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Este é um projeto criado com o apoio de inteligência artificial para gerar voz e legendas. Pedimos desculpas antecipadamente por eventuais falhas. Nosso objetivo é compartilhar reflexões fraternas sobre O Livro dos Espíritos, obra fundamental da doutrina espírita, que nos convida a entender a vida, a morte e a evolução espiritual. Acompanhe e reflita conosco! 💙✨ Para mais informações sobre a Casa Espírita Estudantes do Evangelho acesse o site: www.estudantesdoevangelho.com.br Instagram: @casaestudantesdoevangelho Facebook: @casaestudantesdoevangelho
Os inimigos da Terra se reconciliam depois da morte. Bem-vindos ao nosso estudo do livro dos espíritos. Hoje refletimos sobre a pergunta 293. Conservarão ressentimento um do outro no mundo dos espíritos, dois seres que foram inimigos na terra? E os espíritos respondem: "Não compreenderão que era estúpido o ódio que se votavam mutuamente e poeria o motivo que o inspirava. Apenas os espíritos imperfeitos conservam uma espécie de animosidade enquanto se não purificam. Sucede como entre dois colegiais que, chegando à idade da ponderação, reconhecem a puerilidade de suas distinções infantis e deixam de se malquerer. Essa metáfora é preciosa. Dois colegiais que brigavam por tolices e depois mais maduros sorriem das antigas disputas. Assim agem os espíritos quando deixam para trás o orgulho, a mágoa e a ignorância. No mundo espiritual, com a consciência liberta da matéria, as razões do ódio perdem o peso. O que parecia imperdoável na Terra se revela pequeno à luz da imortalidade, mas nem todos atingem essa compreensão logo após a morte. Espíritos ainda presos às ilusões do ego, a vaidade ferida ou a sede de vingança, conservam rancores. Por isso, o perdão é trabalho da alma antes e depois do túmulo. Em o Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 10º, lemos: A indulgência atrai, acalma, eleva, o rigor desencaminha, irrita e afasta. Richard Simonete, no livro Quem tem medo da morte afirma: "No plano espiritual, o ódio é uma prisão que só se rompe com a luz do perdão." Ivone do Amaral Pereira, em recordações da mediunidade, relata: "Espíritos outrora inimigos podem hoje trabalhar juntos na seara do bem, redimindo-se pelo amor que aprenderam a cultivar. A reconciliação é um passo no caminho da luz, um reencontro de almas que aprenderam, enfim, a amar. Que possamos perdoar em vida e reencontrar em paz os corações com quem tivemos diferenças. Se essa mensagem tocou seu coração, compartilhe com alguém que precise de reconciliação.