📺 LIVE COMEMORATIVA – 160 anos de "O Céu e o Inferno" com Jorge Elarrat
📺 LIVE COMEMORATIVA – 160 anos de "O Céu e o Inferno" ✨ Há 160 anos, Allan Kardec nos presenteava com "O Céu e o Inferno", uma obra fundamental que nos convida a refletir sobre a justiça divina, a vida futura e a responsabilidade de nossos atos. 🌟 Realização: Área de Estudo do Espiritismo – AEE, FEEGO e FEB. 🗓 12 de outubro ⏰ Das 16h às 17h 🎤 Expositor convidado: Jorge Elarrat 👉 Será um momento de celebração, reflexão e aprendizado imperdível!! 🔔 Ative o sininho e não perca a transmissão pelos canais Youtube FEEGO, TV Goiás Espírita, FEDF, Facebook FEEGO, Grupo Espírita Mensageiros da Luz e FEB - Lives.
Boa tarde, amigos. Boa tarde a todos que estão nos acompanhando aqui nessa live maravilhosa em pleno dia 12 de outubro, dia de Nossa Senhora Aparecida e dia das crianças. E aqui estamos nós nessa live que é uma iniciativa da área de estudo do espiritismo da FEGO em comemoração aos 160 anos da quarta obra da codificação O céu e Inferno. E nesta live nós teremos um convidado especial. E nós que somos as âncoras e o âncora também dessa live, nós queremos chamar a nossa amiga Eusi Nascimento, assessora da coordenação nacional da área de estudo do Espiritismo no Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira. Euzi, seja bem-vinda. Boa tarde. >> Boa tarde. Muito prazer em estarmos juntos. E também nós temos a nossa amiga, também coordenadora nacional da área de estudo do Conselho da área de estudo do Espiritismo, do Conselho Federativo Nacional e da Federação Espírita Brasileira. Euzita Melo Quinta. Seja bem-vinda, Elusita. Tudo bem? >> Tudo bem, Nazaré. Obrigada a você. Obrigada a todos que estão conosco. Sejam todos muito bem-vindos. >> OK. E aqui também quem fala com vocês é Nazaré Diniz, diretora de unificação da da Federação Espírita do Estado de Goiás e membro da área da Cor. E temos aqui também na nossa sala o professor Ademar, professor Ademar, que é o coordenador da editoria do Espiritismoal. seja bem-vindo à nossa sala, a nossa live. >> Boa tarde. Boa tarde a todos que estão nos assistindo. Eh, mais um prazer estar aqui todos juntos novamente. >> Obrigada, professor. Obrigado, Deus. Obrigado, Deus. E vamos chamar o nosso convidado especial, né, gente, que vai conversar conosco sobre essa obra maravilhosa, que é o nosso querido Jorge Alará, trabalhador da Federação Espírita de Rondônia e também trabalhador do Centro Espírito Recanto da Pressa em Curitiba, no Paraná. Tudo bem, Jorge? Seja bem-vindo. >> Olá, Nazaré. Uma boa tarde para você e uma boa tarde muito especial para as nossas companheiras Euz e Euzita. e ao nosso queridíssimo professor Ademar.
, no Paraná. Tudo bem, Jorge? Seja bem-vindo. >> Olá, Nazaré. Uma boa tarde para você e uma boa tarde muito especial para as nossas companheiras Euz e Euzita. e ao nosso queridíssimo professor Ademar. Sejamos todos muito bem-vindos para esse nosso estudo de hoje. E eu me sinto muito honrado pelo convite que me foi feito para que nós possamos hoje estudar essa obra tão importante que é o céu e o inferno. >> Maravilha. Então, para nós começarmos o nosso estudo da tarde, nós vamos convidar a nossa companheira Eusi para fazer oração inicial para nós. Tudo bem, El? Com todo o carinho, amigos queridos, convido a todos para estarmos vibrando nossa alma em gratidão pela oportunidade que nos é dada para que nós possamos debruçar sobre este assunto tão relevante. E agradecemos a Kardec, agradecemos a Jesus e agradecemos, Senhor, por estarmos na sua seara. abençoe-nos, guie-nos, conduza-nos, se conosco. Assim seja. >> Assim seja. Obrigada, Euse. Então, pra gente, pra gente aproveitar bem o nosso tempo, né, nesse domingo, nós pedimos ao nosso querido Elará que nos apresente a obra O céu e Inferno. E depois nós vamos entrar com as perguntinhas. E aproveitando também convidando o nosso pessoal que está nos assistindo e quiser contribuir conosco, que deixe a sua contribuição no chat, uma pergunta e vamos lá. Ela, fica à vontade. >> Muito obrigado. Bom, como todos nós sabemos, o período de trabalho de Allan Kardec na condição de codificador da doutrina espírita, ele inicia em 1857 com a publicação da primeira obra, O livro dos Espíritos, e ele publicaria várias obras depois, mas entre as várias obras que se seguiram no livro dos espíritos, existem quatro que se destacam de uma maneira muito singular. O livro dos médiuns, o Evangelho segundo o Espiritismo, a obra que vamos tratar hoje, o céu e o inferno, e o livro A Gênese. O livro dos espíritos, ele é composto de quatro partes, como nós bem sabemos. Primeira parte do livro, que vai da pergunta um até a pergunta 75 traz um conjunto de verdades mais
o, e o livro A Gênese. O livro dos espíritos, ele é composto de quatro partes, como nós bem sabemos. Primeira parte do livro, que vai da pergunta um até a pergunta 75 traz um conjunto de verdades mais científicas. E Kardec desdobraria essa primeira parte de o livro dos espíritos quando analisa esses conteúdos no livro A Gênese, ou seja, a primeira das partes foi desdobrada na última das obras que ele produziu. A segunda parte da obra, que vai da pergunta 76 até 613, é o conjunto de perguntas que foram desenvolvidas sobre a vida no mundo espiritual, a vida dos espíritos, a relação deles com os homens. E esse material ele está bem trabalhado na segunda obra importante que Kardec produziu, que é o livro dos médiuns. Então a segunda parte está desdobrada especificamente no livro dos médiuns. A terceira parte do livro dos espíritos, que vai da questão 614 até a questão 919, a, é aquela de Santo Agostinho, são as questões em que debatem um ponto importantíssimo da obra, que são as leis morais, comportamento da criatura humana diante das leis divinas. Esse conjunto de perguntas deram motivação para a criação de um livro muito muito conhecido de Kardec, que é o Evangelho Segundo o Espiritismo, uma análise de pontos do Evangelho sobre a ótica espírita. E a quarta parte do livro dos espíritos, chamado das esperanças e consolações, fala do destino das criaturas após a morte. O que acontece com a criatura em termos da justiça divina do outro lado da vida? Este, esta quarta parte de o livro dos espíritos deu origem a esta obra chamada O céu e o inferno, publicada em 1865 e que agora, evidentemente, no nosso mês de agosto, ela completou 160 anos de publicação. E é uma obra muito interessante. Por quê? porque ela rompe de uma maneira bastante definitiva as relações do espiritismo com as matérias religiosas. Porque no livro dos espíritos, aqui está colocado no frontispício da obra e o livro dos espíritos, na abertura desse material, lá em cima está escrito filosofia espiritualista.
as matérias religiosas. Porque no livro dos espíritos, aqui está colocado no frontispício da obra e o livro dos espíritos, na abertura desse material, lá em cima está escrito filosofia espiritualista. Ele não apresenta esta obra como se ela fosse de fato uma religião. Até mesmo o livro Evangelho Segundo Espiritismo, ele aborda os aspectos morais da criatura humana. Mas é no livro O Céu e o Inferno que as matérias diretamente voltadas para a questão das religiões são abordadas. Porque o livro céu e o inferno foi composto com a seguinte motivação, mostrar como é a visão da doutrina espírita sobre a justiça divina. Isso é tão forte que Allan Kardec quando construiu esse livro deu dois títulos a ele. Chamou de O céu e o inferno e também chamou esse mesmo livro de A justiça divina segundo o Espiritismo. Por quê? Porque essa essa obra ela vai exatamente examinar as questões referentes a como que a religião apresenta o destino das criaturas após a morte, mais especificamente a visão que o chamado cristianismo assim possui. Então, é uma obra que transita por pontos significativos, como por exemplo, o que são os anjos e o que são os demônios. na visão espírita, o que é o céu, o que é o inferno? O que é o purgatório? Depois traz um capítulo muito interessante que é o capítulo 7, aonde estão encerradas questões interessantíssimas sobre o Código Penal da Vida Futura, aonde Allan Kardec analisa os meandros do processo da própria justiça de Deus olhada pela ótica espírita. E ele vai culminar esta primeira parte da obra com um capítulo que trabalha sobre aquela discussão sobre a proibição de evocar os mortos de comunicabilidade com os espíritos. Isso vai estar também trabalhado na primeira parte, que é uma parte mais voltada para os aspectos filosóficos. é uma espécie de filosofia religiosa, aonde ele avança para os assuntos atinentes da religião, a morte, o julgamento, o destino das almas, o que que vai acontecer, como é que Deus interpreta o destino das criaturas, que é matéria substancialmente discutida
ara os assuntos atinentes da religião, a morte, o julgamento, o destino das almas, o que que vai acontecer, como é que Deus interpreta o destino das criaturas, que é matéria substancialmente discutida dentro dos ambientes religiosos. Então ali você vai ver inclusive Kardec transcrevendo parte de discursos de homilias produzidas no ano de 1860 em algumas igrejas e daquela época em que ele viveu. Ou seja, você tem a chance de respirar um pouco do clima religioso da época que Kardec esteve conosco. Mas essa é a primeira parte da obra em que ele avança para um aspecto mais teórico. A segunda parte da obra magistral espetacular, Kardec vai nos oferecer 68 casos de espíritos depois da morte. como é que eles estão classificados de acordo com as similaridades de sua condição de felicidade e infelicidade no mundo futuro. Nós vamos encontrar ali um capítulo específico só de espíritos felizes, mostrando a condição desses espíritos do outro lado da vida. São 18 casos só de espíritos felizes. E o interessante ali, Nazaré, é que tem velhos, tem novos, tem homens, tem mulheres, tem espíritas e não espíritas, tem ricos e tem pobres, tem pessoas do agora e pessoas do passado, mostrando que a condição de felicidade dos espíritos após a morte não depende exatamente disso, mas daquilo que está contido na questão 982 de O livro dos Espíritos. onde assevera que não é a religião que determina a felicidade das criaturas, mas sim a prática do bem. Seguindo-se a esse capítulo extraordinário sobre os espíritos felizes, Kardec também vai nos ofertar várias discussões sobre outras situações no mundo espiritual. espíritos em condições medianas não estão nem em sofrimento, mas nem numa felicidade maior. Então, numa condição de relativa felicidade. Apresenta os espíritos em condições de sofrimento, espíritos sofredores. Tem um capítulo específico sobre suicidas, mostrando a situação dos suicidas, o outro lado da vida. também nos oferece informações sobre criminosos arrependidos, de espíritos endurecidos
s sofredores. Tem um capítulo específico sobre suicidas, mostrando a situação dos suicidas, o outro lado da vida. também nos oferece informações sobre criminosos arrependidos, de espíritos endurecidos e vai destacando as características de como essas entidades se encontram no mundo espiritual num diálogo fascinante que nos ajuda a decifrar a naturalidade da vida no além para que a gente perca essa visão muito mística do lado de lá da vida. E termina o livro apresentando um capítulo voltado para as chamadas expiações terrestres. O que seriam as expiações terrestres? histórias de sofrimento humano, determinadas condições vistas do lado de cá e que essas entidades apresentadas do outro lado da vida nos dão algumas indicações do porquê dos seus sofrimentos e da razão pela qual atravessaram todas essas dificuldades. Essa é uma obra que realmente ela vem preencher um vácuo muito grande, que é a decifração de dos conteúdos sobre a realidade nossa do outro lado da vida. Em nenhuma outra obra, Kardec reuniu tantos relatos de espíritos do outro lado eh da vida. E a gente vai poder ver assim que a realidade dos espíritos é completamente diversa e que depende fundamentalmente do que fizemos do lado de cá. Por isso que essa obra O céu e o inferno abre diante de nós um cenário fantástico de compreensão da imortalidade e da naturalidade que a imortalidade da alma tem que representar para todos nós. Muito bem, excelente apresentação desta obra magistral e nós a temos no chat, Vinícius, eh, uma questão da Denise Bouot às 16:11, sendo esta obra, esta uma obra de Kardec tão importante como tantos ensinamentos, porque tão poucos estudos sobre ele? Na verdade, eh, os estudos sobre o livro O céu e o inferno, eles acabam sendo pouco buscados, porque muitos de nós dentro do ambiente espírita já temos a convicção muito clara de da sobre as penas que elas não são eternas, do que que é o céu, do que que é o inferno. E isso acaba diminuindo o nível de interesse das pessoas por este assunto. Porém, a segunda parte da
to clara de da sobre as penas que elas não são eternas, do que que é o céu, do que que é o inferno. E isso acaba diminuindo o nível de interesse das pessoas por este assunto. Porém, a segunda parte da obra, ela é de uma importância incrível para o entendimento do que acontece do outro lado. Esses processos de compreensão que nós temos sobre a obra de Kardec, eles são fenômenos que eles vão se desenvolvendo ao longo do tempo. Nós tivemos um período dentro do movimento espírita Denise Balô, anterior ao ano de 1975, em que havia um certo afrouxamento nessas nossas e eh buscas sobre o estudo de Kardec, mas foi a partir de 1975, com uma campanha deflagrada em São Paulo chamada Comérce pelo Começo que o estudo da obra de Kardec voltou a ser debatido. E em seguida, em 1978, nós recebemos uma página de Ângel Aguar recebida no Rio Grande do Sul. Angelo Aguarô, ele era um uruguaio que havia se naturalizado brasileiro, Peté, presidente da Federação Espírita do Rio Grande do Sul, e ele deixou grandes contribuições nessa área eh doutrinária e ele deixa uma mensagem dizendo da imperiosa necessidade de montarmos um estudo sistemático, senão do Espiritismo sobraria apenas o nome. E é essa mensagem de Ângel Agar que vai ensuflar a vela, que vai impulsionar o barco do estudo sistematizado que é deflagrado em 1983. E quando esse estudo de 1983 é trazido, a obra de Kardec volta a ser muito mais buscada, estudada, conhecida. E há um resgate muito grande de o livro dos espíritos e há um resgate muito grande do evangelho segundo o Espiritismo. Mas, por exemplo, o livro dos médiuns continua sendo um pouco estudado, o céu e o inferno menos ainda, e a gênese muito menos ainda. Então isso faz parte de um de um processo de resgate de tudo isso. Hoje, como o movimento espírita eh está de certa maneira muito confortável com relação à sua compreensão do que é o céu, que é o inferno, que é o purgatório, o que que é penas eternas, anjos e demônios, mostra, demonstra-se um interesse menor por isso, mas é porque a obra não está
lação à sua compreensão do que é o céu, que é o inferno, que é o purgatório, o que que é penas eternas, anjos e demônios, mostra, demonstra-se um interesse menor por isso, mas é porque a obra não está sendo muito bem eh apresentada para todos nós. Particularmente, isso é uma questão particular minha, de todas as obras de Kardec, que é a que eu mais gosto. foi a única que eu li a primeira vez. Quando eu acabei, eu li de novo. E quando eu acabei, eu li de novo, porque eu quis ler que ela revolucionou as possíveis dúvidas que eu pudesse ter eh dentro dos estudos que a gente poderia fazer. Então, nenhuma das outras eu fiz isso. Eu li e me satisfiz lendo. Essa foi a única que eu me fascinei e ela realmente transformou a minha compreensão de vida imortal. Acho que sim. que ela poderia ser mais conhecida, é verdade, mas há uma certa eh visão do movimento espírita de que esses conceitos são sediços e acaba não tendo muito interesse, mas a segunda parte é fascinante. >> Muito bem. Eh, eu queria pedir licença, Nazaré e Alará. Ela já tocou na campanha Comeércio pelo começo, que é algo de muito importante que aconteceu no espiritismo. e ela foi encampada também recentemente pela área de estudo do espiritismo, está no movimento espírita internacional e com base nessa retomada a própria FEB organizou uma série de estudos online que tem por título Estudando o Livro dos Espíritos, estudando o livro dos médiuns, estudando o Evangelho Segundo o Espiritismo, estudando o céu e o inferno, estudando a Gênesis, está à disposição de todos nós e iniciará em fevereiro, nesse mesmo formato, estudando a revista espírita de Allan Kardec. >> Então, graças a Deus, nós estamos eh com essas retomadas de uma forma muito segura e muito bem conduzida. Dê uma olhadinha no Febl e olha só, Elat, uma curiosidade. >> Kardec abre o céu e o inferno com um versículo do Antigo Testamento. Abre aspas. Por mim mesmo juro, disse o Senhor Deus, que não quero a morte do ímpio, senão que ele se converta e deixe o mau caminho e que viva. Está em
inferno com um versículo do Antigo Testamento. Abre aspas. Por mim mesmo juro, disse o Senhor Deus, que não quero a morte do ímpio, senão que ele se converta e deixe o mau caminho e que viva. Está em Ezequiel, capítulo 33. Versículo 11. Como é que Kardec abre uma obra buscando exatamente o Antigo Testamento? E como explicar isto para espíritas e não espíritas? >> É, na verdade o o Espiritismo nunca esteve distante das Escrituras. Nós temos inclusive dentro da dos textos da maior cultura espírita que nós temos no Brasil, Herculano Pires, numa obra chamada O Espírito e O Tempo. Esta obra aqui, nesta obra O Espírito e O Tempo, que está de capa nova, certamente, ele fala na página 103 e na página 104 coisas muito interessantes a esse respeito. Na página 104, ele diz que é o último penúltimo é o último parágrafo do segundo capítulo da segunda parte. Ele diz o seguinte, que o espiritismo ele reconhece a importância das das escrituras, mas não se subordina a elas. Então, existe dentro da leitura que o Espiritismo faz uma proximidade muito grande com as questões sobre eh textos bíblicos. Eh, não para que a gente procure a integralidade desse desse material, mas que a gente procure a sabedoria que os textos possuem, né? porque senão a gente acaba eh validando informações que não são eh as mais interessantes. O próprio Ezequiel, ele também é resgatado dentro desse mesmo livro quando ele trabalha uma citação de Ezequiel do capítulo 18, que diz assim: "Nós temos que parar com a crença de que os pais comeram uvas verdes e os filhos nasceram com os dentes estragados, que é também uma referência ao fato de que eh as lei a lei divina não pune seus descendentes dos os dos pais, dos filhos, né? Porque isso era uma crença muito comum e até hoje existe muitas pessoas que têm essa leitura. Mas a visão que a gente tem é que a doutrina espirit ela se utiliza de textos que estão no Antigo Testamento porque existe muita sabedoria nos textos antigos, muita. Nós temos uma questão em Oro dos
. Mas a visão que a gente tem é que a doutrina espirit ela se utiliza de textos que estão no Antigo Testamento porque existe muita sabedoria nos textos antigos, muita. Nós temos uma questão em Oro dos Espíritos, questão 628 da obra básica. Eu vou ler até aqui um pedacinho dela. Ela é uma resposta longa, mas me interessa só o o foco final que ela tem. Ela diz assim, depois da resposta cumprida, ela fala: "Entretanto, para o homem estudioso, não há nenhum sistema antigo de filosofia, nenhuma tradição ou nenhuma religião a menprezar, porque todos encerram germes de grandes verdades." Ou seja, todas as religiões, todos os ensinamentos, todas as filosofias antigas trazem germes de grandes verdades, que embora apareçam contraditórias entre si, né, graças à chave que o Espiritismo vos dá, é possível entendê-las facilmente. Aí diz, no finalzinho dessa resposta: "Não deixeis de tirar temas de estudos desses materiais. Eles são riquíssimos e podem contribuir bastante para a vossa instrução. Ou seja, nós tomarmos textos religiosos antigos é muito interessante você ler os Vedas, o Vedanta, o Bagavadgita, o Marabarata, o Triptaca, os corpos herméticos, os textos da Cabala, os cantos órficos. Esses textos são antigos, mas eles todos convergem para a reencarnação, paraa lei de causa efeito, para essa mesma leitura que nós hoje temos, porque é uma lei universal. Então, é possível sim retirar bastante sabedoria dos textos antigos. O que nos importa é não nos aferrarmos a ponto de querermos que todas as letras dos textos antigos sejam verdadeiramente coincidentes com o espiritismo, porque elas pertencem muitas vezes a um tempo e a uma cultura particular. E não seria de bom tom que nós torturássemos os textos religiosos até que eles se confessem espíritas, porque a doutrina espírita, ela na verdade não se subordina às escrituras, embore embora as respeite. Quando ele cita Ezequiel, é para mostrar que dentro dos textos antigos existe muita sabedoria e muita consonância entre esses pensadores e as verdades que
ina às escrituras, embore embora as respeite. Quando ele cita Ezequiel, é para mostrar que dentro dos textos antigos existe muita sabedoria e muita consonância entre esses pensadores e as verdades que o espiritismo esposa. >> Muito obrigada. E é evidente que há necessidade de verificarmos o quanto foi importante esta esta sabedoria trazida pelo céu e inferno para desmitificar aquele medo, aquele pavor que as pessoas tinham de um castigo eterno. Como é que um pai misericordioso, sábio e bom submete seu filho a uma situação dessa? Isso afastou muita gente da religião. Por isso que a nossa religião raciocinada vem esclarecer, não é? >> É esse isso é um ponto muito curioso, porque a religião durante muito tempo ela dominou o pensamento ocidental e ela foi muito rígida para garantir obediência. Só que essa rigidez, ela passou do ponto. Ela foi tão rígida, mas tão rígida, que ela se perdeu. E de um certo momento para frente, a religião, que seria um excelente instrumento para eh disciplinar o indivíduo e facilitar a caminhada dele na busca das verdades espirituais, acabou se convertendo num instrumento de dominação, de perseguição, de intolerância. E a partir desse ponto em que ela se movimenta nessa direção, nós vamos ver um recu da sociedade em relação às religiões, que é o que vai acontecer no século XIX, quando a sociedade ocidental dá dois passos atrás em relação à religião e deseja promover uma ruptura com esses conceitos por entender na religião um instrumento de dominação naquele período em que a religião era usada para manipular as pessoas. É compreensível até o pensamento dos homens do século XIX de quererem se apartar da religião em função dos males que ela estaria fazendo, em função dos tabus, dos preconceitos e da a das diversas demonstrações de intolerância que ela apresentava. Então nós, na verdade precisamos de uma leitura tranquila sobre isso. No livro A libertação do sofrimento de Joana de Angeles, ela faz uma observação sobre isso no capítulo 2 da obra, em que ela diz que o homem do
verdade precisamos de uma leitura tranquila sobre isso. No livro A libertação do sofrimento de Joana de Angeles, ela faz uma observação sobre isso no capítulo 2 da obra, em que ela diz que o homem do século XIX, ele não só poderia, como deveria combater o chamado fanatismo, porque o fanatismo religioso era o problema do século XIX. Mas o homem do século XIX combateu o fanatismo, combateu a religião. Tudo bem, a gente até sem religião sobrevive, mas ele combateu a espiritualidade. Quando ele combate a espiritualidade, ele apunhala a sociedade de maneira terrível, porque nós ingressamos no século XIX, século XX, estamos no XX, nesse experimento sociológico de uma sociedade que quer viver longe de Deus. Aí não dá. Aí aumenta a taxa de suicídio, aumenta a depressão, ansiedade, síndrome do pânico e um conjunto de adoecimentos, de fragilizações da criatura humana pela falta de um instrumento poderosíssimo para que a gente consiga enfrentar os nossos desafios, que é o fenômeno da chamada fé. Sem a fé, a criatura humana se estiola e se destrói emocionalmente pela falta de referências para lidar com os naturais desafios que a existência humana possui. Ela eh, mesmo com as divergências religiosas sobre a vida aqui e tal, todo mundo vai se entendendo, vai levando, mas quando chega no momento da dor, da morte, ela bate, a morte bate em todas as portas, né? aqui para nós, o espírito é o é a desencarnação. >> E tem a gente tem todo um aprendizado sobre isso. Eh, na obra céu e inferno, capítulo sete fala sobre o Código Penal da Vida Futura. E eu acho assim maravilhoso estudar esse código, >> porque lá tem tudo e levando-se em conta o período que ele foi escrito também, né? >> E até hoje. Então, aí a gente já conversou um pouco sobre isso, conversamos já. Eu queria que você trouxesse para nós eh o que o estudo que você fez sobre o Código Penal da Vida Futura e para todas as pessoas que estão aqui participando conosco. E eu quero mandar um beijo especial pra minha amiga Denise Balou.
ra nós eh o que o estudo que você fez sobre o Código Penal da Vida Futura e para todas as pessoas que estão aqui participando conosco. E eu quero mandar um beijo especial pra minha amiga Denise Balou. Me deu até saudade das lives. Denise >> Denise Balou >> me deu saudade das lives de ver a Denise aqui no chat tal e os outros amigos que estão aqui também. Mas eu Denise já fizemos live juntos e ia mandar um abraço para todo mundo, em especial pra minha amiga Denise. Mas eu queria que você falasse para nós sobre o Código Penal da Vida Futura. >> Denise Balou é a sensibilidade em pessoa, né? sensibilidade pessoa. >> Eh, o Código Penal da Vita Futura, ele ele foi uma um texto que Kardec concebeu e a gente não pode entendê-lo de maneira absoluta que aquilo tenha sido aquilo porque aquilo era aquilo. Não. Na verdade, Kardec começou a perceber que o comportamento da lei divina, ele poderia se assemelhar a um a um a uma lei, porque conseguia ver os artigos que compunham essa específica lei. E aí ele começou a fazer algumas análises. Olha, parece assim que existe uma uma regra, uma lei que que se conecta. E aí, da ideia de uma lei, ele foi no texto do céu e inferno e escreveu um um trecho do capítulo séo chamado Código Penal da Vida Futura. O que que chama Código? Porque dentro da do direito, código é quando você tem uma lei que ela abraça todos os parâmetros daquele assunto. Então, temos temos o código penal. Ah, Código Penal. Então, é porque tudo sobre a questão penal está naquela única lei, nela está tudo. Então, ela é um código penal. Ah, eu tenho o código de trânsito. Por quê? Porque tudo de trânsito está ali, não tá salpicado em outros lugares. Vai tudo para um ponto só. Quando você tem uma lei que abraça todos os os aspectos de uma determinada matéria, ela recebe o nome de código. Então, por isso que ele dá o nome também de Código Penal da Vida Futura, tentando representar, isso é metaforicamente, uma lei que tentasse, de alguma maneira representar eh os aspectos daquilo que a gente poderia
so que ele dá o nome também de Código Penal da Vida Futura, tentando representar, isso é metaforicamente, uma lei que tentasse, de alguma maneira representar eh os aspectos daquilo que a gente poderia chamar de uma lei do mundo espiritual para a questão penal. Essa lei que Allan Kardec assim definiu, ela possui 33 artigos. Tem nada a ver com a idade do Cristo. É porque passou de 32 e não chegou a 34, então deu 33. Mas não há nenhuma relação mística entre isso. É 33 porque ele foi fazendo e deu a esse tanto de artigos. Só que esses artigos eles vão detalhando assuntos e esses assuntos eles poderiam até ser agrupados em tópicos diferentes. E se nós fizermos uma leitura mais atenciosa do que está disposto no chamado Código Penal da Vida Futura, a gente consegue perceber dentro disso que é como se existisse dentro dessa dessa leitura que o Espiritismo nos oferece 10 tópicos diferentes. É como se nós tivéssemos, Graça Lazarini, 10 itens distintos, estruturando o pensamento de Kardec no Código Penal. Então, esses 10 itens, eles atravessam mais de um artigo, por exemplo, do artigo primeiro até o artigo 5º. E voltando depois do artigo 33, que é o último dele, se você pegar esse elenco de artigos, esses seis artigos, eles vão trabalhar fundamentalmente um aspecto muito importante que é a questão da imperfeição e a infelicidade, que discorre o seguinte: não é possível ser feliz sendo imperfeito. Ponto. Se o destino da criatura humana é a felicidade, nós todos sabemos disso, por que não somos felizes agora? A razão pela qual nós caminhamos para a felicidade e não somos felizes agora e Deus não pode nos antecipar a felicidade, é porque a felicidade está ligada com a vivência do amor. Na medida em que a criatura não vive o amor, não existe possibilidade dela ser feliz. Então, a infelicidade, perdão, a imperfeição conduz à infelicidade. E não existe, não existe, não existe, não existe nenhum espírito do universo que seja verdadeiramente feliz, sendo imperfeito. Então, esses primeiros
dade, perdão, a imperfeição conduz à infelicidade. E não existe, não existe, não existe, não existe nenhum espírito do universo que seja verdadeiramente feliz, sendo imperfeito. Então, esses primeiros tópicos, esses primeiros artigos do Código Penal são para destacar o fato de que toda imperfeição resulta em processo de infelicidade. Não existe possibilidade de alguém, sendo imperfeito, ser feliz, eh, conduzindo à lógica de que naturalmente o espírito precisará liberar-se de suas imperfeições para melhorar a sua condição de felicidade no mundo espiritual. De tal sorte que essa condição de infelicidade, ela não é uma condição exterior. Tarã, aí vem um ponto importante, não é externo. O céu e o inferno, eles estão dentro de nós. Não, não é uma região para onde um espírito vai. Porque se é a imperfeição que produz o sofrimento da criatura humana, então, independente de onde eu estiver, eu experimentarei sofrimento ou felicidade, porque céu e inferno são instâncias da alma, são, na verdade, expressões do meu eu interior e independem do ambiente onde eu me coloque. Então, esse é o primeiro ponto com o qual Kardecen da Vida Futura, eh, mudando significativamente a ideia de que tem uma região para céu, uma região para inferno. Não. Céu e inferno estão dentro de nós e são resultado da nossa imperfeição. O segundo tópico que a gente pode encontrar nesse Código Penal da Vida Futura é sobre o progresso que as almas precisam fazer e a relação disso com o mal que existe dentro de nós. Aí a gente já vai encontrar os artigos 6, 7, 8 e 32 dessa questão. Qual é o ponto central desses artigos? Esses quatro artigos vão trabalhar a seguinte ideia. Se nós temos uma imperfeição, nós sofremos um tanto. Se eu tenho 10, eu sofro pelas 10 que eu tenho. Quanto mais imperfeição se tem, maior a intensidade do sofrimento que se possui. E esse ponto, ele é muito importante para resolver algumas condutas que a gente vê na nossa sociedade, em que algumas pessoas e dizem assim: "Olha, eu já matei uma pessoa, então se eu já
ue se possui. E esse ponto, ele é muito importante para resolver algumas condutas que a gente vê na nossa sociedade, em que algumas pessoas e dizem assim: "Olha, eu já matei uma pessoa, então se eu já matei uma pessoa, eu já vou pro inferno mesmo, então vou matar mais 10. Como se e eu já tô no inferno mesmo, então agora eu vou terminar de fazer. E não é isso que o Espiritismo diz. Não, não, não. Quem tem três imperfeições sofre pelas três. Quem tem quatro sofre pelas quatro. Então, se eu de repente cometi um equívoco e fiz algo de errado, não se lance na no forço do sofrimento buscando novas imperfeições. Ao contrário, tudo que a criatura humana possa fazer para se desembaraçar das suas imperfeições é é positivo, é benéfico para aliviar o seu sofrimento. A medida que o homem vai se transformando e vai se liberando de suas imperfeições, ele vai progressivamente experimentando menos sofrimento. Isso aí já conduz à ideia de que o sofrimento não é eterno e conduz ao fato de que eh não estamos todos nós misturados numa mesma condição de céu e de inferno, mas que quanto mais imperfeitos somos, maior a extensão dos nossos sofrimentos, o que é profundamente alentador e importante. Eh, o importante que a gente a gente faça isso, né? Que a gente procure eh entender esse esse grande mecanismo eh que a vida possui. Então, esse seria o segundo o segundo dos tópicos da da do Código Penal da Vida Futura. Aí temos um terceiro tópico, que esse é muito interessante. Eh, o terceiro tópico, ele vai abordar a questão de que não existe possibilidade de nós alcançarmos a felicidade se houver imperfeição em nós. Sim, a perfectibilidade dos espíritos é que garante a felicidade. Ora, se é a imperfeição que nos dá o afastamento da felicidade, para que eu alcance a felicidade, o que é que eu preciso? Graça, Lazarini, eu preciso me quitar das minhas imperfeições. Eu preciso me liberar das minhas dores. Eu preciso me desatrelar das minhas imperfeições morais. E uma coisa interessantíssima que a gente depreende
rini, eu preciso me quitar das minhas imperfeições. Eu preciso me liberar das minhas dores. Eu preciso me desatrelar das minhas imperfeições morais. E uma coisa interessantíssima que a gente depreende desse texto que Kardec fala aqui é sobre o mecanismo da própria justiça divina. Esse esse mecanismo ele, na verdade ele é bastante interessante pela ótica daquilo que as outras doutrinas costumam colocar Nazaré, porque as outras doutrinas costumam dizer que depois da morte tem um julgamento, Jesus serão julgados e tal, um tribunal vai medir. E e é tão revolucionário o pensamento de Kardec, porque ele vai nos dizer que, a bem da verdade, o juiz é interno, Fabíola Marques, o juiz é interno. Nós seremos julgados por aquilo que fazemos. Quando alguém, por algum motivo, mente, engana, trapasseia, e essa pessoa será automaticamente eh envolvida por si mesma. Não há, não há juízes externos, são juízes internos. É dentro da própria consciência que isso vai acontecer. Não há tribunais para estabelecer o nosso processo de julgamento. Quando o espírito chega no mundo espiritual, sua própria consciência vai apontar para ele o que é que de certo ou de errado ele fez durante a sua existência. E ele mesmo vai estabelecer a sentença para si próprio. É o próprio espírito que sabe quando ele magoou, mentiu, traiu, enganou, roubou, batou. Ele sabe o que faz e a sua própria consciência o acusará daquilo que ele tenha produzido. Então isso é muito bonito de perceber que o juiz está dentro da nossa própria consciência. Esse é um ponto assim fantástico sobre a justiça divina. E no artigo 29 do Código Penal, existe uma declaração de Kardec lá muito interessante sobre isso, porque no artigo 29, Kardecina, ela é misericordiosa, que ela procura resgatar a pessoa. E aí tem um texto que diz assim: "A misericórdia de Deus é infinita, mas ela não é cega". Que que ele quer dizer com isso? Ela é infinita porque ela vai dar ao ao culpado infinitas chances para que ele se recupere. Não há tempo para se recuperar. Quem tem que
infinita, mas ela não é cega". Que que ele quer dizer com isso? Ela é infinita porque ela vai dar ao ao culpado infinitas chances para que ele se recupere. Não há tempo para se recuperar. Quem tem que lutar para se recuperar somos nós que estamos em sofrimento. Mas a a justiça divina, ela não tem um limite. Ah, não, já chegou, foi 10, já foi. Ela é infinita, mas ela não é cega no sentido de que ela enxerga o que tá sendo feito. Não tem como. A gente não conseguirá mentir para Deus das coisas erradas que nós fazemos ou que induzimos os outros a fazerem. os nossos erros, os nossos crimes, a nossa consciência sabe e nós nos seremos acusados pela própria consciência do outro lado da vida em função das dos nossos erros ou das nossas tentativas de praticar o mal. A justiça de Deus pode ser infinita, mas não é cega para os erros que nós cometemos. Um um quarto ponto que existe dentro da justiça divina decorre especificamente de uma leitura muito interessante que às vezes o movimento espírita esquece, que é o fato de que existem atenuantes e agravantes. Eu não sei da onde o movimento espírita tirou que tem uma tabela. Então assim, fulano puxa da perna. Ah, se ele puxa da perna, então ele chutava os outros. Eu não sei de onde tiraram isso. Isso não existe em lugar nenhum. Porque as nossas experiências podem ser prova, pode ser expiação e pode ser missão. Um sofrimento pode ser expiatório, pode, mas ele pode ser provacional e ele pode ser também um uma experiência eh missionária. Imagine você ter uma pessoa que um olho não enxerga e o outro já vê pouco. Aí você vai dizer: "Nossa, mas esse tem muito karma, né? Porque já tem um olho que não funciona e o outro a o que presta é ruim. Meu Deus, deve ser um espírito muito comprometido. Esse é Chico Xavier. Então, a gente não pode fazer essa medida rasa de que se a pessoa experimenta algo, ela deve. Olha para o Sion, dá uma olhada nessa pessoa, os sofrimentos que ela teve. Será que ela tava em expiação ou estava em missão? Tiremos da nossa cabeça a ideia de que
pessoa experimenta algo, ela deve. Olha para o Sion, dá uma olhada nessa pessoa, os sofrimentos que ela teve. Será que ela tava em expiação ou estava em missão? Tiremos da nossa cabeça a ideia de que se uma pessoa sofre, ela está obrigatoriamente em processo expiatório. Ela pode estar em processo provacional ou até missionário. Sim, muitas vezes companheiros experimentam privações, limitações físicas, exatamente para deixarem a demonstração de que mesmo em condições eh mais restritivas, é possível se fazer muito. E nesse trecho do Código Penal da Vida Futura, artigos 11 e 12, vai se tratar especificamente sobre esses atenuantes, os agravantes. Às vezes a gente comete uma mesma falta, mas tem consequências diferentes. Um assassino pode ser órfão, mas ele pode ser bombeiro, ele pode ser advogado, juiz, policial, ele pode nascer pai do homem que ele assassinou. Nossa, existe muitas consequências. para os indivíduos. Alguém que cometeu um delito tem várias consequências para aquilo que ele faz de errado. Então, não existe tabelinha, segundo a leitura que a doutrina espírita nos oferece. Não dá para fazer nenhum tipo de conexão direta de dizer se existe essa consequência, obrigatoriamente tem essa causa ou se tem esta causa, obrigatoriamente conduz a essa consequência. Não existe uma amarração rígida entre uma específica causa e uma única consequência para isso. Não. Isso tudo depende da criatura humana e da singularidade que cada um de nós possui. Somos nós que impusemos a nós próprios as nossas penas em função da necessidade ardente que temos de encontrar a felicidade. Um outro ponto também muito importante que está contido no Código Penal da Vida Futura é sobre a duração da pena. E mais uma vez o Código Penal vem entrar em rota de colisão com aquilo que as doutrinas costumeiramente colocam, porque as doutrinas eh cristãs frequentemente apontam a duração do castigo como sendo eterno. E há aqueles que dizem: "Não, mas está escrito lá que a criatura vai vai arder no fogo
meiramente colocam, porque as doutrinas eh cristãs frequentemente apontam a duração do castigo como sendo eterno. E há aqueles que dizem: "Não, mas está escrito lá que a criatura vai vai arder no fogo eterno". É verdade, tá escrito isso. Vai arder no fogo eterno. Mas não diz que vai arder eternamente no fogo. O fogo é eterno, porque os haverá sempre criaturas em sofrimento e haverá sempre eh complexos de culpa, dores, traumas. Isso vai existir sempre. O fogo será eterno, mas nós não estaremos eternamente nesta condição, porque a duração da da pena depende do que o espírito decide para si próprio. Então, a duração da pena está verdadeiramente ligada ao esforço que o espírito faz para se transformar. Ela pode durar desde alguns tempos curtos, meses, anos, sei lá, dias, até séculos. Se o espírito não empreender sua marcha de transformação, não existe sofrimento eterno. Os sofrimentos terão fim, sempre terão, porque o espírito está fadado ao progresso. Ainda que ele retarde, haverá um momento em que, cansado de tanto sofrer, abre-se a janela para que o espírito comece. processo de recomeço. E isso vai nos conduzir a um sexto ponto do Código Penal, que é talvez o mais conhecido tópico dentro do Código Penal da Vida Futura, que é o artigo 16. É o artigo que fala sobre as três fases eh do processo de reparação da criatura. Então, a regeneração do indivíduo tem três fases: arrependimento, expiação e reparação. Só que tem muitos companheiros espíritas que acham que é isso mesmo, que você eh arrepende, aí você espia, aí você repara e tá liberado. Na prática não é assim que acontece. Na prática é arrepende, espia, espia, espia, espia, espia, espia, espia, espia, espia, espia, espia. Aí consegue reparar se se liberta, porque não é a expiação que liberta a criatura, é a reparação. Então, se eu caio num quadro de expiação, e eu não reparo, repete. Toda expiação não reparada gera eh novas experiências de sofrimento para o indivíduo. Então, se por algum motivo eh o indivíduo espia, mas ele se revolta,
quadro de expiação, e eu não reparo, repete. Toda expiação não reparada gera eh novas experiências de sofrimento para o indivíduo. Então, se por algum motivo eh o indivíduo espia, mas ele se revolta, se debate, foge da prova, eh vive blasfemando, ele não reparou. Então, a a a aquela prova vai repetir o o suicida, por exemplo, eh o que a literatura espírita nos fala e a obra Memórias de um suicida é bastante recorrente neste pensamento. A causa do suicídio vai voltar. Então, o sujeito faliu, aí ele se desesperou porque ele faliu, ele se suicidou, beleza? passa por um período de sofrimento, vai se recuperar e vai ter uma nova encarnação. Qual é a prova que espera por ele? A falência. Porque ele precisa provar que diante da falência ele não cai. Então se ele caiu tem que passar de novo por ela. Não tem jeito. Não tem jeito, porque eu preciso me recuperar diante da lei. Então o espírito precisa passar pelas experiências novamente até se reabilitar. Por isso que a expiação ela pode se repetir várias vezes até que a gente consiga a recuperação, até que a gente consiga a nossa chamada condição em que nós saímos desse estado de sofrimento e verdadeiramente reparamos o mal que a gente fez. Enquanto espiar e não reparar, vai espiar de novo. Então essa é a dinâmica das fases do processo de regeneração da criatura humana. Um sétimo ponto que também a gente encontra no Código Penal da Vida Futura é a referência com relação ao fato de que o lugar aonde os espíritos vão espiar são o mundo espiritual ou os mundos inferiores. Espírito imperfeito não tem acesso a mundo superior, porque os mundos superiores estão reservados para aqueles que já venceram as suas imperfeições. Quando um alguém é muito imperfeito e este alguém muito imperfeito tenta encarnar no mundo superior, não vai ter condição, porque a ele ele não vai conseguir mentir. No mundo superior não se não se consegue mentir, não se consegue trapacear, não se consegue enganar ninguém, porque eu estou vendo seu pensamento aqui num mundo como esse.
le não vai conseguir mentir. No mundo superior não se não se consegue mentir, não se consegue trapacear, não se consegue enganar ninguém, porque eu estou vendo seu pensamento aqui num mundo como esse. Posso até tentar enganar as pessoas, mas eu não consigo por eu Mas eu e eu consigo por no mundo superior não vai conseguir porque eu tô vendo aqui você consegue, mas lá não vai dar porque eu sei as suas intenções, eu sei verdadeiramente quem você é. Então o mundo superior ele acaba não servindo para um espírito atrasado, porque ele tem muitas lembranças do passado dele. Aí não dá para ele se melhorar. precisa de um mundo como o nosso, aonde o embotamento da memória, o corpo denso, ajuda que a gente possa eh conviver com pessoas que tenham um passado bem complicado. Então, o local de expiação ou é o mundo espiritual, mas eles não acessam os mundos superiores, espiam nos mundos inferiores. O oitavo ponto que a gente tem, Nazaré de Nis, o oitavo ponto diz respeito às penas que a gente atravessa, porque pais não pagam pelos filhos, filhos não pagam pelos pais. Não existe, segundo a doutrina espírita, algo nesse sentido? Ah, mas eu vi que fulano teve a mesma prova do seu bisavô, do seu avô. É isto é possível quando o bisavô reencarna como seu neto ou bisneto. Aí ele encontra as consequências, como no caso de Pulento Luçura, que cegou pessoas naquele aquela revolução contra Mário e e Catilina. Então, quando ele renasce como seu bisneto na condição de pubiulentulos, ele vai enfrentar uma cegueira no final da existência, que é eh de alguma forma conexão com a cegueira que ele produziu em encarnação anterior. Por isso a gente vai perceber que eh pode existir uma uma ação desse tipo, mas as penas são pessoalíssimas, elas não estão vinculadas a um indivíduo que fez no passado e seus descendentes estão pagando. Cada um tem responsabilidade direta no Código Penal e responde por si mesmo nas encarnações subsequentes que possa vir a ter. O nono ponto que nós temos sobre o Código Penal
escendentes estão pagando. Cada um tem responsabilidade direta no Código Penal e responde por si mesmo nas encarnações subsequentes que possa vir a ter. O nono ponto que nós temos sobre o Código Penal da Vida Futura é sobre a natureza das penas propriamente, porque é muito comum eh no cristianismo se falar de penas físicas, que o espírito vai sofrer frio, vai sofrer calor, vai ser torturado, como se o espírito experimentasse, como se o fogo, o gelo tivesse alguma possibilidade de ação sobre os espíritos. E isso não é verdadeiro. O dizer do espiritismo, os espíritos não estão sujeitos à ação da matéria. Conforme o item 257 do livro dos espíritos, ensaio teórico das sensações dos espíritos, aonde Kardec analisa que os espíritos não são sensíveis aos agentes materiais. Então, as penas, as penas que os espíritos podem passar não podem ser penas materiais. E é o que é dito no Código Penal da Vida Futura. As penas são todas morais. E ele subdivide essas penas em dois grupos. as penas imediatas, que são as que acontecem logo após a desencarnação, e as penas mediatas, que são as penas que ocorrem muito tempo após a desencarnação. Então, as penas imediatas são ficar preso no corpo, ter a perturbação da morte, não saber se está encarnado ou não, dificuldade para se desembaraçar do corpo, como também a sensação de que se está vivo e, portanto, se eu se eu estou vivo, eu experimento, fico perambulando pela vida. Esse é um sofrimento, mas ele não é físico, não é uma coisa que que espeta, é angústia na alma. E ele subdivide com uma outra parte que seria as penas mediatas, que são penas que acontecem bem mais à frente, que são os remorços, as culpas, as dores, as angústias que os espíritos vivem exatamente pela maneira como eles viveram. E no artigo 24 do Código Penal da Vida Futura, existe a maior de todas as punições que o Espírito pode sofrer, que é a presença das suas vítimas. Se alguém, por exemplo, mentiu, se alguém enganou, se alguém produziu alguma coisa de sofrimento para outras
a maior de todas as punições que o Espírito pode sofrer, que é a presença das suas vítimas. Se alguém, por exemplo, mentiu, se alguém enganou, se alguém produziu alguma coisa de sofrimento para outras pessoas, torturou, matou, mentiu, enganou, roubou, a presença das vítimas será um instrumento para que esse companheiro descubra que ele estava equivocado. Nós vamos eh perceber daí que existe sim do lado de lado da vida muito sofrimento para os espíritos em equívoco. O sofrimento não será eterno. Não será eterno, mas ele é muito doloroso. É muito doloroso e produzindo assim sofrimentos reais nesses espíritos até que eles se libertem suas culpas e iniciem um processo de mudança. Mas o Código Penal da Vida Futura, ele tem uma décima parte que eu considero a mais bonita de todas. A 10ª parte do Código Penal da Vida Futura está no artigo 20, em que Kardec diz que Deus nunca abandona seus protegidos, nunca abandona seus filhos e que os mentores atuam o tempo todo procurando resgatá-los, mas respeitam as suas decisões, respeitam as suas eh as suas condições, né, para que isso consiga consiga ser ser notado. O que que a gente nota de tudo isso? Que nós nas nossas existências podemos viver muitas dores, mas nunca estaremos sozinhos, porque os nossos mentores estarão sempre interessados em produzir em nós uma um auxílio, um socorro. E no livro dos espíritos, na questão 976 da obra básica, que é uma questão da quarta parte, portanto, ligada ao céu e o inferno, existe uma pergunta que Kardec faz. Se o sofrimento dos maus não não tisna a felicidade dos bons, então o que é que os espíritos dizem? que na verdade nós sim temos eh sofrimentos, é verdade, mas como os bons espíritos estão fazendo tudo que podem para nos auxiliar, como os bons espíritos estão fazendo tudo que podem para nos ajudar e sabem que este sofrimento é temporário, isso não tna a felicidade deles. Isso não retira desses indivíduos a capacidade de que eles sejam felizes, mesmo tendo o sofrimento do outro. Por quê? A pessoa
sabem que este sofrimento é temporário, isso não tna a felicidade deles. Isso não retira desses indivíduos a capacidade de que eles sejam felizes, mesmo tendo o sofrimento do outro. Por quê? A pessoa caiu no erro porque assim quis, sairá quando dele quiser. E terceiro, eles estão fazendo tudo que podem para libertá-los do sofrimento. Então, o sofrimento dos maus não tna a felicidade dos bons. Esse Nazaré seria um resumo do Código Penal da Vida Futura que Allan Kardec nos apresenta. >> Que maravilha e que resumo, hein? Obrigada pela Elzi, Elzita, querem comentar, professor, tem alguma pergunta no chat? >> Acho que não há, não há o que o que comentar. Ela foi perfeito. >> E temos também o nosso horário, né? Como é que está Ela? >> Não temos mais questões no chat. Larrat fez uma abordagem fantástica. Tem uma pergunta aqui, Euzita, do é da Alessandro Santana quando ele cita a questão 875 do livro dos espíritos, que na resposta temos o termo tribunal da consciência. >> Sim. Sim. Porque os ah na verdade eh o tribunal que existe é um tribunal interno da criatura humana. E talvez algumas pessoas que estejam nos assistindo possam dizer: "Isso aí não é verdade". Porque eu vi no livro Libertação e tem no livro Libertação um tribunal lá existe. Você vai encontrar no livro Libertação de André Luiz um tribunal no qual Gregório julga uma mulher e a condena. Inclusive, isso também existe um tribunal no livro Bastidores da Obsessão, dos Bastidores da Obsessão. Só que esses tribunais, eles não são divinos. Esses tribunais são estabelecidos por entidades perversas. Isso não faz parte da lei divina. Então você pode realmente encontrar na literatura espírita alguns eh episódios que mostram tribunais funcionando, mas não são tribunais legítimos, são tribunais eh acusatórios, não pertencem à lei de Deus, porque a lei de Deus está escrita na nossa consciência, questão 621 de o livro dos espíritos. E, portanto, não existem, não existe a necessidade de juízos externos a nós para estabelecer
lei de Deus, porque a lei de Deus está escrita na nossa consciência, questão 621 de o livro dos espíritos. E, portanto, não existem, não existe a necessidade de juízos externos a nós para estabelecer eh julgamento sobre as nossas ações. É por isso que a justiça divina nunca falha, porque ela é medida por nós, sobre nós e não com relação a outras pessoas, né? >> Maravilha. Larrá, Lará, aproveitando que a a Denise fez aquela pergunta e aproveitando o momento da dessa live específica sobre a obra céu e inferno, o que que você pode dizer pros nossos amigos espíritas que virão essa live depois, aqueles que estão aqui no chat conosco, sobre a importância do estudo dessas obras que são esquecidas pelos espíritas. E aproveitando o ensejo o ano que vem nós vamos marcar outra live sobre o livro dos médios e lá a gente ainda vai conversa dos doid dois, mas vocês no chat serão testemunhas que nós teremos a o ano que vem sobre o livro dos médiuns, né? Mas assim, vamos conversar com esse pessoal. Gente, nós precisamos estudar essa obra para poder descobrir as riquezas que tem nela. >> Ah, sim. Olha o que que acontece. Às vezes a gente a gente tem o conhecimento espírita, mas não faz a mudança que tem que fazer. Nós somos detentores de saberes espirituais, mas estamos ainda brigando em casa, brigando na casa espírita, criando confusão, guardando mágoa, eh tendo raiva das pessoas, vivendo de uma forma que não é coerente com aquilo que a gente acredita. Por que que isso acontece? Porque nos falta convicção. Se nós tivéssemos convicção daquilo que a gente acredita saber, nós já teríamos feito a mudança. Eu dou só um exemplo. A gente diz assim: "Ah, quando a pessoa perdoa, ela se desliga do seu agressor e vai viver uma nova história, mas o agressor vai ter que se recuperar com outra pessoa." Então, perdoar é sempre bom. Porque eu me liberto da condição de convivência com o meu meu algós e posso viver uma nova história. E enquanto eu não perdoo, eu estou vinculado a ele com grande chance de renascer perto dele. Aí
om. Porque eu me liberto da condição de convivência com o meu meu algós e posso viver uma nova história. E enquanto eu não perdoo, eu estou vinculado a ele com grande chance de renascer perto dele. Aí você fala isso para uma plateia espírita e a plateia espírita diz: "É isso mesmo, é essa é a verdade espírita". E aí vem uma pergunta: "Se você sabe, por que não faz? Por que não faz? Se sabe que o perdão faz, então por que não perdoa? Se você não perdoa, é porque você não tem certeza das suas certezas. E de onde vem esta fragilidade das nossas convicções? A fragilidade das nossas convicções vem da falta do estudo que alicerce nas nossas almas a convicção do que estamos dizendo. Não, porque parece que é assim, parece. é ouvir dizer que, então, enquanto a gente fica no ouvir dizer que parece que é, nós não temos força suficiente para promover a nossa transformação. A nossa transformação, ela é alavancada a partir das convicções. E como é que eu vou conseguir convicção? Através do estudo. Dizia o Buda que a grande razão do sofrimento da criatura humana é o desconhecimento das leis espirituais. Como nós desconhecemos as leis do universo, nós sofremos porque nos apegamos e sofremos à ilusão que é decorrente da ignorância. O Cristo dizia: "Conhecereis a verdade espiritual, conhecereis a verdade e vos libertará, né? Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará do quê? Do sofrimento. Então, enquanto eu não conhecer a verdade, enquanto eu não me apropriar desses saberes, eu vou andar as apalpadelas com incertezas. sem muitas convicções de que eu tenho que fazer isso ou não. Então, é preciso imperiosamente que grupos de estudo de obras sérias sejam sejam abertos, que a gente faça esse tipo de atividade para que a gente ofereça as pessoas. De certa maneira, Nazaré, é até um certo crime você ser detentor de um conhecimento e não repassar isso paraas pessoas, não divulgar o que você sabe. Quantas almas poderiam ser libertadas do suicídio, de uma vida infeliz, de uma história de desamor, se soubessem
or de um conhecimento e não repassar isso paraas pessoas, não divulgar o que você sabe. Quantas almas poderiam ser libertadas do suicídio, de uma vida infeliz, de uma história de desamor, se soubessem das leis espirituais. Então, as casas espíritas, elas têm o dever de abrir esses espaços de estudo. E assim, hoje, eh, nós estamos vivendo um momento de muitas lives, de muitos esclarecimentos via internet, mas a live não abraça, a live não olha no olho, live não acolhe pessoas. Então, para atender o sofrimento humano, que hoje está muito grande, só a casa espírita para oferecer isso. Live não vai oferecer, a gente vai ter instrução pelas lives, mas a casa espírita precisa entender a sua vocação como sendo um instrumento para acolhimento da dor e do sofrimento através do esclarecimento espiritual. E considerando o conjunto de informações consoladoras que essa obra possui, ela precisa ser divulgada. Olha o que é maravilhoso você entregar para uma mãe que tem um filho suicida, de que o sofrimento não é eterno, de que o espírito passa no sofrimento o tempo que ele precisa e que depois ele se recupera, que o caminho dele é a felicidade. Nossa, você sabe que no livro dos espíritos não está dito que o nosso destino é a felicidade. É no céu e inferno que é dito que o destino da criatura humana é a felicidade. Lá tem muita coisa dita no livro dos escritos, mas assim, o destino da criatura humana é a felicidade. Quando ele se liberar da imperfeição, isso não tá lá, isso está aqui. Está no Código Penal da Vida Futura nos artigos 6 a 8, sexto a oitavo artigo, é onde Kardec tratou esse conhecimento e disse: "Não existe felicidade com a imperfeição. Somente libertando-se da imperfeição é que o homem caminha na direção da felicidade e ela está reservada para aqueles que cumprem integralmente a lei de Deus. Então veja como é importante você acessar esses saberes. Isso tô falando da primeira parte. E quando você vai paraa segunda parte da obra, onde você tem a possibilidade de ver os relatos que que
Deus. Então veja como é importante você acessar esses saberes. Isso tô falando da primeira parte. E quando você vai paraa segunda parte da obra, onde você tem a possibilidade de ver os relatos que que Kardec traz, é muito interessante. E eu particularmente tinha 18 anos quando eu li, eu fiquei muito impressionado e depois quando eu fiquei mais adulto, eu me perguntava por que que isso me impressionou tanto. Aí eu fui depois refletir sobre minha própria leitura. razão pela qual me impressionou é pela naturalidade com que Kardec tratava o mundo espiritual. Foi isso. Eu relendo depois, ah, é essa a questão. Porque ele encontra os amigos, ele conversa com os amigos Dr. Demer, Mier Sanson, Anto Custô, a Vilva Fulon, que eram todos integrantes da sociedade parisiense todos espíritos que desencarnaram. Então eu tô aqui hoje com meus amigos, ele desencarnam e eu converso com ele do lado de lá. E aí, como é que foi? Como é que ficou para você? Foi legal? Foi tranquilo? Foi eh como é que como é que você chegou? O que que você nos conta? Gente, isso é fascinante, você ter o seu amigo do lado de lá trazendo informações positivas sobre o que que aconteceu com ele. Então, é essa leitura, é essa possibilidade de enxergar com naturalidade o mundo espiritual, que é o fascinante que a obra tem na sua segunda parte. É como se a gente pudesse dizer que com este livro espírito deixa de ser uma coisa do além e passa a ser uma coisa do quem, porque eles estão bem pertinho de nós convivendo na nossa natural existência ainda de encarnados. >> Obrigada, Ela. Gente, acabou a energia aqui em casa. Tá um temporal aqui onde eu moro. Um barulhão. Energia tá indo e vindo. Vocês estão me ouvindo, né? >> Estamos ouvindo você. >> Não, então nós vamos e vendo você bem mal. >> Estamos vendo a sua sombra, Nazaré. Mas tá explicando. >> É, é tipo o espírito obsessor assim que chega na sua casa. Mas eu não sou não, gente. É só porque acabou a energia. Tá bom. Mas nós queremos agradecer muito Elará. Voltou energia. Queremos agradecer muito
tipo o espírito obsessor assim que chega na sua casa. Mas eu não sou não, gente. É só porque acabou a energia. Tá bom. Mas nós queremos agradecer muito Elará. Voltou energia. Queremos agradecer muito Elará por essa >> por esse. É, pois é, que tá uma coisa bem uma chuva pesadíssima. Queremos agradecer muito a Ela, queremos agradecer a vocês que participaram conosco. Queremos agradecer do fundo do coração os nossos amigos da FEB Lives que estão retransmitindo. E queremos agradecer a todos aqueles que virão essa live no futuro para que eles saibam que a doutrina espírita é consoladora. Com a doutrina espírita, nós sentimos, aprendemos o amor de Jesus por cada um das suas criaturas, por amor de Deus, né, por cada um das suas criaturas. E o amor de Jesus naquela forma do irmão muito próximo que chega, te abraça e diz assim: "Confie, eu estou aqui com você". Então, >> muito obrigada, Elah. Muito obrigada, Euzia Euzita. Professor Demar e as palavras finais de vocês, por favor, paraa gente encerrar e o Ela Rá fazer a prece final para nós, viu, gente? >> Exatamente. Então, quero agradecer intensamente, muito aprendizado. Muito obrigada. Deus te abençoe, Lará. Continue. Precisamos muito de você e do seu conhecimento. Obrigada. Gratidão ao Ela, a todos vocês que estão e estarão conosco. E o o Elará fez uma pontuação fantástica. Realmente, eh, nada substitui o presencial. o online veio para ficar e nos promove facilidades como essa de nós estarmos eh nessa troca de informações. Mas o papel da doutrina espírita repousa em quatro pilares: acolher, consolar, esclarecer e orientar. Então isso é que nós temos que nos conectar e realmente agir dessa forma. eh, contrato assinado para o próximo ano com 165 anos de livro dos médiuns. Pode ser. >> Olha, deixa eu deixa eu dizer uma coisa para vocês. Aqui nem todo mundo tem intimidade com matemática, mas eh todos os anos existe uma obra básica que está num ano particular. >> Uhum. >> Todos os anos. O o as obras foram colocadas em anos que
a vocês. Aqui nem todo mundo tem intimidade com matemática, mas eh todos os anos existe uma obra básica que está num ano particular. >> Uhum. >> Todos os anos. O o as obras foram colocadas em anos que sempre tem um tem tem uma que está em destaque. Então quando termina com zero é do livro O céu e inferno. Quando termina com zero e quando termina com cinco. Quando termina com um e termina com seis é o livro dos médiuns. Quando termina com dois e termina com sete é o livro dos espíritos. Quando termina por três ou termina por oito, é a Gênese. E quando termina por quatro ou por nove é o livro, o Evangelho Segundo Espiritismo, tá? Então é aí que a gente vai encontrar eh esse processo de desenvolvimento anualmente das nossas dos nossos estudos. Então, todo ano vai ter que ter um aqui. Se for colocar, vai ser todo ano um contrato. >> Ué, se você não tiver nada contra, vamos todo ano ter um contrato. Fechou? Estou à sua inteira, estou à inteira disposição. >> Já sou muito velhinho. Sou muito velhinho, mas enquanto tiver por aqui, >> a gente vai tentando. >> Não, ela antes deve só estar jovem há mais tempo, assim como nós. Isso aí. >> Eu acho tão engraçado ela falar que é velhinha, ele é mais novo que eu. Ohô meu Deus. Eu fico me sentindo mais velha ainda. Gente, eu ela antes do professor falar e antes de você fazer a prece final, eu gostaria que você fizesse um fizesse, falasse alguma coisa pra Bianca Rinaldante do comentário que ela fez aqui, ó. >> Já >> 1710. Bianca Rinald, vamos mostrar o comentário da Bianca. >> Verdade, porque quanto mais eu entendo, menos sofro. Mas não é fácil e rápido entender e sentir-se colocando em prática o que entendeu. A mudança é uma luta interna muito grande. Não, não tenha dúvida, Bianca. Não tenha dúvida. Mas essa é a beleza da vida. A gente ir se transformando de lagarta em borboleta é um processo muito lento. O importante é nós estarmos atentos a isso. E de onde vem a nossa motivação para mudança? Pela percepção que nós temos do bem que nos faz.
nsformando de lagarta em borboleta é um processo muito lento. O importante é nós estarmos atentos a isso. E de onde vem a nossa motivação para mudança? Pela percepção que nós temos do bem que nos faz. empreendermos a mudança. Há uma obra de Joana de Angeles chamada Jesus e Atualidade. Deveria estar aqui no meu na minha estante. Jesus e atualidade é o primeiro volume da série psicológica. E nesse volume, no primeiro capítulo da série, Joana diz exatamente isso. De onde vem a força para mudança? Da felicidade que vem de saber que conseguir mudar. E também eu dou um passo, digo: "Meu Deus, como eu me sinto bem em ter mudado". Aí isso me motiva a dar o o segundo passo. Então nós caminhamos pela alegria, pela felicidade que vem ao percebermos as vitórias que nós conseguimos fazer. Então a gente olha para trás e diz assim: "Eu consegui vencer aquela mágoa, eu consegui vencer aquele aquele vício, eu consegui perdoar aquela pessoa". E essas nossas vitórias morais, elas são talvez o que de mais importante viemos buscar na existência. Conhecimento espírita é suporte, mas o que a gente veio de fato buscar foi a nossa transformação moral. O espiritismo nos ajuda muito, mas o conhecimento por si só não é o nosso objetivo nesta encarnação, e sim a mudança. E que bacana saber que você está fazendo esse processo de transformação. É lindo a gente olhar para trás e sentir que venceu determinadas imperfeições morais. >> Certíssimo. Os agradecimentos do professor e depois a gente passa para rápido a nossa final. Gratidão Lá por tanta informação, por tantos esclarecimentos e que esses esclarecimentos que foram dados agora sirva de motivação para as pessoas que estão assistindo e vão assistir posteriormente possa buscar esses conhecimentos na leitura do livro. Obrigado por ter participado conosco nesse trabalho da área de estudo espiritismo da FEG Goiás. Muito bem, Nazaré, você quer falar alguma coisa ou ela travou? Não, só agradecer mesmo e passar a palavra para você, fazer a prece para nós e
nesse trabalho da área de estudo espiritismo da FEG Goiás. Muito bem, Nazaré, você quer falar alguma coisa ou ela travou? Não, só agradecer mesmo e passar a palavra para você, fazer a prece para nós e agradecendo muito ao pessoal que nos ajudou nessa live. Obrigada, viu, Larra? Obrigada, gente. Então, >> obrigada. Nós queremos agradecer assim ao nosso amigo Vinícius que tá aí nos bastidores, nos ajudando. Vinícius, cadê você, Vinícius? >> É verdade. >> Vinícius fica nos bastidores, gente. Ele é uma é uma gracinha. Eu falo para ele que eu sou fã do Vinícius. Aí eu falo para ele, eu já falei para ele, falei: "Vinícius, eu sou seu fã. Nazaré, não é? Que era chamado de anjo. >> É, ele é o anjo lá. Tá escrito anjo mesmo. Tá bom. Obrigada, viu, Vinícius, pela sua participação. Tá aí nos bastidores, fazendo tudo que a gente precisa nos orientando. Então, vamos orar. >> Vamos orar. Senhor, o quanto te agradecemos por essa mensagem consoladora que tu nos ofereceste, por esse mar de verdades espirituais que nos inunda por dentro e nos faz perceber a extensão da tua misericórdia. pelas bênçãos que depositaste nos nossos caminhos, quando retiraste dos nossos olhos a venda que nos impedia de ver a realidade da vida transcendente. Nós, os teus filhos frágeis, te agradecemos profundamente a oportunidade que nos concedeste nesta existência de compreendermos a nossa condição de imortais antes mesmo de nos defrontarmos com a morte. Obrigado, Senhor, por essa honra e pela chance que tu nos dás de nos transformares em lidadores desta causa, contribuindo de alguma forma para a divulgação da mensagem espírita dos nossos locais, os nossos ambientes, os nossos estados, no nosso Brasil. Concede-nos assim, Senhor, a lucidez sobre o que representa para todos nós a chance de trabalharmos pela divulgação desta mensagem, pela unificação do nosso movimento espírita, pela união das nossas instituições, no grande propósito de divulgarmos a mensagem consoladora do Espiritismo. protege assim todas as instituições espíritas do nosso
icação do nosso movimento espírita, pela união das nossas instituições, no grande propósito de divulgarmos a mensagem consoladora do Espiritismo. protege assim todas as instituições espíritas do nosso país que atuam diretamente no trabalho de unificação, envolvendo carinhosamente os seus diretores, os representantes desta tarefa tão importante para que o nosso movimento espírita prossiga harmônico, coeso e dentro do propósito que tu, Senhor, designaste para todos nós, em que colaborássemos efetivamente, na transformação da humanidade, na construção do mundo novo. Que as bênçãos da tua misericórdia em nos legar uma obra tão extraordinária como o céu e o inferno, enche as nossas almas da certeza de que tu desejas de nós muito mais do que estamos fazendo. E por isso te rogamos, ajuda-nos, Senhor, a concretizarmos entre os homens aquilo que tu sabes que somos capazes de realizar. Enche os nossos corações de coragem e de determinação do bem, para que a paz que vem de ti preencha os nossos corações e guarde os as nossas almas sobre as tuas bênçãos de paz e de infinito amor. >> Ai, assim seja. Obrigada, Elar. Obrigada, gente. Bom final de domingo para vocês. Muito obrigada. Deus, querido. E até o livro dos médiuns, se Deus quiser. >> Bom, >> ou outros, né? >> A gente vai se falando. >> Vai se falando, sim. Com certeza. O penitente, >> isso. >> Obrigada, gente. Obrigada. Ciao ciao.