LAR, REDUTO SAGRADO DE APRENDIZADO - Regina Borges [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 06/11/2025 (há 5 meses) 47:50 278 visualizações

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Transcrição

Aqui [música] eu entendi qual o valor dessa missão. Foi [música] nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, [música] vibrando luz. Buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> เ Senhor, [música] estou aqui para agradecer [música] de coração a [música] paz de >> Boa tarde, amigos. Que a doce paz do esteja com todos nós. Vamos para fazer uma leitura pra gente começar, né? Eu sei que tá todo mundo já bem harmonizado, todo mundo aí com seus corações em paz pra gente poder hoje ouvir a Regina, né? Ouvir a Regina sempre traz muita graça para nós. Graça no sentido que ela sempre traz uma poesia e a gente pode, a gente tava comentando aqui, pode não entender de poesia, mas a gente fica muito muito aliviado, né? Com o coração assim bem vibrando. Então, para começar esse nosso momento, vamos aqui José Carlos Deluca, força espiritual, onde ele fala luz no lar. Não pense que o lá se constitui apenas de paredes e dos móveis que o compõe. Ao lado do ambiente físico, coexiste uma esfera espiritual que também requer cuidados de asseio e higiene. Esse ambiente tem um padrão de energia equivalente ao padrão moral dos seus moradores. Não se interesse apenas pela conservação da sua casa. Prime também por um clima espiritual positivo para que todos possam viver em paz. Aos menos ao menos na hora da refeição, evite gritarias e discussões, pois os alimentos ficarão impregnados de energias negativas, oriunda das palavras pesadas dirigidas na mesa. Muitas perturbações digestivas têm origem no destempero verbal no momento da alimentação. Não seria invenciones casos toda a família estará ingerindo alimentos deteriorados. As críticas interessada aos nossos familiares, a familiar familiares, sobretudo quando marcadas por zombarias ou escárnios. Deixa eu ver se eu não pulei, por favor. Não. Por escarnios, bem como agressividade dentro do lar. provocam descargas energéticas prejudiciais que intoxicam o ambiente doméstico e propiciam o surgimento de

eu ver se eu não pulei, por favor. Não. Por escarnios, bem como agressividade dentro do lar. provocam descargas energéticas prejudiciais que intoxicam o ambiente doméstico e propiciam o surgimento de muitas doenças na família. A exibição de filmes de terror ou de noticiários sanguinolentos também radia faixas vibratórias destrutivas, em especial na mente frágil de crianças, fixando na atmosfera psíquica do lar energias deprimentes e perturbadoras da nossa paz. Se você aprecia andar na escuridão, não acuse as trevas. A oração dentro do lar se traduz num dos mais eficientes meios de defesa espiritual da família. Ao lado da prece, o diálogo, a troca de elogios entre familiares, o bom humor, a boa vontade e o amor respondem pela segurança espiritual da moradia e pela alegria de viver entre quatro paredes. É uma liçãozinha, né, que traz para nós como a gente deve proceder no lar, né, bem pequenininha, mas quem sabe uma hora a gente pode fazer uma coisa maior, né? Mas então, vamos fazer a nossa prece, que é de costume, todas as vezes iniciando um trabalho, a gente faz uma prece rogando a Deus, pai de infinita bondade, a Jesus, bênçãos de muita paz para esse nosso momento, para que todos nós sejamos eh eh alimentados dessa energia que aqui é preparado pela espiritualidade, passando também para a nossa palestrante, para que ela seja instrumento da fala de Jesus para todos nós e que essa doce paz se faça presente nosso meio hoje e sempre. Que assim seja. Bom, amigos, hoje nós temos Regina Borges, né? E ela vai falar do lá, reduto sagrado de aprendizado. Então a fala tá com ela. Olá, boa tarde a todos meus irmãos e minhas irmãs. Eh, boa tarde também a todos os nossos irmãos, né, que nos acompanham pelas mídias eh de comunicação. que todos nós sejamos agraciados com a paz, com o amor que emanam do divino mestre de Jesus. Hoje que nós vamos falar desse tema, né, tão delicado, tão importante, que é sobre o nosso lar. Eu vou fazer o que eu sempre faço. Quando eu venho fazer uma reflexão aqui,

m do divino mestre de Jesus. Hoje que nós vamos falar desse tema, né, tão delicado, tão importante, que é sobre o nosso lar. Eu vou fazer o que eu sempre faço. Quando eu venho fazer uma reflexão aqui, eu não só aqui, qualquer casa espírita que eu vou, eu conclamo a todos os presentes pra gente esquecer do mundo lá fora, né? pra gente estar aqui por inteiro, pra gente receber essas energias curativas, salutares, que a espiritualidade que já está aqui distribui para nós. Eles vêm aqui muito desejos de nos ajudarem, né? Muitas vezes conhecendo eh eh o problema, a preocupação, né? ansiedade que a gente enfrenta nesse momento e eles estão eh ávidos de nos ajudarem, mas é preciso que a gente faça a nossa parte, né? Vocês que frequentam sempre essa casa, que são espíritas, sabem que eles começam, eles estão ao nosso lado desde a hora que nós saímos de casa, nós decidimos sair de casa para vir aqui ouvir uma doutrinária e tomar um passe, né? eles já estão entre nós, fazem verdadeiros tratamentos, atendimentos que vão depois se consolidar na sala de passe. Por isso que é tão importante a gente tá aqui bem atento a essa reflexão. Às vezes quando eu tô saindo aqui, que eu venho fazer alguma palestra, que eu tô saindo, eu encontro pessoas que chegam correndo, né, pra sala de passe. Outro dia eu tava saindo, um até perguntou, ainda tem médium lá, eu quero tomar um passe. Eu só me resta lamentar que essas pessoas não podem vir antes, né? Porque o tratamento já começa aqui nesse nessa nossa reflexão. Os os espíritos iluminados já começam a agir. Por isso que é importante a gente estar aqui cheio de fé, de confiança, sentados confortavelmente, né? a tudo que nós vamos falar aqui nessa tarde. Meus irmãos e minhas irmãs, o inesquecível médium Chico Xavier, ele sempre chamava a terra de Educandário, porque é isso que esse planeta é, é uma escola espiritual. E como escola, nós podemos afirmar que o nosso lar é o beabá, é a série inicial dessa escola. É onde nós aprendemos as virtudes,

Educandário, porque é isso que esse planeta é, é uma escola espiritual. E como escola, nós podemos afirmar que o nosso lar é o beabá, é a série inicial dessa escola. É onde nós aprendemos as virtudes, os valores, os ensinamentos para a vida. O lar é aquele lugar onde nós aprendemos a conjugar os verbos não mais na primeira pessoa do singular. Eu acredito, eu espero, eu luto, eu confio. Mas a gente passa a conjugar os verbos na terceira pessoa do plural. Nós acreditamos, nós sonhamos, nós esperamos, nós confiamos. Se tem algo que nós não podemos perder de vista nunca, é que o nosso lar não é abrigo apenas de corpos, mas ele é abrigo de almas. Então, nós precisamos cuidar de todos os sentimentos, de todos os pensamentos, de todas as ações neste reduto sagrado de aprendizado. No lar se reúnem espíritos para juntos crescerem, evoluírem, aprenderem. No lar, nós podemos ter uma família ou uma parentela apenas. E aí eu sei que tem gente falando assim: "Ah, mas qual é a diferença?" Lá no próprio Evangelho Segundo Espiritismo usa esse termo, né? Família e parentela. Qual seria a diferença? família são é a reunião de espíritos afins, espíritos que não estão ligados apenas pelos laços consanguíneos, mas estão ligados pelos laços afetivos e a parentela são aqueles espíritos que estão reunidos. É claro que a afetividade ela é construída, mas não são espíritos afins que vem de longas jornadas escrevendo uma história. Espíritos que sentem aquele aquela conexão, aquele amor, aquele sentimento tão puro, tão natural, tão verdadeiro. parentela, ela é formada por espíritos que se reúnem para se redimirem dos equívocos dos erros do passado. Que Jesus, que é o governador do planeta, nos perm nos permite virmos reunidos juntamente com aqueles a com quem nós temos que fazer. alguns corretivos no enredo da nossa vida, porque em outras jornadas não nos entendemos, não conseguimos fazer o que viemos fazer aqui, realizar a nossa missão. Não conseguimos viver harmoniosamente no reduto de um lar.

o enredo da nossa vida, porque em outras jornadas não nos entendemos, não conseguimos fazer o que viemos fazer aqui, realizar a nossa missão. Não conseguimos viver harmoniosamente no reduto de um lar. E aí Jesus que é pura bondade, amor e misericórdia nos permite retornarmos juntos. Por isso que a gente diz sempre: "Não desista daquele parente, daquele membro da família que é de difícil relacionamento. Não vire a página do livro da vida, como eu falo sempre, sem resolver os exercícios propostos. E muitas vezes esse exercício se refere justamente a estabelecer com aquele que nós temos dificuldade de relacionamento, escrever uma história harmoniosa, respeitosa. E se a gente desiste um relacionamento familiar, seja ele pai, mãe, irmão, cônjuge, hoje os casamentos eles eh se acabam por muito pouco, porque a nossa tolerância tá muito curta, o nosso limite tá muito tênue. Mas os espíritos nos contam que até mesmo o casamento, quando, por exemplo, às vezes a pessoa fala assim: "Ah, eu casei, não fui feliz no casamento, não deu certo, mas tudo bem, era o meu destino." Às vezes não era o seu destino, não. Muitas vezes não tem nem do planejamento daquela pessoa casamento. para que ela aprenda outras formas de amar. Ela não constrói essa relação debaixo do mesmo teto. Mas ela se apaixonou, movida pelas emoções momentâneas de forma passional. Ela optou por estabelecer uma família, um lar. Mesmo nesses casos, o espírito, mesmo que ele tenha saído do seu planejamento para algo que não estava previsto, mas mesmo nesses casos, ele precisa fazer disso uma forma de aproveitar para amadurecer e para crescer, exercitar a tolerância, a paciência, a compreensão. percebeu que há de positivo, de benéfico nessa relação e construir algo de bom. Então, até mesmo quando a gente erra, é preciso aprender, fazer deste erro, desse equívoco, um degrau evolutivo. Então, a gente não pode jamais desistir daquele familiar que nós temos dificuldade de relacionamento. Por quê? Porque a nossa grande tarefa

nder, fazer deste erro, desse equívoco, um degrau evolutivo. Então, a gente não pode jamais desistir daquele familiar que nós temos dificuldade de relacionamento. Por quê? Porque a nossa grande tarefa nessa existência, o nosso grande objetivo primeiro nessa escola, nesse educandário terreno, é transformar a parentela em família espiritual. Aquele meu desafeto que veio comigo reunido no mesmo lar. Eu preciso transformá-lo em afeto. Eu preciso adubar essa relação com o sentimento do amor, do perdão, da compreensão. Perdoar. Perdoar sempre. Porque nós não sab quantas vezes nós temos numa pessoa, num irmão, num parente tão próximo, alguém que vive puxando nosso tapete. Meu Deus, tudo que eu falo fulano contra disso. Nada do que eu faço para ele está certo. E a coisa parece assim para pra pessoa, pro outro parece algo assim tão natural. Isso acontece na maioria das vezes porque há no outro algum resquício da nossa relação do passado, onde muitas vezes nós fomos na sua vida os algozes. Então essa pessoa não consegue nos amar. Tá no difícil exercício de nos amar. de nos aceitar, como diz o nosso querido Emanuel, também o mentor de Chico, ele diz o seguinte, que nós nos reunimos no seio do lar, da família com aqueles com quem nos acumpliciamos no passado, seja pelas trilhas do bem, seja pelas trilhas do mal. Então, por isso que nós temos que exercitar, buscar viver esses valores. Nós temos como referência Jesus, que nos ensinou inclusive o amor universal, que é ver em cada um dos nossos parceiros de viagem um irmão. E nós não aprendemos viver essa situação, essa relação no nosso lar, como vamos amar aquele por quem não estamos ligados pelos laços consanguíneos? E quantas vezes nós falamos, ouvimos alguém dizer: "Meu Deus, eu não mereço essa família que eu tenho", né? E e criança, gente, adolescente, ele adora falar assim: "Eu não pedi para nascer, né? Comoesse, tem que aguentar". Quando falar assim, a gente fala: "Você não pediu não, você implorou. Você não pediu, você implorou para que

lescente, ele adora falar assim: "Eu não pedi para nascer, né? Comoesse, tem que aguentar". Quando falar assim, a gente fala: "Você não pediu não, você implorou. Você não pediu, você implorou para que eu te recebesse." E essa coisa de falar, eu não mereço essa família, merece. É bem essa mesmo que a gente merece, que a gente merece. E eu vou além disso, que a gente merece e que a gente necessita, porque em tudo há um planejamento, não há caso nas leis de Deus. Como diz o próprio Emanuel, ó, Emanuel diz uma mensagem sua: "Aliam-se a nós os amores mais santos, construindo-nos o paraíso mais doce, mas também as aversões mais profundas, causando dolorosas tempestades no campo dos sentimentos." Então, por isso que a Terra é um educandário e a o nosso lar é uma sala de aula. Jesus já usava essa metáfora. Conta-nos o espírito Neio Lúcio na obra eh Jesus no Lar, psicografada por Chico Xavier. É uma obra linda, Jesus no lar. que narra os encontros de Jesus com a comunidade naquelas tardes na casa de Simão Pedro. Eu imagino que delícia que devia ser, né? A gente ali sentado e curtindo a presença de Jesus, ouvindo ele falar, né, das bem-aventuranças, da boa nova. E aí o espírito, né, Lúcio nos conta que um dia a sogra de Simão Pedro pergunta a Jesus: "Mestre, o que que o senhor tem para dizer pra gente, mestre, das relações na família, no lar? É tudo tão difícil? É tudo tão oneroso emocionalmente os nossos relacionamentos, Senhor? O que que o Senhor tem a nos dizer de disso? Vejam, sintam, ouçam a resposta de Jesus à sogra de Simão Pedro. Ele diz o seguinte: "O lar é a escola das almas, o templo onde a sabedoria divina nos habilita pouco a pouco ao grande entendimento da humanidade. Meus irmãos, já pensaram? Se a gente não se educa, não aprende a amar, a respeitar, aceitar dentro do nosso lar, que tipo de cidadão nós oferecemos ao mundo? Se a gente não se educa entre quatro paredes, será que vamos oferecer ao mundo pessoas educadas, pacientes, dóceis? Se não conseguimos isso, nem no nosso

, que tipo de cidadão nós oferecemos ao mundo? Se a gente não se educa entre quatro paredes, será que vamos oferecer ao mundo pessoas educadas, pacientes, dóceis? Se não conseguimos isso, nem no nosso lar. E depois Jesus fala: "Olha que metáfora maravilhosa que o mestre Jesus usa. Ele diz: "O lar é o cadinho santo ou forno preparador? O cadinho santo, porque dentro do nosso lar precisam vibrar as melhores energias. do perdão, da aceitação, do respeito para com outro ou o forno preparador. Olha que metáfora interessante, o forno preparador, porque somente na quenta, no calor da convivência, exercitando esses valores, aprender a se calar, silenciar. Quando eu senti que as minhas palavras acarretaram mágoas, aborrecimento, eu aprender a me silenciar, me conter para que para que eu não agrida o outro, deixar para ter uma conversa madura, edificante, depois que assentar a poeira, não é na hora do atrito, do conflito. Então, Jesus falava sobre isso. Eu gosto muito de dar um exemplo pessoal. Eh, às vezes dentro da doutrina espírita a gente fala assim: "Olha, não fica falando muito da sua vida, né, Rute? Mas eu sou meio rebelde, eu sou teimosa, eu não sou muito de encaixarem em caixinhas arrumadinhas, eu não fujo da doutrina do evangelho de Jesus, mas eu dou exemplos da das vezes da minha vida, testemunhos, porque nós somos muito parecidos, né, nas nossas conquistas, nossas alegrias, nossas frustrações, nossas dores. Eu fui mãe já com 10 anos de casada. Achei que não não fosse mais ter filho. Já tinha e me preparado para levar a vida só nós dois, né? porque eu achava que eu não ia ter ter filhos, não porque eu não quisesse, mas porque eu não engravidava mesmo. Então eu engravidei com 10 anos de casada e foi uma gravidez de risco. Eu fiquei toda gravidez deitada, eh, de repouso absoluto e nasceu a minha filha, a minha primeira filha. Eu tenho duas filhas. E aí uma garota linda, foi a primeira neta da família, eh, pelo meu lado, né? E aí muito esperada, muito paparicada. E

so absoluto e nasceu a minha filha, a minha primeira filha. Eu tenho duas filhas. E aí uma garota linda, foi a primeira neta da família, eh, pelo meu lado, né? E aí muito esperada, muito paparicada. E ela cresceu um ser humano extremamente carinhoso e dócil com todas as pessoas, menos comigo. Comigo ela era o máximo de rebeldia e agressividade. Eu tô contando isso aqui. Ainda bem que ela mora fora, mora nos Estados Unidos, mas não me assiste porque senão ela vai falar assim: "Mãe, eu já te pedi para não contar essa história". era muito agressiva. Para vocês terem uma ideia, ela não me chamava de mãe, ela me chamava de Regina. E aquilo era para mim extremamente doloroso. Eu me desdobrava, mas a verdade é que ela não gostava de mim. Eu sentia isso extremamente carinhosa, afetuosa com o pai, com os familiares, mas comigo não. Um dia ela chegou, estudou no colégio militar, não porque sejamos militares, mas porque passou no concurso, sempre foi um gênio. Um dia ela conversava com a Maria, que trabalha lá em casa. A Maria tem 20 e tantos anos que mora lá em casa, desde quando ela era criança. E aí ela falou com a, eu entrei na cozinha, ela tava conversando com o uniforme ainda do colégio e contando pra Maria. E no meio da conversa ela falou assim: "Tem dia que eu não suporto ouvir a voz dessa mulher. Eu jamais imaginei que estivesse se referindo a mim tão dolorosa e pesada foi essa fala. Quando ela saiu, eu falei: "Quem é Maria?" Ela tá contando a história de quem? Pensei que tava contando história até de alguma professora, de alguém no colégio. Ela falou assim: "Ah, não se importa não, ela te ama, é porque ela é assim mesmo. Aquilo foi um punhal no meu peito, porque olha o teor dessa fala: "Tem dia que eu não suporto ouvir a voz dessa mulher." E esse foi um dos motivos que me trouxe para dentro dessa casa, para dentro para conhecer, para estudar a doutrina espírita, porque eu precisava compreender que sentimento que alimentava essa agressividade e essa ausência de amor em relação a mim.

ntro dessa casa, para dentro para conhecer, para estudar a doutrina espírita, porque eu precisava compreender que sentimento que alimentava essa agressividade e essa ausência de amor em relação a mim. Estudando a doutrina espírita, o evangelho de Jesus, fazendo o tratamento espiritual, estudando, fazendo e trabalhando na casa, eu comecei a compreender que ela teve uma dificuldade imensa de vir a esta vida por me tendo como sua genitora. Às vezes eu comento isso, a pessoa fala assim: "Você fez terapia de vidas passadas?" Não, não fiz. Não é necessário. Eu sentia isso de que ela teve dificuldade. O que que eu comecei a fazer? Eu comecei a fazer o que eu chamo de terapia do amor. O tempo todo que eu estava perto dela, eu mentalizava um pedido de perdão. Eu mentalmente, porque os espíritos se comunicam telepaticamente, os nossos mentores se comunicam. E eu dizia para ela, minha filha, seja o que for que eu tenha feito, me perdoa. Me perdoa, porque eu há muito já te perdoei. E vamos agradecer a Jesus a oportunidade que ele nos dá de reescrevermos juntas um novo capítulo para a história das nossas vidas. No meio da noite, enquanto ela dormia, eu chegava na porta do seu quarto e fazia uma oração. O tempo todo eu mentalizava esse pedido de perdão e eu lhe declarava o meu amor. Eu falava: "Como eu te amo, como eu agradeço a Jesus que me permitiu que você viesse a este mundo gerado, este corpo físico nas minhas entranhas." é a oportunidade redentora para que você possa me perdoar. Ela foi mudando, foi mudando, foi mudando. Começou de vez em quando me chamava de mãe. Depois ela foi escolhida, eram gênios. É um gênio, inteligentíssima. começou três cursos na MiniB, abandonou todos porque não servia para ela. Ela já, segundo ela, ela já sabia tudo. Foi escolhida na primeira universidade itinerante do mundo. E ela, quando aconteceu isso, eu chorei muito porque eu sabia que ela ia embora para não voltar mais. Nunca mais teríamos o mesmo lar. E um dia o meu mentor, em um sonho, ele apareceu para mim e me

o. E ela, quando aconteceu isso, eu chorei muito porque eu sabia que ela ia embora para não voltar mais. Nunca mais teríamos o mesmo lar. E um dia o meu mentor, em um sonho, ele apareceu para mim e me disse: "Deixa que ela se vá". Foi a forma encontrada para vocês não falirem mais uma vez no relacionamento. Então, até isso às vezes a espiritualidade separa para que a gente não fracasse e só para fechar a historinha. Hoje ela não me chama de Regina, ela não me chama de mãe, mas ela me chama de mãezinha. Vive, nunca mais voltou para o Brasil, vem só aqui passar alguns dias e quando vem, às vezes fica poucos dias na minha casa, vai ficar na casa de um amigo, viaja muito aqui no Brasil, mesmo como ela trabalha, é virtual, vive viajando, mas ela mesmo brinca e fala assim: "Mãezinha, eu te amo, mas nós não podemos ficar muito tempo juntas". Mas é só para mostrar para vocês que o lar é esse é do candário. Não quer, não há em mim o desejo de ser referência de nada, nem para ninguém. É apenas humilde testemunho de que é assim que acontece. Então eu agradeço muitíssimo a espiritualidade amiga que me instruiu, que me orientou para que eu procurasse essa casa. Aqui eu achei o bálsamo para essa ferida que doía tanto em mim. Eu compreendi, eu tratei e hoje eu sou toda gratidão. Então que a gente e não podia faltar poesia, né, Rute? Vamos fechar porque o tempo aqui voa, né? Quando eu preparava uma palestra com esse esse tema em outra casa espírita, a espiritualidade amiga me inspirou esta poesia que eu deixo com vocês nessa tarde. Deus, arquiteto do universo, no exercício da coordenação divina, abençoa-nos a família espiritual e organiza a família consanguínea. São vértices do necessário aprimoramento, das almas em processo de evolução. Família consanguínea se arquiteta no imperioso dos resgates. Família espiritual tem sede no coração. Ama o filho expoente do amor maior, mesmo nas relações marcadas pelas divergências. Filho representa na estrada evolutiva exercício de compreensão, tolerância e

Família espiritual tem sede no coração. Ama o filho expoente do amor maior, mesmo nas relações marcadas pelas divergências. Filho representa na estrada evolutiva exercício de compreensão, tolerância e paciência. ama pai e mãe designados por Jesus, mesmo quando confundem autoritarismo e autoridade. São faróis na estrada daqueles que foram reunidos no lar em novas e necessárias oportunidades. Ama todos que contigo partilham a estrada. Compreende e perdoa, sem restrições. Assimila o papel do reduto do lar na educação de pensamentos, comportamentos e emoções. Não importa o grau de parentesco, é via de amadurecimento espiritual. O grande desafio sempre será transformar família consanguínea em família espiritual. Então, meus irmãos e minhas irmãs, que o Mestre Jesus, que Maria, nossa mãe santíssima, nos ajude no exercício de viver todos os dias, trabalhar o amor, a docilidade, o carinho, o respeito no reduto do nosso lar, dessa escola bendita que Jesus permitiu que a gente viesse reunido com com aqueles com quem nós precisamos e devemos fazer algumas correções. Muito obrigada. Bom, amigos, diante dessa história, né, particular da Regina, a gente fica a pensar nas nossas famílias, né, as divergências que existe, às vezes a a é um tempo grande, mas vai se ajeitando, se ajeitando, né? Eu tenho uma, eu tenho uma uma história dessa, não é uma família consanguínea, mas ele está na nossa família por uma coisa assim absurda, absurda a divergência que eu tinha, não a pessoa. E um um dia eu sofri tanto com essa com e e olha, é o pai do meu neto, do primeiro neto. Todos os netos são importantes, mas aquele primeiro você vibra, né? Você não não nunca foi avó. Era uma coisa tão impressionante que me desgastou tanto que um dia eu cheguei em casa, saí daqui que eu não entendia por tamanha tamanho horror que eu tinha, entendeu? E nunca nunca desacatei nunca. E a pessoa sempre me tratando bem. Um dia eu cansei, porque eu acho que a gente cansa. Tem hora que a gente cansa e toma uma atitude, né? E eu pedi a Deus que me

tendeu? E nunca nunca desacatei nunca. E a pessoa sempre me tratando bem. Um dia eu cansei, porque eu acho que a gente cansa. Tem hora que a gente cansa e toma uma atitude, né? E eu pedi a Deus que me tirasse aquele sofrimento, porque era uma pessoa que eu via todas as qualidades, todas as qualidades. E era o pai de uma das uma das pessoas que eu eu mais amava. Olha, a oração ela é uma coisa milagrosa. Eu não, né? Dentro de uns três dias aquilo foi melhorando, melhorando e a moral para depois tratar a pessoa bem. Porque eu não sabia por que era. Eu nunca fui, né, no algum grupo mediúnico para ver o que que aconteceu, que eu tinha tanto horror, né? Mas eu sabia que eu não era daquele jeito. E hoje é uma das pessoas que ele tem uma tem um apoio, me dá um apoio sem falar. Ele sempre fala assim: "Sua mãe sabe do que faz. sua mãe. É isso. Até botei ele num tratamento aqui, ele nem sabe, ele nem espita é. E ele está fazendo, começa amanhã o tratamento, sabe, tranquilamente. Então ficou assim um um grande é um grande filho. Hoje eu acho que ele é mais atencioso do que os outros dois filhos que eu tenho contando com a filha que é a esposa dele, sabe? É um cuidado, é um zelo, é uma admiração. Então, gosto muito, muito. Mas você vê, teve alguma coisa passada que ele veio tranquilo, mas eu não, eu tinha horror daquilo. Então, eu acho que a gente tem que sempre rever. E não é deixar de lado, não. Não é deixar de lado, é trabalhar aquela indignação, aquela repulsa, aquele estado, porque sempre nós, bom, não tô falando por todos, mas às vezes a gente encontra na família alguém que a gente tenha esse sentimento, né? Então, basta esperar, pedir, pedir. Olha, me modifica, não tem por analisar se tem um comportamento difícil do outro lado, né? Mas não da Regina era de um lado só e ela foi atrás. Eu não, eu era do meu lado e eu fui atrás porque eu já não tava querendo mais aquele sentimento, porque ele eu não tenho esse sentimento, eu não tenho, eu não sei. Apareceu na minha vida e

foi atrás. Eu não, eu era do meu lado e eu fui atrás porque eu já não tava querendo mais aquele sentimento, porque ele eu não tenho esse sentimento, eu não tenho, eu não sei. Apareceu na minha vida e hoje tenho, já tem lá bem uns 25 anos, né? Então, hoje é uma pessoa que, olha, eu eu posso contar em qualquer circunstância, mais do que meus próprios filhos. Então, essa é muito interessante. Então, a gente agradece muito porque família é um forno, né, onde a gente entra para dar um >> é reparador, não deixa queimar não, né? Quem cuida aqui de comida sabe disso, né? Não pode. Eh, é uma pizza, você põe lá no forno e vai deixando a coisa assar devagarz. Tô usando a pizza porque eu conheço essa pessoa. Vai deixando e tira na hora certa, porque se passar queima, né? E se tirar antes tá tá crua. Então, família é isso. A gente se tem a divergência vamos atrás, vamos melhorar, vamos fazer tratamento aqui, vamos falar com um confessor nosso. Mas não perca a oportunidade de ficar em paz com essa com esse familiar. Então é muito interessante. Por isso quando fala de família fica todo mundo quieto igual tá aqui, não é Regina? No grupo Multi ajuda que nós temos ela aqui na comunhão. O mês que a gente fala da família é o mês mais difícil. Só para vocês verem que não é fácil não. Então é um mês difícil. Olha que é são quatro semanas ou cinco semanas que eu falo: "Ah, podia terminar logo, né? Porque é sofrido para todos eles. É um silêncio grande quando fala, fala cheio de muita, muita aflição, muita amargura, muita dificuldade, entendeu? Porque a gente vai vai guardando as coisas, né? Bom, vamos terminar esse nosso momento só em agradecimento, né? Agradecimento pela família que nós temos, né? Pela família que foi constituída pelo Sim que nossos pais falaram. Podia ter falado: "Não, não quero, né? Não quero e pronto. Mas não, ele tá ali é pra gente poder seguir. Regina ficou 10 anos sem engravidar, quer dizer, depois veio. Tem que vir porque faz parte da caminhada nossa. Então a gente pede muito a Deus,

e pronto. Mas não, ele tá ali é pra gente poder seguir. Regina ficou 10 anos sem engravidar, quer dizer, depois veio. Tem que vir porque faz parte da caminhada nossa. Então a gente pede muito a Deus, né, que nos guarde desses mau sentimento, não tire esse mau sentimento que porventura qualquer um de nós tivermos a respeito da de algum familiar, que nos dê uma paz deles para nós, a compreensão, que a gente possa ser dócil, dócil as circunstâncias que nós vivenciamos dia a dia com o familiar, para que saímos daqui amigos, né? Se não é pai, se não é mãe, mas é irmãos, é irmãos. Então a gente agradece muito a esse pai maravilhoso, a Jesus, esse amigo, a Dr. Bezer de Menezes, que preparou, começou a tratar de todos nós, porque o assunto hoje era família, com certeza a gente vai levar para casa bem essa reflexão e vamos pensar bem que é um forno reparador, né? Não é um forno que queima não. Ele repara só, ele assa no tanto certo. Então que a nossa paz de Jesus fica com todos nós. E agora nós vamos receber o alimento espiritual através do passe. Nosso irmão já está ali para acompanhar vocês e um beijo no coração e até quarta-feira que vem. Sejam bem-vindos. A nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar [música] a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos [música] deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de [música] forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da

anquilo você se coloque de [música] forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária [música] para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue [música] a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e [música] a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos [música] finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso [música] de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música]

música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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