Lei de Justiça, amor e caridade - com William Chaves
Palestra: Lei de Justiça, amor e caridade - com William Chaves
Sintam-se plenamente acolhidos, não só por nós mesmos, mas também pela espiritualidade da casa, que de uma maneira ou de outra nos trouxe aqui nesse lar de Jesus para que possamos ter as reflexões necessárias para as nossas vidas. para além de vocês, meus irmãos e irmãs, vocês sabem que a mensagem evangélica do dia de hoje, ela está sendo multiplicada através eh dos nossos irmãos, parceiros pela internet. E por isso nós gostaríamos de citar o Igal de Santa Catarina, TV Deus Conosco, Rádio Nova Luz de Catalão, TV Goiás Espírita, Grupo Espírita Mensageiros da Luz e Rádio Portal da Luz, como sempre o fazemos. E eu convido todos vocês para o mesmo esforço. Vamos nos equilibrar por um momento, cerrando nossos olhos. à medida em que abrimos as possibilidades de nossos corações, de forma a nos atenarmos com a espiritualidade maior, pedindo o seu concurso fraterno, não só para nós mesmos, mas pro nosso irmão palestrante da noite de hoje. possa ele ser inspirado pelos amigos espirituais de Alures, de modo que nós, a nosso turno sejamos capazes de captar os eflúvios divinos e as palavras de amor que serão proferidas na noite de hoje. Possamos, Senhor, sob sua permissão, ainda nos fortificarmos para atuarmos bem enquanto espíritos eternos no nosso mundo de relação. Obrigado, Pai amantíssimo, por estarmos juntos mais uma vez enquanto irmãos nesse lar de Jesus. Fica conosco hoje e sempre. Que assim seja, meus irmãos e minhas irmãs. Nós temos alegria, então, hoje de contar com o nosso irmão William Chaves, que vai tratar de assunto dos mais sérios. Dentre as leis naturais, portanto, as leis divinas, provavelmente aquela mais complexa, não só de entender, mas também de se colocar em prática, não à toa eh na gradação das leis morais, e a última delas é a lei de justiça, amor e caridade. nosso irmão. Então, com a palavra a esse respeito. >> Boa noite a todos. Boa noite a todas. Uma honra estar aqui com vocês mais uma vez. Obrigado. Agradeço a casa pelo convite, pela oportunidade de trabalho.
rmão. Então, com a palavra a esse respeito. >> Boa noite a todos. Boa noite a todas. Uma honra estar aqui com vocês mais uma vez. Obrigado. Agradeço a casa pelo convite, pela oportunidade de trabalho. Eh, e eis aqui na frente de vocês um homem pecador que ousa falar em nome de Jesus. O capítulo de hoje, ele é o capítulo 9 do livro dos espíritos, que ele fala sobre o item 11, a lei da justiça, a lei do amor e da caridade, ou melhor, a lei da justiça, de amor e de caridade. Por que que eu corrigi? Porque Kardec, ele não separa as três. Ele não fala a lei de justiça, a lei de amor e a lei de caridade. É uma lei só. É a lei de justiça, amor e caridade. Não há como separar as três, porque elas formam um tripé, elas formam um conjunto que por si só sustentam a inclusive a postura espírita do espírita. diante da vida. Da mesma forma que a gente não separa um dos atributos de Deus, que é o atributo de eh Deus é justo e bom. Deus não é justo e bom. Deus é como se fosse uma palavra só, né? Deus é justo e bom. Porque não há justiça sem a bondade e não há bondade sem justiça. A justiça sem a bondade vira tirania. A bondade sem justiça vira subserviência. Portanto, pra gente, para nós termos essa esse atributo de Deus na sua plenitude, Deus é justo e bom, as duas têm que ser exatamente iguais. E Deus, a gente sabe, ele é infinito em todas as os seus atributos. Então, Deus tem o máximo da bondade, o máximo máximo do amor, o máximo da onipotência, o máximo da inteligência. Não há como ter uma gota a mais do que Deus é, porque ele é pleno em tudo. Então, a justiça, a lei da justiça, amor e caridade entra nessa, nessa lógica. A lei da justiça, amor e caridade, ela é colocada por por Kardec nessa lógica inseparável. Por quê? Porque elas vão se completar e e é elas é essa lei da justiça, do amor e caridade que vai sustentar a nossa, o nosso estado, o nosso ser, o nosso estar no mundo, na terra. E a noção de justiça, assim como todas as as noções de todos os ah os conceitos que nós temos, vai evoluindo a partir do
stentar a nossa, o nosso estado, o nosso ser, o nosso estar no mundo, na terra. E a noção de justiça, assim como todas as as noções de todos os ah os conceitos que nós temos, vai evoluindo a partir do nossa própria evolução. A partir do momento que eu evoluo, a minha percepção de mundo vai mudando também. Vamos pensar em Deus. Como nós entendíamos Deus há alguns milhares de anos atrás. Existiam vários deuses, Deus do céu, Deus da terra, Deus da agricultura, Deus do amor, Deus. E de repente a gente começa a entender que não faz sentido esse tanto de Deus, que existe um Deus só. E esse Deus em que nós acreditávamos era um Deus revoltoso, era um Deus ciumento, era um Deus vingativo. Não era assim? Nós fomos evoluindo e fomos entendendo que Deus é amor. Continua sendo único, mas Deus é amor. A gente evolui mais. E Kardec traz o conceito espírita de que Deus é a inteligência. Deus não é inteligente porque ele seria efeito não causa. Então Deus é a inteligência suprema e causa primeira de tudo. A gente vai evoluindo e isso a gente vai mudando também o nosso os nossos a nossa percepção das coisas. E com a justiça não é diferente. Moisés traz um conceito de que é de olho por olho, dente por dente. Hoje esse conceito para nós parece meio estranho, meio cruel até. Mas um dia foi extremamente justo na na situação em que eu pego um chiclete de uma pessoa e a pessoa por raiva me mata. Podia acontecer isso na época. Tá justo não. Não tá justo. Que que Moisés fala? Faz o seguinte, ó. Então é, roubou um chiclete seu. O máximo que você pode fazer é roubar um chiclete do William. Chiclete por chiclete. Tudo certo. E aí Moisés ele causa métrica para esse conceito abstrato que é justiça. Se eu vou lá e chuto seu cachorro, você não pode me matar. Porque Moisés disse: "Chute de cachorro com chute de cachorro. Você pode ir lá no meu cachorro e chutar o meu cachorro. Ficou justo." E aí Moisés, ele faz o quê? Ele alinha. Alinha e segura a partir dessa regra um instinto nosso que é de vingança. Ah, me
achorro. Você pode ir lá no meu cachorro e chutar o meu cachorro. Ficou justo." E aí Moisés, ele faz o quê? Ele alinha. Alinha e segura a partir dessa regra um instinto nosso que é de vingança. Ah, me fez o mal. vou fazer o mal maior ainda para ele. E Moisés, ele ele dá essa segurada no nosso ímpeto de maldade. Hoje esse conceito de justiça, ele também evoluiu. E esse esse conceito de justiça tá no respeito do direito alheio. No dia que nós tivermos em nossa sociedade todas as pessoas respeitando o direito do outro, nós não precisaremos mais de cadeias, nós não precisaremos mais de tribunais. Por quê? Porque todos nós respeitaremos o direito do outro. Ao mesmo tempo, eu serei respeitado nos meus direitos. Ninguém vai cortar fila mais. Ninguém vai passar. Eh, os golpes não existirão por eles vão respeitar o meu direito de ter o meu dinheiro guardadinho lá no banco e o direito de eu passar o meu dinheiro de verdade para pessoas que precisam. Então, o dia que a justiça for seguida por todos nós do planeta, respeitando o direito alheio, não precisa mais de cadeias. E exatamente esse conceito de justiça é que ele vai definir pra gente, ele vai embasar os alicerces do bom relacionamento. A gente tem regra para tudo, né? No condomínio tem regra, aqui no no centro tem regra, tem regra no trânsito, regra. Por quê? Porque precisa de alguém monitorando essas regras, porque nós não temos condições próprias evolutivas, morais para, olha, não precisa de regra, eu já sei, e vou seguir a regra da minha própria consciência. E a gente hoje precisa de regra para tudo. Inclusive no centro espírita tem regra, porque senão a gente na nossa na nossa pequenez moral, a gente ainda infringe algumas coisas do bom senso que não precisavam estar escritas, mas a gente tem que deixar escrito porque senão alguém pode não usar, não pensar no companheiro próximo e cometer um ato ruim. Então, a vida social ela é necessária, inclusive no Evangelho, no capítulo 17, item 9 10, quando no item 9, quando
senão alguém pode não usar, não pensar no companheiro próximo e cometer um ato ruim. Então, a vida social ela é necessária, inclusive no Evangelho, no capítulo 17, item 9 10, quando no item 9, quando Kardec fala sobre a os superiores e os inferiores, como hierarquia mesmo, não espíritos superiores e inferiores, mas a posição que nós temos em algum momento de ser chefe, de ser eh de mandário, de ser mandado nas nossas relações da Terra, ele coloca exatamente essa essa questão de que não haveria possibilidade de nós desenvolvermos tanto se nós vivéssemos isolados quanto nós podemos viver desenvolver quando estamos juntos, quando estamos em comunidade. Por quê? é na vivência com o outro, é na relação com a com o meu irmão, com a minha mãe, com o meu pai, com o meu patrão, com os meus desconhecidos no trânsito. Então, é na relação com o outro em que eu vou colocando em prática a minha, o meu exercício moral. É na relação com o outro em que eu vou desenvolver a minha paciência. Na relação com o outro que eu vou desenvolver a minha afabilidade, a minha doçura, a minha paciência, a minha perseverança, a minha dignidade. Por quê? Porque ao mesmo tempo que eu entro em contato com o outro e coloco desafios para essa outra pessoa para conviver comigo, eu também recebo do outro situações em que eu não estava esperando, em que eu sou forçado a pensar como agir de forma cristã nesse momento. de uma fechada no trânsito, um alguém que quis me passar eh a perna lá no trabalho, um irmão, uma irmã que me falou uma palavra que não caiu legal, como agir de forma cristã nesse momento? E Kardec também dá resposta. Kardec, na questão 886, ele pergunta aos espíritos qual que é a essência, né? Se a gente pudesse perguntar para Jesus, Jesus, o que é caridade? O que que Jesus responderia? E os espíritos respondem para Kardec: Benevolência para com todos, indulgência para com o erro das outras pessoas e perdão das ofensas. E esse seria, esse é, seria não, esse é a caridade em prática. Ser bom para com todas as pessoas.
dec: Benevolência para com todos, indulgência para com o erro das outras pessoas e perdão das ofensas. E esse seria, esse é, seria não, esse é a caridade em prática. Ser bom para com todas as pessoas. Ser bom. Ser bom sempre. Ser indulgente com os erros das pessoas, porque todos nós somos humanos e todos nós vamos errar em algum momento, em algum lugar, em alguma instância da nossa própria vida. Eu me, eu ver uma pessoa cometendo um erro com o outro, me colocar no lugar desse pecador e pensar: "poxa, eu no lugar dessa pessoa talvez eu fizesse a mesma coisa e aí quando eu me empatizo com o erro da outra pessoa, eu sou indulgente com ela. Por quê? Porque eu também faria. Eu também poderia fazer. E quando esse erro é de outra pessoa para comigo, eu preciso exercitar o perdão, amor para todos, indulgência para quem com quem erra e perdão para aquela pessoa que errou comigo. Estou colocando aí em prática a caridade, como entendia Jesus. E o amor é a outra face dessa lei. Lázaro lá no capítulo 17 ainda ainda na na leitura do do 17, do capítulo 17 do Evangelho, ele fala, né? Quando Deus pronunciou a palavra amor, os mártires ébres de esperança desceram ao circo. Quando Jesus falou amor, quando Jesus falou então amar os seus inimigos, Deus Jesus causou um caos. Ninguém tava preparado para isso. Ninguém tava preparado para que alguém pregasse amor ao meu inimigo, perdão a quem me ofendesse. E Lázaro, nessa mesma leitura, ele fala uma frase que eu acho bem legal. Ele fala assim: "O amor substitui a personalidade pela fusão dos seres". O amor substitui a personalidade pela fusão dos seres. O amor, ele substitui o individualismo pela fusão de todos os seres em uma bandeira só, a bandeira do amor. Porque aquela pessoa que ama ele entende: "Se o outro está bem, eu estou bem". A pessoa que ama, ela entende, se toda a sociedade está envolvida no mesma, na mesma bandeira de caridade, de benevolência, de perdão, de indulgência, eu também serei feliz junto com todos. Porque só o egoísta, palavras do
entende, se toda a sociedade está envolvida no mesma, na mesma bandeira de caridade, de benevolência, de perdão, de indulgência, eu também serei feliz junto com todos. Porque só o egoísta, palavras do evangelho, só um egoísta pode se dizer feliz numa terra onde tem gente passando fome. Só um egoísta pode dizer que é feliz em uma em uma em uma terra em que há bombardeios, crianças morrendo, pessoas sendo presas. Então, quando nós não transformarmos essa terra, e esse é um dos nossos objetivos como encarnados, enquanto nós não transformarmos essa terra num paraíso, e aí eu lembro dos nossos irmãos, eh, são os adventistas, né, que eles vão naquela revistinha e eles falam daquele mundo que eles, né, é aquele mundo que a gente também fala, nós falamos daquele mundo. onde todas as pessoas serão extremamente conectadas umas com as outras. E todos nós, como humanos, estaremos conectados com a natureza. Eu me lembro quando eu era criança de ver uma fotinha daquelas revistas deles de uma criança abraçada com leão. Talvez vocês tenham visto, né, fotos assim. E é daquilo que a gente também fala. A gente não fala nada diferente deles. Talvez o tempo seja diferente. Nós acreditamos que esse mundo vai acontecer talvez daqui a várias e várias encarnações, vários e vários milênios, onde nós estaremos em tanta simbiose com a a com o outro, com o meu meu o meu o meu parceiro de vida na Terra, as pessoas do trânsito, tanta tanto amor saindo pelos nossos corações que nós viveremos no paraíso. O paraíso é aqui na terra. Só que quem vai criar esse paraíso somos nós. Nesse dia, nesse dia em que todos nós formos benevolentes, todos nós formos indulgentes e quando todos nós soubermos perdoar. E aí, e nesse nesse dia, a nossa individualidade, nós sairemos da nossa caixinha da individualidade e começaremos a olhar as outras pessoas, toda a natureza, todo o universo, de fato como irmãos, de fato como parceiros de evolução, de fato como pessoas com quem eu posso contribuir, ao mesmo tempo eu posso receber para que essa pessoa
soas, toda a natureza, todo o universo, de fato como irmãos, de fato como parceiros de evolução, de fato como pessoas com quem eu posso contribuir, ao mesmo tempo eu posso receber para que essa pessoa contribua também com a minha evolução. Nós estaremos nesse dia no paraíso. Não sei se abraçando leões, mas nós estaremos no paraíso. E quando Kardeia fala sobre perdão, existe uma frase que eu acho bem legal. Eh, ele coloca o perdão como a verdadeira conquista em relação às pessoas que não gostam da gente. A verdadeira guerra é a guerra do bem. Onde as pessoas que tentam nos maltratar, onde as pessoas que tentam nos ofender, a gente devolve para eles a outra face. A outra face, ao invés do ódio, eu devolvo amor. Que é o que Divaldo fala: "O importante não é que nós tenhamos inimigos, o importante é que nós não sejamos inimigos". E como eu não serei inimigo de alguém? Quando eu entender que essa ofensa que eu recebi é simplesmente fruto de uma ainda de um não crescimento, de uma infantilidade, de um não amadurecimento moral daquela pessoa que nos ofendeu. E quando eu me coloco nesse lugar, eu entendo: "Poxa, não vale a pena eu lutar com as mesmas moedas, com as com a mesma face dessa moeda. Eu preciso trocar a face. Quando me dá um ódio, eu dou amor. Eu dou perdão. Quando jogam trevas, eu devolvo luz. Esse essa é a verdadeira vitória contra Porque essa luta, gente, ela é injusta, né? A luta do mal contra o bem, ela é injusta, porque ao mal é permitido algumas coisas que para o bem não é. A luta entre o ladrão e o policial é injusta. Porque o ladrão ele não tem regras. O policial tem. O ladrão pode matar, o ladrão pode esquartejar, o ladrão pode policial não. Então, a luta do bem, a gente não tem e nem deveria ter e não queremos ter algumas armas que prejudica a outra pessoa, porque nós somos feridos no corpo, mas não espírito. Quando o mal nos chega, esse mal ele vai ferir o nosso corpo, vai doer, a gente vai ficar, vai sangrar, mas ele não vai chegar na nossa alma. Nós estaremos intactos,
eridos no corpo, mas não espírito. Quando o mal nos chega, esse mal ele vai ferir o nosso corpo, vai doer, a gente vai ficar, vai sangrar, mas ele não vai chegar na nossa alma. Nós estaremos intactos, firmes, porque com Jesus todos nós estamos inteiros em alma. A nossa grande ferramenta de combate a todos esses males que estão ao nosso redor é a crença que Jesus está conosco. é a luta não com as armas, não com as armas que se tem materiais, mas com o poder das armas espirituais. Quando Pedro desembahinha a espada para atacar um algó de Jesus, Jesus fala para não. Com essas armas a gente não luta. A gente luta com a humildade, a gente luta com o amor, a gente luta com o nosso trabalho, a gente luta com o nosso sangue, mas com armas não. Não é assim, né? A gente dá exemplo de amor. Tô falando a gente como ideal, tá gente? Porque, né, por muitas vezes eu vou falar por mim agora, derrapo em pequenas coisas da vida que não precisava. Em pequenos testes, a gente, eu sou reprovado, né? Mas como ideal, eu sei que esse é o ideal e é esse que eu busco, por mais que eu erre, mas é esse que eu busco. E entendo também que esse é um processo evolutivo. A caridade, a caridade é aquela que é feita em dar, mas em dar-se. é estar junto com o dinheirinho que foi, a moedinha que foi, o meu tempo que foi, o alimento que foi, a caridade é entregar-se e eu só me entrego quando eu entrego o meu amor. Eu só consigo ser, a outra pessoa só consegue entender o valor da minha alma, se eu permito ser percebido com toda a minha emoção. Kardec, na questão 880, ele pergunta assim: "Qual o primeiro de todos os direitos naturais?" Os espíritos respondem simplesmente: "De viver. O direito de viver é o primeiro de todos os direitos naturais. Então, a vida é o primeiro e a justiça, o amor e a caridade é exatamente o que vai garantir esse primeiro direito a todos. É a justiça que vai lutar por uma vida equânime, onde todas as pessoas têm o direito de comer, de vestir, de ir escola, de ter um teto. É a justiça que
que vai garantir esse primeiro direito a todos. É a justiça que vai lutar por uma vida equânime, onde todas as pessoas têm o direito de comer, de vestir, de ir escola, de ter um teto. É a justiça que vai provocar isso. É a justiça do bem. São as pessoas que trabalham pelo bem comum, tentando deixar o mundo mais equilibrado. É que todos terão acesso ao básico da vida. A caridade é que vai levar repartir de forma, já que ainda não é natural, repartir essa e e promover a capacidade de manter esse direito básico das outras pessoas, a caridade do alimento, a caridade de uma pessoa da área da saúde que pode promover ali a cura, o cuidado de alguém. E o amor, o amor ele é o que vai fazer isso ter sentido. É o amor que vai fazer isso ter sentido. É o amor que vai fazer com que aquela pessoa que recebeu uma uma uma bondade não se sentir humilhada na alma. É o amor que vai fazer com que aquele alimento que chegou, ele seja de fato recebido com uma um afago ao seu estômago, mas também um afago à sua alma, ao seu coração. Nós chegaremos nesse lugar, nós chegaremos cada um no seu tempo. Nós estamos em processo evolutivo. Nós estamos desenvolvendo a nossa capacidade de amar, a nossa capacidade da justiça verdadeira, a nossa capacidade eh da caridade. Nós chegaremos nesse lugar e nós sabemos o ideal. E ao sabermos desse ideal, fica muito mais fácil nós direcionarmos a nossa bússola em direção a Jesus. E pra gente finalizar, vou deixar com vocês um poema do Jorge Resine, escrito por Carlos Castroalves, que chama A Criação Divina. E ele fala mais ou menos assim: "E disse Deus no infinito: "Que se faça o firmamento". E o pai condensou aos poucos o seu próprio pensamento. E a santa sabedoria deu início a sinfonia e criou o espaço, a energia, a matéria e o movimento. E disse Deus, então, satisfeito, que nos espaços profundos surjam infinitos mundos, e os contínuos turbilhões, a explodir pelo espaço infindo, geraram estrelas reluzentes de cores surpreendentes, galáxias, constelações.
, satisfeito, que nos espaços profundos surjam infinitos mundos, e os contínuos turbilhões, a explodir pelo espaço infindo, geraram estrelas reluzentes de cores surpreendentes, galáxias, constelações. E estava pronto o universo, condensação da vontade, infinito, eterno e puro, como é a própria divindade. E nele estava presente o princípio inteligente. A vida em fase latente esperava atividade. E este princípio ativo ao fluido material gera o simples vegetal e a vida acorda nos mundos. Mas diz Deus onisciente ao princípio da matéria, evoluir as bactérias nos charcos e mares profundos. E o ser unicelular desenvolve o seu psiquismo, multiplica suas células, fragmenta-se transformismo. E nos ambientes vários já não são protozoários, são ativos operários em diferentes organismos. E o princípio inteligente, com a lei da reencarnação, vai sofrendo mutação nos vários corpos que agita. Cresce na água, no solo, evolui nos campos, erra. é animal feroz na guerra, sofre, geme, chora e grita. E chega o grande momento. Vai espantar-se a criação, pois Deus proclama em muitos mundos agora a humanização. E humanidade se espalham pelos mundos já de granito. Marcha o homem para o infinito como quer o criador. Desenvolve o raciocínio, adquire conhecimento e vence a treva, o raio, o vento, o mar, a neve, o calor. Mas a criação não para e vão surgir novos mundos. Rubros sóis geram planetas pequenos, grandes, rotundos. E a Terra, que é um estilhaço, surge e dança pelo espaço, mas já trazendo no regaço da vida os germes fecundos. Com a lei da evolução ganha a terra o ser humano, que desde logo é soberano nas planícies, rios, serras e vai passando o fio do tempo. E o homem já milenar ainda é bruto, e a guerrear lava em sangue toda a terra. Povo escravo não tem pausa no trabalho à luz do archote e monumentos, impérios são erguidos com o chicote. Cresce a cultura imortal, mas pouco avança a moral. e da lei. O pedestal é a forca, é a cruz, é o garrote. Mas diz Deus onisciente a um de seus assessores:
mentos, impérios são erguidos com o chicote. Cresce a cultura imortal, mas pouco avança a moral. e da lei. O pedestal é a forca, é a cruz, é o garrote. Mas diz Deus onisciente a um de seus assessores: "Ouço da terra os clamores, geme, desce Cristo ao escuro mundo e planta a fraternidade, a caridade, a verdade, inunda terra de luz." E a luz espancou as trevas para que o homem não peque. Depois reencarna Kardec e o globo vê nova luz. O gigante com a ciência descobre e analisa o espírito, interpreta o perespírito e complementa Jesus. Todas as leis então ocultas são dadas à humanidade. Dissolvem-se antigos dogmas à luz da mediunidade. E o homem que vivia aflito na matéria circunscrito, hoje fala com infinito, tem na mão toda a verdade. O universo é pensamento condensado, é vibração. Mas o espírito já puro foge à humana concepção que vê o átomo, a energia de Deus a sabedoria e no amor que ele irradia tem do Pai a visão. Por isso, homens da terra, piedade com os ateus, como teve Jesus Cristo com os antigos fariseus. Sede bons, tende humildade, praticai a caridade e aqui na imortalidade vereis a face de Deus. Muito obrigado. Boa noite a todos. Muito bem. No que tange as leis morais, em particular a lei de justiça, amor e caridade, nosso irmão William, ele nos lembra que temos sim cada um de nós, alguma conquista em torno dessa lei, mas é óbvio que nós temos também uma espécie de norte, um modelo, é o Cristo. para que a gente possa saber até onde nós podemos chegar, até onde nós podemos ascensionar dentro de nossa própria escala evolutiva. E William, enquanto você falava, eu me lembrava, obviamente, eu, uma pessoa extremamente tacanha, só sonhando o quanto ainda posso chegar dentro desta e de outras leis naturais, diante de um fato que foi narrado no livro Cartas e Crônicas do Humberto de Campos, em que ele mostra uma faceta de uma passagem do Cristo que não estão nos evangelhos, mas ele narra o momento da crucificação do ponto de vista da espiritualidade, dos olhos do espírito
erto de Campos, em que ele mostra uma faceta de uma passagem do Cristo que não estão nos evangelhos, mas ele narra o momento da crucificação do ponto de vista da espiritualidade, dos olhos do espírito e não daqueles apóstolos que depois reproduziram isso nas escrituras. E a narrativa é das mais curiosas, porque eu sinto, William, que nesse caso está ali presente, assim como estava presente em toda a vida de Jesus, a sua ação dentro da lei de justiça, amor e caridade. Porque vejam vocês como começa o nosso irmão X. Jesus, portanto, crucificado. Desnuda-se então diante de seus olhos espirituais uma cena maravilhosa. Se por um lado nós encarnados do lado de cá lamentávamos o calvário, do lado de lá Jesus já estava sendo aguardado em festa, caravanas inteiras. a recepcionar o governador de nosso planeta. Vários espíritos observando aquele teatro lamentável, estavam cuidando, amando do próprio Cristo de cada uma das circunstâncias. Aqueles que choravam por ele, por exemplo, a sua mãezinha, estava sendo amparada prontamente por espíritos de consolação. Aqueles outros que haviam perpetrado tudo aquilo que estava acontecendo naquele momento. Haviam espíritos que não estavam lá para puni-los, mas para aplicar a lei de justiça, amor e caridade, anotando quais seriam os próximos passos que aquelas criaturas deveriam tomar para se restabelecer enquanto espíritos eternos. E Jesus já ao final recebia um espírito solitário, luminoso, talvez o de maior luz de todos, que chegava tranquilamente aos pés do Cristo na cruz. O Cristo lançou-lhe um olhar como se dissesse: "Mais perto, meu irmão". Ele então ofereceu o ouvido e Jesus lhe deu uma ordem, a ordem para poder socorrer aquele que havia entregado o Cristo por 30 moedas de prata, porque naquele momento ele havia feito o pior mal que ele poderia ter feito a si mesmo. Esse espírito é o espírito da caridade que diante da ordem do Cristo partiu em velocidade impensável para socorrer a Judas. O Cristo não pediu para puni-lo, não pediu por
poderia ter feito a si mesmo. Esse espírito é o espírito da caridade que diante da ordem do Cristo partiu em velocidade impensável para socorrer a Judas. O Cristo não pediu para puni-lo, não pediu por vingança, pediu pelo amor, justiça de Deus e caridade, da forma que ele entendia que é o máximo que nós podemos chegar. Por isso tudo, nós agradecemos, meu irmão William, por suas palavras, por nos esperar tanto e aguardamos o seu retorno feliz aqui conosco. Para encerrar, Pois, então, esse momento, com uma prece final, vamos pedir ao nosso irmão Humberto que possa fazê-lo. Queridos irmãos, queridas irmãs, vamos então após essa palestra que nos trouxe tanto esclarecimento sobre essa lei infindável de amor, que é o próprio Deus a cuidar de nós, agradecer ao nosso pai, fonte de todo amor, sabedoria e bondade, pelo dom. rogar ao nosso mestre, Senhor Jesus, que nos conduza ao Pai, que nossas vidas, Senhor, possam ser utilizadas para desenvolver em nós as asas da sabedoria e da caridade. Que o teu amor, Senhor, possa impregnar nossos corações. que a tua presença e o teu exemplo possam estimular nossos atos, nossos pensamentos todos os dias de nossas vidas. Abençoa, mestre, Senhor, a todos que vieram nesta casa em busca da tua luz e abençoa toda a humanidade, Senhor, tão necessitada, tão doente, por simplesmente ignorarem esta lei de amor que o Senhor veio nos ensinar. Muito obrigado, mestre querida, por mais essa oportunidade de aprendizado e acolhimento da palavra. Que o teu amor e a tua bondade nos guarde hoje, agora e sempre. Que assim seja.
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