JULGAMENTOS - Carlos Frota [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 27/11/2025 (há 4 meses) 41:30 225 visualizações

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Transcrição

Aqui eu [música] entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Boa tarde, amigos. Que a doce paz de Jesus esteja com todos nós aqui do salão. Aqueles também que estão nos ouvindo através da dos meios de comunicação da comunhão espírita de Brasília. Vamos fazer uma uma breve leitura antes de começar esse nosso momento. Já é harmonizando, né? Mas eu olho para vocês estão tão harmônicos que eu penso eles já estão harmonizados, nem precisava, né? Mas então é alguma coisa pra gente pensar depois, né? É igual a gente faz com criança. Ó, hoje eu dei um bombonzinho para uma garotinha que subiu no elevador. Perguntei a mãe dela bem escondido. Pode. Quando eu dei a mãe falou, mas só depois do almoço? Então a mensagem aqui, já que vocês estão harmônicos, vocês levam para casa, né? Antes de dormir, faz uma reflexão. Esse livro Recados de Anacleto já é uma edição da comunhão, entendeu? Ele tá novinho, ele foi ficou à venda acho que sexta-feira. Pelo menos eu comprei esse aqui sexta-feira. Então já são mensagenzinhas bem bem bem curtas, mas muito muito importantes. E aqui fala o pensamento e a prece. E lá no no Evangelho, capítulo 27, eh, versículo 9, ele fala assim: "A prece é uma invocação mediante a qual o homem entra pelo pensamento em comunicação com o ser a quem se dirige." Aí vem o e dona, é o espírito Alonso, né? Ela vem falando, não podeis imaginar quanto benefício tereis proporcionado com os vossos pensamentos bondosos, de tranquilidade e de paz, endereçado aos vossos semelhantes. Eles funciona como um bálsamo para os seus espíritos, para as suas mentes. permite que muitas vezes possais fazê-lo para que sejais aqueles instrumentos do amor divino a lenir os sofrimentos e a renovar as forças de quanto se debatem nas agras das doenças e dos males vários que envolve físico e o espírito. São as vossas preces que chegam diretamente aos

amor divino a lenir os sofrimentos e a renovar as forças de quanto se debatem nas agras das doenças e dos males vários que envolve físico e o espírito. São as vossas preces que chegam diretamente aos pontos atingidos pelas doenças. É como se um curativo recebesse um líquido neutralizante da dor. Vossos pensamentos têm força. Eles podem gerar energia curadouras que não deveis desperdiçar e cumpre que sejam canalizadas para muitos necessitados. Aproveitai esses dons que Deus vos ofertou e que não vos pertencem. Devem eles ser endereçados a cada sofredor de que tenhais conhecimento. Estareis colaborando com os trabalhadores do plano espiritual, que se ressentem da vossa omissão e que não precindem da vossa colaboração de natureza mais ligada aos planos materiais, indispensável à químicas por eles realizadas na composição das suas terapêuticas. Dai, portanto, daquilo que vos foi oferecido por Deus para ser utilizado no bem comum. Jesus esteja convosco. Jesus esteja conosco. Bom, vamos então elevar esses nossos pensamentos, né, em prece a Deus, pedindo por um amigo, pedindo por um ente querido nosso, pedindo por aquele que eu passei por ele, achei que ele tava meio tristo, por aquele doente que eu vi num consultório, no hospital, ou por mim mesma. Vamos pedir nessa oração que Deus nos guarde de todo o mal, que Deus nos proteja das cobiças, das das discórdias, dos julgamentos, mas que ele possa nos ajudar assim que vier um pensamento, uma atitude que não seja amorosa, que ele esteja presente ali, nos fala bem baixinho, nos envolve com seu abraço e fala: "Filho, não é dessa forma. Vocês são irmãos, então queira bem, eleve esse pensamento a eles, faça o pedido para que eles estejam melhor e quando for nós, que a gente possa elevar esses nossos pensamentos em forma de prece a esse pai que nos criou, esse pai que nos fez a sua semelhança, a Jesus, esse irmão que veio nos ensinar o verdadeiro amor. Vamos pedir a eles que nós possa, ele possa nos ajudar a ser a sua imagem semelhança. Então, que essa

esse pai que nos fez a sua semelhança, a Jesus, esse irmão que veio nos ensinar o verdadeiro amor. Vamos pedir a eles que nós possa, ele possa nos ajudar a ser a sua imagem semelhança. Então, que essa doce paz que ora reina nesse salão através dessas preces, que nossos pensamentos, a nossa vontade foi levada a cada canto que foi preciso, nós damos graças, graças e graças. Bom, amigos, hoje nós temos o Carlos Frota, nosso amigo, né, das 16 horas, uma vez por mês. Ele vai falar, ele vai falar do Evangelho, capítulo 10, itens 9 a 11, julgamentos. Então, a fala tá com ele. Meus irmãos, uma boa tarde a todos. Sejam todos muito bem-vindos à nossa comunhão espírita. Um boa tarde também aqueles que nos assistem pelos meios de comunicação da nossa casa. Eh, como eu sempre digo, espero que as palavras da tarde de hoje possam ser o mais profíuas possível, né? São sempre, eu procuro tirá-las aqui do evangelho e conversar a respeito justamente do que tá aqui no evangelho. E que nós envolvidos toda essa energia possamos sair daqui melhor do que chegamos, né? Como a Rute falou, eu sempre preparo alguma coisa aqui do Evangelho. E dessa vez eu peguei aqui do capítulo 10, né? Bem-aventurados os misericordiosos. Justamente o número eh do 10, o 10 e o 11, principalmente, né? É o arqueiro e a trave no olho. E depois não julgueis para não serdes julgados. Aquele que estiver sem pecado, atire a primeira pedra. Eu vou ler, me dá o direito de ler essa parte que nada mais é do que uma folha, uma página, né? E nós vamos comentar e como sempre eu trago histórias que a gente possa ilustrar e eh tirar uma reflexão a respeito de tudo isso que a gente tá lendo aqui com exemplos, né? Então, quando ele eh aqui no no número, é o, aliás, é do 9 ao 11 mesmo, do arqueiro e através do olho, em Mateus, capítulo 7, versículo eh eh capítulo 7, versículos 3 a 5. Por que vedes um arqueiro no olho do vosso irmão, vós que não vedes uma trave no vosso? Ou como dizeis ao vosso irmão: "Deixai-me tirar um arqueiro do vosso

rsículo eh eh capítulo 7, versículos 3 a 5. Por que vedes um arqueiro no olho do vosso irmão, vós que não vedes uma trave no vosso? Ou como dizeis ao vosso irmão: "Deixai-me tirar um arqueiro do vosso olho, vós que tende uma trave no vosso? Hipócritas, retirai primeiramente a trave de vosso olho, então vereis como podereis tirar o arqueiro do olho do vosso irmão. Então, em Mateus, né? Então aí tem um comentário que da do evangelho. É uma sensatez dos homens ver o mal nos outros antes de ver aquele que está em nós próprios para julgar-se a si mesmo. Seria preciso poder olhar seu íntimo no espelho, transportar-se de algum modo para fora de si, se isso fosse possível, e se considerar como outra pessoa, perguntando-se: "O que eu pensaria se visse alguém fazendo o que faço?" Indiscutivelmente, o orgulho faz com que o homem disfarce seus próprios defeitos, tanto morais quanto físicos. Essa insensatez é totalmente contrária à caridade, pois a verdadeira caridade é modesta, simples e indulgente. A caridade orgulhosa é contrária ao bom senso, já que esses dois sentimentos se neutralizam um ao outro. De que maneira um homem bastante vaidoso por crer na importância de sua personalidade e na supremacia de suas qualidades, pode ter ao mesmo tempo, abnegação suficiente para fazer sobressair nos outros o bem que gosta poderia ocultá-lo, em lugar de ressaltar o mal que poderia destacá-lo. O orgulho, além de ser o pai de muitos vícios, é também a negação de muitas virtudes. encontramos-lo como base como razão de quase todas as más ações. Eis porque Jesus se dedicou a combater o orgulho como principal obstáculo ao progresso. Eu eu sempre eh peço até, né, que meja sugerido o tema para trazer aqui uma vez por mês. Então, já pro mês de dezembro, que é no dia 17, a quarta-feira que eu vou estar aqui, eu já tô pensando e trabalhando nele e procuro sempre trazer dentro do evangelho e mais me vê essa palavra julgamentos. Aí eu vi isso aqui e falei: "Vou encaixar". Porque quem de nós que não

tar aqui, eu já tô pensando e trabalhando nele e procuro sempre trazer dentro do evangelho e mais me vê essa palavra julgamentos. Aí eu vi isso aqui e falei: "Vou encaixar". Porque quem de nós que não julga? Quem de nós que às vezes em frações de segundos olha para uma outra pessoa, pro irmãozinho nosso e já é já faz um conceito, né? E será que, como diz aqui, será que a gente tá enxergando nele? Às vezes a gente principalmente só enxerga muito mais das vezes o defeito e nunca uma virtude, né? a gente já faz aquele julgamento, cria um conceito a respeito daquela pessoa e às vezes ele pode até ser assertivo. Sim, ele pode ser assertivo, mas muuit das vezes ele é errado, né? Ele é errado por a gente não conhece o que tá dentro do outro. E como ele colocou aqui, às vezes aquilo que a gente tá apontando no outro, certo? é o que nós temos na gente. Então, a gente não tá vendo aquele grande defeito nas em nós próprios, porque nós não nos conseguimos nos olhar no espelho, mas no outro, no próximo, nós vemos, né? Então, a gente tem que ter muito cuidado quando a gente conceitua o outro, quando a gente faz eh determinados eh julgamentos, né? Eh, eu vejo que é super importante quando a gente vai julgar qualquer coisa que tem e é natural já você já julgar primeiro procura conhecer para analisar bem, né, e pensar se como se fosse eu, eu estaria fazendo aquilo. Eh, e a aparência, né, o jeito de falar, né, o jeito de se conduzir, né, às vezes nos induz a elaborarmos um um conceito daquela pessoa que nós estamos vendo. E aquilo, na verdade, dentro daquilo, não é, ele não tem aquilo. E nós é que extrapolamos aquilo. E aí, como eu digo, eu trago histórias contada aqui e recente. Há pouco, questão de meses aí atrás, eu trabalho aqui na comunhão e eu trabalho às terças-feira, termina por volta de 9:30, 10 horas. Quando eu cheguei no sagão ali, todo mundo já indo embora, tinha um rapaz com uma roupa estranha, vestido assim, não tava bem vestido, vamos dizer assim, né? Com aquela roupa toda estranha e em

horas. Quando eu cheguei no sagão ali, todo mundo já indo embora, tinha um rapaz com uma roupa estranha, vestido assim, não tava bem vestido, vamos dizer assim, né? Com aquela roupa toda estranha e em um aspecto estranho, eh, aparência, aquela, vamos dizer assim, cabelo desregrado, barba, aquele aspecto, pô, como é que até que deixa entrar na comunhão? Tem gente até que como é que deixou entrar na comunhão? A comunhão é como uma igreja, não é para impedir a entrada de ninguém. Pode até abordar, conhecer, saber, mas não vamos conceituar. Esse rapaz se aproximou de mim, eu tava com umas duas pessoas e falou assim: "Poxa, você tem, você tá com celular aí que possa me emprestar e normalmente quando eu venho pro trabalho mediúnico, eu deixo o celular no carro". Eu falei: "Não, eu tô sem celular aqui". A outra pessoa que tava comigo com o celular imediatamente, né? Falou: "Não, você precisa do celular para que eu tenho celular aquele?" "Não, é porque tá chovendo." Tava chovendo e eu preciso avisar a minha mãe para ela mandar um Uber aqui me buscar. E eu fiquei sem celular. Meu celular descarregou. Tô tô tô com o celular aqui, ó, mas tá descarregado. Você me empresta o teu? Aí o rapaz tava comigo imediatamente, né? E ele não deu para ele, ele não conseguia, tava demorando. Aí outra pessoa que tava do lado falou: "Ih, ó, tem cuidado, você só olha o jeito dele" e tal. Começou a fazer um préonceito daquele rapaz não muito bom para ter cuidado que poderia levar o celular e tal. Bem dentro da comunhão, que a comunhão tem segurança, né? Mas bem dentro da comunhão. Resumindo, o rapaz tudo era verdade. Ele é, pelo contrário, um rapaz de posse, certo? tinha condições, frequenta a comunhão, né? E naquela hora que ele precisou, que foi pedir uma ajuda só para usar um celular, não só depois eu vi, porque aquele negócio, né, do de fazer um preconceito errado, aí outros já se juntam, então já chegou até cuidado, ó, ele foi para lá, não sei quê. Poxa, que conceito dentro da casa, dentro da casa que tem que ter cuidado,

né, do de fazer um preconceito errado, aí outros já se juntam, então já chegou até cuidado, ó, ele foi para lá, não sei quê. Poxa, que conceito dentro da casa, dentro da casa que tem que ter cuidado, tem que ter cuidado, né? Mas a gente tem que ver o que que a pessoa tem. Eh, aí tem aproveitando aqui para ter outra história, contar até a primeira, a história do do eu já contei aqui, mas um professor querendo harmonizar uma turma num colégio que viviam brigando, viviam em conflito, tudo aquela confusão. chamar atenção para isso, para isso, para acabar com preconceito, para acabar com julgamento às vezes errado, com bullying e diminuir, pegou um lençol de dois de 2x 2, 4 m², estendeu, mas antes fez um borrão no meio desse lençol com um tinteiro, ficou aquele borrão preto. Aí ele saiu perguntando: "E você, que que você tá vendo?" Aí tô vendo uma barata amassada, eu tô vendo morcego, tô até que um mais lúcido. Falou: "Não, eu tô vendo um lençol branco de tal com a mancha no meio." Ele falou assim: "Você foi o único que atentou pro lençol." Então, num 4 m² com o negócio pequenininho, preto, todo mundo olhou o negativo. Ninguém olhou que aquele lençol era branco. Então assim, quando a gente olha pros outros para julgar, para julgar, para fazer um conceito, a gente deve olhar também o que que aquela pessoa tem de bom. E normalmente, né, o ser humano, ele atenta muito para aquilo que sobressai como negativo. Tanto que o que mais vende é o quê? Notícia negativa. Para cada notícia eh negativa tem no mínimo 10 boas, mas não vende, não vende, né? E aí quando nós eh o tempo todo bombardeados por todos esses meios de comunicação que hoje existem, conceituando, julgando, né, muitos irmãos nossos e nós acompanhamos e muitas das vezes ouvimos aquilo, não temos conhecimento do todo e aderimos justamente ao preconceito, na maledicência, no julgamento pro negativo, né? Aí eu lembro até uma história eh de Sócrates, né? A história dos três crios. O cara foi chegar fal assim: "Eu quero te contar um negócio". Ele falou:

, na maledicência, no julgamento pro negativo, né? Aí eu lembro até uma história eh de Sócrates, né? A história dos três crios. O cara foi chegar fal assim: "Eu quero te contar um negócio". Ele falou: "Calma, você já passou pelos três crios? Como assim? Pelas três peneiras. Como? Primeiro, isso é verdade?" "Ah, não, eu não sei se é verdade. Segundo, então guarda. Segundo, isso vai eh ajudar e colabora com alguma coisa?" Ah, eu acho que você também não. Isso vai me fazer bem. Ah, eu acho que bem também não. Então, guarda para você, certo? Então, e até outra maneira, né, de nós observarmos com relação a julgamento determinados conceitos, julgamentos que nós ajudamos a difundir. E hoje, como se fala aí das fake news, né? Hoje eu fico olhando o que se faz com a IA, né? Outro dia eu vi colocar a imagem e a voz de um amigo meu e não era ele. Não era ele. Mas se produz. A gente vai acreditar naquilo, vai julgar, condenar. Muitas vezes, ó, o fulano apareceu fazendo aquilo ali, né? Será que é verdade? Será que isso realmente existe, existiu? Então, quando ele fala do arqueiro e a trave, é isso, né, que a gente vê no outro e não vê na gente. Tem uma outra história que também já contei aqui naquela dona que chamava o marido, ela julgava e condenva a vizinha. Chamara a vizinha de não aciada, que não tinha cuidado com as coisas, porque ela chegava e via as roupas da vizinha estendida e falou assim: "Ó, marido, olha lá, roupa toda encardida, toda ruim, não sei quê, toda tava só só criticava a vizinha". Um dia ela grita pelo marido, vem cá, vem cá, ele que que houve? Olha lá, acho que ela trocou o sabão, alguma coisa. A roupa dela tá limpinha. Não, mulher, eu limpei o nosso vidro. Eu limpei o nosso vidro. Então, ela não limpava o vidro dela e ficava vendo a roupa da outra suja e condenando. Assim somos nós. Então, como ele colocou aqui, que a gente se examine, né? Será que eu tenho moral para fazer isso? Será que eu posso fazer isso? Eu não posso vir aqui pregar, falar um negócio que eu sou o

somos nós. Então, como ele colocou aqui, que a gente se examine, né? Será que eu tenho moral para fazer isso? Será que eu posso fazer isso? Eu não posso vir aqui pregar, falar um negócio que eu sou o primeiro a não fazer, né? Tem outra historinha dentro de comunhão. Aquela dona palestrante super conceituada, de pessoa ótima, médica, saiu da clínica atrasada, tinha que dar uma palestra e saiu correndo para dar essa palestra, entrou no carro vou e vem dirigindo, né, por conta do do horário. Quando a frente dela ficou uma outra dona dirigindo e ela tentava passar da frente, dirigia mal e segundo ela, o conceito dela não deixava ela passar. Até que ela conseguiu emparelhar com a outra e passou quando eh eh passou, né? Falou assim: "Ó, vai aprender a dirigir carroça, não sei que passou um bocado de de desaforo pra mulher, deu o dedo e foi embora. Tá tudo bem. veio dar a palestra dela. Quando ela tá dando a palestra dela, que ela olhou quem tava na primeira fila, a dona do carro, ela ia falar sobre a paciência, sobre a tolerância e sobre a indulgência. Tem moral? Então é que como ele colocou aqui, a pessoa para julgar, para fazer conceito dos outros, primeiro a gente tem que se analisar. Será que eu faço isso? Será que eu faço isso? Eh, e a gente aprende até em casa, eh, a minha mulher mesmo, a gente um jeito de a gente se melhorar e conversando e aparando as arestas. Então, um dia ela falou assim: "Vem cá, tu já reparou que toda vez que tu vai falar alguma coisa comigo, tu não vê as outras coisas que eu fiz aqui de bom. Só que teve isso, isso que eu deixei agora tu fazer isso, que teve isso, teve aquilo." Então, em casa, em casa a gente faz, né? A gente chega, critica, né, vendo só o ponto negativo, não vê o que o outro fez de bom. Pessoa às vezes fez 10 coisas maravilhosas, mas fez uma errada. Aquela errada é a que vai contar, é a que nós vamos ficar lembrando, né? É ela que nós vamos apontar, esquecer de elogiar. Tanto que o Mond talvez sirva de aprendizado. Eh, eu sou militar e às

errada. Aquela errada é a que vai contar, é a que nós vamos ficar lembrando, né? É ela que nós vamos apontar, esquecer de elogiar. Tanto que o Mond talvez sirva de aprendizado. Eh, eu sou militar e às vezes por força de de trabalho você tem que não só, né, o militar, mas numa empresa, a gente tem que chamar a atenção de alguém, tem que julgar, né, tem que fazer aquele conceito. Então, mas antes até de julgar, de condenar, primeiro elogia, fala: "Poxa, você é ótima pessoa e tal, tá fazendo". Olha, mas tu já prestou atenção que você tá fazendo isso, isso, isso, né? Inclusive, repara, se eu tiver fazendo também me me ajude, me mostre só que normalmente é isso. Quando tem um apontando, tem três aqui, ó. É isso aqui, ó. O arqueiro e a trave no olho. Nós fazemos isso. Então, a gente tem que ter muito cuidado. Aí, seguindo ainda aqui no número 11, tá aqui, ó. Não julgueis para não seres julgados, pois sereis julgados conforme houverdes julgados dos outros e aplicar-se a vós na mesma medida aquilo que aplicaste contra eles. Tá também em Mateus, capítulo 7 versículos 1 e 2. Ou seja, tá, é bíblico, com a medida que você medir, você vai ser medido, certo? A a a os os nossos atos são como bumerangues. Eles vão e voltam, né? Então, muitas das vezes aquilo que a gente fez aqui, né, até esqueceu, mas hoje, ah, mas por que será que eu tô passando por isso? Porque você plantou e tá colhendo. E muitas das vezes esse plantinho é através disso, de um julgamento tanto quanto errado, de um preconceito que que não se eh não se deveria ter, né? De novo uma outra história, uma pessoa com doente dentro de casa, sem poder se deslocar, pede a um médium, uma pessoa que vai lá, faz a prece, ajuda, né? Se podia ir na casa dele, fazer uma, dar um passe, ajudar aquela pessoa que estava doente. Ele não, tranquilo, dá, eu trabalho, tenho coisa, mas dá para ir. Aí ela, ah, só que tem um detalhe, o meu prédio é esse aqui, mas quando você vier, por favor, você vem, entra pelo elevador de serviço. Você vem mais tarde, venha mais

ho, tenho coisa, mas dá para ir. Aí ela, ah, só que tem um detalhe, o meu prédio é esse aqui, mas quando você vier, por favor, você vem, entra pelo elevador de serviço. Você vem mais tarde, venha mais tarde e entre pelo elevador de serviço. Poxa, o cara fala, mas como é que pode, né? Que abuso. Quer que eu vá lá fazer? Eu não posso, tenho que entrar disfarçado de um negador de serviço. Eu eu não vou é nada. Aí, ó, deixou a caridade para lá, igual também já foi lido aqui da caridade. Deixou de fazer a caridade, não vou para lá. Mas aí a pessoa que precisava insistiu, ligou de novo, né? Ele já sem graça, falou: "Tá, já tinha passado, eu vou, eu vou sim, vou vou aí dar, dar esse passe, fazer esse, esse esse coisa aí, ó". Mas você não esquece não, tá? Tu entra pelo elevador de serviço, ele puxa a vida. Mas é triste mesmo, né? É tudo espírita igual a mim, tá mandando eu fazer. Como é que pode fazer isso? Mas tudo bem, eu vou. E deu um jeito. Chegou lá paraas 9 horas da noite, se dirigiu ao prédio, entrou pelo elevador de serviço. Quando ele viu um prédio bonito, quando ele entrou que tocou a campainha, a dona abriu e falou assim: "Graças a Deus que você veio, tô precisando tanto. Eu tava com medo de você não vir. Por isso que eu pedi para você vir pelo elevador de serviço, porque tem muito tempo que o social tá quebrado e você podia chegar no social e não subir. Então, por isso que tava mandando. Mas eu que ia lá já tava julgando outro que me pediu sem saber o porquê. Então aí de a gente julga, né, condena às vezes sem nem saber o motivo, né? no no no aquele quantas das vezes eu já vi isso apareceu quebrado, nunca aparece aquele que quebrou, né? Mas a gente às vezes aponta, ah, isso aí foi empregado, isso aí foi fulano que não tem cuidado, sempre aquele cara, às vezes ele nem viu aquilo, nem tomou conhecimento, mas nós colocamos na conta daquela pessoa. Então nós temos que ter muito cuidado justamente com essa passagem. E ó, então não julgueis a eh se não quiserdes ser julgados, porque a

tomou conhecimento, mas nós colocamos na conta daquela pessoa. Então nós temos que ter muito cuidado justamente com essa passagem. E ó, então não julgueis a eh se não quiserdes ser julgados, porque a letra mata e o espírito vivifica. Também é justamente que é outra outra coisa que é a palavra. Às vezes a gente nem jun, como eu já falei até que a gente nem eh fala para aquela pessoa, mas a gente sai divulgando, né? E às vezes é uma aledicência que foi feita e cresce, cresce. E depois como é que fica? E muitas das vezes pode até fazer com que você passe vergonha por conta daquilo que você tá falando, porque como eu disse, os três crios não passou e sai divulgando outro fato real. Mas no serviço, né, no trabalho onde nós ficamos mais tempo, uma média de 8 horas dia, aquelas pessoas que a gente convive, sempre tá ali trocando ideia, sempre tem história. Então, eh, um grupo, eu trabalho com grupo, vamos dizer assim, de idosos, né? Eu sou eh, o mais novinho lá, tem todo de 50 e tantos anos. E aí conversando-se, tem uma um chegou pro três conversando, um chega e fala assim: "Você sabe de fulano, de tal?" Outro disse: "Que que tem?" Eu conheço, estudou comigo e tal. Ih, rapaz, agora depois de velho saiu do armário. Aí como é que é? Depois separou e não sei que e tá assim. Aí o do lado só ouvindo a história, né? Falei: "Mas você sabe disso?" É verdade. É, tão comentando aí, rapaz. Mas você viu? Não, não é comentário. Ele esperar um instantinho, pegou o telefone e ligou. Ó, ele tá aqui. Sabe o que que ele é meu irmão. Fala aqui com ele e aí vai enfiar a cara aonde? Enfia a cara. Então a gente tem que ter muito cuidado porque a gente embarca nesse, né? E como eu disse o tempo todo, nós estamos sendo solapados, né? por informações, coisas que se a gente fosse botar isso nas três peneiras, eu acho que se passasse 10% passaria muito. Então tem que se ter cuidado, né? Porque de novo, com o que a gente julga a gente vai eh vai ser vai ser julgado, né? Então, eh, tem uma outra história aqui também que

se passasse 10% passaria muito. Então tem que se ter cuidado, né? Porque de novo, com o que a gente julga a gente vai eh vai ser vai ser julgado, né? Então, eh, tem uma outra história aqui também que outra que a gente julga até o animal. A história que também eu já tô escrito é o cão e o coelho num condomínio, duas famílias, né? Um, o pai comprou pro casal de filhos um pastor lindo. Pastor, poxa, filhotezinho bonito, né? Aí os vizinhos, aquele negóci, ah, comprou pro meu, eu também quero um bichinho de estimação. Aí o vizinho vai lá, compra um coelho pros filho. Então, um ficou com o pastor e o outro com o coelho. Só que o coelho e o pastor alemão cresceram juntos. Eles eram amigos, viviam brincando, harmonizados, né? Aí o vizinho chegou pro que do dono do coelho e falou pro do cachorro. Olha a o do cachorro falou assim: "Olha, esse isso não vai dar certo. Esse cachorro vai matar esse coelho." Não sei. Vivia e reclimando com medo do cachorro atacar o coelho. Mas no entanto, coelho, eles estavam amigos. Mas no final de semana o dono do coelho falou assim: "Olha, eu vou ter que ir pra praia, vou passar esse final de semana fora. Você toma conta aí para mim da casa, tal, o coelho tá lá, não tem problema. Então, quem pode ir?" Os outros viajaram na hora do almoço, do primeiro dia, logo entra o cachorro, pastor, com coelho na boca, morto, com sangue, todo sujo de barro. Ele falou: "Não é possível. Então, eu não falei que esse danado ia matar o coelho, que não dava centro." Pegou o cachorro e, ó, descascou o cachorro. bateram no cachorro, maltrataram o cachorro, prenderam o cachorro e não sabia o que iam fazer, como é que o vizinho vai chegar, vai ver esse coelho aí morto. Aí um tiverando, vamos fazer o seguinte, dá um banhozinho nele, certo? Limpa bem ele, bota um perfume, bota ele lá na casinha dele, naquela posição de coelho. E assim fizeram, botaram lá o coelho, né? Então deixaram. Quando a família chegou, aquela gritaria e fala: "Ih, descobriram". Aí veio o coelho. O que

ele lá na casinha dele, naquela posição de coelho. E assim fizeram, botaram lá o coelho, né? Então deixaram. Quando a família chegou, aquela gritaria e fala: "Ih, descobriram". Aí veio o coelho. O que ele ele o que que houve com o coelho já sabia, né, que ele tinha colocado o dono do coelho. Não, tá morto, morreu. Ele falou assim: "Mas como é que pode?" É, mas a gente tá estranho. Ele morreu antes da gente sair daqui. Nós enterramos ele e agora ele apareceu lá limpinho porque o cachorro sentiu tanta falta, foi lá, desenterrou o coelho, cuidou do coelho e apanhou. Então, quantas das vezes até a gente vê a pessoa ajudando e faz um preconceito, faz um julgamento. Então, é justamente isso. De novo, alertar mais uma vez. Então, esses dois números desse capítulo 11, eu aconselho a todos, né? Capítulo 10 e o capítulo 5 do Evangelho Segundo Espiritismos. O capítulo 5 é: bem-aventurados aflitos. Às vezes é até difícil entender tudo isso, mas quando a gente lê com calma, estuda, reflete sobre tudo isso, é um grande aprendizado e nos ensina, né, a nós nos livrarmos de muita coisa que poderia vir a nos fazer sofrer. Essa era a minha mensagem agora paraa tarde de hoje. E eu lembro também que hoje, exatamente hoje é dia 25 de novembro de 2025 e daqui um mês, exatamente, nós estamos comemorando o Natal. Então já tá todo esse esse esse ar de Natal, esse aspecto que é a época que eu mais gosto, porque é onde todo mundo fica bonzinho, julga com mais parcimônia, né? tem mais cuidado, fica mais eh indulgente, mais tolerante. Então, que a gente faça, né, todo dia a o nosso dia, um dia como se fosse Natal, né? Era isso que eu tinha trazer para hoje. E eu sempre peço a a Rute permissão para terminar aqui com a prece, que é essa prece que eu já disse que me traz sempre. Então vamos todos agora respirar fundo, elevar o pensamento a Deus e a Jesus e sermos envolvidos na energia dessa luz, dessa prece. Senhor Deus, criador do céu e da terra, poderoso é vosso nome, grande é a vossa misericórdia. Em nome de vosso

evar o pensamento a Deus e a Jesus e sermos envolvidos na energia dessa luz, dessa prece. Senhor Deus, criador do céu e da terra, poderoso é vosso nome, grande é a vossa misericórdia. Em nome de vosso filho Jesus Cristo, recorremos a vós neste momento para pedirmos bênção para as nossas vidas. Que a vossa divina luz incida sobre nós. Com vossas mãos retirai todo mal, todos os problemas e todos os espirit virão ao nosso redor. Que nossos passos sejam dirigidos por vós para que nós não tropecemos na caminhada da vida. Nosso viver, nosso lar, nosso trabalho, nossa saúde, nossos estudos, nossas relações, nossos julgamentos sejam por vós abençoados. Entregamos-nos em vossas mãos poderosas, na certeza de que tudo iremos alcançar. Graças a Deus. Graças a Jesus. >> Bom, amigos, nós estamos encerrando esse nosso momento, né? Eu não vi as pessoas do que vieram, que vem buscar vocês pro passe, mas é só aguardar um minutinho porque tá na hora, né? Mas eh as histórias sempre são muito boas, né? Porque fixa o assunto e a gente lembra sempre vai lembrar desse coelho, né? Eu, meu Deus do céu, né? E quantas vezes também, né? >> É, quantas vezes também a gente julga, né? julga, eh, condena e enforca, enforca e pronto. Então, a gente vai lembrar das historinhas do do nosso amigo. Então, uma boa tarde para vocês e até semana que vem, >> se Deus quiser, como ele quer, a gente vai estar aqui. Nosso amigo chegou já para encaminhar todos vocês. fixa e o passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim [música] deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de

[música] deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre [música] nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. [música] Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as

enha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando [música] ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso [música] mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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