Lição das duas portas - com Anna Carime
Palestra: Lição das duas portas - com Anna Carime
Nossas saudações fraternas, meus irmãos e minhas irmãs. Muito bom ver cada um de vocês hoje aqui no Lar de Jesus. Nós também aproveitamos para saudar igualmente os companheiros de Ideal que estão nos acompanhando no modelo virtual. Isso só é possível por conta do trabalho dos nossos multiplicadores que acabam se somando aos expostos do lar de Jesus. Então nós agradecemos por causa disso o Igese TV Goiás Espírita, TV Secal de Santa Catarina, Rádio Nova Luz, Rádio Deus Conosco e também estamos com os mensageiros da luz. Como de costume, para que nós possamos nos sintonizar com a espiritualidade amiga, façamos então a nossa prece de início. Convido aos irmãos e as irmãs que possamos apaziguar as nossas mentes de forma a abrirmos as possibilidades de nossos corações que vão se portar nesse momento como antenas receptoras dos efluvios divinos trazidos pela espiritualidade desse lar de Jesus em nossa direção, derramando por sobre nós as suas energias bemfazjas, as luzes que revigoram o nosso corpo físico e a nós espíritos. E por estarmos aqui, meus irmãos e minhas irmãs, vamos agradecer prontamente ao Deus do universo, que fez com que estivéssemos juntos nessa encarnação enquanto espíritas cristãos, para que sejamos capazes, através das verdades e morredoras do evangelho, de nos emendarmos, de evoluirmos, de nos melhorarmos cada vez mais. Possamos nós, portanto, nessa noite, sermos profundamente inspirados pela mensagem que será trazida por nossa irmã oradora. Sejamos nós, ao nosso turno capazes de recebendo tantas bênçãos, revertermos não só em direção a nós mesmos, mas principalmente aos nossos irmãos do caminho, em particular aqueles que mais necessitam de nosso concurso. Obrigado, Pai. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como em todo o lugar. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoai as nossas ofensas, assim como procuramos perdoar nossos ofensores. Não nos deixeis cair em
eja feita a vossa vontade, assim na terra como em todo o lugar. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoai as nossas ofensas, assim como procuramos perdoar nossos ofensores. Não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal hoje, agora e sempre. Que assim seja, meus irmãos. Hoje nós temos alegria de recebermos em nossa casa a nossa irmã Ana Karime. Ana Karime, que é trabalhadora de longa data aqui dessa casa. E vejam vocês, ela lida durante muitos anos com jovens, eh, e também com crianças. Hoje ela segura o posto aqui, não é, eh, de evangelizadoras eh desses grupos, embora também trabalhe com tantos outros, né, nos auxiliando aí dentro do entendimento, não só eh nessa faixa etária, mas também eh para todos nós. A nossa irmã também é psicóloga, fez mestrado dentro da área e ela vai trazer a sua experiência de doutrina espírita para nos auxiliar com a temática eh as duas portas. Então, com a palavra nossa irmã Karine. Boa noite. Que bom tá aqui de novo, né, a gente conversar um pouquinho dessa lição que eu acho muito interessante, gosto muito dessa lição de Jesus. a lição das duas portas. Eh, é muito interessante que Jesus, ele falou pra gente dessa lição num momento em que ele estava a caminho de Jerusalém. Naquela época era a pé as viagens, né? Então eles andavam muito num espaço muito longo, né? Quilômetros para chegar onde eles queriam. e ele já estava lá caminhando pro final da vida terrena dele. Eh, e no caminho de Jerusalém, ele encontrou um senhor, um judeu, que perguntou para ele, né, eh, são poucos os que vão para o reino de Deus, né? São poucas pessoas que vão para lá. E ele respondeu com uma parábola, como ele sempre falava, né? E e é interessante que quem traz pra gente essa essa lição, essa parábola, são dois dos evangelistas, né? Cada um completa o outro. E eu trouxe para vocês, pra gente ir entendendo um pouco mais, eh, tem em Mateus e tem Lucas. Mateus, ele fala de uma forma curta, né, rapidamente sobre essa lição e depois Lucas vem completando com mais algumas coisas. Nós
pra gente ir entendendo um pouco mais, eh, tem em Mateus e tem Lucas. Mateus, ele fala de uma forma curta, né, rapidamente sobre essa lição e depois Lucas vem completando com mais algumas coisas. Nós vamos começar com Mateus. Vamos ler o que ele tem para nos dizer sobre essa lição. Então, acompanhem comigo. Então, diz assim: "Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela. E porque estreita é a porta e apertado o caminho que leva à vida. E poucos há que a encontrem. É interessante que Jesus em nenhum momento disse: "Ah, o reino dos céus é só para aqueles ali, ó, para aqueles poucos ali escolhidos". Ele não disse isso. Ele disse que é para quem escolhe este caminho a seguir, caminho da vida, a porta da vida. E aí a gente precisa entender um pouco mais do que que ele tá querendo nos dizer. né? Primeiro a gente tem que lembrar o significado de uma porta, né, que ele coloca pra gente. Porta é o quê? É uma uma passagem, é uma transição, é o que te leva de um espaço para outro, não é isso? Então, a gente pode pensar como essa transição, com essa passagem, né? E aí ele ensina pra gente como a gente vai conseguir fazer essa passagem. daqui pro reino de Deus. O que que é esse reino de Deus, né, que ele tanto falava? É, na verdade esse futuro de felicidade que ele nos promete em tudo que ele nos fala, tudo que ele nos ensina, né? Então, pensando nessas duas opções que eles ele nos dá porta estreita e da porta larga, alguns outros nos falam de caminho, né? o caminho estreito, caminho largo. Vamos refletir um pouquinho em tudo que ele e vários outros irmãos da espiritualidade nos disseram através dos livros espíritas pra gente conseguir entender um pouco mais dessa lição. Vamos começar com a porta larga. O que que é essa porta que ele fala? Eh, Emanuel nos seus livros, em várias lições, ele traz como falando pra gente sobre a porta estreita, porta larga. O evangelho também nos traz explicando um
arga. O que que é essa porta que ele fala? Eh, Emanuel nos seus livros, em várias lições, ele traz como falando pra gente sobre a porta estreita, porta larga. O evangelho também nos traz explicando um pouco mais do que que é isso, né? E aí ele fala eh como se fosse, vamos imaginar uma estrada, depois a imagem ali, mas é uma estrada cheia de propaganda assim, né? cheia de coisas, chamando atenção paraas coisas que estão ali do lado, né? Vamos pensar que esse mundo aí, o material tá nos chamando o tempo todo. É largo porque é fácil, tem muitas facilidades, né? Não quase não tem desafios no começo, né? Tudo mais fácil de de se viver. É, é um lugar que não exige muita reflexão, não precisa pensar muito, tá tudo ali fácil de de se aproveitar. E é exatamente a a porta e o caminho que a maioria das pessoas no mundo atual segue, né? E é por isso que Emono às vezes nos alerta. É preciso tomar cuidado pra gente não seguir a multidão, né? e pensar sobre isso. Se a gente não pensar, a gente vai na onda. E seguir a multidão é fácil, tá tudo aí exposto pra gente. É um caminho de prazeres que a gente não pensa muito nas consequências. É uma vida em que as paixões nos governam, né? a gente não é não é a gente que organiza a nossa vida, mas é esse mundo material que nos governa. Então é é o extremo da do mundo que nos chama atenção e que nos conduz, né? Não é a gente que conduz, é o mundo que vai nos conduzindo através das coisas que vão acontecendo, sem muito pensar, sem muito refletir. É uma estrada, é uma vida, né, que não requer nesse início tanto esforço. E aí eu fico pensando quanta coisa a gente tem, né, nesse mundo nosso que acontece isso com a gente, por exemplo. Vamos pensar ã no dinheiro, por exemplo, né? A gente precisa do dinheiro para sobreviver. E aqui a gente não tá dizendo que a gente não pode viver nesse mundo e a gente tem que se isolar de tudo. Não é isso. A questão é como a gente lida com tudo isso. Por exemplo, será que a gente vive, a gente trabalha, a gente faz tudo só pra gente conseguir
nesse mundo e a gente tem que se isolar de tudo. Não é isso. A questão é como a gente lida com tudo isso. Por exemplo, será que a gente vive, a gente trabalha, a gente faz tudo só pra gente conseguir ganhar e ganhar cada vez mais? Será que é esse dinheiro que nos governa a vida, que controla a nossa vida? Ou não? Ou a gente tá conseguindo realmente controlar isso? E assim, a gente precisa disso, a gente precisa trabalhar, a gente precisa receber, né, as coisas, comprar as coisas da vida material e tudo, não tem problema, né? Mas como que a gente tá lidando com isso? Qual é o equilíbrio aí que a gente tá conseguindo ou não está conseguindo, né? Me lembrei de uma uma questão que a gente discute muito às vezes com os jovens, que é a questão da internet, né? Eh, se a gente, só como um metáfora, né? Se a gente entrar nas nossas redes sociais lá e começar a assistir vídeos, vamos pensar num vídeo, ã, num vídeo violento, de ódio, que mostram muitas, muitas coisas difíceis de se assistir, né? Aí a gente assiste ele, daqui a pouco a gente assiste mais um também com essa mesma temática. E o que que acontece? Não sei se vocês já prestaram atenção nisso. Essa mesma rede social, ela começa a te mandar vídeos da mesma forma, com o mesmo conteúdo. Perceberam isso já, né? Então ela começa é a propaganda, né? As coisas chegando aí por perto. E às vezes a gente não percebe e continua vendo, né? E só vai chegando cada vez mais. Cada vez que você assiste, mais e mais daquele conteúdo chega para você. Então é fácil, chega para você, você não precisa nem procurar, mas para você conseguir sair dessa sintonia não é tão fácil assim. você vai precisar de um esforço para você mudar. Você vai precisar, por exemplo, nessa questão da rede social, você vai precisar ir lá no navegador e procurar um outro tipo de vídeo, ah, sei lá, uma palestra espírita que que eu quero assistir agora, né, sobre o amor. Aí eu busco, vou procurar, eu tenho que selecionar e tal. Então, para mim sair daquela sintonia,
tro tipo de vídeo, ah, sei lá, uma palestra espírita que que eu quero assistir agora, né, sobre o amor. Aí eu busco, vou procurar, eu tenho que selecionar e tal. Então, para mim sair daquela sintonia, eu vou precisar de esforço e vou precisar fazer alguma coisa, porque ali no comodismo faz sempre a mesma coisa. É mais ou menos isso que a gente tá dizendo. É fácil a gente estar nesse mundo e viver os prazeres e viver os desejos sem nenhum controle, sem nenhum uma reflexão. Mas a questão maior é aonde a gente vai chegar. Se a gente continua nessa estrada, se a gente continua nessa porta larga, a gente vai chegar em um momento de uma insatisfação constante. Isso a gente tem visto muita gente assim. Nada satisfaz. Quer cada vez mais dinheiro, mais prazeres, mais as coisas da vida, as coisas materiais. É uma insatisfação constante, é um vazio que não se preenche. E a escassez de paz, né? Essa insatisfação dificulta a gente encontrar a paz, aquela paz que Jesus nos ensinou. Não é aquela paz de ficar à toa, tranquilo, sem fazer nada. Não é essa paz. É a paz que Jesus nos ensinou. É a paz ativa, né? a paz do coração. E aí Emanuel, ele fala uma coisa que é muito interessante. Na medida em que a gente continua nesse caminho dos vícios e das imperfeições, a gente começa a criar uma bagagem, uma bagagem pesada. Ele chama de bagagem de sombras. O que que é isso, né? Na medida em que a gente começa a pensar só na gente, né, no egoísmo e no individualismo ali da vida, desses dessa vida, eh, da porta larga, a gente acaba que vai trazendo pra gente essa energia pesada mesmo, né, de sombra e que cada vez mais a gente vai criando essas bagagens e ele até nos explica que isso vai dificultar a gente depois passar pela porta estreita. Essas bagagens vai ter que ficar, vão ter que ficar para trás, né, em algum momento. Se a gente continua com ela, com todos, cada bagagem tem um nome aí, né? O egoísmo, o materialismo, apego, né? A desonestidade, a vaidade, a ganância. Então, tem muitas coisas aí, né? é uma multidão de coisas
te continua com ela, com todos, cada bagagem tem um nome aí, né? O egoísmo, o materialismo, apego, né? A desonestidade, a vaidade, a ganância. Então, tem muitas coisas aí, né? é uma multidão de coisas que a gente vai carregando com a gente e ficando cada vez mais pesado. E aí fica difícil de andar, fica difícil de caminhar. E é por isso que ele disse que se a gente quer realmente escolher um outro caminho, a gente vai começar a ter que transformar isso. E como é que a gente faz para desapegar dessa bagagem, né? Vamos ver aí. Ele vem falando da porta estreita. O evangelho fala, Emanuel também nos explica muita coisa. Aí ele diz o seguinte e e é interessante o contraste, né? Enquanto a porta larga é tranquila no início, né? lá com as facilidades, não precisa de muito esforço. Agora aqui ele já fala diferente. É uma estrada de sacrifício. É uma porta que vai te levar a uma vida. Ele chama lá no começo, lá em Mateus, vocês viram, né? Ele fala que é a porta da vida. E é tão interessante que ele tava justamente num momento da vida terrena que ele sabia que ele estava indo paraa sua crucificação. Ele tava chegando, indo para Jerusalém. Sabia que ia acontecer com ele, que ele ia ser injustiçado, que ia que a vida terrena dele ia parar por ali, logo logo ia acontecer. E ele começa a falar da vida, da porta da vida, que é o que ele queria dizer. Era uma vida que não é desse mundo, é uma outra vida. É uma vida, é a verdadeira vida, né? Que é a vida do espiritual. Nós, enquanto espíritos eternos em processo de evolução. E esse caminho aí paraa evolução é o caminho estreito que ele tá dizendo. Só que não é fácil. Ele mostrou como um exemplo a vida dele, quanto sacrifício ele fez e disse paraos seus discípulos: "A vida de vocês também não vai ser fácil, né? Muitas dificuldades virão, mas é através desse esforço, porque não é como não é fácil, tem muitos desafios, é requer esforço para mudar." E aí esse esforço e esse sacrifício, a renúncia, né? eh, que vai ajudar a ir construindo,
mas é através desse esforço, porque não é como não é fácil, tem muitos desafios, é requer esforço para mudar." E aí esse esforço e esse sacrifício, a renúncia, né? eh, que vai ajudar a ir construindo, né, essa esse essa nova vida, esse novo eu. E aí em alguns momentos ele fala do desapego de mim mesmo, né? Não é me deixar de lado, não é isso, mas é o desapego dessa vida que eu vivo para buscar uma outra vida, uma vida um pouco mais equilibrada. E aí sair da zona de conforto não é fácil. É como a inércia, né, lá na física. Você tá ali parado, sair daquilo ali requer uma força. É preciso esforço. Não dá pra gente esperar que alguém faça por nós. Precisa ser um esforço próprio. E é assim que ele vai falando pra gente de como a gente vai alcançar isso, como é que a gente vai entrar por essa porta. As bagagens precisam ser deixadas de lado. Então é preciso mudar, né, o ódio, rancor pelo amor. É preciso mudar, né, o apego, a vaidade, o egoísmo e a e aos poucos mudando isso na nossa vida e realmente fazendo essa reforma íntima. E é interessante que se a gente pensar, né, existe uma esperança aí, né? A porta é estreita e o caminho começa estreito e difícil, mas com o tempo ele vai ficando um pouquinho mais fácil. Não é porque facilita as coisas, não é porque a gente muda quando a gente se esforça, por exemplo, para fazer a caridade, no começo a gente tá ali egoísta, quer pensar só na gente e aí a gente vai se forçando, né? Só não vou dar um jeito, vou tentar e eu vou. É difícil, tem que se esforçar para fazer alguma coisa, para doar, para ajudar alguém, mas eu preciso me forçar a isso, né? E aí, com o tempo eu vou fazendo, eu vou fazendo, eu vou fazendo. E isso vai se tornando natural na vida. Depois que a gente realmente aprende a amar o próximo, já não é tão difícil mais, já não é tão sacrifício mais. Então, já diminui um pouquinho o sofrimento, né? Não é tão estreita mais a porta, né? As dificuldades estão lá do mesmo jeito, mas a gente muda. A gente aprende a amar é amando. Então,
acrifício mais. Então, já diminui um pouquinho o sofrimento, né? Não é tão estreita mais a porta, né? As dificuldades estão lá do mesmo jeito, mas a gente muda. A gente aprende a amar é amando. Então, cada vez que a gente consegue ajudar as pessoas é um passo a mais. Cada vez que a gente consegue se esforçar para começar a pensar, além de pensar em mim, a pensar no outro também, né? No começo é difícil, mas vai se tornando cada vez mais natural pra gente no nosso processo evolutivo. Espíritos mais evoluídos, eles têm isso como natural, não é um sacrifício, né, para eles. Quem sabe um dia a gente consegue ser assim também, né? Estamos estamos no caminho para isso. E à medida que a gente vai se esforçando nessa reforma íntima e nessa mudança pessoal, a gente vai conseguindo o crescimento espiritual e a superação de nós mesmos. E é uma vitória, é uma conquista a cada superação, a cada momento que a gente vê, nossa, eu não sou mais daquele jeito que eu era, eu já não sou tão apegada como eu era antes. Eu já consigo lidar melhor com as coisas da vida, as coisas materiais. Eu já consigo não me irritar tanto com aqueles problemas que eu me irritava, né? Consigo perdoar um pouquinho que seja, já é uma vitória. E a gente tem que ir valorizando a cada superação, a cada passo, a cada conquista. A gente não precisa ser perfeito agora, vai demorar um pouquinho ainda. A gente não precisa se cobrar o tempo todo nessa perfeição, porque senão a gente começa a ficar mais e mais angustiado, né? Nossa, não dou conta, não tá dando certo. Não é assim. A gente também tem que se respeitar passo a passo, devagar a gente vai dando conta, um passo de cada vez, porque a gente não pode é parar e acomodar, senão a gente vai ficar lá, né, no conforto, na na zona de conforto da outra porta. ir se esforçando a cada dia e respeitando o nosso limite. E pensei que eu ainda não dei conta. Esse esse tipo aqui de coisa que fizeram comigo, ainda não dou conta de perdoar não. Mas esse outro aqui eu já consigo perdoar. Um dia
respeitando o nosso limite. E pensei que eu ainda não dei conta. Esse esse tipo aqui de coisa que fizeram comigo, ainda não dou conta de perdoar não. Mas esse outro aqui eu já consigo perdoar. Um dia eu consigo perdoar aquele outro também e vou conseguindo aos poucos, né? pensando sobre isso, aprendendo, estudando e aprendendo com as experiências da vida, até que eu um dia eu vou conseguir perdoar todos que vão me fazer algum tipo de mal, porque eu vou conseguir inclusive entender que eles são eles também estão em processo de aprendizagem, né? Mas do mesmo jeito que eu preciso aprender, os outros também estão aprendendo. E na medida em que eu vou conseguindo isso, eu vou precisando fazer esse compromisso com o bem, né? que nos traz isso, a importância da gente se comprometer com o nosso processo evolutivo e com o bem, com a caridade, com ajudar o nosso próximo. É uma das grandes lições na medida em que a gente consegue fazer um ato de caridade e começar a colocar isso em prática na nossa vida como uma rotina. Não é um dia que eu tiro assim no mês para ir lá, né, doar uma sexta. Isso é importante. É importante demais, mas eu tô falando do dia a dia. Todos os dias a gente tem uma oportunidade de ajudar alguém. Só que às vezes a gente tá tão olhando só pra gente que a gente nem enxerga essa oportunidade. Então, talvez começar a olhar pro nosso lado que tem alguém precisando de ajuda, tem alguém que a gente pode ajudar. Na medida em que a gente se compromete com o bem, compromete com esse amor ao próximo, a gente vai conseguindo realizar outras conquistas. Porque para você ajudar alguém, você tem que diminuir o seu egoísmo. Então já é uma conquista, tá começando a diminuir o seu egoísmo. Você tem que desapegar das suas coisas para você doar para outra outra pessoa. Então também vai te ajudando no desapego. da caridade é um exercício constante, diário, da gente, a cada vez que a gente vai praticando a caridade, a gente vai conseguindo aos poucos aprender. E é nessa porta estreita que a gente
no desapego. da caridade é um exercício constante, diário, da gente, a cada vez que a gente vai praticando a caridade, a gente vai conseguindo aos poucos aprender. E é nessa porta estreita que a gente conhece esse verdadeiro amor, né, que ele fala. Jesus, ele ele nos ensina isso, que é difícil, é um sacrifício, né, no começo deixar as coisas, né, eh, as paixões e os desejos e as coisas do mundo, mas é para um bem maior, né, que no futuro você vai ter uma vida de felicidade. é deixar de pensar apenas nos prazeres imediatos e pensar no futuro de como é que vai ser. É como, por exemplo, às vezes alguns falam assim, a questão da droga, né, que tem um prazer imediato, mas não se pensa no futuro. Quais são as consequências daqui um tempo, né? Tem várias consequências ruins paraa pessoa como um todo, né? saúde física, mental, espiritual. E se a gente começa a pensar nessas consequências futuras, facilita pra gente começar a deixar de lado os prazeres imediatos, né? Porque a gente vai ver que vai ser, vão ser consequências difíceis. Daí é uma escolha, é a escolha que a gente vai precisar fazer na vida. Que tipo de escolha a gente tá fazendo? No meu trabalho, eu trabalho muito com escolhas, né, com os adolescentes. a gente conversa muito sobre essas escolhas e a gente percebe que nem sempre é fácil a escolha do dia a dia, as pequenas e as grandes escolhas também, mas a gente precisa pensar nelas na medida em que vai ficando mais consciente o que nos influencia, o que nos o que está fazendo com que a gente escolha, que tipo de escolha eu tenho feito, o que tá influenciando as minhas escolhas. Quais são os valores que estão gerando girando em volta das minhas escolhas? Que tipo de perspectiva de futuro eu quero para mim? Qual é o meu objetivo? Que eu preciso saber onde eu quero chegar, senão não vou conseguir caminhar. Tudo isso são escolhas. Então não é não é que no final da vida Deus vai colocar assim: "Ah, você vem para cá, você vem para cá". né? Eu vou escolher quem vai, né, para um lado,
vou conseguir caminhar. Tudo isso são escolhas. Então não é não é que no final da vida Deus vai colocar assim: "Ah, você vem para cá, você vem para cá". né? Eu vou escolher quem vai, né, para um lado, quem vai pro outro, quem vai pro céu e quem não vai. Não é assim. Não é Deus que escolhe, é a gente. Ele só dá o caminho. Ele mostra os caminhos que a gente tem e as possibilidades de escolha. Mas quem escolhe é a gente. O que a gente quer pro nosso futuro e que jeito que a gente vai seguir a nossa vida. E aí, pra gente encerrar, só trazendo um pouquinho aqui de Lucas, eu não vou nem ler tudo, mas Lucas ele traz uma coisa muito interessante, ele complementa, ele fala da da porta estreita também, né? Mas ele complementa com uma outra fala de Jesus, que Jesus além de de falar da porta, ele fala que eh se e olha só que interessante, se um pai de família, né, ele fechar na porta e você começar a bater pedindo para entrar, ele pode dizer para você: "Não sei quem você é. Não sei de onde você é". Não conheço você. E aí a pessoa fala lá de fora: "Mas como assim eu comi e bebi com você? Eu estava nas ruas com você enquanto você ensinava?" E aí ele diz: "Não, eu não reconheço você". E olha que interessante que que Jesus tá dizendo, né? que ele estava lá na rua ensinando, as pessoas estavam com ele comendo e bebendo, quer dizer, tava escutando tudo, tava, né, aprendendo ali tudo que ele tava ensinando. Mas é isso, não mudou nada a vida delas, de verdade. Essas pessoas não estavam com Jesus, elas só escutaram, estavam ali perto, mas elas não estavam de verdade com Jesus. Não mudou em nada a vida delas. Não adiantou nada ela conhecer Jesus, conhecer seus ensinamentos. Isso não fez diferença. Então, ela não vai ser reconhecida, né, no sentido de que ele tá dando pra gente uma cartilha, vamos dizer assim, né? O evangelho traz pra gente o que a gente tem que fazer. É uma escolha nossa se a gente vai seguir ou não, mas depois não dá para reclamar, né? das consequências quando a gente não segue,
er assim, né? O evangelho traz pra gente o que a gente tem que fazer. É uma escolha nossa se a gente vai seguir ou não, mas depois não dá para reclamar, né? das consequências quando a gente não segue, ele disse pra gente: "Se alguém quiser vir após mim, renuncie a si mesmo, tome sua cruz e siga-me." Em nenhum momento ele disse que ia ser tudo flores, tudo fácil. Ele sempre disse: "Pega as tua cruz e vem, mas eu vou estar aqui para te ajudar". As dificuldades estão aí, você vai precisar enfrentá-las. É através dessas dificuldades que você vai crescer. Não é assim com a criança? Quando você eh quem é que é pai e mãe deve perceber isso. Se você dá tudo pra criança na mão, você tudo que ela pede você entrega, que que vai acontecer? Ela não vai aprender. Você não deixa ela fazer nada. Super protege. Não, tadinha, né? Vamos dar tudo na mão. Ela não precisa nem levantar da cadeira. Ela fala um a, a gente já adivinha o que ela quer, o que vai acontecer. Ela não vai crescer, não vai aprender. Essas facilidades todas não ensinam o que precisa para viver bem. E é isso que Jesus tá nos mostrando, que a gente precisa seguir os seus as suas lições, tudo que ele trouxe pra gente no evangelho, pra gente dar conta. de caminhar paraa felicidade que ele nos promete. Ninguém disse que é fácil, né? São muitas renúncias, muitos sacrifícios, mas é possível a gente tentar equilibrar o viver nesse mundo e e o e a busca pelo crescimento espiritual. É possível fazer as duas coisas. Só que a gente vai precisar se esforçar, fazer a nossa parte, né? Emanuel diz o seguinte, nos diz: "Se cristianismo é esperança sublime, amor celeste e fé restauradora, é também trabalho, sacrifício e aperfeiçoamento incessante. Tá nos oferecendo um trabalho, né? Daí cabe a nós escolher se a gente vai querer ou não. O que a gente quer pro nosso futuro. Essa é a pergunta que a gente vai precisar responder lá no íntimo do que a gente quer pro nosso futuro. Que tipo de felicidade é a felicidade duradoura do espírito ou
ue a gente quer pro nosso futuro. Essa é a pergunta que a gente vai precisar responder lá no íntimo do que a gente quer pro nosso futuro. Que tipo de felicidade é a felicidade duradoura do espírito ou é essa felicidade imediata apenas? E que Jesus consiga nos ajudar. a ter forças para enfrentar todas essas escolhas e esses desafios, né? Peçamos a Deus para nos ajudar nesse caminho a seguir. Obrigada. A fala brilhante de nossa irmã me fez lembrar um experimento social que aconteceu em Auckland, na Nova Zelândia, das regiões mais populosas que tem naquele lugar. Um determinado grupo constituiu para si uma espécie de uma vendinha itinerante de compota de geleia. Geleias deliciosas, morango, framboesa, maracujá, tinha de tudo. Eles deixavam na rua essas geleias com o seguinte recado: Se você tiver, pague o valor da geleia, caso contrário, pode levar. da sua casa. Os irmãos hão de ver que, pelo menos para aquela comunidade, todas as geleias eram ressarcidas pecuniariamente. O dinheiro vinha. Nós pensamos muitas vezes de que eu e vocês, enquanto espíritas já compreendendo que a realidade do universo não é essa realidade material, mas a realidade do espírito muito mais profunda do que nós vivenciamos atualmente, que provavelmente faríamos como os neozelandeses. Mas vocês dão de ver que tempos atrás colocou-se uma iniciativa aqui nesse mesmo lar de Jesus chamado picolé do bem. Então você pegava o picolé, havia a mesma caixinha e colocava o valor referente àquele picolé. E não é que no final do mês nunca batia a conta, sempre faltava, né? Quer dizer, sim, somos espíritas, espíritas cristãos. Entendemos o que nossa irmã acabou de mencionar com reflexões do evangelho. Mas será que isso realmente penetrou? Será que nós entendemos realmente o caminho da porta estreita que eu e vocês devemos trilhar? Chico fez isso. Chico e a feira. e comprava tomate sempre do mesmo vendedor. E era uma quantidade muito bem definida. Normalmente, para suas necessidades, cinco tomatinhos já eram suficientes
trilhar? Chico fez isso. Chico e a feira. e comprava tomate sempre do mesmo vendedor. E era uma quantidade muito bem definida. Normalmente, para suas necessidades, cinco tomatinhos já eram suficientes para poder passar aquele período. E ele sempre fazia o seguinte, comprava quatro tomates muito bons, porque ele chegava mais cedo na na feira, não precisava esperar a chepa. E um tomate a ponto de apodrecer. E o vendedor o fazia, vendia para ele. E certa vez, vendo que ele fazia isso repetidamente, suscitou a curiosidade do feirante. Chico, por que você faz isso? Eu tenho aqui uma série de tomates bons. Você pode levar todos eles. Meu filho, eu faço isso porque eu sei que ao final da feira você vai levar prejuízo com esses tomates que não estão bons. Então eu prefiro lhe ajudar com o que eu tenho, com o mínimo que eu tenho, comprando pelo menos um dos tomates que iriam levar você, não é, a ter esse prejuízo para que a gente possa compartilhar um pouco disso. Esse entendeu, não é? Entendeu exatamente o que nossa querida irmã mencionou. Vou aproveitar e fazer o convite a vocês, porque domingo agora, dia 7, nós vamos ter o nosso encontro da família aqui. Quando eu digo encontro da família, não é apenas os familiares que possuem filhos, jovens aqui no lar de Jesus. Somos todos nós. Nós somos aqui os frequentadores, a família do lar de Jesus, não é? E a temática que eh vai ser abordada, equilíbrio mental e espiritual. Teremos então momentos para nós adultos, para as crianças e também pros jovens, momentos de confraternização no domingo também, simplesmente com a sua inscrição gratuita, né, para que a gente possa refletir, quem sabe um pouco mais, não só acerca da porta estreita, mas eh eh diante dos desafios que o mundo nos coloca, tantas outras coisas que o evangelho consegue nos mostrar de como podemos viver enquanto espíritos eternos. muito melhor, não é? É isso. Mais alguma coisa, Ana, a respeito? Ah, perdão. Então, o início da Sear às 15:30, não é? Aguardamos vocês aqui para esse momento feliz em
viver enquanto espíritos eternos. muito melhor, não é? É isso. Mais alguma coisa, Ana, a respeito? Ah, perdão. Então, o início da Sear às 15:30, não é? Aguardamos vocês aqui para esse momento feliz em conjunto. Vou convidar a nossa irmã Dagmar para que possa estar conosco e fazer nossa prece de encerramento. Muito boa noite a todos vocês. Vamos elevar o nosso pensamento ao nosso mestre Jesus, esse ser tão maravilhoso que veio ao nosso planeta. nosso governador espiritual, que ele possa se fazer presente no meio de nós, aliviando as dores dos nossos espíritos e também do nosso corpo físico. Vamos agradecer também aos nossos mentores espirituais, eles que nos ajudam nessa seara do bem, que eles possam nos ajudar. a seguir também os nossos caminhos, que possamos, Senhor, cada vez mais querer ajudar o nosso próximo, querer fazer o bem. Muito obrigada pelo Senhor está conosco neste momento. Senhor possa, Senhor, abençoar cada um que veio aqui hoje, cada pessoa que esteja aqui encarnada e desencarnada. Que o Senhor possa levá-los até seus lares, enchê-los com seu amor, com sua paz. Muito obrigada, Senhor, por tudo aquilo que o Senhor nos empresta para que possamos viver bem sobre essa terra e que possamos cada dia mais buscar essa porta estreita, como a nossa irmã bem colocou hoje. Que possamos querer buscar essa porta todos os dias para que possamos ser merecedores de uma nova era, de uma nova pátria. Muito obrigada, Jesus. Que assim seja.
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