Liliam Coelho | PROGRESSO E AMOR (PALESTRA ESPÍRITA)
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Senhor, boa tarde a todos os amigos, a todos vocês da comunhão espírita de Brasília, para você que chega aqui nesse momento de harmonização para participar, para refletir essas lições tão importantes para todos nós. pro nosso aprendizado, pro nosso crescimento espiritual. Então, vai ser uma alegria, um prazer muito grande estar aqui com cada um nesse momento de harmonização. E eu convido a cada um também a buscar essa conexão com Deus através da prece inicial. Que Deus nos abençoe, nos proteja, nos oriente na nossa vida, na nossa jornada, nos inspire nas decisões, nas horas de dor, nas horas mais difíceis da vida, que nos trazem o desequilíbrio, a preocupação. Que cada um consiga serenar os pensamentos, o coração para participar desse momento tão abençoado do nosso dia. que a gente consiga de fato junto de Deus, junto da espiritualidade, harmonizar o nosso coração. Que cada um sinta Deus presente pulsando em seu coração. Que assim seja. Bem, hoje nós vamos conversar sobre uma lição que tá no livro Bênção de Paz, eh, psicografia de Chico Xavier, pelo espírito Emanuel. é a lição 57, que chama Progresso e Amor. E a inspiração paraa reflexão de hoje vem de uma frase curta, pequena, do Paulo, curta só em tamanho, mas na verdade é de uma grandeza, de uma profundidade tremenda, né? Porque Paulo numa primeira carta aos Coríntios, capítulo 13, versículo 8, ele disse assim para todos nós: "A caridade jamais acaba. Só isso. Mas é tão profundo tudo isso, né? A caridade jamais acaba. A caridade é esse amor em movimento, é o amor em ação. E jamais acaba, não tem fim. É infinito, é eterno, é para todo sempre. E a doutrina espírita sempre nos ensina que o amor é o hálito de Deus, que o amor é o plasma divino que envolve toda a criação. Então, nós somos filhos do amor. Nós estamos envolvidos, mergulhados nesse amor. Todos nós, toda a criação, na sua maneira mais rudimentar, lá no verme, a sua maneira mais sublime, do verme ao anjo, todos refletem o amor de Deus. Então, o amor de Deus tá na nossa
hados nesse amor. Todos nós, toda a criação, na sua maneira mais rudimentar, lá no verme, a sua maneira mais sublime, do verme ao anjo, todos refletem o amor de Deus. Então, o amor de Deus tá na nossa natureza mais íntima e profunda, tá na nossa essência. Então, por isso que a caridade jamais acaba, porque é esse amor que vai trabalhando em todos nós um sentimento de ação pelo bem, pela paz, pelo olhar ao outro. E isso é o nosso processo de evolução. Passa, o nosso progresso passa pelo amor, segue com o amor e chega ao amor puro. Porque o nosso amor, ele ainda é um amor que a gente tá trabalhando em nós. Ele, nós temos essa fonte do amor que é a nossa criação, mas ele ainda não tá na sua plenitude. E o nosso grande trabalho da nossa evolução é chegar nesse amor pleno. Eh, toda vez que a gente desvia, já que a nossa natureza mais íntima é o amor, toda vez que a gente desvia dessa natureza íntima e profunda do amor, nós sofremos. Se cada um de nós pararmos para refletir o que que me faz sofrer no dia a dia, é toda vez que eu tô distante dessa minha natureza íntima. Toda vez que eu desvio do amor, eu entro em sofrimento. Quando eu tô com raiva, quando eu tô enciumada, quando eu tô magoada, indiferente, quando eu tô egoísta demais, eu caio em sofrimento. Isso me conduz ao sofrimento porque me distancia da minha natureza mais íntima, dessa natureza que me cria, dessa natureza que me faz. Então, é por isso que a gente tem que ter muita atenção ao amor. É o amor que nos vai fazer chegar a felicidade plena. Eh, e diante de tudo isso, a gente percebe que tudo passa pelo amor. E o amor ele leva com ele outras virtudes que são filhas do amor. A bondade, a misericórdia, eh a compaixão, a compreensão, tudo isso são virtudes filhas do amor que a gente vai aprendendo. humildade, a gente vai aprendendo a a conquistar no nosso processo de experimentação, de aprendizado, de vida, de provas, de expiações. A gente vai aprendendo a chegar, a entrar nesse grande fluxo do amor. Então, hoje o amor
prendendo a a conquistar no nosso processo de experimentação, de aprendizado, de vida, de provas, de expiações. A gente vai aprendendo a chegar, a entrar nesse grande fluxo do amor. Então, hoje o amor é o tema central dessa lição, que é um tema bonito, que é um tema que a gente precisa compreender e prestar atenção cada vez mais no nosso dia a dia, porque o Cristo esteve aqui entre nós justamente para ensinar esse caminho do amor, porque ele sabia que todos nós só vamos um dia estar em comunhão com o Pai quando a gente chegar nesse amor pleno. Então essa é a nossa grande missão, a nossa grande tarefa espiritual e eterna, porque o amor jamais acaba, a caridade jamais acaba. E aí o Emmanuel inicia o texto eh falando assim pra gente: "Mais atenção para os fenômenos da vida e verificaremos a instabilidade de todos os processos de aperfeiçoamento. O nosso processo de aprendizado de aperfeiçoamento, ele é instável mesmo. Ele tá em plena mudança, alterações, conformações. A gente tá passando a todo momento por aprendizados e esse aprendizado leva a gente a viver esse processo mais instável. Mas ele diz o seguinte: "Ah, o amor ele se sustenta em bases eternas". Então a nossa, o nosso processo de mudança se altera de transformação, de aperfeiçoamento. Ele muda o tempo todo, mas as bases do amor são eternas. Então o amor ele transcende o tempo. O amor ele prescinde qualquer cronologia. Ele não tem começo nem fim. Ele é o sempre. Ele é o todo. Ele é a plenitude. Então o amor ele vai tá ali sempre. É o amor que vai fazer com que a gente caminhe. É o amor que leva o progresso das criaturas, de todas as criaturas, de todas as formas de de criação, aquelas que a gente alcança, que é palpável, que os nossos olhos alcançam, mas também todas as criaturas que a gente às vezes nem alcança, porque a gente ainda não tem condição evolutiva para alcançar. Mas tudo vem do amor. E é esse amor atemporal. É esse amor que tá a todo momento, em todas as formas de vida, de reinos, de mundos. Tudo, a
rque a gente ainda não tem condição evolutiva para alcançar. Mas tudo vem do amor. E é esse amor atemporal. É esse amor que tá a todo momento, em todas as formas de vida, de reinos, de mundos. Tudo, a vigência de tudo é o amor. Então, amor, o Emmanuel diz que o amor, olha só que frase profunda do Emmanuel, ele diz que o amor é a força divina do universo. Então, tudo vem do amor. Essa força divina do universo é a que faz tudo acontecer pelo movimento do amor. Então, tudo se cria, tudo se faz, tudo é pelo amor. E nós também somos parte dessa fonte. Nós trazemos em nós a fagulha desse amor. Dentro de nós tá esse amor na nossa essência mais profunda, na nossa natureza mais íntima. Tá ali também a vigência do amor. Só que a nossa imperfeição, o Emmanuel diz também que a nossa imperfeição faz com que a gente desvie esse amor da sua justa aplicação. Então o amor chega para nós nesse estado puro, nessa potência, nessa força divina. Só que quando passa por nós a nossa condição ainda de aprendizes, eh, de de seres, de criaturas que ainda está no seu processo de evolução, então a nossa condição de ignorância e de imperfeição, faz com que o amor se desvie. a gente acaba desviando a a a justa aplicação do amor. A gente adultera o amor, infelizmente, mas faz parte do nosso processo. Não temos que nos culpar ou ou que entristecer, desanimar, desistir, porque é assim. E o espírito André Luiz, ele dá um exemplo bem prático dessa desse desvio que a nossa imperfeição faz, desse amor puro e pleno da nossa criação, dessa força divina do universo. Ele diz assim que tudo provém do amor, tudo se resume no amor, mas a nossa imperfeição faz com que esse amor adoeça. É o nosso amor, ele é um amor adoecido. Então ele dá um exemplo. A indiferença é amor, é prescinde do amor, provém do amor, sim. Mas a indiferença é o amor que se esconde, é o amor que se omite, é o amor que não quer ver, é o amor que passa direto, que não quer se vincular. A nossa indiferença é isso, é o amor que tá desviado da sua justa
erença é o amor que se esconde, é o amor que se omite, é o amor que não quer ver, é o amor que passa direto, que não quer se vincular. A nossa indiferença é isso, é o amor que tá desviado da sua justa aplicação, está adoecido. Eh, o ciúme é amor, provém do amor, sim. Mas o ciúme, André Luiz diz que é o amor que se eh desvaira, é o amor que se enlouquece, é o amor que quer ter a posse, é o amor que que perde a razão, que não compreende, que que não que não se apega de uma forma que você quer dominar, por isso vem o ciúme. Não é o amor desvairado que precisa passar pelos seus processos de cura. Então, precisamos curar o amor que está em nós. E aí ele vai citando outros exemplos. O egoísmo é o amor que se animaliza, é o amor que não vê ninguém, é o amor que que quer só para si, né? Eh, e o ódio, ele o orgulho, por exemplo, é o amor que enlouquece, fica tão orgulhoso, tão em si mesesmado, que não vê mais ninguém, que ninguém mais importa. Isso é orgulho, só você importa. Isso é orgulho. Então é é o amor enlouquecido que tá adoecido. E ele fala que o ódio é o amor que adoeceu gravemente. Então, mas tudo é amor. Então, essa força divina do universo que pulsa em nós na na nossa natureza mais íntima, tá adoecida. E nós precisamos fazer o nosso processo de cura, de tratamento desse amor, aprender a amar de uma maneira mais justa, mais limpa, mais pura, mais serena, mais equilibrada, mais humanizada, mais fortalecida por outras virtudes que nós vamos construindo ao longo da vida, ao longo das existências, ao longo da nossa grande jornada espiritual, que não é uma jornada simples, Fácil de fazer. É uma grande travessia que cada um tem que fazer, que não tem como mandar representante, cada um vai ter que fazer, porque o amor que vai pulsar em você, ele pertence a você. É você que vai ter que trabalhar, fazer a cura, fazer todos os processos para que esse amor se fortaleça cada vez mais. Por isso que às vezes a gente passa por alguns processos de dor, por alguns processos de de
vai ter que trabalhar, fazer a cura, fazer todos os processos para que esse amor se fortaleça cada vez mais. Por isso que às vezes a gente passa por alguns processos de dor, por alguns processos de de angústia. Por isso que cada um de nós na vida às vezes passa por situações muito difíceis em que a dor nos visita, em que a dor bate na nossa porta. E a dor ela tem uma, ela é tão pedagógica que ela às vezes consegue abrir espaços em nosso coração para que esse amor se fortaleça, para que a luz penetre e você comece a discernir melhor as situações. A dor às vezes traz para nós mais paciência, mais humildade, mais compreensão, mais empatia com a dor do outro. Então, os nossos processos de aprendizado às vezes entram eh eh em processos de dor para que a gente aprenda a eh faz parte da do nosso progresso, da nossa evolução. E aí o Emanuel, ele vem tocar na nossa fé. Ele diz assim, ó: "Muitas vezes afligem-se os cultivadores da fé perante os exotismos que surgem nos caminhos. Quantas vezes surgem situações e a gente, mesmo a gente sentindo que tem fé, muitas vezes a gente se aflige, muitas vezes a gente se desespera, se desequilibra, eh desanima, quer desistir. Quantas vezes a nossa fé é abalada diante das situações da vida? E aí ele fala assim: "Com a nossa lealdade ao Senhor, é forçoso não conturbar a nossa tarefa com receios poeiri". Então, às vezes, a minha fé não suporta o dia a dia, a minha fé não consegue caminhar com a com a luta do dia a dia, mas quando eu consigo olhar de uma maneira mais ampla pro todo, paraa minha condição espiritual, aí é o exercício de se ver como espírito imortal, que vai passar mesmo por situações de aprendizado que às vezes envolve dor, preocupação, luta, medos, mas quando eu me envolvo, nisso tudo, olhando com olhar mais amplo paraa minha busca mais profunda para todo sempre, paraa minha condição imortal de espírito que sou, eh, eu consigo passar pelas dificuldades sem perder a fé, sem conturbar. E aí diminui, inclusive diminui eh eh as
usca mais profunda para todo sempre, paraa minha condição imortal de espírito que sou, eh, eu consigo passar pelas dificuldades sem perder a fé, sem conturbar. E aí diminui, inclusive diminui eh eh as situações que às vezes parecem enormes, mas quando eu olho pro todo, eu vejo que é tão pequeno. Às vezes aquilo foi só uma contrariedade que me trouxe uma revolta da minha condição imperfeita, da minha condição ainda de infância espiritual, de criança que às vezes não consegue lidar com frustrações, com todos os caprichos realizados. E a minha relação com Deus, a minha relação com esse pai de amor, às vezes é uma relação de criança pirracenta, que que não consegue lidar bem com as dificuldades da vida. Então, é importante a gente fazer alguns exames de consciência na nossa vida para que a gente consiga passar pela luta, pelas pedradas da vida com mais serenidade. E e uma das coisas que eu preciso questionar pra minha consciência é as aflições que eu passo no meu dia a dia são com as questões daquilo que é imortal, que vai para toda a eternidade, ou daquilo que é temporal, daquilo que é eh eh eh que faz parte, que é efêmero, que é só de agora. Muitas vezes eu colocar a mão na minha consciência e parar para pensar de maneira séria, eu vou ver que o motivo das minhas preocupações, das minhas aflições, muitas vezes são com coisas daqui, com as coisas da matéria, com as coisas de agora. Geralmente é. Então, é preciso que a gente faça esse balanço da vida sempre, esse exame de consciência, examinar a minha consciência se a minha fé suporta o dia a dia e a luta do dia a dia. Muitas vezes eu deixo a minha fé abalada por questões pequenas, caprichos que não foram realizados, pedidos que eu gostaria que fossem realizad e que às vezes nem ia ser pro meu bem. Então, é preciso fazer tudo isso. E às vezes eu sinto abalada até a minha filiação com esse pai de amor. Quantos de nós já não se revoltou falando: "Ah, Deus não gosta de mim, tudo acontece comigo, tudo de ruim vem para mim". Às vezes a gente tem
u sinto abalada até a minha filiação com esse pai de amor. Quantos de nós já não se revoltou falando: "Ah, Deus não gosta de mim, tudo acontece comigo, tudo de ruim vem para mim". Às vezes a gente tem esses questionamentos que são infantis e que a gente vê abalada a nossa nossa relação de filiação com Deus. Quantos de nós já não viveu isso, né? Então, é preciso trazer isso com mais atenção paraa nossa consciência. O que que me aflige? Que que me deixa aflito, né? O meu bom combate, esse combate comigo mesmo, eu tô conseguindo vencer essas aflições do dia a dia, das dificuldades do dia a dia, ou eu tô me abalando demais, me desequilibrando demais, me deixando levar e às vezes me revoltando? Então, é preciso a gente fazer. E aí o Emmanuel relembra para todos nós nesse ponto da lição de hoje a frase de Paulo. A caridade jamais acaba. A caridade dura para sempre. Ela não acaba nunca. E aí a doutrina espírita, para que a gente compreenda melhor a caridade, a doutrina espírita através da codificação de Allan Kardec, lá em Livro dos Espíritos, na questão 886, Kardec faz uma pergunta, né, pros espíritos codificadores. Ele pergunta: "O que é a caridade conforme compreendia Jesus?" Olha que pergunta importante pra gente refletir, que Jesus é nosso modelo e guia. Ele esteve aqui entre nós justamente pra gente aprender os caminhos do amor. E é importante pra gente saber, já que a caridade jamais acaba, então o que que é a caridade conforme o entendimento do Cristo. Para que a gente mire nesse modelo de caridade, nessa vez a gente acha que caridade é só você doar alguma coisa que tá te sobrando, é só a caridade material. Tudo bem, a caridade, mas a caridade profunda, conforme entendia Jesus, que é essa que eu tenho que aprender para progredir, para evoluir como espírito, o que que é? E aí os espíritos respondem de uma maneira muito interessante. Eles falam: "Caridade, conforme entendia Jesus, é benevolência para com todos, indulgência com as imperfeições dos outros e perdão das
é? E aí os espíritos respondem de uma maneira muito interessante. Eles falam: "Caridade, conforme entendia Jesus, é benevolência para com todos, indulgência com as imperfeições dos outros e perdão das ofensas." Olha que profundo e que desafiador. Já pensou o que que é ser bom, ser benevolente com todas as pessoas, sem distinção, só o Cristo, né? Mas é esse o alvo em que nós vamos ter que atingir, conseguir ser bom, bons com todas as pessoas. Ah, bom com aquele que me traiu. Bom com aquele que me traiu. Ser bom com aquele que matou, ser bom com aquele que engana. Ser bom com aquele que é corrupto, ser bom com aquele que eu não tenho uma afinidade. Ser bom para com todos. Com todos, não só todos da minha espécie, mas todas as criaturas. é ser bom com o vegetal, com o animal, com todo o plano da criação e ser bom também com o meu próximo, aquele que eu amo, mas também com aquele que é meu adversário, sem distinção. Então, é um desafio que nós vamos ter que vencer e aprender. Ser indulgente, ou seja, não exigir perfeição de ninguém, nem de mim mesmo, conseguir não exigir a perfeição de ninguém. Isso é um progresso pelo amor. Quando eu consigo olhar pro outro e compreender que ele tá em processo de aprendizagem, é não constrangimento, é não exigir nada do outro. E o perdão das ofensas é tirar a carga pesada da culpa, da raiva, da mágoa para que a gente consiga, porque essa carga pesada nos impede de caminhar rumo ao amor. É, é desafiador. Mas a caridade, conforme entendia Jesus, é justamente isso, benevolência, indulgência e perdão. E é esse o caminho que nós vamos ter que fazer pro nosso progresso, pro nosso aprendizado. E aí o Emmanuel segue dizendo que tudo se modifica pelo amor ou tudo se modifica para o aprendizado para que se chegue ao amor. Então nas nossas experiências a gente aprende pelas nossas experiências e tudo vai se alterando, tudo vai se modificando, mas o amor ele está em bases eternas. O amor está sempre. O amor é invariável. Essa é a expressão que o Emmanuel usa nessa
e pelas nossas experiências e tudo vai se alterando, tudo vai se modificando, mas o amor ele está em bases eternas. O amor está sempre. O amor é invariável. Essa é a expressão que o Emmanuel usa nessa lição. O amor é invariável, mas o restante para que a gente aprenda na nas experiências da vida, com o tempo, com a luta, com o aprendizado, tudo vai se alterando. Aí ele cita alguns exemplos para que facilite o nosso nosso entendimento. Ele fala assim: "A história, por exemplo, a história vive transformações insensantes." Ainda bem, porque se a gente olhar o nosso passado, olhar a nossa história, ainda bem que vai mudando e vai evoluindo, vai progredindo, porque a gente já viveu fatos na nossa história tristes quando a gente pensa que as pessoas na história eram ovacionadas, adoradas pelo mal que faziam, pelas mortes que conseguiam, né, Quando as pessoas se divertiam, quando a gente olha na história vendo nos circos pessoas sendo devoradas por feras, pessoas se degladiando para ser um esporte, para divertir os outros. Isso era uma diversão de almoço, de família. Ainda bem que a história ela vai se transformando, né? Quando a gente pensa que nós já tivemos pela lei o direito de escravizar pessoas, então quando a gente olha tudo isso na nossa história de pessoas que vendiam a fé, que a gente vê que é necessário essa alteração mesmo o tempo todo, isso é o progresso, isso é a evolução de cada um de nós, evolução moral, inclusive. Eh, e aí ele vai citando a ciência. A ciência só faz afirmações provisórias, ainda bem, porque a ciência também se modifica na medida que o conhecimento vai chegando. Eh, a cultura intelectual, ela é um movimento de ideias, ela é dinâmica. A cultura tá em movimento o tempo todo, é uma grande ciranda da vida, né? A cultura, a arte se modifica porque o progresso, a sua essência é a mudança com alicerces na experimentação, no aprendizado, no conhecimento. Mas o amor, o amor é inalterável. Então, a base de tudo é o amor. E aí ele vai encerrando o texto dizendo assim:
essência é a mudança com alicerces na experimentação, no aprendizado, no conhecimento. Mas o amor, o amor é inalterável. Então, a base de tudo é o amor. E aí ele vai encerrando o texto dizendo assim: "Cultiva o amor que constrói e ilumina na esfera de cada um de nós." Então, esse amor ele constrói e ilumina dentro de cada um de nós para a imortalidade, porque a caridade jamais acaba. Então é essa transformação pelo amor. Aliás, o Cristo veio aqui pelo amor, porque o amor é eterno. O que é temporário é a nossa imperfeição. A nossa imperfeição, ela tem data para acabar. é a data do nosso aprendizado, da nossa luta íntima, do nosso bom combate, mas o amor é eterno. E aí, para encerrar essa reflexão de hoje, eu queria trazer um exemplo que é uma grande lição para todos nós, desses grandes artistas, desses grandes escultores. E eu vou trazer o de Rodã na sua obra O Pensador, que é uma obra bonita de um homem forte, eh, nu, com todo, né, com a com a mão no queixo pensando e e tudo nele, o Rodan dizia que tudo nele pensava. Tudo nele pensava. Tudo nele era a expressão do pensamento. As sobrancelhas, os músculos, todo o corpo pensava. Não só a mente do pensador dele pensava, mas tudo nele pensava. E quando ele encerra a obra, né, de dessa estátua, ele vira e fala para todos nós que a inspiração do do pensador, né, dessa obra já estava lá. O pensador já estava presente no bronze. O que ele fez para para essa obra se fazer, se concluir, foi só tirar os excessos. e foi tirando o que não era o pensador, o bronze que tava sobrando, até que o pensador se fez completo e perfeito. Então, nós somos essa obra, mas o nosso escultor é o amor. E dentro de cada um de nós já tem um Cristo presente. O que a gente vai fazendo ao longo da vida é tirando os excessos, o que não é do Cristo, o que não faz parte do amor. A gente vai tirando esses excessos até que essa obra chegue à sua condição plena de perfeição e de comunhão com esse amor. Aí no dia que essa obra estiver pronta, a gente vai poder dizer: "Não sou mais
gente vai tirando esses excessos até que essa obra chegue à sua condição plena de perfeição e de comunhão com esse amor. Aí no dia que essa obra estiver pronta, a gente vai poder dizer: "Não sou mais eu quem vivo, é o Cristo que vive em mim". Ou seja, eu já tirei todos os excessos, tudo que não era o Cristo, tudo que não era esse amor pulsante. Então essa é uma lição que fica para todos nós pensarmos e começarmos a lapidar. a nossa vida, o nosso coração, pela nossa evolução, pelo nosso progresso moral, espiritual, de olhar pro outro com o olhar do amor. Então, a gente encerra aqui. Vamos fazer uma prece, preparar o nosso coração, a nossa mente, todos os nossos sentidos, todo o nosso ser, o nosso coração para receber as bênçãos do passe. Que Deus abençoe cada um. nesse seu processo de aprendizado, nesse processo de construção dessa grande obra, que é fazer com que o Cristo se exalte pelo amor dentro de nós, é estar em comunhão com esse Cristo. Que a gente aprenda esse caminho pelo caminho da verdade e da vida. Então, que Deus nos abençoe, nos proteja e transforme cada um nessa luz, nessa força divina que move todo o universo, que é a força do amor. Que Deus nos abençoe e que assim seja. Um abraço, meus amigos. Até a próxima. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus
do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre
egues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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