necessários sobre o funcionamento subjetivo dos seus pacientes e possibilidades digamos assim de encontro de caminhos que possam ressignificar as suas dores e aí eu entendo também que o método do seu método alto autobiográfico técnicas oriundas do método autobiográfico elas favorecem muito trabalho e trabalho dessas nossas dores sobretudo a dor do luto e foi por isso que eu escrevi o livro partiste em memória narrativa educação para a vida EA morte quero dizer que não estou fazendo Market nenhum mas apenas trazendo essa oportunidade de expor o meu sentimento obviamente conectado com a a teoria Porque nós não podemos deixar

o para a vida EA morte quero dizer que não estou fazendo Market nenhum mas apenas trazendo essa oportunidade de expor o meu sentimento obviamente conectado com a a teoria Porque nós não podemos deixar de valorizar a ciência como esse como esse este Campo é valioso do conhecimento que nos confere a qualidade de vida digamos assim porque esse é um dos objetivos da ciência e assim nessa escrita nessa partilha das narrativas de vida das minhas experiências conectadas com o campo científico eu consegui re-significar é a minha dor me reposicionar existencialmente e recomeçar a vida na ausência física daquele que foi uma grande referência de afeto na minha existentes muito bem Tem uma questão trazida aqui pelo Edson Menezes através do canal da febre TV ele Pergunta assim Ana e florent o fato da morte nos faz ficar cada dia Desde desacreditado da Vida nas pessoas na caminhada no continuar eu vou continuar para que foi encerrar a questão dele assim quer começar enfrentar perguntando assim fato da gente morrer então o quebra o sentido Então é isso gente ainda tá numa perspectiva de que a gente só pode se entregar o está inteiro naquilo que é permanente Mas a vida humana ela acontece justamente no inverso disso a vida humana ela acontece na empregabilidade na impermanência né Nós não sabemos Quando é que a gente vai morrer nem de QG não só morrer que a gente não sabe a gente não sabe nada que faz acontecer nós podíamos imaginar aqui em 320 a gente já tá vivendo essa com a Denise enorme desse jeito que a gente não podia estar no Natal com os nossos entes queridos abraçando comemorando o dia 25 imaginaríamos isso então a vida humana ela nos É sim o reencarnante mesmo planejando a sua reencarnação no seu a gente não planeja para pormenor nenhum a gente planeja os pontos principais aqueles que influem de maneira impactante estilo tudo mais corre por conta não é de um todo muito maior do que a gente que constitui a existência então a vida humana ela é toda ela acontece toda assim eu feio do destino ele vai ter vai

ctante estilo tudo mais corre por conta não é de um todo muito maior do que a gente que constitui a existência então a vida humana ela é toda ela acontece toda assim eu feio do destino ele vai ter vai ter sendo né o nosso destino nem assim permaneça mesmo quanto mais a gente tem consciência disso melhor a gente pode viver a vida porque sim não adianta a gente não querer viver a vida porque ela não tem previsibilidade porque ela não é não é de certeza se ela não é seguranças né A vida tá aí para gente de qualquer maneira que a gente viver a vida tudo vai recomeçar essa vida te a outra começa outra começa outra Comércio e sempre recomeçaremos seja aqui na vida física ou na vida espiritual independente da gente gostar ou não Agora quanto ao sentido da vida é uma questão que tá aposta para o homem o sentido da vida não nos é dado como algo genético o álbum extintiva é algo que através né do nosso vive árbitro a gente vai ter sendo a medida né que é uma a vida vai se dando e continuado o Lourenço nossa é é é é essa e esta consideração do Éder me faz essa consideração do Éder me faz observar com um pouco mais de preocupação para os substratos de argumentos de conceitos de valores que nós temos alimentado ao longo do tempo e eu vou eu vou pedir a permissão para mim dirigir diretamente a Éder Éder segundo uma uma psicoterapeuta de repente indiana que prefaciou o livro espiritualidade transcendência de cal Gustav Jung Oi e a espiritualidade está presente na vida da criatura humana aproximadamente trinta mil anos Isso é algo para se pensar é uma variável antropológica sociológica e psicológica e abre espaço digamos assim para para construção uma construção muito vasta digamos e de conhecimento e um e e abre espaço também para um convite ao mergulho na nossa na nossa própria Essência só que a 10 ponto da espiritualidade como uma dimensão humana está presente na sua estrutura mais de 30 mil anos nós temos aí do século 19 Esse é o presente momento o influência de filosofias materialistas e adquiriram

da espiritualidade como uma dimensão humana está presente na sua estrutura mais de 30 mil anos nós temos aí do século 19 Esse é o presente momento o influência de filosofias materialistas e adquiriram Digamos um corpo muito sólido em nosso bem social e que uma certa forma tem direcionado ainda que De forma inconsciente o nosso existir o nosso pensar sobre o mundo nós estamos falando do niilismo nós estamos falando do existencialismo e nós estamos falando do positivismo Então quando você fala quando você aborda essa questão de que a morte é o nula a nossa a nossa vontade de viver se eu puder usar essa expressão e espero que se você tiver nos Assistindo ainda que você me corrija posteriormente você me faz pensar no lirismo que foi digamos uma perspectiva muito na frente a corrente em que a razão de existência da criatura humana é um nada no entanto a gente começa a se perguntar se a razão da existência da criatura o que o destino da criatura eu nada é nós abriremos um espaço muito grande para relativização dos valores morais e não é isso que acontece porque parecem-nos que dentro de nós existe uma força que nos impulsiona a busca de valores reais de valores de valores que dizem respeito ao cultivo por exemplo das das virtudes ao cultivo das relações a busca de sentido para viver a partir desta desta deste sentimento que Nós aprendemos e 15 em que nos acostumamos desde cedo a chamar moço de amor então parece que não sentido inato eu poderia dizer bom e como Espírita dele aqui espiritualmente isso já está marcado nas nossas estruturas da consciência que se vale a pena viver vale a pena viver por tudo quanto nós podemos aprender em termos de cultivo da da amorosidade em todos os em todos os sentidos e comprando na morte a finalização de um ciclo que se abre para nos apresentar e é o lugar de onde todos nós procedemos então meu amigo não pensa a vontade de viver não vale a pena viver e o maior sentido da vida é exatamente na morosidade no quanto de alma eu vou usar essa expressão no quanto de alma nós

ós procedemos então meu amigo não pensa a vontade de viver não vale a pena viver e o maior sentido da vida é exatamente na morosidade no quanto de alma eu vou usar essa expressão no quanto de alma nós colocamos naquilo que nós fazemos a alma aí nas suas relações naquilo que você faz você sobra de dúvidas é você vai encontrar um sentido para continuar vivendo a respeito da Morte que nos Ronda a todos os instantes e olha eu estou assim Encantado né é sempre muito bom é o vê-los Com tamanha delicadeza e tamanho a alma vocês dois sempre Coloca muita alma a certo né e isso é muito bom mas infelizmente chegamos ao fim né é esperamos contar com os dois outros momentos porque o momento nos perde né atenção e cuidado essas questões da Morte e do viver da transcendência e da existência né mas isso é da Alegria de ter aí a natureza o Florêncio Anton né compartilhando conosco um verdadeiro banquete mas quando nós estamos chegamos ao final Eu até peço desculpa de verdade tem não ter um momento aí para as considerações finais que a gente já vai para o outro bloco tá meus amigos muito obrigado viu a Nossa Alegria obrigada Ana da nossa alegria e da alguns informes é quente tiver precisando de uma palavra amiga os nossos companheiros do espiritismo.net estarão é estão na verdade é no chat do atendimento fraterno pode lá colocar as suas questões é tudo sigiloso né com cuidado com amorosidade Enfim então têm essa questão e dizer o seguinte que o próximo bloco o bloco 3 vai aparecer no canal que você está assistindo como ao vivo tá E vai se Encerrar este vídeo e vai começar um lobo e você vai ver no canal que você está acompanhando hummm hummm hummm a legenda vermelha ao vivo e o YouTube vai estar colocando né então é isso meus amigos encerramos aí as reflexões desta tarde e vamos começar o terceiro bloco novamente Oi Teresa e o Floresta decoração mesmo pela morosidade a delicadeza ele compartilhar conosco as reflexões Então vamos lá

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