Lei de Destruição - com Marco Antônio
Palestra: Lei de Destruição - com Marco Antônio
de noite, né? Todos sejam bem-vindos à nossa casa. Esperamos que todos que vieram aqui possam eh vir o que buscaram, cada um com as suas necessidades. Esperamos que com essas reflexões desta noite possamos acrescentar um pouco a cada um de nós. É, vamos agora fechar os nossos olhos, elevar o nosso pensamento até o alto, lembrarmos do divino mestre, grande companheiro nosso, que está sempre junto de nós. que ele, através dos seus mentores espirituais possam estar aqui neste momento, trazendo a cada um de nós a paz, a serenidade e, principalmente fortalecendo a nossa fé. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje, Senhor. Perdoa as nossas dívidas, assim como nós devemos perdoar aos nossos devedores. E não nos deixes, Senhor, entregue as tentações, mas livra-nos de todo mal. Que assim seja. Bom, eh, hoje a gente está muito feliz aqui que o professor Ademar, que vai nos fazer a nossa palestra, ele que é um grande seareiro do Cristo, ele é coordenador de estudos da federação e veio aqui falar um pouco para nós, fazer uma reflexão sobre eh a o tema nosso é lei da destruição. veio falar um pouco sobre essa lei que é tão assim instigante, mas muito bom para cada um de nós. Tá com a palavra, Ademar. >> Boa noite a todos. Que Jesus nos abençoe, nos ilumine e nos intua nas nossas reflexões da noite de hoje. Vamos falar das leis morais que está no capítulo 6 do livro dos espíritos da questão 614 a 919. E dentro dessa parte das leis morais está incluso a lei de destruição. Precisamos entender o que é lei de destruição para nós espíritas. Então, vamos fazer uma viagem dentro da perspectiva espírita sobre essas observações, anotações que Kardec trouxe para nós nesse capítulo 6 do livro dos espíritos. Então, é a terceira parte da lei da destruição. Tá lá no livro dos espíritos. O livro dos espíritos é dividido em, ver se eu consigo mudar aqui. Aí
xe para nós nesse capítulo 6 do livro dos espíritos. Então, é a terceira parte da lei da destruição. Tá lá no livro dos espíritos. O livro dos espíritos é dividido em, ver se eu consigo mudar aqui. Aí as leis morais, que é a parte três que vai da 614 a 919. São 10 capítulos. Nesses 10 capítulos, nós temos a lei de adoração, a lei de trabalho, a lei de reprodução, a lei de conservação, a lei de destruição, que faz parte das nossas reflexões de hoje, a lei da de sociedade, a lei do progresso, lei de igualdade, lei da liberdade, lei de justiça, amor e caridade. A lei da destruição vai da questão 728 até 765. Então, Kardec distribuiu isso aí de uma maneira didática. Kardec era muito pedagógico, era professor, falava vários idiomas, estudou com pestalose, então ele tinha muito conhecimento e sabia lidar com as perspectivas para facilitar o o entendimento daqueles que iam usar esse trabalho depois. Na realidade, essas 10 leis, elas são as leis de Deus. Mas ele fez isso de uma maneira didática e pedagógica. para facilitar a compressão e facilitar o nosso entendimento até didaticamente como que nós poderíamos desenvolver esses trabalhos de uma forma que nós pudéssemos entender com mais facilidade. Então, a Leonir, a o Allan Kardec, ele trabalhou em cima desses projeto desde que a doutrina espírita começou a pulsar lá nos Estados Unidos com as irmãs Fox, depois as mesas girantes em Paris, a sociedade Parisciense, estudando eh de uma maneira frívola a os manifestações espíritas, cientistas tentando eh burlar esses conhecimentos que eram trazidos do plano espiritual de uma maneira até fazendo chacota em cima das manifestações espirituais. Kardec buscou um outro viés. Kardec buscou entender como que isso funcionava de uma maneira diferente. Ele não, ele já sabia pelas manifestações que existia a comunicação com o mundo espiritual, que existia mediunidade, as leis de Deus ele já conhecia, mas ele queria entender a relação como que seria a relação do ser humano para viver nesse mundo físico e depois voltar
com o mundo espiritual, que existia mediunidade, as leis de Deus ele já conhecia, mas ele queria entender a relação como que seria a relação do ser humano para viver nesse mundo físico e depois voltar para o mundo espiritual. Então, com a eclosão dos fenômenos espíritas a partir da metade do século XIX e com as constatações e com as constatações das dos fenômenos das mesas girantes, uma quantidade significativa de médiuns de efeitos físicos físicos começaram a divulgar por todas as partes do mundo os fenômenos espíritas. Só que isso era de maneira aleatória, não tinha uma regra, cada um divulgava do jeito que queria, fazia comentários indesejados, fazia chacota. Isso não tinha uma regulamentação. Isso fez despertar na comunidade científica da época estudo sobre a existência da alma, da comunicação dos espíritos com o plano físico. Muitas obras foram escritas por vários autores buscando a constatação da imortalidade da alma. Nesse mesmo século XIX, o ateísmo estava muito presente na sociedade, tentava induzir na sociedade que o homem era apenas matéria. Ah, nós não podemos esquecer que na França os movimentos sociais tentaram tirar a Deus da vida das famílias e da sociedade. Então, a França tinha eh naquela época o grande grandes pensadores, grandes cientistas que não valorizavam a parte espiritual. O materialismo dominava sobre a sociedade parisiense. E Kardec veio trazer essa nova visão da espiritualidade, veio introduzir no meio daquela sociedade a parte espiritual que era a comunicação dos espíritos com o mundo físico. Todos esses pensamentos materialistas cientistas da época, eles estavam sendo abraçados pela sociedade. Kardec fez com que isso mudasse, né? Esses fenômenos espíritas fez despertar em Hipo Leon Denisar Riva professor de cientista renomado da época que mais tarde usou pudôme de Allan Kardec. Ele estampou uma pesquisa extraordinária sobre os fenômenos que estavam sendo divulgados. Essa pesquisa do professor Hipolit foi a favorecer a interpretação mais
ais tarde usou pudôme de Allan Kardec. Ele estampou uma pesquisa extraordinária sobre os fenômenos que estavam sendo divulgados. Essa pesquisa do professor Hipolit foi a favorecer a interpretação mais consistente do fenômeno espírita, porque todos os demais, que também se desbruçavam sobre esses mesmos fenômenos, a exceção de Leonir, Leon Deni tinha mais ou menos a mesma filosofia de Kardec e o próprio Kardec não se voltaram para compreender as consequências. morais do fenômeno espírita em si, estavam mais preocupados em comprovar que a alma existe, que o espírito se comunicava, que a mediunidade é um fato e de que realmente os espíritos podem se materializar e estabelecer contato com as criaturas humanas. Mas Allan Kardec foi muito além dessas simples questões. Transcendendo a simples comprovação da existência da imortalidade da alma, ele buscou muito mais. Na época, o foco principal era se o espírito se comunicava, se a mediunidade era um fato, se os espíritos podiam estabelecer contato com as criaturas humanas. Kardec mudou o foco de se Kardec fez com que a ele estudou a felicidade e a infelicidade dessas almas no plano espiritual. Ele queria saber como que essas almas estavam sendo no plano espiritual, como que elas seriam felizes e como elas seriam infelizes. Como nós podemos compreender que há espíritos felizes e espíritos infelizes? Almas que padecem e almas que sorriem no mundo espiritual. Como devem viver os homens para serem felizes como espírita? Eu queria saber qual é o procedimento que a humanidade teria que ter, qual era a conduta que eles teriam que ter para que quando desencarnasse, quando passasse para o plano espiritual, eles fossem felizes através das comunicações mediúnicas. tinha esse conhecimento de espíritos felizes e de espíritos infelizes. Mas ele queria fazer um estudo bem mais aprofundado, né? Ou seja, como nós devemos viver para que de posse dos conhecimentos que o espiritismo nos oferece, nós podemos nos libertar das imperfeições que nos prendem ao processo
studo bem mais aprofundado, né? Ou seja, como nós devemos viver para que de posse dos conhecimentos que o espiritismo nos oferece, nós podemos nos libertar das imperfeições que nos prendem ao processo de sofrimento após a morte física. E é exatamente aí que Kardec se distingue de todos os demais pesquisadores. A conduta dos homens, a vivência das criaturas, a forma de nos vivenciarmos as leis que regem o comportamento humano, a fim de que as nossas almas possam entender de maneira mais plena o sentido mais exato de todas as coisas. E foi assim, observando de maneira mais detalhada o fenômeno do comportamento humano, que as obras de Allan Kardec desenvolveram um aspecto moral extremamente significativo. os aspectos do comportamento humano e os aspectos da moral. Esses seriam os mais importantes elementos a ser discutidos dentro do cenário daquilo que o Espiritismo teria para apresentar. Allan Kardec percebe isso logo no início do seu trabalho como quantificador. Na primeira das obras publicadas por Allan Kardec, o chamado Livro dos Espíritos, nós vamos encontrar um conjunto de questões muito interessantes que vão desde a questão 614 até 919A. São questões referentes ao aspecto moral da doutrina espírita. É o que nós falamos lá no início, são as leis morais. E para mostrar a excelência desse saber, ele dá o nome para essa parte no livro dos espíritos de as leis morais, onde ele interroga os espíritos exatamente como nós devemos nos comportar na vida terrena, sabendo que somos almas imortais, que existe a reencarnação, que existe a lei de causa efeito que a mediunidade é comprovada sabendo da existência de Deus e a evolução do da raça humana. Quando nós nos inteiramos de todas essas verdades espirituais, como fica nossas vidas no plano espiritual? Quando nós entendemos tudo isso, quando nós praticamos todas essas leis de amor e caridade, como é que vai ser do outro lado? Quando Kardec fez isso, não tinha Chico, não tinha André Luiz para nos informar que jeito que era o
o isso, quando nós praticamos todas essas leis de amor e caridade, como é que vai ser do outro lado? Quando Kardec fez isso, não tinha Chico, não tinha André Luiz para nos informar que jeito que era o plano espiritual, como que era a vida no plano espiritual. Chico veio fazer uma complementação aqui, não é? a vida no plano espiritual, as obras de Chico, mostrando para nós como é a vida no plano espiritual. Mas na metade do século XIX isso não existia. Tinha-se apenas informações de um médio aqui, outro médio ali, outra informação de uma sociedade espírita num lugar, em outro, mas nós não tínhamos catalogado obras igual o Chico fez, igual o Divaldo fez. Nós não tínhamos isso, não é? Então, qual é o resultado para todos nós quando esses conhecimentos nos visitam? Traduzindo para nós novos sentimentos para novos conhecimentos? Então, Kardec vai criar uma quantidade significativa de saberes aos quais ele vai intitular como leis morais e vai fracionar essas leis morais em 10 diferentes. Na realidade, não são 10 leis, existe apenas uma. A lei moral é uma só, é a lei de Deus. Ela enfoca vários aspectos distintos de muito eh de maneira muito objetiva. lei divina ou lei natural, a lei de adoração, a lei de trabalho, a lei de conservação, a lei de reprodução, a lei de destruição, a lei do progresso, a lei da de liberdade, a lei de igualdade e a lei de justiça, amor e caridade. Na verdade, existe a lei de Deus. Tudo isso, esse conjunto é a lei de Deus. E aonde está a lei de Deus? Na nossa consciência. Então, nós não podemos ignorar essa lei de Deus. Ela está gravada na nossa consciência. Kardec, de maneira didática, tenta trabalhar como se fosse faces diferentes de uma mesma lei. Como ele era pedagogo, ele tinha as didáticas dele para facilitar esse trabalho, essa compreensão. Nós vamos encontrar Allan Kardec falando sobre a lei de adoração, como o homem deve adorar, a lei de trabalho de como deve trabalhar os homens, a lei de conservação de como devemos cuidar do corpo e do planeta.
encontrar Allan Kardec falando sobre a lei de adoração, como o homem deve adorar, a lei de trabalho de como deve trabalhar os homens, a lei de conservação de como devemos cuidar do corpo e do planeta. E agora nós temos lá em Belém, não é, uma cópia lá para discutir o que nós estamos fazendo desse planeta. a lei de reprodução, trabalhando os aspectos que dizem respeito ao nosso mecanismo de afetividade da família e da reprodução, a lei de destruição, que é objeto das nossas reflexões de hoje, e as outras leis que se seguem a ela, como a lei da sociedade, do progresso, da igualdade, da liberdade, da justiça, amor e caridade. Então vamos agora ao foco da nossa reflexão da noite de hoje, a lei de destruição. A lei de destruição é uma lei que à primeira vista parece para nós espíritas muito contraditória. Se nós voltarmos um pouco por volta de 1750, se nós voltarmos quando nós fizemos ensino médio, estudando um pouco da química, nós vamos encontrar uma chamada lei de Lavosier. Na lei de Lavozier falava-se o quê? Naquela época, quando nós estudamos? Na natureza nada se perde, nada se cria, tudo se transforma. Kardec sabia disso, ele tinha conhecimento disso. Então, quando ele ele denomina lei de destruição, nós temos que entender o que que é isso dentro da doutrina espírita, que existe uma diferença entre destruição e aniquilação. São coisas distintas. Então, Kardec vai discorrer o que é a lei da destruição dentro dos conceitos da doutrina espírita. Então, não existe maneira absoluta a destruição. O que acontece na verdade é uma mudança constante. É apenas uma transformação. Lavos já falava isso dentro da química, não é? Os entendidos aí da química conhecem isso dentro dos laboratórios. Mas e a morte? A morte ela existe, ela é real, mas quem morre? Qual é a concepção que nós temos de morte? Qual é a consecução que nós temos de ser encarnado? Não é? A morte existe, ela é real. Nós palpamos, sentimos, dói. O luto existe. Cada sociedade encara esse afastamento de uma forma. Se nós chegarmos
Qual é a consecução que nós temos de ser encarnado? Não é? A morte existe, ela é real. Nós palpamos, sentimos, dói. O luto existe. Cada sociedade encara esse afastamento de uma forma. Se nós chegarmos na Índia, é diferente a maneira como eles interpretam a morte. Nós chegarmos lá nos Veda, no estudo dos Vedas, eles entendiam de outra forma. Os egípcios entendiam de outra forma. Nós entendemos do jeito que fomos educados. E essa transformação e essa mudança de concepção, essa maneira de enxergar o retorno para o mundo espiritual, ela não vai acontecer de um dia pro outro. Ele é um processo lento, mas é um processo que nós precisamos construir dentro de nós. A gente costuma ouvir às vezes por aí falar: "A única certeza que eu tenho é que a morte existe." Essa é uma verdade relativa. Para nós, ela não existe, né? Então, só que a morte, que é um grande objeto de estudo da lei de destruição, ela também não é um fenômeno que atinge a essência do ser. A morte é o fenômeno que trata do aspecto físico de ser e não ser a propriamente dito. O que isso quer dizer na prática? Isso quer dizer para nós que ao contrário do que nós muitas vezes imaginamos, não existe uma destruição verdadeira de todas as coisas. E como se o nosso corpo fosse como essa caneta, vou mostrar aqui, eu achei um exemplo interessante. Nós temos aqui uma caneta. Essa caneta é composta de três partes. Esse invólogo, um tubinho que contém a tinta dentro. Então, se eu conseguir tirar, conseguir, se eu conseguir tirar e destruir isso aqui, com cuidado, eu continuo escrevendo. Isso aqui acabou, mas aqui eu continuo com as mesmas propriedades. Agora, se eu destruir esse tubinho aqui, eu vou derramar a tinta em todo lugar, vou fazer uma lambança danada, né? Lá em Minas Gerais fala lambança. Em Goiás eu não sei como que fala, deve ter outro nome aí. Ou ou é o mesmo. Porque o Goiano é o mineiro cansado, né? Então aqui, ó, nós temos um exemplo clássico do que é o corpo físico. Esse aqui é o corpo físico. Esse que nós estamos vendo, enxergando,
aí. Ou ou é o mesmo. Porque o Goiano é o mineiro cansado, né? Então aqui, ó, nós temos um exemplo clássico do que é o corpo físico. Esse aqui é o corpo físico. Esse que nós estamos vendo, enxergando, olhando aqui. Esse é o corpo físico. Esse aqui, a hora que ele acabar, ele vai virar adubo. Esse tubinho aqui, esse invco de plástico aqui é o perespírito. E a tinta que tá lá é o espírito. O perespírito é que dá forma para o espírito. Então, a destruição para nós dentro da doutrina espírita é disso aqui, ó. Isso aqui é material. Desde quando nós fomos criados, não existe mais destruição paraa vida. Viemos de milênio sem fim, estamos diante de séculos infindáveis. A partir do momento que houve a criação do espírito por Deus, ele não morre mais. vai tropeçar por aí, vai ter as peripécias todas, vai cair, vai levantar, mas vai continuar. Então, esse efeito aqui da caneta, eu acho que ele explica bem o que é a morte do corpo físico e a diferença nossa do entendimento da doutrina espírita em relação ao corpo físico, ao perespírito e ao espírito. Quando chega a hora da morte, o que acontece com o corpo físico? Quando chega a hora da morte, o que que acontece com o corpo físico? Olha, chegou a hora da morte, o que que vai acontecer? O espírito vai se desprendendo, vai se desprendendo, acabou. Esse aqui fica. Esse vai pra eternidade. Então, aos pouquinhos ele vai desprendendo e a parte material fica aqui, né? Então, na hora da morte, o espírito vai se desembaraçando do corpo e de repente quando você vê o espírito se retira do corpo. Aí o corpo está sem vida. Quando o espírito se retira, o corpo morreu, né? O corpo vai se destruir, o corpo vai se decompor, vai se fragmentar, vai se transformar em outras coisas, mas a essência do ser é indestrutível. O corpo é o que dá forma ao espírito, que envolve o espírito. E o perespírito é o que envolve o espírito. O corpo dá forma para o todo, inclusive para o perespírito, e o perespírito dá forma para o espírito. E qual é a parte mais importante da
nvolve o espírito. E o perespírito é o que envolve o espírito. O corpo dá forma para o todo, inclusive para o perespírito, e o perespírito dá forma para o espírito. E qual é a parte mais importante da caneta? É o tubim da tinta, né? Se ela acabar, você não escreve mais. Essa é a parte mais importante. A parte externa tem de todo jeito. Tem caneta dourada, caneta prateada, caneta com desenhos, caneta com propaganda, de todo jeito. Mas se não tiver aquele tubinho de tinta lá dentro, vale nada, né? O homem também é assim. A parte mais importante é o espírito e não o corpo. Então, quando nós falamos em lei de destruição, estamos falando na destruição dessa parte material. Então, da mesma maneira que o corpo é a simples veste da qual o espírito se serve para um processo corporal, nós também devemos analisar a questão da morte pela mesma ótica. Quando a Allan Kardec inicia o capítulo objeto das nossas reflexões de hoje, chamada lei de destruição, ele começa logo no início a trabalhar os conceitos sobre os processos destrutivos da vida. Afinal de contas, é justo que as coisas se destruam? Isso é um questionamento de Kardec. Ele questionava isso. É justo que se destruam as coisas? É correto que aquilo que Deus criou se desfaça. E por sermos seres mutantes, nós estamos o tempo todo aprendendo, abandonando determinadas características e abraçando outras. Da mesma forma também, quando nós olhamos o aspecto espiritual, nós estamos aprendendo o tempo todo, mudando as nossas concepções, transformando os nossos saberes. E os espíritos, respondendo a Allan Kardec nesse texto diz que a destruição dos corpos é necessária. Por que que é necessária? Já imaginou? Se nós vivêsemos 1000 anos, 200 anos, como é que a gente iria rever com os nossos desafetos? Ia levar tempo demais pra gente conseguir reverter as coisas. Então, Deus é muito sábio. A existência nossa é o suficiente para que nós estejamos aqui num tempo curto diante da eternidade para podermos voltar e refazer as coisas que nós fizemos que
er as coisas. Então, Deus é muito sábio. A existência nossa é o suficiente para que nós estejamos aqui num tempo curto diante da eternidade para podermos voltar e refazer as coisas que nós fizemos que não foram condizentes com os ensinamentos que Deus passou para nós. com os objetivos que nós temos pra vida. Então, o fato de viver 100 anos, 90 anos, 110 anos, 30 anos, é o tempo que cada um de nós temos para passar para o outro lado, para o mundo espiritual. repensar as coisas que não foram bem feitas, retornar e refazer. É como aquela criança que vai pra escola. Você já parou para pensar? Se você fosse reprovar o menino depois de 4 anos que ele tá na escola, agora você vai voltar lá pra primeira série de novo? Seria um castigo exagerado, né? Então é como se fosse a escola. Então o tempo mais curto gera oportunidade paraa gente refazer aquilo que não ficou legal pra gente refazer os conceitos que nós equivocadamente desenvolvemos. Então, é necessário que o corpo se desfaça para se reconstruir, para que a gente tenha oportunidade de recomeçar o trabalho e o aprimoramento. Imagine se nós tivéssemos esses tanto de anos aí pela frente, né? O homem, se não experimentasse o processo da retomada de um novo corpo físico para recomeçar o trabalho, ele experimentaria um processo evolutivo muito lento. Processo evolutivo seria muito mais lento. a gente ia demorar muito mais para poder refazer as coisas que nós não conseguimos fazer no tempo certo. Então, a lei de destruição faz sentido, mas é a lei de destruição do corpo material, não da vida. Então, o que fez Deus? Deus criou criaturas como sendo seres imortais e indestrutíveis. A imortalidade é o nosso grande atributo. É assim nos dotou de possibilidade de encararmos na Terra dentro de curtos períodos de tempo, no qual experimentamos uma série de vivências. Então, retornamos ao mundo espiritual para nos desembaraçarmos daquilo que foi negativo. Os equívocos cometidos durante a existência física nos levam necessariamente a novas existências, às
vivências. Então, retornamos ao mundo espiritual para nos desembaraçarmos daquilo que foi negativo. Os equívocos cometidos durante a existência física nos levam necessariamente a novas existências, às novas vivências. Se nossas existências corporais não experimentarem o fenômeno da morte, como seria lento o progresso? No plano espiritual aprendemos muitas coisas, mas o laboratório é aqui. A gente vai lá, aprende, tem as aulas. Nós temos essas informações nas obras de André Luiz, né, de Chico. Temos informações do plano espiritual, como que é lá. Aí aprendeu, aprendeu. Tá tudo bem? Tá. Então vamos lá pro laboratório. Laboratório é onde? É lá na terra. Vamos lá. Vamos ver se realmente você aprendeu. Aí você chega aqui, pratica tudo aquilo, aí faz a prova. Foi aprovado, muda de patamar. Não foi, volta no mesmo caminho, ninguém regrite. Essa é a lei. Então, a reencarnação é uma necessidade, mas ao mesmo tempo que vir é necessário, voltar também é necessário, porque ficar muito tempo por aqui acaba não sendo produtivo. Então, isso nos conduz à lógica de que a destruição é necessária para impulsionar o progresso das criaturas. Porque se não houvesse destruição, como seria o progresso? Como seria a renovação? O exemplo disso aí é a reciclagem, né, da parte física. Mas essa destruição é dos corpos apenas, porque a alma é indestrutível, seguirá para sempre por toda a eternidade, desde que criada nunca mais deixará de existir. Por esse motivo, então, entende-se que existe um fenômeno de destruição que é esperado, a chamada destruição necessária. É necessário que seja assim para que o progresso se efetue. Então, ir e vir faz parte da vida. Ir ao plano espiritual, voltar do plano espiritual faz parte da vida. Tem algumas músicas aí que falam disso, né? Um dia a gente chega, um dia a gente parte, né? Eu costumo falar que a gente fica preocupado com tantas coisas que a gente não trouxe e não vai levar. Caixão não tem gaveta. A gente fica brigando por coisas que não trouxe e depois brigando por coisas que
tumo falar que a gente fica preocupado com tantas coisas que a gente não trouxe e não vai levar. Caixão não tem gaveta. A gente fica brigando por coisas que não trouxe e depois brigando por coisas que a gente não vai levar. Vai ficar só por aí para dar confusão pros outros. A morte, portanto, faz parte da vida. Então, a morte é um elemento da vida. Nós não podemos ter uma ilusão de achar que Deus é apenas um Senhor que criou as nossas existências e que foi o mal que criou a morte. A morte faz parte da vida, faz parte da evolução. Vamos fazer um pequeno questionamento, uma lógica aqui. Na morte, qual que é o contrário de morte? Só para pensar, não precisa falar, só para pensar. Qual é o contrário de morte? Já pararam para pensar nisso? Vou dar uma dica. Qual que é o contrário de partida? Chegada, não é? O contrário de partida é chegada. Então, quem respondeu que o contrário de morte é vida se equivocou. O contrário de morte é nascimento. Do mesmo jeito que o contrário de partida é chegada. São reflexões que a gente precisa ver. A vida não tem fim. Desde que criada ela não tem fim mais. é eterno. Então, o contrário de morte é que é nascimento, né? Então, tá aí. Então, contrário de morte, porque o oposto da partida é chegada, contrário de morte é nascimento. A vida não é contrário de morte, porque vida sempre existe. A vida existe aqui, existe lá, existe na hora do do nascimento, existe na hora da partida. A vida sempre vai existir depois que criada, né? Então, existe um fenômeno natural que é o fenômeno da chamada destruição necessária. Por isso, não significa dizer que a destruição pode ser um critério. Que a destruição pode ser um critério. A destruição não pode ser abusiva, não pode ser além do necessário. Nós vamos evoluindo, o ser humano vai evoluindo, ele vai entendendo. E nós temos até em muitas sociedades, em muitos grupos, que as pessoas já não extinguem os animais mais para se alimentarem. É um processo natural. Isso é uma coisa que vai acontecer aos poucos, né?
. E nós temos até em muitas sociedades, em muitos grupos, que as pessoas já não extinguem os animais mais para se alimentarem. É um processo natural. Isso é uma coisa que vai acontecer aos poucos, né? O modelo para manter o equilíbrio do número de habitantes de uma mesma espécie, o equilíbrio ecológico se faz necessário. Você já imaginou se não tivesse os predadores na natureza, como que nós viveríamos nesse mundo? Não teria condição de viver, né? Ficaria inabitável, né? A destruição, ela pode passar a ser abusiva quando os homens interferem, né? Quando os homens interferem deliberadamente sobre isso, além da necessidade de alimentação, de proteção, o ser humano destrói puramente por interesses. São os interesses comerciais. Para fazer um casaco de pele, por exemplo, ele mata o animal, né? Mas vai chegar um ponto que isso vai desaparecer. Às vezes, algumas sociedades já estão revendo isso, como nós comentamos aí, né? Em muitas circunstâncias, o homem pode ter uma contribuição maior ou menor em cada um desses a partir do da expressão dos fenômenos da destruição da natureza. Vamos dar um exemplo aqui. O ser humano, nós sabemos que existe problemas sociais, não tá em questão isso aí. É só a lógica espírita. O ser humano vai lá e faz uma casa na encosta de um morro, vem uma chuva e derruba aquilo lá e ele morre. Foi Deus que fez isso ou foi a imperícia dele ou foi a imprudência dele? Esquece a necessidade que ele tem às vezes de ter essa residência lá. Então, muitas vezes o ser humano ele contribui para que esse processo de destruição aconteça. Eu ia dar um exemplo hoje, tava lá em casa, meu filho chegou, o Marco Antônio, que era ele que vinha fazer palestra hoje. Eu falei: "Marco Antônio, eu vou dar esse exemplo: "Pai, não fala disso não, porque nós falamos numa reunião da engenharia que isso pode não ter acontecido. Falei, mas espiritualmente aconteceu o fenômeno lá do Rio Grande do Sul. Aí o Marco Antônio tava me falando que é meu filho falou: "Pai, mas isso aí tem
da engenharia que isso pode não ter acontecido. Falei, mas espiritualmente aconteceu o fenômeno lá do Rio Grande do Sul. Aí o Marco Antônio tava me falando que é meu filho falou: "Pai, mas isso aí tem um ciclo de 80 em 80 anos acontece." Mas acontece por quê? Porque alguém mexeu em alguma coisa que Deus deixou aí. Deus não mandou fazer uma catástrofe daquela de 80 em 80 anos. a imperícia do ser humano, a derrubada de árvores, a o assoreamento dos rios, tudo isso provoca o quê? Destruição. E o homem colaborou para que isso acontecesse, tá? Então, na questão 737 e seguinte, os espíritos vão fazer um comentário muito interessante. E na questão 738, onde os espíritos respondem a Kardec, a gente precisa entender o que que foi que aconteceu, que os espíritos responderam, que a frase é muito forte. Os espíritos não dão volta. Esse é papo reto, né? Papo reto, como os jovens gostam de dizer. Então eles dizem assim: "O general se preocupa mais com os soldados do que com o uniforme deles." Ou seja, Deus é Deus. Os espíritos ele cuida mais do espírito do que da nossa vestimenta. Vamos lembrar de uma passagem. Jesus lá no evangelho que ele fala: "Olha os lírios do campo, os pássaros do céu, nemão conseguiu se vestir iguais a eles. Não semeiam, não tecem." Que que Jesus tá dizendo para nós? Preocupe com espírito, preocupe com a parte imortal. Ele não tá dizendo para nós sermos ociosos, não é isso. Ele tá dizendo para não dar mais valor a um do que ao outro. Em resumo, o objetivo da experiência terrestre é desenvolver em nós emoções, sentimentos, intelectualidade. Esse é o objetivo da nossa existência aqui. São as asas de conhecimento e a asa da moral. Um pássaro não voa com uma asa só. Nós precisamos das duas asas, a asa do conhecimento e a asa da moral. Só com uma nós não decolamos, só com uma nós não progredimos. Às vezes nós vamos vir numa encarnação para sermos grande conhecedores da ciência, mas a moral tá ruim. Aí você volta depois para cuidar dessa parte. Quero um exemplo os exilados de capela
rogredimos. Às vezes nós vamos vir numa encarnação para sermos grande conhecedores da ciência, mas a moral tá ruim. Aí você volta depois para cuidar dessa parte. Quero um exemplo os exilados de capela tinha grandes conhecimentos científicos, mas moralmente detonados, né? Basta nós lermos as obras que trata sobre isso, né? E para terminar as nossas reflexões, eu acho que eu tô me excedendo até as nossas reflexões de hoje, eu gostaria de destacar o último dos pontos apresentados da lei moral apresentada por Kardec, que é o duelo. Será que ainda temos duelo? Será que o duelo está atualizado para os dias de hoje? O que que está acontecendo nas nossas redes sociais? Nós estamos matando as pessoas, matando os sentimentos, matando as emoções, tolhindo a liberdade de expressão, conduzindo pessoas para o suicídio. Se Kardec tivesse hoje, ele não ia falar do duelo lá do campo de Marte, não. Ele ia falar do duelo das redes sociais. Quantas famílias se desintegraram por causa das redes sociais? Quantos jovens se mutilaram por causa das redes sociais? Quantas pessoas ficaram de mal um com as outras por causa das redes sociais? Então, o duelo só mudou de aspecto. Ele só atualizou. Ele só atualizou. Não temos mais aquele duelo físico de ir lá paraa praça, como a gente vi naqueles filmes de faro oeste americano, né? Um ficava de um lado, outro outro tirava o revólver, um matava ou então até o outro pedir clemência. Isso não existe mais. Mas o duelo das redes sociais, eu acho que ele é pior do que esse, porque ele interfere numa sociedade inteira. O outro lidava apenas com grupos pequenos ou então com dois indivíduos apenas. Agora não. Nós vamos para os grupos sociais, para os grupos de WhatsApp e detonamos tudo. E nós espíritas, que que nós podemos fazer para que isso para mudar isso aí? Qual é o nosso compromisso diante dessas coisas todas que estão acontecendo? O que que nós devemos fazer para tentar fazer as pessoas entenderem de outra forma? acabar com o bullying, que a gente que é diretor de escola,
omisso diante dessas coisas todas que estão acontecendo? O que que nós devemos fazer para tentar fazer as pessoas entenderem de outra forma? acabar com o bullying, que a gente que é diretor de escola, o que a gente sofre com esses meninos, vê o sofrimento deles diante do bullying, uma coisa que machuca, que dói lá dentro da alma, que que nós podemos fazer? Então, tem algumas sugestões que eu anotei aqui para que nós possamos trabalhar um pouco dentro de nós essas mazelas que atormenta a nossa sociedade. A primeira delas, falarmos da imortalidade. falarmos da imortalidade da alma, falarmos que a vida continua. Ah, mas esse comentário não gera clique lá, não gera. Não é? O mundo precisa relembrar que a vida não é só o corpo. Outra coisa que nós podemos fazer, nós poderíamos estar nas redes sociais dizendo aos homens, ao contrário de que muitas pessoas apregoam, que o mundo não caminha para o caos, o mundo não está à deriva. Jesus está no leme. A humanidade não está perdida. Existe um plano divino que desenha para o amanhã da humanidade um lindo fenômeno de regeneração do processo de restabelecimento da ordem a partir do aproveitamento de todos aqueles que estejam dispostos a amar a Deus, amar ao próximo e amar a si mesmo. Devemos falar que tem um processo de recondução dos companheiros nossos endurecidos, aqueles nossos irmãozinhos ainda menos esclarecidos, que vão ser destinado a outros lugares onde eles podem continuar o seu processo evolutivo de acordo com o grau que eles estão. Mas a terra vai mudar de patamar. Não é a terra que vai mudar de patamar. Nós vamos mudar de patamar. Nós estamos no amanhecer de um novo tempo diante da eternidade. E a terceira orientação, o mundo em guerra. E nós estamos falando de tudo. A gente fica procurando notícia que pinga sangue. Nós não estamos falando de paz. Estamos falando nas redes sociais de coisas. A notícia que a gente divulga nas redes sociais é aquelas que causa impacto. E causa impacto o quê? As coisas horrend horríveis, não é?
mos falando de paz. Estamos falando nas redes sociais de coisas. A notícia que a gente divulga nas redes sociais é aquelas que causa impacto. E causa impacto o quê? As coisas horrend horríveis, não é? E para fechar o nosso raciocínio, na última página do livro dos espíritos, na conclusão do livro dos espíritos, em seu último parágrafo, tem uma mensagem de Santo Agostinho nas últimas seis linhas do último parágrafo do final do livro dos espíritos, que ele diz: "Nunca os espíritos bons instigaram o mal. Jamais aconselharam ou legitimaram a violência. Nunca estimular o ódio. Tá lá, são as últimas seis linhas do livro dos espíritos, tá lá na conclusão, é o final dele, né? Então, que nós possamos tirar proveito dessas informações e vamos lá no livro do espírito, vamos ler um pouquinho dessa lei de destruição, vamos aprender um pouquinho lá com Kardec, vamos aprender um pouquinho para nós evoluirmos mais rapidamente nesse mundo. Muita paz, muita harmonia a todos nós. Obrigado. Agradecer aqui as palavras do Ademar, que trouxeram uma reflexão muito grande para cada um de nós. E queremos agora lembrar de um evento social que a gente vai fazer aqui do Lar de Jesus para que a gente possa conseguir angarear fundos para manter a nossa casa, que vai ser no dia 8 de novembro, sábado, das 19:30 às 22 horas, lá na APCEF, que é ali na T1, quase esquina com a T8. E eu queria muito que todos pudessem participar, que vai ser um evento muito interessante, bem feito, com todo um trabalho aí para que todos possam ir lá e se deliciar com as nossas massas. Então vamos todos aí se organizar para que possam estar conosco. E já tem alguém vendendo os ingressos lá na porta. Então, vamos levar os amigos, os parentes, os companheiros para que todos possam fazer desse dia um dia especial. Nós vamos ter música, vai ser um ambiente muito agradável. Conto com a presença de todos vocês lá e vamos divulgar aí para os grupos aí. Agradeço a todos. Bom, chegamos ao final da nossa reunião e para fazer a prece de agradecimento,
ambiente muito agradável. Conto com a presença de todos vocês lá e vamos divulgar aí para os grupos aí. Agradeço a todos. Bom, chegamos ao final da nossa reunião e para fazer a prece de agradecimento, encerramento, queria que a Luciane fizesse pra Gente, Queridos irmãos e irmãs, está chegando o final da nossa reunião, onde nós vamos partir para a segunda parte da nossa reunião, que é o trabalho do passe, para as pessoas que estão em tratamento, para as pessoas que vieram buscar um alívio que a espiritualidade pode trazer para cada um de nós. Então, nós vamos mudar a nossa sintonia nesse instante, fechar os olhos da alma. e abrir os olhos do nosso sentimento para que a espiritualidade amorosa possa fazer o seu trabalho em cada um de nós aqui presente. Jesus, médico dos médicos, consolador dos aflitos, ajudai-nos nas lutas deste mundo. Dai-nos sabedoria e entendimento para prosseguirmos à nossa caminhada, acertando mais e errando menos. Que a centelha do Evangelho seja o roteiro seguro para cada um de nós aqui presente. possamos neste momento agradecer por todos os ensinamentos que tivemos nesta noite de hoje, que possamos assimilar o evangelho como um roteiro seguro, guiando os nossos passos em todos os momentos da nossa vida. Jesus, no silêncio desta tarde e noite, venho pedir-te a paz, a sabedoria e a força. Quero hoje olhar o mundo, Senhor, com os olhos cheios de amor, ver além das aparências os teus filhos como tu mesmo os vês, e assim não ver senão o bem cada um. Serra meus ouvidos de toda calúnia. Guarda minha boca de toda maldade que só de bênçãos se enche a nossa alma. E todos que chegarem a nós sinta a tua presença, Senhor. Reveste-nos com tua pureza, para que no decorrer desta tarde e noite, no início de uma semana na nossa vida, onde quer que nós estejamos, possamos revelar-te a todos. S conosco, Senhor. Que assim seja. Tá bom. Obrigada. >> Passe virtual. Depois de iniciado o passe, não pense em mais nada. Mentalize sua casa, família e seus usando a sala de passe virtual do
a todos. S conosco, Senhor. Que assim seja. Tá bom. Obrigada. >> Passe virtual. Depois de iniciado o passe, não pense em mais nada. Mentalize sua casa, família e seus usando a sala de passe virtual do Instituto André Luiz, esteja convicto de que realmente precisa tomar um passe. Não use a sala somente por curiosidade. Visitando a sala por visitar de maneira informal, deixará de usufruir dos seus benefícios quando dela necessitar. Realmente, utilize a sala com gratidão e respeito, como faria num centro espírita material. Aconselhamos a utilização da sala apenas uma vez por semana, salvo em caso de grande necessidade. Em silêncio, evoque a proteção de Deus e de Jesus para o passe. Desejando após a invocação, rogue também o concurso do seu anjo da guarda ou dos espíritos superiores com os quais tenha maior afinidade. Procure afastar de sua mente quaisquer pensamentos negativos. Respire fundo, pausadamente, com calma e confiança. Prepare-se para orar. Ore com Jesus. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino e seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia da hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como nós perdoamos os nossos devedores. Não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Porque Deus são o reino, o poder e a glória para sempre. Assim seja. Vamos dar início ao passe. Como as folhas envelhecidas se desprendem das árvores, deixe os sentimentos que já não servem mais se soltarem de você suavemente, mas de forma inexolável. Pequenos pontos de sofrimento e que se chamam amargura, tristeza, raiva, decepção, se vão de sua mente um a um para não mais voltar. O vento da vida leva-os para longe, sem que possam retornar e refazer o vínculo pernicioso. Pouco a pouco a árvore de suas emoções vai se esvaziando de negatividade até mostrar-se limpa e pronta para a renovação. Sentindo-se leve. Sem o peso das folhas mortas que se desprenderam e se foram, você recebe agora suavemente sobre o corpo e a alma a água da vida que cai em
mostrar-se limpa e pronta para a renovação. Sentindo-se leve. Sem o peso das folhas mortas que se desprenderam e se foram, você recebe agora suavemente sobre o corpo e a alma a água da vida que cai em abundância dos céus. Esta água limpa, higieniza, purifica, desobstrui e tonifica todas as células do seu ser. Nada fica fora da sua ação renovadora. Ao tempo que limpa e hidrata o corpo, o líquido cristalino de sedenta o espírito, aplacando a aflição, a ansiedade e a inquietação. Há em seu coração agora uma sensação de calma, limpeza e bem-estar. Um leve frio. E eis que o sol de Deus surge para aquecer e aconchegar. Os raios cariciosos penetram no puro inteiro, aquecendo eternamente qual materno abraço, proporcionando conforto e segurança ao coração. Neste momento, o amor maior aquece o seu ser, afastando o gelo de toda e qualquer aflição. Nenhum outro sentimento que não de alegria e confiança assomam à sua mente. Agora você está em paz, envolvido pelo calor que o protege. Do coração da vida, flores perfumadas para você. De alma grata e feliz. Recolha as pétalas coloridas que penetram o seu ser e restauram sentimentos e emoções. Felicidade, esperança, fé, coragem e determinação passam a significar novamente vontade de viver. Mas além do perfume e da cor, a natureza neste momento lhe envia o que possui de melhor, a capacidade infinita de restaurar-se em sublime beleza, ainda quando os golpes do mal parecem decretar-lhe o fim. As mãos divinas estão repletas de luz. Suavemente a luz transborda e se derrama sobre você como cascata dourada de invisível e ignota essência. A alma pouco a pouco se impregna de doce felicidade, permitindo o renascimento íntimo dos mais nobres propósitos de elevação, progresso e realização. Banhado em sublime força, você se entrega profundamente ao doador da luz, absorvendo as energias que darão a partir de agora novo e abençoado impulso ao seu viver. Sinta agora à sua volta à presença de Jesus que te pergunta: "Me chamastes? Estou aqui. O que queres de mim hoje? De
endo as energias que darão a partir de agora novo e abençoado impulso ao seu viver. Sinta agora à sua volta à presença de Jesus que te pergunta: "Me chamastes? Estou aqui. O que queres de mim hoje? De que precisas? Peça meu filho, peça minha filha. Estou aqui para ajudar. Faça agora o seu pedido especial a Jesus, enumerando os problemas e as dificuldades que ofrirem. Escutei o que pedistes com amor e atenção. Agora conto com a tua fé, a tua confiança em mim para a solução dos teus problemas. Vai em paz. Te acompanharei com os olhos. Não te perderei. Creia em Deus, creia também em mim. Estarei com você todos os dias até o fim. Seja feliz. Deixo-vos a paz. A minha paz vos dou. Não vou lad como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração. Crede em Deus. Crede também em mim. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize. Eu sou o caminho e a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai a não ser por mim. Os bons espíritos, os espíritos puros e as falanges de luz também enviam a você agora as melhores emanações de paz, saúde, alegria e refazimento. Do mais altos, desde as mais belas cidades espirituais até a morada dos anjos em unísono com o criador. Uma radiosa luz o envolve plenamente. Você não está só. O universo inteiro pulsa o amor de que se constitui e este amor quer tocá-lo agora em toda a sua plenitude para que os problemas, as dores, as enfermidades e as dificuldades em geral sejam afastadas em favor da sua paz e renovação. Você está recebendo vida, vida em abundância. Guarda no coração. O passe está sendo finalizado. Respire pausadamente e repita agradecido. Obrigado, Senhor, por este dia. Que ele me seja produtivo e feliz como tu o desejas. Assim seja.
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