Literatura Espírita | T11:E6 • Autores Espíritas Contemporâneos • Um presente de Natal (Especial)
Literatura Espírita: prazer em conhecer » Temporada 11 - Autores Espíritas Contemporâneos » Episódio 6 - Um presente de Natal (Livro) Apresentação: Denise Lino #literaturaespírita #autoresespíritas #espiritualidade #joannadeângelis #améliarodrigues #dilvadofranco
Olá, amigos. Muito bom dia a todos. Eu sou Denise Lino e este é o Literatura Espírita. Prazer em Conhecer, edição especial de Natal. Nós estamos ao vivo neste 14 de dezembro de 2025 e agradecemos a sua audiência aqui conosco e queremos a sua participação no nosso programa. Então você internauta que nos acompanha pelos diversos parceiros, deixe aí o nome da sua cidade que daqui a pouco nós vamos apresentar de onde estamos sendo assistidos. E já aproveitamos para saudar os nossos canais parceiros. Nós estamos sendo transmitidos pela web TV Mansão do Caminho, pelo canal Seredó Espírita, pela Web TV da União Espírita de Vitória da Conquista, pela Web Rádio Fraternidade, pela Rai TV. A todos vocês que nos acompanham nesses canais, a nossa gratidão, o nosso abraço e é importante apresentar os objetivos do Literatura Espírita. Este programa visa divulgar o espiritismo, divulgar a literatura espírita, instigando as múltiplas formas de ler, sejam textos mediúnicos ou não, e relacioná-los, e ainda incentivar a aquisição de obras espíritas, seja o livro físico ou ebook, em livrarias e editoras espíritas, porque os direitos autorais sustentam obras assistenciais que são mantidas por essa instituição. Então hoje, mais do que nunca, faltando aí duas semanas, nem tão completas, faltando 10 dias para o Natal, é importante dizer um livro espírita de presente neste Natal e adquira-o numa livraria e numa editora espírita. E o programa de hoje não poderia ser diferente. É um programa em homenagem ao Natal. É o nosso especial de Natal. E o livro que nós vamos focalizar é o livro Um Presente de Natal, que é esse livro aqui, organizado pelo Geraldo Campete. E deste livro nós vamos ler o texto de abertura, que é o poema O Senhor vem, retirado do livro Parnaso de Alentúmulo. E esse texto é de autoria da poetisa potiguar Alta de Souza, psicografada por Francisco Cândido Xavier. Então o texto diz: "O Senhor vem e eis que ele chega sempre de mansinho. Haja sol, faça frio ou tempestade. Veste o manto do amor e da
otiguar Alta de Souza, psicografada por Francisco Cândido Xavier. Então o texto diz: "O Senhor vem e eis que ele chega sempre de mansinho. Haja sol, faça frio ou tempestade. Veste o manto do amor e da verdade e percorre o silêncio do caminho. Vem ao nosso amargoso torvelinho. Traz as sombras da vida a claridade e os próprios sofrimentos da impiedade são as bênçãos de luz do seu carinho. Como o sol que dá vida sem alarde, vem o Senhor que nunca chega tarde e protege a miséria mais sombria. Ele chega e o amar se perpetua. É por isso que o homem continua ressurgindo da treva a cada dia. Alta de Souza. E recomendamos a todos vocês que leiam este poema. E agora sim, vamos colocar na tela os nossos convidados desta manhã, que são Dalva Silva Souza do Espírito Santo e o nosso querido Robson Santos, que é do estado de Pernambuco. Olá, queridos amigos, sejam muito bem-vindos ao nosso Literatura Espírita. É uma alegria tê-los aqui. Eu já os conheço, mas gostaria que vocês se apresentassem aos nossos internautas, dizendo onde atuam no movimento espírita e o que fazem de forma mais regular. Então, vou começar com a Dalva pedindo que ela se apresente aos nossos internautas. >> Olá pessoal, meus votos de muita paz. Uma alegria estar aqui nesta manhã. Eu estou aqui no Espírito Santo, em Vitória, capital, e o meu trabalho é ligado à Federação Espírita do Estado do Espírito Santo. Um trabalho que já vem desde que eu me transferi do meu estado aqui pro Espírito Santo, desde 82. Então, é um trabalho de longa data e atualmente eu estou na vice-presidência de doutrina da instituição, trabalhando com áreas como mediunidade, atendimento espiritual e assistência e promoção social. Então, é muita coisa, mas é um trabalho prazeroso e que me traz grande alegria e realização. Isso. E antes de passar a palavra para Robson, eu queria compartilhar com o próprio Robson, com os internautas que nos acompanham, que eu era uma admiradora da Dalva há muito tempo, seus textos que são publicados no reformador
palavra para Robson, eu queria compartilhar com o próprio Robson, com os internautas que nos acompanham, que eu era uma admiradora da Dalva há muito tempo, seus textos que são publicados no reformador e nós nos encontramos recentemente no Congresso Espírita Mundial. E aí quando ela se apresentou, eu fiquei assim: "Como assim eu tô te conhecendo?", né? Então foi uma alegria. E ness nesses últimos dias nós estávamos tratando de um trabalho conjunto para 2026 e as datas não estavam dando certo, não encaixava a agenda. Até que eu a convidei para literatura na manhã de hoje e ela aceitou e foi uma grande alegria para mim, Dalva. É uma honra recebê-la aqui na nossa casa virtual que é a casa do Literatura Espírita. E est >> obrigada. >> Estando com você, eu estou também com um grande amigo de longa data que é o Robson Santos e eu vou pedir que ele se apresente para os nossos internautas. >> Então, bom dia a todos. Bom dia, Denise, bom dia, Dalva, bom dia a todos os internautas que aqui estão conosco. É uma honra, né, estar mais uma vez aqui recebendo esse convite da Denise para literatura espírita. E eu falo aqui de Pernambuco, de Caruaru, é o agreste pernambucano, é uma cidade com airmã de Campina Grande. E Campina Grande é justamente onde eu tive a minha formação de de juventude espírita ao lado da querida Denise. Nós lá estávamos eh bebendo nas eh fontes básicas do Espiritismo e ali sedimentando os nossos primeiros momentos de palestra pública, de evangelização, educação espírita paraa mocidade. Então, eh, é um grande prazer, uma grande alegria e ainda mais nesse momento de Natal, esse clima aí que a gente já vai sentindo, né, no ar, essa, eh, essa aura do Natal. Então, nos sentimos assim muito felizes por estarmos aqui celebrando e você, Denise, ter aberto assim essa essa janela da literatura espírita, eh, que eu lembro muito da minha época de juventude mesmo, eh, quando a gente recebia no final do ano aqueles era distribuído aqueles, eh, aquelas mensagens pequenas, né, e que
da literatura espírita, eh, que eu lembro muito da minha época de juventude mesmo, eh, quando a gente recebia no final do ano aqueles era distribuído aqueles, eh, aquelas mensagens pequenas, né, e que sempre tinha uma mensagem de Natal, de Alta de Souza ou de Maria Dolores. E é isso. E já que eu compartilhei algo bem particular sobre Dalva com os internautas, eu vou compartilhar com sobre Robson, com todos vocês. é um amigo que nós nos falamos, se não todo dia, pelo menos toda semana, mas nós temos um encontro anual que é um encontro do qual nós não abrimos mão e é sempre no 25 ou 26 de dezembro, juntamente com a outra amiga da época do juventude espírita, a nossa querida Joedla Rodrigues. Nós formamos ali um trio e nós temos um grupo no WhatsApp em que nós compartilhamos a vida, as dificuldades, o trabalho espírita e é uma alegria, Robson, que você esteja aqui conosco mais uma vez. Você já esteve aqui no Literatura Espírita anteriormente, né? E é uma alegria tê-lo conosco eh no nosso trabalho. Então, nós vamos passar à apresentação do livro dessa manhã. Os slides vão ser colocados aí na tela. E antes que os slides cheguem, quero lembrar aos internautas a importância de dar o like, né, no canal em que você tá assistindo para que o o YouTube em seu algoritmo entenda que esse é um conteúdo relevante, possa levá-lo a muito mais pessoas. Não se esqueça também de colocar a cidade de onde você nos acompanha e se você tiver perguntas pode colocar aí no chat também que a nossa equipe vai recolher e ao final nós vamos apresentar as perguntas ou comentários. aos nossos convidados. Então, esse é o livro que estamos apresentando nesta manhã, um presente de Natal, é uma compilação de contos, crônicas, mensagens, poemas e orações, feito pelo querido Geraldo Campete Sobrinho e publicado pela editora da Federação Espírita Brasileira. é um livro eh com muitos gêneros, né? Ao todo são 85 textos, foi publicado no ano de 2010 pela editora da federação, como num total de 336 páginas, ao longo das
itora da Federação Espírita Brasileira. é um livro eh com muitos gêneros, né? Ao todo são 85 textos, foi publicado no ano de 2010 pela editora da federação, como num total de 336 páginas, ao longo das quais nós temos muitas surpresas e muitas emoções boas nos tomam conta, porque é todo um livro sobre o Natal com vários autores em vários gêneros. E já destacamos aí do texto que está colocado a Guisa de prefácio, perfil de Jesus do Espírito Guaraci Paraná Vieira, psicografado por Divaldo Franco. O seguinte trechinho: poeta fez-se cantor, príncipe tornou-se vassalo, senhor converteu-se em servo, nobre de origem celeste, transformou-se em escravo do amor. Ninguém disse o que ele disse, conforme o fez e viveu. Jesus é a síntese histórica da ascensão humana. Então isso só pra gente ter uma ideia de como é esse livro. E aí um pouco o desenho do sumário que nos lembra uma noite de Natal. O texto começa com um capítulo maravilhoso intitulado Maria a médalva. Depois o livro nos traz alguns textos que contam um pouco da história do nascimento de Jesus, focalizando aí as correlações entre os evangelhos de Mateus e de Lucas. Depois, apresenta um conjunto de 38 crônicas e contos e também alguns ensaios que são textos de autores encarnados e desencarnados. Vocês verão mais adiante quando nós apresentarmos um quadro sobre isso. Depois são 22 mensagens que compõem a quarta parte. Aí sim são todos textos psicografados por médiuns diferentes. Depois nós temos um conjunto de 15 poemas sobre o Natal. E encerrando o livro, nós temos a sexta parte com quatro orações de Natal. Na sequência, nós temos aí curiosidade sobre o livro e começamos com mensagens psicografadas por médiuns e os espíritos que ditaram essas mensagens. Francisco Cândido Xavier continua sendo neste livro o médium com o maior número de mensagens eh psicografadas que foram recolhidas para esse livro. E esse dado é muito importante porque traz o nosso Francisco Cândidos Xavier com a sua mediunidade estuante nesse tema específico do Natal. São espíritos
grafadas que foram recolhidas para esse livro. E esse dado é muito importante porque traz o nosso Francisco Cândidos Xavier com a sua mediunidade estuante nesse tema específico do Natal. São espíritos diversos, a maior parte deles com uma única mensagem, como Alma Eros, André Luiz, psicografado por Chico Xavier. Mas também nós temos dois textos da poetisa Carmen Sinira, dois de Francisca Colotilde, dois de Hário Silva, três de Maria Dolores, seis de Emanuel e seis de Irmão X, que também era o Humberto de Campos. A médium, Maria Cecília Paiva, que residia no Rio de Janeiro, também psicografa 12 espíritos diferentes, aliás, psicografa 12 mensagens de 11 espíritos diferentes, porque há duas mensagens do Dr. Bezerra de Menezes. O médium Divaldo Franco psicografa nove mensagens que estão neste livro, uma do Guaraci Paraná Vieira, que está a guisa de prefácio, e oito de Joana de Ângeles. E o médium Valdo Vieira comparece nesse livro com cinco mensagens psicografadas, sendo uma de Hilário Silva, duas de André Luiz e duas do Espírito Maria Celeste. Ainda curiosidade sobre o livro Joana deângeles é o espírito com maior número de textos nesse livro. Como dissemos, oito delas são mensagens que comparecem nesse livro, psicografadas por Divaldo Franco. Irmão X é um médium que aparece psicografado por Francisco Cândido Xavier e por Maria Cecília Paiva. André Luiz é um espírito que comparece psicografado em três mensagens, sendo duas delas por Valdo Vieira e uma por Francisco Cândido Xavier. Um pouco mais de curiosidade sobre esse livro. Analisando as fontes, nós encontramos 48 textos que foram extraídos da revista Reformador de gêneros diversos, editoriais, artigos, ensaios, contos. Também temos 26 textos que vêm de livros espíritas diversos. O livro mais citado é Parnaso de Alé túmulo com três textos. deles destacam-se um poema de Alta de Souza, que foi o que lemos na abertura aqui do nosso trabalho, dois poemas da poetisa carioca Carmen Cinira e um poema do poeta português João de Deus.
ês textos. deles destacam-se um poema de Alta de Souza, que foi o que lemos na abertura aqui do nosso trabalho, dois poemas da poetisa carioca Carmen Cinira e um poema do poeta português João de Deus. Um pouco mais de curiosidade sobre o livro Os autores da revista Reformador. Há muitos autores que comparecem com um único texto aí recolhido como o Lino Teles, o Luís de Oliveira, mas há autores com dois textos publicados, Martin Esperalva Vinícius e o destaque para a nossa querida Sueli Calda Schubert, que é a única mulher que figura entre os articulistas. Há três artigos também de Richard Simonete, de três de Passos Lírio e há cinco textos de José Brío. Todos esses autores escreveram sobre o Natal. Um pouco mais da curiosidade, o texto mais antigo neste livro foi recolhido de reformador intitula-se Natal e é uma editorial do ano de 1921. E os dois mais recentes são um de Passos Lírios, belíssimo, Passagem e Paisagem de Natal, e o outro de Sueli, Calde Schubert, Jesus e o mundo. Um pouco mais de curiosidade e essa aqui eu sugiro aos internautas que prestem bastante atenção. Os oito textos de Joana de Angeles, psicografados por Divaldo Franco, nos ensejam aprendizagens mais as mais diferentes, mas uma muito especial que chamamos atenção é para o que está nesta coluna aqui do meio, que é a data de psicografia dos textos. Vejamos aqui o exemplo do primeiro texto na atividade. A sua fonte primária é de fato a revista Reformador. Ele foi psicografado em 16 de setembro de 1968 e foi publicado em Reformador em dezembro daquele mesmo ano. Posteriormente, esse texto foi republicado na coletânea Sementeira da Fraternidade do ano de 1987. O que é curioso? Exatamente isso aqui. Vejam as datas de psicografia. Nenhuma delas é dezembro. Nós temos, como dito, de 16 de setembro, mas temos o reflexão de Natal de 13 de outubro de 69. Exaltação do Natal que está em Lampada Espírita do ano de 69. Festas e Natal foi psicografado em 17 de outubro de 1970. Celebração de Natal em 5 de setembro de
eflexão de Natal de 13 de outubro de 69. Exaltação do Natal que está em Lampada Espírita do ano de 69. Festas e Natal foi psicografado em 17 de outubro de 1970. Celebração de Natal em 5 de setembro de 1973. O texto Jesus de estudos espíritas é de 82. Natal íntimo é de 11 de setembro de 1983. Amanhecer do Natal é de 12 de setembro de 1990. Então, nós temos textos aqui de setembro, outubro demonstrando que esse espírito sintoniza com Jesus em outros momentos e bem antes do Natal. Nós é que ficamos naquela ideia que para sintonizar com Jesus é dezembro. Isso porque a maioria de nós pensa de forma mais incisiva no mestre nesse momento, mas um espírito como esse, assim como Emanuel, como Maria Dolores, como Meimei, estão sintonizados com o Natal do Mestre ao longo do ano. Destacamos ainda que esses textos todos foram publicados depois em três condições diferentes. Um deles foi para a coletânea sementeira de fraternidade. Outros foram para três textos, três livros temáticos, aliás, benes natalinas, dádivas do Natal, como o texto, o título diz, são livros sobre o Natal e Alegria de Viver, que tem o texto natal íntimo e que é um livro sobre o sermão do monte. E por fim, em livros de estudo, como Lampadário Espírita e Estudos Espíritas. Agora sim, vamos para os textos que os nossos convidados escolheram e indicaram para o programa de hoje. Nós vamos comentar um pouco o texto Perfil de Jesus. Nós vamos comentar a crônica, o Natal simbólico. Vamos comentar as mensagens Louvor de Natal de Emanuel, Exaltação do Natal de Joana de Angeles, Convite de Natal e ante o Natal de Maria Dolores, que são poemas também juntamente com petições de Natal de Maria Doloures. E vamos fazer agora alguns destaques desses textos, pensando internauta querido, que é uma forma de você ir a esse livro ou as fontes originais e ler um pouco sobre eles. Em Natal simbólico, nós encontramos irmão X nos trazendo uma informação muito importante sobre as tradições de Natal no mundo espiritual. e ele nos fala de
fontes originais e ler um pouco sobre eles. Em Natal simbólico, nós encontramos irmão X nos trazendo uma informação muito importante sobre as tradições de Natal no mundo espiritual. e ele nos fala de uma reunião em que ele foi ouvir sobre o Natal, foi participar como um convidado a aprender. E da fala do seu instrutor espiritual destacamos: "O verdadeiro Natal não é um evento que celebramos uma vez por ano, mas um processo interior contínuo de transformação e a reforma íntima que precede qualquer mudança exterior. E nesse texto, os símbolos de Natal são trazidos para a nossa vida. Então, sobre a estalagem é dito: "Nunca possuímos espaço mental para a inspiração divina, absorvidos de ansiedades do coração ou limitados pela ignorância." Sobre a manjedoura atualizada na nossa vida, o texto diz: "Não oferecemos ao pensamento evangélico senão algumas palhas misérrimas de nossa boa vontade no lugar mais escuro de nossa mente. Sobre a noite do nascimento de Jesus atualizada para a nossa vida, diz o texto: "Quase sempre não sentimos a bondade do Senhor senão no ápice das sombras de nossas inquietações e falências. E por fim, sobre a estrela de Natal, trazendo-a para os nossos dias, o texto declara: "Quando o germen do Cristo desponta em nossas almas, a estrela da divina esperança desafia nossas trevas interiores." Indo agora para o texto Louvor de Natal de Emanuel, que é um texto extraordinário, diz: "O benfeitor espiritual: "A história oficial celebra nomes de conquistadores e reis. O evangelho, porém, eterniza os sem nome. O cego Bartimeu, o homem da mão mirrada, o servo do centurião, o manebo rico, a mulher cananeia. E Em Emanuel destaca a humildade de Jesus ao afirmar: "Cresceste sem nada pedir que não fosse culto à verdadeira fraternidade sobre o amor do Cristo, um amor ativo, diz o benfeitor. Está, Senhor, diante de nós, chamando-nos o espírito ao amor e à humildade que exemplificaste. E por fim faz Emanuel uma saudação ao Natal, dizendo: "Salve, Cristo, os que aspiram a conquistar
feitor. Está, Senhor, diante de nós, chamando-nos o espírito ao amor e à humildade que exemplificaste. E por fim faz Emanuel uma saudação ao Natal, dizendo: "Salve, Cristo, os que aspiram a conquistar desde agora a luz do teu reino e a força da tua paz, te glorificam e te saúdam." Lembra aos internautas que se você não tem o livro Um Presente de Natal, você pode encontrar esse texto em Religião dos Espíritos. Nós estamos deixando aí no alto da tela o livro que contém a publicação original. Já para o exaltação de Natal de Joana de Ângeles, que está em Lampadário Espírita, a mentora nos conduz a uma autorreflexão nesse período de Natal, começando a nos fazer pensar o seguinte: se já consegues perceber a sublime mensagem de Natal de Jesus, fazem um exame dos benefícios que fluís com o conhecimento e dos resultados produzidos em tua vida. E ela nos leva a refletir se já estancamos algumas lágrimas quando nos diz: "Rememora quantas lágrimas estancaste, quantos companheiros erguestes da quedra moral lamentável. E também nos leva a refletir se já silenciamos no revide, dizendo-nos: "Quantas vezes silenciaste se ultrajado, se perseguido, se instado ao revido?" e faz-nos duas recomendações. A primeira, aquiieta o turbilhão que te atordoa enquanto se espra no ar as sutis vibrações do Natal de Jesus. Escuta a voz dos amigos e recomenda: Alça-te aos sítios sombrios de onde te demoras para as cuminâncias do amor clarificador de rotas em homenagem ao governador da terra. e conduz-nos a uma definição de Natal extraordinária. Natal é mensagem perene que desceu do céu para a terra e que agora em ti se levanta da terra na direção do céu. E aí nos textos de Maria do Loures, convite de Natal, ante o Natal e Petição, petições de Natal que estão em antologia da espiritualidade, em convite de Natal. Essa poetisa espiritual nos leva a pensar que sempre temos o que doar, em especial do Natal, e nos diz: "Natal, dá de ti mesmo quanto possas no amparo a retaguarda padecente, toda bênção de auxílio é socorro celeste
piritual nos leva a pensar que sempre temos o que doar, em especial do Natal, e nos diz: "Natal, dá de ti mesmo quanto possas no amparo a retaguarda padecente, toda bênção de auxílio é socorro celeste que Deus amplia indefinidamente em ante o Natal, ela nos leva a pensar qual é o nosso grande desejo e nos diz: "Lembrando-te, Senhor, a glória, ao desabrigo. Aspiramos a ser migalha de Natal permanente contigo. E em petições de Natal, depois de uma autorreflexão sobre a sua vida, ela conclui, dizendo: "Hoje, Senhor, alma livre no além, onde o consolo me refaz. Ante a luz do Natal novamente asida, agradeço-te em paz, contente e enternecida, as surpresas da morte e as lágrimas da vida. E por fim, concluindo aqui a nossa apresentação do livro, se você quiser saber mais ouvir alguns dos capítulos, você encontra capítulos que são lidos do livro Um Presente de Natal no YouTube. É só você procurar ou buscar as várias obras que esse livro compila. Indo agora então pros nossos eh convidados que aqui estão e que esperaram pacientemente por essa introdução, eu quero começar com vocês antes de perguntar sobre o livro, perguntando sobre a história de leitura de vocês e sobre como vocês leram os textos que escolheram deste livro para este momento. Quero começar com você, Dalva. Como é a Dalva leitura? Então, que passeio gostoso que você fez nos eh fazendo reviver a leitura da obra. Com esse passeio, a gente retomou rapidamente como que esse livro nos traz tanto enriquecimento para este momento que nós estamos vivendo, que é o período que antecede a festa do Natal da nossa cultura. Então, a Dalitora é leitora desde criança e sempre estive ligada ao movimento espírita, quanto nasci numa família espírita e frequentava as escolinhas de evangelização. Então, sempre uma coisa interessante que eu me lembro com muito carinho é que no período da adolescência nosso estudo na casa espírita era direto na obra de Kardec e os textos de Kardec me impressionaram pela precisão dos vocábulos, pela pela
u me lembro com muito carinho é que no período da adolescência nosso estudo na casa espírita era direto na obra de Kardec e os textos de Kardec me impressionaram pela precisão dos vocábulos, pela pela sintátxe tão direta, objetiva, clara. Então, a leitura dos textos de Kardec, não só na obra básica, quanto na revista espírita. Essa leira fez parte de toda a minha vida desde adolescente, jovem e também a parte dos romances históricos de Emanos, eu sou apaixonada, eu vivo relendo, vivo relendo aqueles textos e sempre eh aquela coisa de jovem sonhadora, né? Quando eu comecei a ler, a gente é transportado pela para aquela época, para aquele momento. Então, a literatura espírita é riquíssima. E sem contar a parte dos poemas. E aí quando eu falo dos poemas, Maria Dolores sempre se destacou. A vida escreve, o livro Maria Dolores, o livro Caminhos do Amor, são eh livros que estiveram sempre muito perto para mim na minha eh caminhada de leitura espírita. Mas é claro que a gente tem que ler os contemporâneos, pensadores contemporâneos, pesquisadores. Hermínio Miranda, por exemplo, Deolinda Mourim, era uma leitura também que eu gostava muito. Eh, nessa construção do conhecimento espírita Herculano Pires, pensadores contemporâneos de fôlego. Então, minha leitura é muito diversificada. Eu eu li muito e não tem não tem nem como colocar aqui tudo que eu já li porque a gente não pode parar, né, de estar em contato com os textos, que a leitura é fundamental na construção do nosso pensamento. >> OK, Dalva, muito obrigada por partilhar conosco a sua leitura e eu vou deixar que Robson faça essa partilha, porque eu tô vendo que tem algumas semelhanças aí. Já o conheço. Então o Robson leitor. >> Isso mesmo. Quando dava tava, né, eh, desfilando aí na passarela os livros, aí eu fui me lembrando lá da minha infância mesmo, da minha infância não, da juventude, né, o Hilário Silva lá e a vida escreve, os contos apólogos do irmão X e a poesia, né, a poética de Maria Dolores. Então, eh, como eu sou
da minha infância mesmo, da minha infância não, da juventude, né, o Hilário Silva lá e a vida escreve, os contos apólogos do irmão X e a poesia, né, a poética de Maria Dolores. Então, eh, como eu sou poeta, eu desde muito jovem eu me me encanto pela poesia. E eu admiro, assim, eu acho belíssimo, um dos destaques da mediunidade, do projeto mediúnico do Chico, foi ter eh aberto essa janela da poesia na literatura espírita, né? Então a gente vê que já depois de determinada fase da vida dele, já não tínhamos a os poetas, mas ele iniciou o projeto, né, com Parnos da Alentula e ao longo do tempo aí Alta de Souza está sempre presente, Maria Dolores que teve, tivemos vários livros. Então, eh, o que eu acho, admiro muito e sinto muito ainda hoje, a gente não ter na na, digamos assim, na indústria da literatura espírita, eh, os livros de poesia, né? Porque o Chico ele trouxe essa essa riqueza da mediunidade eh poética. E aí eu me encantei muito desde, né, adolescência com a mensagem livre, a poética livre da Maria do Loures. E a partir disso aí a gente vai ver, como Dalva fala, né, é uma esteira de várias categorias de gêneros, né, mas os romances também me destacou muito a atenção, né, e fui me abduzindo para mergulhar cada vez mais na linguagem, na literatura, de modo geral. que Robson. E aproveitando que você falou em Maria Dolores, eu vou já começar aqui com você a o nosso trabalho de aprofundamento dos textos, porque você sempre gostou muito de Maria Dolores. >> A Maria Dolores no livro Um presente de Natal, mas você não escolheu os textos dela. Então, eu queria que você me falasse sobre os textos que você escolheu pro nosso programa e por você os escolheu. Eh, eu escolhi esses três textos, né? O o capítulo 4.6, que é o de Emanuel, eh, Louvor do Natal. Ele faz esse passeio, o Emmanuel faz um, né, um breve passeio na vida de Jesus e sempre cotejando com eh trazendo reflexões para nós a mensagem de Joana de Angeles no capítulo 4.12, exaltação do Natal, em que ela nos propõe uma autorreflexão, o
um breve passeio na vida de Jesus e sempre cotejando com eh trazendo reflexões para nós a mensagem de Joana de Angeles no capítulo 4.12, exaltação do Natal, em que ela nos propõe uma autorreflexão, o que é que o Natal significa para nós. E eu trouxe também, me destacou bastante, eh, o Natal simbólico do irmão X, porque ele vai fazendo uma revisão lá do nascimento de Jesus, momentos iniciais, a manjedoura, e sempre cotejando, né, com o o nosso dia a dia, mas trazendo mensagens assim eh belíssimas. Eu optei por esses três eh eh espíritos, né, e que trouxeram mensagens belíssimas no livro, dentre outras, porque são tantas, como você mesmo falou, depois que a gente mergulha, né, nessa coletânia do Geraldo Campete, eh, a gente não é fácil escolher >> isso, não é fácil escolher. Eu passei por isso, né, ao longo dessa leitura. Não é fácil escolher. E aí eu quero então perguntar paraa Dalva. Dalva, por que você escolheu a Maria Dolores nos três textos que estão eh neste nesta coletânea do Geraldo? >> Então, a Maria Dolores, ela teve uma trajetória quando encarnada. É uma trajetória que me sensibiliza muito. Eu percebo assim convergências com experiências pessoais, porque ela foi professora, né? E eu também, né? Fui professora, trabalhei o meu tempo do magistério, já estou aposentada hoje, mas me identifico muito com aquela trajetória dela de uma vida de muito difícil, né? uma pessoa que vivenciou impactos significativos, porque teve um inclusive um período que ela foi considerado subversiva, foi presa por conta do trabalho de benemerência que ela fazia lá na cidade de Salvador. Então, esses sofrimentos que ela viveu, sempre produzindo poemas e engavetando, sem coragem de publicá-los. E no finalzinho da sua trajetória, quando ela resolve publicar essa essa produção magnífica, tem uma um acolhimento, uma aceitação e toda a renda disso ela aplica nos trabalhos de caridade que fazia. Essa história me sensibiliza e eu tenho assim maior eh de ter já recebido a Maria Dolores como
em uma um acolhimento, uma aceitação e toda a renda disso ela aplica nos trabalhos de caridade que fazia. Essa história me sensibiliza e eu tenho assim maior eh de ter já recebido a Maria Dolores como presença na minha vida de trabalho mediúnico. Ela meditou pela psicografia alguns poemas e isso para mim é uma assim, a presença dela sempre me leva as lágrimas e essa emoção fala assim de coração para coração que é uma é alguém que tá na minha história de alguma maneira, né? Então eu escolhi Maria Dolores por essa questão afetiva, né, que me liga à história dela, a sensibilidade dela pessoa que tem uma presença carinhosa, amorosa, que sempre me traz emoções muito boas. >> Nossa, gente, que que emoção, né? E que revelação tivemos aqui no Literatura espírita. Alguém psicografou a Maria Dolores e esse alguém não foi Chico Xavier. Então o literatura espírita tem dessas coisas. Que bom. E aí, Dalva, eu quero aproveitar com você já pra gente se encaminhar mais pros textos, porque além da Maria Dolores, você também leu o texto do Guaraci paraá Vieira, que é um espírito que através do Divaldo Franco escreve o texto Perfil de Jesus, que é o texto colocado no livro como prefácio, né? E eu queria te perguntar o que te pareceu singular nesse texto intitulado perfil de Natal, aliás, perfil de Jesus, desculpa. >> Perfil de Jesus. Isso. Eh, o autor do texto para mim tinha passado batido, porque a a o trabalho mediúnico de Edivaldo é muito é muito extenso e por mais que a gente tenha já lido eh o Guaraci não ficou muito marcado na minha cabeça. Então, quando eu vi o texto colocado como prefácio, que é perfil de Jesus, eu fui procurar saber quem era Goraci. um companheiro que se dedicou ao trabalho espírita no lá no sul do país, alguém que realmente eh tem uma história significativa no movimento espírita e passou um pouco anônimo dentro do movimento nacional, mas voltou depois da desencarnação para escrever através da psicografia. Então, o texto dele me chamou atenção porque ele mostra contrastes,
ita e passou um pouco anônimo dentro do movimento nacional, mas voltou depois da desencarnação para escrever através da psicografia. Então, o texto dele me chamou atenção porque ele mostra contrastes, contrastes que estão evidentes, né? Eh, Jesus foi anunciado pelos profetas, ele era guardado, mas havia uma perspectiva diferenciada para muitos que o aguardavam como um guerreiro, como alguém que já chegaria com privilégios, com destaques, mas ele simplesmente nasceu no anonimato, numa manjedoura simples. E é uma coisa que ele diz assim no silêncio, porque que houve depois de grandes profetas, houve um um largo tempo em que não apareceram profetas, né? Então, esse tempo de silêncio e de repente chega a figura que era tão esperada e ele chega no anonimato, uma família simples, cresceu anonimamente, quase nada se sabe da fase dele de crescimento e depois quando começa sua vida pública, ele se agiganta pela preciosidade dos seus argumentos. Então eu achei que o Guaraci conseguiu fazer uma página em escuta, mas sem perder nenhuma nuance do perfil de Jesus. Ele não sendo compreendido, cercou-se de homens do povo, fez a sua pregação, manteve a coerência dos atos em relação aos ensinos. E e sem dúvida ele arremata isso, dizendo: "Jesus é a síntese histórica da ascensão humana". E é um texto primoroso que vale a pena ler e degustar. ler cada frase e refletir. Cada frase é realmente algo que alimenta o nosso coração. Isso eu aproveito para compartilhar que o texto Perfil de Jesus está no livro Perfis da Vida, que era também um livro que eu não conhecia e não tinha e passei a conhecê-lo a partir da releitura aqui de um presente de Natal. E eu espero que esse livro seja reeditado pela Leal em breve. E algova aqui me chamou atenção agora enquanto você falava. Eu não tinha pensado nisso, né? O texto se chama Perfil de Jesus. Perfil é um texto jornalístico, mas perfil hoje está muito em moda, né? Eh, com as redes sociais. Então, quem acessa redes sociais tem o seu perfil na rede social. E eu fiquei
e chama Perfil de Jesus. Perfil é um texto jornalístico, mas perfil hoje está muito em moda, né? Eh, com as redes sociais. Então, quem acessa redes sociais tem o seu perfil na rede social. E eu fiquei agora me perguntando o que é que colocamos no nosso perfil nas redes sociais, né? Tem inclusive a link da bio, né? Então a descrição de cada um de nós está lá. E olha a bio, que é a biografia de Jesus aí nessa síntese do guaraná Paraná Vieira. E fica aqui a nossa homenagem aos trabalhadores anônimos do movimento espírita. Foi também uma descoberta para mim, ler a biografia desse companheiro do movimento espírita. E destacando aqui, nós fazemos essa homenagem a todos os trabalhadores do movimento espírita. Vamos seguindo agora. Eu quero seguir com o Robson e focalizando o texto de Emanuel Louvor do Natal. É um texto também extraordinário. Vocês escolheram textos assim a dedo entre os 85 que ali estavam. Eu não teria feito escolhas melhores. Esse de Emanuel é extraordinário. E nele o autor faz uma revisão, um resumo da vida de Jesus, situa contexto histórico, apresenta as escolhas, lista os anônimos colaboradores de Jesus, né? E para concluir, ele traz aquela saudação. Salve Cristo, os que aspiram a conquistar desde agora em si mesmo o teu reino de força e paz te glorificam e te saúdam. Robson, eu quero saber como é que você interpretou esse texto e eu me lembrei do final de aveisto >> quando o Quinto Varro, né, faz aquela descrição extraordinária do mundo espiritual, que é um texto de Emmanuel também. E o quase o finalzinho do livro, quase o último parágrafo, está a frase que é emblemática naquele livro. Ave Cristo, os que vão viver para sempre te glorificam e te saudam. Como é que você leu e interpretou esse texto, Robson? >> Eh, a escolha dos textos, né? É, até complementando a última pergunta que fizeste, eh, eh, eu procurei textos que falavam que tinha alguma algo do simbólico da manjedoura e que levasse sempre a uma autorreflexão profunda da simbologia do Natal, né? Porque a gente
rgunta que fizeste, eh, eh, eu procurei textos que falavam que tinha alguma algo do simbólico da manjedoura e que levasse sempre a uma autorreflexão profunda da simbologia do Natal, né? Porque a gente tem dois momentos no ano que a gente lembra de Jesus, digamos assim, mais fortemente, aquela período da Páscoa e agora o período do Natal, né? O período da Páscoa é o é o ápice, né? É o momento final da existência do Cristo aqui, da passagem entre nós. E é muito doloroso. Eu moro aqui em Caruaru, próximo da fazenda nova, onde tem o teatro, né, ao ar livre e se faz lá a reincenação, eh, da crucificação de Jesus, tal. Então é tudo aquele momento mais doloroso, que havia cruces, mas o Natal ele tem esse esse que esse ela de de mais amenidade, né? de e a manjedura, eu sempre me lembro da minha infância, as casas sendo enfeitadas, as pessoas colocando árvores e fazendo presépio. Eh, então ela ela tem algo que de alguma forma nos enleva ou nos nos transporta para um algo diferente e tem a simbologia por trás disso, né? Então, nessa mensagem de Emmanuel, o que eu achei importante foi essa esse paralelo que ele faz assim num parágrafo determinado sobre a história, os nomes grandes da história e os nomes anônimos da história de Jesus, que você aí eh bem destacou, né? Porque ele vai eh começar o texto, ele faz em algum momento lá, eu acho que é no primeiro, segundo, no quarto parágrafo, ele diz assim: "Entretanto, Senhor, nasceste nas palhas e permanece este lembrado para sempre". Então, ele vai falar aqui no próximo parágrafo, inclusive, eh, da estrebaria e vai trazer esse contexto do nascimento de Jesus. Mas o ponto que eu acho importante é quando ele vai destacar esses nomes grandes da história, né? Então ele vai dizer assim: "A história que homenagei aí, ele vai citar Júlio César, Horácio, Tibério, Virgílio, eh Messenas". Então, Emana, todo o seu cabedal de conhecimento, eh, vai trazer ali esses grandes nomes que figuram, eh, na história, mas ao mesmo tempo, eu considerei assim importantíssimo ele
rgílio, eh Messenas". Então, Emana, todo o seu cabedal de conhecimento, eh, vai trazer ali esses grandes nomes que figuram, eh, na história, mas ao mesmo tempo, eu considerei assim importantíssimo ele trazer os nomes anônimos das pessoas comuns que fizeram parte da história de Jesus e que, ao mesmo tempo elas vão fazendo parte aqui eh do nosso imaginário, da nossa coleção de eh nomes e de pessoas eh que estão nos Evangelhos, a mulher da Samaria, Maria Madalena, nós vamos ver eh vários nomes, Lázaro, o as pessoas que foram curadas, as pessoas que eh se encontraram com Jesus e despertaram. E ele vai eh trazer alguns nomes, né? Ele vai dizer assim: "Eh, o cego Bartimeu, o homem de mão mirrada, o servo do centurião, o mancebo rico, a mulher cananeia, o gago de Decápolis, a sogra de Pedro, Lázaro, o irmão de Marta e Maria, porque muitas vezes são nomes que passaram por ali, mas quando a gente vai reler com mais profundidade aquela cena, aquele aquele cenário que se abre para nós desses anônimos que passaram em Jesus, quantos ensinamentos eh nós temos ali de riqueza, de reflexão para as nossas vidas. Então, o que me destacou nesse nessa eh veneração aqui, nessa honraria que Emmanuel faz no livro Religião dos Espíritos para Jesus, é como como quase como uma prece, né? Ele vai fazendo esse destaque aí e destacando aí o final que muito lembra mesmo. Ave Cristo, salve Cristo. Os que aspiram a conquistar desde agora em si mesmo a luz do teu reino e a força de tua paz te glorificam e te saúdam. Eh, então essa mensagem ela me trouxe essa reflexão, né, desse Natal permanente, o Natal permanente, o nascimento de Jesus. o o convite teu para essa leitura me lembro os livros eh que surgiam na época do Natal pela FEB e que me me trazem essa nostalgia, sabe, da mangedura. E qual o simbólico, né? Qual é o eh a mensagem que está por trás dessa manjedoura, desse nascimento de Jesus em nossas vidas? Então foi foram esses destaques, Denise e Dalva. >> Maravilha, Robson. E eu confesso para
ico, né? Qual é o eh a mensagem que está por trás dessa manjedoura, desse nascimento de Jesus em nossas vidas? Então foi foram esses destaques, Denise e Dalva. >> Maravilha, Robson. E eu confesso para você que essa correlação com AV Cristo eu só enxerguei ontem à noite, >> quase no, digamos assim, no apagar das luzes aqui da preparação do programa, relendo, revendo o roteiro, revendo os slides e o olho bateu aqui no Salve Cristo. Eh, e eu disse: "Não, pera aí, tem algo aqui muito similar." E aí eu voltei no Avec Cristo, porque o personagem Taciano é um personagem que me me chama muito atenção naquele livro. Eh, não só o quinto Celso ou o quinto Varro, mas o Taciano me chama atenção e eu tenho essa cena muito de memória. Então, foi assim um inundar de alegria ontem à noite quando eu reli e pensei nessa correlação. Aliás, nos textos de Emanuel nada pode ser eh desconsiderado, né? S is quando eu comento Emanuel, seja aqui no programa, seja em palestras, nada num texto de Emanuel, nenhum adjetivo, nenhuma vírgula, pode ser desconsiderado como algo menos importante. E o que mostra aí toda a coerência da obra de Emânuel, da psicografia de Chico Xavier. Mas vamos seguindo porque nós temos outros textos aqui para comentar. Queremos entusiasmar os internautas a lerem esses e outros textos de Natal. E eu quero perguntar paraa Dalva, que escolheu aí os três textos de Maria Dolores, que estão no livro, Convite de Natal, Ante Natal e Petições de Natal, o que ela destacaria para os internautas como algo a ser percebido, algo a que se deve prestar atenção na leitura desses textos? >> Então, é tão tanta coisa. O poema tem esse fator de dizer muita coisa em poucas palavras e nos permitir mergulhar num num ritmo, né, que nos entretém e a beleza da da combinação das palavras, essa função estética da linguagem que fala diretamente paraa nossa emoção. Então, esse esse texto da Maria Dolores eu achei esse interessante porque ela destaca a questão de você eh ter expectativa do Natal. E a gente tá
da linguagem que fala diretamente paraa nossa emoção. Então, esse esse texto da Maria Dolores eu achei esse interessante porque ela destaca a questão de você eh ter expectativa do Natal. E a gente tá vivendo isso agora, >> porque é claro que a a data é uma data, é um dia como qualquer outro dia, mas como todos nós somos chamados a pensar até por conta da de todo contexto social, né, que enfeita casas, árvores e chama para essa esse pensamento, o fato de coletivamente nós estarmos Na expectativa do Natal, dessa celebração, é claro que cria um fator propício para que as irradiações de Jesus tenham maior penetração em nós, porque Jesus, como responsável pela humanidade terrena, ele tá continuamente envolvendo a terra nessas vibrações amorosas. Mas é que nessa ocasião nós aqui conectamos pelo pensamento porque colocamos Jesus no nosso pensamento, queiramos ou não, por força das circunstâncias. Então, veja que a gente tem a expectativa, ela fala isso logo no começo do texto, toda a terra se veste de esperança. Olha que que expressão bonita nesse verso falando dessa situação contextual que está acontecendo agora. E ela também vai dizer que todos podemos ofertar alguma coisa. Não há quem não tenha algo a doar. Mesmo que a pessoa não tenha propriedades, averes, não tenha recursos, ela tem coisas dela para doar. Então ela diz isso também no verso, não digas a uma irmã que nada tens. A riqueza do amor no coração fraterno é o maior dos teus bens. Olha, e essa coisa do da riqueza do amor não é uma riqueza que você tenha que trabalhar para conquistar, trabalhar no sentido do do que você faz daqui para fora, é o que você faz daqui para dentro, porque o potencial de amor está em nós. Todos temos potencial de amor para desenvolver. Então, se nesse nessa esperança, nessa expectativa, nesse contexto que fala de alguém que doou tanto amor, não é possível que a gente não esteja motivado também a tirar do nosso coração essa potencialidade e externá-la de alguma forma. Eu acho que esse poema chama para
e fala de alguém que doou tanto amor, não é possível que a gente não esteja motivado também a tirar do nosso coração essa potencialidade e externá-la de alguma forma. Eu acho que esse poema chama para essa condição que não pede recurso material. Ela tá falando de alguma coisa que o a a doutrina espírita nos ensina. Eh, eu lembrei muito quando ela faz esse poema, eu lembrei muito da questão da semente. A semente é pequena, mas olha o potencial da semente. Então, ela diz isso. A migalha de força é a base do universo. Desde a furna terrestre, a estrela mais remota, todo o livro se escreve letra a letra. Compõe-se a melodia nota a nota. Então, não devemos desconsiderar o valor das coisas pequenas, um sorriso que seja, uma palavra de compreensão, tudo que tão pequeno, parece tão pequeno, mas que realmente representa a riqueza que tá no nosso coração. Esse poema me fala isso, me fala isso e disperta isso, né? Eh, eu acho que você fazendo esse comentário me levou paraa parábola do semeador. Eu não tinha pensado por quando eu li esse poema agora e reli, porque nós já tivemos um especial de Natal sobre os poemas de Natal de Maria Dolores e Meimei há 2 anos atrás, três anos talvez. E eu já tinha lido todos esses poemas de Maria Dolores mais de uma vez. E aí quando eu reli esse para este programa, eu pensei no texto A Beneficência, que tá no Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 13, que é o não saiba a vossa mão esquerda, ali, os itens 11 a 16, mas acho que a sua leitura eh enriquece muito pensar aqui na semente como algo pequeno e o que a autora nos convida é para doações pequenas no Natal. Então, acho que a sua leitura tem todo sentido e eu já ficaria com a sua leitura e abriria um pouco mão da minha, isso que é bom no trabalho de leitura, compartilhar. E aqui no literatura nós estimulamos que isso ocorra entre os leitores, ah, amigos na casa espírita. Antes de seguirmos, então, com o nosso programa, eu quero anunciar as cidades das quais nós estamos sendo acompanhados no ao vivo
ulamos que isso ocorra entre os leitores, ah, amigos na casa espírita. Antes de seguirmos, então, com o nosso programa, eu quero anunciar as cidades das quais nós estamos sendo acompanhados no ao vivo desta manhã. Nós estamos sendo acompanhados de Barra dos Coqueiros, Sergipe, em Campina Grande, na Paraíba, Cascavel, no Paraná, Cruz das Almas na Bahia, Guachupé, Minas Gerais, Marta de São João na Bahia, Niterói no Rio de Janeiro, Palmares, Pernambuco, Patos na Paraíba, Ribeirão Preto, em São Paulo, Rio de Janeiro, capital, Salvador, Bahia, Santa Inês no Maranhão, Santa Rita do Passa 4 em São Paulo, na capital de São Paulo também, em Uberlândia, Minas Gerais, em Veracruz, no México, e em Volta Redonda, no Rio de Janeiro. Então, para os internautas que nos acompanham nessa manhã, com a sua honrosa audiência, o nosso abraço de Natal e se alguém chegou depois e não colocou ainda a cidade de onde nos acompanha, pode colocar aí que daqui a pouco nós faremos uma outra chamada aqui das cidades onde nos acompanha. Vamos seguindo então porque a hora vai passando muito rápido nesse programa e eu quero agora voltar com o Robson para que focalizemos o texto exaltação do Natal do Joana deângeles. Nesse texto Joana deângeles separa os que vivem o Natal em dois grupos. Roxon e eu queria que você nos ajudasse a entender esses grupos e os destaques que a mentora traz para nós vivermos o Natal. Eh, o texto está lá no Lampadário Espírita. Eh, e eu fiquei encantado agora, né, quando você falou aí dos internautas, seus lugares. Tem alguém do México, né, e que está assistindo ao programa. Sempre temos esses internautas de Veracruz aqui conosco. Aproveitar para mandar um abraço, saludos de lá na atividade para os internautas do México. >> Muito bem. onde a Joana de Angângeles teve uma de suas existências, né, como Sor Inês de La Cruz. Então, aqui nesse exalt Natal, eh, eu destaco dois momentos em que ela enfaticamente ela vai falar e do Natal como esse momento em que, eh, o divino ele se faz eh um
ias, né, como Sor Inês de La Cruz. Então, aqui nesse exalt Natal, eh, eu destaco dois momentos em que ela enfaticamente ela vai falar e do Natal como esse momento em que, eh, o divino ele se faz eh um convite para o humano. Ela diz aqui num parágrafo já na segunda página, eh, o Natal evoca o rei divino descendo à terra para amar com uma lição viva e inconfundível de como se devem conduzir os amados que conseguem amá-lo. E também ela faz novamente essa, ela fecha a mensagem com essa eh vocação. do Natal é a mensagem perene que desceu do céu para a terra e que agora em ti se levanta da terra na direção do céu. E aí, ao longo do texto, a gente vai ver ela conduzindo aí, apontando eh o grupo das pessoas que já despertaram a consciência, já entenderam, perceberam a mensagem de Jesus e que estão aqui justamente para eh no sentido de ajudar, de auxiliar, de contribuir para o outro. Do outro lado, nós vamos encontrar aqueles eh que precisam ser amados e socorruídos, aqueles que estão nos leitos de dores, como ela diz aqui, estão a mercer das escuras tormentas da aflição. Então, de um lado, nós temos aqueles que têm a oportunidade de esquecer, de ajudar, deir, mas ainda aqueles que despertaram a consciência eh perspectiva e aqueles outos lados que estão no processo de dor, de expiação. Eh, mas o que eu também gostaria de destacar aqui, Denise, e fazendo até esse cotejamento com Sor, lembrando que todos esses espíritos, né, como Emanuel, a Jona deângeles, quando eles escrevem, evidentemente eles trazem do arcabolso eh histórico, espiritual deles, as vivências que tiveram ao longo das existências, eh, aprofundando, verticalizando, eh, o contato com Jesus. E aí, eh, tem um parágrafo aqui já na o na última página, que é belíssimo, na penúltima página, na verdade, eh, quando ela diz de uma forma poética, eu achei, eu considerei tão belo isso aqui, porque é uma forma poética da Joana de Angeles aqui de descrever Jesus. Ela diz assim: "Recorda-o, simples e majestoso". Veja que descrição
a forma poética, eu achei, eu considerei tão belo isso aqui, porque é uma forma poética da Joana de Angeles aqui de descrever Jesus. Ela diz assim: "Recorda-o, simples e majestoso". Veja que descrição belíssima ela faz. Recorda Jesus simples e majestoso, face crestada pelo sol, cabelos ao vento, pés sangrentos, esguio e nobre, misturado a plebe, enxugando suor e lavando feridas, limpando raízes morais, acolitado por mulheres mutiladas nos ideais da maternidade e reduzidas à condição mais dolorosa, e por homens vencidos por impostos exorbitantes ou dominados por miséria sem nome. Então, quando eu reli isso aqui, sabe, não tem como você não lembrar de Soro Ranê La Cruz, que foi uma feminista, ela destaca aqui, ela traz as mulheres nesse eh nesse desenho que ela faz, nessa silhueta, nesse perfil, como você, né, lembrou aí de uma da mensagem de que Dalva, né, trouxe, mas eu considerei muito poético, sabe? essa imagem que ela traz de Jesus, simples, majestoso, face crestada pelo sol, cabelos ao vento. E eh toda a mensagem dela é nesse sentido, sabe, de apesar das dores ou do turbilhão que possamos atravessar Natal, porque é muito comum, é possível, né, nem todos estar felizes no Natal, é possível ter surgido uma doença, um problema, uma desencarnação de alguém. Ou seja, nem sempre o Natal é só as festas. Nós poderíamos ter tumultos nessa época mesmo. E aí, eh, a mensagem final dela é justamente essa de esperança, a esperança de Jesus no Natal. Aquiiet o turbilhão que te atordoa. Enquanto se espraiam no ar as sutis vibrações do Natal de Jesus, conforme Dalva nos eh lembrou, escuta a voz dos anjos e alça-te do sítio sombrio, onde te demoras para as cinâncias do amor clarificador de rotas e homenagem a ele. Eh, a mensagem dela aqui em Lampadário, belíssimo. Ela é esse apelo para a gente nesse momento Natal, nós eh votarmos a atenção a esse homem admirável que foi, que é Jesus em nossas vidas. >> OK, Robson? E aí o seu, a sua leitura agora me deu um outro tom para esse texto e me emocionou mais uma vez.
, nós eh votarmos a atenção a esse homem admirável que foi, que é Jesus em nossas vidas. >> OK, Robson? E aí o seu, a sua leitura agora me deu um outro tom para esse texto e me emocionou mais uma vez. Aliás, eu tô muito emocionadas com esses textos todos. Eh, desde essa semana em que eu mergulhei muito profundamente nesse livro, Saindo do Literatura anterior. E eu quero aproveitar, Robson, para ah dizer pro internauta que esse texto, na sua publicação do livro Lampadar Espírita, ele é seguido de uma nota de Joana de Ângeles em que ela sugere dois textos para estudo, que é do livro dos espíritos, a parte terceira, o capítulo um, que é o conhecimento da lei natural, para que nós entendamos Jesus como executor da lei divina. E depois dois eh itens de O Evangelho Segundo o Espiritismo que a mim particularmente emociona muito, que é do capítulo primeiro, não vim destruir a lei, os itens três e quatro intitulados O Cristo. Então nós estamos falando de de um espírito muito sábio, né? E você destacou bem, uma uma sapiência que vem de vidas passadas, mas que faz nessa vida toda uma correlação com as fontes da doutrina espírita. E esse texto é de fato maravilhoso. E eu chamaria a atenção dos internautas para as vezes para um hábito que a gente tem perdido na sociedade de uma forma geral, na casa espírita também. Ler texto em voz alta. E uma boa leitura em voz alta faz uma diferença extraordinária. O texto chega com uma sonoridade, com um ritmo aos nossos ouvidos e que emociona. Eu particularmente me emocionei muito com a sua leitura, Robson, agora e acredito que os internautas também. Mas antes de seguir aqui com o nosso programa, quero lembrar aos internautas que temos sim espaço para pergunta ou para algum comentário. Deixem no chat que a nossa equipe está aí acompanhando todos os canais parceiros, recolhendo as perguntas, os comentários para trazer aqui para vocês na sequência. E a Margarida, Margarita que nos acompanha de Veracruz, no México, manda o muitas grácias para nós que aqui estamos no
recolhendo as perguntas, os comentários para trazer aqui para vocês na sequência. E a Margarida, Margarita que nos acompanha de Veracruz, no México, manda o muitas grácias para nós que aqui estamos no programa, né? Vamos seguindo e eu quero Dalva seguir com você agora abordando o poema Antonatal de Maria Dolores. Eu li esse texto e pensei que ele evoca uma autoanálise. Não sei qual foi a sua interpretação. Eu queria que você compartilhasse conosco agora. É, eh, antes de falar do poema, eh, você leu as cidades que estão presentes aí e você citou Volta Redonda. Vou dizer que eu sou natural de Volta Redonda. Aí eu quero dar um abraço a minha meu conterrâneo ou minha conterrânea que estão aí assistindo a esse programa, né? Então, antes Natal é um texto que eu percebi a Maria Dolores fazendo assim um comentário que reforça aquilo que já está no poema anterior a respeito da da das pequenas coisas, as pequenas coisas que se podem doar, mas tenho também percebi esse conteúdo de autoanálise, porque mesmo Mesmo tendo a noção de que coisas pequenas nós temos para doar, ela constata que nós temos fraquezas e precisamos de ajuda. Mesmo para doar essas pequenas coisas, mesmo para tomar consciência daquilo que nós possuímos e que podemos compartilhar, nós precisamos de amparo. Então ela ela pedia a Jesus nesse texto, deixa que nós sejamos na exaltação do bem que a tua vida encerra, ainda que seja um traço pequenino do amor com que iluminas toda a terra. Olha que verso, que estrofe é essa em que ela mostra ter consciência de potencialidades que estão presentes na sua intimidade, mas pedindo apoio de Jesus para conseguir fazê-lo, porque isso é uma verdade que muitas vezes a gente não reconhece. Eh, o orgulho que ainda nos caracteriza não nos permite muitas vezes olhar que o erro que cometemos, a falha que existe na nossa caminhada, é decorrente de imperfeições que ainda não conseguimos corrigir por uma questão mesmo de incapacidade pessoal, de autopercepção. Então, tem esse conteúdo muito forte de que ela
ste na nossa caminhada, é decorrente de imperfeições que ainda não conseguimos corrigir por uma questão mesmo de incapacidade pessoal, de autopercepção. Então, tem esse conteúdo muito forte de que ela revela essa percepção e pede a ajuda de Jesus para superá-la. E ela diz aqui num numa outra estrofe muito significativa, antes o Natal de volta as províncias do mundo. Quer dizer, o Natal é todo ano a gente tem esse retorno dessa celebração. Ante o Natal de volta às províncias do mundo, na doce comoção que nos invade, transforma-nos por fim em parcela bendita da celeste bondade. dizer, o mundo espiritual, aqueles que nos guardam, aqueles que supervisionam a caminhada evolutiva do homem, esses corações que irradiam pra terra, eh, vibrações tão fortes de amor e que nessa época, de uma certa maneira, pelo contexto favorável dos pensamentos suscitados pela celebração acabam chegando chegando a nós. Isso pode ser o material para que a nossa própria autoanálise neste tempo nos propicie a compreensão daquilo que ainda nos impede de visualizar a grandeza desta oportunidade que é a encarnação atual. Então, eh, vamos aproveitar. Estamos nas vésperas de Natal. O contexto é favorável a essa interiorização para que a gente possa perceber que também nós podemos ser uma parcela da bondade infinita que ampara esse mundo. Apesar das dificuldades todas que estão presentes, é possível fazer a diferença quando os nossos nossos pensamentos convergirem para essa sintonia. possível e cada vez mais eficaz por conta da nossa condição hoje de consciência que a doutrina espírita despertou em nós. tem esse conteúdo sim de autoanálise, de uma reflexão em torno de si mesmo, das próprias fragilidades, mas uma certeza que tá expressa no texto de que Jesus pode nos amparar. E um dia nós, apesar de toda a insegurança do nosso caminho, nós também podemos fazer aquele cântico, né? Glória a Deus nas alturas. Isso tá na última estrofe que é lindíssima. Ampara-nos, Senhor, até que um dia, além das nossas trilhas
urança do nosso caminho, nós também podemos fazer aquele cântico, né? Glória a Deus nas alturas. Isso tá na última estrofe que é lindíssima. Ampara-nos, Senhor, até que um dia, além das nossas trilhas inseguras, possamos nós também cantar na harmonia dos anjos. Glória a Deus nas alturas. É lindo. >> É lindo. É lindo. E é emocionante, né? >> Emocionante. E você falou na na semente como uma chave interpretativa no poema anterior, que é o convite de Natal. E eu bati o olho de novo nesse anti-atal e agora eu tô influenciada pela semente, né? E ela vai repetindo aqui: "Aspiramos ser a migalha do Natal permanente contigo. Deixa que nós sejamos, ainda que seja um traço pequenino e queremos ser contigo a semente da paz e o toque da alegria para chegar nesse finalo que é cantar com os anjos o glória a Deus nas alturas". Então, um poema aí realmente extraordinário da Maria Dolores e muito emocionante mesmo. Fiquei também muito emocionada, >> né, com essa leitura. Robson. E eu queria agora já seguir aqui com você, enquanto os internautas colocam aí seus comentários, suas perguntas sobre o texto Natal simbólico do irmão X, que faz uma revisão do Natal de Jesus em nossa vida diária. Quais são os seus destaques para esse texto? Qual foi sua autorreflexão? Isso. Eh, eu considerei lindo, né? O texto lá tá em pontos e contos do irmão X. E só no final que a gente vai entender que era uma palestra que ele estava assistindo e de um espírito superior numa determinada reunião falando sobre o Natal simbólico. E esse espírito vai eh fazer uma concentrar-se mais nas eh nas passagens iniciais de Jesus, desde a Mangedoura até eh o o menino que vai eh discutir, vai se apresentar aos doutores no tempo. Então, a concentração maior nesse e perfilamento que ele vai fazer aí é daquele momento inicial da manjedoura, dos pastores, e depois ele faz uma correlação, um cotejamento com a nossa vida. Mas o que eu quero destacar, Denise Dalva, eh, você até leu agora um, Denise, eh, um tópico de Maria Dolores
manjedoura, dos pastores, e depois ele faz uma correlação, um cotejamento com a nossa vida. Mas o que eu quero destacar, Denise Dalva, eh, você até leu agora um, Denise, eh, um tópico de Maria Dolores falando do Natal permanente, né, migalhas do Natal permanente. Acho que foi isso, um trechinho da poesia. Eh, e também você fez remenção a isso lá na apresentação inicial. Eh, no segundo parágrafo desse belíssimo texto, eh, o irmão X vai descrevendo o ambiente, né, harmoniosas, harmonias cariciosas, atravessava a paisagem quando Lúcio do mensageiro continuou. Então, e faz um recorte aqui imediato e já traz a mensagem desse mensageiro. Mas é essa mensagem que já daria para nós discutirmos só um literatura espírita, né? Eh, cada espírito, veja que preciosidade, gente, alva, demais companheiros, companheiras, cada espírito é o mundo onde o Cristo deve nascer. Porque isso nos remete a essa ideia de que a imagem dura é simbólica, o que que ela representa para nós? É, é como se nos inspirasse essa, esse desenho tão bucólico, tão nostálgico, né? A gente vai ver nos cartões de Natal isso, a Mangjedoura, Maria, José, os animais em volta. Aí tem alguns cartões que traz, destacam mais os três Reis Magos, trazendo o Mirra, incenso, ouro, a estrela brilhante de Belém. Então tem toda uma magia ali que nos encanta, vai entra no nosso imaginário eh psicológico, psicanalítico, eh, conforme queira virar a vertente. Mas, eh, a simbologia é essa, sabe? principal e que o Natal é permanente, como diz ah, Maria do Loures, né? E o irmão X nessa mensagem nos diz: "Cada cada espírito é o mundo." É como se todos nós trouxéssemos uma estrebaria, todos nós trouxéssemos uma manjedoura dentro de nós, onde Jesus pode nascer. Então, como é que nós estamos eh fazendo essa essa manjedoura? Como é que nós estamos forrando esse celeiro, essa extrair para eh receber Jesus em nós? Eu percebi isso nessa mensagem simbólica, sabe? E aí ele vai trazendo aí alguns símbolos. Ele vai trazendo aqui, ó. Eh, verificou-se a vida de Jesus numa época
sa extrair para eh receber Jesus em nós? Eu percebi isso nessa mensagem simbólica, sabe? E aí ele vai trazendo aí alguns símbolos. Ele vai trazendo aqui, ó. Eh, verificou-se a vida de Jesus numa época de recenciamento. Não havia lugar para o Senhor. A única estalagem ao hóspede sublime foi a manjedoura. Surge a criança celeste dentro da noite. A estrela prodigiosa rompe as trevas no grande silêncio. Animais em bando são as primeiras visitas ao enviado celeste. Veja que é toda uma concentração ali na manjedoura. Naquele momento do nascimento. Chegam pastores que se envolvem na intensa luz dos anjos que velam o berço, cantam milícias celestiais. Não são essas milícias de hoje que nós vemos na mídia, né? Mas esse conjunto de seres superiores que estavam ali assessorando Jesus. Gente, é o governador espiritual do planeta que vai se materializar no planeta. Ele tem que estar assessorado ali com um grupo imenso de espíritos, não só desencarnados, mas também reencarnados. Divulga os pastores, a notícia maravilhosa. Surge a visita inesperada dos magos. Eh, ele vai falar aqui de de os servos fiéis, como Simeão, que expressa um grande júbilo, eh, ferido na vaidade, na missão, Herodes determina a morte do pequenino emissário, porque e ele foi perseguido. E aí Maria e José tiveram que fugir às pressas, porque chegou-se a notícia aquela época estava surgindo lá eh João Batista eh o tá está surgindo, né, um novo um novo eh eh Messias. que esse novo Messias, né, já tinha ali, eh aquela perspectiva de que viria um Messias revolucionário. Então, chegou aos ouvidos dele e ele vai manda matar esse novo, essa nova criança. Conserva-se Jesus na casa simples de Nazaré. trabalha o pequenino embaixador numa carpintaria, mas tarde o celeste menino surpreende os velhos doutores. E aí a gente vê que ela ele traz aqui nessa mensagem toda essa trajetória do berço até quando ele adolescente, quando ele vai falar lá no templo, ele vai discutir com os os doutores. Eh, então, eh, a mensagem ela é muito
ela ele traz aqui nessa mensagem toda essa trajetória do berço até quando ele adolescente, quando ele vai falar lá no templo, ele vai discutir com os os doutores. Eh, então, eh, a mensagem ela é muito simbólica, sabe? Ela ela traz toda essa simbologia. Denise Dalva, eh, internautas, queridos, queridas, porque tudo nesse, nesse Natal que é apresentado pelos evangelistas tem uma simbologia que remete à nossa atualidade permanente e de como nós enquanto o mundo, como diz o a mensagem aqui do irmão X, enquanto o mundo. E aí eu trago mais eu eu me aproprio dessa mensagem do irmão X para dizer que é como se nós fôssemos também a estrabaria manjedoura lá aquele celeiro onde Jesus foi eh eh surgiu. Então nós também trazemos essa manjedoura. Como é que está essa manjedoura, sabe, nesse Natal? Como é que está eh a manjedoura em nós, em nossos corações, para receber Jesus, esse Jesus espiritual, eh todos os dias? Eu penso que foi essa mensagem, sabe, que o irmão X em pontos e contos nos trouxe nesse Natal Sim. >> Isso, Robson, muito obrigada por nos conduzir nessa reflexão. E nesse texto aqui, eu vi algo extraordinário que confirma uma leitura que eu venho fazendo dos textos espíritas psicografados há bastante tempo, que é a leitura sobre as tradições espirituais do Natal no mundo espiritual. Isso nós encontramos em Amélia Rodrigues, no prólogo de primícias do Reino, quando ela diz que há tradições no mundo espiritual em torno dos ditos e feitos e do nascimento do Senhor. Joana deângeles também diz isso num de seus textos, aliás, em mais de um. Emanuel diz isso ao Chico Xavier, está revelado numa carta de Chico Avantuil de Freitas em Testemunhos de Chico Xavier, um livro organizado por Sueli Calda Schuber. E aqui o início desse texto, o irmão X confirma, ele diz: "Ammonias cariciosas atravessaram a paisagem quando o Lúcido mensageiro continuou". Então ele está falando de uma desses encontros no mundo espiritual a que ele teve acesso para assistir. Então imaginemos aí a conversa
as atravessaram a paisagem quando o Lúcido mensageiro continuou". Então ele está falando de uma desses encontros no mundo espiritual a que ele teve acesso para assistir. Então imaginemos aí a conversa como seria, né? Se essa nossa aqui nos emociona, imagine lá eles tendo acesso a esses mensageiros que conheceram, que conhecem Jesus, que vivem a sua mensagem. O nosso horário tá seguindo aqui, Célerey. Eh, quero perguntar para Dalva ainda sobre o texto Petição de Natal de Maria Doloures. Você que diz que se emociona com a biografia dela e eu também. Eu acho esse texto um tanto autobiográfico. O que que você pensa, Dalva, sobre ele? >> Pois é. E é alguma coisa que nos instiga, porque ela quando escreve o texto, ela está na espiritualidade como alguém que olha paraa última encarnação e vê a própria trajetória. E efetivamente a experiência encarnatória dela foi aquela de alguém que sempre tinha anseios não realizados. E ela revela isso no texto, na síntese da poesia. É lindo o texto. Ela fala: "Quando criança, ela no Natal pedia os brinquedos. Quando jovem no Natal ela pedia para encontrar o amor. Quem é que não pede, né, nessas fases da vida essas coisas? E depois, como mulher cansada, ela revela que ainda assim os anseios eram muito terra a terra, não era aquele anseio de ser amada, de encontrar aquele coração que a gente sabe que o casamento dela fracassou, né? a gente sabe que ela não não encontrou essa repercussão naquela primeira experiência afetiva. Então, ela fala isso no poema, é muito autobiográfico mesmo. E eu acho que o mais importante é que no final ela revela ter alcançado uma maturidade >> que nós não precisamos esperar desencarnar para alcançar. É que ela fala assim: "Hoje, Senhor, alma livre no além, onde o consolo me refaz." Quer dizer, ela tá tá olhando para trás, mas ela já não está mais naquele clima de ansiedade que não se realiza. Ela alcançou esse consolo. Aí ela ainda nessa condição tá vivenciando o contexto do Natal. Porque esse contexto, gente, ele está aqui no no
não está mais naquele clima de ansiedade que não se realiza. Ela alcançou esse consolo. Aí ela ainda nessa condição tá vivenciando o contexto do Natal. Porque esse contexto, gente, ele está aqui no no plano físico, mas como todo mundo tá pensando em Jesus, as pessoas estão movendo campanhas de brinquedos, de roupa para doação nas instituições, esse clima, ele se propaga para a dimensão espiritual nas cercanias da terra. Aí ela fala: "Antete a luz do Natal novamente acendida, agradeço-te em paz, contente, enternecida as surpresas da morte e as lágrimas da vida". Então, olha o que que ela tá dizendo pra gente. Ela tá dizendo pra gente: "Olha, não se deixe tomar por essas questões pequenas do cotidiano, das coisas que o mundo pode dar, porque nada se compara à alegria que você vai encontrar depois. Porque a vida maior, o mundo espiritual tem delícias e prazeres que a gente na condição de encarnado não pode compreender. Então ela agora que compreende, ela diz assim: "E se posso implorar-te algo à bondade, nunca me des aquilo que eu mais queira". Então, é alguma coisa que ela tá alertando pra gente. Olha aí o que que você tá pedindo. Analisa o que você está pedindo hoje nesse Natal. Natal se avizinha. Estamos no clima, o clima é propício. Que é que você vai pedir? Você vai continuar criança pedindo brinquedos, vai continuar naquela inconsciência da da juventude, querendo encontrar uma gêmea, afeição, querendo ser aceito, querendo ser acolhido, ser pertencente a essa condição, essa comunidade que muitas vezes não sabe para onde vai, que que você vai pedir aí? O, a última estrofe, ela nos conscientiza claramente quando ela fala: "Dá-me a tua vontade". E o dom da compreensão entre a humildade verdadeira e a serena alegria, a fim de que eu te busque dia a dia, mestre do coração. Esse é o pedido. é que essa coisa do Natal, esse clima do Natal, o ambiente que se criou, que é tão propício, que nos sensibiliza, vamos superar a infância, superar a transitoriedade daquilo que nos prende a
o pedido. é que essa coisa do Natal, esse clima do Natal, o ambiente que se criou, que é tão propício, que nos sensibiliza, vamos superar a infância, superar a transitoriedade daquilo que nos prende a esse contexto da vida no mundo material. E vamos elevar o nosso desejo. Vamos desejar alcançar a compreensão de que mesmo na condição de encarnado, eu posso conquistar essa serenidade que a doutrina nos oferece de saber que nós estamos aqui para propósitos de crescimento espiritual. E esse propósito nunca é negado se a gente pede. Os espíritos estão se oferecendo à nossa a ajuda que nós possamos solicitar, mas nós precisamos pedir. Enquanto não tivermos consciência do que queremos, vamos ficar meio que nesse círculo vicioso, Natal após Natal, repisando velhos desejos e frustrando-nos, porque nem sempre alcançamos no imediatismo da vida aquilo que parece ter sentido, mas o sentido verdadeiro às vezes nos escapa. O poema dela fala isso tão claramente, não é? E eu fico feliz de saber que lá no mundo espiritual ela está no conforto desse dessa compreensão e na busca dessas realizações que a gente também pode buscar. É isso que devemos querer, não é? Que Jesus nos abençoe, né, neste Natal, em todos os natais. >> Pois é. E agora a sua leitura me emocionou novamente. Esse poema é de fato muito especial, né? Olhar para essa biografia e vê-la eh poetizada nesse texto. Bom, nós estamos chegando ao final do nosso programa. Os nossos internautas hoje foram muito comidos, não fizeram perguntas nem comentários, estão aqui acompanhando a leitura e os comentários desse texto. E quero destacar que há internautas que nos acompanham também neste ao vivo de Cabo de Santo Agostinho em Pernambuco, em Florianópolis, Santa Catarina e em Porto de Galinhas, Pernambuco também. Então vai o nosso abraço para todos os internautas que nos acompanham no ao vivo nesta manhã. E como nós já estamos indo pro finalzinho aqui do nosso programa, nosso horário de fato tá bem apertado, eu quero aproveitar a Dalva e
a todos os internautas que nos acompanham no ao vivo nesta manhã. E como nós já estamos indo pro finalzinho aqui do nosso programa, nosso horário de fato tá bem apertado, eu quero aproveitar a Dalva e o Robson aqui no nosso programa para compartilhar algumas experiências de leitura para eles. E eu queria começar com a Dalva. Dalv, eu quero eh perguntar para você em forma de suposição, se você tiver que fazer uma viagem e só puder levar três livros espíritas, quais seriam os três livros que você levaria? Meu Deus, olha assim, por uma questão assim de carinho no começo, Alvorada Cristã, né, e o Lúcio, foi um livro que eu ganhei de presente quando eu tinha 7 anos de idade. Eu tenho esse livro até hoje, na minha instante. Eu levaria Maria Dolores, que é o livro de poema psicografia, psicografia do Chico Xavier e eu levaria um outro livro que eu vou reler. Eu já li duas vezes, mas eu vou reler. É uma produção literária do Balsac, Cristo espera por ti, Valdo Vieira. >> Eu quero muito reler esse livro, né? Esses três com certeza. Agora, eh, eu acho que eu ia levar uma mala de três três não tem Kindle. Só pode três se não tem Kindle. E você, Ron, quais seriam os seus três? E não >> maldade, Denise, pelo amor de Deus. Meu Deus, não foi cruel, foi o Dalva conosco. Isso aí levar três livros só. Bom, eu levaria Paulo Estevão, já li Paulo Estevão umas três vezes, nem lembro mais. E cada vez que leio, né, eu trago muito pro que ele tá falando pro movimento espírita, né, as os embates de Paulo, Pedro, todo aquele movimento dos primeiros cristãos. Eh, eu levaria nosso lar também é outro livro singular, que toda vez que eu leio vou aprendendo um pouco mais ali da história de André Luiz significador. E nesse momento eu tô muito mergulhado aí na leitura de Amélia Rodrigues. Eu lembro de Amélia Rodrigues na minha na minha adolescência. E a mente adolescente é uma mente é uma mente febril, é uma mente rápida, ligeira. Então, quando eu li primeira vez aquele livro eh No Mundo Maior, no
Amélia Rodrigues na minha na minha adolescência. E a mente adolescente é uma mente é uma mente febril, é uma mente rápida, ligeira. Então, quando eu li primeira vez aquele livro eh No Mundo Maior, no Mundo Maior não, eh esquecer agora o o qual foi o primeiro livro que eu lidera, e aí eh, A Flores no Caminho, quando eu li, eu achei rebuscada aquela linguagem dela, né? Eu disse: "Meu Deus, não tô entendendo nada. Não tô entendendo nada". Passaram-se eh 35 anos, 40 anos depois. Aí tô eu aqui lendo de novo e encantado, né? São os 11 livros. É uma coletânia de 11 livros. E aí estou revisitando com um grupo de amigos o Primícias do Reino. E esse mergulho eh no universo de Amélia Rodrigues pela psicografia de Divaldo Pereira Franco tem sido assim para mim revolucionário, né, no sentido de impregnar daquele ar do tempo, naqueles encontros que ela também nas crônicas nos traz, eh, refazendo as cenas dos evangelhos. Então, seria primícias do reino que eu levaria. >> Muito bem. E um texto de Natal, Robson, qual você indicaria? >> Ah, Jesus. Olha, temos vários textos, né, da Maria Dolores. Eu me encanto com a nossa eh Maria Dolores. Deixa eu ver se eu tenho aqui que eu gosto muito desse livro mesmo que a Dava falou. Eh, Maria Dolores mesmo, sabe? Eu não tô encontrando ele aqui agora, mas eu gosto muito do dos textos dela em que ela fala de de Natal, sabe? Que ela sempre faz aquele encontro com Jesus. É isso. Eu não tô lembrado aqui agora o título dessa dessa mensagem no livro Maria do Loures. >> Tá. E você, Dalva, um texto de Natal. Seu microfone tá fechado. Deixa eu só abrir aqui. Isso. >> Isso. >> É. Então, eh, o Robson indicou um poema em Maria Dolores. Aí eu vou dizer que eu acho muito interessante o texto de Natal que ele comentou do irmão X. Eu gosto muito do das crônicas do irmão X. E eu não escolhi porque entre irmão X Maria Dolores acabei escolhendo Maria Doloures, mas irmão X também é é um um autor que eu gosto muito e eu gostei muito dos textos do Humberto Campos e do
rmão X. E eu não escolhi porque entre irmão X Maria Dolores acabei escolhendo Maria Doloures, mas irmão X também é é um um autor que eu gosto muito e eu gostei muito dos textos do Humberto Campos e do Irmão X que estão na coletânea e eles estão também contos e contos, contos e apólogos, >> né, reportagens de além túmulo e são textos que sempre sensibilizam pela pela propriedade, né, do uso da linguagem que o Humbert Campos faz, ele é um literato de realmente de destaque na no cenário brasileiro. E aí chegamos ao final do nosso programa, estamos aqui vendo o cronômetro com alguns segundos e eu quero pedir Dalva para você se despedir dos nossos internautas. Então, amigos, amigas, que alegria estar com vocês. Que honra ter sido convidada para este programa. É véspera de Natal. Jesus novamente está presente no cenário, na no comentário, no contexto e nossos corações podem se abrir mais neste Natal para que nós possamos alcançar as bênçãos que ele já disponibiliza para todos nós. Obrigada aí pela audiência de vocês, pelo carinho. Que Jesus nos abençoe. Tenhamos todos um feliz Natal e um ano novo cheio de boas realizações. Muita paz. >> Muito obrigada. E você, Robson, suas despedidas. É muito feliz por esse momento, né, de estarmos aqui todos confraternizando a literatura espírita e concluindo eh o seu esse ano eh com seu trabalho que tem sido assim importantíssimo de preservar, de divulgar, de trazer autores conhecidos, autores antigos, autores novos e dedicar essa esse momento final da literatura espírita voltada para o Natal. Então eu sigo aí na vibe deva desejando a todos um feliz Natal, um feliz ano novo e sempre nessa perspectiva aí da mensagem do irmão X, né, e de Maria Dolores também do Natal permanente. Natal permanente, porque talvez nem tudo a gente possa conseguir realizar nesse Natal, mas lembrar que o Natal é do outro dia, como Dalva diz, é dia 26, 27, todo dia é um dia que a gente tá construindo essa manjedura para trazer Jesus para nascer em nós. >> OK? E eu quero aproveitar também para
rar que o Natal é do outro dia, como Dalva diz, é dia 26, 27, todo dia é um dia que a gente tá construindo essa manjedura para trazer Jesus para nascer em nós. >> OK? E eu quero aproveitar também para agradecer a vocês dois que estiveram conosco nesta manhã, agradecer aos internautas que nos acompanharam nesse ao vivo, aqueles que venham nos assistir depois. E hoje eu quero fazer um agradecimento especial à equipe do Literatura Espírita que coloca esse programa no ar. É uma equipe que está espalhada em várias cidades e estados do Brasil, mas que se reúne em torno da literatura do livro espírita. Quero agradecer a minha amiga Suenia Freire, que faz a nossa supervisão geral, a Cecília Lamego, a Sandra Cristina e a Marlene Rosas que fazem o monitoramento dos nossos parceiros. Rosana que faz a partir da cidade de Brumado na Bahia os nossos cards de divulgação, a Edna Vieira que é o nosso apoio na revisão e elaboração do roteiro, a Amanda Lopes que faz os slides e várias outras tarefas aqui do Literatura Espírita. Alisson Campelo que nos coloca no ar a partir do canal Seridó Espírita Alívia Souza da Bahia que também nos coloca nas redes sociais. A todos aqueles que nos recebem pelas listas de transmissão, os que nos lembram o link, que redistribuem esse link, que divulgam o nosso o nosso programa, fica o nosso abraço, a nossa gratidão. Vocês são o nosso presente de Natal e nós voltaremos no 1eo de fevereiro de 2026 com a 12ª temporada do Literatura Espírita. Aguardem que através do Instagram, no nosso perfil oficial que é o @.literatura, aliás, @literatura. Nós estaremos divulgando a preparação da 12ª temporada do Literatura Espírita. Um excelente Natal a todos. Muita paz e até 2026. Um grande abraço.
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