LIVE | AUTO-OBSESSÃO: POR QUE FAZEMOS MAL A NÓS MESMOS? - Gínia Neiva (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 08/09/2021 (há 4 anos) 29:41 1,560 visualizações

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Transcrição

Olá, corações amigos com muita alegria e nossos corações, agradecendo aos espíritos amigos. Aqui estamos mais uma vez. Agradecemos a todos vocês que aqui se encontram, rogando aos espíritos amigos por esse momento de aprendizado. Pedindo a eles, rogamos aos mentores da Comunião Espírita de Brasília, aos mentores amigos, que possamos aprender com as reflexões de hoje e iluminar nossas consciências. que possamos iluminar as nossas consciências, esclarecer corações em aflições e vamos refletir como somos aprendizes da vida. Estamos aqui para refletir e aprender. Agradecemos a presença de todos que se encontram agora agora ao vivo. Aqueles que vão assistir mais tarde, sejam todos bem-vindos em nome de Jesus. Com a permissão desses mentores amigos e amorosos, nós vamos aprender um pouco mais, refletir e trazer iluminação espiritual para as nossas vidas. Se assim crermos, assim será. Autoobsessão. Porque fazemos tanto mal ou fazemos mal a nós mesmos? É incalculável, meus irmãos, o número de pessoas que comparecem a a clínicas, a hospitais, a consultórios, médicos, queixando-se de vários e diversos males, dores, situações complexas para quais não existe medicamentos eficazes, tratamentos. Às vezes esses irmãos estão já desistindo de si mesmo porque não sabe o que tá acontecendo. E estes são tipicamente, né, portadores da autoobsessão. A autoobsessão é muito mais comum do que as pessoas imaginam. Muito se fala em obsessão. Se fala mais em obsessão do que autoobsessão. Pouco se fala sobre a autoobsessão, né? E a autoobsessão, ela é diferente da obsessão no qual sentido a obsessão é ação persistente que alguns espíritos exercem exercem sobre nós. É uma ação persistente do espírito desencarnado ou encarnado que ele exerce sobre nós encarnados ou sobre também o outro desencarnados. Se a obsessão é ação persistente que alguns espíritos exercem sobre as pessoas, a autoobsessão consiste em você ser o seu próprio obsessor. A autoobsessão é a influência obsessiva da alma sobre si mesma.

a obsessão é ação persistente que alguns espíritos exercem sobre as pessoas, a autoobsessão consiste em você ser o seu próprio obsessor. A autoobsessão é a influência obsessiva da alma sobre si mesma. é a influência obsessiva da alma sobre si mesmo. A criatura passa a ser opressora de si própria, a um verdadeiro campo de batalha em seu mundo interior, em nosso mundo interior, provocando alterações de comportamento no no comportamento físico, no comportamento mental, emocional e espiritual. Então, se eu tenho coisas mal resolvidas dentro de mim, isso vai facilitar a autoobsessão. Assim diz os espíritos. Se eu tenho algo que tá mal resolvido, se eu tenho pensamentos de menos valia, se eu tenho pessimismo, se eu me coloco para baixo, porque a autoobsão é uma tormenta persistente que a criatura exerce sobre si mesmo. Em outras palavras, no que Kardec, o professor Rivaio, Hipolet Rivaio nos traz nos livros falando da temática. Então, se eu vivo prisioneira dos meus pensamentos negativos e pessimista e sufoco, né, aprisionam isso dentro de mim, eu vou acabar tornando uma pessoa autoobsessiva. E aí é um passo também para obsessão, porque nossos maiores obsessores somos nós mesmos. E por quê, né? Por que que somos nós mesmos? Porque os espíritos também se utilizam do que a gente vive, do que a gente pensa, do que a gente faz, dos nossos pensamentos, dos nossos sentimentos, das nossas atitudes. Os obsessores, eles se alimentam das nossos sentimentos, das nossas ações. Então, quando eu tô na autoobsessão, é um caminho para a obsessão, porque a autoobsessão, ela acompanhada de sentimentos ligados à culpa, complexo de de inferioridade, como falamos agora a pouco, de recriminação, que acabam gerando ideias ou crenças inadequadas. Essas ideias e crenças inadequadas distorcem o que é real, o significado real. de todas as situações. Esses pensamentos, eles crescem e sai do nosso controle. Sai do controle. Podem se tornar fonte de graves desajustes emocionais, levando muitas pessoas às terapias.

ficado real. de todas as situações. Esses pensamentos, eles crescem e sai do nosso controle. Sai do controle. Podem se tornar fonte de graves desajustes emocionais, levando muitas pessoas às terapias. Em casos mais intensos, levam as pessoas aos psiquiatras e elas precisam eh tomar medicamentos pesados, mais fortes. Há muitos irmãos que chegam na casa espíritas, nas casas espíritas, né, falando que estão obsidiados, mas na verdade muitos deles estão autoobsidiando-se, né? Ou seja, estão com a autoobsessão e ali eles culpam outros irmãos da situação que eles mesmo se agravaram. Somos nós que damos as ferramentas, né, pra gente se autoobsidiar ou outro irmão nos obsidiar. Mas hoje nós vamos tratar da temática da autoobsessal. Kardec revista espírita lá em 1862, né, já se falava disso lá em 1862. Olha só, não é de hoje, mas hoje nós temos a revelação, o consolador prometido para nos esclarecer. A Kardec traz na revista espírita da segunda forma. É preciso dizer ainda que a gente muitas vezes responsabiliza os espíritos estranhos por maldades pelas quais eles não são responsáveis. Olha só o que eu falei. Muitas das vezes a pessoa chega na casa espírita culpando os espíritos desencarnados, culpando os outros que elas estão sendo obsidiadas. quando na verdade elas estão se autoobsidiando, quando na verdade elas estão fazendo mal a si próprio, porque às vezes temos questões, como falamos no início, questões mal resolvidas dentro de nós e isso vai facilitar a autoobsessão e posteriormente a obsessão. Então vamos tratar todos os pensamentos de menos valia, pensamentos de autorecriminação, de pessimismo. Continuando com Kardec aqui. Então, na revista espírita, Kardec continua falando que certos estados mórbidos e certas aberrações que são atribuídas a uma causa oculta são, por vezes, devidos exclusivamente ao espírito do indivíduo. Muitas das vezes, muitas vezes a criatura é seu próprio obsessor. E é isso que Kardec veio dizer. Responsabilizamos os espíritos desencarnados, os outros, mas na verdade

ente ao espírito do indivíduo. Muitas das vezes, muitas vezes a criatura é seu próprio obsessor. E é isso que Kardec veio dizer. Responsabilizamos os espíritos desencarnados, os outros, mas na verdade somos nós que estamos sendo nosso próprio obsessor por fixações espirituais. Essas fixações podem contribuir verdadeiramente ou constituir, criar telas mentais. Manuel Filomeno de Miranda, o espírito, através da psicografia Divaldo Franco, traz no livro Painéis da Obsessão esta temática, telas mentais, fixações espirituais que nós construímos. Esse livro é excelente. É um livro excelente para tratar da temática obsessão, autoobsessão, painéis da obsessão. Manuel Filomeno de Miranda é o espírito psicografado pelo nosso querido Divaldo Franco. Então, essas fixações mentais, espirituais, essas telas mentais, é em função da carga emocional que trazemos ou que nos autohipnotizamos e que vão limitando as nossas áreas de interesse, aproximando o indivíduo da chamada monoideia. Monoideia já é André Luiz que nos traz. Então eu trago muitas informações pessimistas, muitas ideias e crio essas telas ao meu redor, no meu lar, no meu local de trabalho, fiquei impregnado. A mundia, meus irmãos, traz quadros de perturbações, perturbações espirituais, perturbação espiritual do ser, que por ser repetitivo e obsecado, constrói uma redoma, uma redoma, né, vibracional negativa e aí passa a vivenciar a verdadeira autoobsessão, pesadelos estando acordado. Já imaginou André Luiz nos seus livros, seus maravilhosos livros que nos esclarece tanto, traz que a monoideia para se referir a uma situação gravíssima da ideia fixa. Então monoideia, a ideia fixa, essa ideia única que você fica ali, ó, reverberando no seu mental todos os dias, o dia todo. Às vezes o espírito fica aprisionado a um único pensamento. é doloroso. Então, aprendemos também com André Luiz no mecanismo da mediunidade, que é um outro livro. André Luiz é o espírito e é psicografado por nosso querido, amado Chico Xavier. Ele traz nesse livro que a monoideia e

rendemos também com André Luiz no mecanismo da mediunidade, que é um outro livro. André Luiz é o espírito e é psicografado por nosso querido, amado Chico Xavier. Ele traz nesse livro que a monoideia e também que a gente tem o pensamento fixado, os fenômenos da idioplastia, a energia do pensamento constrói tudo em torno de nós. Então essa ideastia eu vou construindo com o meu mental, um cenário que reflete o teor dos nossos desejos mais íntimos. Às vezes insistir às vezes em persistência numa ideia fixa de ódio, de vingança, de preocupação excessiva. Eu conheço uma pessoa que ela tem preocupação excessiva há 24 horas. Ela me liga que sou amiga dela, ela liga pro pai dela, com a mãe dela. O dia todo ela fica ligando. Eu sonhei com você. Eu tive uma intuição. Eu tô preocupada que meu filho não chegou no colégio, não mandou mensagem para mim. Eu tô preocupada que meu pai foi pro trabalho, não me respondeu a mensagem. Eu tô preocupada que meu chefe não chegou. Então, ela tá excessivamente preocupada e se autooidiando. A preocupação é natural. Ou você como mãe, ou como pai, ou como filho, ou você tem responsabilidades no trabalho, você se preocupa. Agora, o excesso disso não vai te fazer bem. todo momento você vai tá usando eh isso para que tra atraia energias vibracionais não boas, não sans. Então significa você construir em nossa em sua psicosfera ao seu redor um ambiente correspondente. Se eu tô com ódio, né, aquelas energias vão estar ali iguais. E ainda atraímos irmãos que assim pensam, que pensam da mesma forma. Passamos pela vida muitas vezes e hipnotizados ou obsidiados, mergulhados num circuito mental que nós mesmos construímos. Allan Kardec, né? Professor Hippolit, que é Allan Kardec, nosso codificador da doutrina, ele nos traz que o perespírito, que é o nosso corpo espiritual, que acompanha o corpo físico, né, chamado perespírito, para aqueles que estão adentrando a doutrina agora, ele fica impregnado do nosso pensamento, ele fica impregnado do pensamento que transmite.

al, que acompanha o corpo físico, né, chamado perespírito, para aqueles que estão adentrando a doutrina agora, ele fica impregnado do nosso pensamento, ele fica impregnado do pensamento que transmite. É por isso que cada um de nós revela o seu conteúdo das suas ideias, das ideias que nós alimentamos, dos nossos desejos. A alegria aumenta o brilho nos olhos. É isso. Quem tá alegre não fica com os olhos brilhantes, felizes. A gente dá para perceber. Ainda mais agora com usando máscaras, a gente vê tudo através do olhar do outro ou no outro. Vemos. Então, a alegria transmite, aumenta o brilho nos olhos. A raiva interna, além de nos adoecer, nos envelhece precocemente. O desânimo nos arqueia os ombros, né? As pessoas desanimadas, elas ficam com os ombros caídos do desânimo. E fazer o bem, assim nos trazem os espíritos, eterniza a nossa juventude. Olha aí a receita da eterna juventude, fazer o bem. Então, saiba, meus irmãos, que as informações relativas ao passado de uma pessoa ficam armazenadas no seu corpo espiritual, que é isso que o que Kardec nos traz. Fica armazenada no perespírito. É como um computador, um computador muito sofisticado, mais do que você imagina. O perespírito guarda toda a história, toda a nossa história evolutiva e de outras vidas também, não só dessa. No livro Libertação de André Luiz, o instrutor Gúbio, né, ele fala, ele dá uma palestra, uma orientação aos irmãos a respeito do determinado ser, né, que a memória é um disco vivo e milagroso. fotografa as imagens de nossas ações e recolhe o som de quando falamos e ouvindo. Por intermédio dela, somos condenados ou absolvidos dentro de nós mesmos. Não é pelo outro, por nós mesmos. Somos condenados ou absorvidos para sair de semelhante situação, somente uma extrema modificação mental para o bem. Ele dá uma receita aqui para sairmos de semelhante situação, somente uma extrema modificação mental para o bem. instrutor Gúbio do livro Libertação, psicografado por Chico Xavier, pelo espírito André Luiz. E olha como funciona.

a sairmos de semelhante situação, somente uma extrema modificação mental para o bem. instrutor Gúbio do livro Libertação, psicografado por Chico Xavier, pelo espírito André Luiz. E olha como funciona. Vou fazer algo aqui que eu espero que seja entendido. Tudo que a gente pensa plasma de alguma forma ao nosso redor. Se você tá pensando ódio, vingança, né? situações extremas, pensamentos de menos valia para com você, pensamentos pessimista, você cria essa psicosfera ao seu redor, ao seu ao seu lado, no seu local de trabalho, em casa, no seu quarto. A importância, né, a gente ter o nosso local de dormir como algo sagrado. É lá que a gente vai passar 8 horas desdobrado, ou seja, o corpo tá dormindo, mas o espírito tá rodando, né? Então eu, conforme eu penso, eu elevo a minha sintonia, vamos dizer que essa parte azul aqui é o seu mentor espiritual. Ele tá nessa sintonia, tá nessa faixa. Aqui está o seu obsessor, né? Os obsessores. E aqui tá o seu campo vibracional. Imagine que o seu campo vibracional tá mais próximo de você. Você tá se alimentando, alimentando das suas energias. Se for de oração, olha que coisa maravilhosa. Mas se for de raiva, de ódio. Se você emanar em outra faixa, que foi uma faixa também de raiva, de vingança, você tá se ligando ao seu mentor, ao seu obsessor, né? O irmão que muitas vezes traz as nossas verdades para nos trazermos as situações reais da vida, porque às vezes as pessoas que a gente ama não falam, não nos falam a verdade, né? com receio, porque a gente não gosta de ouvir a verdade, mas os obsessores eles nos falam a verdade, não de uma forma amorosa, mas eles falam, eles vêm nos trazer uma verdade com franqueza, eles são francos. E aqui acima tá os nossos mentores ou irmãos, espíritos amigos que vão nos fazer bem. Então, a cada momento que eu vibro mais alto, eu vou alcançar aqui o meu mentor espiritual. Momentos de orações, eu alcanço aqui em cima. Quando eu elevo essa vibração ou eu elevo de uma forma vertical, eu vou alcançar lá as esferas mais

is alto, eu vou alcançar aqui o meu mentor espiritual. Momentos de orações, eu alcanço aqui em cima. Quando eu elevo essa vibração ou eu elevo de uma forma vertical, eu vou alcançar lá as esferas mais altas. Mas se eu tô vibrando aqui em vibra em faixas baixas, né, que é de ódio, de vingança, de sentimentos de menos valia, pessimismo, desesperança, eu tô alcançando a faixa dos meus obsessores ou de irmãos de menos de pensamentos equivocados, pensamentos inferiores, no sentido que pensa muita raiva, muito ódio. Então vamos elevar o nosso pensamento, prece, fazer o bem para atingirmos essa faixa que tá mais acima, que são dos nossos mentores espirituais, daqueles que vibram no bem. André Luiz, no livro Mediunidade e Sintonia, ele dá um outro enfoque para um ditado popular que muit das vezes nossas avós, nossas mães já nos falaram. Dize-me com quem tu andas, que dertiei, que direi, né, quem tu és. O mentor de Chico, emano, ressalta que os nossos pensamentos ditam nossa conduta, que é de acordo nossa conduta que expressaremos nossos objetivos e amealhamos, né, alcançaremos, conquistaremos companhias com as quais desejamos nos parecer. Nossas ideias exteriorizadas criam, portanto, as imagens tão vivas, tão vivas quanto desejamos. Não podemos nos esquecer que a ideia é um ser organizado por nosso espírito, por eu, espírito imortal, e que o pensamento da forma, forma viva, é uma onda magnética que se conduz e da forma a qual a vontade imprime movimentos e direção. Ou seja, eu penso, crio e a minha vontade imprime movimento e direção àquela criação. Então, se eu tô pensando em você, em amor, eu crio uma energia, uma luz de amor e a minha vontade é impulsionada, esse amor até você. As vibrações são assim, dessa forma. As preces que a gente faz e emana quem amamos é dessa forma. E se tivesse assim um tratamento, uma libertação, né, para nos autolibertarmos dessas ideias fixas que nós mesmos criamos da autoobsessão. Os espíritos nos dizem que para nos libertarmos das prisões, né, que é a

e assim um tratamento, uma libertação, né, para nos autolibertarmos dessas ideias fixas que nós mesmos criamos da autoobsessão. Os espíritos nos dizem que para nos libertarmos das prisões, né, que é a autoobsessão é uma prisão que você construiu e tá vivendo nela, é necessário exercitarmos a autoobservação primeiro, né, aprendermos a testemunhar nossos próprios pensamentos, a testemunhar nossas emoções, atos e atitudes, reeducação mental. Objetivo, né, inicial do tratamento é esse, reeducação mental. Primeiro a gente vigia e ora e a gente vai buscar reeducação mental. Esse é é a parte principal, inicial do tratamento, do autotratamento. A parte mais grave desta batalha vai depender de nós, de você, de mim. Os mentores amigos nos auxiliarão, meus irmãos, mas a parte principal depende de nós. A necessidade de vigilância e oração. Para quê? Por que que eu preciso ter vigilância e oração? Para que a disciplina mental, né, para que a disciplina mental limite a instalação, né, ou enraizamento das ideias negativas. Quando eu tô vigilância e oração, vem a ideia negativa, eu já substituo por uma positiva, eu já corto pela raiz aquela ideia de autovalia, né, de desprezo quanto a mim mesma, higiene espiritual. A gente devia ter a mesmos os mesmos cuidados que nós temos de tomarmos banho todos os dias, de escovarmos os dentes, de estarmos lindas, belas e preparadas para estarmos com a higiene espiritual em dia, limpando os nossos pensamentos, transformando, transmutando, ressignificando ideias, costumes, crenças e valores que não são bons. Isso ajuda a controlar, a minimizar os efeitos dessas crises espirituais. Chico Xavier certa vez sugeriu que um médico que um amigo dele que o procurou fizesse no evangelho no lar todos os dias. Todos os dias da semana ele recomendou 10 minutos de evangelho no lar nos seis dias da semana e uma reunião semanal de 30 minutos. Para quê? Para que desse modo fosse desenvolvidas reuniões evangélicas todos os dias. Esse procedimento, segundo Chico,

de evangelho no lar nos seis dias da semana e uma reunião semanal de 30 minutos. Para quê? Para que desse modo fosse desenvolvidas reuniões evangélicas todos os dias. Esse procedimento, segundo Chico, fortaleceria a proteção espiritual da casa, pois aumentaria a chamada barreira fluídica ao redor de todo o lar. Que é assim que os espíritos nos fala que aquele que faz o evangelho no lar, ele ele cria essa barreira fluídica e os espíritos amigos vem para intensificar, para aumentar, dependendo da casa, do lar e desses irmãos que fazem, devido à sua fé. Isso consegue alcançar até mesmo um condomínio, uma rua, um quarteirão. Olha que coisa maravilhosa. Não é quantidade de pessoas, é a qualidade da sua prece, do seu pensamento, a qualidade moral do seu ser, do seu comportamento. Então, o fortalecimento da proteção espiritual é bastante conhecida nas obras de André Luiz. Leiam os livros que eu falei aqui, comece por um, depois você vai. Tem unos mensageiros, missionários da luz que nos traz tanta temática maravilhosa, não dá nem para citar, porque são são 11, se não me engano, né? São 11 livros da obra Começa pelo nosso lar e vai até os demais livros de André Luiz. Não é o momento aqui de falarmos, né? Então, pra gente concluir esse momento, precisamos refletir sobre isso. Combater o bom combate, ao qual nos falou Paulo de Tasso. E o que é combater o bom combate? Combater o bom combate é combater a nós mesmos. É combater a si mesmo as más inclinações. Olharmos como seres imortais que somos, aprendizes da vida, filhos de Deus. Orai, vigiai a autoestima, o autoamor, a reforma íntima sem martírio, né? Nos vendo como aprendizes que somos. A autoobsessão vai desde a falta de respeito pessoal que nós temos por nós mesmos, às vezes, como nos tratamos, né? Ela vai desde a forma que nos tratamos até como o outro nos trata e nos desrespeita. A culpa é do outro, não somos, é nossa. Se o outro fala que eu sou isso ou aquilo, eu pego aquilo como verdade, vai passar a ser verdade. Se o outro fala mal de mim, o problema

rata e nos desrespeita. A culpa é do outro, não somos, é nossa. Se o outro fala que eu sou isso ou aquilo, eu pego aquilo como verdade, vai passar a ser verdade. Se o outro fala mal de mim, o problema não é meu, é do outro. Os espíritos estão a nos falar, mas a gente não quer entender às vezes. Se o outro me odeia, o problema é que eu não o odeio, que eu não tenho nada contra ele, que eu não tenha nada contra ele, que o outro não gosta de mim, o problema é dele. Então, a autoobsessão vai desde como eu me trato ou me respeito até como o outro me desrespeita. Meus irmãos, em san consciência não é natural que alguém queira o seu próprio mal. Já parou para pensar isso? Em sua consciência não é natural que alguém queira cometer o suicídio, matar-se, matar o corpo. Não é natural que alguém queira o próprio mal. E por quê? Porque todos nós queremos, queremos ser felizes, porque viemos aqui para isso, para crescermos e sermos felizes. Temos uma missão espiritual e a nossa missão espiritual é ser é evoluir. E evoluir é ser feliz. Viemos aqui para sermos felizes. Qualquer ideia contrária a isso foi você ou alguma crença que você colocou em si mesma. Não veio de Deus, não veio de Jesus. Jesus falava de amor, somente de amor. A libertação que Jesus nos trouxe foi de amor. E ele foi crucificado porque falou de amor para seres que não entendia, que não sabia o que era o amor e muito menos o que era o autoamor. É preciso nos cuidarmos para que sejamos melhores e nos autoerdoarmos. nos autoamarmos, nos autoconhecermos. Acabou. Votos de muita paz, de muita perseverança no bem, de autoiluminação. Que possamos, com esses 30 minutinhos aqui, possamos ter levado a autoiluminação, iluminar consciências, esclarecer corações e aflições e nos tornarmos aprendizes da vida. E se essa informação foi útil para você e seu coração lembrou de alguém, passe para essa pessoa, explique que é uma palestra espírita de 30 minutos da comunhão espírita de Brasília. Fiquemos em paz. Até a próxima em outubro.

útil para você e seu coração lembrou de alguém, passe para essa pessoa, explique que é uma palestra espírita de 30 minutos da comunhão espírita de Brasília. Fiquemos em paz. Até a próxima em outubro.

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